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    Living Biblically é tirada do ar após oito episódios

    22 de abril de 2018 /

    A rede americana CBS tirou do ar a série “Living Biblically”, virtualmente cancelando a atração após oito episódios. Criada por Patrick Walsh (roteirista-produtor de “2 Broke Girls”), a série de comédia nunca foi um grande sucesso. O episódio de estreia, exibido em 26 de fevereiro, atraiu 5 milhões de telespectadores, mas marcou apenas 0,78 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Os capítulos subsequentes perderam audiência, registrando seu pior público na última segunda (16/4): 3,5 milhões e 0,6 na demo. A série era uma adaptação do livro de não-ficção de AJ Jacobs, em que um homem (Jay R. Ferguson, da série “The Real O’Neals”) tentava viver de acordo com os ensinamentos da Bíblia numa cidade grande atual. A partir desta segunda, “Living Biblically” será substituída por reprises de “The Big Bang Theory” na programação do canal, que não revelou o que fará com os episódios inéditos. Ainda restam cinco episódios não exibidos da atração.

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    Um Lugar Silencioso recupera o 1º lugar das bilheterias da América do Norte

    22 de abril de 2018 /

    O terror “Um Lugar Silencioso” continua a surpreender as expectativas do mercado, ao retomar o 1º lugar das bilheterias da América do Norte neste fim de semana. O longa dirigido pelo ator John Krasinski tinha perdido o topo para “Rampage – Destruição Total” na semana passada. Mas a situação agora se inverteu, com “Rampage” ficando com o 2º lugar. A diferença entre os dois filmes é pequena, com o terror faturando US$ 22M (milhões), enquanto a aventura de Dwayne Johnson ficou com US$ 21M. Ao todo, “Um Lugar Silencioso” já soma US$ 132,3M nos Estados Unidos e Canadá e US$ 207,1M em todo o mundo. Uma façanha e tanto para uma produção barata, orçada em apenas U$ 17 milhões. Já “Rampage” se arrasta com US$ 66,6M na América do Norte, tendo custado o dobro, US$ 120M apenas de produção. A situação só não é pior porque os chineses ajudaram a diminuir o prejuízo, fazendo com o que o longa atingisse US$ 283M em todo o mundo. O azar da Warner é que o estúdio está competindo contra si mesmo na China, onde “Jogador Nº 1” está se provando um fenômeno de popularidade. A nova sci-fi de Spielberg não estourou na América do Norte, onde acumula apenas US$ 126,1M, mas fez mais de US$ 200M só no mercado chinês, ajudando sua arrecadação mundial a ultrapassar os US$ 500M. A programação teve três estreias. As mais destacadas foram as comédias “Sexy por Acidente” e “Super Troopers 2”, que ocuparam o 3º e o 4º lugares, respectivamente. Mais ambiciosa, a primeira é estrelada por Amy Schumer e não teve o desempenho imaginado pelo estúdio STX, que está se especializando em tomar prejuízos com comédias femininas. A produção custou US$ 32M e abriu com apenas US$ 16,2M. Para completar, foi destruída pela crítica, com 34% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes. A estreia no Brasil está marcada para 10 de maio. A continuação do besteirol “Super Tiras” (2001) não teve resultado muito diferente, com US$ 14,7M de faturamento e 35% de aprovação. Mas é uma produção menos dispendiosa, realizada por US$ 13,5M. Não há previsão para seu lançamento no Brasil. A última estreia foi um desastre completo. Apostando no suspense de temática racial, que catapultou “Corra!” para o Oscar, “Traffik” conseguiu ser ainda pior avaliado que os demais, com 24% de aprovação. Praticamente ignorado pelo grande público, abriu em 9º lugar com somente US$ 3,8M. Não há planos para seu lançamento no país. Vale destacar ainda a estreia de “Ghost Stories” no circuito limitado. Lançado em apenas uma sala, a antologia de terror indie faturou US$ 12,5 mil, o maior valor por sala da semana, e arrancou elogios da crítica, com 84% de aprovação no Rotten Tomatoes. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para saber mais sobre cada lançamento. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 22M Total EUA e Canadá: US$ 132,3M Total Mundo: US$ 207,1M 2. Rampage Fim de semana: US$ 21M Total EUA e Canadá: US$ 66,6M Total Mundo: US$ 283M 3. Sexy por Acidente Fim de semana: US$ 16,2M Total EUA e Canadá: 16,2M Total Mundo: 16,2M 4. Super Troopers 2 Fim de semana: US$ 14,7M Total EUA e Canadá: US$ 14,7M Total Mundo: US$ 14,7M 5. Verdade ou Desafio Fim de semana: US$ 7,9M Total EUA e Canadá: US$ 30,3M Total Mundo: US$ 38,29M 6. Jogador Nº 1 Fim de semana: US$ 7,5M Total EUA e Canadá: US$ 126,1M Total Mundo: US$ 521,5M 7. Não Vai Dar Fim de semana: US$ 6,9M Total EUA e Canadá: US$ 48,2M Total Mundo: US$ 67,7M 8. Pantera Negra Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 6819M Total Mundo: US$ 1,3B 9. Traffik Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 3,8M Total Mundo: US$ 3,8M 10. Ilha de Cachorros Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA e Canadá: US$ 24,3M Total Mundo: US$ 39,6M

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    Rampage estreia em 1º lugar na América do Norte, mas sem causar Destruição Total

    15 de abril de 2018 /

    Os monstros gigantes de “Rampage – Destruição Total” fizeram mais barulho que as criaturas de “Um Lugar Silencioso” neste fim de semana nas bilheterias da América do Norte. “Rampage” estreou em 1º lugar. Entretanto, não causou a “Destruição Total” anunciada por seu subtítulo brasileiro. Mais que a conquista do topo do ranking, o que chamou atenção foi sua pouca vantagem sobre o líder da semana passada, o surpreendente “Um Lugar Silencioso”. A diferença, ainda em fase estimada, girou em torno de apenas US$ 2M (milhões). O feito de “Rampage” diz mais sobre a popularidade do astro Dwayne Johnson do que qualquer expectativa do público sobre outro filme de “Destruição Total” com monstros vitaminados. Afinal, “Rampage” chega aos cinemas logo após o fracasso de “Círculo de Fogo: A Revolta”, que fez ao todo US$ 57,6M no mercado doméstico desde seu lançamento em 23 de março. Além disso, veio acompanhado por uma avaliação medíocre – 50% de aprovação – da crítica. Apesar da abertura no topo, a verdade é que os US$ 34,5M arrecadados só podem ser comemorados como reforço de caixa. A estreia realmente festejada foi a chinesa, que rendeu US$ 55M e ajudou o montante mundial a atingir US$ 148,6M. Graças ao exterior, a Warner vê chances reais de recuperar o investimento na produção, orçada em US$ 120M – sem contar as despesas de marketing. “Um Lugar Silencioso”, por outro lado, é só lucro para a Paramount. O filme de US$ 17M já soma quase US$ 100M nas bilheterias domésticas – e ultrapassou os US$ 150M mundiais – , uma façanha e tanto para um longa de terror barato. O gênero do terror está tão prestigiado que até um filme fraquíssimo como “Verdade ou Desafio” já deu lucro em seu primeiro fim de semana de exibição. “Verdade ou Desafio”, que custou apenas US$ 3,5M, faturou US$ 19M entre sexta (13/4) e domingo (15/4), e abriu em 3º lugar nos Estados Unidos e no Canadá. Considerada podre, com 15% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa estrelado por diversos atores de TV chega em 3 de maio no Brasil. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no final de semana nos Estados Unidos e no Canadá, e clique nos títulos para saber mais sobre cada lançamento. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Rampage Fim de semana: US$ 34,5M Total EUA e Canadá: US$ 34,5M Total Mundo: US$ 148,6M 2. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 32,6M Total EUA e Canadá: US$ 99,6M Total Mundo: US$ 151,3M 3. Verdade ou Desafio Fim de semana: US$ 19M Total EUA e Canadá: 19M Total Mundo: 21,6M 4. Jogador Nº 1 Fim de semana: US$ 11,2M Total EUA e Canadá: US$ 114,6M Total Mundo: US$ 474,8M 5. Não Vai Dar Fim de semana: US$ 10,2M Total EUA e Canadá: US$ 36,9M Total Mundo: US$ 52,9M 6. Pantera Negra Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 673,7M Total Mundo: US$ 1,3B 7. Ilha de Cachorros Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 18,4M Total Mundo: US$ 27,1M 8. Eu Só Posso Imaginar Fim de semana: US$ 3,8M Total EUA e Canadá: US$ 74,9M Total Mundo: US$ 74,9M 9. Acrimony Fim de semana: US$ 3,7M Total EUA e Canadá: US$ 37,8M Total Mundo: US$ 38,9M 10. Chappaquiddick Fim de semana: US$ 3M Total EUA e Canadá: US$ 11M Total Mundo: US$ 11M

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    Perfis falsos forjam elogios e dão nota 10 para o filme de Edir Macedo em site americano

    9 de abril de 2018 /

    O filme “Nada a Perder”, cinebiografia do bispo Edir Macedo, conseguiu se envolver em nova polêmica, agora nos Estados Unidos. Após estrear com recorde de bilheteria e salas supostamente vazias no Brasil, o longa foi acusado de falsear avaliações positivas para elevar sua nota no site americano IMDb (Internet Movie Database). O site costuma ser usado como fonte de consulta, pois compila avaliações de espectadores. Entretanto, após denúncias, o filme teve várias resenhas elogiosas apagadas pelos mediadores, que as consideraram falsas ou criadas por bots. A ação aconteceu após o programa “Domingo Espetacular”, da rede Record, emissora de propriedade de Edir Macedo, exaltar a nota 10 atingida por “Nada a Perder” no site. “O desempenho se compara a filmes como ‘O Poderoso Chefão’, lançado em 1972, e ‘Um Sonho de Liberdade’, de 1994, os dois mais populares do ranking”, observou a repórter Evelyn Bastos, na reportagem da TV, citando ainda que o longa tem nota maior que a do vencedor do Oscar 2018, “A Forma da Água”. Mas diante de denúncias de que não apenas as notas estariam sendo elevadas por robôs, mas muitas resenhas eram falsas, o site apagou nada menos que 133 textos de uma só vez, pois teriam sintaxe parecida ou foram criadas na mesma hora. Nesta segunda-feira (9/4), o número de críticas de espectadores caiu de 150 para apenas 17. A nota também caiu. O longa dirigido por Alexandre Vancini está atualmente avaliado em 8,6 e em queda livre – estava 8,8 pela manhã. Ainda assim, chama atenção a falta de notas intermediárias para a produção. A maioria esmagadora das avaliações dá nota 10 ou nota 1. Fora estes extremos, há eventuais 9. A falta de meio termo é algo inusitado em relação a outras produções. Também chama atenção o fato de a maioria das resenhas conter erros grosseiros de inglês, indicando o uso de tradutor online. Mesmo assim, um dos resenhistas afirma ser da Flórida, onde o filme ainda não estreou. Este espectador, por sinal, tem apenas uma resenha publicada no site. Justamente de “Nada a Perder”. O mesmo fenômeno pode ser verificado entre todos os que escreveram elogios ao filme. Estes supostos cinéfilos só usaram o IMDb uma vez na vida: para elogiar e dar nota positiva a “Nada a Perder”. De forma ainda mais impressionante, todos os elogios vêm de perfis criados há menos de uma semana! Não é questão de acreditar ou não que possam ser falsos. São falsos. Vale observar que apenas uma das 17 resenhas foi escrita por um usuário real do IMDb, membro há 10 anos. Ele deu nota 1 e descreveu “Nada a Perder” como um “bad movie”, o famoso “filme ruim”.

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    Um Lugar Silencioso assusta com estreia em 1º lugar na América do Norte

    8 de abril de 2018 /

    Um grande silêncio baixou sobre as bilheterias dos Estados Unidos e do Canadá neste fim de semana, fruto de um susto que só os melhores filmes de terror conseguem causar. Até os executivos do estúdio Paramount ficaram de boca aberta, tamanho foi o desempenho de “Um Lugar Silencioso”, superando todas as projeções feitas ao longo da semana. Havia a expectativa de uma disputa acirrada pelo 1º lugar, entre o terror e a sci-fi “Jogador Nº 1”, que tinha estreado no topo na semana passada. Mas “Um Lugar Silencioso” rendeu o dobro do filme de Steven Spielberg – e 60% a mais que as estimativas dos analistas do mercado, que previam uma estreia na casa dos U$ 20 milhões. “Um Lugar Silencioso” abriu com U$ 50 milhões no mercado doméstico, valor que representa a segunda maior bilheteria de estreia do ano, atrás apenas do fenômeno “Pantera Negra” na América do Norte. Com isso, o filme já se pagou. Afinal, foi uma produção modesta, orçada em apenas U$ 17 milhões, o que ajuda a explicar a surpresa da Paramount. Vale lembrar que a última vez que o estúdio teve uma estreia com abertura superior a US$ 50 milhões foi com “Star Trek: Sem Fronteiras” em julho de 2016, e aquele lançamento custou US$ 185M. O resultado positivo demonstrou a importância do boca-a-boca, que pode se tornar viral nessa época de redes sociais. Importante lembrar que a produção foi rodada em sigilo e não contou com um marketing espontâneo de fotos vazadas de set ou expectativa criada em antecipação ao projeto. Em vez disso, todo o barulho foi causado pelo próprio filme, a partir da première estrategicamente realizada há um mês no Festival SXSW, diante dos principais críticos dos Estados Unidos, onde foi aplaudido de pé. A qualidade do trabalho foi elogiadíssima na imprensa, rendendo 100% de aprovação no Rotten Tomatoes por ocasião da exibição. E os elogios continuaram num crescendo que culminaram em recomendação até do escritor Stephen King, em seu Twitter pessoal. A obra também consagrou o trabalho de direção de John Krasinski, como aconteceu com Jordan Peele ao comandar “Corra!” no ano passado – por coincidência, outro filme de terror. Ao contrário de Peele, porém, Krasinski já tinha dirigido dois filmes antes, as comédia indies “Brief Interviews with Hideous Men” (2009) e “Família Hollar” (2016). Além de dirigir e escrever, o ator também estrelou o longa, trabalhando pela primeira vez ao lado de sua esposa na vida real, a atriz Emily Blunt (“Sicario”). Na trama, os dois vivem os pais de uma família em fuga, que se afasta da civilização para viver no mais completo silêncio, numa fazenda isolada. O motivo do silêncio são criaturas terríveis, que invadiram o planeta e reagem ao menor barulho. “Jogador Nº 1” ficou com o 2º lugar, arrecadando US$ 25 milhões. Como é típico dos filmes de Spielberg, o longa não desabou após a estreia, mantendo-se entre os mais assistidos. Esta característica costuma render boas bilheterias aos longas do diretor, mesmo que não apresentem o comportamento típico dos blockbusters. A consistência já rendeu à sci-fi futurista US$ 96,9M no mercado doméstico e US$ 391,3M mundialmente, em seus primeiros 10 dias de exibição. É interessante analisar o contraste do desempenho de “Círculo de Fogo: A Revolta”, que liderou o ranking antes de “Jogador Nº 1”. Em apenas três semanas, o longa dos robôs gigantes caiu do 1º para o 9º lugar. A segunda melhor estreia da semana foi a comédia “Não Vai Dar” (Blockers), espécie de “American Pie” feminino, que conseguiu agradar à crítica com 83% de aprovação. Abriu em 3º lugar, com US$ 21,4M, mas só vai chegar ao Brasil em 31 de maio. O drama indie “Chappaquiddick”, sobre o escandaloso acidente de 1969 que acabou com as pretensões presidenciais do jovem senador Ted Kennedy (vivido por Jason Clarke, de “Planeta dos Macacos: O Confronto”), também agradou a crítica, com 80% de aprovação. Mas a pouca divulgação e distribuição mediana lhe rendeu um distante 7º lugar com US$ 6,2M. O filme não tem previsão de lançamento no Brasil. O pior desempenho coube ao drama edificante “The Miracle Season”, que juntou esportes, história real de superação e coadjuvantes veteranos num amontoado de clichês. Ficou com 33% de aprovação no Rotten Tomatoes e abriu fora do Top 10, em 11º lugar, com 4,1 milhão. Logo abaixo de “Ilha de Cachorros”, que finalmente entrou na parte superior do ranking. O detalhe é que a animação em stop-motion do diretor Wes Anderson continua a ser exibida em circuito limitado, num total de 554 telas. Mesmo assim, já faturou US$ 12M nos Estados Unidos. Trata-se do maior sucesso limitado de 2018. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Um Lugar Silencioso Fim de semana: US$ 50M Total EUA e Canadá: US$ 50M Total Mundo: US$ 71M 2. Jogador Nº 1 Fim de semana: US$ 25M Total EUA e Canadá: US$ 96,9M Total Mundo: US$ 391,3M 3. Não Vai Dar Fim de semana: US$ 21,4M Total EUA e Canadá: 21,4M Total Mundo: 32,1M 4. Pantera Negra Fim de semana: US$ 8,4M Total EUA e Canadá: US$ 665,3M Total Mundo: US$ 1,2B 5. Eu Só Posso Imaginar Fim de semana: US$ 8,3M Total EUA e Canadá: US$ 69M Total Mundo: US$ 69M 6. Acrimony Fim de semana: US$ 8M Total EUA e Canadá: US$ 31,3M Total Mundo: US$ 31,7M 7. Chappaquiddick Fim de semana: US$ 6,2M Total EUA e Canadá: US$ 6,2M Total Mundo: US$ 6,2M 8. Gnomeu e Julieta: O Mistério do Jardim Fim de semana: US$ 5,6M Total EUA e Canadá: US$ 33,8M Total Mundo: US$ 45,7M 9. Círculo de Fogo: A Revolta Fim de semana: US$ 4,9M Total EUA e Canadá: US$ 54,9M Total Mundo: US$ 267M 10. Ilha de Cachorros Fim de semana: US$ 4,6M Total EUA e Canadá: US$ 12M Total Mundo: US$ 17,4M

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    Filme de Edir Macedo estreia em 1º lugar com metade da alegada pré-venda

    2 de abril de 2018 /

    Conforme esperado, o filme “Nada a Perder”, cinebiografia de Edir Macedo, liderou as bilheterias do fim de semana em sua estreia no Brasil. A surpresa ficou por conta da quantidade de ingressos comercializados para as sessões de quinta (29/3) a domingo. Segundo a consultoria ComScore, a produção da Record vendeu 2,1 milhões de ingressos, rendendo um total de R$ 25,8 milhões. Números de respeito, mas bastante inferiores aos 4 milhões da pré-venda apregoada. Pode-se considerar, entretanto, que a venda antecipada também seria para a próxima semana. A conferir. Havia a expectativa de que a estreia estabelecesse um novo recorde de abertura do cinema brasileiro, mas a vendagem não bateu os 2,2 milhões que “Os Dez Mandamentos: O Filme” atingiu em 2016. Mesmo assim, a Record alardeia o tal recorde. É que o site Filme B trouxe números diferentes em seu levantamento, dando 2,3 milhões de ingressos vendidos para “Nada a Perder”. Vale observar que o Filme B aponta que sua apuração é estimada e sujeita a modificações. O filme, porém, teve a maior abertura do ano entre os lançamentos nacionais e o quinto melhor desempenho entre todas as estreias de 2018 no Brasil, atrás de “Pantera Negra”, “Jumanji”, “Cinquenta Tons de Liberdade” e “O Touro Ferdinando”. Em 2º lugar ficou “Jogador Nº 1”, a sci-fi de Steven Spielberg, que, graças à menor quantidade de telas disponíveis, não conseguiu repetir no Brasil o bom desempenho dos Estados Unidos, onde abriu no topo, com US$ 53 milhões. No Brasil, o longa vendeu “apenas” 365 mil ingressos, num total de R$ 7,11 milhões.

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    Sessões de Nada a Perder, que bateu recorde de pré-venda, não teriam lotado

    30 de março de 2018 /

    Assim como ocorreu com o filme “Os 10 Mandamentos”, diversos veículos da imprensa estão apontando que as sessões de “Nada a Perder”, cinebiografia do bispo Edir Macedo, estão vazias ou, pelo menos, tem lotação mediana. Enquanto a rede Record vem produzindo reportagens encomendas, que celebram o sucesso da produção, o fato é contestado, de forma igualmente previsível, pelo jornal O Globo, que encontrou cinemas vazios no Rio exibindo a produção da empresa rival. O filme bateu recorde de venda antecipada de ingressos no país, com a comercialização de 4 milhões de entradas para seu fim de semana inaugural. Mas, segundo apurou a revista Exame, sessões supostamente esgotadas no shopping Bourbon, em São Paulo, também tiveram lotação pela metade, e o movimento do Central Plaza Shopping teria sido ainda menor. O portal UOL verificou que grupos evangélicos foram em “caravana” assistir algumas sessões, tendo comprado todos os ingressos, e que desistências teriam causado os espaços vazios. Mas o Globo colheu depoimentos de fiéis que afirmam ter ganhado as entradas de alguns pastores para ir de graça aos cinemas. Não só isso. Segundo o jornal do grupo Globo, mulheres estariam distribuindo ingressos nas portas de cinemas, junto com um kit personalizado da Universal. O repórter Jan Niklas afirmou ter recebido um ingresso de graça das mãos de uma delas. Procurada pelo Globo, a distribuidora Paris Filmes disse que não recebe informações a respeito de vendas de ingressos. Por e-mail, o departamento de comunicação social da Igreja Universal chamou de “vergonhosa a acusação” de que estaria comprando ingressos para distribuir aos fiéis. Na época de “Os 10 Mandamentos”, houve relatos de muitas sessões vazias e que funcionários da Igreja do bispo Macedo compravam ingressos para distribuir aos fiéis, como brinde, visando estabelecer um novo recorde de bilheteria – o que acabou acontecendo. Na época, a Igreja Universal negou o fato, assim como o faz agora, com a única diferença de atualmente fazer isso brandindo o slogan “fake news”, maior contribuição de Donald Trump para a cultura. Em um comunicado publicado em seu site, a Universal acusa a “mídia” de “apelar” para as “fake news” para falar das salas esvaziadas, mesmo com ingressos esgotados, como ocorreu no filme anterior. “O que existe é a mobilização espontânea de grupos e de membros da Universal, que se organizaram para que o maior número de pessoas tenha chance de assistir ao filme. Da mesma forma que os espíritas impulsionaram a audiência dos filmes ‘Chico Xavier’ e ‘Nosso Lar’, bem como os católicos que lotaram sessões para acompanhar ‘Aparecida – O Milagre’. Mas, em uma pesquisa rápida, não encontramos registros deste fato como notícia”, diz o texto. O texto, assinado pela UNIcom, nome do departamento de comunicação social e de relações institucionais da Universal, acrescenta: “É claro que a Igreja Universal estimula seus adeptos a assistirem ao filme ‘Nada a Perder’. Temos convicção de que, além da edificante história de vida do Bispo Edir Macedo – já contada na trilogia literária best seller que baseia o roteiro -, o longa-metragem é também a história da vida das pessoas que frequentam a Universal.” A Igreja ainda se dirige diretamente aos jornalistas, em tom de recriminação. “Talvez, alguns jornalistas imaginem que a Universal esteja proibida de recomendar filmes a seus fiéis. Pois chegaram tarde”, diz um trecho do comunicado, antes de generalizar e taxar a imprensa como “rancorosa e preconceituosa”. “Milhões de espectadores no Brasil e no mundo irão aos cinemas para ver o que a Palavra de Deus é capaz de produzir na vida das pessoas. E não há nada que a imprensa rancorosa e preconceituosa possa fazer contra isso”, conclui o texto.

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    Ethan Hawke é padre atormentado no trailer do melhor filme de Paul Schrader em 20 anos

    29 de março de 2018 /

    A A24 divulgou o pôster e o primeiro trailer de “First Reformed”, drama estrelado por Ethan Hawke (“Boyhood”) e Amanda Seyfried (“Ted 2”), que marca um reencontro entre o cineasta Paul Schrader e as críticas positivas, após duas décadas de estranhamento. Com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, algumas resenhas chegam a dizer que se trata de sua melhor obra desde o roteiro de “Taxi Driver”, em 1976. Também há elogios rasgados para a performance de Hawke. A trama gira em torno de um ex-capelão militar, vivido por Hawke, que tem sua visão sombria de mundo forjada pela morte de seu filho. Sua vida ganha novo rumo ao se aproximar da personagem de Seyfried, integrante de sua diminuta congregação, cujo marido é um ambientalista radical. Ao descobrir que o maior doador para a conservação de sua igrejinha histórica é um grande poluidor do meio ambiente, o padre tem um epifania em meio aos planos para comemorar os 250 anos do local. Premiado com um troféu especial pela temática ecológica no Festival de Veneza 2017, o filme estreia em 18 de maio nos Estados Unidos e não tem previsão de lançamento no Brasil.

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    Cinemas recebem nova sci-fi de Steven Spielberg e a biografia de Edir Macedo

    29 de março de 2018 /

    A programação da semana destaca a nova sci-fi de Steven Spielberg, uma fantasia grandiosa da Disney e a hagiografia de Edir Macedo, todos candidatos a blockbuster – o filme do fundador da Igreja Universal já arrasa quarteirões, com 4 milhões de ingressos vendidos antecipadamente e ocupação de 1.108 salas. Lembrando que o circuito cinematográfico brasileiro é de pouco mais de 3 mil telas e que há outros filmes muito bem sucedidos em cartaz, cabe a pergunta: tem espaço para tudo isso ao mesmo tempo? A Record está buscando uma alternativa com exibições itinerantes de “Nada a Perder” para somar à blitz da pré-venda, supostamente responsável por já ter esgotado os ingressos desse fim de semana. A popularidade do filme é impressionante, e tende a ser incensada, porque é o único aspecto visível da produção para a imprensa. Só os amigos e funcionários da Record foram convidados a assistir ao longa antes da estreia, por isso o lançamento chega aos cinemas sem críticas. Foi escondido da imprensa, talvez como estratégia para não colocar tudo a perder. Mas há relatos de que teria sido finalizado apenas na semana passada, o que realmente dificultaria sessões antecipadas. Rumores também dizem que o filme tem o maior orçamento da história do cinema brasileiro, superando os R$ 25 milhões, e recorde de figurantes, mobilizando 30 mil pessoas numa única cena. Mas os gastos teriam sido contrabalanceados com contratos internacionais – já estaria negociado em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A trama se estende por três décadas e inclui a fundação da Igreja Universal do Reino de Deus e a compra da rede Record. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”). Superproduções de Hollywood Se o filme de Edir Macedo é um mistério, a nova sci-fi de Steven Spielberg já foi aprovada pela crítica norte-americana. “Jogador nº1” teve premières aplaudidas e elogios rasgados da imprensa geek, por sua capacidade de transformar nostalgia em fonte de referências, com recorde de easter eggs espalhados na tela. Mas também houve ponderações – as animações de seu mundo virtual são antiquadas, a ação do mundo real menos interessante, etc. – , que evitaram a unanimidade e a multiplicação exagerada de exclamações de obra-prima. Mesmo assim, atingiu 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. O longa que marca a volta de Spielberg à ficção científica é uma adaptação do livro homônimo de Ernie Cline. A história se passa em 2044, quando a humanidade se conecta no Oasis, uma utopia virtual, onde as pessoas podem viver o que sonham, interagir com outros jogadores e até se apaixonar. Mas o protagonista Wade Watts (Tye Sheridan, de “X-Men: Apocalipse”) quer mais que sonhar. Ele pretende resolver o enigma do criador do Oasis (Mark Rylance, de “Ponte dos Espiões”), que escondeu uma série de pistas na realidade virtual para premiar quem resolvê-las com a herança de sua enorme fortuna – e até o próprio Oasis. Milhões tentam conseguir o prêmio, sem sucesso, mas Wade está na frente da competição. Isto porque as chaves do enigma são baseadas numa cultura esquecida que ele domina: o entretenimento pop dos anos 1980 e 1990. Assim como o personagem procura pistas para o ovo dourado, escondido pelo Willy Wonka futurista, o público também tem centenas de easter eggs na produção para identificar, desde o protagonista da animação “O Gigante de Ferro” (1999) até o DeLorean de “De Volta para o Futuro” (1985). Já “Uma Dobra no Tempo” não se desdobrou como a Disney planejava. O êxito de “Pantera Negra” pode ter canibalizado o interesse no longa. Afinal, a fantasia infantil do estúdio buscava um nicho similar de mercado, com elenco multicultural, protagonista e diretora negras, numa adaptação de obra juvenil adorada por gerações. O fato é que a filmagem do clássico literário de Madeleine L’Engle por Ava DuVernay (“Selma”) implodiu nas bilheterias dos Estados Unidos, atingindo “apenas” US$ 76,3M (milhões) em três semanas. O valor não correspondeu às expectativas do mercado, representando uma volta à “normalidade” para a Disney, que não registrava fracassos clamorosos desde “Alice Através do Espelho” e “O Bom Gigante Amigo”, de 2016. “Uma Dobra no Tempo” teve abertura melhor que esses filmes, mas seu desempenho está à altura da frustração causada por “Tomorrowland” em 2015, que não conseguiu recuperar seu investimento. Embora a Disney não tenha revelado o orçamento da produção, o longa é repleto de efeitos visuais e estrelado por atores de renome – Oprah Winfrey (“Selma”), Reese Witherspoon (“Belas e Perseguidas”) e Mindy Kaling (série “The Mindy Project”) vivem coloridas mulheres místicas – , o que costuma vir com uma etiqueta de preço elevado. Para completar, as críticas não empolgaram. Com 41% de aprovação, foi considerado um “grande desapontamento” (The Wall Street Journal), repleto de efeitos que “não conseguem envolver” (Chicago Sun-Times) e com a profundidade de um “vídeo cheio de cores para distrair as crianças” (The Guardian). Curto-circuito feminino O excesso de superproduções não chega a esgotar completamente o circuito, que ainda traz cinco lançamentos limitados, três deles de ficção e dirigidos por mulheres. O grande filme da pequena lista é “Zama”, coprodução brasileira que foi escolhida para representar a Argentina na busca de uma indicação ao Oscar 2018. Drama épico de Lucrecia Martel ambientado na época da colonização, o longa conta a história de Diego de Zama, um oficial da coroa espanhola do século 18, que se encontra estagnado há anos em um posto de Assunção, no Paraguai, e decide se juntar a um grupo de soldados para capturar um perigoso bandido. Mas, nesses momentos de violência, ele descobre que tudo o que realmente deseja não é uma promoção, mas sobreviver. Lucrecia Martel é conhecida por filmes premiados como “O Pântano” (2001), “A Menina Santa” (2004) e “A Mulher sem Cabeça” (2008), entretanto não filmava há nove anos. “Zama” venceu o prêmio da crítica no Festival de Havana, apareceu em 4º lugar na lista dos melhores filmes de 2017 da revista Sight & Sound (publicação oficial do British Film Institute) e ainda disputa 11 categorias na premiação da Academia Argentina e 8 indicações ao Prêmio Platino. Até o Rotten Tomatoes aprovou, com 86% de avaliação positiva. “Deixe a Luz do Sol Entrar” também traz uma cineasta renomada atrás das câmeras, a francesa Claire Denis, frequentadora assídua dos grandes festivais europeus. A surpresa é que, desta vez, a diretora de dramas pesados como “Chocolate” (1988), “Noites Sem Dormir” (1994), “35 Doses de Rum” (2008), “Minha Terra, África” (2009) e “Bastardos” (2013) opta pela leveza. O filme consiste, basicamente, de uma hora e meia de rejeições, nas quais Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”), fotografada como uma jovem, busca e afasta pretendentes. A obra tem sua graça e muito charme, como atesta a aprovação de 89% da crítica norte-americana. Foi premiada na Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes do ano passado e ainda rendeu mais uma indicação ao César de Melhor Atriz para Binoche. Por outro lado, “Madame” não recebeu os mesmos elogios. Trata-se de uma comédia de erros convencional que chama atenção por ser falada em inglês e pelo elenco estrangeiro, com a australina Toni Collette (“xXx: Reativado”) no papel de uma madame que, por superstição, decide que precisa de mais uma mulher para compôr o número de convidados de um jantar fino. Assim, manda uma empregada trocar o uniforme por um vestido de seu closet para fazer figuração. A escolhida é a espanhola Rossy Palma (“Julieta”), velha conhecida dos filmes de Pedro Almodóvar, que acaba encantando um milionário. O mais curioso nessa história de Cinderela é que a madrasta malvada e a fada madrinha são a mesma personagem. Mas o trabalho da diretora francesa Amanda Sthers (“Eu Vou te Fazer Falta”) não passou dos 24% no Rotten Tomatoes. Como sempre, a programação se completa com documentários. “Árvores Vermelhas” é uma produção britânica que revisita o Holocausto, por meio das memórias do pai da diretora Marina Willer e viagem às locações atuais dos antigos cenários de horror na República Tcheca. E “Górgona” retrata a atriz brasileira Maria Alice Vergueiro, com uma extensa carreira nos palcos, que enfrenta dívidas e o mal de Parkinson, sem ter atingido o reconhecimento da indústria cultural.

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    Filme sobre Edir Macedo já bate recordes de bilheteria antes da estreia

    28 de março de 2018 /

    A cinebiografia do bispo Edir Macedo, “Nada a Perder”, vai estrear nesta quinta (29/3) com 4 milhões de ingressos vendidos de forma antecipada, segundo informações da Record. Com isso, bateu o recorde de pré-vendas do cinema nacional, que pertencia à outra produção religiosa da Record, “Os 10 Mandamentos” (2,3 milhões de ingressos), e, de quebra, já virou o filme nacional mais bem-sucedido do ano, antes mesmo de chegar aos cinemas. O jornal O Globo quis verificar se a estratégia seguia a fórmula bem-sucedida de “Os 10 Mandamentos”, que apesar do recorde da época abriu com salas vazias. Isto porque integrantes da Igreja Universal teriam comprado e distribuído ingressos entre seus fiéis, que não foram ao cinema. A publicação, que pertence a grupo de comunicação rival da Record, questionou três grandes exibidoras para saber se elas firmaram alguma parceria com a Universal. Apenas a Kinoplex confirmou ter vendido pacotes de ingressos para pastores e grupos a partir de cem pessoas, nos quais todos pagam meia entrada. A UCI disse ter vendido ingressos para grupos, “como faz com qualquer filme”. E a Cinemark não se pronunciou. Já a rede Cinépolis anunciou um sorteio relacionado à compra de ingressos, que daria direito a uma viagem a Israel para o vencedor, “com um acompanhante e seu líder religioso”, além de mais dez viagens para visitar o Templo de Salomão, principal sede da Igreja Universal do Reino de Deus, em São Paulo. Em comunicado, a Universal negou comprar ingressos, mas diz estimular a ida dos fiéis ao cinema. “A imprensa, embasbacada com o espetacular sucesso de bilheteria que se anuncia, esforça-se para inventar uma explicação fajuta para o maior fenômeno cinematográfico brasileiro do ano — ou, talvez, de todos os tempos”, diz o comunicado da Igreja, que ainda chama a imprensa de “rancorosa e preconceituosa”. “Nada a Perder” será o primeiro capítulo de um projeto milionário. Originalmente previsto como trilogia, deve se configurar como dois filmes. O segundo só deve chegar aos cinemas entre 2019 e 2020. A produção dos filmes foi orçada em mais de R$ 25 milhões e mobilizou, em algumas cenas, cerca de 30 mil figurantes. Mas os gastos foram contrabalanceados com contratos internacionais. Os longas já estariam negociados em 80 países e até com o serviço de streaming Netflix. A direção é de Alexandre Avancini (“Os Dez Mandamentos – O Filme”) e o elenco inclui Petronio Gontijo (da novela “Os Dez Mandamentos”) como Edir Macedo, além de Day Mesquita (mais uma de “Os Dez Mandamentos”), Dalton Vigh (minissérie “Liberdade, Liberdade”), André Gonçalves (novela “Salve Jorge”), Eduardo Galvão (novela “Malhação”), Marcelo Airoldi (novela “Sol Nascente”), Nina de Pádua (novela “Chamas da Vida”) e Beth Goulart (novela “A Terra Prometida”).

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    Maria Madalena traz um olhar feminino para a vida de Jesus

    24 de março de 2018 /

    Há tantos filmes sobre Jesus que os realizadores ainda interessados no tema buscam mudar um pouco o foco, o ponto de partida, o recorte ou mesmo o ponto de vista. Temos o caso recente de “Últimos Dias no Deserto”, de Rodrigo García, que fazia um recorte do período de sete dias em que Cristo jejuou e combateu tentações. “Maria Madalena”, de Garth Davis, é um pouco mais ousado em sua proposta: quer contar a história pelo ponto de vista de Madalena. É interessante como, até os dias de hoje, a imagem de Maria Madalena ainda é associada a uma prostituta. Ou, no mínimo, a uma mulher com uma sexualidade muito forte. O próprio filme de Martin Scorsese, “A Última Tentação de Cristo”, em sua adaptação do romance homônimo de Nikos Kazantzákis, misturava a personagem de Madalena com a prostituta que seria apedrejada e é salva pelo nazareno. Por isso, pode causar estranheza ver uma Madalena mais dedicada ao mestre do que os apóstolos Pedro (Chiwetel Ejiofor) e Judas (Tahar Rahim), para citar os que mais aparecem na narrativa. Rooney Mara está ótima como uma Madalena que acredita ser possuída por demônios – seus familiares acham que são os demônios que a impedem de querer se casar com um forte pretendente. Como ela não nutre amor pelo homem, quer mesmo é seguir aquele estranho e intrigante profeta que tem arrebanhado cada vez mais pessoas por onde passa. Mas demora um pouco para aceitarmos Joaquin Phoenix como Jesus, embora, aos poucos, sua abordagem desperte maior envolvimento. Inclusive nas escolhas do filme em mostrá-lo sorrindo, junto com Madalena, em cenas que compartilham juntos. Passa uma leveza que normalmente não se vê em obras que tratam da vida de Jesus. Até as cenas da crucificação são rápidas, o que não quer dizer que não sejam dolorosas. O que também parece novidade é o diferencial no que se refere à ressurreição de Jesus, trazendo dúvidas sobre seu ressurgimento real e material do sepulcro. Afinal, ele aparece apenas para Madalena e é ela a portadora da boa nova, de que Jesus vive – ao contrário dos evangelhos canônicos, onde ela é apenas a primeira a ver Jesus ressuscitado. Algo que fica no ar é um certo clima de amor romântico não consumado que parece haver entre Madalena e Jesus. Porém, este tipo de impressão pode dizer mais do espectador do que filme em si, já que não é de maneira nenhuma explicitado. Talvez a impressão seja consequência da beleza esplendorosa de Rooney Mara, de seu olhar e de seu sorriso, ao olhar para o mestre. Longe de sugerir volúpia, mas sim uma figura cheia de energia e amor, o que pode confundir. De todo modo, esse tipo de confusão está de acordo com certo diálogo entre Pedro e outro apóstolo: os dois acreditam que a entrada de Madalena no corpo de apóstolos não seria bom para o grupo. Quanto à narrativa, é bom termos um filme narrado sem pressa, sem um particular interesse em conquistar um grande público. É um trabalho quase sensorial, no modo como brinca com a luz e com os olhares e os diálogos lentos dos personagens. “Maria Madalena” pode até não ser um grande filme, mas certamente está bem longe de ser uma obra ordinária ou esquecível, e ainda tem como vantagem o fato de dialogar com o atual momento de empoderamento feminino.

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    Chiwetel Ejiofor vive pastor polêmico no trailer legendado de A Caminho da Fé

    21 de março de 2018 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “A Caminho da Fé” (Come Sunday), drama religioso estrelado por Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”), que dividiu a crítica durante o recente Festival de Sundance. Enquanto a interpretação do ator foi considerada divina e a mensagem da história louvada por sua importância, a opinião que prevaleceu sobre o resultado cinematográfico foi menos abençoada. O filme conta a história real do polêmico pastor Carlton Pearson, uma estrela evangélica em ascensão, que após uma crise de fé no começo do século passa a pregar que não existe inferno, apenas o criado pelo homem na Terra, e a defender a tolerância e a inclusão de todos no amor de Deus, independente da religião. A mensagem afastou os fiéis mais tradicionais, colocando-o em confronto com os líderes da Igreja até ser considerado um herege. Isto não o impediu de continuar pregando o chamado “Evangelho da Inclusão” e a tese da “reconciliação universal” em outra congregação, sob nova denominação evangélica. O roteiro é de Marcus Hinchey (“Entre Segredos e Mentiras”), a direção é de Joshua Marston (“Maria Cheia de Graça”) e o elenco inclui Lakeith Stanfield (série “Atlanta”), Jason Segel (“Os Muppets”), Martin Sheen (“Trash – A Esperança Vem do Lixo”), Danny Glover (“Máquina Mortífera”) e Condola Rashad (série “Billions”). A estreia está marcada para 13 de abril em streaming.

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    Igreja da Cientologia lança canal de TV nos Estados Unidos

    19 de março de 2018 /

    Uma das religiões mais polêmicas dos Estados Unidos, a Igreja da Cientologia, resolveu seguir a dica dos evangélicos e católicos e lançar seu próprio canal de televisão, a Scientology TV, que fez sua estreia na semana passada em meio a uma campanha de marketing agressiva, que usava o mesmo slogan da franquia “Cinquenta Tons de Cinza”: “Está curioso?”. Disponibilizada por várias operadoras de TV paga americanas e também em plataformas digitais, a ideia por trás da Scientology TV é popularizar a Cientologia. Para isso, foram criados programas que visam desmistificar a fama de misteriosa que a religião conquistou, desde que estourou na mídia como a seita de astros de Hollywood como Tom Cruise, John Travolta e Elisabeth Moss. A plataforma pretende também responder as acusações de lavagem cerebral e abusos brandidas contra a religião por documentários e programas como “Leah Remini: Scientology and the Aftermath”, vencedor do Emmy 2017, com denúncias apresentadas pela atriz e ex-seguidora da Cientologia Leah Remini. Por isso, programas do canal têm nomes sugestivos como “Inside Scientology” (“Por Dentro da Cientologia”), “Meet a Scientologist” (“Conheça um Cientólogo”), “Destination: Scientology” (“Destino: Cientologia”) e “L. Ron Hubbard: In His Own Voice” (“L. Ron Hubbard: Em Suas Próprias Palavras”), este último dedicado ao fundador da religião. A maior curiosidade despertada pelo canal é se os seguidores famosos pretendem aparecer em algum dos programas. Mas, até o momento, a pessoa mais “famosa” exibida pela Scientology TV foi David Miscavige, o atual líder da Igreja da Cientologia.

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