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  • Filme

    Novo trailer de Alita: Anjo de Combate aprimora adaptação do mangá criada por James Cameron e Robert Rodriguez

    23 de julho de 2018 /

    A Fox divulgou fotos e o segundo trailer legendado de “Alita: Anjo de Combate”, sete meses após a primeira prévia. A divulgação tão espaçada, que reflete um adiamento por tempo similar na estreia, parece ter servido para uma recalibragem nos efeitos visuais, pois o novo vídeo causa menos estranheza, apesar de manter a opção de retratar a protagonista ciborgue por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco “normal” pelo design de olhos desproporcionalmente grandes. Esta abordagem estética dá à produção uma aparência de anime, replicando a característica mais marcante da produção japonesa desde Osamu Tezuka: os personagens olhudos. O material original é realmente japonês, um mangá criado por Yukito Kishiro em 1990, mas toda a produção é americana, o que faz os olhos de anime contrastarem ainda mais com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pela escalação de Scarlett Johanson como uma ciborgue “ocidentalizada”, será interessante observar como a reversão será encarada – uma atriz ocidental filmada como desenho japonês. Mas este não é o único detalhe que caracteriza a produção hollywoodiana. Diversos personagens dos mangás tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, replicando o que aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos originais, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Mas logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. A história é praticamente a mesma, mas Christoph Waltz (“Django Livre”) interpreta o Dr. Dyson Ido, por exemplo. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”), que tratou de defender a sua própria cultura, escalando uma atriz latina, Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), no papel-título. O elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). As filmagens do estúdio 20th Century Fox aconteceram com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões) e a estreia está atualmente marcada para o dia 3 de janeiro no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Música

    Justin Timberlake revela funk futurista em clipe do diretor da sci-fi Não Me Abandone Jamais

    6 de janeiro de 2018 /

    Justin Timberlake divulgou “Filthy”, o primeiro single de seu quinto álbum, “Man of the Woods”. A música ganhou um clipe futurista dirigido pelo cineasta Mark Romanek, que tem autênticas credenciais sci-fi pelo filme “Não Me Abandone Jamais” (2010). O vídeo mostra um show diferente, em que Timberlake apresenta uma novidade tecnológica: um robô sexy, que dança e imita seus gestos. Enquanto ele fica nos bastidores, sua persona robótica sensualiza com dançarinas japonesas, diante de uma plateia asiática impressionada. A combinação de tema e música – a mais eletrônica já gravada pelo cantor – torna inevitável pensar no funk robótico da dupla francesa Daft Punk. Mas a produção é de outro ícone, o gênio do hip-hop eletrônico Timbaland, em parceria com seu protegido Danja e o próprio Timberlake. O álbum “Man of the Woods” tem lançamento previsto para 2 de fevereiro.

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  • Filme

    Vídeo de bastidores destaca envolvimento de James Cameron na sci-fi Alita: Anjo de Combate

    18 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou um vídeo curto de bastidores de “Alita: Anjo de Combate”, nova adaptação de mangá/anime com atores americanos. A prévia traz depoimentos do produtor James Cameron (“Avatar”) e do diretor Robert Rodriguez (“Sin City”), revelando detalhes sobre a gênese do projeto, e como “Avatar” mudou os planos originais para a produção. A prévia também repete cenas do trailer, chamando atenção por retratar a personagem-título por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco convencional por meio de uma aparência de olhos desproporcionalmente grandes. Os olhos grandes são a característica mais marcante dos personagens de mangás/animes. Mas a influência de Osamu Tezuka, considerado o “pai dos mangá” e criador de “Astro Boy”, foram personagens americanos – Tio Patinhas e Betty Boop. O sucesso de “Astro Boy” fez com que outros artistas o imitassem, até que o estilo se tornasse dominante nos desenhos japoneses. Mas, no caso do filme, os olhos grandes contrastam com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pelo fato de Scarlett Johanson ser uma ciborgue de aparência ocidental, que costumava ser uma mulher japonesa antes do “upgrade”, será interessante observar como a nova apropriação cultural será encarada. Além disso, diversos personagens tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, como aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Mas logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a história de “Battle Angel Alita” (o título americano do mangá) chega aos cinemas com roteiro e produção do cineasta James Cameron, que escreveu a primeira versão da história na década passada e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longo passou para as mãos de Robert Rodriguez. Ele tratou de defender a sua cultura, escalando uma atriz latina, Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), no papel-título. O elenco também destaca Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) como o agora chamado Dr. Dyson Ido, além de Mahershala Ali (série “Luke Cage”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). Com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões), a estreia está marcada para o dia 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Alita: Trailer legendado da adaptação do mangá revela ciborgue de olhos grandes

    8 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou o primeiro trailer legendado de “Alita: Anjo de Combate”, nova adaptação de mangá/anime com atores americanos. E o vídeo chama atenção justamente por retratar a personagem ciborgue por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco convencional por sua aparência de olhos desproporcionalmente grandes. Os olhos grandes são a característica mais marcante dos personagens de mangás/animes. Mas a influência de Osamu Tezuka, considerado o “pai dos mangá” e criador de “Astro Boy”, foram criações americanas – Tio Patinhas e Betty Boop. O sucesso de “Astro Boy” fez com que outros artistas o imitassem, até que o estilo se tornasse dominante nos desenhos japoneses. Mas, no caso do filme, os olhos grandes contrastam com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pelo fato de Scarlett Johanson ser uma ciborgue de aparência ocidental, que costumava ser uma mulher japonesa antes do “upgrade”, será interessante observar como a nova apropriação cultural será encarada. Além disso, diversos personagens tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, como aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Mas logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a história de “Battle Angel Alita” (o título do mangá) chega aos cinemas com produção do cineasta James Cameron (“Avatar”). Ele próprio escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. E tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longo passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Ele tratou de defender a sua cultura, escalando uma atriz latina, Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), no papel-título. O elenco também destaca Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) como o agora chamado Dr. Dyson Ido, além de Mahershala Ali (série “Luke Cage”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). As filmagens têm financiamento do estúdio 20th Century Fox com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões) e a estreia está marcada para o dia 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Etc

    Robô de Planeta Proibido é comprado por US$ 5,4 milhões e vira acessório mais caro do cinema

    22 de novembro de 2017 /

    Robby the robot, o robô do clássico de ficção científica “Planeta Proibido” (1956), tornou-se o acessório cinematográfico mais caro de todos os tempos, ao ser vendido por US$ 5,3 milhões em um leilão de Nova York, na terça-feira (22/11). A casa de leilões Bonhams, que realizou a venda, confirmou que o preço superou o recorde anterior para um item cenográfico, superando os US$ 4 milhões da estátua de falcão do noir “Relíquia Macabra” (1941), estrelado por Humphrey Bogart, e que os US$ 4,6 milhões pagos pelo vestido branco usado por Marilyn Monroe em “O Pecado Mora ao Lado” (1955). Robô mais famoso do cinema, Robby é reconhecido pela cabeça em formato de domo de vidro e membros que imitam uma criatura bípede, incluindo pernas que parecem pilhas de bolas de boliche. No famoso filme dos anos 1950, ele é um servo devoto do Professor Morbius (Walter Pidgeon), e seu design – avançadíssimo para a época – chamou mais atenção que a beleza de Anne Francis na produção. Não só isso. Programado com um senso de humor seco, ele ofuscou até o futuro comediante Leslie Nielsen, que comandava a nave espacial da trama, e se tornou a maior inspiração para dois robôs clássicos da sci-fi – o Robô, de “Perdidos no Espaço”, e C-3PO, de “Guerra nas Estrelas”. Dirigido por Fred M. Wilcox, “O Planeta Proibido” também influenciou os phasers de “Star Trek”, o disco voador de “Perdidos no Espaço” e o complexo tecnológico do “Túnel do Tempo”, que saíram diretamente de suas imagens. Mas sua importância vai além do aspecto visual e tecnológico, graças à incorporação de uma temática mais adulta no gênero – a trama era inspirada em “A Tempestade”, de William Shakespeare – , até então marcado por aventuras juvenis como “Flash Gordon” e “Buck Rogers”. Fazer o robô não foi barato. Ele foi construído pelo engenheiro Robert Kinoshita por aproximadamente US$ 125 mil, valor que, ajustado pela inflação, equivaleria a quase US$ 1 milhão de nos dias de hoje. Mesmo com esse preço, Robbie nunca foi um robô de verdade. Seu interior não tem fios e circuitos, mas espaço para um ator manobrá-lo. O mais curioso é que o sucesso de “O Planeta Proibido” transformou Robbie em ator. Isto mesmo. Ele é creditado como ator no IMDb, por aparecer em mais produções que não tinham nenhuma relação com a sci-fi clássica. O robô foi visto em nada menos que 27 produções diferentes, entre filmes e séries, sem contar documentários e programas de variedades. A lista inclui episódios de “Além da Imaginação”, “Perdidos no Espaço”, “A Família Addams”, “Banana Splits”, “Columbo”, “Projeto UFO”, “Mork & Mindy” e “Mulher-Maravilha”, além de filmes como “O Menino Invisível” (1957), “Desapareceu um Espião” (1966), “Heavy Metal: Universo em Fantasia” (1981), “Gremlins” (1984), “Meu Amante É do Outro Mundo” (1988) e até “Looney Tunes: De Volta à Ação” (2003). A identidade do comprador de Robbie não foi revelada.

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  • Filme

    Jennifer Connelly será vilã na adaptação do mangá Alita: Battle Angel

    9 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Jennifer Connelly (“Um Conto do Destino”) entrou no elenco de “Alita: Battle Angel”, a próxima adaptação de mangá/anime com atores americanos, que será dirigida por Robert Rodriguez (“Sin City”). Segundo o site da Variety, ela viverá uma das vilãs do longa. Mas é difícil dizer qual, já que vários nomes foram americanizados. O filme será estrelado por Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), que viverá o papel-título, e Christoph Waltz (“Django Livre”), um dos personagens com nome americanizado. Outros atores contratados incluem Mahershala Ali (série “Luke Cage”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”) e Keean Johnson (série “Nashville”). Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a história de “Battle Angel Alita” (o título do mangá) vai chegar aos cinemas com produção do cineasta James Cameron (“Avatar”). Ele próprio escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. E tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”, até hoje em processo interminável de desenvolvimento. As filmagens tem financiamento do estúdio 20th Century Fox com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões). Ironicamente, “Alita: Battle Angel” deve chegar aos cinemas antes de “Avatar 2”, com um lançamento marcado para o dia 20 de julho de 2018.

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  • Etc,  Série

    Dick Gautier (1931 – 2017)

    15 de janeiro de 2017 /

    Morreu Dick Gautier, que foi um dos espiões mais populares da série clássica “Agente 86”. Ele faleceu na sexta (13/1) aos 85 anos, em uma casa de assistência para idosos em Arcadia, na Califórnia, nos EUA, depois de lutar contra uma doença de longa data. Richard Gautier começou a carreira fazendo comédia stand-up e recebeu uma indicação ao Tony (o “Oscar do teatro”) ao interpretar um cantor inspirado em Elvis na produção original de “Bye, Bye Birdie”, na Broadway. Isto o levou a receber convites para trabalhar na TV, onde os cachês eram mais altos. O ator apareceu como o agente Hymie em apenas seis episódios de “Agente 86” (1965-1970), mas, como as participações foram espalhadas ao longo de quatro temporadas, tornou-se um dos personagens mais longevos da série, que fazia uma paródia dos filmes de espionagem dos anos 1960. A piada é que Hymie era um robô. Além de ser incrivelmente forte, ele tinha um supercomputador como cérebro e componentes mecânicos em um compartimento em seu peito. Originalmente, o androide tinha sido construído com propósitos malignos pela organização Kaos (a KGB da série), mas acabou virando um agente do Controle (a CIA da série) porque o Agente 86 do título, Maxwell Smart (Don Adams), foi o primeiro a tratá-lo como uma pessoa real. Max até convidou Hymie para ser seu padrinho no episódio clássico do casamento com a Agente 99 (Barbara Feldon), em 1968. Por sinal, foi a última aparição de Gautier na série. Mas ele ainda voltou a viver o robô num telefilme de reunião do elenco, lançado em 1989. Ainda nos anos 1960, Gautier integrou o elenco fixo de “Mr. Terrific”, uma série de comédia de super-herói, que não fez o mesmo sucesso e foi cancelada ao final da 1ª temporada, deixando-o à deriva, como ator convidado de inúmeras atrações clássicas, como “Gidget”, “A Feiticeira”, “O Show da Patty Duke”, “A Noviça Voadora” e “Mary Tyler Moore” – curiosamente, todas séries com protagonistas femininas. Ele teve a chance de virar protagonista em outra produção de comédia criada por Mel Brooks, o lendário cineasta que também criou “Agente 86”. Lançada em 1975, “When Things Were Rotten” satirizava as aventuras de Robin Hood, interpretado por Gautier. Mas a atração durou apenas 13 episódios. Nunca mais teve outra oportunidade como aquela e, no resto da carreira, alinhou dezenas de participações em episódios de séries famosas, de “As Panteras” até a mais recente “Estética” (Nip/Tuck) em 2010, seu último trabalho. Entretanto, no meio dessa rotina, Gautier acabou descobrindo um novo talento: a dublagem. Ele estreou fazendo vozes adicionais na série animada “Galtar e a Lança Dourada” (1985), um sub-“He-Man” da Hanna-Barbera, e logo emplacou inúmeras atrações animadas. Foi Serpentor em “Comandos em Ação” e até o herói Hot Rod em “Transformers”, além de ter participado de dezenas de desenhos que marcaram época, de “Batman: A Série Animada” a “A Vaca e o Frango”. Gautier também apareceu em meia dúzia de filmes, como “Divórcio à Americana” (1967), em que viveu o advogado de Dick Van Dyke, “Adivinhe Quem Vem para Roubar” (1977) e “Billy Jack Vai a Washington” (1977). Menos conhecido foi seu talento como roteirista. Ele escreveu dois filmes sensacionalistas: “Maryjane” (1968), sobre os perigos da maconha, e “Wild in the Sky” (1972), em que ativistas negros sequestram um avião, além de dois episódios da série “O Jogo Perigoso do Amor”. Como se não bastasse, ainda foi cartunista, tendo inclusive lançado livros sobre como desenhar. “Desenhar tem sido meu hobby, minha terapia, um delicioso passatempo e ocasionalmente a minha salvação – que me ajudou a superar alguns apuros financeiros quando eu era um ator sem trabalho”, ele escreveu na introdução de seu livro “The Creative Cartoonist”, em 1989.

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  • Etc,  Filme

    Supervisor de efeitos de O Homem nas Trevas faz curta sci-fi apocalíptico contra Trump

    21 de novembro de 2016 /

    O uruguaio Alejandro Damiani, que trabalhou como supervisor de efeitos visuais no terror “O Homem nas Trevas”, fez um curta apocalíptico que mostra as consequências extremas da eleição de Donald Trump como presidente dos EUA. Disponibilizado no YouTube, o vídeo se chama “M.A.M.Ó.N.”, é produzido pelo estúdio uruguaio Aparato, falado em espanhol e inclui legendas em inglês. Para quem não domina nenhum dos dois idiomas, segue uma longa descrição. Começa com imigrantes sendo arremessados pelo muro da fronteira do México. Médicos, noivas, vendedores e crianças são jogados de volta para o México, e quando surgem as primeiras reclamações, um robô gigante pilotado pelo próprio Trump invade o país para esmagar a rebelião. Mariachis, lutadores mascarados de lucha libre e outros ícones mexicanos tentam impedi-lo, mas, como o Chapolim Colorado está morto, ninguém tem astúcia suficiente para vencer o louco americano. Apenas um milagre poderia detê-lo. E é quando surge dos céus uma nave espacial da Santa Maria, que traz uma galinha feroz, capaz de destruir o vilão. No epílogo, Trump se contorce numa mesa de operação, vindo a falecer porque deportou o cirurgião que poderia salvá-lo.  

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  • Luke Cage
    Filme

    Vilão de Luke Cage entra na adaptação do mangá Battle Angel Alita

    4 de outubro de 2016 /

    O ator Mahershala Ali, que interpreta o vilão Cornell “Boca de Algodão” Stokes em “Luke Cage”, entrou no elenco de “Alita: Battle Angel”, adaptação de um mangá clássico de sci-fi com direção de Robert Rodriguez (“Sin City”) e produção de James Cameron (“Avatar”). Segundo o site The Hollywood Reporter, ele terá um papel igualmente vilanesco como Vector, o homem que gerencia as competições que combinam Roller Derby e luta de gladiadores futuristas, chamadas de Motorball. Assim, a produção segue escalando atores ocidentais para papéis originalmente asiáticos. Com japoneses no elenco, “Ghost in the Shell” tem enfrentado críticas por ser estrelado pela americana Scarlett Johnsson. Mas Hollywood parece não ligar para os fãs do material original, a não ser quando precisa explicar um desempenho ruim nas bilheterias – como, por exemplo, o “Caça-Fantasmas” feminino. Ali vai se juntar à atriz Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), que viverá o papel-título, e Christoph Waltz (“Django Livre”), cujo personagem terá o nome americanizado. Outros atores contratados recentemente incluem Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Keean Johnson (série “Nashville”). Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído da robótica Alita de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, ela demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Criado por Yukito Kishiro em 1990, o mangá foi adaptado por James Cameron, que escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. Ele próprio pretendia dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”, até hoje em processo interminável de desenvolvimento. Mesmo assim, Cameron vai produzir o filme, que acabou ganhando um título ligeiramente diferente do mangá original. “Battle Angel Alita” vai chegar aos cinemas como “Alita: Battle Angel”. As filmagens serão financiadas pelo estúdio 20th Century Fox, com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões), mas ainda vão demorar muito para começarem. O início da produção está marcado apenas para 2017 e o longa recebeu previsão de lançamento para o dia 20 de julho de 2018.

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  • Filme

    Christoph Waltz negocia estrelar a adaptação do mangá Battle Angel Alita

    27 de agosto de 2016 /

    O ator austríaco Christoph Waltz está negociando estrelar a adaptação americana do mangá “Battle Angel Alita”, que será dirigida por Robert Rodriguez (“Machete”). Segundo o site The Hollywood Reporter, o malvado de “007 Contra Spectre” e “A Lenda de Tarzan”, pode viver o principal papel masculino da trama, o Dr Daisuke Ido, um cientista cibernético que resgata o corpo semidestruído da robótica Alita de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, ela demonstra ser uma expert em artes marciais, e epassa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. O personagem terá um nome americanizado na adaptação, Dyson Ido, o que deverá, novamente, gerar reclamações dos fãs da obra original. Não bastasse a reação à escalação de Scarlett Johanson como Motoko Kusanagi, na versão americana de “Ghost in the Shell”, Hollywood já corre para demonstrar que adora cair na mesma cilada, repetidamente. Caso a negociação seja bem sucedida, Waltz vai se juntar à atriz Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), que viverá o papel-título. Claro que se trata de outra intérprete não japonesa. A escolha da atriz é ainda mais inusitada pois, apesar da aparência juvenil, ela já tem 30 anos, enquanto a personagem é uma ciborgue adolescente. Como o desenvolvimento desse projeto se arrasta há anos, sabe-se lá o que isso pode representar caso o filme vire franquia. De todo modo, a escalação confirma a preferência de Rodriguez em trabalhar com atores latinos. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a trama de “Battle Angel Alita” foi adaptada pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. Ele próprio pretendia dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”, até hoje em processo interminável de desenvolvimento. Cameron também vai produzir o filme, que acabou ganhando um título ligeiramente diferente do mangá original: “Alita: Battle Angel”. As filmagens serão financiadas pelo estúdio 20th Century Fox, com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões), mas ainda vão demorar muito para começarem. O início da produção está marcado apenas para 2017 e o longa recebeu previsão de lançamento para o dia 20 de julho de 2018.

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  • Etc,  Filme

    Kenny Baker (1934 – 2016)

    13 de agosto de 2016 /

    Morreu o ator britânico Kenny Baker, conhecido por ter interpretado o robô R2-D2 na saga “Star Wars”. Ele faleceu na manhã de sábado (13/9), aos 83 anos, após enfrentar uma longa luta contra doenças provocadas pelo nanismo. “Quando ele era uma criança, ouviu que provavelmente não passaria da puberdade. Os anões naquela época não tinham uma expectativa de vida tão alta. Ele foi muito bem, teve uma vida longa e muito bem vivida, trouxe muita felicidade às pessoas e vamos comemorar o fato de ter sido amado no mundo todo. Temos muito orgulho do que ele conquistou em sua vida”, disse sua sobrinha Abigail Shield ao jornal The Guardian. Baker nasceu em Birmingham, no Reino Unido, com nanismo e atingiu apenas 1,12m de altura na idade adulta. Ele ganhava a vida como artista de circo quando o cineasta George Lucas o conheceu e lhe deu seu primeiro grande trabalho nos cinemas, no filme “Guerra nas Estrelas” (1977). O ator continuou a dar vida ao robô R2-D2 nos cinco filmes seguintes da franquia “Star Wars”. Mesmo a segunda trilogia, realizada sob impacto de feitos de computação gráfica, manteve a tradição de chamar Baker para vestir o “traje” robótico do personagem. Além de viver R2-D2, ele também interpretou o ewok Paploo em “O Retorno de Jedi” (1983) e participou de diversos outros filmes que marcaram os anos 1980, como “O Homem Elefante” (1980), “Flash Gordon” (1980), “Os Bandidos do Tempo” (1981), “Amadeus” (1984), “Mona Lisa” (1985) e “Labirinto – A Magia do Tempo” (1986). Mas o robozinho de “Star Wars” foi mesmo seu personagem mais marcante, com o qual também estrelou comerciais, um especial de Natal e até participou do programa infantil “Muppet Show”. O diretor J.J. Abrams esperava contar com ele no retorno da franquia, porém Baker já estava muito doente para retomar o papel em “Star Wars: O Despertar da Força”, sendo finalmente substituído pela tecnologia. Por uma triste coincidência, ele faleceu cinco meses após a morte de Tony Dyson, o engenheiro e designer que criou R2-D2.

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  • Filme

    Atriz de Maze Runner: Prova de Fogo vai estrelar adaptação do mangá Battle Angel Alita

    31 de maio de 2016 /

    A produção da adaptação do mangá clássico “Battle Angel Alita” definiu sua protagonista. A atriz Rosa Salazar, que se destacou no papel de Brenda em “Maze Runner: Prova de Fogo”, vai estrelar o filme no papel-título. A escolha é inusitada pois, apesar da aparência juvenil, ela já tem 30 anos, enquanto a personagem é uma robô adolescente. Como o desenvolvimento desse projeto se arrasta há anos, sabe-se lá o que isso pode representar caso o filme vire franquia. De todo modo, a escalação confirma a preferência do diretor Robert Rodriguez (“Machete”) em trabalhar com atores latinos. E, principalmente, é um sinal de que o projeto ainda vive. A última notícia sobre a adaptação datava de novembro, quando James Cameron assumiu que jamais tiraria seu roteiro do papel se fosse esperar para rodá-lo após finalizar a vindoura trilogia (agora quadrologia) de “Avatar”. Na ocasião, ele anunciou a contratação de Robert Rodriguez para dirigir o longa. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a trama de “Battle Angel Alita” se passa no século 26 e acompanha uma robô com formas femininas resgatado de um lixão por um expert cibernético, que a adota como filha. Ao reviver, ela descobre que, apesar de sua memória apresentar defeitos, tem conhecimento instintivo de artes marciais. Logo, a garota torna-se uma caçadora de recompensas robótica. O filme acabou ganhando um título ligeiramente diferente do mangá original: “Alita: Battle Angel”. Além de produzir, Cameron escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. As filmagens serão financiadas pelo estúdio 20th Century Fox, mas ainda vão demorar muito para começarem. O início da produção está marcado apenas para 2017 e o longa ainda não tem previsão de lançamento.

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    Estrela de Star Wars: O Despertar da Força, o droid BB-8 ganha vídeo sobre os bastidores de sua criação

    18 de dezembro de 2015 /

    Com a estreia de “Star Wars: O Despertar da Força”, a Disney divulgou um vídeo dedicado a um dos novos personagens que tem tudo para fazer milhões de fãs a partir desta quinta (17/12): o pequeno droid BB-8. A prévia aborda desde a concepção, em traços rabiscados num guardanapo pelo diretor J.J. Abrams, até as cenas em que ele contracena com Daisy Ridley, que ao final desafia o público a não se apaixonar pelo pequenino robô. “Star Wars: O Despertar da Força” já está em cartaz nos cinemas do Brasil.

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