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  • Música

    Boy George polemiza com música que defende ataque à Gaza

    28 de julho de 2026 /

    Canção divulgada no X justifica a ofensiva israelense e provoca forte reação nas redes sociais

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  • Música

    Anitta aprofunda “fase brasileira” com funk, samba e fé em “Equilibrivm II”

    24 de julho de 2026 /

    Disco reúne Alceu Valença, Maria Bethânia e Mart'nália em faixas ligadas à espiritualidade e aos ritmos brasileiros

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  • Música

    Playlist Moderna | Veja 300 clipes com o melhor do som alternativo do mês

    12 de abril de 2026 /

    Seleção destaca os principais lançamentos indies de março, da house music ao hardcore, passando pela nova geração grunge, o blues tuaregue e surf music russa

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  • Música

    Anitta revela “Equilibrium”, seu novo disco em duas partes

    8 de fevereiro de 2026 /

    Novo disco terá parte em português com samba, funk e reggae, e outra em inglês e espanhol para o mercado internacional

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  • Música

    Morre Sly Dunbar, lenda do reggae, aos 73 anos

    26 de janeiro de 2026 /

    Baterista jamaicano revolucionou o reggae ao lado do baixista Robbie Shakespeare e produziu de Grace Jones a Bob Dylan

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  • Música

    Morre Jimmy Cliff, lenda do reggae, aos 81 anos

    24 de novembro de 2025 /

    Cantor jamaicano faleceu após convulsão causada por pneumonia e deixa legado com clássicos como "The Harder They Come" e forte conexão com o Brasil

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  • Música

    Max Romeo, lenda do reggae jamaicano, morre aos 80 anos

    12 de abril de 2025 /

    Cantor de "War Ina Babylon" e "Chase the Devil" enfrentava complicações cardíacas

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  • Música

    Globo é condenada a indenizar ex-guitarrista do Cidade Negra por reportagem no Fantástico

    19 de setembro de 2024 /

    Justiça determina pagamento de R$ 10 mil a Da Ghama por acusações sem comprovação contra o músico

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  • Filme,  Série

    Estreias | 15 novidades do streaming, do final de “The Umbrella Academy” a sucessos de bilheteria

    6 de agosto de 2024 /

    Programação inclui o fim dos heróis da Netflix, a volta de Kit Harington às séries, filme inédito de Matt Damon e lançamentos recentes do cinema

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  • Música

    Natiruts anuncia despedida com turnê final da carreira

    26 de fevereiro de 2024 /

    A banda de reggae vai sair de cena com uma última turnê pelo Brasil, após 18 anos de atividades

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  • Música

    Aston Barrett, baixista de Bob Marley, morre aos 77 anos

    5 de fevereiro de 2024 /

    Aston Barrett, lenda do reggae conhecido como “Family Man”, morreu no sábado passado (3/2) em Miami, na Flórida (EUA), aos 77 anos. Seu filho, Aston Barrett Jr., compartilhou a notícia, revelando que o músico enfrentava uma longa batalha de saúde. Nascido em 1946, em Kingston, Jamaica, Barrett ficou conhecido por sua habilidade autodidata e por construir seu primeiro baixo do zero, de forma caseira. Um inovador no instrumento, ele criou um novo conceito de tocar baixo. “Era o meu destino”, afirmou no documentário “Bass Player” de 2007. A lenda começou nos Upsetters, a banda liderada por Lee “Scratch” Perry, uma das figuras mais inovadoras da música jamaicana. Ele se juntou a Perry com o irmão baterista Carlton Barret no final dos anos 1960, período que se tornou crucial para o reggae, pois sob a tutela de Perry, os Upsetters foram fundamentais no desenvolvimento do dub e em outras experimentações sonoras que definiram o gênero – baseadas principalmente no som do baixo.   Ascensão com os Wailers Após sua experiência com os Upsetters, os irmãos Barrett juntaram-se a Bob Marley e os Wailers em 1974, tornando-se peças centrais na banda. A habilidade e encaixe sonoro dos irmãos contribuiu para o som distinto dos Wailers e ajudou a elevar o reggae a uma audiência global. O cantor do UB40, Ali Campbell, chegou a dizer que antes havia o ska e o rocksteady, até que os irmãos Barrett inventaram o reggae nos Wailers. O estilo distinto de Barrett ao tocar baixo, descrito como a “espinha dorsal” das músicas de Marley, foi fundamental para clássicos como “No Woman, No Cry” e “Jamming”. Mas Barrett não só tocou, ele também atuou como co-produtor em vários álbuns da banda, permanecendo um membro vital até a morte do cantor, em 1981. Além de seu trabalho com Bob Marley, o baixista contribuiu para álbuns de outras ícones do reggae como Peter Tosh, Burning Spear, King Tubby e Bunny Wailer, e foi bastante reconhecido por sua contribuição à história da música, recebendo prêmios da Bass Player Magazine e sendo homenageado como um dos “20 baixistas lendários que formaram o som do baixo elétrico”. Ele também foi mentor de Robbie Shakespeare e outros músicos, influenciando gerações com sua técnica. Seu legado continua até hoje a ser um ponto de referência no reggae e além.   O homem de família A vida pessoal de Barrett foi igualmente marcante. Ele começou a se chamar “Family Man” devido ao papel de paizão e líder da banda de Bob Marley, mas o nome acabou pegando mesmo pela quantidade de filhos que produziu. Aston Barrett foi pai de mais de 40 crianças. Sua morte aconteceu a menos de duas semanas da estreia da cinebiografia “Bob Marley: One Love”, onde seu papel como baixista e líder da banda de Bob Marley é destacado. No filme, o artista é interpretado por seu filho, Aston Barrett Jr, que tocou baixo na banda de Julian Marley e hoje é baterista da atual formação dos Wailers. A estreia acontece em 15 de fevereiro no Brasil.

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  • Filme

    Trailer do filme de Bob Marley destaca hits e atentado à vida do cantor

    5 de dezembro de 2023 /

    A Paramount divulgou um novo trailer de “Bob Marley: One Love”, cinebiografia do cantor Bob Marley. A prévia foca nas ameaças à vida do cantor e sua mensagem de resistência, enquanto passeia por suas músicas e mostra sua ascensão, das ruas da Jamaica à fama mundial. Entre as cenas, estão gravações lendárias, apresentações lotadas e alguns dos conflitos por trás dos bastidores, incluindo um violento atentado à sua vida. O longa traz Kingsley Ben-Adir (“Invasão Secreta”) no papel do cantor ao lado de Lashana Lynch (“007 – Sem Tempo para Morrer”), que vive sua esposa Rita Marley. A direção é de Reinaldo Marcus Green, responsável por outra cinebiografia recente, “King Richard – Criando Campeãs”, sobre o pai das tenistas Venus e Serena Williams. Ele também assina o roteiro ao lado de Zach Baylin (também de “King Richard”).   Família de Marley está envolvida na produção A esposa Rita e os filhos Ziggy e Cedella Marley estão entre os produtores do filme, dando sua benção aos atores principais para retratá-los na cinebiografia. Vale mencionar que Lashana Lynch nasceu na Inglaterra, mas tem descendência jamaicana, enquanto Kingsley Ben-Adir também é inglês com descendência caribenha. Responsável pela popularização do reggae em todo o mundo, Bob Marley morreu em 1981, aos 36 anos, vítima de câncer. Mas apesar da morte precoce, deixou dezenas de clássicos como “Get Up, Stand Up”, “One Love”, “No Woman, No Cry” e “Could You Be Loved”, que ficaram eternizados na história da música pop mundial. “Bob Marley: One Love” estreia nos cinemas brasileiros em 15 de fevereiro de 2024, um dia antes do lançamento nos EUA.

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  • Música

    Geração do The Town fomenta nova Música Pop Brasileira

    11 de setembro de 2023 /

    Mais elogiados que muitos artistas internacionais, os shows brasileiros do festival The Town serviram para sacramentar a nova MPB, agora chamada Música Pop Brasileira. Depois de anos de domínio do pagode e do sertanejo, o país tem um novo gênero comercial de sucesso, que nasceu derivado do funk e da própria MPB original. E que deixou bem clara sua potência ao reunir alguns dos seus principais representantes no recente evento paulista, encerrado no domingo (10/9). O Brasil já consumiu muita música pop. A fase áurea aconteceu nos anos 1980, quando a tendência era influenciada pelo rock new wave. Mas já na década seguinte rock e pop se distanciaram completamente, perdendo força e espaço para gêneros regionais. O resgate não aconteceu de uma hora para outra. A ascensão vem desde a época de “Bang”, o disco de Anitta de 2015, que embalou funk com um visual colorido e sonoridade mais acessível. Entretanto, só veio a se consolidar após 2018, com a chegada de mais artistas com capacidade de fazer crossovers dos bailes funk para o circuito comercial. “Onda Diferente”, que juntou Anitta, Ludmilla e o rapper americano Snoop Dogg em 2019, virou hit internacional. Ao mesmo tempo, a turma das baladas tristes de violão também percebeu o potencial de aderir à uma linguagem mais moderna, com eletricidade e eletrônica. E IZA buscou criar uma MPB com viés negro, marcada pelo reggae e o R&B. As diferentes vertentes conviveram paralelamente até que, em agosto passado, Luísa Sonza soltou “Escândalo Íntimo”, disco que chamou atenção por ter pouco funk, mas muitas baladas tristes e até pop rock, combinando tudo sem perder identidade, e quebrando o recorde de streams do Spotify Brasil. Conhecida por hits de funk, Luísa gravou no disco um dueto com Marina Sena, expoente de outra vertente. Finalmente, em seguida (menos de uma semana) veio o The Town, que colocou no palco Luísa Sonza, Marina Sena, IZA, Ludmilla, Jão, Pabllo Vittar e Gloria Groove, cada um buscando realizar uma apresentação mais marcante que o outro, e com isso eclipsando até o pop americano do evento. Em suas individualidades artísticas, eles são bastante diferentes entre si. Mas nenhum faz apenas um tipo de som, e nisso se convergem, na mistura de estilos que fomenta a nova MPB. O público percebeu, aplaudiu e cantou junto com todos, sem fazer muita distinção. Jão quebrou o recorde do Spotify, que foi quebrado na sequência por Luísa Sonza. Portanto, para a indústria da música, o pop brasileiro já é uma realidade comercial. Mas muitos “críticos” de rede social não perceberam a mudança de paradigma, pois continuam a tentar considerar os artistas como nichos separados. Só que nichos nunca serão mainstream como os trabalhos da atual geração conseguem ser. Toda a crítica costuma virar hate fomentado pelo X e o Facebook. E ao ver Marina Sena atacada após seu show no The Town, Luísa Sonza tomou o partido e sintetizou o momento. “Marina Sena é fod*, Jão é fod*, Pabllo Vittar é fod*, Iza é fod*, Ludmilla é fod*, Anitta é fod*, Gloria Groove fod*, eu sou fod*. Isso independe da opinião de vocês”, ela desabafou no X nesta segunda (11/9). “Estamos criando uma nova geração de novos grandes nomes da música brasileira”. “A música brasileira tá viva, tá diversificada, tá com referência. Vocês não admitirem isso, por enquanto, não vai impedir todos nós de fazermos história”, ela concluiu.

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