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    Vídeo do remake de Perdidos no Espaço destaca a nova Dra. Smith

    10 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou um novo vídeo do remake da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space), que destaca a nova Dra. Smith, interpretada por Parker Posey (“O Homem Irracional”). A mudança de sexo do personagem é uma das principais mudanças da nova série em relação à produção original dos anos 1960. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), era uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção clássica se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey como a Dra. Smith. Além da mudança sexual do vilão Dr. Smith, outras alterações em relação à série original são a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia acontece na sexta, dia 13 de abril.

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  • Série

    Remake de Perdidos no Espaço ganha 20 fotos novas

    10 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou 20 novas fotos do remake da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space), que apresentam os personagens, alguns efeitos visuais e os cenários da atração. Para quem esqueceu, ou é muito jovem para saber, a série original “Perdidos no Espaço”, criada criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), é uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na trama televisiva, a ilha é substituída por outro planeta. A produção dos anos 1960 se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell) na tripulação. Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016). Além deles, a série tem produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador de “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia acontece na sexta, dia 13 de abril.

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  • Filme

    Suspense O Fio da Suspeita vai ganhar remake com Halle Berry

    8 de abril de 2018 /

    O suspense “O Fio da Suspeita”, de 1985, vai ganhar um remake com Halle Berry no papel principal. A informação é do site Deadline, que adiantou poucos detalhes do projeto da Sony Pictures, ainda sem roteirista e diretor. O filme original foi lançado no auge da tendência dos “thrillers eróticos”, em que o protagonista dormia com o inimigo – exemplos incluem “Corpos Ardentes” (1981), “Atração Fatal” (1987), “Instinto Selvagem” (1992) e, claro, “Dormindo com o Inimigo” (1991). Escrito por Joe Eszterhas (de “Instinto Selvagem”), a trama girava em torno de uma advogada (Glenn Close, de “Atração Fatal”) que se apaixonava por seu cliente (Jeff Bridges), enquanto o defendia do assassinato da própria esposa, uma herdeira milionária. Spoiler antigo: ele era realmente culpado. Ainda não há previsão para o começo da produção ou data de estreia.

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  • Série

    Jennifer Garner e David Tennant acampam juntos nas primeiras fotos de bastidores da série Camping

    8 de abril de 2018 /

    O elenco e a equipe de “Camping” compartilharam no Instagram as primeiras fotos dos bastidores das gravações da nova série da HBO. Os posts mostram as barracas que servem de cenário e alojamento para a produção, além de integrantes da equipe e o primeiro encontro do elenco. A adaptação é assinada por Lena Dunham e Jenni Konner, que trabalharam juntas em “Girls”, e o elenco inclui Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”), David Tennant (das séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”), Juliette Lewis (“Secrets and Lies”), Brett Gelman (série “Stranger Things”), Arturo del Puerto (série “Fear the Walking Dead”), Janicza Bravo (“A Voz de uma Geração”), Ione Skye (“XOXO”), Bridget Everett (série “Lady Dynamite”) e o ator-mirim Duncan Joiner (série “Lethal Wheapon”). “Camping” é remake de uma série homônima britânica, exibida pelo canal pago Sky Atlantic em 2016, e vai narrar, em oito episódios, uma viagem de acampamento para comemorar o aniversário de 45 anos do personagem de Tennant, organizada por sua esposa, vivida por Garner. O problema é que o casal não vai acampar sozinho. O passeio também inclui a irmã delicada da personagem de Garner, seu ex-melhor amigo santinho e um folgado que decide ir no embalo, o que o faz com que o fim de semana teste seu casamento e abra a possibilidade de assassinato, enquanto ainda reserva surpresas com ursos. A produção marca a volta de Jennifer Garner à TV, 12 anos após se despedir de “Alias”, a série que a tornou famosa. Ainda não há previsão de estreia, mas a expectativa é que “Camping” só seja exibida em 2019. Let us commence. ? The cast of #CampingHBO before we’re sunburned and covered in ticks. ??#wecrackmeup #cantwaittospelunkwithyou #alsojenniandlena • Troop & Troop Leaders: @jennikonner @lenadunham @davidtennantofficial @juliettelewis @ioneskyelee @janicza @brettgelman @bridgeteverettofficial @arturodelpuerto11 #yimmyyim • ?: @ilandress Uma publicação compartilhada por Jennifer Garner (@jennifer.garner) em 5 de Abr, 2018 às 7:00 PDT My home for the next 3 months! #campinghbo ?@qgar our amazing DP. Uma publicação compartilhada por @ jennikonner em 15 de Mar, 2018 às 1:06 PDT Huddling up at #campinghbo rehearsals. Photo by @acasualromance Uma publicação compartilhada por Ione Skye (@ioneskyelee) em 4 de Abr, 2018 às 7:36 PDT Crew in the wild. Uma publicação compartilhada por @ jennikonner em 28 de Mar, 2018 às 9:07 PDT BROADCHURCH season 4 ?@travon Uma publicação compartilhada por @ jennikonner em 5 de Abr, 2018 às 12:44 PDT Day 2 wrapped. Need more flannel cutoffs for my wardrobe…holler if you’re tossing out any! . . . #dplife #setlife #camping #campinghbo #dp #directorofphotography #pvintage #panavision #arrimini #directorofphotographyorteamster #local600 #womeninfilm #flannel #cutoffshirt #posingnexttosteadicam Uma publicação compartilhada por Q Tran (@qgar) em 5 de Abr, 2018 às 8:28 PDT HAPPY BIRTHDAY #belated @travon thank you for the festivities!! #love #birthdayboy? #birthday #happycampers #punintended #campingHBO Uma publicação compartilhada por Arturo Del Puerto (@arturodelpuerto11) em 7 de Abr, 2018 às 7:19 PDT We’re going to get in a lot of trouble in these tents. #campingHBO Uma publicação compartilhada por Ione Skye (@ioneskyelee) em 5 de Abr, 2018 às 1:52 PDT

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    Netflix divulga abertura do remake da série Perdidos no Espaço

    7 de abril de 2018 /

    A Netflix divulgou o vídeo da abertura da série “Perdidos no Espaço” (Lost in Space). A prévia explora cenas da conquista espacial sob o ponto de vista de típicas famílias americanas, avançando no tempo até colocar uma típica família americano no espaço – o mote da atração. Ao final, é possível ver o perfil do novo intérprete de Will Robinson e a nave Júpiter 2, enquanto a trilha sonora referencia o famoso tema da 3ª temporada original – composto por um jovem chamado Johnny Williams, que hoje o mundo reverencia como o grande John Williams de “Star Wars”, “Indiana Jones” e muitas trilhas clássicas. A referência às famílias é muito pertinente. Afinal, “Perdidos no Espaço” foi concebida como uma versão sci-fi do clássico literário juvenil “A Família Robinson”, história de uma família que naufraga numa ilha deserta, escrita pelo pastor suíço Johann David Wyss em 1812. Na série original, criada em 1965 pelo lendário produtor Irwin Allen (o mesmo de “Viagem ao Fundo do Mar”, “Túnel do Tempo” e “Terra de Gigantes”), a ilha foi substituída por outro planeta. A trama se passava em 1997 – três décadas no futuro da época – , no começo do programa de colonização espacial dos Estados Unidos, com o envio da família Robinson em uma viagem de 5 anos e meio para fundar a primeira base espacial humana num planeta de outro sistema solar, na constelação da estrela Alpha Centauri. Porém, o espião Dr. Zachary Smith (o papel da vida de Jonathan Harris) sabotava a missão, levando a nave Júpiter 2 a sair da rota e ficar perdida no espaço. Até, eventualmente, chegar num planeta desconhecido. A nova versão também se passa 30 anos no futuro (no final dos anos 2040) e traz Toby Stephens (série “Black Sails”) como John Robinson, Molly Parker (série “House of Cards”) como Maureen Robinson, o menino Maxwell Jenkins (série “Sense8”) como Will, a adolescente Taylor Russell (série “Falling Skies”) como Judy, Mina Sundwall (“O Plano de Maggie”) como Penny, o argentino Ignacio Serricchio (série “Bones”) como o piloto Don West e Parker Posey (“O Homem Irracional”) como a Dra. Smith. As maiores mudanças em relação ao casting original ficaram por conta da troca de sexo do vilão Dr. Smith, imortalizado por Jonathan Harris, e a inclusão de um latino (Serricchio) e uma mulher negra (Russell). Por sinal, Don e Judy formavam um casal na série clássica. Além disso, o robô, que imortalizou a frase “Perigo, Will Robinson”, agora é alienígena. O remake foi escrito por Matt Sazama e Burk Sharpless, autores dos filmes “Dracula – A História Nunca Contada” (2014), “O Último Caçador de Bruxas” (2015) e “Deuses do Egito” (2016), um pior que o outro. Além deles, a atração terá produção de Zack Estrin, roteirista-produtor de “Prison Break” e criador da fraquíssima “Once Upon a Time in Wonderland”. A estreia está marcada para a próxima sexta-feira, dia 13 de abril. Compare abaixo a nova abertura com as aberturas clássicas da série.

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    Séries estreantes SEAL Team e SWAT são renovadas

    28 de março de 2018 /

    A rede CBS anunciou a renovação de “S.W.A.T.” e “SEAL Team”. As duas séries estrearam no fim do ano passado, na temporada de outono, e voltarão para suas segundas temporadas no próximo ciclo de séries da TV americana. Ambas as atrações são estreladas por astros conhecidos de outras séries, como Shemar Moore (ex-“Criminal Minds”) e David Boreanaz (ex-“Bones”). Desenvolvida por Aaron Rahsaan Thomas (roteirista de “CSI: New York”) e produzida por Shawn Ryan (criador da série policial “The Shield”) e pelo cineasta Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), “SWAT” traz Shemar Moore no papel de Daniel ‘Hondo’ Harrelson, um policial dividido entre a comunidade em que cresceu e seu trabalho na corporação. Mas em vez de considerar isso um problema, trata como sua inspiração, ao ser encarregado de comandar a unidade altamente treinada da SWAT de Los Angeles, a tropa de elite do combate ao crime. O elenco também conta com Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), Alex Russell (“Poder sem Limites”), Jay Harrington (série “Better Off Ted”), Lina Esco (série “Kingdom”), Kenny Johnson (série “Bates Motel”) e David Lim (série “Quantico”). Criada por Benjamin Cavell (roteirista de “Justified”), “SEAL Team” aproveita a popularidade dos Navy Seals, que se tornaram proeminentes nos EUA após a missão que resultou no assassinato de Osama Bin Laden, para contar histórias de uma unidade desta elite militar, um grupo altamente treinado, que é enviado em ações cirúrgicas no combate ao terrorismo internacional. Mas também revela como é seu cotidiano quando os soldados retornam a seus lares. Além de David Boreanaz, o elenco inclui Max Thierot (série “Bates Motel”), Jessica Paré (série “Mad Men”), Neil Brown Jr. (“Straight Outta Compton”), AJ Buckley (série “Justified”) e Toni Trucks (série “Franklin & Bash”).

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    Netflix renova One Day at a Time após campanha da criadora e da imprensa americana

    27 de março de 2018 /

    A Netflix anunciou oficialmente, via vídeo, a renovação de “One Day at a Time” para a 3ª temporada, após a campanha da criadora da série nas redes sociais e de um engajamento da crítica americana pela continuação da produção. Apesar de, aparentemente, não ter a melhor das audiências, a atração caiu nas graças da imprensa. A 2ª temporada do reboot de “One Day at a Time” estreou no dia 26 de janeiro e conquistou 100% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Mas, para demonstrar que qualidade não entra no algorítimo da Netflix, a 2ª temporada de “Lady Dynamite” também teve 100% de aprovação e foi cancelada assim mesmo – enquanto “Friends from College”, com 24% de aprovação, foi renovada. A série faz o reboot da atração homônima, um marco da TV americana, exibido ao longo de nove temporadas entre 1975 e 1984. A produção original foi criada por Norman Lear, que continua como produtor no reboot. Um dos principais roteiristas-produtores de sitcoms de famílias americanas dos anos 1970, Lear também criou “Os Jefferson”, “Maude”, “Tudo em Família” e “Good Times”. A versão original de “One Day at a Time” acompanhava a mãe divorciada vivida por Bonnie Franklin, após ela se mudar com suas duas filhas (Mackenzie Phillips e Valerie Bertinelli) para um prédio de apartamentos em Indianápolis, onde a família conta com a ajuda do zelador Schneider (Pat Harrington) para lidar com os problemas do dia-a-dia. Muitos sintonizaram a versão original para ver Mackenzie Phillips, filha do cantor da banda The Mamas and the Papas, que coestrelou o melhor filme de George Lucas com participação de Harrison Ford (e não é “Star Wars”), “Loucuras de Verão” em 1973. Na nova versão da Netflix, a família é latina. O remake gira em torno de três gerações de uma família de origem cubana que vive sob um mesmo teto. A mãe e veterana militar Penélope (Justina Machado) alista a “ajuda” de sua mãe cubana Lydia (a lendária Rita Moreno, de “Amor, Sublime Amor”) e do rico proprietário do imóvel Schneider (Todd Grinnell), enquanto cria dois adolescentes: sua filha radical Elena (Isabella Gomez) e o filho introvertido Alex (Marcel Ruiz). Sim, a produção mudou diversos detalhes, incluindo o sexo de um dos filhos. O programa recebeu a encomenda de produção de mais 13 episódios para seu terceiro ano, com a previsão de chegar ao streaming em 2019.

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    Remake do clássico Super Fly ganha primeiro trailer e imagens

    23 de março de 2018 /

    A Sony divulgou quatro fotos, um pôster e o primeiro trailer do remake de “SuperFly”. E o vídeo gasta metade do tempo com uma introdução para explicar porque a história clássica de 1972 foi mudada do Harlem, em Nova York, para a Atlanta atual. Não foi só isso que mudou, como mostra o título – o original eram duas palavras, “Super Fly”. A trama que acompanhava um traficante de cocaína agora se passa no mundo do rap. E a trilha soul inesquecível de Curtis Mayfield foi substituída por músicas do rapper Future. A “atualização” foi escrita por Alex Tse (“Watchmen”) e vai marcar a estreia no cinema de Director X., antigamente conhecido como Little X, cujo nome verdadeiro é Julien Christian Lutz. O diretor canadense ficou conhecido após gravar dezenas de clipes de rapppers e de… Justin Bieber. O elenco inclui Trevor Jackson (série “Black-ish”), Jason Mitchell (“Straight Outta Compton”), Michael Kenneth Williams (série “The Night Of”), Jennifer Morrison (série “Once Upon a Time”), Andrea Londo (série “Narcos”) e Lex Scott Davis (série “Training Day”). “SuperFly” estreia em 15 de junho nos Estados Unidos e apenas em 30 de agosto no Brasil.

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    Juliette Lewis entra na nova série da criadora de Girls

    19 de março de 2018 /

    A atriz Juliette Lewis, que estrelou recentemente a série “Secrets and Lies” (Segredos e Mentiras), entrou no elenco de “Camping”, nova série de Lena Dunham, a criadora de “Girls”. Ela vai se juntar a Jennifer Garner (“Clube de Compra Dallas”) e David Tennant (das séries “Doctor Who” e “Jessica Jones”) na produção da HBO. “Camping” é remake de uma série homônima britânica, exibida pelo canal pago Sky Atlantic em 2016, e vai narrar, em oito episódios, uma viagem de acampamento para comemorar o aniversário de 45 anos do personagem de Tennant, organizada por sua esposa, vivida por Garner. O problema é que o casal não vai acampar sozinho. O passeio também inclui a irmã delicada da personagem de Garner, seu ex-melhor amigo santinho e um folgado que decide ir no embalo, o que o faz com que o fim de semana teste seu casamento e abra a possibilidade de assassinato, enquanto ainda reserva surpresas com ursos. A adaptação é assinada por Lena Dunham e Jenni Konner, que também produziu e escreveu “Girls”. Além do trio, o elenco também contará com Janicza Bravo (“A Voz de uma Geração”), Arturo Del Puerto (“Independence Day: Ressurgimento”) e Brett Gelman (série “Stranger Things”). As gravações de “Camping” vão começar em Los Angeles nesta primavera (entre março e junho).

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    Ving Rhames entra no remake da série Cagney & Lacey

    19 de março de 2018 /

    O ator Ving Rhames, da franquia “Missão Impossível”, entrou no elenco do remake da série policial “Cagney & Lacey”. Ele vai interpretar o Capitão Stark, comandante da Delegacia de Homicídios de Los Angeles – e chefe das protagonistas. O personagem não existia na série dos anos 1980. O supervisor das personagens do título era o Tenente Bert Samuels, vivido por Al Waxman. Rhames é o segundo ator negro contratado para o remake, em contraste com o elenco original, que tinha apenas um negro, Carl Lumbly (atualmente na série “Supergirl”), intérprete do detetive Marcus Petrie. “Cagney & Lacey” está sendo desenvolvido por Bridget Carpenter (criadora da minissérie “11.22.63”) e deve manter a premissa original, que destacava a amizade de duas detetives da polícia, tanto no trabalho quanto em suas vidas pessoais. A temática de empoderamento feminino facilita a atualização da série para os dias atuais. Mas a atualização também passa, como mencionado, por maior inclusão racial, inclusive entre as protagonistas. Os papeis que consagraram Tyne Daly e Sharon Gless serão desempenhados por Sarah Drew (série “Grey’s Anatomy”) e Michelle Hurd (da série “Blindspot”), respectivamente. Ou seja, a nova Lacey será negra. Antes de virar série, a produção precisa ter seu piloto aprovado pela rede CBS.

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    Diretor de Lego Ninjago vai filmar nova versão de A Dama e o Vagabundo para a Disney

    19 de março de 2018 /

    A Disney anunciou a contratação do diretor Charlie Bean (de “Lego Ninjago: O Filme”) para comandar sua próxima refilmagem de animação clássica com bichos falantes. O detalhe é que, segundo apurou o site Deadline, a nova versão de “A Dama e o Vagabundo” não deverá chegar ao cinema. Ela está sendo desenvolvida para reforçar o lançamento do serviço de streaming do estúdio, previsto para o final de 2019. O longa animado original de 1955 era um romance entre uma cadela cocker spaniel mimada, a Dama, e um vira-latas simpático, o Vagabundo, que embarcam numa aventura repleta de perigos e spaghetti – com direito a um dos beijos roubados mais famosos do cinema. A nova versão tem roteiro de Andrew Bujalski, um cineasta indie premiado com o troféu John Cassavettes (para filmes feitos por menos de US$ 500 mil) no Spirit Awards 2013 pela comédia “Computer Chess”. O projeto assinala a nova fase de produção do estúdio, que começou a refilmar seus clássicos animados com atores em 2010, com “Alice no País das Maravilhas”, e foi gradativamente migrando para novas versões animadas da mesma história, realizadas com a tecnologia do século 21. Após impressionar com o realismo dos bichos falantes de “Mogli”, no ano passado, a Disney vai lançar um novo “O Rei Leão” em 2019, totalmente recriado por computação gráfica.

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  • Série

    Dynasty atinge recorde negativo com pior audiência da TV americana em cinco anos

    18 de março de 2018 /

    O remake da série “Dynasty” registrou recorde negativo histórico na TV americana. O episódio exibido na sexta-feira (16/3) na rede CW atingiu a audiência mítica de 0,10 ponto na apuração da consultoria Nielsen. A última vez que uma série registrou 0,10 nos Estados Unidos foi há cinco anos, com “Cult”, no mesmo canal. Ao todo, 638 mil pessoas assistiram à exibição, mas a maioria ficou fora do recorde da demo (adultos de 18 a 49 anos, mais relevantes para anunciantes). É um contraste brutal em relação à série original, exibida entre 1981 e 1989, que chegou a ser o programa mais assistido de sua época. A continuidade de “Dynasty” é um mistério. A série ganhou sobrevida em novembro, ganhando encomenda de novos episódios, enquanto “Valor” foi cancelada com números melhores – 1 milhão de telespectadores ao vivo por episódio e 0,24 ponto na demo. A diferença entre as duas séries é que “Dynasty” foi negociada com a Netflix, que exibe a produção fora dos Estados Unidos, e especificidades deste contrato podem ter pesado na hora de ponderar um cancelamento súbito. A nova versão do novelão dos anos 1980 foi desenvolvida por Josh Schwartz e Stephanie Savage, que têm experiência em retratar a vida de milionários mimados, como criadores de “Gossip Girl”. Neste projeto, eles estão trabalhando com Sallie Patrick, que escrevia outra série novelesca de ricos malvados, “Revenge”. Mas o remake não agradou, seja pelas muitas mudanças, seja pela história ser muito conhecida. A principal diferença em relação à produção original é que protagonista Cristal Flores era branca, chamava-se Krystle e era vivida pela loira Linda Evans. Agora, tem as curvas da peruana Nathalie Kelley (a vilã Sybil da última temporada de “The Vampire Diaries”), que surge na trama noiva do milionário Blake Carrington. A opção por transformar a madrasta em latina também ressalta os paralelos com as novelas mexicanas de ricaços que a trama evoca. Na nova versão, o patriarca eternizado pelo grisalho John Forsythe é vivido pelo ainda galã Grant Show (série “Devious Maids”), enquanto seus filhos, Fallon e Steven, tem interpretação de Elizabeth Gillies (série “Sex&Drugs&Rock&Roll”) e James Mackay (“A Vingança Está na Moda”), respectivamente. Numa última cartada, a produção ainda adiantou a introdução de Alexis Carrington, cuja chegada na 2ª temporada da série original marcou picos de audiência, graças a um desempenho inesquecível de Joan Collins. A nova versão de Alexis será vivida por Nicollette Sheridan, que ficou conhecida pelo papel da “perua” Eddie Britt na série “Desperate Housewives”. Sua aparição está marcada para a próxima sexta (23/3), provavelmente tarde demais.

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    Atriz dispensada de Grey’s Anatomy vai estrelar remake de Cagney & Lacey

    18 de março de 2018 /

    A atriz Sarah Drew, que se disse surpresa por sua dispensa de “Grey’s Anatomy”, não ficou muito tempo desempregada. Ela foi contratada para estrelar o piloto do remake de “Cagney & Lacey”, um dos muitos resgates de séries clássicas atualmente em produção nos Estados Unidos. A nova personagem da intérprete de April em “Grey’s Anatomy” será Cagney. Ela contracenará com Michelle Hurd (da série “Blindspot”), escalada como a co-protagonista Lacey no piloto encomendado pela rede CBS. O novo par confirma a tendência de atualização racial que vem marcando os remakes de 2018. A série original, dos anos 1980, era estrelada por duas atrizes brancas, Tyne Daly e Sharon Gless. A nova Lacey será negra. “Cagney & Lacey” está sendo desenvolvido por Bridget Carpenter (criadora da minissérie “11.22.63”) e deve manter a premissa original, que destacava a amizade de duas detetives da polícia, tanto no trabalho quanto em suas vidas pessoais. A temática de empoderamento feminino facilita a atualização da série para os dias atuais. Antes de virar série, a produção precisa ter seu piloto aprovado pelo canal.

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