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    Novo trailer de Alita: Anjo de Combate aprimora adaptação do mangá criada por James Cameron e Robert Rodriguez

    23 de julho de 2018 /

    A Fox divulgou fotos e o segundo trailer legendado de “Alita: Anjo de Combate”, sete meses após a primeira prévia. A divulgação tão espaçada, que reflete um adiamento por tempo similar na estreia, parece ter servido para uma recalibragem nos efeitos visuais, pois o novo vídeo causa menos estranheza, apesar de manter a opção de retratar a protagonista ciborgue por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco “normal” pelo design de olhos desproporcionalmente grandes. Esta abordagem estética dá à produção uma aparência de anime, replicando a característica mais marcante da produção japonesa desde Osamu Tezuka: os personagens olhudos. O material original é realmente japonês, um mangá criado por Yukito Kishiro em 1990, mas toda a produção é americana, o que faz os olhos de anime contrastarem ainda mais com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pela escalação de Scarlett Johanson como uma ciborgue “ocidentalizada”, será interessante observar como a reversão será encarada – uma atriz ocidental filmada como desenho japonês. Mas este não é o único detalhe que caracteriza a produção hollywoodiana. Diversos personagens dos mangás tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, replicando o que aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos originais, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Mas logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. A história é praticamente a mesma, mas Christoph Waltz (“Django Livre”) interpreta o Dr. Dyson Ido, por exemplo. A adaptação foi escrita pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que também assina a produção e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longa passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”), que tratou de defender a sua própria cultura, escalando uma atriz latina, Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), no papel-título. O elenco também destaca Mahershala Ali (“Moonlight”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Eiza González (“Em Ritmo de Fuga”), Michelle Rodriguez (“Velozes e Furiosos”), Jennifer Connelly (“Noé”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). As filmagens do estúdio 20th Century Fox aconteceram com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões) e a estreia está atualmente marcada para o dia 3 de janeiro no Brasil, duas semanas depois do lançamento nos Estados Unidos.

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    Entrevista antiga traz Fergie acusando Tarantino de mordê-la em filmagem

    8 de fevereiro de 2018 /

    Mais um dia, mais uma controvérsia. O site Jezebel, que desencavou a polêmica entrevista radiofônica em que Quentin Tarantino defendia o colega Roman Polanski do estupro de uma menor, publicou nesta quinta (8/2) um vídeo com outra entrevista antiga, em que Fergie diz ter sido mordida por Tarantino durante a filmagem de “Planeta Terror”, lançamento de 2007. Tarantino fez uma pequena participação como zumbi no filme, dirigido por Robert Rodriguez, e teria sido tão dedicado ao personagem que chegou a morder a cantora. A entrevista foi incluída como bônus no DVD de “Planeta Terror”, e traz Fergie brincando sobre o “método” de interpretação do cineasta. “Então eu estou fazendo a cena e ele começa a me morder”, disse ela. A declaração é acompanhada por imagens que mostram Tarantino prendendo a cantora-atriz no chão, enquanto ela ri e diz “F*, sai de cima de mim”. Na entrevista de bastidores sobre o incidente, Robert Rodriguez disse: “Não foi tão ruim. Não foi uma mordida, porque ela não estava sangrando nem nada. Certamente, ela sentiu alguns dentes na carne. Isso acontece, as pessoas entram no papel.” Em mais imagens incluídas no vídeo, Fergie mostrou uma hematoma visível em seu ombro direito. “Quentin me mordeu. E no final desta filmagem, eu vou mordê-lo de volta”, disse ela. A conduta de Tarantino nos sets de filmagens não saem das manchetes desde sábado, quando Uma Thurman revelou ter

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    Vídeo de bastidores destaca envolvimento de James Cameron na sci-fi Alita: Anjo de Combate

    18 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou um vídeo curto de bastidores de “Alita: Anjo de Combate”, nova adaptação de mangá/anime com atores americanos. A prévia traz depoimentos do produtor James Cameron (“Avatar”) e do diretor Robert Rodriguez (“Sin City”), revelando detalhes sobre a gênese do projeto, e como “Avatar” mudou os planos originais para a produção. A prévia também repete cenas do trailer, chamando atenção por retratar a personagem-título por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco convencional por meio de uma aparência de olhos desproporcionalmente grandes. Os olhos grandes são a característica mais marcante dos personagens de mangás/animes. Mas a influência de Osamu Tezuka, considerado o “pai dos mangá” e criador de “Astro Boy”, foram personagens americanos – Tio Patinhas e Betty Boop. O sucesso de “Astro Boy” fez com que outros artistas o imitassem, até que o estilo se tornasse dominante nos desenhos japoneses. Mas, no caso do filme, os olhos grandes contrastam com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pelo fato de Scarlett Johanson ser uma ciborgue de aparência ocidental, que costumava ser uma mulher japonesa antes do “upgrade”, será interessante observar como a nova apropriação cultural será encarada. Além disso, diversos personagens tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, como aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Mas logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a história de “Battle Angel Alita” (o título americano do mangá) chega aos cinemas com roteiro e produção do cineasta James Cameron, que escreveu a primeira versão da história na década passada e tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longo passou para as mãos de Robert Rodriguez. Ele tratou de defender a sua cultura, escalando uma atriz latina, Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), no papel-título. O elenco também destaca Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) como o agora chamado Dr. Dyson Ido, além de Mahershala Ali (série “Luke Cage”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). Com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões), a estreia está marcada para o dia 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Weinstein diz que Salma Hayek mente e Antonio Banderas defende honestidade da amiga

    14 de dezembro de 2017 /

    Após a atriz Salma Hayek denunciar o assédio de Harvey Weinstein, com direito a ameaças de morte e boicote de seu filme “Frida” (2002), um porta-voz do produtor negou as acusações, dizendo que “não são precisas”. “Todas as alegações sexuais retratadas por Salma Hayek não são precisas e outros que testemunharam os eventos têm opiniões diferentes”, diz o comunicado emitido em nome de Weinstein, que ainda alega que o produtor “não lembra” de ter exigido que ela fizesse uma cena de sexo com uma mulher em “Frida”. “O sr. Weinstein não se lembra de ter pressionado Salma para fazer uma cena gratuita de sexo no filme. Entretanto, isso faz parte da história, já que Frida Kahlo era bissexual”, diz o texto. Diante disse, o ator Antonio Bandeira, amigo de longa data da atriz, foi ao Twitter defender Hayek. “Estou impactado e triste pelo terrível relato que minha queria amiga Salma Hayek tornou público sobre o produtor Harvey Weinstein”, escreveu o ator na rede social, acrescentando: “Sua integridade, honestidade como mulher e profissional me fazem dar total crédito para suas palavras”. Veja abaixo. Estoy impactado y triste ante los terribles hechos que ha hecho públicos mi querida amiga Salma Hayek sobre el productor Harvey #Weinstein. Su integridad, su honestidad como mujer y como profesional me hacen dar absoluto crédito a sus palabras. pic.twitter.com/GZJsgxYGRE — Antonio Banderas (@antoniobanderas) December 14, 2017

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    Salma Hayek revela assédio, chantagem e ameaça de morte de Harvey Weinstein

    13 de dezembro de 2017 /

    A atriz Salma Hayek fez revelações chocantes em um texto escrito para o jornal The New York Times sobre os assédios e traumas que sofreu com o produtor Harvey Weinstein. Segundo a atriz mexicana, Weinstein a perseguiu por anos e tentou convencê-la a tomar um banho com ele e até fazer sexo oral. Após as recusas, ele passou a tratá-la com raiva e a ameaçou de morte. E só teria escapado de ser estuprada por sua amizade com Quentin Tarantino e Robert Rodriguez, responsáveis pelos maiores sucessos do produtor. “Sabendo o que sei agora, eu me pergunto se não foi a minha amizade com eles e George Clooney que me salvou de ser estuprada”, ela reflete no texto. Salma conta que seu inferno começou no ano de 2002, quando estrelou “Frida”. Na época, o estúdio Miramax, de Weinstein, era considerado sinônimo de qualidade e garantia de premiações. Logo, ela lutou para tentar levar seu filme para a produtora. O acordo inicial previa que Weinstein pagasse os direitos do trabalho já desenvolvido por ela. Como produtora, ela receberia um crédito, mas não teria pagamento, “o que não era raro para uma produtora mulher nos anos 1990”. Ele também havia pedido a assinatura de um contrato em que ela se comprometeria a fazer diversos outros filmes com a Miramax, “o que eu pensei que concretizaria meu status como atriz principal”. “Eu não ligava para o dinheiro, estava tão animada em trabalhar com ele e a empresa. Na minha ingenuidade, pensei que fosse meu sonho se tornando realidade. Ele havia validado os últimos 14 anos da minha vida e dado uma chance para mim — uma ninguém. Ele disse sim. Mal sabia eu que logo seria minha vez de dizer não”, contou. “Não para abrir-lhe as portas a qualquer hora da noite, hotel atrás de hotel, locação atrás de locação, onde ele aparecia inesperadamente, incluindo em um local em que eu estava fazendo um filme que ele não estava envolvido. Não para tomar um banho com ele. Não para deixá-lo me ver tomando banho. Não para deixá-lo me dar uma massagem. Não para deixar um amigo nu dele me dar a massagem. Não para deixá-lo fazer sexo oral em mim. Não para me deixar nua com outra mulher. Não, não, não, não, não”, desabafou. Em seguida, ela conta que começou a despertar a fúria de Weinstein, que prometia se vingar e atrapalhar sua vida: “Em um ataque de fúria, ele disse: ‘Eu vou te matar, não pense que não posso’”. “Em seus olhos, eu não era uma artista. Eu não era sequer uma pessoa. Eu era uma coisa: não uma ninguém, mas um corpo”, prosseguiu. Weinstein chegou a ameaçar não lançar “Frida”, pelo qual ela tanto tinha se empenhado. E ela finalmente disse sim para uma condição. Salma aceitou fazer uma cena de sexo com outra mulher para o filme, para que Weistein não impedisse sua distribuição. Descrevendo o dia da filmagem da cena, a atriz disse ter ficado perturbada. “Não por ficar nua com outra mulher, mas porque precisava estar nua com outra mulher por Harvey Weinstein”. “Frida” acabou sendo uma das produções mais premiadas da Miramax, vencendo dois Oscars e rendendo uma indicação a Salma Hayek por seu papel em 2003. E Weinstein quase não lançou o filme por capricho. Ao concluir seu relato, a atriz ressaltou a importância das denúncias feitas por outras pessoas que sofreram com assédios do produtor: “Quando tantas mulheres se apresentaram para descrever o que Harvey tinha feito a elas, eu tive que confrontar minha covardia e aceitar que minha história, por mais importante que fosse para mim, não era nada senão uma gota em um oceano de tristeza e confusão.”

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    Alita: Trailer legendado da adaptação do mangá revela ciborgue de olhos grandes

    8 de dezembro de 2017 /

    A Fox divulgou o primeiro trailer legendado de “Alita: Anjo de Combate”, nova adaptação de mangá/anime com atores americanos. E o vídeo chama atenção justamente por retratar a personagem ciborgue por meio de animação computadorizada, diferenciando-a do elenco convencional por sua aparência de olhos desproporcionalmente grandes. Os olhos grandes são a característica mais marcante dos personagens de mangás/animes. Mas a influência de Osamu Tezuka, considerado o “pai dos mangá” e criador de “Astro Boy”, foram criações americanas – Tio Patinhas e Betty Boop. O sucesso de “Astro Boy” fez com que outros artistas o imitassem, até que o estilo se tornasse dominante nos desenhos japoneses. Mas, no caso do filme, os olhos grandes contrastam com o elenco majoritariamente ocidental. Após a reação negativa a “Ghost in the Shell”, causada pelo fato de Scarlett Johanson ser uma ciborgue de aparência ocidental, que costumava ser uma mulher japonesa antes do “upgrade”, será interessante observar como a nova apropriação cultural será encarada. Além disso, diversos personagens tiveram seus nomes americanizados para justificar o elenco embranquecido, como aconteceu com “Death Note” na Netflix. Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Mas logo sua origem militar vêm à tona, atraindo seus antigos proprietários. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a história de “Battle Angel Alita” (o título do mangá) chega aos cinemas com produção do cineasta James Cameron (“Avatar”). Ele próprio escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. E tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”. Assim, o longo passou para as mãos de Robert Rodriguez (“Sin City”). Ele tratou de defender a sua cultura, escalando uma atriz latina, Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), no papel-título. O elenco também destaca Christoph Waltz (“007 Contra Spectre”) como o agora chamado Dr. Dyson Ido, além de Mahershala Ali (série “Luke Cage”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Casper Van Dien (“Tropas Estrelares”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”), Jeff Fahey (“Planeta Terror”) e Keean Johnson (série “Nashville”). As filmagens têm financiamento do estúdio 20th Century Fox com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões) e a estreia está marcada para o dia 19 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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    Rose McGowan é presa e fichada por suposta posse de drogas

    15 de novembro de 2017 /

    A atriz Rose McGowan se entregou à polícia, após um mandato ser expedido para sua prisão por suposta posse de cocaína. Pacotes da droga foram encontradas em uma carteira que a atriz deixou num avião em janeiro, e ela faltou às audiências de seu caso no tribunal. Por conta disso, foi fichada, com direito a foto na delegacia (acima), e teve que pagar fiança (de US$ 5 mil) para ser liberada. Em suas contas nas redes sociais, McGowan tem dito que sua prisão é uma perseguição por parte das autoridades dos EUA, que as acusações contra ela são falsas e só surgiram após ela expor os abusos sexuais cometidos pelo produtor Harvey Weinstein. Na noite anterior, a atriz compartilhou um tuíte afirmando que se ela tivesse aceitado a proposta de US$ 1 milhão oferecida por Weinstein para que ela ficasse em silêncio, durante a investigação do jornal The New York Times, ela não teria sido presa. “FATO”, escreveu McGowan, abusando da teoria da conspiração. Quando a acusação contra McGowan foi revelada no final de outubro, ela já tinha teorizado pelo Twitter: “Eles estão tentando me silenciar? Há um mandado pela minha prisão na Virginia. Isso é um monte de merda”. Os casos não são relacionados e o mandato só foi emitido porque McGowan ignorou as audiências marcadas anteriormente diante do juiz de seu caso. Mas a revista New Yorker acabou apurando que a paranoia era saudável, ao revelar que Weinstein realmente contratou detetives particulares para tentar fazer com que a atriz fosse presa, após ela recusar dinheiro para permanecer calada. McGowan alega que não acreditou que o mandato de prisão fosse real, pois não costuma andar com drogas na carteira. Ela disse ao juiz que perdeu a carteira durante o voo e seu advogado apontou que qualquer pessoa poderia tê-la pego e colocado drogas para incriminá-la. O assédio que ela sofreu nas mãos de Weinstein ocorreu no Festival de Sundance de 1997. Ela teria recebido US$ 100 mil de um acordo com os advogados do produtor na época, que foram doados para uma instituição de apoio à mulheres vítimas de abusos. Esta história foi incluída na reportagem do jornal New York Times que iniciou a avalanche de escândalos que sacode Hollywood nos últimos dois meses e confirmada pelo diretor Robert Rodriguez, que a escalou em “Planeta do Terror” para confrontar Weinstein. Após os abusos cometidos por Weinstein se tornarem públicos, pelos menos mais 80 mulheres revelaram histórias semelhantes envolvendo o produtor. Além disso, outros casos envolvendo figuras poderosas da indústria do entretenimento também vieram à tona.

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    Robert Rodriguez declara ter escalado Rose McGowan em Grindhouse para confrontar Weinstein

    28 de outubro de 2017 /

    O diretor Robert Rodriguez trouxe à tona mais uma história de bastidores sobre o produtor Harvey Weinstein, envolvido num escândalo sexual de assédio em série. Em depoimento à revista Variety, ele afirmou ter escalado a atriz Rose McGowan em “Grindhouse” (2007) para confrontar Weinstein, após descobrir que o produtor tinha abusado dela. Idealizado como um programa duplo, composto pelos filmes “À Prova de Morte”, de Quentin Tarantino, e “Planeta Terror”, de Rodriguez, “Grindhouse” era uma homenagem ao cinema trash americano dos anos 1960 e 1970. Rose interpreta protagonistas nos dois filmes. A atriz acusou Weinstein de estuprá-la em 1997, enquanto ela atuava no filme “Pânico”, produzido pela Miramax. Assim como ela, várias outras atrizes vieram a público contar histórias de investidas não correspondidas e assédio sexual violento, como Gwyneth Paltrow, Angelina Jolie, Mira Sorvino e Cara Delevingne. Rodriguez trabalhou com os irmãos Weinstein por muitos anos, lançando seus filmes principalmente pela Dimension, selo administrado por Bob Weinstein, irmão de Harvey. Leia abaixo, trechos do longo depoimento do diretor. “Eu não discuti previamente o que eu sabia sobre o incidente de 1997 sofrido por Rose em um quarto de hotel durante o Festival de Sundance, porque nunca quis fazer nada que prejudicasse um acordo legal que ela estabeleceu com Harvey Weinstein. Agora que ela é capaz de contar sua história, eu quero compartilhar o que eu sabia, quando eu soube, e o que eu fiz sobre isso. Conheci Rose em Cannes em 19 de maio de 2005, em uma festa da amfAR. ‘Sin City’ acabara de ser exibido no Festival e ela me disse que ela era uma fã de cinema noir e que desejaria ter participado de ‘Sin City’. Perguntei-lhe ‘Por que você não fez um teste? Você teria sido fantástica’. Ela disse que não podia, porque tinha sido colocada numa lista negra que a proibia de trabalhar em qualquer filme de Weinstein. Quando eu perguntei o que ela quis dizer com isso, e como ela poderia ser na lista negra, ela me contou a horrível história do que Harvey fez com ela sete anos antes. Minha primeira reação foi de choque. Lembro claramente o que eu disse em seguida: ‘Meu Deus, por que você não disse nada? Pessoas teriam defendido você! E o que fez seu noivo durante tudo isso? Eu teria pelo menos socado Harvey se eu tivesse ouvido isso’. Rose disse que eles não sabiam o que fazer. Ela confiou numa advogada, que havia lhe dito que, como ela tinha cenas de nudez nos filmes, nenhum júri acreditaria nela e que isso se transformaria na sua palavra contra a dele. Rose me disse que tudo o que podia fazer na época era conseguir que Harvey Weinstein doasse dinheiro para um abrigo de mulheres abusadas e, em troca, ela assinaria um acordo de não divulgação (NDA) que a proibia de falar sobre a terrível violação sem ser processada, e que ela nem deveria estar me contando. Para adicionar insulto ao prejuízo, ela me disse que estava na lista negra, proibida de participar de qualquer filme de Weinstein. Incensado pelo que ouvi, eu disse a Rose que ela não estava na lista negra dos meus filmes e que Harvey não podia me dizer quem eu podia escalar. O motivo era que Harvey não trabalhava em meus filmes. Eu filmei todos esses anos para a Dimension de Bob Weinstein. Então, eu expliquei que, se eu a incluísse no meu próximo filme, Harvey não poderia me impedir, porque minha primeira pergunta seria ‘Ah, realmente? Por que não posso escalá-la?’ E eu tinha certeza de que ele não gostaria de me dizer o motivo. Então, revelei a Rose que estava prestes a começar a escrever um filme com Quentin Tarantino, um homenagem às sessões duplas dos filmes apelativos dos anos 1970, e que, se ela estivesse interessada, eu escreveria uma personagem ‘bad ass’ e lhe daria um papel principal. Eu queria que ela tivesse um papel principal em um grande filme para tirá-la da lista negra, e a melhor parte disso é que teríamos a nova The Weinstein Company da Harvey para pagar por toda a maldita coisa. Assim que eu terminei de contar a Rose, eu vi Harvey andando pela festa! Liguei para Harvey para vir a nossa mesa, e assim que chegou perto o suficiente para ver que eu estava sentada com Rose, seu rosto caiu e ele ficou branco como um fantasma. Eu disse: ‘Ei Harvey, esta é Rose McGowan. Eu acho que ela é incrível e realmente talentosa e eu vou lançá-la no meu próximo filme’. Harvey então virou o maior canastrão que eu já vi, elogiando: ‘Ah, ela é maravilhosa, ah ela é incrível, ah, ela é fantástica, ah ela é tão talentosa … Vocês dois definitivamente deveriam trabalhar juntos’. E então ele desapareceu. Eu pude saber então que cada palavra que Rose me disse era verdade, você podia ver tudo em seu rosto. Olhei para Rose. Sua boca estava aberta e seus olhos estavam arregalados. ‘UAU. Nunca vi isso antes’, disse ela. Eu então disse a ela que se ela quisesse que eu escrevesse um papel para ela, a empresa de Harvey teria que financiá-la. Rose concordou, e o acordo foi concluído. Eu achei incrível que ela tivesse deixado o incidente para trás e continuado com sua carreira. Eu queria ajudar. Nós tínhamos um plano e, mais importante, nós tínhamos uma missão. Uma vez que o estúdio de Weinstein tinha prioridade sobre qualquer projeto meu ou de Quentin, eu sabia que nunca deixariam esse projeto ir para outro estúdio. Escalar Rose como protagonista pareceu o movimento certo para se fazer na época – para literalmente fazê-lo pagar. Mas por causa da NDA e a pedido de Rose, eu tive que ficar em silêncio até agora sobre o motivo pelo qual fizemos esse filme juntos, especialmente para Harvey. Nós sabíamos que, estrategicamente, não conseguíamos esfregar em seu rosto porque estávamos REALMENTE fazendo esse filme, pois ele simplesmente enterraria o filme, não o venderia bem e todos perderiam. Mas, para o nosso horror, Harvey enterrou nosso filme de qualquer maneira, e porque não queríamos nos arriscar a ser processados, nunca falamos publicamente sobre o assunto. Teria sido muito mais fácil para nós dois se pudéssemos ter revelado porque fizemos isso. Mesmo depois de 12 anos, nunca esquecerei de me sentar com Rose naquela festa e, instantaneamente, me inspirado a criar uma heroína de ação feminina que se transforma em um super-heroína que mata estupradores e sobrevive a uma apocalipse. Eu admito que realmente pareceu bom na hora o fato de usar arte para enfrentar o que Harvey estava fazendo com uma atriz maravilhosa, proibindo-a de trabalhar. Na época, era a única coisa que podíamos fazer. E mesmo que ‘Grindhouse’ tenha recebido críticas excelentes, que Rose tenha recebido elogios fantásticos, e o filme ainda seja até hoje favorito dos fãs, foi doloroso ver Harvey simplesmente enterrá-lo na distribuição… só porque Rose era a atriz principal. Essas últimas semanas me deram uma nova clareza e esperança ao ver a maré finalmente virar, ao ver Harvey finalmente fugir e ver todas as mulheres corajosas que compartilharam suas próprias histórias chocantes e angustiantes de abuso. Mas senti uma clara falta de histórias de homens que poderiam ter tentado fazer o que é certo, sem se importar com as conseqüências. Todo mundo tem que tomar uma posição e agir…”

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    Michael Parks (1940 – 2017)

    10 de maio de 2017 /

    Morreu o ator americano Michael Parks, que era figura constante nos filmes do cineasta Quentin Tarantino. Ele faleceu nesta quarta-feira (10/5) aos 77 anos. Parks nasceu em abril de 1940, na Califórnia, e começou sua carreira no começo dos anos 1960, aparecendo nas séries “Os Intocáveis”, “Gunsmoke”, “Perry Mason” e “Rota 66”, entre outras. Ele estreou no cinema como um jovem rebelde em dois filmes cultuados de 1965, “Na Voragem do Amor” e “Vítima de um Pecado”, pelos quais chegou a ser comparado a James Dean. E até mesmo trabalhou com o diretor John Huston no clássico “A Bíblia” (1966), em que tinha o papel de Adão. Foi ainda um estudante de arte arrogante em “O Ídolo Caído” (1966) e um hippie em “Acontece Cada Coisa” (1967), antes da carreira cinematográfica estagnar. Voltando-se para a TV, acabou estrelando sua primeira série, “Then Came Bronson”, como o repórter desiludido Jim Bronson, que pega a estrada em sua Harley Davidson para se encontrar. A série durou apenas uma temporada, exibida entre 1969 e 1970, mas marcou o jovem Quentin Tarantino, que a descreveu como “a atuação mais naturalista que eu já vi em um programa de TV”. Na época do cancelamento, houve boatos de que uma disputa contratual com a Universal lhe rendeu a fama de ser um ator difícil, o que teria impedido sua carreira de deslanchar, sendo evitado pelos grandes estúdios. Mesmo assim, ele seguiu alternando participações em séries e filmes. Entre as curiosidades dessa filmografia intermediária, destacam-se dois longas de ação de Andrew V. McLaglen com grande elenco, “Missão: Assassinar Hitler” (1979) e “Resgate Suicida” (1980), o thriller “Tocaia no Deserto” (1988) em que fazia parceria com uma policial lésbica, vivida por Denise Crosby, e o terror “A Praia do Pesadelo” (1989), sobre um serial killer motoqueiro que atacava garotas de biquíni, com direção do lendário Umberto Lenzi (“Canibal Ferox”). Mas o renascimento de sua carreira aconteceu pela TV, como o principal antagonista da 2ª temporada de “Twin Peaks”, no papel de Jean Renault, um criminoso charmoso, envolvido em diversas falcatruas da série, que acabava morto pelo protagonista. Logo após este destaque, o diretor Robert Rodriguez o escalou em “Um Drink no Inferno” (1995), filme escrito e coestrelado por Quentin Tarantino, e ambos os cineastas se viram hipnotizados por sua performance como o policial Earl McGraw, à caça de criminosos em fuga, rumo a um desfecho de filme de terror sobrenatural. “Ele sempre foi considerado o ator que deveria substituir James Dean quando James Dean morreu, e seu naturalismo foi incrível de assistir”, chegou a dizer Rodriguez. Quentin Tarantino criou uma continuidade pouco comentada entre “Um Drink no Inferno” e “Kill Bill” (2003), ao escalar Parks no mesmo papel, nos dois volumes de seu thriller de lutas marciais. Além disso, Rodriguez e Tarantino utilizaram o personagem Earl McGraw para estabelecer um universo compartilhado entre seus filmes do projeto “Grindhouse” de 2007, “Planeta Terror” e “À Prova de Morte”. Parks foi, na prática, o responsável por conectar os diferentes filmes do universo cinematográfico de Tarantino. Ele ainda participou de “Django Livre” (2012), de Tarantino, seu segundo western indicado ao Oscar, após se destacar em “O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford” (2007). Entre um e outro, encontrou outro fã cineasta, Kevin Smith, que o escalou como o líder homofóbico de uma seita religiosa, no polêmico thriller “Seita Mortal” (2011), e como um louco sádico, que transforma cirurgicamente um homem numa morsa, em “Tusk” (2014). Graças à sua interpretação em “Seita Mortal”, Parks ganhou o prêmio de melhor ator no Festival de Cinema Fantástico de Sitges, na Espanha, em 2011. Em um tributo no Instagram, Kevin Smith acrescentou: “Ele elevou qualquer filme ou programa de TV em que esteve e elevou cada diretor para quem atuou. Eu foi tão… abençoado por ter trabalhado com esse gênio de boa-fé”. Entre seus últimos trabalhos, incluem-se ainda o vencedor do Oscar “Argo” (2012), o elogiado terror canibal “Somos o Que Somos” (2013) e o thriller “Herança de Sangue” (2016), com Mel Gibson.

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    Robert Rodriguez negocia dirigir remake de Fuga de Nova York

    25 de março de 2017 /

    O diretor Robert Rodriguez (“Sin City”) está em negociações para dirigir o remake de “Fuga de Nova York” (1981), clássico sci-fi de John Carpenter. Segundo o site Deadline, a Fox pretende dar início a uma franquia com a produção, que se passa num futuro distópico. Originalmente estrelado por Kurt Russell, “Fuga de Nova York” mostrava a transformação da ilha de Manhattan numa enorme prisão de segurança máxima, cercada por muros gigantescos, onde os criminosos mais perigosos dos EUA são deixados à própria sorte. A trama começa após um ato terrorista derrubar o avião presidencial em Nova York, levando o governo a buscar ajuda de Snake Plissken, um dos mais perigosos terroristas do planeta, que precisa encontrar e salvar o presidente na prisão quilométrica em troca de sua liberdade e da própria vida, já que foi injetado com um explosivo que será detonado em 22 horas – o tempo que tem para completar a missão. Considerada uma das ficções científicas mais influentes dos anos 1980, a produção ganhou sequência, “Fuga de Los Angeles”, em 1996. Recentemente, Carpenter venceu um processo por plágio de “Fuga de Nova York” contra o produtor Luc Besson por “Sequestro no Espaço” (2012). Ao contrário de outros filmes inspirados do filme de 1981, a produção francesa copiou diversos conceitos do filme original, apenas trocando a ilha de Manhattan por uma prisão espacial. Besson foi condenado a pagar uma indenização para Carpenter, que na época mencionou que o plágio poderia prejudicar seus planos para refilmar o clássico. Carpenter será, de fato, o produtor executivo do remake. Já o roteiro está sendo atualizado por Neil Cross, o criador da série britânica “Luther”. Caso a negociação seja bem-sucedida, Rodriguez começará a filmagem assim que finalizar outra sci-fi, “Alita: Battle Angel”, adaptação do mangá “Battle Angel Alita”, que está rodando para a própria Fox.

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    Jennifer Connelly será vilã na adaptação do mangá Alita: Battle Angel

    9 de fevereiro de 2017 /

    A atriz Jennifer Connelly (“Um Conto do Destino”) entrou no elenco de “Alita: Battle Angel”, a próxima adaptação de mangá/anime com atores americanos, que será dirigida por Robert Rodriguez (“Sin City”). Segundo o site da Variety, ela viverá uma das vilãs do longa. Mas é difícil dizer qual, já que vários nomes foram americanizados. O filme será estrelado por Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), que viverá o papel-título, e Christoph Waltz (“Django Livre”), um dos personagens com nome americanizado. Outros atores contratados incluem Mahershala Ali (série “Luke Cage”), Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”), Lana Condor (“X-Men: Apocalipse”) e Keean Johnson (série “Nashville”). Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído de um robô de combate com formas femininas de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, Alita demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a história de “Battle Angel Alita” (o título do mangá) vai chegar aos cinemas com produção do cineasta James Cameron (“Avatar”). Ele próprio escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. E tinha planos para dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”, até hoje em processo interminável de desenvolvimento. As filmagens tem financiamento do estúdio 20th Century Fox com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões). Ironicamente, “Alita: Battle Angel” deve chegar aos cinemas antes de “Avatar 2”, com um lançamento marcado para o dia 20 de julho de 2018.

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  • Luke Cage
    Filme

    Vilão de Luke Cage entra na adaptação do mangá Battle Angel Alita

    4 de outubro de 2016 /

    O ator Mahershala Ali, que interpreta o vilão Cornell “Boca de Algodão” Stokes em “Luke Cage”, entrou no elenco de “Alita: Battle Angel”, adaptação de um mangá clássico de sci-fi com direção de Robert Rodriguez (“Sin City”) e produção de James Cameron (“Avatar”). Segundo o site The Hollywood Reporter, ele terá um papel igualmente vilanesco como Vector, o homem que gerencia as competições que combinam Roller Derby e luta de gladiadores futuristas, chamadas de Motorball. Assim, a produção segue escalando atores ocidentais para papéis originalmente asiáticos. Com japoneses no elenco, “Ghost in the Shell” tem enfrentado críticas por ser estrelado pela americana Scarlett Johnsson. Mas Hollywood parece não ligar para os fãs do material original, a não ser quando precisa explicar um desempenho ruim nas bilheterias – como, por exemplo, o “Caça-Fantasmas” feminino. Ali vai se juntar à atriz Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), que viverá o papel-título, e Christoph Waltz (“Django Livre”), cujo personagem terá o nome americanizado. Outros atores contratados recentemente incluem Jackie Earl Haley (série “Preacher”), Ed Skrein (“Deadpool”) e Keean Johnson (série “Nashville”). Nos quadrinhos, o cientista cibernético Dr Daisuke Ido resgata o corpo semidestruído da robótica Alita de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, ela demonstra ser uma expert em artes marciais, e passa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. Criado por Yukito Kishiro em 1990, o mangá foi adaptado por James Cameron, que escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. Ele próprio pretendia dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”, até hoje em processo interminável de desenvolvimento. Mesmo assim, Cameron vai produzir o filme, que acabou ganhando um título ligeiramente diferente do mangá original. “Battle Angel Alita” vai chegar aos cinemas como “Alita: Battle Angel”. As filmagens serão financiadas pelo estúdio 20th Century Fox, com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões), mas ainda vão demorar muito para começarem. O início da produção está marcado apenas para 2017 e o longa recebeu previsão de lançamento para o dia 20 de julho de 2018.

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  • Filme

    Christoph Waltz negocia estrelar a adaptação do mangá Battle Angel Alita

    27 de agosto de 2016 /

    O ator austríaco Christoph Waltz está negociando estrelar a adaptação americana do mangá “Battle Angel Alita”, que será dirigida por Robert Rodriguez (“Machete”). Segundo o site The Hollywood Reporter, o malvado de “007 Contra Spectre” e “A Lenda de Tarzan”, pode viver o principal papel masculino da trama, o Dr Daisuke Ido, um cientista cibernético que resgata o corpo semidestruído da robótica Alita de um lixão. Após recuperá-la, ele descobre que, mesmo sem memórias, ela demonstra ser uma expert em artes marciais, e epassa treiná-la para virar uma caçadora de recompensas. O personagem terá um nome americanizado na adaptação, Dyson Ido, o que deverá, novamente, gerar reclamações dos fãs da obra original. Não bastasse a reação à escalação de Scarlett Johanson como Motoko Kusanagi, na versão americana de “Ghost in the Shell”, Hollywood já corre para demonstrar que adora cair na mesma cilada, repetidamente. Caso a negociação seja bem sucedida, Waltz vai se juntar à atriz Rosa Salazar (“Maze Runner: Prova de Fogo”), que viverá o papel-título. Claro que se trata de outra intérprete não japonesa. A escolha da atriz é ainda mais inusitada pois, apesar da aparência juvenil, ela já tem 30 anos, enquanto a personagem é uma ciborgue adolescente. Como o desenvolvimento desse projeto se arrasta há anos, sabe-se lá o que isso pode representar caso o filme vire franquia. De todo modo, a escalação confirma a preferência de Rodriguez em trabalhar com atores latinos. Criada por Yukito Kishiro em 1990, a trama de “Battle Angel Alita” foi adaptada pelo cineasta James Cameron (“Avatar”), que escreveu a primeira versão do roteiro na década passada. Ele próprio pretendia dirigir o filme, mas perdeu o ímpeto ao mergulhar na megalomania das sequências de “Avatar”, até hoje em processo interminável de desenvolvimento. Cameron também vai produzir o filme, que acabou ganhando um título ligeiramente diferente do mangá original: “Alita: Battle Angel”. As filmagens serão financiadas pelo estúdio 20th Century Fox, com orçamento típico de filme de Cameron (entre US$ 175 e 200 milhões), mas ainda vão demorar muito para começarem. O início da produção está marcado apenas para 2017 e o longa recebeu previsão de lançamento para o dia 20 de julho de 2018.

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