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  • TV

    SBT, Record e RedeTV! anunciam a Simba Content, novo pacote de canais digitais

    27 de março de 2017 /

    Após alertarem o público de que seu conteúdo não estará mais disponível nas operadoras de TV paga a partir de quarta-feira (29/3), as redes SBT, Record e RedeTV! passaram a veicular um comercial da Simba Content, joint venture que as três formaram para negociar seu conteúdo em conjunto. A propaganda reúne apresentadores de cada canal, Ratinho (SBT), Rodrigo Faro (Record) e Luciana Gimenez (RedeTV!), que destacam a programação conjunta das emissoras. Além disso, o vídeo traz mensagens de funcionários famosos das empresas, como Gugu, Xuxa, Danilo Gentilli, Marcos Mion e Eliana. Apesar de estrelado e enfático, o vídeo tem mensagem difusa, pois o que era uma entidade jurídica para fins comerciais é apresentado como um novo pacote digital, sem dar maiores explicações sobre o que isso representa ou como irá funcionar na prática. Mas chama atenção o fato do vídeo destacar a expressão “não dá pra ficar sem”, no momento em que os três canais pressionam por um acordo financeiro, visando receber pela veiculação de seus sinais na TV paga. “Dá pra ficar sem diversão e o esporte da RedeTV? E sem os programas de auditório e as novelas do SBT? Ou sem o jornalismo e a teledramaturgia da Record TV? Não dá pra ficar sem”, dizem os apresentadores. Veja abaixo.

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  • TV

    Record, SBT e RedeTV já estão fora do ar na TV paga de Brasília

    27 de março de 2017 /

    A segunda maior operadora de TV paga do país, Sky, cortou nesta segunda-feira (27/3) os sinais da Record, SBT e RedeTV! no Distrito Federal, onde já ocorreu o apagão analógico e só há transmissão de TV aberta em sistema digital. O corte está relacionado à disputa entre as três emissoras e as empresas de TV por assinatura. Desde a última sexta-feira (24), Record, SBT e RedeTV! vêm exibindo comunicados e reportagens em que anunciam que vão tirar seus sinais da Net, Sky, Oi e Vivo a partir da quarta-feira (29/3), quando ocorre o apagão analógico na Grande São Paulo. As emissoras acusam as operadoras de se recusarem a negociar o pagamento de seus sinais. O corte realizado pela Sky em Brasília seria uma resposta à campanha das emissoras, antecipando o momento em que todos os consumidores de TV paga ficarão sem os sinais das três redes abertas. Nos canais que eram ocupados por Record, SBT e RedeTV! no Distrito Federal, a Sky está exibindo um aviso sobre a determinação do governo de cortar o sinal analógico e um link para o consumidor saber como fazer para assistir as redes abertas no novo sistema digital. Veja abaixo.

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  • TV

    Igreja Universal alista fiéis na guerra da Record, SBT e RedeTV contra operadores de TV paga

    26 de março de 2017 /

    A disputa entre as redes Record, SBT e RedeTV! e as operadoras de TV por assinatura virou religião. Lideranças da Igreja Universal do Reino de Deus, que é ligada à Record, estão mobilizando fiéis para pressionarem Net, Sky, Claro e Vivo a pagar pela exibição dos canais na TV paga. O blog Notícias da TV apurou que os féis da Igreja Universal estão reproduzindo um banner nas redes sociais que diz que as operadoras “querem tirar nosso direito como telespectadores”. “Pagamos por todos os canais quando assinamos, não seria quebra de contrato [cortar o sinal de Record, SBT e RedeTV!]?”, questiona o anúncio, que orienta: “Denuncie: Anatel – 1331 / Procon – 151”. A mobilização dos fiéis é uma estratégia que costuma dar resultados, como se viu nas bilheterias de “Os Dez Mandamentos – O Filme”. Além do trabalho visível nas redes sociais, também estaria havendo um trabalho invisível, via Whatsapp. O bispo Alfredo Paulo Filho, ex-integrante da Universal e que se dedica a denunciar os abusos da Igreja, compartilhou em seu Facebook uma mensagem do bispo Sergio Corrêa, conclamando obreiros e fiéis a ligarem para os call centers das operadoras e perguntarem se é verdade o que as emissoras estão anunciando, que deixarão de ser distribuídas por elas a partir de quarta. “Porque se for verdade [diga que] eu quero cancelar agora a minha assinatura”, orienta Corrêa. “Veja a que ponto chegou o poder de manipulação, querer usar os fiéis para defender interesses próprios”, protestou o religioso no post em que reproduziu o apelo. Veja abaixo. A mobilização dos fiéis é mais um capítulo na briga das três redes contra as operadoras. Unidas por uma joint venture, batizada de Simba, os canais estão anunciando na televisão que deixarão de ser exibidos na TV paga no mesmo dia em que o sinal analógico será desligado em São Paulo: na próxima quarta-feira, dia 29. Para ficar, exigem receber por seu sinal. A Simba estaria se espelha na Fox, que durante uma tensa negociação com a Sky chegou a cortar os sinais de seus canais da operadora. O assinante de TV paga se voltou contra a Sky e a Fox conseguiu o aumento que queria. Agora, as três redes abertas vão usar a mesma estratégia, com a ajuda dos fiéis da Universal. Vale observar que, se os canais realmente saírem dos pacotes, pela resolução da Anatel as operadoras teriam de substituí-los por similares, que não existem. A alternativa seria reduzir os preços dos pacotes para os assinantes, o que provaria o ponto das três redes, de que agregam valor. Publicado por Bispo Alfredo Paulo Filho em Domingo, 26 de março de 2017

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  • TV

    SBT, Record e RedeTV anunciam saída da TV paga a partir de quarta-feira

    25 de março de 2017 /

    As redes SBT, Record e a RedeTV anunciaram sua saída da TV paga. Conforme vinham ameaçando, a programação dos canais deixará de ser exibida nas operadoras Net, Claro, Embratel, Vivo, Oi e Sky no mesmo dia em que o sinal analógico será desligado em São Paulo: na próxima quarta-feira, dia 29. A notícia veio em comunicado exibido nos três canais na noite de sexta (24/3). Os sites das emissoras também já trazem o aviso. Os três canais, que se juntaram em uma joint-venture, a Simba, para negociar com as operadoras, não querem mais oferecer de graça o sinal digital, já que correspondem a quase 20% de toda a audiência da TV paga brasileira sem receber nada por isso. Para forçar a negociação, a Simba se espelha na Fox, que em uma tensa negociação com a Sky, chegou a cortar os sinais de seus canais da operadora. O assinante de TV paga se voltou contra a Sky e a Fox conseguiu o aumento que queria. Agora, as três redes abertas vão usar a mesma estratégia. Com a saída das redes dos pacotes, clientes da TV Paga só terão acesso aos canais através de antena de sinal digital ligada aos televisores. Se isso ocorrer, pela resolução da Anatel as operadoras teriam de substituir esses canais por similares, que não existem. A alternativa para a falta de conteúdo correspondente seria reduzir os preços dos pacotes para os assinantes, o que provaria o ponto das três redes, de que agregam valor. Para pressionar ainda mais as operadoras, a Simba abriu negociações com a Netflix para a venda do conteúdo dos três canais. Mas há também risco de perda de audiência para as redes sem o público da TV paga, no instante em que a TV analógica sofrerá um apagão. Aparentemente, as três emissoras minimizam o problema. Confira abaixo o vídeo do comunicado oficial transmitido pelas emissoras.

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  • TV

    Record, SBT e RedeTV! vão à guerra contra operadoras de TV paga

    20 de março de 2017 /

    A briga entre as redes Record, SBT e RedeTV! e as operadores de TV paga promete esquentar nos próximos dias, com o desligamento do sinal analógico na Grande São Paulo. Marcado para o dia 29, ele estaria sendo considerado decisivo pelos dois lados da disputa. As emissoras querem cobrar cerca de R$ 3,5 bilhões por ano pela distribuição de seus sinais em alta definição. Para isso, criaram no final do ano passado uma empresa, a Simba, uma joint venture para defender seus interesses que foi fortemente combatida por operadoras e programadoras de TV por assinatura durante a tramitação de processo no CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). Com a aprovação da Simba no CADE, as três redes agora pressionam conjuntamente as TVs por assinatura, alegando que respondem por quase 20% de toda a audiência da TV paga brasileira sem receber nada por isso. A Simba estima que os sinais dos três canais valem R$ 15 mensais por assinante, o que daria, no universo dos 19 milhões de consumidores de TV paga no país, quase R$ 3,5 bilhões brutos por ano. Segundo Daniel Castro, do blog Notícias na TV, os canais já começaram a pressionar nas redes sociais e pretendem levar anúncios em seus intervalos comerciais para sensibilizar seus telespectadores, demonstrando que reivindicam apenas o que consideram legal e justo. Além disso, lembrarão que a Globo já cobra por seu sinal na TV paga, o que é sujeito a debates. Para forçar a negociação, a Simba se espelha na Fox, que em uma tensa negociação com a Sky, chegou a cortar os sinais de seus canais da operadora. O assinante de TV paga se voltou contra a Sky e a Fox conseguiu o aumento que queria. Agora, as três redes abertas devem usar a mesma estratégia. Se isso ocorrer, pela resolução da Anatel as operadoras teriam de substituir esses canais por similares, que não existem. A alternativa para a falta de conteúdo correspondente seria reduzir os preços dos pacotes para os assinantes, o que provaria o ponto das três redes, de que agregam valor. Para pressionar ainda mais as operadoras, a Simba abriu negociações com a Netflix para a venda do conteúdo dos três canais. A disputa é entre pesos-pesados, mas a queda de braços não se resume à ameça de cortes de sinais. Ela também está chegando nos telejornais e no Congresso. Ainda segundo Castro, Record, SBT e RedeTV! estão prontas para denunciar um projeto de lei complementar, identificado como PLC 79, que está em tramitação no Senado Federal, visando alterar a Lei Geral de Telecomunicações, que presenteia as empresas de telecomunicações (donas das operadoras) com anistia de multas, transferência de infraestrutura e benefícios de R$ 100 bilhões, praticamente o faturamento de um ano de todo o setor. A Record estaria disposta a envolver até seus aliados da bancada evangélica para votar contra os interesses das teles.

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  • TV

    SBT, Record e RedeTV ameaçam tirar seus canais dos pacotes de HD da TV paga

    19 de fevereiro de 2017 /

    Três das maiores redes da TV aberta brasileira, SBT, Record e RedeTV, se juntaram em uma parceria para forçar a TV paga a negociar uma compensação pela veiculação gratuita de seus sinais. A joint venture foi batizada de Simba e o primeiro ato dessa empresa foi cobrar as operadoras pelo uso de seus conteúdos em HD. Quando as operadoras vendem pacotes de TV, elas incluem as emissoras abertas, inclusive com sinal HD. Pois a Simba quer receber por isso e alega que as operadoras já pagam à Globo. As operadoras rebatem dizendo que as redes são concessões públicas gratuitas para o público e, se tiverem que pagar, o grande prejudicado será o consumidor, via aumento dos preços das assinaturas. Pois a Simba não quer saber como vai receber, desde que receba. E, se não receber, vai imitar a Fox em sua negociação com a Sky, cortando o sinal dos três canais em HD nos pacotes das operadoras. Se isso ocorrer, pela resolução da Anatel, as operadoras teriam de substituir esses canais por similares, que não existem. A alternativa para a falta de conteúdo correspondente é reduzir os preços dos pacotes para os assinantes. Para pressionar ainda mais as operadoras, a Simba abriu negociações com a Netflix para a venda do conteúdo dos três canais. O prazo dado para as operadoras se manifestaram vai até abril. A partir daí, caso não haja acordo, SBT, Record e RedeTV cortarão seus sinais nos pacotes HD da TV paga. Segundo levantamento do IBOPE, o público dos três canais nos serviços de assinatura equivale a 20% da audiência total da TV paga brasileira.

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  • Filme

    Redes de TV brasileiras negociam disponibilizar conteúdo na Netflix

    26 de janeiro de 2017 /

    A briga entre a Netflix e as operadoras de TV por assinatura ganhou um desdobramento inusitado. Segundo a coluna do jornalista Ricardo Feltrin, a Simba, empresa formada por SBT, Record e RedeTV negocia com a Netflix a distribuição de seus conteúdos originais na plataforma de streaming. O acordo seria desdobramento de outro conflito de interesses. Desta vez entre as redes e as empresas que comandam o mercado de TV paga no Brasil. As emissoras de TV aberta que formam a Simba estão insatisfeitas com o fato de as operadoras não pagarem para transmitir seu sinal HD, mesmo que eles estejam inclusos em pacotes pagos. Assim, o acordo com a Netflix surge como uma alternativa para valorizar seus conteúdos. A empresa americana tornou-se altamente popular com o público brasileiro nos últimos tempos com seu serviço de streaming de filmes e seriados. O acordo com a Simba traria mais programação brasileira para a plataforma, incluindo novelas, séries, humorísticos, reality shows e programas jornalísticos. Aliando-se à Netflix, as redes também cutucam as empresas de TV por assinatura duplamente, já que, em geral, elas são vinculadas a grandes empresas de telefonia e internet. Há tempos estas companhias pressionam o governo por uma forma de tributar a Netflix, que oferece seus serviços ocupando grandes quantidades de banda sem pagar por isso, apoiando-se justamente na infraestrutura das empresas de telefonia para competir com as empresas de TV paga. A Simba também estaria planejando negociar a distribuição do conteúdo das redes com a rival americana da Netflix, a Amazon, que recentemente também começou a operar no Brasil.

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