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    Novo filme do diretor de Trapaça reúne elenco estelar

    15 de janeiro de 2021 /

    O cineasta David O. Russell, indicado três vezes ao Oscar de Melhor Direção pelos filmes “O Vencedor” (2010), “O Lado Bom da Vida” (2012) e “Trapaça” (2013), está reunindo um elenco de peso para seu próximo filme. A produção, que ainda não teve sua trama revelada, contará com participação de ninguém menos que Robert De Niro (“O Irlandês”), Anya Taylor-Joy (“O Gâmbito da Rainha”), Christian Bale (“Ford vs Ferrari”), Margot Robbie (“Aves de Rapina”), Zoe Saldana (“Vingadores: Ultimato”), John David Washington (“Tenet”), Rami Malek (“Bohemian Rhapsody”), Chris Rock (“Fargo”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Mike Meyers (“Austin Powers”), Timothy Oliphant (“Santa Clarita Diet”), Matthias Schoenaerts (“Operação Red Sparrow”), Andrea Riseborough (“O Grito”) e Alessandro Nivola (“Desobediência”). Alguns integrantes desta lista já trabalharam com Russell anteriormente. Bale chegou a ganhar um Oscar por “O Vencedor” e De Niro recebeu sua última indicação por atuação com “O Lado Bom da Vida”. Produzido pela New Regency, o filme tem roteiro original de O. Russel e está já começou a ser filmado na Califórnia. Apesar disso, ainda não possui previsão de estreia.

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    Jeremy Irons junta-se a Lady Gaga no filme sobre Gucci

    7 de dezembro de 2020 /

    O ator Jeremy Irons (“Watchmen”) será dono de grife de moda em “Gucci”, filme dirigido por Ridley Scott (“Perdido em Marte”), que destaca Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”) em seu elenco. Ele vai interpretar Rodolfo Gucci, um dos irmãos que herdaram a grife de Guccio Gucci – o papel chegou a ser cotado para Robert De Niro (“O Irlandês”). A morte de Rodolfo levou a uma briga na família pelo controle dos negócios, que acabaram nas mãos de seu filho, Maurizio Gucci, vivido por Adam Driver (“Star Wars: Ascensão Skywalker”) na produção. O papel de Lady Gaga é Patrizia Reggiani, ex-esposa de Maurizio, que foi condenada por orquestrar a morte do marido. Reggiani e Gucci foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Mas o herdeiro milionário deixou Reggiani por uma mulher mais nova, dizendo que ia viajar a negócios e nunca mais voltou. Ela encomendou o assassinato do ex-marido a um matador profissional, mas foi descoberta, ganhou o apelido de “Viúva Negra”, passou por um julgamento midiático em 1998 e cumpriu 18 anos de prisão, tendo sido libertada em 2016. O filme será baseado no livro “The House of Gucci: A Sensational Story of Murder, Madness, Glamour and Greed” (A Casa Gucci: Uma Sensacional História de Assassinato, Loucura, Glamour e Ganância, em tradução literal), escrito pela jornalista Sara Gay Forden, que está sendo adaptado pelo estreante Roberto Bentivegna. A produção ainda negocia com Jared Leto (“Esquadrão Suicida”), Al Pacino (“O Irlandês”), Jack Huston (“Ben-Hur”) e Reeve Carney (“Penny Dreadful”) para outros papéis. Por conta disso, ainda não há previsão para o começo das filmagens.

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    Os Croods 2 aumenta domínio do estúdio Universal nas bilheterias dos EUA

    6 de dezembro de 2020 /

    A animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” manteve sua liderança nas bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana em cartaz. Exibido em 2.205 telas, o filme da DreamWorks Animation/Universal faturou US$ 4,4 milhões entre sexta e domingo (6/12). Lançado em 25 de novembro, na véspera do feriadão do Dia de Ação de Graças, o longa já soma US$ 20,3 milhões nos EUA e Canadá. Muito pouco para 12 dias em qualquer outro ano, mas o suficiente em tempos de pandemia. De acordo com estimativas da Comscore, apenas 35% dos cinemas estão funcionando na América do Norte e, mesmo assim, os que permanecem abertos estão operando com capacidade reduzida, horários limitados e mantendo requisitos de distanciamento social. Em termos de comparação, há sete anos o primeiro “Croods” (2013) arrecadou US$ 89 milhões durante seus dois primeiros fins de semana, com lançamento em 4 mil salas. Apesar do predomínio da sequência animada, o circuito recebeu algumas estreias neste fim de semana, como a comédia “Half Brothers”, coprodução mexicana que abriu em 2º lugar, mas fez apenas US$ 720 mil em 1.369 locais, e o romance “All My Life”, estrelado por Jessica Rothe e Harry Shum Jr., que ficou em 4º lugar, com US$ 350 mil em 970 salas. O detalhe é que estas duas estreias são produções da Universal, assim como “Os Croods 2” e o 3º lugar do ranking, o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (US$ 460 mil em 1.502 telas). De forma impressionante, das oito maiores bilheterias do fim de semana, apenas um título não foi produzido pela Universal, a comédia indie “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro, que aparece em 5º lugar. O estúdio reina sozinho nos cinemas, enquanto os demais fogem do circuito como o diabo da cruz, preferindo adiar seus filmes à arriscar as arrecadações pífias da pandemia. A coragem da Universal, na verdade, reflete um acordo do estúdio com duas das principais redes de cinema dos EUA, a AMC e a Cinemark, para encurtar a janela de exibição. Em vez de deixar os filmes em cartaz por até três meses, o estúdio acertou mantê-los em tela grande por apenas três fins de semana, passando a seguir a disponibilizá-los em PVOD para locação digital. O detalhe é que outras redes que se recusaram a negociar essa janela estão exibindo os filmes assim mesmo, simplesmente porque não tem opção. Não há outros filmes para exibir. Com isso, apenas as produções da Universal, alguns títulos independentes e outros lançados simultaneamente em PVOD estão chegando ao mercado exibidor. A Warner pretende se juntar em breve ao circuito com um modelo de distribuição ainda mais radical: lançamentos simultâneos em cinema e streaming (via HBO Max) nos EUA. A iniciativa vai começar com “Mulher-Maravilha 1984”, que recebeu comentários elogiosíssimos no fim de semana, após as primeiras sessões para a crítica americana. Além deste filme, a Sony manteve o lançamento de “Monster Hunter” para o Natal nos EUA, mas sua estratégia digital ainda não é conhecida.

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    Os Croods 2 fatura menos que Tenet em sua estreia nos EUA

    29 de novembro de 2020 /

    Único grande estúdio de Hollywood que está lançando filmes de forma praticamente semanal desde a reabertura dos cinemas na América do Norte, a Universal manteve o cronograma para sua principal estreia em meio à pandemia de coronavírus. Mas a animação “Os Croods 2: Uma Nova Era” cumpriu as piores expectativas, faturando bem menos que a estreia de “Tenet” entre sexta e domingo. O desenho animado arrecadou US$ 9,7 milhões nos três dias do fim de semana oficial, menos da metade dos US$ 20,2 milhões de “Tenet” em sua estreia. Mas, em compensação, aumentou bastante seu montante ao longo do feriado estendido do Dia de Ação de Graças nos EUA, devido a uma abertura antecipada na quarta-feira (25/11). Com os dois dias extras, o fim de semana de cinco dias de “Os Croods 2” pode ter rendido entre US$ 14 e US$ 17 milhões, segundo diferentes avaliações publicadas na imprensa especializada dos EUA. Os valores são bem mais elevados que a média recente das estreias no país, a maioria na casa dos US$ 3 milhões. Mas no contexto dos lançamentos históricos do feriadão do “Thanskgiving”, os números são horríveis. Para completar, a animação não é um filme barato, mesmo que tenha sido realizada de forma mais econômica que o longa original de 2013. Sua produção teve custo estimado de US$ 65 milhões – metade do que custou o primeiro filme, porque agora a Universal é dona da DreamWorks Animation. Mas ainda somam-se a isso os valores de P&A, cópias e publicidade. A consultoria iSpot apurou que a Universal gastou mais US$ 27 milhões apenas em anúncios televisivos para promover a estreia nos EUA. Com cinemas vazios ou fechados na América do Norte, a expectativa do estúdio para recuperar o investimento está focada no lançamento em PVOD (aluguel digital premium), que, graças a diversos acordos com exibidores, deverá acontecer em menos de 20 dias. Mas ainda há esperanças de retorno nos cinemas do mercado internacional, especialmente na Ásia, onde o controle da pandemia tem sido melhor administrado. “Os Croods 2” faturou cerca de US$ 20,8 milhões no exterior, dos quais US$ 19,2 milhões vieram da China. Esse retorno faz com que a soma completa de suas bilheterias chegue, numa avaliação otimista, a US$ 37,8 milhões mundiais. O lançamento de “Os Croods 2” também estendeu o reinado da Universal nas bilheterias dos EUA, que agora soma cinco fins de semanas consecutivos (ou um mês completo). O atual Top 5 dos filmes mais vistos no país incluem 4 títulos do estúdio: o terrir “Freaky – No Corpo de um Assassino” (2º), o thriller “Let Him Go” (4º) e o terror “Come Play” (5º), que já saiu em PVOD nos EUA. Entre eles, ainda aparece em 3º lugar a comédia independente “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro (no papel do vovô). No Brasil, a estreia de “Os Croods 2: Uma Nova Era” está, a princípio, marcada para os cinemas no dia 24 de dezembro.

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    Comédia ruim de Robert De Niro supera Tenet nas bilheterias dos EUA

    11 de outubro de 2020 /

    A comédia “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro (no papel do vovô), estava pronta desde 2018, mas acabou arquivada depois que seu produtor, um certo Harvey Weinstein, foi acusado por uma centena de mulheres de assédio, abuso e até estupro. Os responsáveis pelo filme compraram seus direitos de volta por US$ 2,5 milhões e esperaram o momento certo – uma pandemia de coronavírus – para arriscar seu lançamento, negociando sua distribuição com uma empresa independente. Em seu fim de semana de estreia, “Guerra com o Vovô” faturou US$ 3,6 milhões em 2.205 salas de cinema dos EUA e Canadá. Mas a crítica sugeriu que era melhor que tivesse ficado arquivado. O filme, que ainda conta com Uma Thurman e Christopher Walken em seu elenco, recebeu apenas 25% de aprovação no Rotten Tomatoes, sendo considerado um dos trabalhos mais vergonhosos da carreira de De Niro. Em tempos de pandemia, quando os maiores mercados de Nova York e Los Angeles seguem fechados, sua bilheteria bastou para encerrar o longo reinado de “Tenet” como filme mais visto da América do Norte. Para isso, precisou apenas se tornar o pior campeão de bilheteria norte-americano desde 1988. Em sua 6ª semana em cartaz, “Tenet” arrecadou apenas US$ 2,1 milhões no mercado interno, elevando sua receita para US$ 48,3 milhões. O thriller de ficção científica da Warner Bros. também somou cerca de US$ 9,8 milhões em mais 62 mercados no fim de semana, elevando seu total mundial para US$ 323,3 milhões. Parece muito, mas é muito pouco para uma produção orçada em mais de US$ 200 milhões. “Tenet” será, a seguir, lançado no Brasil. Com a reabertura dos cinemas no Rio e São Paulo, o filme dirigido por Christopher Nolan (“A Origem”) chegará na próxima quinta (15/10) ao circuito nacional, onde também deverá reinar por semanas, em salas semivazias, sem concorrência de outros grandes lançamentos programados. Até “Guerra com o Vovô” tem previsão de estreia somente para dezembro por aqui.

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    Comédia clássica O Pai da Noiva ganha sequência em videoconferência com elenco original

    25 de setembro de 2020 /

    A popular comédia “O Pai da Noiva”, estrelada por Steve Martin e grande elenco em 1991, ganhou uma inesperada Parte 3 nesta sexta (25/9), via videoconferência com os atores originais e vários convidados. O filme já tinha rendido uma sequência oficial em 1995, e a roteirista dos dois longas, Nancy Meyers, escreveu e dirigiu a “Parte 3” como um evento beneficente em prol de uma ONG que alimenta necessitados nos EUA. Gravado via Zoom e disponibilizado no canal da Netflix no YouTube, a continuação contou com apresentação de Reese Witherspoon e praticamente todo o elenco original, incluindo Diane Keaton, Steve Martin, Kieran Culkin, Kimberly Williams-Paisley, Martin Short e George Newbern, com o acréscimo de Ben Platt (“The Politician”) e Florence Pugh (“Viúva Negra”) como as versões adultas das crianças dos anos 1990. A pandemia entrou no enredo, justificando o distanciamento social. Martin apareceu com uma máscara facial e até incentivou sua família a seguir protocolos de segurança. Mas a reunião, como nas tramas cinematográficas, girou em torno de um casamento. Desta vez, quem resolveu casar foi o personagem de Kieran Culkin, Matty Banks, que era uma criança no primeiro filme. Ele anunciou a novidade durante a videoconferência com a “família”, fazendo o pedido à namorada, introduzida no vídeo na pele de Alexandra Shipp (“X-Men: Fênix Negra”). Steve Martin aproveitou a deixa para brincar que, pela primeira vez, não seria o pai da noiva. “Eu não via a hora de ser o pai do noivo, num grande casamento que eu não terei que pagar”. Desejo frustrado, é claro, porque a pandemia acabou transformando o casamento numa cerimônia virtual. “Mais seguro para todos”, afirmou a noiva consciente. Além de Alexandra Shipp, a videoconferência ainda apresentou Robert De Niro (“O Irlandês”) como o pai da noiva, enquanto o personagem de Martin Short, Franck Eggelhoffer, oficiou o matrimônio à distância. Veja abaixo como tudo aconteceu.

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    Robert De Niro é produtor trambiqueiro de Hollywood em trailer de comédia

    5 de setembro de 2020 /

    A Cloudburst Entertainment divulgou as fotos e o trailer da comédia “The Comeback Trail”, em que Robert De Niro (“O Irlandês”) vive um produtor de Hollywood trambiqueiro. O elenco é repleto de astros veteranos e gira em torno de uma dívida que o personagem de De Niro tem com a máfia, cujo chefão é ninguém menos que Morgan Freeman (“Invasão ao Serviço Secreto”). Depois que um produtor fica milionário com o seguro da morte de um ator durante uma filmagem, o protagonista tem a ideia de fazer um filme de mentira e contratar um astro destemido, disposto a fazer suas próprias cenas de ação, apenas para receber a indenização por conta de algum trágico acidente. Só que o ator contratado, vivido por Tommy Lee Jones (“MIB: Homens de Preto”), parece invulnerável. Ele pega fogo, cai no abismo e, por mais que De Niro se esforce, simplesmente não morre. O elenco também inclui Zach Braff (“Scrubs”), Emile Hirsch (“Era Uma Vez Em… Hollywood”), Eddie Griffin (“Todo Mundo em Pânico 3”) e Kate Katzman (“Walt Antes de Mickey”). Escrito e dirigido por George Gallo (“Intermediário.com”), o filme lembra uma versão de “Os Produtores”/”Primavera para Hitler”, de Mel Brooks, só que passada no mundo do cinema, em vez do teatro. A estreia está prevista para 13 de novembro nos EUA.

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    Lady Gaga pode ter companhia de Adam Driver, Jared Leto, Robert De Niro e Al Pacino em seu próximo filme

    21 de agosto de 2020 /

    O próximo filme de Ridley Scott, “Gucci”, vai reunir um elenco impressionante. Além de Lady Gaga (“Nasce uma Estrela”), previamente confirmada, os astros Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), Jared Leto (“Blade Runner 2049”), Al Pacino (“O Irlandês”), Robert De Niro (também de “O Irlandês”), Jack Huston (“Ben-Hur”) e Reeve Carney (“Penny Dreadful”) estão em negociações para se juntar ao longa. Por enquanto, apenas o papel de Lady Gaga está confirmado. Ela viverá Patrizia Reggiani, ex-mulher de Maurizio Gucci, que passou 18 anos na prisão por orquestrar o assassinato do marido em 1995. Reggiani e Gucci foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Mas o herdeiro milionário deixou Reggiani por uma mulher mais nova, dizendo que ia viajar a negócios e nunca mais voltou. Abandonada, ela assinou o divórcio em 1991 e no ano seguinte passou por problemas de saúde, precisando retirar um tumor do cérebro. Após encomendar o assassinato do ex-marido a um matador profissional, ela ganhou o apelido de “Viúva Negra”, passou por um julgamento midiático em 1998 e cumpriu 18 anos de prisão, tendo sido libertada em 2016. Mas a verdadeira Reggiani não ficou na lona. Ela ganhou o direito de receber uma pensão da família Gucci, por causa de um contrato assinado antes de sua condenação. Este é o primeiro projeto de Gaga no cinema desde “Nasce Uma Estrela” (2018), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, além da conquista do troféu de Melhor Canção Original por “Shallow”. O filme será baseado no livro “The House of Gucci: A Sensational Story of Murder, Madness, Glamour and Greed” (A Casa Gucci: Uma Sensacional História de Assassinato, Loucura, Glamour e Ganância, em tradução literal), escrito pela jornalista Sara Gay Forden, que está sendo adaptado pelo estreante Roberto Bentivegna. A produção ainda não tem previsão para o começo de suas filmagens. Antes de se dedicar a esse projeto, Scott precisa terminar “The Last Duel”, estrelado por Matt Damon (“Perdido em Marte”), Adam Driver e Ben Affleck (“Liga da Justiça”), que teve suas filmagens interrompidas pela pandemia de coronavírus.

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    Mickey Rourke xinga Robert De Niro e o ameaça no Instagram

    20 de julho de 2020 /

    Mickey Rourke usou seu Instagram para retomar uma velha treta com Robert De Niro. Os dois não se entendem desde que trabalharam juntos em “Coração Satânico”, em 1987. Mas o distanciamento parecia ter apaziguado os rancores. Até que, no fim de semana, Rourke resolveu publicar um post com a foto de De Niro e atacá-lo, usando, para isso, uma série de frases dos filmes estrelados pelo ator. “Ei, Robert De Niro, você está certo, estou falando com você, seu grande bebê chorão”, escreveu ele, parafraseando “Taxi Driver” (1976). Em seu ataque, Rourke alega que um amigo lhe contou que De Niro teria dito em entrevista que o acha “um mentiroso que fala todo tipo de merda”. “Olha, sr. Durão nos filmes, você é a primeira pessoa que me chamou de mentiroso e foi em um jornal. Deixa eu dizer uma coisa, quando eu te ver, eu juro por Deus, eu vou te envergonhar severamente, 100%. Deus é minha testemunha” Quem puxou a briga em público, na verdade, foi o próprio Rourke. Ele falou pra uma TV italiana que De Niro teve uma atuação medíocre em “Coração Satânico” e que exigiu não ser tocado por Rourke durante as filmagens. “Eu não o admiro mais.” Rourke também acusa De Niro de impedi-lo de ter um papel em “O Irlandês”, que concorreu ao Oscar. “O pessoal do elenco contou ao meu empresário que De Niro se recusou a trabalhar no filme comigo”, disse o ator. A produção do filme negou esta informação, em um comunicado distribuído pelo assessor de imprensa de De Niro. Após a treta ganhar grande proporção na mídia, Rourke resolveu apagar o post. Mas ele pode ser visto reproduzido em vários lugares da internet, como aqui abaixo.

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    Finanças de Robert De Niro foram bastante afetadas pela covid-19

    10 de julho de 2020 /

    A situação financeira do ator Robert De Niro foi motivo de uma audiência realizada em um tribunal de Nova York na quinta-feira (9/10). Segundo apurou o site Page Six, os representantes do ator informaram à Justiça que De Niro sofreu um grande prejuízo devido à pandemia de coronavírus e precisou cortar gastos de forma dramática. A declaração se deu num processo movido por sua ex-mulher, Grace Hightower, de ele quem se separou em 2018. Ela havia solicitado o aumento do limite do seu cartão de crédito de US$ 50 mil para US$ 100 mil, mas a defesa do ator alegou que ele não tem como arcar com essa despesa após sofrer muitos revezes nos empreendimentos do qual é sócio. De acordo com os advogados, os prejuízos se concentram na franquia de restaurantes Nobu e no Greenwich Hotel. Os dois negócios fazem parte dos segmentos mais afetados pela pandemia, devido ao fechamento obrigatório de bares e restaurantes, o que causou a falência de vários estabelecimentos, além dos controles de fronteiras, que impactaram dramaticamente no número de turistas. Segundo Caroline Krauss, uma das advogadas do ator, o Nobu perdeu US$ 4,8 milhões entre abril e maio. A advogada ainda lembrou ao juiz que, pelo acordo pré-nupcial assinado pelo ex-casal em 2004, o ator deve pagar a ex-mulher US$ 1 milhão por ano — desde que ele receba US$ 15 milhões ou mais nesse período. Se os rendimentos forem menores, o repasse para a ex também cai de forma proporcional. “A gerente de suas finanças diz que no melhor dos casos para o Sr. De Niro, se tudo começar a melhorar este ano, ele será sortudo se conseguir fazer US$ 7,5 milhões”, explicou Krauss na audiência. Ela contou ainda que De Niro já recebeu quase tudo o que deveria por ter protagonizado o filme “O Irlandês”, dirigido por Martin Scorsese e indicado a 10 Oscars na cerimônia deste ano. Ele ainda deve receber cerca de US$ 2,5 milhões em 2020 e 2021. “Essas pessoas, apesar dos ganhos robustos, sempre gastaram mais do que ele recebe, então este homem de 76 anos de idade não poderia se aposentar mesmo se quisesse, porque ele não pode arcar com as despesas desse estilo de vida”, finalizou Krauss.

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    Ennio Morricone (1928 – 2020)

    6 de julho de 2020 /

    O grande compositor Ennio Morricone, criador de trilhas sonoras inesquecíveis, morreu nesta segunda-feira (6/7) em Roma aos 91 anos, por complicações de uma queda sofrida na semana passada. Ele teve uma carreira de quase 70 anos como instrumentista e 60 anos como compositor de obras para o cinema, TV e rádio. Suas músicas acompanharam mais de 500 filmes, venderam cerca de 70 milhões de discos e criaram a identidade sonora de gêneros inteiros, como o spaghetti western, também conhecido como “bangue-bangue à italiana”, o giallo ultraviolento, os filmes americanos de máfia e reverberaram por toda a indústria cinematográfica italiana. “O Maestro”, como era conhecido, nasceu em 10 de novembro de 1928 em uma área residencial de Roma. Seu pai, Mario, tocava trompete, e este foi o primeiro instrumento que o jovem aprendeu a tocar. Graças a essa convivência, ele começou a compor músicas aos 6 anos. Quando tinha cerca de 8 anos, Morricone conheceu seu grande parceiro, o cineasta Sergio Leone, no ensino fundamental. Os dois voltaram a se encontrar duas décadas mais tarde para fazer História. O jovem Morricone começou a carreira compondo músicas para dramas de rádio, ao mesmo tempo em que tocava numa orquestra especializada em trilhas para filmes. “A maioria era muito ruim e eu acreditava que poderia fazer melhor”, disse ele numa entrevista de 2001. Ele trabalhou com Mario Lanza, Paul Anka, Charles Aznavour, Chet Baker e outros como arranjador de estúdio na gravadora RCA e com o diretor Luciano Salce em várias peças. Quando Salce precisou de uma trilha para seu filme “O Fascista” (1961), lembrou do jovem e deu início à carreira de compositor de cinema de Morricone. Depois de alguns filmes, Morricone reencontrou Leone, iniciando a lendária colaboração. O primeiro trabalho da dupla, “Por um Punhado de Dólares” (1964), marcou época e estabeleceu um novo patamar no gênero apelidado de spaghetti western – além de ter lançado a carreira de Clint Eastwood como cowboy de cinema. Os dois assinaram com pseudônimos americanos, e muita gente realmente acreditou que se tratava de uma produção de Hollywood, tamanha a qualidade. Ao todo, Morricone e Leone trabalharam juntos em sete filmes, dos quais o maestro considerava “Era uma Vez no Oeste” (1968) a obra-prima da dupla. O segredo da combinação é que Leone pedia para Morricone compor as músicas antes dele filmar, usando-a como elemento narrativo, muitas vezes dispensando diálogos. Nesta fase, ele também inaugurou duradouras parcerias com Bernardo Bertolucci e Pier Paolo Pasolini. Do primeiro, compôs a trilha de “Antes da Revolução” (1964), mas só retomou as colaborações na década seguinte. Já com o segundo, foi fundo na cumplicidade do período mais controvertido do diretor, embalando clássicos que desafiaram a censura, como “Teorema” (1968), “Orgia” (1968), “Decameron” (1971), “Os Contos de Canterbury” (1972) e “As Mil e Uma Noites” (1974). Serviu até de consultor musical para o mais ultrajante de todos, “Salò, ou os 120 Dias de Sodoma” (1975), proibidíssimo e talvez relacionado ao assassinato nunca resolvido do diretor naquele ano. Fez também muitas comédias picantes e uma profusão de obras sobre crimes e gângsteres de especialistas como Alberto Martino e Giuliano Montaldo. A verdade é que, no começo da carreira, Morricone chegava a compor até 10 trilhas por ano, entre elas composições de clássicos como “De Punhos Cerrados” (1965), de Marco Bellochio, e “A Batalha de Argel” (1966), de Gillo Pontecorvo. E o sucesso dos westerns de Leone – como “Por uns Dólares a Mais” (1965) e “Três Homens em Conflito” (1966), igualmente estrelados por Clint Eastwood – , aumentou muito mais a procura por seus talentos. Sua música não só ressoava em dezenas de filmes, como os demais compositores tentavam soar como ele, especialmente os que musicavam westerns italianos. Morricone ainda deixou sua marca num novo gênero, ao assinar a trilha de “O Pássaro das Plumas de Cristal” (1970), de Dario Argento, considerado o primeiro giallo, uma forma de suspense estilizada e sanguinária, que geralmente envolvia um serial killer e mortes brutais. Confundindo-se com a tendência, fez trilhas para outros giallos famosos, como “O Gato de Nove Caudas” e “Quatro Moscas Sobre Veludo Cinza”, ambos de Argento, além de “O Ventre Negro da Tarântula” e “Uma Lagartixa num Corpo de Mulher”, só para citar trabalhos feitos num período curto. As trilhas destes quatro filmes foram criadas em 1971, simultaneamente a uma dezena de outras, entre elas partituras de pelo menos três clássicos, “Decameron”, de Pier Paolo Pasolini, “Sacco e Vanzetti”, de Giuliano Montaldo, e “A Classe Operária Vai para o Paraíso”, de Elio Petri, sem esquecer uma nova colaboração com Leone, “Quando Explode a Vingança”. Para dar ideia, ele chegou a recusar o convite para trabalhar em “Laranja Mecânica”, de Stanley Kubrick, porque não daria conta. Requisitadíssimo, Morricone assinou as trilhas da franquia “Trinity”, que popularizou a comédia western italiana e virou fenômeno de bilheteria mundial, e começou a receber pedidos de produções francesas – teve uma forte parceria com o cineasta Henri Verneuil em thrillers de Jean-Paul Belmondo – e alemãs. Quando Clint Eastwood retornou aos EUA, convocou o maestro a fazer sua estreia em Hollywood, assinando a música de seu western “Os Abutres Têm Fome” (1970), dirigido por Don Siegel. Mas foi preciso um terror para que se estabelecesse de vez na indústria americana. Morricone tinha recém-composto a trilha do épico “1900” (1976), de Bernardo Bertolucci, quando foi convidado a trabalhar em “O Exorcista II: O Herege” (1977), contratado ironicamente devido a uma de suas obras menores, “O Anticristo” (1974). A continuação do clássico de terror decepcionou em vários sentidos, mas o compositor começou a engatar trabalhos americanos, como “Orca: A Baleia Assassina” (1977) e o filme que o colocou pela primeira vez na disputa do Oscar, “Cinzas do Paraíso” (1978). A obra-prima de Terrence Malick era um drama contemplativo, repleto de cenas da natureza, que valorizou ao máximo seu acompanhamento musical. E deu reconhecimento mundial ao trabalho do artista. Apesar da valorização, ele não diminuiu o ritmo. Apenas acentuou sua internacionalização. Musicou o sucesso francês “A Gaiola das Loucas” (1978), o polêmico “Tentação Proibida” (1978), de Alberto Lattuada, e voltou a trabalhar com Bertolucci em “La Luna” (1979) e “A Tragédia de um Homem Ridículo” (1981), ao mesmo tempo em que compôs suspenses/terrores baratos americanos em série. Dois terrores desse período tornaram-se cultuadíssimos, “O Enigma de Outro Mundo” (1982), em que trabalhou com o diretor – e colega compositor – John Carpenter, e “Cão Branco” (1982), uma porrada de Samuel Fuller com temática antirracista. Foi só após um reencontro com Sergio Leone, desta vez em Hollywood, que Morricone deixou os filmes baratos americanos por produções de grandes estúdios. Os dois velhos amigos colaboraram pela última vez em “Era uma Vez na América” (1984), antes da morte de Leone, que aconteceria em seguida. Ambos foram indicados ao Globo de Ouro e o compositor venceu o BAFTA (o Oscar britânico). A repercussão de “Era uma Vez na América” levou o maestro a trabalhar em “A Missão” (1986), de Roland Joffé, que como o anterior era estrelado por Robert De Niro. O filme, passado no Rio Grande do Sul, rendeu-lhe a segunda indicação ao Oscar. Em seguida veio seu filme americano mais conhecido, novamente com De Niro no elenco. “Os Intocáveis” (1987), de Brian De Palma, foi sua terceira indicação ao Oscar – e, de quebra, lhe deu um Grammy (o Oscar da indústria musical). O compositor recebeu sua quarta indicação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas por outro filme de gângster, “Bugsy” (1991), de Barry Levinson. Mas nunca se mudou para os Estados Unidos, o que lhe permitiu continuar trabalhando no cinema europeu – em obras como “Busca Frenética” (1988), de Roman Polanski, o premiadíssimo “Cinema Paradiso” (1988), de Giuseppe Tornatore, “Ata-me” (1989), de Pedro Almodóvar, e “Hamlet” (1990), de Franco Zeffirelli. Eventualmente, voltou a bisar parcerias com De Palma, Joffé e até fez alguns blockbusters de Hollywood, como “Na Linha de Fogo” (1993), em que reencontrou Clint Eastwood, “Lobo” (1994), de Mike Nichols, e “Assédio Sexual” (1994), novamente de Levison. Mas sua última indicação ao Oscar foi uma produção italiana, outra colaboração com Tornatore: “Malena” (2000). Na verdade, Morricone musicou todos os filmes de Tornatore desde “Cinema Paradiso”. Foram 10 longas e alguns curtas, até 2016. Seu ritmo só diminuiu mesmo a partir de 2010, quando, em vez de 10 trabalhos anuais, passou a assinar 4 trilhas por ano. Apesar de convidado, ele nunca trilhou um filme dirigido por Eastwood, decisão da qual mais se arrependia, mas recebeu das mãos do velho amigo o seu primeiro Oscar. Foi um troféu honorário pelas realizações de sua carreira, em 2007. Morriconi ainda veio a receber outro prêmio da Academia, desta vez pelo trabalho num filme: a trilha de “Os Oito Odiáveis”, western dirigido por Quentin Tarantino em 2015. Esta criação sonora também lhe rendeu o Globo de Ouro e o BAFTA. E ele fez sem ver o longa, no estúdio particular de sua casa. Grande fã de sua obra, Tarantino já tinha usado algumas de suas composições como música incidental em “Kill Bill”, “Django Livre” e “Bastardos Inglórios”. E deu completa liberdade para Morricone, que, em troca, disse que trabalhar com o diretor em “Os Oito Odiáveis” tinha sido “perfeito… porque ele não me deu pistas, orientações”, permitindo que criasse sua arte sem interferência alguma. “A colaboração foi baseada em confiança”. O maestro ainda ganhou muitos outros prêmios, entre eles 10 troféus David di Donatello (o Oscar italiano) ao longo da carreira – o mais recente por “O Melhor Lance” (2013), de Tornatore. Foi uma carreira realmente longa, que seu velho parceiro Tornatore transformou em filme, “Ennio: The Maestro” (2020), um documentário sobre sua vida e obra, finalizado pouco antes de sua morte, que deve ser lançado ainda neste ano. Mas a última palavra sobre sua vida foi dele mesmo. Morricone escreveu seu próprio obituário, que seu advogado leu para a imprensa após o anúncio de sua morte. “Eu, Ennio Morricone, estou morto”, começa o texto, em que o maestro agradeceu a seus amigos e familiares, e dedicou “o mais doloroso adeus” a sua esposa Maria Travia, com quem se casou em 1956, dizendo “para ela renovo o amor extraordinário que nos unia e que lamento abandonar”. Relembre abaixo alguns dos maiores sucessos do grande mestre.

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  • Filme

    Novo filme de James Gray terá Robert De Niro, Oscar Isaac, Anne Hathaway e Donald Sutherland

    16 de junho de 2020 /

    O diretor James Gray (“Ad Astra”) reuniu um time de peso para seu próximo filme. Os atores Robert De Niro, Oscar Isaac, Donald Sutherland e Anne Hathaway vão se juntar a Cate Blanchett na produção, batizada de “Armageddon Time”. O drama semi-autobiográfico é baseado na adolescência de Gray no bairro de Queens em Nova York. O filme vai se passar nos anos 1980 e acompanhar o diretor da escola particular Kew-Forest School, onde o próprio cineasta estudou. Vale citar que o aluno mais famoso da escola é o atual presidente dos EUA, Donald Trump. E ele será um personagem na trama. A produção é da RT Features, empresa do produtor brasileiro Rodrigo Teixeira – que também produziu a sci-fi “Ad Astra”, filme anterior de Gray.

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  • Filme

    Apple negocia tirar Martin Scorsese da Netflix e produzir seu próximo filme

    27 de maio de 2020 /

    A Apple está disposta a tirar Martin Scorsese da Netflix, que lançou “O Irlandês” no ano passado. A plataforma de streaming Apple TV+ negocia virar a parceira comercial do diretor em seu próximo filme, “Killers of the Flower Moon”. Segundo a revista Variety, a gigante da informática abriu negociações avançadas com a Paramount para coproduzir e bancar o projeto, mas o estúdio quer manter os direitos de distribuição no cinema – um pedido também de Scorsese. A conferir. O filme é uma adaptação do livro “Assassinos da Lua das Flores: Petróleo, Morte e a Criação do FBI”, de David Grann (autor de “Z: A Cidade Perdida”), e será o primeiro a juntar os dois atores mais importantes da carreira de Scorsese, Robert De Niro e Leonardo DiCaprio, que nunca tinham estrelado juntos um longa para o diretor. Adaptada pelo veterano roteirista Eric Roth (vencedor do Oscar por “Forrest Gump”), a trama envolve o massacre da nação Osage, tribo indígena dos EUA, durante a década de 1920. Considerado um dos crimes mais chocantes da história americana, a morte de quase todos os membros da tribo ocorreu pouco depois da descoberta de petróleo em suas terras. O caso gerou uma das primeiras grandes investigações da história do FBI, fundado em 1908. A Paramount buscou auxílio no universo do streaming para ajudar a bancar as filmagens, porque se trata de uma superprodução. Só os salários de Scorsese, DiCaprio e DeNiro corresponderiam a cerca de US$ 60 milhões. Embora o valor total do orçamento não tenha sido revelado, estima-se que ele possa sair mais caro que “O Irlandês”. Como sugestão de custo, a Netflix ofereceu US$ 220 milhões para produzir “Killers of the Flower Moon” e a Paramount achou pouco, buscando uma oferta superior na Apple. De acordo com a Variety, o negócio deve ser fechado nos próximos dias.

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