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  • TV

    A Vovó Sumiu | Thaila Ayala vai voltar a fazer novela após dez anos

    17 de novembro de 2023 /

    Longe das novelas há uma década, desde “Sangue Bom” (2013), Thaila Ayala vai voltar ao formato na Globo, integrando o elenco de “A Vovó Sumiu”. No folhetim, a atriz contracenará com o marido, Renato Góes, que será um dos protagonistas. O detalhe é que Renato fará par romântico com outra estrela, Nathalia Dill, enquanto Thaila será a namorada de Júpiter, papel de Thiago Martins, um dos netos da vovó do título da história. Nos últimos anos, Thaila apareceu em séries como “Coisa Mais Linda” (2019-2020) na Netflix e em alguns filmes, incluindo produções internacionais como “Pica-Pau: O Filme” (2017) e “Zeroville” (2019), de James Franco. Além disso, apresentou o programa “Mil e Uma Tretas”, no YouTube, ao lado da amiga Julia Faria. Mas após engatar duas gravidezes seguidas – o filho mais velho tem 1 ano e 11 meses – , ela se afastou das telas, fazendo uma transição para o mundo dos influenciadores.   Detalhes da novela Escrita por Daniel Ortiz (“Haja Coração”), “A Vovó Sumiu” será a próxima novela das 19h, substituindo “Fuzuê”. A trama gira em torno do desaparecimento de Frida, personagem de Arlete Salles, que também interpretará sua irmã gêmea, a vilã Catarina. O sumiço de Frida desencadeia uma série de eventos que envolvem seus cinco netos. Thaila viverá uma vilã, interessada na fortuna da família de Júpiter, e que ainda maltratará uma nerd guatemalteca (Daphne Bozaski) apaixonada por seu namorado mulherengo. Já Renato Góes será Tom, o amor de infância de Vênus (Dill), irmã de Júpiter, atualmente casada com um investidor do mercado financeiro (Fernando Pavão). Juliana Paiva, Ramille e Isacque Lopes interpretam os outros netos, e o elenco também destaca Raphael Logam como o vilão Hanz, sobrinho de Frida, louco para botar as mãos na fortuna da família.

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  • Etc

    Nasce Tereza, segunda filha de Renato Góes e Thaila Ayala

    17 de abril de 2023 /

    A pequena Tereza, segunda filha de Renato Góes e Thaila Ayala, nasceu no último domingo (16/4) e os atores já compartilharam fotos da bebê nas redes sociais. “Família completa, meu milagre nasceu!”, publicou a artista logo após o parto. “Você é o nosso grande milagre, mamãe. Obrigado por tantos”, respondeu o maridão. Renato também celebrou a chegada de Tereza, a irmãzinha de Francisco (1). “Seja bem-vinda, minha filha”, escreveu o ator, acrescentando a hashtag: “O maior amor do mundo”. Nas redes sociais, as publicações receberam diversos elogios de anônimos e celebridades. “Venha com alegria, saúde, proteção, meu irmão. Você merece. Obrigado por essa sobrinha linda”, escreveu o ator João Vicente. “Que amor! Parabéns! Saúde pra ela, linda demais”, afirmou Tatá Werneck. “Seja bem-vinda, Tetê, a essa família linda, que lhe esperou ansiosamente e que tem um amor infinito e muito alegria pra dividir com você! Parabéns neguinho e norinha pela família linda que estão construindo”, escreveu Regina Góes, mãe do ator e vovó dos pequenos. Renato Góes e Thaila Ayala são casados desde 2019. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thaila Ayala (@thailaayala)

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  • Filme

    Renato Góes vai estrelar filme sobre policial assassino da ditadura

    30 de novembro de 2022 /

    O ator Renato Góes, atualmente no ar na novela “Mar do Sertão”, vai estrelar um longa sobre Mariel Mariscot, policial acusado de milhares de mortes e integrante mais conhecido do grupo de extermínio Scuderie Le Cocq, fundado em 1965, após o início da ditadura militar, que se tornou o mais célebre esquadrão da morte brasileiro. O Scuderie Le Cocq matou ao menos 1,5 mil pessoas só no Espírito Santo e é considerada o primeiro grupo de extermínio fluminense, além de ter sido pioneiro das milícias cariocas. O grupo foi formado numa missão de vingança para executar o marginal Cara de Cavalo, responsável pela morte do detetive Milton Le Cocq d’Oliveira. Após dispararem 50 tiros no criminoso, eles resolveram estender a cortesia a outros nomes de uma lista crescente. Os assassinos adotaram até distintivo, simbolizados por uma caveira com dois ossos da tíbia cruzados por baixo, e a sigla E.M. (tanto de Esquadrão da Morte como de Esquadrão Motorizado). O detetive Mariscot foi uma verdadeira celebridade da época, que pela fama de matador foi escolhido pelo governador Negrão de Lima para integrar em 1969 os chamados “12 Homens de Ouro da Polícia Carioca”, uma tropa de elite especialmente selecionada para eliminar a “bandidagem” do antigo Estado da Guanabara – termo que na época também incluía travestis e moradores de rua. Boêmio e bem apessoado, era visto frequentemente com mulheres famosas. Mas acabou expulso da polícia após ser preso por crimes como falsificação de cheques, exploração de prostitutas, corrupção e assassinato. Acabou executado por rivais do crime a caminho de uma reunião com os chefões do Jogo do Bicho no centro do Rio em 1981. Além de Mariscot, outro integrante famoso do grupo era Guilherme Godinho Ferreira, o Sivuca, que mais tarde popularizou o bordão “bandido bom é bandido morto”, ao se eleger deputado estadual no Rio de Janeiro. Com direção de Mauro Lima (“Tim Maia”), o filme deve começar a ser rodado assim que Góes for liberado das gravações da Globo.

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  • Etc

    Thaila Ayala anuncia que espera segundo filho com Renato Góes

    28 de outubro de 2022 /

    A atriz Thaila Ayala (“Coisa Mais Linda”) anunciou que está grávida do segundo filho com Renato Góes (“Pantanal”). Ela usou as redes sociais nesta sexta (28/10) para anunciar a nova gestação. Mãe de Francisco, que nasceu em dezembro de 2021, ela contou que a nova gravidez não foi planejada pelo casal. Segundo ela, a novidade foi descoberta na terceira semana de gestação. “Foi uma gravidez de surpresa, totalmente de surpresa. Mas descobri super cedinho, com algumas semanas, porque logo atrasou a menstruação, achei estranho, fiz o teste e deu positivo”, revelou. “Me aguentem agora pelos próximos meses. Eu já não falava o suficiente de maternidade e gravidez, agora então, meu amor”, brincou. “É isso aí. 1.001 tretas, agora 2.001 tretas. Estou muito feliz, tenho muita coisa para dividir com vocês”. O comentário se deve ao fato de a maternidade ter virado o principal assunto da atriz em suas redes sociais. Desde o nascimento de primogênito, ele vinha enchendo seu Instagram com detalhes de sua rotina da maternidade. Além desse recado publicado no Stories, Thaila também postou um vídeo patrocinado em seu perfil do Instagram para oficializar a notícia. A publicação recebeu comentários de diversas colegas, parabenizando a mamãe. “Vem, baby amado! Tão linda você, amiga! Mami deusa”, elogiou Sophie Charlotte. “Você está tão linda, amiga”, comentou Fiorella Mattheis. Mas o comentário mais inesperado veio do papai. “Meu Deus! Eu chorei com a publi”, escreveu Renato Góes. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thaila Ayala (@thailaayala)

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    Thaila Ayala anuncia gravidez: “Mãe de Francisco”

    14 de agosto de 2021 /

    Thaila Ayala anunciou sua gravidez no Instagram. Não só isso. Também revelou o sexo e o nome de seu primeiro filho. “Mãe de Francisco”, escreveu ao lado de uma foto postada neste sábado (14/8), em que segura a barriga grávida. A atriz de 35 anos é casada com o ator Renato Góes, 34, desde o final de 2019. Antes mesmo de oficializarem a união, ele já afirmava ter pressa para ser pai. “Coitada da Thaila. Desde que eu a conheci digo para ela: ‘Neguinha, estou doido para ser pai’”, contou ele em janeiro de 2019. Ela se junta a uma lista crescente de estrelas brasileiras grávidas, que já inclui Fabíula Nascimento, 42, Nanda Costa, 34, e Maria Flor, 37, entre outras. Muitos famosos aproveitaram o anúncio para parabenizá-la pelas redes sociais. “Maravilhosa, que bênção”, manifestou-se Gabriela Pugliesi. “Coisa mais linda meu Deus. Parabéns!”, escreveu a atriz Camilla Camargo. “Ai meu Deus, ai meu Deus, ai meu Deus”, emocionou-se Paloma Bernardi. Atualmente no ar na reprise da novela “Ti Ti Ti” na Globo, Thaila Ayala será vista em breve no filme “Moscow”, que conta uma história da vingança. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thaila Ayala (@thailaayala)

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  • Música,  Série

    Renato Góes e Lucy Alves vão estrelar série musical da Netflix

    6 de março de 2021 /

    O ator Renato Góes, que viveu Marcelo D2 no filme “Legalize Já: Amizade Nunca Morre” (2017), vai voltar ao mundo pop da ficção. Ele e Lucy Alves, revelada no programa “The Voice Brasil”, viverão os protagonistas de “Sofrência”, série da Netflix sobre uma banda em turnê pelo Brasil. Segundo Patricia Kogut, no jornal O Globo, eles formarão um casal apaixonado, que lidera a banda da trama. O projeto é da produtora Coração da Selva, teve consultoria de João Falcão (roteirista de “O Auto da Compadecida”) e contará com três diretoras: Gisele Barroco (“Som & Fúria”), Joana Mariani (“Todas as Canções de Amor”) e Ana Luiza Azevedo (“Antes Que o Mundo Acabe”). A Netflix ainda não anunciou a produção.

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  • Etc

    Padre Julio Lancellotti “abençoa” especial de Natal do Porta dos Fundos

    12 de dezembro de 2020 /

    O novo especial de Natal do Porta do Fundos, “Teocracia em Vertigem”, foi lançado na quinta (10/12) no YouTube e já começou a repercutir nos círculos religiosos. Mas desta vez recebeu até elogios. O Padre Julio Lancellotti, que recentemente recebeu o Prêmio de Direitos Humanos Dom Paulo Evaristo Arns, surpreendeu seus seguidores ao abençoar (no sentido de dar seu aval) o trabalho dos humoristas. Em um post publicado em suas redes sociais, ele compartilhou o slogan da campanha de divulgação do filme do canal humorístico: “#NãoAssista Teocracia em Vertigem”. E acrescentou: “Assisti! Impressionante!”. Curiosamente, o trailer da produção incluía condenações prévias de figuras religiosas e conservadoras do país, fazendo até uma sugestão ao distinto público que protestou contra o especial do ano passado: “Você que cancelou a Netflix, prepara-se para cancelar o YouTube”. Desde 2013, os especiais de Natal do Porta dos Fundos polemizam temas relacionados à Bíblia, utilizando a figura de Jesus para fazer humor político. Isso valeu a Fabio Porchat e cia inúmeras críticas, ameaças, processos judiciais e até mesmo atentado com bomba incendiária, especialmente nos dois últimos anos, quando os programas foram disponibilizados pela Netflix. Por isso, o aval positivo de Julio Lancelloti surpreendeu até o elenco. “Que alegria ler isso. Feliz demais”, comentou Fábio Porchat, intérprete de Jesus e autor do roteiro do especial deste ano. Em “Teocracia em Vertigem”, o Porta dos Fundos optou por satirizar o cenário político brasileiro desde o impeachment de Dilma Rousseff, usando como base o golpe que levou à crucificação de Cristo. Assim, várias referências políticas brasileiras aparecem na trama bíblica, como micheques (cheques misteriosos) de Fabrício Queiroz, que são usados para pagar Judas, e nas justificativas de votos em Barrabás, um personagem até então do baixo clero. Para estruturar o projeto, o grupo escolheu um formato de falso documentário com depoimentos individuais, que serviu de alternativa à impossibilidade de gravar normalmente com aglomeração de pessoas, por causa da pandemia. O título, inclusive, presta homenagem a “Democracia em Vertigem”, documentário de Petra Costa sobre o mesmo tema – não o Natal, o impeachment – , que foi indicado ao Oscar. A nova produção ainda conta com várias participações especiais, desde a citada Petra Costa à várias figuras da cultura pop nacional, como Emicida, Thati Lopes, Clarice Falcão, Daniel Furlan, Emicida, Gabriel Louchard, Hélio de la Peña, Marcos Palmeira, Raphael Logam, Renato Góes, Teresa Cristina, Yuri Marçal, Marco Gonçalves, entre outros nomes, além de Arnaldo Antunes, que contribui com uma música – a regravação da canção “Marcha do Demo”, dos Titãs. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Padre Julio Lancellotti (@padrejulio.lancellotti)

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  • Filme,  Música

    Arnaldo Antunes se junta ao Porta dos Fundos em clipe de novo especial de Natal

    1 de dezembro de 2020 /

    O canal do Porta dos Fundos no YouTube lançou o clipe de “Marcha do Demo”, marchinha carnavalesca dos Titãs, cantada por Arnaldo Antunes, que embala o novo especial de Natal do grupo. O vídeo traz o cantor e os integrantes do Porta dos Fundos em participações à distância, além de incluir cenas dos bastidores das gravações do programa, batizado de “Teocracia em Vertigem”. Com título inspirado no documentário “Democracia em Vertigem”, de Petra Costa, a produção transforma a situação política brasileira atual em paródia bíblica, via reflexões sobre o golpe que levou à crucificação de Jesus – vivido por Fábio Porchat. Outras referências aparecem quando micheques (cheques misteriosos) de Fabrício Queiroz são usados para pagar Judas e nas justificativas de votos em Barrabás, um personagem até então do baixo clero. A estrutura documental do projeto foi uma saída encontrada diante da impossibilidade de gravar normalmente, por causa da pandemia, com a presença de dezenas de pessoas juntas. O formato escolhido permite a gravação de depoimentos individuais, de forma caseira, e deve ser recheado com imagens de outros especiais. A tradição dos especiais de Natal do Porta dos Fundos vem desde 2013 no YouTube, mas só passou a ter repercussão a partir de 2018, com “Se Beber, Não Ceie”, quando o grupo estabeleceu uma parceria com a Netflix e venceu o Emmy Internacional. A parceria foi desfeita após a polêmica do ano passado – a Netflix nem teria inscrito “A Primeira Tentação de Cristo” no Emmy Internacional – e o Porta dos Fundos acabou decidindo voltar a produzir o especial por conta própria e exibi-lo no seu canal no YouTube, que conta com 16,5 milhões de assinantes. Em vez de comemorar a “vitória” de sua pressão, os conservadores deveriam se preocupar, porque no YouTube, que é de graça, o especial será visto por mais pessoas que se tivesse sido lançado na Netflix. A nova produção contará com várias participações especiais, desde a citada Petra Costa a várias figuras da cultura pop nacional, como Emicida, Thati Lopes, Clarice Falcão, Daniel Furlan, Emicida, Gabriel Louchard, Hélio de la Peña, Marcos Palmeira, Raphael Logam, Renato Góes, Teresa Cristina, Yuri Marçal, Marco Gonçalves, entre outros nomes. . O lançamento vai acontecer em 10 de dezembro.

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  • Filme

    Teocracia em Vertigem: Veja o trailer do novo especial de Natal do Porta dos Fundos

    21 de novembro de 2020 /

    O Porta dos Fundos divulgou o pôster e o trailer de seu especial de Natal de 2020, batizado de “Teocracia em Vertigem”. A prévia abre com participação da cineasta Petra Costa, diretora do documentário “Democracia em Vertigem”, que inspira o título da nova produção, e segue com cenas que remetem ao Impeachment de Dilma Rousseff, alterado na trama para refletir a crucificação de Jesus – vivido por Fábio Porchat. Outras referências políticas brasileiras aparecem quando micheques (cheques misteriosos) de Fabrício Queiroz são usados para pagar Judas e nas justificativas de votos em Barrabás, um personagem até então do baixo clero. O tom debochado já inclui condenações de figuras religiosas e conservadoras do país, e faz uma sugestão ao distinto público que protestou contra o especial do ano passado: “Você que cancelou a Netflix, prepara-se para cancelar o YouTube”. A estrutura documental do projeto foi uma saída encontrada diante da impossibilidade de gravar normalmente, por causa da pandemia, com a presença de dezenas de pessoas juntas. O formato escolhido permite a gravação de depoimentos individuais, de forma caseira, e deve ser recheado com imagens de outros especiais. A tradição dos especiais de Natal do Porta dos Fundos vem desde 2013 no YouTube, mas só passou a ter repercussão a partir de 2018, com “Se Beber, Não Ceie”, quando o grupo estabeleceu uma parceria com a Netflix e venceu o Emmy Internacional. A parceria foi desfeita após a polêmica do ano passado – a Netflix nem teria inscrito “A Primeira Tentação de Cristo” no Emmy Internacional – e o Porta dos Fundos acabou decidindo voltar a produzir o especial por conta própria e exibi-lo no seu canal no YouTube, que conta com 16,5 milhões de assinantes. Em vez de comemorar a “vitória” de sua pressão, os conservadores deveriam se preocupar, porque no YouTube, que é de graça, o especial será visto por mais pessoas que se tivesse sido lançado na Netflix. A nova produção contará com várias participações especiais, desde a citada Petra Costa a várias figuras da cultura pop nacional, como Emicida, Thati Lopes, Clarice Falcão, Daniel Furlan, Emicida, Gabriel Louchard, Hélio de la Peña, Marcos Palmeira, Raphael Logam, Renato Góes, Teresa Cristina, Yuri Marçal, Marco Gonçalves, entre outros nomes. E Arnaldo Antunes ainda faz uma interpretação da canção “Marcha do Demo”, dos Titãs. O lançamento vai acontecer em 10 de dezembro.

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  • Série

    Diário de um Confinado terá especial de Natal

    5 de novembro de 2020 /

    A série “Diário de um Confinado” vai ganhar um especial de Natal com participação dos atores que apareceram nas duas temporadas exibidas na Globoplay. Primeira série da Globo feita remotamente durante a fase de quarentena da pandemia, a série acompanha Murilo, um homem solteiro que passa por situações cômicas durante o isolamento. Criada e estrelada por Bruno Mazzeo, no papel de Murilo, a produção também inclui Renata Sorrah como a mãe neurótica do protagonista, Debora Bloch como a vizinha paranoica e Fernanda Torres como sua terapeuta. Depois do sucesso da 1ª temporada, lançada em junho, o programa voltou em setembro com participações de Tonico Pereira, Luis Lobianco, Renato Góes, Marcello Novaes e Leticia Colin. As gravações do especial do Natal devem contar com todos eles. Com direção de Joana Jabace, a produção está prevista para começar no fim deste mês.

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  • Filme

    Casal Thaila Ayala e Renato Góes faz primeiro filme juntos

    17 de outubro de 2020 /

    Casados há um ano, Thaila Ayala (“Pica-Pau: O Filme”) e Renato Góes (“Legalize Já: Amizade Nunca Morre”) estão começando seu primeiro trabalho juntos. Eles são os protagonistas do filme “Inverno”, um suspense que a própria atriz co-escreveu com Paulo Fontenelle (“Intruso”), diretor da produção, e que já começou a ser rodado na residência do casal, no Rio de Janeiro. Renato Góes resumiu a trama para o jornal O Globo: “Casal em quarentena, Bia e Rodrigo recebem Ana (Bárbara Reis, de “Os Dias Eram Assim”), uma amiga de faculdade, por uns dias. O que poderia ser um escape para distrair e aliviar o desgaste e a pressão do isolamento começa a se tornar um pesadelo quando o nome de um deles aparece numa lista de mortos pela Covid-19 na capa do principal jornal da cidade”. Segundo Góes, a intimidade com Thaila “ajuda muito”: “Facilita e encurta o caminho das coisas. Exercitarmos a cumplicidade, elemento fundamental nessa jornada. Nos comunicamos com o olhar. Foi bonito perceber em cena que estamos conectados”. O longa é uma coprodução da Ventre Studio com a Cachoeira Filmes e ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Macabro combina policial e terror na história dos irmãos necrófilos de Nova Friburgo

    9 de agosto de 2020 /

    Marcos Prado tem uma carreira como diretor bastante curiosa. Sua maior experiência é na produção, tendo sido, inclusive, produtor executivo dos dois “Tropas de Elite”, do José Padilha, além de outros dois documentários famosos desse cineasta. Mas seu trabalho na direção começou com o documentário. Seu primeiro documentário para o cinema, “Estamira” (2004), é o retrato de uma mulher que vive em um lixão do Rio de Janeiro, que tem problemas mentais e filosofa sobre o mundo. Confesso que esse filme me deixou um tanto perturbado. Fiquei ao mesmo tempo temeroso de entender o pensamento da personagem e olhar para seus olhos. E é interessante ver que Prado, depois de uma primeira experiência na ficção com “Paraísos Artificiais” (2012), tenha voltado a lidar com o medo (a experiência do medo em “Estamira” é puramente subjetiva), desta vez deliberadamente, ao contar a história dos “irmãos necrófilos” de Nova Friburgo, que foram notícia nos jornais na década de 1990. “Macabro” foi o primeiro filme inédito a ser lançado comercialmente nestes tempos de pandemia, no circuito dos drive-ins. E só por isso já chama a atenção. Por mais que não tenha conseguido uma recepção de tapete vermelho pela crítica, “Macabro” tem jeito de filme que será, no futuro, reavaliado e visto como um exemplar de suspense/terror/policial marcante e com aspectos valorosos. Prado aproveita uma onda bastante positiva de filmes de gêneros que cresceram consideravelmente no Brasil nos últimos anos. Sem falar que, em comparação com a maioria dos muitos exemplares de horror e suspense estrangeiros que têm chegado ao circuito, ainda ganha pontos por nos aproximar dos acontecimentos. O modo como o filme se inicia, com o protagonista vivido por Renato Góes, o Sargento Téo, cometendo um erro ao atirar em um homem em uma operação na favela, confundindo uma furadeira elétrica com uma arma (baseado em um incidente recente real), é uma maneira de começar já abordando os erros da polícia e a situação de racismo e violência que marcam a sociedade brasileira. Talvez nem precisasse que o cabo vivido por Guilherme Ferraz dissesse duas vezes que ele era o único negro daquela cidade, além da família dos irmãos assassinos procurados, mas talvez sim, seja necessário, para tornar mais didática a situação. Fosse em outra época, muito provavelmente, essa questão racial não seria sequer abordada e o filme focaria especificamente na busca pelos assassinos e estupradores e também em seus atos brutais. Há um pouco de fragilidade no modo como o filme parece querer justificar os atos dos irmãos como atos de vingança após anos de maus tratos. Isso é compensado com a construção de uma atmosfera de medo herdada do cinema de horror, como nas cenas de ataque às vítimas, mostradas sempre no escuro e tornando a aparência de um deles próxima de um monstro, a partir do depoimento de uma sobrevivente. Isso ajuda a enriquecer o mistério, ao trazer a feitiçaria para os crimes. O filme é feliz ao estabelecer um vínculo entre dois personagens em especial: o Sargento Téo e uma ex-namorada da adolescência, Dora (Amanda Grimaldi). Essa relação ajuda a aproximar o público dos personagens e a aumentar a dramaticidade na cena em que Dora é abordada por um dos irmãos. É uma das melhores cenas do filme, ao lado de uma cena de briga de Téo com o coronel da região, realizada com câmera na mão. Por sinal, há também que se destacar a beleza da fotografia, a cargo de Azul Serra (“Turma da Mônica – Laços), que enfatiza a exuberância da paisagem natural de Nova Friburgo.

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    Legalize Já acerta praticamente tudo ao contar a gênese do Planet Hemp

    27 de outubro de 2018 /

    É raro uma cinebiografia acertar a mão. Muitas tentam dar conta da vida completa do artista ou da pessoa em questão e acabam por tornar tanto a narrativa quanto o personagem rasos. Não é o caso de “Legalize Já – Amizade Nunca Morre”, dirigido por Johnny Araújo e Gustavo Bonafé, que faz um recorte destacando a amizade entre Marcelo D2 e Skunk, responsáveis pela criação de uma das bandas mais importantes do cenário brasileiro dos anos 1990, o Planet Hemp. Bastava estar vivo naquela década para lembrar o que o rolava nas rádios e nas televisões: era o boom do pagode e do axé. O surgimento das novas bandas da turma de 1994 foi crucial para dar uma oxigenada no rock daquele período, ainda que as bandas da década anterior ainda estivessem ativas e interessantes. Mas era preciso sangue novo e essa nova turma em geral soube lidar com a transgressão de maneira muito mais efetiva que a turma anterior. Colocar a legalização da maconha como principal bandeira por si só já foi um trunfo. Mas o Planet Hemp tinha também muito a oferecer no que se refere à qualidade de sua música. Uma coisa que muita gente não sabia era a importância de Skunk para a criação do conceito da banda. Marcelo não acreditava em si mesmo, embora as letras tenham partido dele desde o começo. Skunk, soropositivo, tentou lidar com a doença até onde deu. Na época, os coquetéis para combater o avanço do HIV eram muito desconfortáveis e tinham efeitos colaterais desagradáveis. “Legalize Já” ganhou o subtítulo “Amizade Nunca Morre” justamente por focar mais na amizade da dupla do que na criação musical. As linhas paralelas das vidas de Marcelo, camelô que vendia camisetas de banda de rock na rua, e Skunk, que morava com um amigo argentino dono de bar e de uma espécie de mini-estúdio caseiro, cruzam-se em um momento em que o rapa aparece para desmontar as bancas de alguns vendedores de rua. Chega a ser tocante ver a aproximação e a ótima química entre os dois, com Skunk sempre sendo o cara que motiva Marcelo a acreditar em si, em pensar grande com a ideia de montar uma das melhores bandas de rock do país. Apesar de haver aspectos dramáticos muito fortes, devido às situações nada fáceis da vida de ambos, o filme tem uma pegada leve, com cenas bem divertidas. E há também momentos musicais, que são de arrepiar. O que dizer da primeira vez em que ouvimos “Phunky Bhuda”? O que é aquele riff de guitarra, aquela energia? Vale destacar aqui as excelentes performances dos atores. Tanto Renato Góes (“Pequeno Dicionário Amoroso 2”) como Marcelo D2 quanto Ícaro Silva (“Sob Pressão”) como Skunk estão ótimos. Principalmente o segundo, que exala um carisma impressionante. E também a evolução do diretor Johnny Araújo, que filma rock desde sua estreia, “O Magnata” (2007), com roteiro de Chorão e participação do Marcelo Nova, e seguiu firme no tema com “Depois de Tudo” (2015), uma espécie de ode à canção “Soldados”, da Legião Urbana. “Legalize Já” é poesia urbana que, em vez de rimas, usa imagens.

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