Luc Besson e Dane DeHaan vem a São Paulo lançar Valerian e a Cidade dos Mil Planetas
O diretor francês Luc Besson (“Lucy”) e o ator americano Dane DeHaan (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) virão ao Brasil para promover a estreia de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” nos cinemas. Besson e DeHaan estarão em São Paulo nos dias 3 e 4 de agosto. Baseado nos quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, o filme acompanha os exploradores espaciais Valerian (Dane DeHaan) e Laureline (Cara Delevingne, de “Esquadrão Suicida”) em uma missão para descobrir uma ameaça planetária. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Rutger Hauer (“Blade Runner”), o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”) e a cantora Rihanna (série “Bates Motel”). A volta do cineasta francês à ficção científica espacial vai chegar aos cinemas duas décadas após “O Quinto Elemento”, com estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA.
Valerian e a Cidade dos Mil Planetas ganha 48 fotos novas
A sci-fi “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” ganhou 48 fotos novas, que oferecem um pouco mais de detalhes de seu incrível visual, além de trazer imagens de bastidores com o diretor Luc Besson. As primeiras impressões do filme destacaram justamente a beleza plástica da produção. Baseado nos quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, o filme acompanha os exploradores espaciais Valerian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline (Cara Delevingne, de “Esquadrão Suicida”) em uma missão para descobrir uma ameaça planetária. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Rutger Hauer (“Blade Runner”), o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”) e a cantora Rihanna (série “Bates Motel”). A volta do cineasta francês à ficção científica espacial vai chegar aos cinemas duas décadas após “O Quinto Elemento”, com estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA.
Cara Delevingne faz ensaio sexy de temática sci-fi para a GQ britânica
A modelo e atriz inglesa Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) estampa a capa da edição britânica da revista GQ deste mês. Em suas páginas, ela estrela um ensaio fotográfico sensual no qual lembra “Barbarella” – com um toque de robô sexy de “Metrópolis”. O visual não deixa de ser uma referência ao seu novo papel no cinema, que, como “Barbarella”, também é uma adaptação de quadrinhos espaciais franceses dos anos 1960. Cara vive a heroína Laureline em “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”. O filme é baseado em quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, e acompanha os exploradores espaciais Valerian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline em uma missão para descobrir uma ameaça planetária. A direção é de Luc Besson (“O Quinto Elemento”) e a estreia está marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA. Além das fotos e da entrevista, a publicação também produziu um vídeo com Cara em roupa e peruca sci-fi, que pode ser visto abaixo.
Veja três cenas de Valerian e a Cidade dos Mil Planetas repletas de efeitos visuais
A STX divulgou três cenas de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas”, oferecendo um pouco mais de detalhes do incrível visual do filme de Luc Besson, repleto de efeitos digitais. As primeiras impressões do filme destacaram justamente a beleza plástica da produção. Baseado nos quadrinhos criados por Pierre Christin e Jean-Claude Mézières em 1967, o filme acompanha os exploradores espaciais Valerian (Dane DeHaan, de “O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Laureline (Cara Delevingne, de “Esquadrão Suicida”) em uma missão para descobrir uma ameaça planetária. O elenco também inclui Clive Owen (série “The Knick”), Ethan Hawke (“Boyhood”), Rutger Hauer (“Blade Runner”), o jazzista Herbie Hancock (“Por Volta da Meia-Noite”) e a cantora Rihanna (série “Bates Motel”). A volta do cineasta francês à ficção científica espacial vai chegar aos cinemas duas décadas após “O Quinto Elemento”, com estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA.
Trailer de Jumanji desperta a ira dos fãs do filme original nas redes sociais
A Sony ganhou um novo problema de marketing para resolver. Os fãs do filme clássico “Jumanji” (1995) não gostaram nada do trailer da nova versão, divulgado na quinta-feira (29/9). Os protestos foram ostensivos e reverberam com força no Twitter. A situação lembra a reação negativa causada pelo reboot de “Caça-Fantasmas”, também produzido pela Sony. Assim como naquela ocasião, os fãs do original não aprovaram as mudanças feitas para atualizar a franquia. O tom dos protestos, por sinal, é o mesmo: como “Caça-Fantasmas” não era “Os Caça-Fantasmas”, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” não parece “Jumanji”. As reações sinalizam uma rejeição à ideia de remakes/reboots de filmes que marcaram gerações, recusando as reciclagens da indústria cultural. Várias manifestações seguiram a linha de que ninguém pediu para “Jumanji” ser refeito e outras tantas já torcem pelo fracasso para impedir que Hollywood persista nessa direção. Leia abaixo alguns dos tuítes mais contundentes: “Alguém traga de volta o Robin Williams dos mortos, porque o novo trailer de ‘Jumanji’ é uma desgraça”. “Esta reinicialização de ‘Jumanji’ vai flopar tão forte porque não parece nada como ‘Jumanji'”. “Eis uma sequência de ‘Jumanji’ que ninguém pediu, porque não são apenas as séries animadas da sua infância que Hollywood adora arruinar”. “Deixem ‘Jumanji’ em paz, não é preciso fazer um remake de tudo. Estou cansado dessa reciclagem maldita”. “O novo ‘Jumanji’ quer ser ‘original’ com seu fator de ação genérico e seu humor medíocre. Obrigado, mas prefiro assistir o REAL novamente”. “Acabei de assistir o trailer de ‘Jumanji’ e, cara, parece pior que ‘Baywatch’. Nem sei como isso é possível”. “Esse trailer da ‘Jumanji’ é uma abominação”. “F**-se esse trailer do novo ‘Jumanji'”. Goste-se ou não, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” chega aos cinemas em 4 de janeiro no Brasil.
Primeiras impressões de Valerian e a Cidade dos Mil Planetas destacam visual “deslumbrante”
Após as sessões de imprensa na América do Norte, as primeiras impressões de “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” chegaram ao Twitter. E são fogos e mais fogos de artifício, saudando principalmente o visual da produção. A maioria dos críticos supervalorizou os efeitos digitais, que, segundo apontam, tornam a produção uma das mais belas dos últimos anos. Teve até quem alegasse ter sentido orgasmos nos glóbulos oculares. Já a narrativa dividiu opiniões, com muitos considerando a história apenas Ok. Mesmo assim, insistem que vale a pena assistir ao filme no cinema, de preferência em 3D e na maior tela que se puder encontrar. O ator Dane DeHaan, intérprete do personagem-título, não se conteve com tanta rasgação e posto um gif comemorativo em seu Twitter. Veja abaixo de todos os comentários. “‘Valerian’ é um das sci-fis mais vívidas, abrangentes e vibrantes em anos, e também pode ser a mais eletricamente deslumbrante de todas. ‘Valerian’ é tão lindo que meus glóbulos oculares tiveram orgasmos” (Witney Seibold, do site Rotten Tomatoes). “’Valerian’ é um grande sci-fi maluca, recheado de sequências descontroladamente coloridas e inventivas. A história é OK, mas a ação explodiu minha mente” (Erik Davis, do site Fandango). “Fiquei tão chapado com ‘Valerian’ que é difícil me focar em qualquer outra coisa agora” (William Bibbiani, do site Crave Online). “Fiquei dividido com ‘Valerian’, mas é espetacular para se ver. Se você tiver dinheiro extra para ver em 3D, faça isso” (E. Oliver Whitney, do site CinemaBite). “A primeira metade de ‘Valerian’ é visualmente deslumbrante, alegremente inventiva, imprevisível e insana” (Peter Sciretta, do site SlashFilm). Dirigido por Luc Besson, “Valerian e a Cidade dos Mil Planetas” tem estreia marcada para 10 de agosto no Brasil – três semanas após o lançamento nos EUA. All these #Valerian tweets got me like… pic.twitter.com/nbDjT8auvD — Dane DeHaan (@danedehaan) June 29, 2017
Primeiras impressões de Homem-Aranha: De Volta ao Lar consagram Tom Holland
As primeiras impressões da crítica norte-americana a “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” já chegaram ao Twitter. As críticas ainda estão embargadas, mas é possível dizer que a produção agradou em cheio, pelos elogios que se espalharam pela rede social, em especial às interpretações de Tom Holland e Michael Keaton. Mas há algumas ressalvas ao roteiro. Confira abaixo alguns dos comentários sobre o longa, que estreia no Brasil em 6 de julho. “O filme é ótimo. Ele tem uma inocência que o diferencia de outras obras do universo Marvel, mas também é cheio de diversão e de cenas espetaculares” (Germain Lussier, do site Gizmodo). “Acabei de ver ‘Homem-Aranha: De volta ao lar’ e mal consigo parar de sorrir. Tom Holland é o melhor Homem-Aranha. Parece que ele saiu diretamente dos quadrinhos” (Crystal Bell, do programa MTV News). “‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ é pura alegria. Tom Holland está perfeito. Ele vive o melhor momento de sua vida, e isso fica bem claro” (Devan Coggan, revista Entertainment Weekly). “‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ é fantástico. Perfeitamente escalado. Realiza um trabalho impressionante ao equilibrar super-heroísmo e drama colegial. Michael Keaton é o melhor vilão do universo Marvel para os cinemas desde Loki” (Angie J. Han, do site Mashable). “‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ é um dos melhores filmes da Marvel e o melhor filme do Homem-Aranha” (Eric Walkuski, site Joblo). “Tom Holland > Tobey, a trama de colegial funciona, a dos Vingadores não, e é um filme que se tornará referência na questão da diversidade” (Jen Yamato, do jornal Los Angeles Times). “Como um grande fã do Homem-Aranha que odiou os filmes do ‘Espetacular Homem-Aranha’, fico feliz em dizer que ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ é realmente divertido” (Matt Singer, site Screen Crush). “‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ é o terceiro melhor filme do Homem-Aranha. O elenco é bom, o tom é afável, mas o drama é… um pouco superficial, honestamente” (William Bibbiani, site Crave Online). #SpiderManHomecoming Critics: pic.twitter.com/mW0KXkT27i — Inah (@unicainah) June 24, 2017
Primeiras impressões de Planeta dos Macacos: A Guerra falam em melhor filme do ano
A 20th Century Fox realizou as primeiras sessões de “Planeta dos Macacos: A Guerra” para a imprensa norte-americana. Embora as críticas estejam embargadas, já que falta praticamente um mês para a estreia do longa nos Estados Unidos, muitos jornalistas não se contiveram e foram ao Twitter compartilhar suas impressões. E pelo que se pode ler, o filme deve ser o melhor da trilogia. Mais que isso, seria o melhor filme pipoca do ano. Os elogios são rasgadíssimos, tendo até quem se animasse para o próximo filme de Batman, que terá o mesmo diretor. Veja abaixo alguns dos comentários feitos no Twitter por editores e críticos de cinema dos Estados Unidos. “Por favor, assistam esse filme no cinema, e assistam novamente. Recompense esse tipo de esforço. Faça Hollywood notá-lo. Não é um típico blockbuster de verão. A tensão emocional é um dos pontos mais altos.” (Kristopher Tapley, revista Variety) “Se você pensava que não poderia se emocionar tanto após Logan, está errado.” (Grae Drake, site Rotten Tomatoes) “‘Planeta dos Macacos: A Guerra’ é mágico. Macacos cavalgando em cavalos na neve e nuances em todas as atuações, símias e humanas! Matt Reeves é o cara!” (Harry Knowles, site Ain’t It Cool) “O melhor filme do verão chegou… É oficial! ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’ é incrível! Profundo, sombrio e épico! A Origem, O Confronto e A Guerra = Uma das melhores trilogias já feitas em todos os tempos.” (Scott Mantz, site Access Hollywood) “Após ver ‘Planeta dos Macacos: A Guerra’, posso dizer: o próximo filme do Batman vai ficar incrível”. (Nigel W. Smith, site The Wrap) Dirigido por Matt Reeves, “Planeta dos Macacos: A Guerra” em 3 de agosto no Brasil, duas semanas após o lançamento nos Estados Unidos.
Estrelas e cineastas de Hollywood rasgam elogios à Mulher-Maravilha nas redes sociais
“Mulher-Maravilha” não é um sucesso apenas entre os espectadores comuns, é também é um fenômeno entre estrelas e cineastas de Hollywood. A imagem mais bacana ficou por conta da atriz Jessica Chastain (“A Colina Escarlate”), que posou de braços cruzados como a heroína, comprando uma camiseta com a imagem de Lynda Carter no papel, e ainda escreveu uma crítica elogiosíssima do “filme que tem tudo” em seu Instagram . A mesma foto foi repercutida por Anne Hathaway, que foi a Mulher-Gato em “Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge”. “Deem apoio a Gal Gadot, Patty Jenkins e ‘Mulher-Maravilha’ neste final de semana, para que Hollywood se sinta confiante em relação a filmes focados em mulheres!!! Compre um ingresso, mude o mundo”, a atriz escreveu em seu Instagram. No Twitter, diretores como M. Night Shyamalan (“Fragmentado”), James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), Ava DuVernay (“Selma”), Joss Whedon (“Vingadores”), Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita 2”), James Wan (“Velozes e Furiosos 7”), Scott Derrickson (“Doutor Estranho”), James Mangold (“Logan”) e Zack Snyder (“Batman Vs. Superman”), entre outros, também parabenizaram a diretora Patty Jenkins por seu trabalho. “A diretora Patty Jenkins está quebrando recordes nas bilheterias e fazendo sua história! ‘Mulher-Maravilha’ está nos cinemas agora! Uma vitória! Bravo!”, aplaudiu DuVernay. “Parabéns para Patty Jenkins e sua incrível ‘Mulher-Maravilha’, pelo que parece ser uma abertura de US$ 100 milhões no fim de semana!”, escreveu Gunn. “Parabéns para Patty Jenkins”, ecoou Derrickson. “É incrivelmente um deleite”, definiu Whedon. “Sou um grande fã de Patty Jenkins. Sua direção do piloto de ‘The Killing’ é um dos melhores episódios já feitos na TV”, lembrou Shyamalan. “Eu acredito em amor e ‘Mulher-Maravilha’ de Patty Jenkins arrasou”, elogiou Banks. “Saboreie o momento, Gal Gadot. Não apenas a bilheteria, mas criativamente você entregou uma performance universal e ainda assim pessoal. Só poderia ser você”, declarou-se Mangold. “Que filme Magnífico! Gal Gadot e Patty Jenks, vocês são uma inspiração. Ah, e Chris Pine está cheio de charme e carisma. Que grande química com Gal Gadot”, rasgou Wan, que vai dirigir a seguir o filme do Aquaman. “Orgulhoso”, sintetizou Snyder, responsável pela introdução de Gal Gadot como Mulher-Maravilha em “Batman vs. Superman”.
Veja o primeiro teaser da animação acusada de “gordofobia”
A animação sul-coreana “Red Shoes & the 7 Dwarfs”, cujo marketing foi acusado de “gordofobia” nas redes sociais (saiba mais aqui) ganhou seu primeiro teaser. A prévia é uma cena estendida, que mostra dois anões escondidos sob a cama da Branca de Neve. A sequência tem um voyeurismo pouco infantil, mas termina com o susto dos anões diante da descoberta de como as pernas de Branca de Neve engrossam ao ficarem descalças. Sem os sapatos, ela vira uma garota gorda. Na história, os anões são ex-príncipes, transformados por bruxaria, que precisam dos sapatos mágicos de Branca de Neve para quebrar sua maldição. Só não esperavam que os sapatos também ajudassem Branca de Neve a parecer diferente. O filme tem direção do estreante Sung Ho Hong, e a versão norte-americana traz a voz de Chloë Grace Moretz como Branca de Neve, além de Gina Gershon (série “Red Oaks”) e Jim Rash (série “Girlboss”). No Twitter, Moretz defendeu a animação, dizendo que “a verdadeira história é poderosa para jovens mulheres e me tocou”. Ainda não há previsão para a estreia.
Chloe Moretz se defende após dublar animação acusada de “gordofobia”
Uma animação sul-coreana que fará uma releitura da história de Branca de Neve, chamada de “Red Shoes & the 7 Dwarfs”, começou a receber muitas críticas nas redes sociais por uma campanha de marketing considerada ofensiva. O filme ganhou um cartaz que contém a frase “E se a Branca de Neve não fosse mais bonita e os anões não fossem mais baixinhos?”. Ao lado da frase, há um antes e depois, de uma Branca de Neve alta e magra e outra baixinha e gordinha. Por conta disso, o desenho foi acusado de body shaming, a popular “gordofobia”. A crítica acabou envolvendo a atriz Chloë Grace Moretz, que dubla a personagem para o mercado norte-americano. A modelo plus size Tess Holiday comentou em suas redes sociais no Twitter: “Como isso foi aprovado por uma equipe inteira de marketing? Por que está tudo bem falar para crianças que ser gordo é igual a ser feio?”. E junto do protesto, ela marcou a conta da atriz. O comentário teve tanta repercussão, que Moretz precisou ir ao Twitter se defender. “Eu acabei de revisar todo o marketing para ‘Red Shoes’ e eu estou tão chocada e brava como todo mundo. Isso não foi aprovado por mim. Por favor, saibam que eu deixei os produtores do filme cientes. Emprestei minha voz para um lindo roteiro que eu espero que vocês vejam por inteiro. A verdadeira história é poderosa para jovens mulheres e me tocou. Eu sinto muito pela ofensa que estava além do meu controle criativo”, a atriz escreveu. Veja o texto original abaixo. Em resposta às críticas, a Locus, produtora responsável pelo filme, pediu desculpas pelo anúncio, que passou uma ideia diferente do que esperavam. “O nosso filme, uma comédia familiar, carrega uma mensagem para desafiar os padrões sociais prejudiciais, relacionados à beleza física na sociedade, enfatizando a importância da beleza interior”, disseram os produtores, em comunicado. Na animação, Branca de Neve usa sapatos vermelhos mágicos para parecer alta e magra, mas quando os tira vira uma garota baixinha e gordinha. How did this get approved by an entire marketing team? Why is it okay to tell young kids being fat = ugly? ??@ChloeGMoretz pic.twitter.com/PVhgwluGTM — Tess Holliday ? (@Tess_Holliday) May 30, 2017 I have now fully reviewed the mkting for Red Shoes, I am just as appalled and angry as everyone else, this wasn't approved by me or my team — Chloë Grace Moretz (@ChloeGMoretz) May 31, 2017 Pls know I have let the producers of the film know. I lent my voice to a beautiful script that I hope you will all see in its entirety https://t.co/IOIXYZTc3g — Chloë Grace Moretz (@ChloeGMoretz) May 31, 2017 The actual story is powerful for young women and resonated with me. I am sorry for the offense that was beyond my creative control https://t.co/HZP2ydPCAX — Chloë Grace Moretz (@ChloeGMoretz) May 31, 2017
Único filme brasileiro em Cannes, Gabriel e a Montanha vence prêmio do festival
Único filme brasileiro na seleção do Festival de Cannes 2017, “Gabriel e a Montanha”, de Fellipe Gamarano Barbosa, venceu dois prêmios na tarde desta quinta-feira (25/5). Exibido na seção Semana da Crítica, o drama brasileiro venceu o principal prêmio de sua mostra, que é paralela à disputa principal. Além do troféu Revelação, “Gabriel e a Montanha” também ganhou o prêmio da Fundação Gan, que vai auxiliar o lançamento do filme na França com incentivo financeiro para sua distribuição. O filme já tinha conseguido críticas muito positivas da imprensa internacional e foi aplaudido de pé durante sua exibição para o público de Cannes. A obra dramatiza os últimos dias de Gabriel Buchmann (vivido na tela por João Pedro Zappa), jovem economista brasileiro que morreu em 2009, aos 28 anos, durante uma escalada no Malawi. Buchmann, que era amigo de infância do diretor, estava viajando pela África antes de iniciar um programa de doutorado sobre desenvolvimento social. “O significado de uma viagem só pode ser definido após o retorno. Gabriel não teve a oportunidade de retornar. Minha motivação para fazer esse filme foi descobrir o significado da viagem que ficou perdido e compartilhá-lo, que é exatamente o que o Gabriel teria feito”, explicou Fellipe Barbosa, em comunicado para a imprensa. Este é o segundo longa-metragem de ficção dirigido por Fellipe Barbosa, que esteve à frente do elogiado “Casa Grande”, vencedor do prêmio do público no Festival do Rio e considerado Melhor Filme Brasileiro exibido em 2015 pela Pipoca Moderna.
Único longa brasileiro em Cannes, Gabriel e a Montanha é elogiado pela crítica internacional
“Gabriel e a Montanha”, único longa-metragem brasileiro selecionado para o Festival de Cannes deste ano, foi exibido neste domingo (21/5), durante a programação da Semana da Crítica, prestigiada mostra paralela do festival. O filme dirigido por Fellipe Barbosa (“Casa Grande”) emocionou o público, que aplaudiu a obra no Espace Miramar, e a crítica internacional, que aplaudiu na internet. “O filme aborda sua narrativa com um ar de autenticidade inescapavelmente emocionante”, publicou o site Screen Daily. “Um sucesso brilhante em termos de forma para um filme que não visa resolver todas as questões misteriosas em torno de uma vida e uma morte, mas extrai um perfume de encanto inebriante”, classificou o site Cineuropa. “Barbosa tem de ser elogiado por querer enfrentar o que é claramente uma produção complexa em sua segunda empreitada cinematográfica, filmando em vários países da África e em locais que nem sempre são facilmente acessíveis e ainda contando parcialmente com um elenco não-profissional. Se nada mais, as imagens… são lindas na tela grande, sugerindo pelo menos uma das razões pelas quais Gabriel embarcou em sua viagem malfadada”, exaltou o site da revista The Hollywood Reporter. A obra dramatiza os últimos dias de Gabriel Buchmann, jovem economista brasileiro que morreu em 2009, aos 28 anos, durante uma escalada no Malawi. Buchmann, que era amigo de infância do diretor, estava viajando pelo mundo antes de iniciar um programa de doutorado sobre desenvolvimento social. Ao subir o Monte Mulanje, pico mais alto do Malawi com mais de 3 mil metros de altitude, ele se perdeu e acabou morrendo de hipotermia. A projeção em Cannes contou com a presença de Fátima Buchmann. Mãe do personagem do título, ela assistiu ao longa pela primeira e, emocionada, foi a primeira a abraçar o diretor após o fim da exibição. Nina Buchmann, irmã de Gabriel, João Pedro Zappa – que interpreta o protagonista -, o ator Leonard Siampala e o produtor-executivo da TvZERO Rodrigo Letier também estiveram presentes na sessão. Gabriel Buchmann viajou para a África com o objetivo de analisar de perto a pobreza e se qualificar para um doutorado na UCLA, nos Estados Unidos. A adaptação cinematográfica foi desenvolvida a partir de anotações, e-mails de Gabriel para a mãe e a namorada e entrevistas com pessoas que cruzaram seu caminho na África. Algumas dessas pessoas trabalham no filme interpretando a si mesmas. Na viagem, Gabriel também passou por países como Quênia e Tanzânia, sempre preocupado em conhecer as particularidades das comunidades locais, como a tribo dos Massais. Ele gastava entre dois e três dólares por dia e chegou a ajudar amigos que fez nessas regiões, pagando o aluguel mensal da casa de uma família africana com somente 12 dólares. No filme, Gabriel (João Pedro Zappa) se aventura por outras subidas difíceis, como o Kilimanjaro, ponto mais alto do continente africano. Ele também recebe a visita de sua namorada, Cris (Caroline Abras), que estava na África do Sul participando de um seminário sobre políticas públicas e, juntos, viajaram pela Tanzânia e Zâmbia. “O significado de uma viagem só pode ser definido após o retorno. Gabriel não teve a oportunidade de retornar. Minha motivação para fazer esse filme foi descobrir o significado da viagem que ficou perdido e compartilhá-lo, que é exatamente o que o Gabriel teria feito”, explicou Fellipe Barbosa, em comunicado para a imprensa. Este é o segundo longa-metragem de ficção dirigido por Fellipe Barbosa, que esteve à frente do elogiado “Casa Grande”, vencedor do prêmio do público no Festival do Rio e considerado Melhor Filme Brasileiro exibido em 2015 pela Pipoca Moderna.











