Minissérie “Waco” vai ganhar continuação
A minissérie “Waco” (2018), sobre o massacre real de uma seita religiosa durante uma invasão mal-planejada do FBI nos anos 1990, vai ganhar uma continuação. A nova série vai se chamar “Waco: The Aftermath”, e será desenvolvida para o canal pago Showtime – ao contrário da anterior, que foi feita para a plataforma de streaming Paramount+. Estrelada por Michael Shannon (“Animais Noturnos”) e Taylor Kitsch (“True Detective”), “Waco” contou a história real do cerco à seita Branch Davidians, que durou 51 dias em 1993 e foi encerrado com uma invasão que culminou na morte de mais de 70 pessoas. Comandada por David Koresh (Kitsch), a seita vivia em um rancho no interior do Texas. Acreditando que o grupo estava armazenando armas, o governo autorizou uma busca no local. Segundo divulgado pela imprensa na época, os agentes foram recebidos a tiros, o que deu início ao cerco. Quatro agentes e seis membros da seita morreram durante o período em que o local ficou cercado. A situação levou os agentes do FBI a invadirem o local, mas a ação provocou um incêndio, no qual a maioria dos integrantes da seita acabou morrendo. “Waco: The Aftermath” vai narrar as consequências do desastre de Waco, mostrando os julgamentos dos membros sobreviventes da seita Branch Davidian e a ascensão do terrorista Timothy McVeigh. Com cinco episódio, a nova minissérie tem o intuito de fornecer um contexto mais amplo para a escalada do movimento miliciano nos EUA, servindo como prenuncio para os ataques terroristas de Oklahoma City em 1995 e a invasão do Capitólio dos Estados Unidos em 6 de janeiro de 2021. O elenco de “Waco: The Aftermath” traz de volta Michael Shannon e também inclui John Leguizamo (“American Ultra”), Giovanni Ribisi (“The Offer”), David Costabile (“Billions”), J. Smith Cameron (“Succession”), John Hoogenakker (“Dopesick”), Keean Johnson (“Euphoria”) e Abbey Lee (“Tempo”). A minissérie foi criada pelos irmãos John Erick Dowdle e Drew Dowdle (que escreveram “Quarentena”, “Assim na Terra como no Inferno” e “Horas de Desespero”, todos dirigidos por John Erick), que também vão dirigir cinco episódios e atuar como produtores executivos, ao lado de Shannon e Kitsch. A continuação estreia em 14 de abril, coincidindo com os 30 anos da tragédia. Confira abaixo o trailer da série original.
BBB 23: Após intolerância religiosa, Tadeu Schmidt manda recado para brothers
O apresentador Tadeu Schmidt resolveu intervir no “BBB 23”, após a polêmica sobre intolerância que envolveu Key Alves, Gustavo Cowboy e Cristian Vanelli na tarde de segunda (20/2) em relação à religião de Fred Nicácio. A repercussão entre os telespectadores foi tanta que a palavra “intolerância” apareceu como um dos assuntos mais comentados no Twitter. Para introduzir o assunto entre os confinados, Tadeu abordou seu oposto: a diversidade religiosa. Ela disse que “a fé tem tudo a ver com Carnaval e tem muito a ver com muitos de vocês”. E seguiu o discurso: “Sapato tem uma tatuagem enorme escrito Jesus. A gente vê o Fred Nicácio com sua guia, rezando sempre. Gustavo rezando de joelhos, todas as noites”. Logo em seguida, Tadeu perguntou para Gustavo e Fred o que eles pediam em suas orações. E enquanto o fazendeiro mencionou “proteção”, o médico respondeu que geralmente pede muita sabedoria porque “é muito difícil manter uma linha de raciocínio lógico”. Tadeu então pediu que Nicácio falasse sobre sua religião e o brother comentou: “Eu frequento o Ifá, que é o culto tradicional Iorubá, que é um culto nigeriano. É um culto que traz a natureza como sua principal divindade. Oxum as águas doces, Iemanjá os mares, Oxalá o sol. Então a cada contato que tenho com a natureza tenho a chance de cultuá-la e gozar dessa benção, que é poder vê-la. A maior manifestação da vida é a própria natureza”, declarou o médico. “Vocês já repararam na diversidade da casa?”, continuou o apresentador. “Cada um com sua crença, e respeito tem que estar acima de tudo. Todas as religiões têm o nosso respeito. Todas. Nenhuma religião é melhor ou pior que as outras. Não tem religião do bem e do mal. Todas têm os mesmos respeitos, todas têm a nossa admiração. Então é assim no Brasil e é assim no ‘BBB’.” E para completar, o apresentador encerrou sua fala desejando muito axé para os moradores da casa mais vigiada do Brasil. Enquanto ele e Fred falavam, a câmera buscou registrar as expressões dos três que manifestaram “medo” da religião de Nicácio, flagrando visível desconforto com o assunto. Antes disso, a edição já tinha desmontado a mentira de Cristian, que disse que Fred Nicácio estava fazendo suas “coisas” de religião, parado de forma suspeita diante da cama do casal Guskey, sugerindo que ele estivesse lançando alguma mandinga. Mas Fred tinha voltado do Raio X, onde foi pedir um analgésico, e parou por alguns segundos devido à escuridão do quarto, sem conseguir ver o ambiente. Vale observar que, mesmo depois do discurso, Cristian continuou insistindo que Fred fez alguma coisa no quarto. OBRIGADO, BBB! VOCÊS FORAM NECESSÁRIOS DEMAIS! #BBB23 pic.twitter.com/ncRIaDqrf4 — Fred Nicácio 🤴🏾 (@NicacioFred) February 21, 2023 Intolerância religiosa descarada em rede nacional pode? #BBB23 pic.twitter.com/CKcfqvn0Fl — PEDRAO #BBB23 (@Itspedrito) February 20, 2023 Sobre o episódio do Fred em pé no quarto: a Marvvila confirma que viu (mesmo sem saber das desconfianças preconceituosas do Cris), fala que percebeu que Fred não estava enxergando nada, que até tentou acenar mas ele não viu. 🤷🏾♂️#BBB23 pic.twitter.com/N5HADnMlsa — Fred Nicácio 🤴🏾 (@NicacioFred) February 21, 2023 Mal sabe ele que o questionamento ao vivo, foi justamente por causa disso. #BBB23 pic.twitter.com/JmiWD9EWZX — Fred Nicácio 🤴🏾 (@NicacioFred) February 21, 2023 #TeamFredNicacio pic.twitter.com/YfaimOqxh7 — Fred Nicácio 🤴🏾 (@NicacioFred) February 20, 2023
Ancine acaba com censura de Bolsonaro a conteúdos LGBTQIAP+
A Ancine acabou com a censura ideológica do governo Bolsonaro. Na semana passada, numa reunião em que participaram o presidente da Ancine, Alex Braga, a secretária de Audiovisual, Joelma Gonçalves, e a diretora de conteúdo da EBC, Antonia Pellegrino, foram destravadas amarras que impediam a agência de emitir certificados de conclusão de 76 projetos audiovisuais, uma parte de temática LGBTQIAP+, no valor de R$ 67,4 milhões. São documentários, obras de ficção e animações produzidos em todas as regiões do Brasil. Bolsonaro tentou impedir a produção dos projetos numa das lives mais problemáticas de todo seu governo. Ele anunciou antecipadamente sua interferência no concurso público, afirmando que “abortaria” aquelas produções. “Fomos garimpar na Ancine filmes que estavam prontos para captar recurso no mercado”, disse Bolsonaro no primeiro ano de seu governo, passando a citar títulos e temas que considerava absurdos. “Um aqui se chama ‘Transversais”, disse, demonstrando horror ao citar que seu tema era transexualidade. “Conseguimos abortar essa missão aqui”, acrescentou. “Outro filme aqui, ‘Sexo Reverso'”, seguiu, dizendo que o filme abordava sexo grupal e oral com índios, concluindo é “um dinheiro jogado fora”. “Não tem cabimento fazer um filme com esse enredo, né?” Outro nome que ele achou ofensivo foi o de “Afronte”, de Marcus Azevedo e Bruno Victor, um docudrama sobre a realidade vivida por negros e homossexuais do Distrito Federal. “Mais um filme aí que foi para o saco”, decretou. Ele também atacou o projeto de “Religare Queer”, sobre uma “ex-freira lésbica”, que descreveu como um filme com “dez episódios”. “Confesso que não entendi por que gastar dinheiro público com um filme desses”, insistiu, sobre a série. “O que vai agregar?”, afirmou, considerando produções com temática LGBTQIAP+ “impróprias”. “Não estou perseguindo ninguém, cada um faça o que bem entender do seu corpo para ser feliz, agora, gastar dinheiro público para fazer esse tipo de filme [na verdade, série]…” E arrematou: “Se a Ancine não tivesse, na sua cabeça toda, mandato, já tinha degolado todo mundo”. A ameaça foi completada por um gesto que representa o assassinato por meio de degola. Só que a tentativa de censura por “filtros” na liberação de incentivos é que acabou “abortada”. Com a aprovação da Lei Aldir Blanc pelo Congresso, passando por cima da “missão” de Bolsonaro, “Transversais” conseguiu verba para virar um filme — o primeiro longa-metragem do diretor Émerson Maranhão — e pôde ser rodado no início de 2021. A obra foi lançado em grandes festivais de cinema, como a Mostra de São Paulo, Mix Brasil e Cine Ceará. A live deu início a uma crise política. O então ministro da Cidadania, Osmar Terra, publicou uma portaria suspendendo os editais, o que resultou no pedido de demissão do primeiro secretário de Cultura do antigo governo, Henrique Pires, declarando que não compactuaria com censura. Os projetos estavam entre os finalistas da linha de “diversidade de gênero” da EBC, que visava selecionar séries para a programação da TV pública em canais como a TV Brasil. Os vencedores seriam financiados diretamente por meio do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e não por autorização para captar incentivos. O FSA é formado pela taxa conhecida como Condecine, que incide sobre empresas de cinema, vídeo e telefonia. O edital foi lançado durante o governo Temer com regras claras, que foram cumpridas pelas produções inscritas. Com a suspensão do edital por motivação ideológica, os projetos citados pelo presidente na live não foram os únicos prejudicados. Isso porque o edital ainda previa o financiamento de cerca de outras 70 iniciativas divididas em 12 categorias. Além do tema da “diversidade de gênero”, o edital também contemplou séries nas categorias de “sociedade e meio ambiente”, “profissão”, “animação infantil” e “qualidade de vida”, entre outras. A partir de agora, a EBC poderá exibir esses conteúdos.
Madonna se veste de Jesus e polemiza em ensaio fotográfico
Ao se aproximar dos 65 anos, Madonna não mostra sinais de desaceleração e volta aos holofotes para anunciar a turnê The Celebration, que comemora os seus 40 anos de carreira. Além da sua recente participação no último Grammy, a estrela do pop também voltou a ser assunto ao estampar a nova capa da edição de março da revista “Vanity Fair”. Conhecida por sua imagem provocadora, Madonna, como sempre, deu o que falar ao ser convidada para estrear o projeto “Icon Issue” da revista. Simone Marchetti, a diretora editorial da revista, destacou: “Madonna aceitou não apenas fazer parte de uma sessão de moda, mas de um projeto artístico que é a representação dos valores que ela incorporou nos últimos 40 anos. Cada imagem é como uma reflexão sobre a extraordinária contribuição de Madonna para a cultura das últimas décadas. Essas páginas são marcos de uma discussão, um avanço e um compromisso que não param por aqui. Um compromisso que nos esforçamos para contar, explicar e ilustrar em cada edição da Vanity Fair.” As fotos da revista possuem a proposta de imprimir o legado duradouro e o impacto ilimitado que Madonna tem na música, na moda e na sociedade, com figurinos assinados por grandes estilistas e grifes de moda como Gucci, Dolce & Gabbana, Jean e Paul Gaultier. Uma verdadeira homenagem para a rainha. O projeto artístico começa na capa pela imagem provocativa da cantora vestida de Virgem Maria. A concepção é complementada por um coração perfurado ao lado de fora do peito. Mas as imagens que estão polemizando são as que trazem Madonna com vestes que simbolizam Jesus, ao lado de modelos seminuas, numa representação da Santa Ceia totalmente desvirtuada num bacanal. Não é de hoje que Madonna cria polêmica com religião. Ela já tinha criado controvérsia ao incluir um Jesus negro no clipe de “Like a Prayer”, em 1989, e soma três excomunhões pela igreja Católica. Na entrevista para a revista, ela avaliou: “Acho importante ter rituais e uma vida espiritual. Mas religião sem entendimento, sem conhecimento, sem curiosidade e sem inclusão não pode ser considerada religião. Não vou me juntar a grupos religiosos que excluem os outros ou são extremistas. Ainda assim, respeito todas as religiões e encorajo as pessoas a examinarem as crenças que seguem. Que compreendam os livros sagrados e os rituais, porque sem compreensão só restam dogmas e regras, e um exercício vazio”. “Minha relação com a religião hoje consiste em cultivar minhas práticas espirituais. E acho importante que todos as cumpram, mas não vou definir isso para outras pessoas. Acho importante rezar e ter uma conexão com a alma, com a força espiritual, chame como quiser. Não vejo maneira de sobreviver sem me conectar com a ideia de que existe um poder e uma energia maiores, ou que existem muitas energias. Que existe um mundo metafísico e místico do qual todos fazemos parte e com o qual devemos permanecer conectados”, concluiu a artista. A produção já gerou buzz, com fãs e admiradores celebrando o impacto de Madonna na cultura pop. Em comunicado, a revista contou que os bastidores do editorial reuniram uma equipe de 80 colaboradores e tiveram dois dias de gravação, tanto de imagens quanto de vídeos. O projeto também terá uma exposição e a exibição de um curta-metragem. A mostra acontecerá no Museu Palazzo Reale, em Milão, na Itália.
Caminho da Fé: Klara Castanho anda 130 km até Aparecida
Klara Castanho revelou na sexta (13/1) que percorreu 130 quilômetros a pé até Aparecida, no interior de São Paulo, para agradecer a Nossa Senhora. A jovem atriz passou por grandes provações no ano passado, após ser estuprada, engravidado e dado o bebê para adoção, além de ter visto tudo isso ser vazado por YouTubers e colunistas de fofocas, que acrescentaram injúrias e difamações contra ela “Tem dias que são provações, que vem para nos testar, mas a fé está presente exatamente nesses momentos em que não temos respostas. Confiamos ou não confiamos. E eu confio”, disse ela na postagem. A atriz contou que foi acompanhada por um tio durante a caminhada, e que o “Caminho da Fé” foi uma experiência intensa e transformadora. “Na terça-feira passada, dia 4, eu comecei o caminho da fé ao lado do meu tio. Nós fizemos aproximadamente 130 km de peregrinação ao Santuário Nacional de Aparecida. Ao todo, foram quatro dias caminhando, quatro dias intensos de reflexões, orações, choro, persistência e muita fé”, contou. Ela detalhou sua fé religiosa: “Eu acredito muito em Deus. Minha fé sempre me acompanha. É nela que me sustento para permanecer de pé e seguir adiante”. “Sou muito grata à Nossa Senhora Aparecida por me acolher, por escutar as minhas angústias e súplicas. A fé nela e em Deus me fortalece. Eles fazem eu manter a minha cabeça erguida e me dão forças para continuar”, seguiu Klara. Klara aproveitou para agradecer aos fãs que a apoiaram durante um 2022 muito difícil e ao tio que a acompanhou no trajeto, e recomentou para quem quisesse fazer também o caminho até Aparecida. “Para aqueles que desejam fazer o Caminho da Fé, quero dizer que é uma experiência intensa e transformadora. Haverá momentos em que você duvidará de sua capacidade de seguir adiante, mas você consegue. Você se fortalece na sua fé”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Klåra Cåstanho (@klarafgcastanho)
Bruno Gagliasso sofre preconceito religioso ao exaltar orixás
O ator Bruno Gagliasso trouxe à luz a intolerância religiosa dos ditos cristãos do Brasil. Na noite desse sábado (7/1), ele reafirmou sua crença nas redes sociais e recebeu uma enxurrada de comentários negativos. O ator, que já se declarou candomblecista, simplesmente saudou seus orixás numa foto no Instagram. “Aqui o corpo é fechado”, escreveu Bruno, seguido de hashtags com os nomes de Exu e Oxóssi. As duas divindades, assim como Ogum, são os orixás regentes de 2023. Os comentários jorraram preconceito: “Eu repreendo em nome de Jesus”, comentou um. “Gostaria de saber quando ficam doentes, vocês pedem cura para Deus ou para entidades que, na verdade, é o demônio?”, criticou outro. “Cruz credo”, escreveu um terceiro. Em meio as insultos, Bruno também contou com o apoio de famosos. “Amo Exu”, disse a atriz Fabiula Nascimento. “Laroyê! Okê Arô!”, comentou o jogador Paulinho, que também é do candomblé e filho de Oxóssi. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso)
Record TV dispensa atores após passar produção de novelas para Igreja Universal
Após entregar a produção de suas novelas para a Igreja Universal do Reino de Deus, a Record TV deu início ao desmonte de seu núcleo de teledramaturgia, com a dispensa de vários atores. A estratégia é similar à iniciativa adotada pela Globo, de encerrar contratos exclusivos e contratar elenco apenas por obra determinada. Mas há uma diferença. Quem passará a contratar agora não será a emissora, mas a Igreja. A Record vai comprar os produtos prontos. A lista de corte inclui alguns atores renomados, como Adriana Garambone e Fernando Pavão, que estiveram em sucessos recentes do canal, além dos veteranos Beth Goulart, Emilio Orciollo Netto e Giuseppe Oristânio. “É isso mesmo. Eu tinha contrato até abril, mas acertamos amigavelmente a rescisão”, contou Fernando Pavão ao F5. Com isso, os atores ficam disponíveis no mercado, para participar de produções de outros canais e plataformas de streaming. Todos eles também poderão ser aproveitados em novas produções da emissora, que devem continuar a cargo da produtora Casablanca, responsável na prática pelas novelas e séries da Record.
Novelas da Record passarão a ser produzidas pela Igreja Universal
Além de realizar cultos religiosos, a Igreja Universal do Reino de Deus também vai passar a produzir novelas. A partir de janeiro, a igreja de Edir Macedo assumirá a produção das novelas da Record TV. Na prática, muda pouca coisa, já que a maioria das produções do canal são religiosas, visto que Macedo também é dono da Record, e seguirão produzidas sob a supervisão de Cristiane Cardoso, filha do bispo. Atores, diretores e técnicos também continuarão sendo os mesmos, assim como a produção terceirizada, a cargo da Casablanca, em estúdios do Rio de Janeiro. A mudança é motivado por um critérios contábeis, transformando a emissora de produtora em compradora de capítulos prontos. Assim, a Record passará a pagar um preço fixo pelos capítulos. Se o orçamento estourar, o prejuízo é da igreja. Com isso, a emissora reduz custos e tem a expectativa voltar a registrar lucro. Mas, por outro lado, anunciantes podem rejeitar associarem-se a produtos com a marca da Igreja Universal. A primeira produção dentro desse modelo será a 6ª temporada de “Reis”.
Pelé Milflows descobre atitude racista em “A Fazenda” e fica revoltado
Último eliminado de “A Fazenda 14”, Pelé Milflows já teve tempo de ver algumas cenas do reality show e se disse chocado e revoltado com uma atitude que ele considerou racista. Em conversa com Lucas Selfie, no “Link Podcast” desta quinta-feira (15/12), o rapper não aceitou ver sua religião ser zombada pela ex-peoa evangélica Pétala Barreiros. “Ver a Pétala zombando da minha religião. Achei ridículo, uma postura que eu não imaginava que ela poderia ter. Eu sempre vi ela com a fé dela e tudo o mais. Acho que da mesma forma que ela gosta de respeito, ela deveria respeitar a mim e a milhões de pessoas que frequentam e gostam da mesma religião que a minha”, contou o cantor. O rapper disse que não esperava esse tipo de atitude dentro do programa, que ele classificou como racista. “Achei isso tipo de ‘zoeira’ inaceitável. Não esperava. Esperava qualquer coisa coisa. Falar mal, chamar de preguiçoso, mas zombar de uma coisa tão séria, eu achei que isso não aconteceria […] Me deixou muito chateado porque é um assunto muito sério e eu acho que essa atitude que ela teve, além de ser uma crítica um tanto racista, posso levar muito pra esse lado, foi realmente desnecessário. Fiquei sem entender o porquê”, declarou Pelé. Na verdade, embora Pétala tenha introduzido o assunto, quem mais zoou a religião de Pelé foi Deolane Bezerra, com um pouco de pilha também de Bia Miranda. As aliadas menosprezaram a religião de Pelé na madrugada de 2 de dezembro, enquanto ainda comemoravam a falsa eliminação de Barbara Borges, a Babi. Num dialogo entre a “Deolândia”, a dançarina Moranguinho disparou que “Deus é grupo A”. O comentário resultou em uma série de frases intolerantes a respeito de religiões de matriz africana (como o candomblé, umbanda ou quimbanda). “Acho um negócio do Pelé, mas não posso falar. Lá fora eu falo. Um negócio que notei…”, começou Pétala sobre um suposto “comportamento” do rapper antes das provas. O comentário gerou um silencio entre as aliadas, que foi rompido por Deolane. “Ele não confia nesse poder dele aí para a roça, não. […] Antes de ir para a prova… Sei que o santo dele fuma mais que eu, 50 vezes [mais]. Tem dia que ele fuma cinco de uma vez”, afirmou Deolane. “Nosso santo é forte”, comemorou Pétala por ter voltado da eliminação falsa. “Nosso santo é uma porra, é Deus mesmo, Jesus Cristo”, disparou Deolane. “Aqui não tem pata de coelho, não. Você viu ele falando que anda com pata de coelho?”, perguntou Bia Miranda. “Ontem, ele agradeceu todos os negócios que tem aí no mundo. Ele falou [sobre o] Tranca Rua, já ouviu falar?”, disse Deolane, fazendo com que o som do programa no Playplus fosse cortado. A conversa deu a entender que Pelé pede ajuda aos orixás para vencer as dinâmicas, como se a fé do peão fosse algo ruim. Esse tipo de comentário que demoniza as religiões de matriz africana também é chamado de racismo religioso, e gerou comentário crítico do perfil do Twitter Nossos Orixás. Confira abaixo a reação de Pelé e os momentos polêmicos. Em entrevista ao Link Podcast, Lucas Selfie perguntou o que mais chocou Pelé das coisas que ele já se atualizou até o momento, o Pelé disse que foi ver a Pétala zombando da religião dele. #AFazenda #Afazenda14 pic.twitter.com/szTIAtmrdT — A ERA DA MÍDIA (@aeradamidia) December 15, 2022 Bia disse que acha um negócio do Pelé que ela notou, mas que só pode falar aqui fora #AFazenda pic.twitter.com/HzpqzmmhDc — Dantas (@Dantinhas) December 2, 2022 Deolane dizendo que o Pelé agradeceu a todos os "negócios que tem no mundo". Pétala perguntando se ela já ouviu falar sobre tranca rua. Silenciaram quando começaram a falar, Intolerância religiosa é crime!!! pic.twitter.com/PpDVnfoTYK — Nossos Orixàs🕊 (@NossosOrixas) December 2, 2022
A Fazenda: Deolane ridiculariza religião de Pelé
As peoas Deolane Bezerra, Pétala Barreiros e Bia Miranda causaram mais uma polêmica em “A Fazenda 14”. As aliadas menosprezaram a religião de Pelé Milflows na madrugada desta sexta-feira (2/12), enquanto comemoravam a falsa eliminação de Barbara Borges, a Babi. Num dialogo entre a “Deolândia”, a dançarina Moranguinho disparou que “Deus é grupo A”. O comentário resultou em uma série de frases intolerantes a respeito de religiões de matriz africana (como o candomblé, umbanda ou quimbanda). “Acho um negócio do Pelé, mas não posso falar. Lá fora eu falo. Um negócio que notei…”, começou Pétala sobre um suposto “comportamento” do rapper antes das provas. O comentário gerou um silencio entre as aliadas, que foi rompido por uma breve brincadeira de adivinhação. “Ele não confia nesse poder dele aí para a roça, não. […] Antes de ir para a prova… Sei que o santo dele fuma mais que eu, 50 vezes [mais]. Tem dia que ele fuma cinco de uma vez”, afirmou Deolane. “Nosso santo é forte”, comemorou Pétala por ter voltado da eliminação falsa. “Nosso santo é uma porra, é Deus mesmo, Jesus Cristo”, disparou Deolane. “Aqui não tem pata de coelho, não. Você viu ele falando que anda com pata de coelho?”, perguntou Bia Miranda. “Ontem, ele agradeceu todos os negócios que tem aí no mundo. Ele falou [sobre o] Tranca Rua, já ouviu falar?”, disse Deolane, fazendo com que o som do programa no Playplus fosse cortado. Diante do assunto polêmico, a emissora de Edir Macedo correu para silenciar as peoas. A conversa deu a entender que Pelé pede ajuda aos orixás para vencer as dinâmicas, como se a fé do peão fosse algo ruim. Esse tipo de comentário que demoniza as religiões de matriz africana também é chamado de racismo religioso, e chamou atenção do perfil do Twitter Nossos Orixàs. Confira abaixo os momentos polêmicos. Bia disse que acha um negócio do Pelé que ela notou, mas que só pode falar aqui fora #AFazenda pic.twitter.com/HzpqzmmhDc — Dantas (@Dantinhas) December 2, 2022 Deolane dizendo que o Pelé agradeceu a todos os "negócios que tem no mundo". Pétala perguntando se ela já ouviu falar sobre tranca rua. Silenciaram quando começaram a falar, Intolerância religiosa é crime!!! pic.twitter.com/PpDVnfoTYK — Nossos Orixàs🕊 (@NossosOrixas) December 2, 2022
Raul Gazolla comenta morte de Guilherme de Pádua: “Justiça divina”
O ator Raul Gazolla se pronunciou na manhã desta segunda-feira (7/11) sobre a morte de Guilherme de Pádua. Em um vídeo publicado nos Stories de seu Instagram, o ex-marido de Daniella Perez disse que a justiça divina havia sido feita. Gazolla era casado com a atriz quando ela foi assassinada em 1992, aos 22 anos, por Pádua. “Hoje, o mundo acordou melhor, o ar acordou mais limpo e foi feita a justiça divina. Que siga sendo feita a justiça divina para todos que habitam o nosso planeta. E que eles, assassinos inescrupulosos, paguem lá do outro lado a divida que tem que de ser paga”, ele declarou. Gazolla também gravou um vídeo em sua timeline principal para agradecer ao carinho dos seguidores e às mensagens que têm recebido pela internet. Sua ex-sogra Gloria Perez foi uma das pessoas marcadas na publicação. Nessa gravação, ele também aproveitou para “ressaltar mais uma vez a importância do documentário da HBO Max ‘Pacto Brutal – O Assassinato de Daniella Perez’, que através dele vocês podem entender pelo menos um pouco do meu alívio no dia de hoje”. Morto por enfarto na noite de domingo (6/11), Guilherme de Pádua fazia par romântico com a esposa de Gazolla, Daniella Perez, em “Corpo e Alma”. Era o primeiro papel de destaque do ator numa novela, que era escrita pela mãe da atriz, Gloria Perez. Percebendo que Bira, seu personagem, estava perdendo importância e diminuindo de tamanho, após gravar a cena do fim de relacionamento com Yasmin, vivida pela atriz, Guilherme sequestrou Daniella e a matou com a ajuda de sua mulher, Paula Thomaz. O corpo foi encontrado num terreno baldio da Barra da Tijuca, na Zona Oeste, com 16 perfurações no peito e no pescoço. Os dois foram condenados a 19 anos de prisão pelo crime, mas foram libertados após sete anos, cumprindo a sentença em liberdade condicional. Paula foi estudar Direito e teve aulas com o juiz que a condenou, e Guilherme se converteu à religião, virando pastor batista. O destino de Guilherme tornou-se foco de muita atenção com o lançamento da série documental “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” pela HBO Max. Bolsonarista convicto, ele pregava na Igreja em que Michelle Bolsonaro fez seu agora famoso discurso de tom religioso em que afirmava que o Planalto era “consagrado a demônios” antes da eleição de seu marido. Por sinal, Michelle chegou a tirar selfie com Juliana Lacerda, a esposa do pastor assassino. Com a repercussão da série, em agosto passado ele decidiu gravar um vídeo com pedidos de desculpas para Gloria Perez e Raul Gazolla. “Sei que esse pedido de perdão talvez não vá significar nada, mas quero deixar registrado. Não que isso vá realmente gerar um perdão, porque um perdão é um dom de Deus, tem mais a ver com quem perdoa do que com quem é perdoado. Se estivesse no lugar de vocês, provavelmente não perdoaria. Então, não espero, mas deixo registrado”. Questionada se acreditava na conversão de Guilherme, Gloria foi categórica na negativa. “É claro que as pessoas podem ser recuperadas. Mas isso não inclui os psicopatas. Não se tem notícia de psicopata recuperado. E Paula e Guilherme são psicopatas de carteirinha”, disse. Ela também assumiu ter proibido a produção do documentário de entrevistar o assassino. Se o fizessem, não contariam com seu depoimento. “O que eles disseram para se defender, antes e durante o julgamento, está na série. Ouvi-los agora para quê? Para perguntar como estão passando? Não faz sentido dar palco a psicopata”, acrescentou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Raul Gazolla (@rgazolla)
Guilherme de Pádua, assassino da atriz Daniella Perez, morre aos 53 anos
O ex-ator Guilherme de Pádua, assassino da atriz Daniella Perez, morreu na noite de domingo (6/11) de infarto, aos 53 anos. A notícia foi dada numa live do pastor Márcio Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, em Minas Gerais. Segundo Valadão, Guilherme estava dentro de casa, caiu e morreu pouco antes de 22h. Ele contou que o assassino de Daniella tinha ido ao culto com a mulher na manhã deste domingo e sentou-se na primeira filha. “Pouco antes das 22h, recebi o telefonema de uma irmã falando de um dos nossos pastores que acabou de falecer. Pra mim foi um impacto muito grande, porque hoje de manhã eu dirigi o culto e ele estava com a esposa no primeiro banco. Ele praticou aquele crime tão terrível com a Daniela Perez, foi preso, cumpriu a pena e se converteu. Ele tava dentro de casa, caiu e morreu. Acabou de morrer”, relatou o pastor. Guilherme de Pádua fazia par romântico com Daniella Perez em “Corpo e Alma”, seu primeiro papel de destaque numa novela, que era escrita pela mãe da atriz, Gloria Perez. Percebendo que Bira, seu personagem, estava perdendo importância e diminuindo de tamanho, após gravar a cena do fim de relacionamento com Yasmin, vivida pela atriz, ele sequestrou Daniella e a matou com a ajuda de sua mulher, Paula Thomaz. O corpo foi encontrado num terreno baldio da Barra da Tijuca, na Zona Oeste, com 16 perfurações no peito e no pescoço. Os dois foram condenados a 19 anos de prisão pelo crime, mas foram libertados após sete anos, cumprindo a sentença em liberdade condicional. Paula foi estudar Direito e teve aulas com o juiz que a condenou, e Guilherme se converteu à religião, virando pastor batista. A conversão de Guilherme tornou-se foco de muita atenção com o lançamento da série documental “Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez” pela HBO Max. Bolsonarista convicto, ele pregava na Igreja em que Michelle Bolsonaro fez seu agora famoso discurso de tom religioso em que afirmava que o Planalto era “consagrado a demônios” antes da eleição de seu marido. Por sinal, Michelle chegou a tirar selfie com Juliana Lacerda, a esposa do pastor assassino. Com a repercussão da série, em agosto passado ele decidiu gravar um vídeo com pedidos de desculpas para Gloria Perez e Raul Gazolla, viúvo da atriz. “Sei que esse pedido de perdão talvez não vá significar nada, mas quero deixar registrado. Não que isso vá realmente gerar um perdão, porque um perdão é um dom de Deus, tem mais a ver com quem perdoa do que com quem é perdoado. Se estivesse no lugar de vocês, provavelmente não perdoaria. Então, não espero, mas deixo registrado”. Questionada se acreditava na conversão de Guilherme, Gloria foi categórica na negativa. “É claro que as pessoas podem ser recuperadas. Mas isso não inclui os psicopatas. Não se tem notícia de psicopata recuperado. E Paula e Guilherme são psicopatas de carteirinha”, disse. Ela também assumiu ter proibido a produção do documentário de entrevistar o assassino. Se o fizessem, não contariam com seu depoimento. “O que eles disseram para se defender, antes e durante o julgamento, está na série. Ouvi-los agora para quê? Para perguntar como estão passando? Não faz sentido dar palco a psicopata”, acrescentou.
Novo ator da Marvel estrela adaptação de quadrinhos na Netflix
A Netflix divulgou um vídeo de bastidores de “El Elegido”, que apesar do título em espanhol não é uma produção latina. Trata-se da adaptação de “American Jesus”, quadrinhos de Mark Millar e Peter Gross. Revelada no Tudum, a prévia traz o próprio Millar explicando a trama, além de revelar cenas da produção e destacar a participação dos atores Dianna Agron (a Quinn de “Glee”) e Tenoch Huerta (o Namor de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”). A série é sobre um menino de 12 anos que acredita ser a reencarnação de Jesus Cristo. Assim como o originador do cristianismo, ele tem poderes sobrenaturais e um destino traçado desde o nascimento. Mas isso também coloca sua vida em risco, o que faz com que sua mãe fuja com ele para o México. Embora os líderes religiosos do local onde vai parar tentem convencê-lo a usar seus poderes para salvar a humanidade, tudo o que o adolescente quer é impressionar a garota que conquistou seu coração e encarar os valentões que o perturbam. Mas vai aceitando seu destino… até que descobre a verdade sobre sua identidade. A produção é comandada pelos irmãos Leopold e Everardo Gout (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) e ainda não tem previsão de estreia.











