Filme de Edir Macedo já vendeu 3 milhões de ingressos antecipados
A cinebiografia do bispo Edir Macedo, batizada de “Nada a Perder – Contra Tudo. Por Todos”, já vendeu 3,1 milhões de ingressos antecipados durante um mês de pré-venda, segundo a Paris Filmes, produtora do longa. Em termos de comparação, a produção bíblica “Os Dez Mandamentos” vendeu pouco menos de 3 milhões na pré-venda e, após a estreia, se tornou o filme nacional com mais ingressos vendidos desde a criação da Embrafilme, em 1970, com 11,2 milhões. O recorde é controvertido, porque, apesar de esgotar ingressos, os cinemas não encheram. A ação envolveu a Igreja Universal, que teria distribuído ingressos nos cultos. A comunicação da igreja, na época, negou a compra de ingressos e afirmou apenas apoiar, “juntamente com nossos grupos voluntários e de projetos beneficentes em todo Brasil, que o público em geral tenha a oportunidade de assistir ao filme.” O mesmo envolvimento acontece agora com o filme do líder da Universal. “Nada a Perder”, que só chega aos cinemas em 29 de março, já esgotou algumas sessões do fim de semana de estreia nas principais capitais do país. Nas redes Cinépolis e Cinemark, a maior parte das sessões só têm ingressos disponíveis nas primeiras fileiras. No caso do Cinépolis, a compra do ingresso tem sido impulsionada pelo sorteio de uma viagem a Israel, “com um acompanhante e seu líder religioso”, e mais dez viagens para visitar o Templo de Salomão, principal sede da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo. Mas a divulgação só está começando. De acordo com o colunista do UOL Flávio Ricco, a Record tem montado uma megaoperação para promover o filme. Além de uma série especial para o “Jornal da Record” e reportagens para o “Domingo Espetacular”, o plano inclui a exibição de 16 chamadas diárias até o dia do lançamento e o envio de uma equipe ao exterior para colher depoimentos de atores famosos que já interpretaram personalidades marcantes em filmes biográficos. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O primeiro estreia agora em março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).
Pantera Negra quebra diversos recordes em estreia arrasadora na América do Norte
Conforme comemorado de véspera, “Pantera Negra” estreou em 1º lugar e de forma arrasadora nas bilheterias da América do Norte. O novo filme de super-herói da Marvel atingiu US$ 202M (valor revisado com números oficiais) em seus primeiros três dias de exibição nos Estados Unidos e no Canadá. Trata-se da maior abertura doméstica de um filme de super-herói individual, deixando para trás o antigo campeão, “Capitão América: Guerra Civil” (US$ 179,1M). De fato, a arrecadação chegou até a superar “Vingadores: Era de Ultron” (US$ 191,2M). Entre todos os filmes de super-heróis já lançados, “Pantera Negra” ficou atrás apenas do recordista “Vingadores” (US$ 207,4M). Em todos os tempos, apenas quatro outros filmes tiveram estreia mais retumbante: o citado “Vingadores”, “Jurassic World” (US$ 208,8M), “Star Wars: Os Últimos Jedi” (US$ 220M) e “Star Wars: O Despertar da Força” (US$ 247,9M). É digno de impressionar mesmo. Mas “Pantera Negra” não conquistou “só” a quinta maior estreia de todos os tempos e a maior abertura de um filme de herói individual. A produção também liderou diversos rankings com o estabelecimento de novos recordes. Foi a maior estreia de um filme dirigido por um cineasta negro (Ryan Cogler), a maior estreia de um filme protagonizado por um ator negro (Chadwick Boseman) e a maior estreia já registrada durante o mês de fevereiro e em todo o inverno na América do Norte. O recordista anterior dos dois últimos quesitos era “Deadpool” (US$ 152M). Sem esquecer que na noite de quinta (15/2) já tinha quebrado o recorde de maior pré-estreia de todos os tempos. Tem mais. “Pantera Negra” arrecadou US$ 169 milhões no mercado internacional, chegando a um total de US$ 371 milhões em todo o mundo. E isto considerando que o filme ainda não chegou à China, onde é esperado apenas em 9 de março. O sucesso não é apenas financeiro. O longa agradou em cheio ao público e à crítica, com espectadores atribuindo nota A+, o máximo de aprovação possível, na pesquisa do CinemaScore, feita na saída dos cinemas norte-americanos, além de conquistar 97% de aprovação no agregador de críticas Rotten Tomatoes, a mais alta já obtida por um filme de super-herói – e superior a muitos dos filmes que disputam o Oscar 2018. O resto do ranking das maiores bilheterias do fim de semana passou longe dos números apresentados pelo filme da Marvel. O infantil “Pedro Coelho”, mistura de animação e live action, ficou em 2º lugar com US$ 17,2M, enquanto “Cinquenta Tons de Liberdade” caiu da primeira posição na semana passada para o 3º lugar, com US$ 16,9M. Em 4º lugar, “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” ainda comemorou um marco no mercado mundial, ao superar os US$ 900 milhões de arrecadação. Para completar, ainda houve duas estreias, que se posicionaram na parte inferior do Top 10. “O Homem das Cavernas”, nova animação de massinhas do inglês Nick Park (criador de “Wallace & Gromit”), debutou em 7º lugar com US$ 3,1M, e o “épico” bíblico de baixo orçamento “Sansão” abriu em 10º com US$ 1,9M. Ambos têm lançamentos previstos para o Brasil, mas não para já – respectivamente, em abril e agosto. Confira abaixo os números do desempenho dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Pantera Negra Fim de semana: US$ 202M Total EUA: US$ 202M Total Mundo: US$ 371M 2. Pedro Coelho Fim de semana: US$ 17,2M Total EUA: US$ 48,2M Total Mundo: US$ 48,2M 3. Cinquenta Tons de Liberdade Fim de semana: US$ 16,9M Total EUA: US$ 76,1M Total Mundo: US$ 266,9M 4. Jumanji: Bem-Vindo à Selva Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA: US$ 377,6M Total Mundo: US$ 904,6M 5. 15h17 – Trem para Paris Fim de semana: US$ 7,6M Total EUA: US$ 25,4M Total Mundo: US$ 36,1M 6. O Rei do Show Fim de semana: US$ 5,1M Total EUA: US$ 154,4M Total Mundo: US$ 325,2M 7. O Homem das Cavernas Fim de semana: US$ 3,1M Total EUA: US$ 3,1M Total Mundo: US$ 3,1M 8. Maze Runner: A Cura Mortal Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA: US$ 54M Total Mundo: US$ 240,7M 9. A Maldição da Casa Winchester Fim de semana: US$ 2,2M Total EUA: US$ 21,8M Total Mundo: US$ 21,8M 10. Sansão Fim de semana: US$ 1,9M Total EUA: US$ 1,9M Total Mundo: US$ 1,9M
Edir Macedo é perseguido e preso no primeiro trailer de Nada a Perder
A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer da cinebiografia do bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus. Na prévia, o intérprete de Macedo (Petronio Gontijo, da novela “Os Dez Mandamentos”) aparece questionado, perseguido, difamado e atrás das grades. O clima lembra mais “Polícia Federal – A Lei É para Todos”, com carros de polícia, políticos e agentes federais em cena, enquanto as imagens repercutem denúncias e investigações. Uma abordagem curiosa para uma produção chapa-branca, com aval do biografado. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O primeiro estreia em 29 de março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco ainda inclui Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).
Jim Caviezel negocia reprisar o papel de Jesus na continuação de A Paixão de Cristo
O ator Jim Caviezel (série “Person of Interest”) está negociando retomar o papel de Jesus na continuação de “A Paixão de Cristo” (2004). O filme voltará a ser dirigido por Mel Gibson e será centrado na ressurreição de Jesus. Os representantes do ator confirmaram o projeto ao site The Hollywood Reporter. A informação de que Mel Gibson considerava filmar uma sequência de “A Paixão de Cristo” veio à tona em 2016, revelada pelo roteirista Randall Wallace, com quem Gibson trabalhou em “Coração Valente” (1995) e em seu filme mais recente, “Até o Último Homem” (2016). Segundo o roteirista, a ideia surgiu durante as filmagens de “Até o Último Homem”. “A paixão é o início, mas há muito mais para contar”, disse ele na ocasião, em entrevista à revista The Hollywood Reporter. Gibson confirmou posteriormente o projeto, afirmando que ele teria um longo período de produção e só seria lançado entre 2019 e 2020, “porque é um assunto importante”. “A Paixão de Cristo” é considerado o filme independente de maior sucesso de todos os tempos no cinema americano. A produção, que custou cerca de US$ 30 milhões, rendeu US$ 612 milhões em bilheteria no mundo inteiro.
Edir Macedo aparece preso no pôster de seu filme
A Record divulgou o pôster da cinebiografia do bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus. A imagem registra o ator Petronio Gontijo (novela “Os Dez Mandamentos”), intérprete de Macedo, atrás das grades. A imagem se refere à prisão do bispo em 1992, acusado de charlatanismo, estelionato e curandeirismo. Na época, a prisão gerou repercussão negativa e muitas críticas na sociedade civil. Após vários dias numa cela do 91º DP de São Paulo, ele acabou solto, e a medida considerada ilegal e antidemocrática. Na biografia que inspira o filme, Macedo acusa a Igreja Católica de estar por trás de sua prisão. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, a produção deve se configurar como dois filmes. E o primeiro já estreia em 29 de março, enquanto o segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os filmes já estão negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco ainda inclui Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).
Versão televisiva de Jesus Christ Superstar ganha primeiro teaser
A rede NBC divulgou o primeiro teaser da versão televisiva do musical “Jesus Christ Superstar”, que será apresentada ao vivo no domingo de Páscoa nos Estados Unidos. O comercial traz apenas cenas de público e uma banda no palco, ao som da música mais conhecida do espetáculo, enquanto destaca os nomes dos cantores Alice Cooper, Sara Bareilles e John Legend – que interpretarão o Rei Herodes, Maria Madalena e Jesus Cristo, respectivamente. A produção é baseada na icônica ópera rock de Tim Rice e Andrew Lloyd Webber, grande sucesso da Broadway, que foi transformada em filme por Norman Jewison em 1973. O musical irá ao ar ao vivo no dia 1º de abril nos Estados Unidos.
Alice Cooper, Sara Bareilles e John Legend vão estrelar versão televisiva de Jesus Christ Superstar
Os cantores Alice Cooper, Sara Bareilles e John Legend são os primeiros nomes confirmados da versão televisiva do musical “Jesus Christ Superstar”, que será apresentada ao vivo no domingo de Páscoa nos Estados Unidos. Eles interpretarão o Rei Herodes, Maria Madalena e Jesus Cristo, respectivamente. Não será a primeira vez que Jesus será interpretado por um homem negro. O trash “Color of the Cross” (2006) chegou a ir ao limite de afirmar que Jesus foi assassinado justamente por ser negro. A produção é baseada na icônica ópera rock de Tim Rice e Andrew Lloyd Webber, grande sucesso da Broadway, que foi transformada num filme famoso por Norman Jewison em 1973. Na época, Judas também foi interpretado por um artista negro, Carl Anderson, que cantou a música mais famosa da produção (veja abaixo). O musical irá ao ar ao vivo na rede NBC no dia 1º de abril.
Documentário resgata coragem e importância histórica de Dom Paulo Evaristo Arns
Dom Paulo Evaristo Arns (1921-2016) é uma figura tão importante na história recente do Brasil que vai muito além da sua atuação propriamente religiosa. Sua narrativa de vida é tão densa e marcante que é muito difícil abordá-la em sua amplitude. O documentário do jornalista Ricardo Carvalho reconhece isso já no título complementar do filme “Coragem! – As Muitas Vidas do Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns” e se debruça, didaticamente até, nas várias dimensões da atuação dele. A dedicação de Dom Paulo à causa dos mais pobres, à luta pelo respeito e dignidade da pessoa humana, ao exercício pleno da cidadania para todos, à democracia e aos direitos humanos, passou por testes terríveis, já que ele foi cardeal de São Paulo no período negro da ditadura militar e prosseguiu já na redemocratização do país, de 1970 a 1998. Mas ele atuou bravamente para denunciar a opressão do período, as torturas, a perseguição política e produziu gestos históricos, como o do evento ecumênico na catedral de São Paulo para marcar a morte de Vladimir Herzog, que supostamente teria se suicidado na prisão. Na verdade, morto sob tortura. Ao lado do rabino Henri Sobel e do reverendo evangélico Jayme Wright, oficiou o evento religioso que reuniu 8 mil pessoas na catedral e praça da Sé, num dos momentos mais tensos da ditadura. Ele visitou presos políticos, acolheu perseguidos e fez ouvir sua voz por todos os cantos. Chegou a ser recebido por Emílio Garrastazu Médici, para apresentar sua demanda ao mais duro militar que exerceu o poder no Brasil. O filme mostra, também, que ele manteve correspondência com Fidel Castro, então execrado pelo regime, que proibia até visitas turísticas a Cuba. Enfim, não por acaso, o título do documentário é “Coragem!”, com exclamação. Essa talvez seja, mesmo, a característica mais forte de Dom Paulo: a coragem, aliada a um humanismo militante, que fizeram dele uma das maiores referências brasileiras do século 20. O jovem, que nasceu em Forquilha, Santa Catarina, veio de uma família pobre, com 13 filhos, e se tornaria sacerdote em 1945. Estava pronto para encarar o desafio de sua existência, ao assumir a condição de cardeal de São Paulo, em 1970, um ano de escalada da repressão, que se agudizava desde a edição do AI-5, em 1968. Que só teve como atenuante a vitória do Brasil na Copa do Mundo do México. E que teve em Dom Paulo um dos respiros democráticos mais fortes e representativos. Da dimensão de um Dom Helder Câmara, que o inspirou. O filme “Coragem!” dá conta de revelar essa trajetória espantosa de Dom Paulo em anos de trabalho de Ricardo Carvalho, que foi próximo do cardeal e cobriu esses eventos do período, reunindo muito material. Além disso, contou com imagens de arquivo cedidas por órgãos da mídia e com a preciosa colaboração do arquivo pessoal do clérigo, organizado e disponibilizado por Maria Angélica Borsoi, secretária do religioso por 40 anos, além da família de Dom Paulo. “Coragem!” é um trabalho que merece ser conhecido e divulgado. Indispensável para os mais jovens que, talvez, desconheçam o enorme legado de Dom Paulo Evaristo Arns ao Brasil e à democracia, tão duramente reconquistada, e em que a atuação dele foi absolutamente central. Só para lembrar mais algumas coisas que fazem parte dessas muitas vidas de Dom Paulo: as comunidades eclesiais de base, que ele impulsionou e apoiou; a criação da Comissão de Justiça e Paz, em 1972, que denunciava abusos cometidos no período e o impressionante projeto Brasil Nunca Mais, que reuniu uma equipe de 30 pessoas em seis anos de trabalho clandestino, resultou num livro que denunciou ao mundo o que ocorria no Brasil e é uma referência essencial para o registro do que, infelizmente, vivemos. Que essas coisas realmente nunca mais aconteçam. Ainda bem que, nesse período de trevas, existiu uma pessoa como Dom Paulo Evaristo Arns. O filme “Coragem!”, que está agora em cartaz nos cinemas, será exibido posteriormente na TV. Provavelmente, na Globo News TV, já que ela é uma das coprodutoras da obra.
Trailer da 3ª temporada de The Path é repleto de reviravoltas e cheio de tensão
Uma das melhores séries do serviço de streaming Hulu, “The Path” ganhou o pôster e o trailerde sua 3ª temporada, repleto de reviravoltas e cenas de pura tensão. Criada por Jessica Goldberg (roteirista da série “Parenthood”), a atração é estrelada por Aaron Paul (série “Breaking Bad”) e Michelle Monaghan (série “True Detective”). A trama gira em torno da crise de fé do casal, integrante de um culto controverso. Os capítulos mais recentes trouxeram Paul se rebelando contra a seita, que ainda mantém o controle de sua mulher, mas a prévia mostra um milagre, que muda tudo. O elenco ainda destaca Hugh Dancy (série “Hannibal”) como o líder da seita, além de Emma Greenwell (série “Shameless”) e Rockmond Dunbar (série “Sons of Anarchy”). E nos novos episódios passará a contar também com Sarita Choudhury (série “Homeland”) e Freida Pinto (“Quem Quer Ser um Milionário?”). A 3ª temporada estreia em 17 de janeiro nos Estados Unidos.
Pôster traz Rooney Mara como Maria Madalena e Joaquin Phoenix como Jesus
A Universal (o estúdio, não a igreja) divulgou o primeiro pôster de “Maria Madalena”, filme religioso sobre uma das personagens mais controvertidas do Novo Testamento. A imagem reúne Rooney Mara (“Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres”), que interpreta o papel-título, e Joaquin Phoenix (“Vício Inerente”) como Jesus. A primeira prévia da produção apontou um retrato de Madalena como um dos apóstolos, seguindo os textos gnósticos. Não só isso, mostrou-a como a discípula predileta de Jesus, herdeira de sua palavra, responsável inclusive por batizados e por trazer as mulheres para o cristianismo. Mas após a morte de Cristo teria sido proibida de falar em nome dele por Pedro, que os católicos consideram o primeiro papa. Esse confronto é descrito no “Evangelho de Maria Madalena”, manuscrito encontrado junto com outros textos do cristianismo primitivo em escavações do Egito e só publicado em 1955. No primeiro trailer do filme, o embate ganha matizes de luta de gênero. Pedro, por sinal, é interpretado por um ator negro, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”), o que também pode render polêmica. O elenco ainda destaca Tahar Rahim (“O Passado”) como Judas. Dirigido por Garth Davis, que já tinha trabalhado com Rooney Mara em “Lion” (2016), o filme tem roteiro de Helen Edmundson (telefilme “An Inspector Calls”) e Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”), e está sendo apresentado como “um retrato autêntico e humanista” de Maria Madalena. A estreia está marcada para 22 de março no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.
Primeiro trailer legendado de Maria Madalena provoca com polêmica religosa
A Universal (o estúdio, não a igreja) divulgou o primeiro trailer legendado de “Maria Madalena”, e a prévia revela uma produção bastante polêmica. Considerada uma das personagens mais controvertidas do Novo Testamento, ela é vivida por Rooney Mara como um dos apóstolos, seguindo os textos gnósticos. Não só isso, surge como a discípula predileta de Jesus, herdeira de sua palavra, responsável inclusive por batizados e por trazer as mulheres para o cristianismo, mas após sua morte é proibida de falar em nome dele por Pedro, que os católicos consideram o primeiro papa. Esse confronto é descrito no “Evangelho de Maria Madalena”, manuscrito encontrado junto com outros textos do cristianismo primitivo em escavações do Egito e só publicado em 1955. No trailer, o embate ganha matizes de luta de gênero. Pedro, por sinal, é interpretado por um ator negro, Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”), o que também pode render questionamentos. O elenco ainda destaca Joaquin Phoenix (“Vício Inerente”) como Jesus e Tahar Rahim (“O Passado”) como Judas. Nos cinemas, Maria Madalena já foi interpretada por grandes atrizes como Barbara Hershey (“A Última Tentação de Cristo”), Juliette Binoche (“Maria”) e Monica Bellucci (“A Paixão de Cristo”). E todas seguiram, mais ou menos, a versão popularizada pela Igreja Católica de que Maria Madalena foi uma prostituta salva por Jesus Cristo após se arrepender de seus pecados, visão sustentada até hoje em produtos como os DVDs da “Coleção Bíblia Sagrada”. Entretanto, muitos teólogos contestam essa versão, já que nenhum apóstolo afirma isso categoricamente. O próprio Papa Francisco publicou um texto neste ano em que chama Maria Madalena de Apóstola da Esperança, dando reconhecimento a sua importância original, ainda que mantendo a história de que ela “mudou de vida” após ver Jesus ressuscitado. Mas há abordagens mais controvertidas ainda, como a apresentada na adaptação do best-seller “O Código Da Vinci” (2006), que mostrou uma descendente de Jesus e Maria Madalena, razão pela qual a produção foi rechaçada pela Igreja. Dirigido por Garth Davis, que já tinha trabalhado com Rooney Mara em “Lion” (2016), o filme tem roteiro de Helen Edmundson (telefilme “An Inspector Calls”) e Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”), e está sendo apresentado como “um retrato autêntico e humanista” de uma figuras mais enigmáticas e incompreendidas do Novo Testamento. A estreia está marcada para 22 de março no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.
Veja a primeira foto de Rooney Mara como Maria Madalena em superprodução religiosa
A Universal divulgou a primeira foto da atriz Rooney Mara (“Carol”) na superprodução religiosa baseada na vida de Maria Madalena. O filme tem direção de Garth Davis (“Lion”), que também aparece numa imagem dos bastidores da produção. Veja abaixo. Este é o segundo trabalho consecutivo a juntar a atriz e o diretor, após o premiado “Lion”. O elenco também inclui Joaquin Phoenix (“Vício Inerente”) como Jesus, Tahar Rahim (“O Passado”) como Judas e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”) como Pedro. Nos cinemas, Maria Madalena já foi interpretada por grandes atrizes como Barbara Hershey (“A Última Tentação de Cristo”), Juliette Binoche (“Maria”) e Monica Bellucci (“A Paixão de Cristo”). Mas talvez a escalação de um ator negro para o papel do primeiro Papa católico renda mais polêmica que a abordagem da própria Maria Madalena, uma das personagens mais controvertidas do Novo Testamento. Embora tenha se popularizado a versão de que Maria Madalena foi uma prostituta salva por Jesus Cristo após se arrepender de seus pecados, visão sustentada até hoje em produtos como os DVDs da “Coleção Bíblia Sagrada”, muitos teólogos afirmam que nenhum apóstolo afirma isso categoricamente. Há vertentes que defendem que ela também foi apóstola. Mais controvertida ainda, existe até uma teoria de que Maria Madalena teve filhos com Jesus Cristo, como visto na adaptação do best-seller “O Código Da Vinci” (2006), razão pela qual a produção foi rechaçada pela Igreja Católica. Produzido pela equipe vencedora do Oscar por “O Discurso do Rei” (2010), o filme terá roteiro de Helen Edmundson (telefilme “An Inspector Calls”) e Philippa Goslett (“Poucas Cinzas: Salvador Dalí”), e está sendo apresentado como “um retrato autêntico e humanista” de uma figuras mais enigmáticas e incompreendidas do Novo Testamento. A estreia está marcada para 22 de março no Brasil, uma semana antes do lançamento nos Estados Unidos.
Della Reese (1931 – 2017)
A atriz e cantora Della Reese morreu aos 86 anos em sua casa, na Califórnia, no domingo (19/11). Ele ficou conhecida pelo sucesso de sua carreira musical entre os anos 1950 e 1960, e por sua atuação na série “O Toque de um Anjo”, exibida nos EUA entre 1994 e 2003. Reese “faleceu pacificamente em casa na Califórnia, cercada de amor”, disse o marido, Franklin Lett, e a família em um comunicado. Delloreese Patricia Early nasceu em 6 de julho de 1931, em Detroit. Seu pai era operário, sua mãe uma cozinheira e ela tinha cinco irmãs e um irmão. “Minha mãe me dizia que quando eu nasci e eles me bateram, eu não tossi, comecei a cantar e nunca parei”, contou ela em uma entrevista de 2008 para o Archive of American Television. “Quando tinha 6 anos, eu cantei continuamente até deixar todos muito nervosos”. Sua carreira musical começou cedo por conta disso. Um dia, um das cantoras de apoio da lendária Mahalia Jackson, desmaiou na igreja em que se apresentava e foi proibida pelo médico de participar de uma turnê com a cantora gospel mais famosa dos Estados Unidos. Foi quando Mahalia convidou Reese, que tinha 13 anos, para tomar seu lugar. “Eu pensei que ao me distanciar da minha mãe eu poderia me divertir com liberdade, mas Mahalia era ainda mais rígida do que minha mãe”, disse ela. A experiência lhe deu vontade de seguir a carreira. E ao atingir a maioridade se mudou para Nova York, onde trabalhou como vocalista de fundo para mitos do jazz, como Ella Fitzgerald, Billy Eckstine, Sarah Vaughan, Duke Ellington e Miles Davis. Sua primeira turnê foi com Nat King Cole, a quem ela adorava. Ao todo, a artista apareceu 17 vezes no The Ed Sullivan Show, o programa que lançou nacionalmente Elvis Presley e os Beatles, a primeira vez em 1957. Ela apareceu como cantora solo no filme “Let’s Rock” (1958) e conquistou sucesso musical no ano seguinte, com o lançamento do single “Don’t You Know”, que atingiu o 1º lugar da parada de R&B e o 2º lugar entre os hits da música pop da época. Uma década depois, Reese iniciou uma transição profissional, fazendo sua primeira aparição na TV num episódio de “Mod Squad”, de 1968, seguida por participações em “Police Woman”, “Os Novos Centuriões”, “Os Novatos”, “O Barco do Amor”, “McCloud” e “Esquadrão Classe A”. Ela ainda estrelou o primeiro talk show apresentado por uma mulher negra na TV americana, “Della”, em 1969, 17 anos antes do “Oprah Winfrey Show”. Reese também chegou a integrar o elenco de “Chico and the Man”, grande sucesso dos anos 1970, que foi encerrada após quatro temporadas devido ao suicídio do astro, Freddie Prinze, em 1977, aos 22 anos. Dois anos depois, a própria Reese sofreu um aneurisma cerebral que quase a matou. A partir dos anos 1980, passou a alternar a carreira de atriz com a de pastora, até encontrar o programa que conciliou sua fé com a atuação. Lançada em 1994, “O Toque de um Anjo” se tornou um fenômeno de audiência, durando nove temporadas até 2003 e rendendo um spin-off, “Promised Land”, que também teve participação de Reese. Nas duas produções, ela interpretava Tess, supervisora de um anjo (Roma Downey) enviado à Terra para ajudar pessoas com problemas. Pelo papel, a atriz foi indicada a um Globo de Ouro e a dois prêmios Emmy. Além disso, também cantava a música tema da série, “Walk with You”. “O Toque de um Anjo” marcou tanto sua carreira que, anos depois, ela até interpretou uma cantora de jazz aposentada, que uma menina confundia com um anjo no telefilme “O Anjo Mora ao Lado” (2012). Nos últimos anos, Reese vinha participando exclusivamente de produções religiosas, como os filmes “Porque Eu, Senhor?” (2012) e “Meant to Be” (2012) e os telefilmes de Natal “Dear Secret Santa” (2013) e “Miracle at Gate 213” (2013). “Ela foi uma incrível esposa, mãe, avó, amiga e pastora, assim como uma atriz premiada e cantora”, disse sua colega, a atriz Roma Downey, co-estrela de “O Toque de um Anjo”. “Através de sua vida e trabalho, ela tocou e inspirou milhões de pessoas. Ela foi uma mãe para mim e eu tive o privilégio de trabalhar a seu lado por muitos anos em ‘O Toque de um Anjo’. Sei que o céu tem um novo anjo neste dia. Della Reese ficará para sempre em nossos corações”, completou, em nota divulgada pela imprensa americana.










