John Goodman diz que Roseanne vai morrer na trama do spin-off The Connors
O ator John Goodman revelou como Roseanne Barr será tirada da trama de sua própria série, “Roseanne”, que será relançada como “The Conners” na temporada norte-americana de outono, após a polêmica nas redes sociais que causou sua demissão. Em entrevista ao jornal britânico The Times, Goodman comentou inicialmente que o destino da personagem de Roseanne era “desconhecido”, mas acrescentou que o personagem dele “ficará triste porque sua esposa está morta”. Goodman admitiu que estaria triste de jeito, uma vez que toda a confusão envolvendo sua colega, que publicou um tuíte racista contra uma ex-funcionária do governo Obama e foi demitida pela rede ABC, o deixou de “coração partido”. “Eu pensei que era apenas showbusiness, que ia passar. Mas eu sofri por um período de cerca de um mês, em que eu fiquei muito deprimido”. O tuíte ofensivo chegou a levar ao cancelamento da série, que, após negociações intensas, acabou resgatada como “spin-off” pela ABC, com o retorno de todo o elenco, menos Roseanne Barr. “Eu sei que ela não é racista”, disse Goodman, que interpretou o marido de Barr desde a primeira encarnação da série, exibida originalmente entre 1988 e 1996. “Vou colocar desta forma, fiquei surpreso com a reação. E isso é provavelmente tudo que eu deveria dizer sobre isso”, afirmou, indicando que não concorda com a demissão da atriz. A opinião contrasta com a reação das filhas televisivas de Roseanne, que repudiaram as declarações da atriz nas redes sociais. Lecy Goranson admitiu ter ficada “devastada” pelos “efeitos do discurso de ódio e racismo sobre indivíduos e a sociedade”, enquanto Sara Gilbert, que foi a força motriz por trás do revival da série, chamou o comportamento de Barr de “abominável”. A ABC entrou em acordo com Roseanne Barr para produzir “The Conners” sem nenhum crédito ou compensação financeira para a atriz, com o objetivo de assegurar o emprego de centenas de funcionários que foram surpreendidos com a decisão do canal de cancelar a série, a mais assistida dos Estados Unidos na última temporada. “Enviei-lhe um email pessoal e a agradeci por isso”, disse Goodman. “Eu não recebi resposta, mas ela estava passando pelo inferno na época. E ela ainda está passando pelo inferno.” “The Conners” tem estreia marcada para 16 de outubro nos Estados Unidos.
Comercial do revival de Last Man Standing chama quem cancelou a série de idiota
A rede Fox divulgou o pôster e um novo comercial do revival de “Last Man Standing”, que volta à TV em novo canal, um ano após ter sido cancelada pela rede ABC. E o vídeo deixa clara a insatisfação da produção com seu antigo lar. “Por que eles cancelariam um programa popular que todo mundo ama?”, pergunta o personagem Kyle (Christoph Sanders), como escada para o protagonista Mike Baxter (Tim Allen) arrematar: “Talvez eles sejam um bando de idiotas!”. Nunca é demais lembrar que “Last Man Standing” fazia muito sucesso desde seu lançamento em 2011 e só perdia em audiência para “Modern Family” quando foi cancelada na ABC – vista em média por 6,4 milhões de telespectadores ao vivo em 2017. Muitos críticos comentaram, há um ano, que a ABC tinha realmente cometido um erro estratégico ao cancelar a série criada por Jack Burditt (roteirista das clássicas “Mad About You” e “Just Shoot Me”), em particular porque ela era muito popular na demografia dos eleitores de Donald Trump, perfil raro entre as séries exibidas nos Estados Unidos – porque os produtores de TV tendem a priorizar uma agenda progressista, evitando ao máximo ideais reacionários, como as preocupações machistas do personagem de Allen em sua sitcom. Mas “Last Man Standing” também era completamente ignorada pela crítica, a ponto de não possuir avaliação média no site Rotten Tomatoes. Sua volta pela Fox é estimulada por dois fatores. Trata-se de uma produção da casa, mais especificamente da 20th Century Fox Television, o que facilitou o acordo. O outro detalhe determinante foi o enorme sucesso do revival de “Roseanne”, sitcom que compartilha o mesmo viés político conservador de “Last Man Standing”. Por outro lado, “Roseanne” foi cancelada, apesar do sucesso, por conta da boca grande de sua protagonista, extremamente reacionária, que postou um comentário racista em seu Twitter contra uma ex-integrante do governo de Barack Obama. A série de comédia protagonizada por Tim Allen voltará para sua 7ª temporada em 28 de setembro
Kristen Bell negocia voltar a viver Veronica Mars em revival da série cult
A cultuada série “Veronica Mars” deve ganhar revival. Segundo a revista Variety, o produtor Rob Thomas está negociando com o serviço de streaming Hulu uma nova leva de episódios da atração, que voltará a ser estrelada por Kristen Bell. O contrato ainda não foi fechado, portanto os detalhes são vagos. Mas a trama provavelmente vai reencontrar a personagem-título após os eventos do telefilme de 2014, que marcou o primeiro revival da atração, uma das melhores séries adolescentes já feitas. O que estaria dificultando o projeto é a agenda lotada de Kristen Bell, que atualmente estrela a série de comédia “The Good Place” e se prepara para gravar sua voz em “Frozen 2”. Caso ganhe sinal verdade, a série deve voltar com duração reduzida, entre oito e dez episódios. A notícia coincide com afirmações anteriores da atriz e de Rob Thomas, que em duas ocasiões diferentes de 2017 mencionaram planos de retomar “Veronica Mars” como minissérie. “Veronica Mars” foi originalmente exibida entre 2004 e 2007 e se tornou cultuadíssima, como uma versão irônica de “Nancy Drew”. O humor ácido e auto-referencial revolucionou as séries de adolescentes, influenciando produções tão diferentes quanto “Gossip Girl” e “Riverdale”, sem esquecer, claro, de “iZombie”, do mesmo escritor. No Brasil, a série ganhou o subtítulo equivocado de “A Jovem Espiã”. Mas a personagem sempre foi uma aspirante a detetive, trabalhando com o pai detetive particular (vivido por Enrico Colantoni), para ajudá-lo a limpar seu nome, após ele ser considerado incapaz de continuar como chefe de polícia diante da repercussão de um grande caso de assassinato em sua cidadezinha. Por curiosidade, a intérprete da vítima, que também era a melhor amiga de Veronica, foi ninguém menos que Amanda Seyfried, estrela do musical “Mamma Mia!”. A maioria do elenco original da série voltou a se juntar no telefilme de 2014, filmado graças ao apoio dos fãs, via campanha do Kickstarter, que na época bateu recorde de arrecadação. Ironicamente, a Warner TV achava que não haveria interesse dos fãs num resgate da série, e só percebeu o entusiasmo quando os números surpreenderam o mercado. Agora, o estúdio se prepara para continuar a trama, junto com Bell e Thomas, mostrando as aventuras da Veronica adulta.
Ator de Friends entra na série Will & Grace
O ator David Schwimmer, até hoje lembrado como o Ross de “Friends”, vai estrelar um revival na TV americana, mas de outra série clássica. Ele foi escalado para um papel recorrente na 2ª (ou 10ª) temporada do revival de “Will & Grace”. Schwimmer interpretará o novo interesse amoroso de Grace (Debra Messing). A princípio, o ator participará de um arco de cinco episódios, mas os roteiros ainda estão sendo escritos. A participação em “Will & Grace” será o primeiro trabalho de Schwimmer num sitcom desde o fim de “Friends” em 2004. Numa guinada na carreira, o ator optou por fazer mais papéis dramáticos e virar diretor. A 10ª temporada de “Will & Grace” estreia no dia 4 de outubro nos Estados Unidos e a série já se encontra renovada pra seu 11º ano. No Brasil, a sitcom é transmitida pelo canal pago Fox.
Série Baywatch pode voltar em nova versão televisiva
Aparentemente, o fracasso do filme “Baywatch”, versão comédia da série lançada no Brasil como “S.O.S Malibu”, não prejudicou a valorização da marca. Segundo o Deadline, um reboot da série estaria sendo planejado pela FreeMantle Media, produtora que detém os direitos da atração originalmente exibida entre 1989 e 2001. O site cita Bob McCourt, um dos chefes da empresa, que diz que o fracasso comercial da recente versão cinematográfica, estrelada por Dwayne “The Rock” Johnson e Zac Efron, quase implodiu o interesse no revival. “Acho que pensamos que o filme poderia nos dar motivos para reiniciar a série de TV, mas considerando as críticas negativas e o fato dele não ter gerado bilheteria arrefeceram os ênimos”. O filme “Baywaych” naufragou no ano passado, ao faturar apenas US$ 177 milhões de bilheteria ao redor do mundo, dando prejuízo ao estúdio Paramount. Entretanto, a ideia da série teria voltado com força após a repercussão positiva do anúncio de relançamento dos episódios clássicos em versão remasterizada para TVs de alta definição. “Os resultados são fenomenais. Quando você tem o mar e obviamente a praia, gera uma série muito colorida, que se sobressai ainda mais quando você a coloca em HD”, comentou McCourt. “Acho acho que se esta versão remasterizada vai trazer uma nova audiência a ‘Baywatch’, então isso nos dará uma indicação real sobre se uma nova série pode ser bem sucedida. Nós definitivamente pensamos seriamente em fazer uma nova série”, acrescentou. Mais lembrada por exibir cenas em câmera lenta de atrizes de seios siliconados, balançando em biquínis vermelhos, a série original exibiu 242 episódios e fez a carreira de Pamela Anderson, Carmen Elektra, Yasmine Bleeth, Erika Eleniak e até David Hasselhoff, que já era conhecido dos fãs de “Supermáquina” – mas só tornou símbolo sexual após aparecer descamisado na praia de “Baywatch”.
Vídeo registra reencontro do elenco de Murphy Brown no cenário do relançamento da série
A rede CBS divulgou a primeira foto oficial (acima) e um vídeo do revival de “Murphy Brown”. A prévia registra o momento do reencontro do elenco para a primeira leitura coletiva dos roteiros, que aconteceu no estúdio de gravação, em meio ao cenário da produção. Por isso, há um clima de emoção e palmas que ressoam. A série original foi exibida durante dez anos, de 1988 à 1998, acompanhando os bastidores de um telejornal que tinha como estrela a jornalista celebridade Murphy Brown, uma ex-alcoólatra que se tornou mais ranzinza após passar por reabilitação. Assumidamente liberal, ela considerava o governo Bush seu maior inimigo, e quando não reclamava de tudo, tentava lidar com a família e problemas financeiros. Essa premissa acabou rendendo 17 troféus Emmy, tornando “Murphy Brown” uma das séries mais premiadas da CBS. O revival está a cargo da criadora da atração, Diane English, e a produção contará com todo o elenco original, inclusive a estrela Candice Bergen, vencedora de cinco Emmys de Melhor Atriz de Série de Comédia pelo papel-título. Com ela, retornam Faith Ford (Corky Sherwood, na série), Joe Regalbuto (Frank Fontana), Grant Shaud (Miles Silverberg) e até Dena Dietrich (Phyllis), que fez três participações na série. Além destes, há duas novas adições confirmadas: Nik Dodani (da série “Atypical”) como Pat Patel, um jovem que tem a responsabilidade de atualizar Murphy e a equipe do telejornal para as mídias sociais do século 21, e Jake McDorman (astro de “Limitless”) como o filho adulto da protagonista. Avery Brown era uma criança no final da série e será reintroduzido como um jornalista que segue os passos de sua mãe e se tornou muito parecido com ela, inclusive no espírito competitivo. Vale lembrar que o intérprete original do menino seguiu carreira de ator, mas os produtores não o convidaram para reprisar o papel porque seu tipo físico se tornou bem diferente do idealizado para o personagem. O Avery mais crescido da série foi vivido por ninguém menos que Haley Joel Osment, que após o fim de “Murphy Brown” foi ver gente morta em “O Sexto Sentido” (1999) e hoje em dia aparece gordinho e com indícios de calvície precoce em séries como “Arquivo X” e “Silicon Valley”. O revival vai estrear em 27 de setembro nos Estados Unidos.
Série clássica de ALF, o Eteimoso vai ganhar reboot
A WBTV, divisão televisiva da Warner, pretende reviver “ALF, o Eteimoso”, série que foi um grande sucesso de TV entre 1986 e 1990. E os criadores da atração, Tom Patchett e Paul Fusco, são os responsáveis pelo projeto, que será um reboot da história original. A série original acompanhava um alien peludo e sarcástico, dublado por Fusco, que, por parecer um bicho fofinho, acaba adotado por uma família suburbana e vai morar em sua garagem. Com 103 episódios produzidos no total, a série surpreendeu os fãs pelos final sombrio, em que o “E.T.” malcriado terminava capturado pelo governo. Felizmente, um telefilme de 1996, intitulado “Projeto ALF”, revelou que o “alien de pelúcia” tinha sido capaz de conquistar até os agentes que queriam exterminá-lo. “ALF” também chegou perto de ganhar um filme nos cinemas. A Sony Pictures planejava repetir com o personagem a combinação de animação e atores reais que tinha rendido o sucesso de “Os Smurfs” em 2011. Mas o fracasso do segundo longa dos “Smurfs” fez o projeto ser arquivado. Apesar de estar fora do ar por quase três décadas, ALF – que não é nome, mas a sigla de Alien Life Form, forma de vida alienígena – continua muito atual no imaginário popular. Nos últimos anos, o personagem-título apareceu (ou foi mencionado) em várias séries de TV (“Os Simpsons”, “Uma Família da Pesada”, “The Big Bang Theory”, “Mr. Robot”), filmes (“Guardiões da Galáxia”, “A Ressaca”) e comerciais (da DirecTV, Radio Shack e do game “XCOM: Enemy Unknown”. Por enquanto, a nova série ainda está em fase de desenvolvimento, sem nem sequer um canal vinculado à sua exibição. De todo modo, o site The Hollywood Reporter sugere que a trama pode ser uma continuação, com ALF de volta à Terra, às voltas com uma nova família.
Série 24 Horas pode ganhar novo spin-off focado na juventude de Jack Bauer
A Fox estaria prestes a anunciar um revival de “24 Horas”. A revista The Hollywood Reporter apurou que um novo projeto baseado na franquia está sendo desenvolvido pelos criadores da série original, Joel Surnow e Bob Cochran, e a intenção é retomar o personagem Jack Bauer. Mas com um detalhe: a ideia é apresentar a juventude do espião, funcionando como uma espécie de “história de origem” e prólogo da série lançada em 2001. Segundo uma fonte, a dupla está escrevendo o roteiro para o piloto do projeto, que terá produção de Howard Gordon, o produtor mais recente da franquia, responsável pelo spin-off “24: Legacy”. Caso o piloto seja aprovado, a Fox estaria planejando um lançamento já para a próxima midseason, possivelmente em março de 2019. Estrelada por Kiefer Sutherland, “24 Horas” mostrava, a cada temporada, um dia intenso na vida de Jack Bauer, agente da fictícia Unidade Contra Terrorismo (CTU, em inglês) dos Estados Unidos. A série teve oito temporadas, um telefilme (“24: Redemption”) e uma minissérie (“24: Live Another Day”), vencendo diversos prêmios importantes da televisão, como Globo de Ouro e Emmy, e segue sendo considerada uma das mais inovadoras e influentes já apresentadas na TV aberta americana.
Frasier pode ser a próxima série clássica a ganhar revival
Uma das séries de comédia mais premiadas da história do Emmy pode voltar a ser produzida. Segundo o site Deadline, o ator Kelsey Grammer estaria negociando com a CBS, emissora que exibiu a série originalmente, para voltar ao papel do Dr. Frasier Crane, personagem-título de “Frasier”. Sucesso absoluto entre 1993 e 2004, a série acompanhava a comédia da vida do psicólogo Frasier e sua família disfuncional. O revival o mostraria em novo endereço, morando na cidade de Seattle, o que justificaria a presença de outros coadjuvantes para suas trapalhadas. Alguma mudança seria necessária, já que John Mahoney, intérprete de seu pai na série, faleceu em fevereiro, aos 77 anos. De todo modo, não seria a primeira vez que o personagem mudaria de cenário, pois ele foi introduzido originalmente em “Cheers” (1982-1993), outra sitcom clássica. “Fraser” era, na verdade, um spin-off. A atração venceu cinco vezes consecutivas o Emmy de Melhor Série Cômica, entre 1994 e 1998, um recorde que só foi ser igualado recentemente por “Modern Family”. E Grammer conquistou quatro troféus de Melhor Ator em Série Cômica durante as 11 temporadas da série.
Buffy: A Caça-Vampiros vai ganhar nova série com produção de Joss Whedon
Joss Whedon deu o braço a torcer. Após anos se recusando a se envolver em projetos de remake, reboot ou continuação da série “Buffy: A Caça-Vampiros”, o criador da heroína aceitou participar da produção de uma nova versão da série que fez sua carreira deslanchar. A Fox já tinha anunciado planos de reviver “Buffy” em março, quando o presidente do canal e do estúdio de TV, Gary Newman, avisou que só estava a espera do aval de Whedon para iniciar a produção. Na ocasião, ele afirmou que, após “Arquivo X”, “Buffy” era a série clássica da Fox mais próxima do ponto de voltar à televisão. Descrita como uma versão “contemporânea” pelo site The Hollywood Reporter, a atração terá seu piloto co-escrito por Whedon, mas ele não terá participação ativa na produção, supervisionando à distância, como faz com “Agents of SHIELD”, de forma a legitimar o projeto e evitar equívocos muito grandes. A showrunner do revival será Monica Owusu-Breen, criadora da série “Midnight Texas” e conhecida de Whedon por ter trabalhado em “Agents of SHIELD”. Os dois assinam juntos o roteiro do piloto, que terá uma grande mudança em relação ao seriado cultuado: a protagonista será uma adolescente negra. Nenhuma atriz ainda foi definida no papel principal. A produção está em estágios iniciais e ainda não foi apresentada ao mercado. O fato de ser uma série da 20th Century Fox Television não implica, necessariamente, que entrará na programação da rede Fox – ainda mais agora que o canal e o estúdios estão prestes a virar empresas diferentes, com a aquisição da produtora pela Disney. “Buffy” foi originalmente exibida entre 1997 e 2003 e teve enorme influência na cultura pop, inspirando inúmeros personagens e produções diferentes desde então – sem esquecer, claro, que teve seu próprio spin-off, “Angel”, realizado entre 1999 e 2004. A história continuou, anos depois, em quadrinhos escritos pelo próprio Whedon, que, graças à popularidade atingida por sua criação, tornou-se um dos nomes mais famosos do universo das séries. Só não seguiu desenvolvendo muitos projetos porque acabou sendo atraído para Hollywood, onde dirigiu os dois maiores blockbusters da Marvel, “Vingadores” (2012) e “Vingadores: A Era de Ultron” (2015). Em março de 2017, o elenco original voltou a se reunir para comemorar os 20 anos da série, numa entrevista para a revista Entertainment Weekly, e o assunto de um revival foi abordado. Enquanto alguns atores se mostraram entusiasmados, a própria Buffy, Sarah Michelle-Gellar, colocou uma estaca no projeto, com a justificativa que isso arruinaria as lembranças dos fãs. O detalhe é que, na ocasião, Whedon ficou nostálgico… e impressionado pelo fato de todos terem envelhecido muito bem. “É como uma reunião de ensino médio, mas muito pior, porque todos eles ainda estão ótimos. Esperava que alguns deles teriam engordado um pouco, mas isso não aconteceu”, brincou. Atualmente, além da nova “Buffy”, ele está desenvolvendo uma série de super-heroínas para a HBO, “The Nevers”.
Dwayne Johnson divulga teaser com a data de estreia da continuação de Jumanji
O ator Dwayne “The Rock” Johnson divulgou um vídeo nas redes sociais que revela a data de estreia da continuação de “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. O teaser afirma que o jogo não terminou e destaca a data do lançamento da sequência nos cinemas norte-americanos: 13 de dezembro de 2019. “Eu guardo ‘Jumanji’ bem perto do coração e estou mais do que agradecido que vocês fizeram do filme um sucesso comercial. Mal posso esperar para que vocês vejam o que nossa nova aventura e os novos personagens estão preparando quando o Natal chegar mais cedo”, escreveu o ator. Baseada na aventura clássica dos anos 1990, estrelada por Robin Williams, o filme lançado no Natal do ano passado arrecadou impressionantes US$ 961 milhões nas bilheterias mundiais. Além de Johnson, o elenco incluiu Kevin Hart, Jack Black, Karen Gillan e Nick Jonas, que devem voltar na sequência, novamente escrita por Scott Rosenberg. Officially planting our JUMANJI flag. On DECEMBER 13th, 2019 – the game is not over. I hold JUMANJI very close to my heart and I’m beyond grateful you made our movie into the global juggernaut ($1BILLION+) it became. Can’t wait for you to see what our new adventure & new characters have in store as Christmas comes early. And once again, I get to slap @kevinhart4real’s lip’s into next week. The world is happy. #FearTheDrums #TheGameIsNotOver #JUMANJI DECEMBER 13th, 2019 Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 27 de Jun, 2018 às 10:44 PDT
The Connors: Série Roseanne ganhará spin-off com todo o elenco, menos Roseanne
A rede americana ABC deu sinal verde para a produção de um spin-off de “Roseanne”, após a série original ser cancelada devido a um tuíte racista de sua protagonista Roseanne Barr. Intitulado “The Connors”, o projeto reunirá todos os integrantes do elenco, menos Roseanne. E irá estrear já no final deste ano. “As histórias de ‘The Connors’ demonstram que famílias sempre podem encontrar assuntos comuns entre conversas, risadas e amor. O spin-off vai continuar a explorar problemas contemporâneos que são tão relevantes quanto eram há 30 anos”, definiu a ABC em comunicado, aludindo à época da exibição original de “Roseanne”. A série foi um sucesso imenso de público e crítica nos anos 1990, e grande influência nas sitcoms que a sucederam. Vencedora de três Globos de Ouro e quatro Emmys, acompanhava os problemas cotidianos de uma família típica da classe trabalhadora. E esta era a grande diferença. Enquanto as famílias televisivas anteriores eram todas bem resolvidas, os episódios de “Roseanne” refletiam a realidade vivida pela audiência, como dificuldades para pagar contas, criar os filhos e aturar a convivência familiar. Em meio à onda nostálgica que marca o retorno de atrações clássicas para a televisão, o revival da série liderou a audiência dos Estados Unidos assistido por 18 milhões de espectadores ao vivo e marcando 5,1 pontos na demo (entre espectadores na faixa demográfica de 18 a 49 anos), um feito incrível que só costuma ser registrado em transmissões de grandes eventos esportivos ao vivo. Isto inspirou uma renovação antecipada da produção. Mas, logo ao final da temporada, a protagonista e produtora Roseanne Barr resolveu disparar um tuíte racista e gratuito sobre Valerie Jarrett, mulher negra, nascida no Irã, que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. Roseanne escreveu: “Irmandade Muçulmana e ‘Planeta dos Macacos’ tiveram um filho = vj”. A repercussão foi tão negativa que a emissora ABC optou por cancelar a série, mesmo ela tendo estourado os índices de audiência. Até Sara Gilbert, que interpreta uma filha de Roseanne na série, condenou a atriz. “Os comentários recentes de Roseanne sobre Valerie Jarrett, e muito mais, são abomináveis e não refletem as crenças de nosso elenco e equipe ou de qualquer um associado ao nosso programa. Estou decepcionada com suas ações, para dizer o mínimo”, escreveu ela. O showrunner de “Roseanne”, Bruce Helford, também resolveu se pronunciar “em nome de todos os roteiristas e produtores que trabalharam duro para criar uma série incrível”. “Eu fiquei pessoalmente horrorizado e entristecido pelos comentários que não refletem, de forma alguma, os valores das pessoas que trabalharam para fazer dessa série icônica o que ela é”. A decisão do canal não tardou. Mas, mesmo diante do clamor público, a ação surpreendeu o mercado. Afinal, na onda de revivais da TV americana, a comédia de Roseanne Barr era disparada a mais bem-sucedida. O detalhe é que o cancelamento foi defendido até pelo CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou. A atriz pediu desculpas, e mais tarde voltou a rede social para culpar um calmante pela declaração polêmica. O cancelamento súbito, porém, deixou diversas pessoas desempregadas e anunciantes em polvorosa, e a ABC prometeu trabalhar para remediar isso. A solução veio com o projeto do spin-off, que acompanhará a família de Roseanne, mas sem a presença de Roseanne.
Jeffrey Tambor é acusado de assédio verbal e intimidação no set de Arrested Development
Após ser demitido por assédio sexual em “Transparent”, Jeffrey Tambor está às voltas com nova polêmica, desta vez em “Arrested Development”. A atriz Jessica Walker, que interpreta sua esposa na série da Netflix, acusou-o de assédio verbal e intimidação psicológica durante as gravações da nova temporada da atração. A situação criou uma saia justa e dividiu o elenco, e após tentar minimizar o clima dos bastidores, os atores Jason Bateman e Tony Hale foram às redes sociais pedir desculpas para a atriz e lamentar seus próprios comportamentos diante das acusações. A acusação veio à tona durante uma entrevista do elenco de “Arrested Development” para o jornal The New York Times, realizada como contraponto a uma reportagem da revista The Hollywood Reporter que retratava o ator como injustiçado em “Transparent”. Questionados sobre o comportamento do ator em sua série, Jessica Walter admitiu ter tido um problema sério, após ter sido assediada “verbalmente” durante as gravações numa série de “explosões” do ator. “Em quase 60 anos de trabalho, nunca tive ninguém que gritasse comigo daquele jeito em um set. E é difícil lidar com isso”, disse Walter. Bateman defendeu Tambor durante a discussão, dizendo que o comportamento explosivo era “parte de seu processo”, mas Walter discordou. Tony Hale também tentou jogar panos quentes na roupa suja lavada diante da imprensa, ao observar que “todos nós temos nossos momentos”. Mas Walter não aceitou a explicação masculina (“mansplaning”, como brilhantemente taxaram as feministas): “Não é assim. Aquilo foi ruim demais”. Foi então que Bateman insistiu em sua versão de “mansplaning”. Sutilmente qualificando sua colega como chorona, disse que era comum trabalhar com pessoas “difíceis” e que ele tinha queixas “zero”. “Mais uma vez, não quero menosprezar ou desculpar ou qualquer outra coisa, mas na indústria do entretenimento é incrivelmente comum ter pessoas que, entre aspas, são ‘difíceis’. E quando você está em uma posição privilegiada para contratar pessoas, ou tem uma influência em quem é contratado, você faz ligações telefônicas. E você diz: ‘Ei, então eu ouvi X sobre a pessoa Y; me fale sobre isso’. E o que você aprende é o contexto, e você aprende sobre o caráter e aprende sobre hábitos de trabalho, ética no trabalho e começa a entender, porque é um processo muito amorfo, esse tipo de trabalho ferrado que fazemos, você sabe, vida falsa. É uma coisa estranha, e é um terreno fértil para o comportamento atípico, e certas pessoas têm certos processos”. A atriz mais jovem do elenco, Alia Shawkat, que também co-estrelou “Transparent” com Tambor e que já havia apoiado publicamente “as vozes das vítimas”, contrapôs suas colegas masculinos. “Mas isso não significa que seja aceitável. E o ponto é que as coisas estão mudando e as pessoas precisam se respeitar de forma diferente”. Depois da entrevista, as redes sociais lotaram de críticas à defesa de Bateman do comportamento condenável de Tambor. Isto levou o ator a refletir e mudar de tom, assumindo-se “incrivelmente envergonhado” e afirmando lamentar profundamente ter subestimado os sentimentos de sua colega Jessica Walter. “Eu pareço que acho aceitável alguém gritar no ambiente de trabalho. Mas não acho. Parece que estou desculpando Jeffrey. Eu não estou. Parece que eu sou insensível a Jessica, mas eu não sou”, ele escreveu no Twitter. “Eu percebi horrorizado que não tinha noção de como aquele incidente a afetou. Eu estava tão determinado a deixar Jeffrey saber que ele contava com nosso apoio, que subestimei os sentimentos da vítima, outra pessoa que amo muito, e ela estava sentada ao meu lado”. Ele continou: “Este é um grande momento de aprendizado para mim. Eu não deveria ter tentado dar uma explicação masculina ou consertar uma briga, ou fazer tudo ficar bem. Eu deveria ter me focado no que é mais importante. Nunca há qualquer desculpa para abuso, de qualquer forma, de qualquer gênero. E a voz da vítima precisa ser ouvida e respeitada. Ponto.” Tony Hale também foi ao Twitter pedir desculpas por seus comentários e dizer que procurou pessoalmente Walter após a entrevista. “‘Arrested Development’ é uma das minhas famílias”, escreveu Hale. “Independentemente das minhas intenções, está claro que minhas palavras, tanto ditas quanto não ditas, serviram para minimizar a dor de Jessica e por isso lamento muito.” Tambor foi demitido de “Transparent”, série mais premiada da Amazon, no início deste ano depois que sua ex-assistente Van Barnes e sua colega Trace Lysette, ambas transexuais, o acusaram de assédio sexual e agressão. A 5ª temporada de “Arrested Development” estreia na próxima terça (29/5) na Netflix.












