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    Papa Francisco vai “estrear como ator” em filme infantil

    1 de fevereiro de 2016 /

    O Papa Francisco vai “virar ator”. Num evento inédito na história da Igreja Católica, o sumo pontífice deve fazer uma pequena participação no filme “Beyond the Sun” (além do sol, em tradução literal). O anúncio foi feito pela produtora Ambi Pictures. “Francisco será retratado em uma história baseada nos evangelhos, que, por meio de muitas histórias entrelaçadas, contém a mensagem de Jesus”, aponta comunicado. Ainda de acordo com a nota, Francisco aceitou participar do filme para ajudar organizações de caridade – todo lucro do filme será revertido para duas ONGs argentinas, El Almendro e Los Hogares de Cristo. Segundo o release da produtora Ambi Pictures, “Beyond the Sun” é uma história de aventura na qual crianças de várias culturas representarão os apóstolos. O Papa aparecerá apenas ao final, como ele mesmo, contando às crianças onde e como encontrar Jesus. Andrea Iervolino, co-fundador da Ambi Pictures, disse que “nosso entusiasmo e gratidão ao Papa Francisco vai além das palavras”. O início das filmagens está previsto para ainda este trimestre na Itália. Mais midiático de todos os papas, Francisco também lançou recentemente um disco de rock, “Wake Up”, em que gravou sermões acompanhados por uma trilha instrumental progressiva, além de se encontrar seguidamente com astros de Hollywood. Na semana passada, por exemplo, conversou com Leonardo DiCaprio (“O Regresso”) sobre as mudanças climáticas que afetam o mundo.

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    Ressurreição: Joseph Fiennes caça Jesus ressuscitado em trailer de épico religioso

    25 de janeiro de 2016 /

    A Sony Pictures divulgou o pôster e o segundo trailer de “Ressurreição”, épico religioso dirigido por Kevin Reynolds (“Tristão & Isolda”), centrado na ressurreição de Jesus Cristo. A prévia prende a atenção, ao mostrar Joseph Fiennes (“Hercules”) como o legionário romano encarregado por Pôncio Pilatos a comandar uma das mais importantes caçadas humanas da História: encontrar o corpo desaparecido de Jesus Cristo após a crucificação, e evitar que os boatos da ressurreição inspirem uma revolta em Jerusalém – sem falar, numa nova religião. O elenco também inclui Tom Felton (franquia “Harry Potter”), Cliff Curtis (série “Fear the Walking Dead”) e Peter Firth (série “Spooks”). A estreia está marcada para 17 de março no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA (19/2).

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    Os Dez Mandamentos já vendeu 2,5 milhões de ingressos antes da estreia

    23 de janeiro de 2016 /

    A cinco dias da estreia, já foram vendidos 2,5 milhões de ingressos antecipados para o filme “Os Dez Mandamentos”. A marca é inédita no mercado brasileiro, fazendo com o que o filme, antes mesmo de chegar aos cinemas, já esteja entre as 20 maiores bilheterias dos últimos 10 anos. Diante da procura, o lançamento vai acontecer em mil salas, o que é outro recorde do circuito nacional. Até então, a maior distribuição de um longa brasileiro pertencia à comédia “Até que a Sorte nos Separe 3”, lançada em 24 de dezembro em 808 salas. A grande procura é consequência do envolvimento da Igreja Universal do Reino de Deus na divulgação e venda de ingressos. Além de incentivar seus fiéis a adquirem entradas antecipadas, haveria pedidos de contribuição financeira para distribuir ingressos aos mais pobres. Assim, algumas sessões teriam sido fechadas para servir como instrumento de evangelização. O portal UOL noticiou no início desta semana que um único comprador adquiriu 22,7 mil ingressos no Recife, lotando antecipadamente todas as sessões, em todos os horários, do filme durante suas duas primeiras semanas de exibição em uma grande rede de cinemas da capital pernambucana. A expectativa do mercado é que “Os Dez Mandamentos” possa se tornar o maior blockbuster da história do cinema nacional, ultrapassando o recorde de público de “Tropa de Elite 2”, que teve 11 milhões de espectadores. A estreia acontece na próxima quinta (28/1). Distribuído pela Paris Filmes, o longa-metragem é uma versão compacta da novela, escrita por Vivian de Oliveira e dirigida por Alexandre Avancini. A produção promete cenas exclusivas e um final inédito, que antecipará a 2ª temporada da atração religiosa, prevista para estrear em março na rede Record.

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    Deus Não Está Morto 2: Trailer de drama evangélico fala em guerra e ataca a constituição dos EUA

    19 de janeiro de 2016 /

    A Califonia Filmes divulgou o trailer legendado de “Deus Não Está Morto 2”, continuação do sucesso evangélico de 2014. Assim como no primeiro filme, a discussão começa na sala de aula. Mas, desta vez, extrapola a premissa original e vai parar num tribunal. O subtexto e a manipulação também são mais descarados. Na trama, uma professora secundarista (Melissa Joan Hart, a ex-“Sabrina, a Aprendiz de Feiticeira”) corre o risco de perder o emprego ao falar em Jesus durante uma aula. Em sua defesa, um advogado (Jesse Metcalf, ex-“Dallas”) vai tentar colocar em cheque o estado laico. Entretanto, não é “Deus” que vai ao julgamento cinematográfico, mas a constituição dos EUA, com evangélicos falando em guerra e perseguição religiosa. Tudo embaladinho por rock cristão emocional, numa agenda que é mais política que religiosa. No Brasil, políticos evangélicos também tentam alterar a constituição, de modo a permitir maior influência cristã nas escolas. Infelizmente, os países de fé muçulmana ensinam ao mundo uma lição bem mais crível do que esta ficção, sobre o que acontece quando a religião se confunde com o estado, mesclando-se à constituição de alguns países. Enfim, até para entrar em guerra contra os infiéis, em defesa de sua religião, já há fila. Diretor e roteiristas são os mesmos de “Deus Não Está Morto”, e a produção ainda escalou Ray Wise, que interpretou o diabo na série “Reaper – Um Trabalho Infernal”, para viver o promotor malvado, mais caricato que Nero ao perseguir cristãos, com o tribunal lotado feito o velho coliseu romano. A estreia vai acontecer em 1 abril nos EUA e no mesmo mês no Brasil.

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    Spolight faz registro histórico dos últimos dias do jornalismo investigativo

    15 de janeiro de 2016 /

    Um roteiro sobre pedofilia cometida por padres da Igreja Católica provavelmente viraria um filme focado nas vítimas ou nos sobreviventes. Mas “Spotlight – Segredos Revelados” usa o polêmico tema para falar nas entrelinhas sobre o fim da era do jornalismo investigativo. Isso faz com que, não a polêmica, mas o dramalhão fique em segundo plano para dar lugar à urgência de um tom mais tenso, que geralmente era empregado nos filmes policiais dos anos 1970. Com bons tiras substituídos por outros profissionais em extinção, movidos por uma coceira que jamais para até que a verdade seja encontrada e divulgada. Baseado em fatos reais, o filme dirigido pelo ator Tom McCarthy (“Trocando os Pés”), que também divide o roteiro com Josh Singer, bebe na fonte das melhores produções sobre jornalismo, sendo a principal delas o clássico “Todos os Homens do Presidente” (1976), de Alan J. Pakula, o clássico em que Dustin Hoffman e Robert Redford revivem a investigação dos jornalistas Carl Bernstein e Bob Woodward, do Washington Post, sobre o escândalo Watergate. O tom de “Spotlight” é esse. É o herdeiro direto do filme de Pakula, mas a diferença é que “Todos os Homens do Presidente” foi feito no auge do jornalismo investigativo e apenas dois anos após a renúncia do presidente Richard Nixon em decorrência do escândalo relatado. Já “Spotlight” foi lançado numa época em que a profissão privilegia o factual e não as grandes reportagens, mais de uma década após a reportagem retratada no longa. Aqui, os olhos de Tom McCarthy estão direcionados para as ações do Boston Globe num mundo prestes a ser dominado pela internet. Mais precisamente em uma divisão (a Spotlight) coordenada por quatro jornalistas – Walter Robinson (Michael Keaton), Mike Rezendes (Mark Ruffalo), Sacha Pfeiffer (Rachel McAdams) e Matt Carroll (Brian d’Arcy James), observados de perto pelo editor Ben Bradlee Jr. (John Slattery), que curiosamente é filho de Ben Bradlee, o editor do Washington Post durante o caso Watergate. Eles agem como a S.W.A.T. do jornal, sempre responsáveis pelas investigações mais parrudas. Com a entrada de um novo editor-chefe, Marty Baron (Liev Schreiber), eles são “convidados a aceitar” um caso que o próprio jornal ignorou anos atrás: partir para cima da Arquidiocese de Boston, que teria jogado para debaixo do tapete crimes de abuso sexual cometidos por padres. O elenco está impecável. Difícil escolher um nome que se destaque mais. É um trabalho de conjunto, seguindo o que os personagens fizeram na vida real. De repente, podemos preferir Mark Ruffalo, o jornalista obstinado, de postura torta, talvez corcunda, sem tempo para a vida social. Mas, então, lembramos que McCarthy praticamente não mostra os repórteres da Spotlight se relacionando com parentes ou amigos – com exceção da personagem de Rachel McAdams, que mesmo assim fica ao redor deles reagindo ao trabalho. Agindo como se não houvesse amanhã, cientes ou não – pouco importa – de que essa vertente da profissão estivesse com os dias contados, o quarteto vai atrás de suas fontes e o ritmo de thriller predomina até o fim. Talvez a gente esteja acostumado com uma direção em que o cineasta “participa” mais da história, tentando em alguns momentos criar uma tensão mais forte. Acontece que nem todo mundo tem a energia de um Martin Scorsese ou mesmo Michael Mann, como em outro filme estupendo sobre jornalismo, “O Informante” (1999). Mas nem Alan J. Pakula era assim. O trabalho de McCarthy segue a escola Clint Eastwood, que apenas observa e conduz a história com segurança, ao se apoiar na excelência de três fatores – roteiro, elenco e edição. Deste modo, ele parece um cineasta com o espírito da Hollywood dos anos 1970, exercendo seu ofício no século 21. Mas é importante ressaltar que “Spotlight” não abraça a nostalgia. É um filme atual, urgente pela força de seu roteiro e pelo que coloca sob seu “holofote” – entre outras coisas, como o jornalismo deveria ser diferente da busca por likes a qualquer custo. Se dói lembrar que o jornalismo está moribundo, é reconfortante saber que não comprou um lugar no Céu, ao desmascarar, em seus últimos suspiros, a farsa religiosa da trama. O filme não quer revelar que existem padres pedófilos – isso pode ser redundante –, mas ajuda a entender que os casos que vieram à tona não foram isolados. A Igreja protegeu e praticamente financiou a safadeza toda. De forma interessante para este contexto, o jornalismo celebrado em “Spotlight” também se mostra uma profissão de fé, revelando que só se encontra a verdadeira paz na busca, o tempo todo, do caminho da verdade.

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    Os Dez Mandamentos terá maior lançamento do cinema brasileiro em todos os tempos

    13 de janeiro de 2016 /

    A versão para o cinema da novela “Os Dez Mandamentos”, que estreia em 29 de janeiro, terá o maior lançamento já recebido por um filme brasileiro em todos os tempos, tornando-se a primeira produção nacional distribuída em 1,1 mil cinemas. O recorde anterior pertencia a “Até que a Sorte nos Separe 3”, que estreou em 863 salas no último Natal. A decisão foi tomada após “Os Dez Mandamentos — O Filme” quebrar outro recorde, com a confirmação de uma pré-venda de 1,5 milhão de ingressos. A venda antecipada é mais que o dobro do antigo recordista no Brasil, o filme “”A Saga Crepúsculo: Amanhecer — Parte 2”, que teve mais de 645 mil ingressos comercializados antes de sua estreia. A expectativa do mercado é que “Os Dez Mandamentos” possa se tornar o maior blockbuster da história do cinema nacional, ultrapassando o recorde de público de “Tropa de Elite 2”, que teve 11 milhões de espectadores. Em levantamento do portal UOL, a rede Cinemark e o Espaço Itaú apontaram que os ingressos têm sido adquiridos em lote por grupos de evangelizações, que buscam fechar sessões exclusivas em diversas cidades do país. Assim, já há sessões esgotadas para o fim de semana da estreia nas principais capitais do país. Para completar, há ainda estímulos religiosos para que fiéis assistam ao filme. O início da pré-venda rendeu imagens de bispos e pastores posando com seus ingressos para o site da Igreja Universal. Distribuído pela Paris Filmes, o longa-metragem é uma versão compacta da novela, escrita por Vivian de Oliveira e dirigida por Alexandre Avancini. A produção promete cenas exclusivas e um final inédito, que antecipará a 2ª temporada da atração religiosa, prevista para estrear em março na rede Record.

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    Os Dez Mandamentos bate recorde de pré-venda do cinema brasileiro

    7 de janeiro de 2016 /

    Com lançamento marcado apenas para o dia 28 de janeiro, “Os Dez Mandamentos – O Filme” já conquistou um recorde de bilheteria no Brasil. Segundo informações divulgadas pela rede Record, já foram vendidos mais de 400 mil ingressos em todo o país, o que representa a maior pré-venda da história do cinema nacional, ultrapassando até “Tropa de Elite 2” (2010). Se o ritmo continuar assim, é provável que o filme derivado da TV supere até mesmo “Jogos Vorazes – A Esperança: O Final”, recordista de pré-venda no Brasil, que teve mais de 640 mil ingressos comercializados antes de sua estreia. Além disso, se a pré-venda servir de parâmetro, “Os Dez Mandamentos” pode ultrapassar o recorde de público de “Tropa de Elite 2”, que teve 11 milhões de espectadores. Em levantamento anterior do portal UOL, a Cinemark, uma das redes onde se registrou a maior procura, e o Espaço Itaú apontaram que há um interesse muito grande por parte de grupos de evangelizações, que têm comprado muitos ingressos, visando fechar sessões exclusivas em diversas cidades do país. Assim, já há sessões esgotadas no dia da estreia, 28 de janeiro, nas principais capitais do país. No caso do Espaço Itaú, o esgotamento de ingressos é ainda maior, atingindo todas as sessões do primeiro fim de semana de estreia em todos os cinemas da rede. Para completar, há ainda estímulos religiosos para que fiéis assistam ao filme. O início da pré-venda rendeu imagens de bispos e pastores posando com seus ingressos para o site da Igreja Universal. Distribuído pela Paris Filmes, o longa-metragem é escrito por Vivian de Oliveira e dirigido por Alexandre Avancini, que também assinam a novela, promete cenas exclusivas e um final inédito, que antecipará a 2ª temporada da novela, prevista para estrear em março de 2016.

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    Filme Os Dez Mandamentos já vendeu 150 mil ingressos antecipados

    6 de janeiro de 2016 /

    A versão da novela “Os Dez Mandamentos” para o cinema promete repetir o sucesso da TV. A venda antecipada teve início no dia 1° de janeiro e conseguiu a façanha de vender 150 mil ingressos em quatro dias. O número é uma estimativa, já que os cinemas menores ainda não entraram na contabilização prévia da distribuidora. O número impressiona quando comparado ao blockbuster “Star Wars: o Despertar da Força”, que vendeu 600 mil ingressos antecipadamente durante dois meses da pré-venda. A Cinemark, uma das redes onde se registrou a maior procura, e o Espaço Itaú ainda apontaram que há uma procura muito grande por parte de grupos de evangelizações, que têm comprado ingressos de modo a fechar sessões exclusivas em diversas cidades do país. Assim, já há sessões esgotadas no dia da estreia, 28 de janeiro, nas principais capitais do país. No caso do Espaço Itaú, o esgotamento de ingressos é ainda maior, atingindo todas as sessões do primeiro fim de semana de estreia em todos os cinemas da rede. Para completar, há ainda estímulos religiosos para que fiéis assistam ao filme. O início da pré-venda rendeu imagens de bispos e pastores posando com seus ingressos para o site da Igreja Universal. Com a ajuda dos féis, “Os Dez Mandamentos” pode ultrapassar a bilheteria recorde de “Tropa de Elite 2”, que teve 11 milhões de espectadores. Distribuído pela Paris Filmes, o longa-metragem é escrito por Vivian de Oliveira e dirigido por Alexandre Avancini, que também assinam a novela, promete cenas exclusivas e um final inédito, que antecipará a 2ª temporada da novela, prevista para estrear em março de 2016.

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    Les Innocentes: Trailer leva atriz de Respire a descobrir escândalo sexual num convento

    2 de janeiro de 2016 /

    A Mars Films divulgou o pôster e o trailer de “Les Innocentes”, novo drama da cineasta luxemburguesa Anne Fontaine, diretora de “Coco Antes de Chanel” (2009) e “Gemma Bovery” (2014). Estrelado pela francesa Lou de Laâge, revelação de “Respire” (2014), e a polonesa Agata Kulesza, estrela de “Ida”, o filme se passa na Polônia em 1945 e acompanha uma jovem médica da Cruz Vermelha (de Laâge), que trabalha num hospital para sobreviventes franceses da guerra. Ao receber a visita de uma freira suplicante, a médica decide contrariar suas instruções e segui-la até o convento, onde descobre, para seu horror, várias freiras em estado avançado de gravidez. Ao tratá-las, entra em contato com um mundo enclausurado, que esconde um crime gravíssimo dos olhos do público: o estupro coletivo praticado por soldados soviéticos. Kulesza vive a madre superiora, que tem seus motivos para manter o escândalo abafado. A première mundial vai acontecer em 26 de janeiro, dentro da programação do Festival de Sundance, e a estreia comercial está marcada para 10 de fevereiro na França.

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    Veja trailer de drama indie que recria a fuga de José e Maria nos dias de hoje

    27 de dezembro de 2015 /

    “Ma”, premiado como filme revelação do festival AFI (do American Film Institute), ganhou seu primeiro trailer e pôster. A prévia é belíssima, acompanhando a jornada de um casal entre cenas de desejo latente e sublimação, que se revela religiosa. Estreia na direção de Celia Rowlson-Hall, o drama indie também foi escrito e estrelado pela cineasta e recria a viagem da Nossa Senhora do Desterro, a fuga de José e Maria pelo deserto egípcio, levada adiante pela protagonista Ma nos dias de hoje, na fronteira dos EUA com o México. O filme também foi exibido nos festivais de Veneza, Tribeca e estreia em 19 de abril nos EUA. Não há previsão para seu lançamento no Brasil.

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    O Jovem Messias: Filme do menino Jesus, da autora de Entrevista com o Vampiro, ganha primeiro trailer

    26 de dezembro de 2015 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “O Jovem Messias”, adaptação de “Cristo Senhor – A Saída do Egito”, da escritora Anne Rice (autora de “Entrevista com o Vampiro”). A trama é baseada na infância de Jesus e mistura elementos de ficção com a trajetória do pai do cristianismo, o que pode dar margem a polêmicas. A prévia, por sinal, mostra Jesus como um menino de cabelos longos, sedosos e praticamente loiros, interpretado pelo ator-mirim inglês Adam Greaves-Neal (série “Sherlock”), que tem o mesmo tom branquinho de pele dos intérpretes dos romanos na produção. Só faltaram os olhos azuis de Max Von Sydow. Entre os coadjuvantes, destacam-se ainda dois atores ingleses da série “Game of Thrones”: Sean Bean, como o legionário romano que caça a família de José, e David Bradley como um velho rabino. O elenco europeu também inclui o inglês Jonathan Bailey como o Imperador Herodes, a italiana (claro) Sara Lazzaro (“Andarevia”) como Maria e o irlandês Vincent Walsh (série “Lost Girl”) como José. Roteiro e direção ficaram a cargo de Cyrus Nowrasteh, americano de descendência iraniana, que dirigiu o excelente “O Apedrejamento de Soraya M.” (2008), sobre a cultura machista, baseada em dogmas religiosos, do Irã contemporâneo. É difícil ver uma relação entre os dois filmes, a não ser como antítese. A produção foi realizada sob influência da atual cultura de franquias de Hollywood, prevendo uma continuação. Caso o menino Jesus loirinho agrade, sua história continuaria com a adaptação de “Cristo Senhor – O Caminho para Caná”, segundo volume da saga de Anne Rice. A autora, que criou o vampiro Lestat, planejou “Cristo Senhor” como uma quadrilogia literária. Portanto, nada melhor que lançar o trailer no Natal, dia internacional do comércio. “O Jovem Messias” tem estreia prevista para 10 de março no Brasil.

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    Filme baseado na novela Os Dez Mandamentos ganha primeiro trailer

    22 de dezembro de 2015 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Os Dez Mandamentos — o Filme”, versão condensada da novela bíblica da rede Record. A prévia destaca cenas dos episódios sobre as sete pragas do Egito, que renderam as maiores audiências da novela, além de mostrar closes de Guilherme Winter ao vento. Os efeitos visuais passam longe de Hollywood e aparentemente não ganharam retoques para a exibição no cinema. Em compensação, o vídeo assume que se trata de um fenômeno televisivo (144 milhões de telespectadores) e destaca que a história terá cenas inéditas e um final diferente, exclusivos da versão cinematográfica. A estreia está marcada para 28 de janeiro nos cinemas, antecipando a “2ª temporada” da novela, que voltará às telinhas em março de 2016.

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    Scarlett Johansson mostra lado “sexy” da Bíblia

    16 de novembro de 2015 /

    A atriz Scarlett Johansson encontrou um uso inusitado para sua voz sensual, após atiçar a imaginação dos espectadores na sci-fi “Ela” (2013). A atriz gravou uma leitura sexy do Antigo Testamento, numa sátira às passagens consideradas misóginas da Bíblia. Intitulada “Sexy Bible”, a gravação faz parte do novo disco de piadas de Mike O’Brien, comediante do “Saturday Night Live”. O disco “Tasty Radio” foi lançado na sexta (30/10) nos EUA. Em entrevista à revista Rolling Stone, o comediante disse que sempre teve vontade de fazer piada com o Deuteronômio, o livro mais machista da Bíblia, aquele que ensina que, se um homem for à guerra e, entre os seus inimigos, encontrar uma mulher atraente, deve tomá-la para si. “Eu sabia que uma mulher deveria ler a maior parte porque muitas das citações são misóginas e quem quer ouvir um cara fazendo piada disso?”. A voz aveludada da atriz também foi usada recentemente para dar vida a um famoso vilão da Disney. Ela dublou a serpente Kaa na nova versão de “Mogli, o Menino Lobo”, que vai misturar atores e animação. O filme estreia em 14 de abril no Brasil. Confira abaixo a leitura sexy da misoginia bíblica, na voz de Scarlett Johansson.

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