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    Emmy 2017 reflete avanço do streaming, diversidade e renovação entre as séries

    17 de setembro de 2017 /

    A Academia de Televisão dos Estados Unidos realiza neste domingo (17/9) a 69ª edição de sua premiação, os Emmy Awards. E a ausência de “Game of Thrones”, recordista do troféu, que este ano só foi ao ar após a divulgação dos indicados, além do fim das premiadas “Downton Abbey” e “Mad Men”, abriu espaço para uma grande renovação na disputa. A principal novidade foi o destaque obtido pela sci-fi “The Handmaid’s Tale”, primeira produção do serviço de streaming Hulu a obter indicação ao Emmy de Melhor Série de Drama. Também chamou atenção a evidência conseguida por “This Is Us”, num feito raro nesses dias de TV em toda parte. Produção de rede comercial aberta, o drama geracional provou ter qualidade suficiente para disputar o troféu com as atrações premium dos serviços por assinatura. Mas a Netflix conseguiu se destacar com um feito ainda mais significativo, ao emplacar três produções na prestigiosa disputa de Drama: “The Crown”, “Stranger Things” e “House of Cards”. Ainda mais interessante é que, dentre as sete séries dramáticas indicadas, a maioria (quatro) são produções exibidas por streaming e não por transmissão televisiva. Ou seja, o paradigma mudou. A decepção fica por conta da Amazon, que não conseguiu ampliar muito sua presença além de “Transparent”, sua realização mais premiada. De forma significativa, a categoria das Melhores Séries de Drama abriga cinco produções estreantes: “This Is Us”, “The Handmaid’s Tale”, “Westworld”, “The Crown” e “Stranger Things”, que competem com as veteranas “Better Call Saul” e “House of Cards”. A quantidade de títulos de ficção científica é outro dado ilustrativo dos novos tempos. Em compensação, entre as comédias a única novidade é “Atlanta”, que, por sinal, é favorita na disputa com “Black-ish”, “Master of None”, “Silicon Valley”, “Unbreakable Kimmy Schmidt”, “Veep” e a perene “Modern Family”. Outro detalhe desta lista é que, entre as cinco séries, três têm protagonistas negros e pardos. Esta diversidade também está presente nas categorias de interpretação, com recorde de representatividade afro-americana. Ao todo, 27 artistas não brancos vão disputar troféus neste ano, superando os 21 do ano passado. E o número chega a 30, quando se incluem os apresentadores de reality shows. A abundância pode ser atribuída ao aumento das produções voltadas para nichos específicos, que ganharam impulso com o streaming e a TV paga. Entretanto, foi uma série da TV aberta que rendeu o maior número de atores negros indicados. “This Is Us” trouxe indicações para Sterling K. Brown (Melhor Ator em Série de Drama), Ron Cephas Jones (Coadjuvante) e Brian Tyree Henry (Ator Convidado). A estrela mais famosa na disputa é Viola Davis (“How to Get Away with Murder”), que há dois anos se tornou a primeira negra a vencer como Melhor Atriz de Drama, categoria em que volta a concorrer. No início deste ano, ela também conquistou o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por “Fences” (o filme lançado no Brasil como “Um Limite Entre Nós”). Apesar da grande representatividade de artistas negros, a diversidade não é tão ampla assim, com apenas dois indianos/paquistaneses (Ansari e Riz Ahmed), um latino (Lin-Manuel Miranda, que disputava um Emmy preliminar) e um asiático (BD Wong, igualmente derrotado na disputa preliminar) na relação de minorias não brancas. A premiação também destaca telefilmes, e a lista deste ano causou sobressaltos ao incluir episódios de duas séries: “Black Mirror” e “Sherlock”. Esta anomalia reflete a grande qualidade das séries e a safra fraca dos filmes feitos para TV, da qual só se destaca realmente “The Wizard of Lies”, da HBO. Entre as minisséries e séries limitadas (leia-se de antologia), apenas “Fargo” é veterana, abrindo espaço para mais uma antologia de Ryan Murphy, “Feud”, duas novidades bem distintas da HBO, “The Night Of” e “Big Little Lies”, e a surpresa de “Genius”, do estranho no ninho National Geographic. Em contraste com tantas novidades, a atração que obteve maior quantidade de indicações está no ar há mais de 40 anos: o humorístico “Saturday Night Life”. Contando prêmios técnicos, a produção veterana recebeu 22 indicações – mesmo número de “Westworld”, principal herdeiro de “Game of Thrones” nas categorias técnicas (efeitos). A premiação técnica, por sinal, já aconteceu. Considerado um evento preliminar e batizado de Emmy das Artes Criativas, os troféus de editores, cinematógrafos, figurinistas, maquiadores, compositores e técnicos em geral foi entregue no fim de semana passado e rendeu empate entre “Westworld” e “Strange Things”. Ambas as séries saíram com cinco Emmys cada. A cerimônia antecipada também premia atores convidados (que não fazem parte do elenco fixo central), e rendeu os primeiros troféus de interpretação de “Handmaid’s Tale” e “This Is Us”, vencidos, respectivamente, por Alexis Bledel e Gerald McRaney, além de perpetuar o domínio de “Saturday Night Life” nas categorias de convidados de comédia. Confira a lista completa dos Emmys preliminares aqui. Com apresentação de Stephen Colbert, a cerimônia principal do Emmy 2017 será realizada no Microsoft Theater, em Los Angeles, e exibida ao vivo pelo canal pago TNT. Saiba mais sobre a transmissão aqui e veja abaixo a lista completa dos indicados. Indicados ao Emmy 2017 Melhor Série de Drama “Better Call Saul” “The Crown” “The Handmaid’s Tale” “Stranger Things” “This Is Us” “Westworld” “House of Cards” Melhor Série de Comédia “Atlanta” “Black-ish” “Master of None” “Modern Family” “Silicon Valley” “Unbreakable Kimmy Schmidt” “Veep” Melhor Minissérie ou Série Limitada “Big Little Lies” “Fargo” “Feud” “Genius” “The Night Of” Melhor Telefilme “The Wizard of Lies” “Black Mirror: San Junipero” “Dolly Parton’s Christmas of Many Colors: Circle of Love” “The Immortal Life of Henrietta Lacks” “Sherlock: The Lying Detective” Melhor Atriz em Série de Drama Viola Davis (“How to Get Away with Murder”) Claire Foy (“The Crown”) Elisabeth Moss (“The Handmaid’s Tale”) Keri Russell (“The Americans”) Evan Rachel Wood (“Westworld”) Robin Wright (“House of Cards”) Melhor Ator em Série de Drama Sterling K. Brown (“This Is Us”) Anthony Hopkins (“Westworld”) Matthew Rhys (“The Americans”) Liev Schreiber (“Ray Donovan”) Kevin Spacey (“House of Cards”) Milo Ventimiglia (“This Is Us”) Melhor Atriz em Série de Comédia Pamela Adlon (“Better Things”) Jane Fonda (“Grace and Frankie”) Alison Janney (“Mom”) Ellie Kemper (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) Julia Louis Dreyfuss (“Veep”) Tracee Elliss Ross (“Black-ish”) Lily Tomlin (“Grace and Frankie”) Melhor Ator em Série de Comédia Anthony Anderson (“Black-ish”) Aziz Ansari (“Master Of None”) Zach Galifianakis (“Baskets”) Donald Glover (“Atlanta”) William H. Macy (“Shameless”) Jeffrey Tambor (“Transparent”) Melhor Atriz em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Carrie Coon (“Fargo”) Felicity Huffman (“American Crime”) Nicole Kidman (“Big Little Lies”) Jessica Lange (“FEUD: Bette and Joan”) Susan Sarandon (“FEUD: Bette and Joan”) Reese Witherspoon (“Big Little Lies”) Melhor Ator em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Riz Ahmed (“The Night Of”) Benedict Cumberbatch (“Sherlock – The Lying Detective”) Robert De Niro (“The Wizard of Lies”) Ewan McGregor (“Fargo”) Geoffrey Rush (“Genius”) John Turturro (“The Night of”) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Ann Dowd (“The Handmaid’s Tale”) Samira Wiley (“The Handmaid’s Tale”) Uzo Aduba (“Orange Is the New Black”) Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) Chrissy Metz (“This Is Us”) Thandie Newton (“Westworld”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama John Lithgow (“The Crown”) Jonathan Banks (“Better Call Saul”) Mandy Patinkin (“Homeland”) Michael Kelly (“House of Cards”) David Harbour (“Stranger Things”) Ron Cephas Jones (This Is Us) Jeffrey Wright (Westworld) Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Kate McKinnon (“Saturday Night Live”) Vanessa Beyer (“Saturday Night Live”) Leslie Jones (“Saturday Night Live”) Anna Chlumsky (“Veep”) Judith Light (“Transparent”) Kathryn Hahn (“Transparent”) Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Alec Baldwin (“Saturday Night Live”) Louie Anderson (“Baskets”) Ty Burrell (“Modern Family”) Tituss Burgess (“Unbreakable Kimmy Schmidt”) Tony Hale (“Veep”) Matt Walsh (“Veep”) Melhor Atriz Coadjuvante em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Regina King (“American Crime”) Shailene Woodley (“Big Little Lies”) Laura Dern (“Big Little Lies”) Judy Davis (“Feud”) Jackie Hoffman (“Feud”) Michelle Pfeiffer (“The Wizard of Lies”) Melhor Ator Coadjuvante em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Alexander Skarsgard (“Big Little Lies”) David Thewlis (“Fargo”) Alfred Molina (“Feud”) Stanley Tucci (“Feud”) Bill Camp (“The Night Of”) Michael K. Williams (“The Night Of”) Melhor Direção em Série de Drama Vince Gilligan (“Better Call Saul”) Lesli Linka Glatter (“Homeland”) The Duffer Brothers (“Stranger Things”) Stephen Daldry (“The Crown”) Reed Morano (“The Handmaid’s Tale”) Kate Dennis (“The Handmaid’s Tale”) Jonathan Nolan (“Westworld”) Melhor Direção em Série de Comédia Donald Glover (“Atlanta”) Jamie Babbit (“Silicon Valley”) Mike Judge (“Silicon Valley”) Morgan Sackett (“Veep”) David Mandel (“Veep”) Dale Stern (“Veep”) Melhor Direção em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme Jean-Marc Vallée (“Big Little Lies”) Noah Hawley (“Fargo”) Ryan Murphy (“FEUD: Bette And Joan”) Ron Howard (“Genius”) James Marsh (“The Night Of”) Steven Zaillian (The Night Of) Melhor Roteiro em Série de Drama Joel Fields, Joe Weisberg (“The Americans”) Gordon Smith (“Better Call Saul”) Peter Morgan (“The Crown”) Bruce Miller (“The Handmaid’s Tale”) The Duffer Brothers (“Stranger Things”) Lisa Joy, Jonathan Nolan (“Westworld”) Melhor Roteiro em Série de Comédia Donald Glover (“Atlanta: B.A.N”) Stephen Glover (“Atlanta: Streets on Lock”) Aziz Ansari, Lena Waithe (“Master of None”) Alec Berg (“Silicon Valley”) Billy Kimball (“Veep: Georgia”) David Mandel (“Veep: Groundbreaking”) Melhor Roteiro em Minissérie, Série Limitada ou Telefilme David E. Kelley (“Big Little Lies”) Charlie Brooker (“Black Mirror: San Junipero”) Noah Hawley (“Fargo”) Ryan Murphy (“Feud: And the Winner Is”) Ryan Murphy, Jaffe Cohen, Michael Zam (“Feud: Pilot”) Richard Price, Steven Zaillian (“The Night Of”) Melhor Série de Esquetes e Variedades “Billy On The Street” “Documentary Now!” “Drunk History” “Portlandia” “Saturday Night Live” “Tracey Ullman’s Show” Melhor Reality Show “The Amazing Race” “American Ninja Warrior” “Project Runway” “RuPaul” “Top Chef” “The Voice” Melhor Talk Show de Variedades “Full Frontal with Samantha Bee” “Jimmy Kimmel Live” “Last Week Tonight” “Real Time with Bill Maher” “The Late Late Show with James Corden” “The Late Show with Stephen Colbert”

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    Estreia da 3ª temporada de Outlander registra recorde de audiência

    16 de setembro de 2017 /

    A estreia da 3ª temporada de “Outlander” registrou a maior audiência da série nos Estados Unidos, desde seu lançamento em 2014. O primeiro episódio, que registou o nascimento da filha da protagonista, foi visto ao vivo por 1,49 milhão de telespectadores e 2,09 milhões com as reprises na noite do último domingo (10/9). Entre os programas do canal Starz, a série criada por Ronald D. Moore (“Battlestar Galactica”) só perde para “Power”, que registrou 2,26 milhões de telespectadores na estreia de sua 3ª temporada no ano passado, e tem uma média de 1,68 milhão de telespectadores sintonizados ao vivo nos episódios da mais recentes da 4ª temporada, encerrada em 3 de setembro. A 3ª temporada de “Outlander” é baseada no terceiro livro da escritora Diana Gabaldon, “Voyager”, lançado no Brasil como “O Resgate no Mar”, e encontra Claire (Caitriona Balfe) e Jamie (Sam Heughan) separados por séculos e continentes. No Brasil, a série faz parte dos canais Fox Premium e do catálogo de streaming da plataforma Fox Play.

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    Continuação de It: A Coisa vai manter as crianças na trama

    12 de setembro de 2017 /

    O diretor Andy Muschietti revelou que continuação de “It: A Coisa” ainda contará com o elenco mirim original. Como os fãs de Stephen King sabem, a segunda parte da história mostra os personagens adultos, mas o cineasta argentino afirmou que os meninos aparecerão em flashbacks. “No segundo, o diálogo entre linhas do tempo estará mais presente. Se estamos contando a história dos adultos, teremos flashbacks que nos levarão de volta aos anos 1980 e informarão a história no presente”, ele disse, em entrevista para a revista Entertainment Weekly. A produtora Barbara Muschietti, irmã do diretor, ainda afirmou que, apesar do roteiro da sequência já estar em desenvolvimento, o novo filme ainda não recebeu sinal verde da Warner. Mas isso é detalhe, tendo em vista a quantidade de recordes quebrados pela estreia da produção original. Muschietti também espera contar com um orçamento maior para mostrar a dimensão de onde vem Pennywise. “It: A Coisa” foi orçado em US$ 35 milhões, mas se tornou a maior bilheteria da história do cinema de terror, faturando impressionantes US$ 700 milhões em todo o mundo.

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    Com dados oficiais, sucesso de It: A Coisa é ainda maior na América do Norte

    11 de setembro de 2017 /

    Os dados das bilheterias do fim de semana, antecipados no domingo (10/9), foram atualizados com os valores reais. E o resultado é que “It: A Coisa” teve um sucesso maior que o anteriormente anunciado. O filme não fez US$ 117,1 milhões na América do Norte, mas US$ 123 milhões. O valor é insano, porque representa a terceira maior estreia do ano, atrás apenas de “A Bela e a Fera” (que abriu com US$ 174 milhões) e “Guardiões da Galáxia 2” (US$ 146,5 milhões). E não se pode esquecer que os valores não incluem os cinemas da Flórida, fechados devido ao furacão Irma. Mais: “It: A Coisa” é um lançamento com classificação “R” (para maiores de 17 anos), e mesmo assim teve mais público em sua estreia que “Mulher-Maravilha” e “Homem-Aranha: De Volta ao Lar”. “É uma lição de humildade quando algo assim supera nossas expectativas mais loucas”, disse o presidente e diretor de conteúdo da Warner Bros. Pictures Toby Emmerich ao site The Hollywood Reporter. “Falando por meus colegas da Warner Bros. e da New Line, estamos incrivelmente felizes e aliviados. Todo o trabalho duro valeu a pena, mas sabemos que houve uma certa sorte envolvida. Gosto de pensar que a New Line é realmente boa para nutrir cineastas e a Warner é realmente boa no marketing”. Vale recapitular os recordes quebrados pela produção, maior estreia de um filme de terror da História. Para começar, o novo longa do diretor Andy Muschietti (“Mama”) teve a maior pré-estreia de todos os tempos. Nos Estados Unidos, costuma-se antecipar o lançamento de candidatos a blockbuster na noite de quinta-feira, véspera da estreia oficial, e nestas primeiras sessões “It: A Coisa” arrecadou US$ 13,4 milhões. O valor deixa para trás o antigo recordista “Deadpool”, que somou US$ 12,7 milhões em 2016. Na estreia oficial, que aconteceu na sexta-feira (7/9), o longa bateu mais três recordes, ao registrar surpreendentes US$ 51 milhões em um único dia. O valor representa: a maior abertura de um filme lançado no mês de setembro na América do Norte, a maior abertura de um filme de terror em todos os tempos e a maior abertura de um filme de classificação “R” (para maiores de 17 anos) da história do cinema norte-americano. Curiosamente, o antigo recordista desta última marca também era “Deadpool”, com US$ 47,3 milhões. E aí vieram os números completos do fim de semana. Até então, o máximo que um filme de terror tinha conseguido atingir nos primeiros três dias tinha sido menos da metade deste valor: US$ 52 milhões, obtidos por “Atividade Paranormal 3” em 2011. Para se ter noção, os US$ 123 milhões arrecadados de “It: A Coisa” já representam a sexta maior bilheteria de terror da América do Norte em arrecadação total! O recordista ainda é “O Exorcista”, cuja marca de US$ 193 milhões em 1974 deve finalmente ser superada em poucos dias. Só para lembrar: o custo de produção foi de apenas US$ 35 milhões. Além do recorde de maior estreia do terror, também ficou para trás a marca de maior lançamento de setembro (o recorde trucidado pertencia a “Hotel Transilvânia 2”, com US$ 41 milhões), faltando pouco para superar os três dias iniciais de “Deadpool” (US$ 132 milhões), como maior estreia com classificação “R”. “It: A Coisa” ficou em 2º lugar neste quesito.

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    Homem-Aranha: De Volta ao Lar supera Mulher-Maravilha em bilheteria mundial com ajuda da China

    11 de setembro de 2017 /

    “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” teve sua estreia na China no último fim de semana e superou expectativas, com uma arrecadação de US$ 70,8 milhões em seus primeiros três dias. Para se ter noção, os valores representam a terceira maior abertura de filme de super-herói no mercado chinês, atrás apenas de “Vingadores: A Era de Ultron” (2015), que fez US$ 115 milhões, e “Capitão América: Guerra Civil” (2016), com US$ 93 milhões. Com isso, o longa chegou a um total de US$ 495 milhões de bilheteria internacional e um total mundial de US$ 823 milhões, tirando a coroa de “Mulher-Maravilha” como o filme de super-herói de maior faturamento mundial de 2017. A produção da heroína da DC Comics fez US$ 816 milhões mundialmente. Para completar, o longa também se tornou o segundo mais bem-sucedido da franquia do Homem-Aranha. Apenas “Homem-Aranha 3” (2007), dirigido por Sam Raimi, rendeu mais: US$ 890 milhões há dez anos. O detalhe é que “Homem-Aranha: De Volta ao Lar” ainda está em cartaz, inclusive no Brasil, e sua totalização ainda não encerrou.

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    It: A Coisa apavora América do Norte com maior bilheteria de estreia da história do terror

    10 de setembro de 2017 /

    A bilheteria de “It: A Coisa” se provou espantosa. Em pleno fim de semana do furacão Irma, em que os cinemas da Flórida estiveram fechados, a nova adaptação de Stephen King acumulou recordes e se consagrou como o terror mais bem-sucedido de todos os tempos. Em seu primeiro fim de semana, o filme fez US$ 117,1 milhões na América do Norte, maior estreia de uma produção de terror da História. Até então, o máximo que um filme de terror tinha conseguido atingir num fim de semana tinha sido menos da metade deste valor: US$ 52 milhões, obtidos por “Atividade Paranormal 3” em 2011. O valor superou até as projeções mais otimistas, após caírem os primeiros recordes de arrecadação. Para começar, o novo longa do diretor Andy Muschietti (“Mama”) teve a maior pré-estreia de todos os tempos. Nos Estados Unidos, costuma-se antecipar o lançamento de candidatos a blockbuster na noite de quinta-feira, véspera da estreia oficial, e nestas primeiras sessões “It: A Coisa” arrecadou US$ 13,4 milhões. O valor deixa para trás o antigo recordista “Deadpool”, que somou US$ 12,7 milhões em 2016. Na estreia oficial, que aconteceu na sexta-feira (7/9), o longa bateu mais três recordes, ao registrar surpreendentes US$ 51 milhões em um único dia. O valor representa: a maior abertura de um filme lançado no mês de setembro na América do Norte, a maior abertura de um filme de terror em todos os tempos e a maior abertura de um filme de classificação “R” (para maiores de 17 anos) da história do cinema norte-americano. Curiosamente, o antigo recordista desta última marca também era “Deadpool”, com US$ 47,3 milhões. Depois disso, as projeções apontavam uma bilheteria “flutuante” entre US$ 100 e US$ 115 milhões no acumulado do final de semana, o que também foi superado. Para se ter noção, os US$ 117,1 milhões arrecadados em três dias já fazem de “It: A Coisa” a sexta maior bilheteria de terror da América do Norte – em arrecadação total! Só para lembrar: o custo de produção foi de apenas US$ 35 milhões. Além do recorde de maior estreia do terror, também ficou para trás a marca de maior lançamento de setembro (o recorde trucidado pertencia a “Hotel Transilvânia 2”, com US$ 41 milhões), mas a produção não superou os três dias iniciais de “Deadpool” (US$ 132 milhões), tendo que se contentar com o 2º lugar como maior estreia com classificação “R”. A diferença do desempenho de “It: A Coisa” para o 2º lugar das bilheterias foi abissal. A posição foi ocupada por outra estreia, a comédia “De Volta para Casa”, estrelada por Reese Witherspoon, que fez somente US$ 9 milhões. O desencontro também foi similar na opinião da crítica. Enquanto o terror teve 87% de aprovação na média do site Rotten Tomatoes, a comédia recebeu só 35% de críticas positivas. Assim, o que foi feito para rir acabou virando o verdadeiro horror nos cinemas. Após três semanas na liderança do ranking, a comédia de ação “Dupla Explosiva” fecha o Top 3. Confira abaixo o desempenho das dez maiores bilheterias da América do Norte. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. It: A Coisa Fim de semana: US$ 117,1 milhões Total EUA: US$ 117,1 milhões Total Mundo: US$ 179,1 milhões 2. De Volta para Casa Fim de semana: US$ 9 milhões Total EUA: US$ 9 milhões Total Mundo: US$ 9 milhões 3. Dupla Explosiva Fim de semana: US$ 4,8 milhões Total EUA: US$ 64,9 milhões Total Mundo: US$ 64,9 milhões 4. Annabelle 2: A Criação do Mal Fim de semana: US$ 4 milhões Total EUA: US$ 96,2 milhões Total Mundo: US$ 280,2 milhões 5. Terra Selvagem Fim de semana: US$ 3,2 milhões Total EUA: US$ 25 milhões Total Mundo: US$ 25 milhões 6. A Bailarina Fim de semana: US$ 2,5 milhões Total EUA: US$ 15,8 milhões Total Mundo: US$ 98,9 milhões 7. Homem-Aranha: De Volta para Casa Fim de semana: US$ 2 milhões Total EUA: US$ 327,7 milhões Total Mundo: US$ 823 milhões 8. Dunkirk Fim de semana: US$ 1,9 milhão Total EUA: US$ 183,1 milhões Total Mundo: US$ 492,2 milhões 9. Roubo em Família Fim de semana: US$ 1,8 milhão Total EUA: US$ 25,2 milhões Total Mundo: US$ 31,7 milhões 10. Emoji: O Filme Fim de semana: US$ 1 milhão Total EUA: US$ 82,5 milhões Total Mundo: US$ 170,9 milhões

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    It: A Coisa engole a Polícia Federal nas bilheterias brasileiras

    9 de setembro de 2017 /

    O Brasil é um dos países em que o terror “It: A Coisa” está tendo seu melhor desempenho internacional. Graças a seu lançamento no feriadão de 7 de setembor (o “Independence Day” nacional), a adaptação da obra de Stephen King teve uma abertura recorde de US$ 1,9 milhões. O valor está em dólares, pois foi adiantado pela Warner para a imprensa americana, mas equivaleria hoje a R$ 5,88 milhões. É a maior arrecadação registrada em um único dia para um filme de terror no país. Lançado em apenas 846 telas, o filme bateu com facilidade outros sucessos do gênero, como “Annabelle” (2014) e “Encarnação do Mal 2” (2016). Em dois dias, o valor mais que dobrou. Já está, segundo afirma o site Deadline, em US$ 3,1 milhões – ou o equivalente a R$ 9,59 milhões. Com isso, “It: A Coisa” engoliu o outro lançamento amplo da semana, “Policia Federal: A Lei É para Todos”, que está faturando menos da metade, em 2º lugar no ranking. O terror dirigido pelo argentino Andy Muschietti (“Mama”) também bateu recordes na Espanha, Reino Unido e na América do Norte, onde se tornou a maior estreia de terror de todos os tempos. Saiba mais aqui. A Warner deve oficializar e atualizar os dados do desempenho nacional do filme na segunda-feira (11/9). Aproveite e leia a crítica do filme aqui.

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    It: A Coisa já bate recordes de bilheteria nos Estados Unidos e no mundo

    9 de setembro de 2017 /

    O palhaço Pennywise, de “It: A Coisa”, mostrou ser capaz de enfrentar e vencer até furacão. Mesmo com o mau tempo no sul dos Estados Unidos, a adaptação do romance clássico de terror de Stephen King arrastou multidões aos cinemas norte-americanos. O sucesso está sendo muito maior que as projeções calculavam. E já são registrados alguns recordes. Para começar, o filme teve a maior pré-estreia de todos os tempos. Nos Estados Unidos, costuma-se antecipar o lançamento de candidatos a blockbuster na noite de quinta-feira, véspera da estreia oficial, e nestas primeiras sessões “It: A Coisa” arrecadou US$ 13,4 milhões. O valor deixa para trás o antigo recordista “Deadpool”, que somou US$ 12,7 milhões em 2016. Na estreia oficial, que aconteceu na sexta-feira (7/9), o longa bateu mais três recordes, ao registrar surpreendentes US$ 51 milhões em um único dia. O valor representa: a maior abertura de um filme lançado no mês de setembro na América do Norte, a maior abertura de um filme de terror em todos os tempos e a maior abertura de um filme de classificação “R” (para maiores de 17 anos) da história do cinema norte-americano. Curiosamente, o antigo recordista desta última marca também era “Deadpool”, com US$ 47,3 milhões. Agora, as projeções apontam uma bilheteria “flutuante” entre US$ 100 e US$ 115 milhões no acumulado do final de semana, o que será novo recorde, como a maior estreia de terror em todos os tempos, entre outras marcas que podem ser quebradas. Os dados que vêm do resto do mundo também sugerem uma estreia impressionante, em torno de US$ 65 milhões no mercado internacional. Na Espanha, o filme registrou a maior abertura da Warner em 2017, faturando mais que “Invocação do Mal” (2013) e “Annabelle” (2015) juntos. O estúdio também adiantou à imprensa que os valores vindos do Brasil (saiba mais aqui), Reino Unido, Rússia, Austrália, Holanda e boa parte da Europa Oriental são recordistas para o gênero. Só para lembrar: o custo de produção foi de apenas US$ 35 milhões. Com direção do argentino Andy Muschietti (“Mama”), “It: A Coisa” estreou no Brasil na quinta-feira (7/9). Aproveite e leia a crítica do filme aqui.

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    Pirataria da 7ª temporada de Game of Thrones teria atingido 1 bilhão de visualizações

    8 de setembro de 2017 /

    “Game of Thrones” bateu um novo recorde de audiência. A 7ª temporada da atração, que se tornou a série mais assistida da história da HBO e da TV paga americana, teria sido vista mais de 1 bilhão de vezes de forma ilegal. A afirmação foi feita pela empresa de monitoria MUSO, que identificou diversos arquivos piratas do programa na internet. Mais do que em anos anteriores, a mais recente temporada de “Game of Thrones” sofreu vazamentos após ataques de hackers, de piratas indianos e até como consequência de vacilos de funcionários europeus da própria companhia. Isto resultou em aumento significativo do público de cópias piratas de seus episódios. E não apenas por meio de redes de torrent, de uso mais complexo para o usuário comum. Embora capítulos tenham sidos disponibilizados também para download direto e simples em sites e fóruns, o que chamou mais atenção no monitoramento foi a proliferação do streaming pirata. 85% das exibições ilegais aconteceram com o simples aperto de um botão de “play”. Em comparação, os sites de torrent representaram 9,1% da pirataria, enquanto os downloads comuns 5,6%. “Não é segredo que a HBO foi atormentada por violações de segurança durante a última temporada, que teve alguns episódios vazados antes da transmissão e adicionados à atividade ilegal”, disse Andy Chatterley, CEO e cofundador da MUSO, no comunicado que apresentou os números. “Além do tamanho da pirataria quando se trata de programas populares, esses números demonstram que a transmissão sem licença pode ser um tipo de pirataria muito mais significativo do que os downloads via torrent”, ele concluiu.

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    It – A Coisa explora o medo de forma sinistra, lírica e verdadeiramente assustadora

    7 de setembro de 2017 /

    É inegável que muito do encanto do livro “It: A Coisa” reside na forma como o escritor Stephen King manuseia a percepção de seus personagens em relação aos perigos que podem haver num parque de diversões. São poucos os ambientes que possuem mais interesse cênico: um complexo cujas dimensões evocam um conflito natural entre um certo imaginário sinistro e um lirismo juvenil. O diretor Andy Muschietti (“Mama”) compreende isso nesta segunda adaptação do best-seller de King – a primeira para o cinema. O perturbador em “It: A Coisa” é que nem vemos o tal parque, é como se ele estivesse enterrado sob um pequeno vilarejo e nosso único contato com esse mundo é um palhaço, Pennywise. Esse bufão homicida sobrevive no sistema de esgoto da pequena cidade de Derry, no Maine, e adulto algum parece preocupado. Há uma cegueira coletiva, como se todos os pais, todas as autoridades da cidade, estivessem encantados por esse flautista de Hamelin e restasse apenas as crianças para enfrentar o bicho-papão. A ideia é fascinante, e o livro de King talvez seja sua obra-prima. O conceito é tão forte, que fica difícil estragar tudo numa adaptação para as telas. O problema até ontem em Hollywood se devia em como fazer a transposição, já que o livro é um calhamaço tão grosso quanto a bíblia. Na TV, em 1990, houve uma minissérie com mais de três horas de duração, com Tim Curry como o palhaço vilão. A New Line, que detém os direitos pro cinema, demorou pra achar um formato que rendesse dinheiro. Por fim, encontrou a solução: dividir o filme em duas partes. Essa que estréia nos cinemas é a primeira metade. A atração é de um trem fantasma insano. Se você é um espectador que busca a lógica ou se prende a detalhes, vai odiar o filme logo na primeira cena. A ideia de uma criança agachada numa boca de lobo, conversando com um palhaço em meio a uma chuva torrencial, soa completamente absurda. Para se divertir é preciso entrar na atmosfera lúdica. “It” funciona quase como uma fábula. Ao contrário do livro que se passava nos anos 1950, a ação foi transferida para os anos 1980, o que abre um campo para encher o filme de referências ao cinema da década, com piscadelas para “ET”, “Goonies”, “Curtindo a Vida Adoidado”, “De Volta para o Futuro” e, claro, “Conta Comigo”, outra adaptação acima da média de King. Os cinéfilos que entraram na hype da série “Stranger Things” vão se deliciar com esses encaixes. Mas não é isso que torna o filme interessante. O centro gravitacional está com os atores. Com as crianças muito bem dirigidas e com o jovem Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”), que vive o palhaço. Pennywise foi concebido pelo escritor Stephen King como um cruzamento de Ronald McDonald e Freddie Kruger. E ele não oferece lanchinhos regados a ketchup. Aliás, no filme, o personagem nunca entra em cena sem uma preparação. É meio clichê usar um balão vermelho pra antecipar a presença do perigo, mas isso não compromete. Muschietti tenta ser comedido com a profusão de efeitos visuais. Confia no elemento humano. Bill Skarsgård, por exemplo, usa maquiagem pesada, mas ela é cuidadosamente estudada para marcar determinadas expressões. As sobrancelhas formam um V de vilão e o batom carmesim se estende pela bochecha como chifres do demônio, que dividem os olhos e se estendem pelo rosto, mas elas nunca congelam suas expressões. Descobrimos que Pennywise assombra a pequena Derry há séculos, emergindo periodicamente para aterrorizar e levar novas almas pelo ralo. Embora a lista de crianças mortas seja longa, nenhum adulto move uma palha. A polícia, então, parece mais preocupada em resgatar gatinhos de cima das árvores. Cabe a um grupo de sete pré-adolescentes, o “Clube dos Fracassados”, acabar com o “feitiço” e mandar o palhaço às favas. O grupo é composto por um menino tímido e gago (Jaeden Lieberher, da série “Masters of Sex”), uma menina com má reputação na escola (a ruivinha Sophia Lillis, de “37”), um garoto gordinho (Jeremy Ray Taylor, de “The History of Us”) e até um dos meninos de “Stranger Things” (Finn Wolfhard), entre outros. Eles rastreiam os assassinatos, determinam a origem do problema e a natureza da maldição da cidade. Agir para encurralar Pennywase é mais complicado. O lema é um por todos e todos por um, e embora a garotada tente manter essa estratégia, o maquiavélico Pennywise conhece o labirinto de esgotos o suficiente para separar com facilidade a turminha. Muschietti entende bem as leis do cinema de terror. Sabe que, assim como na comédia, o tempo é tudo no gênero. Se você prender uma cena por muito tempo ou cortar antes da tensão atingir seu pico, o resultado é comprometido. Verdade que nem sempre o diretor obtém esse equilíbrio, mas, quando acerta, é na mosca. Como na cena em que Pennywise surpreende Beverly, a ruivinha, em seu esconderijo. O Palhaço a arranca do chão e ela grita, mas depois respira e diz que não tem medo do que não existe. Ele refuta dizendo que se não existe, como ela pode estar sentindo dor. E então abre uma boca cada vez mais larga, que vai expandindo as fileiras de dentes afiados até gelar a menina de medo, provando que o horror não se ressume a um compartimento. Pode ser imenso e sem fim. Outra sequência que transcende o lugar-comum envolve o simples ralo de uma pia de banheiro. A vítima ouve um ruído bizarro das entranhas do ralo e quando se aproxima para ver, seus próprios cabelos tentam puxá-la para dentro daquele mundo. Enfim, nesses pequenos momentos “It: A Coisa” reafirma o horror como algo mais do que artimanhas e peripécias. Nesses trechos, Muschietti tira do horror a materialidade, fazendo-o abstrato e indeterminado. E é isso que torna um filme verdadeiramente assustador.

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  • Filme

    Cinemark vai exibir o maior sucesso da animação japonesa em todos os tempos

    1 de setembro de 2017 /

    A rede Cinemark anunciou que exibirá o anime “Your Name” (Kimi no Na Wa) com exclusividade nos cinemas brasileiros. A exibição deve acontecer em outubro, com data a ser confirmada. História de um casal de adolescentes que não se conhece, mas sonha com a vida do outro, o filme de Makoto Shinkai foi a maior bilheteria do Japão em 2016. A produção animada registrou uma arrecadação de 23,5 bilhões de ienes (US$ 207 milhões) e superou inclusive o lançamento do blockbuster “Star Wars: O Despertar da Força” no país (11,6 bilhões de ienes). “Your Name” também ultrapassou o recorde mundial de bilheteria de “A Viagem de Chihiro”, do mestre Hayao Miyazaki, que venceu o Oscar de Melhor Animação em 2003. Enquanto o anime clássico arrecadou US$ 275 milhões no mundo todo, o novo lançamento fez US$ 355 milhões, virando o maior sucesso da animação japonesa em todos os tempos.

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  • Série

    Sob Pressão bate recorde de audiência e vira série mais vista da Globo desde A Grande Família

    30 de agosto de 2017 /

    A série “Sob Pressão” bateu um recorde histórico de audiência na Grande São Paulo. O episódio exibido na terça (29/8) marcou 28,8 pontos, melhor audiência de uma série da Globo desde 2012, quando “A Grande Família” ainda vivia seu auge de popularidade. Com seis capítulos já exibidos, a atração médica vem emplacando uma média de 27,7 pontos. O detalhe é que esta audiência é superior a da novela “A Lei do Amor”, que em pleno horário nobre da Globo registrou média de 27,2. Não por acaso, a 2ª temporada da série já está confirmada. “Sob Pressão” é uma adaptação do filme homônimo, que por sinal tinha cara de piloto de série. Comandadas pelos diretores Andrucha Waddington, que também dirigiu o filme, e Mini Kerti, a 1ª temporada tem somente nove episódios. No filme, a equipe do Dr. Evandro (Julio Andrade) lidava com um dilema ético para realizar três cirurgias complicadas num mesmo dia. Na produção para a TV, são dramas como o da menina que é abusada e tenta suicídio, o da mulher espancada em casa, e o da grávida que não sabe que o marido está com Aids. Coprodução da Globo com a Conspiração Filmes, a série não tem todos os atores do filme, caso de Andréa Beltrão e Ícaro Silva. Mas traz de volta Marjorie Estiano, cuja personagem, a cirurgiã vascular Carolina, tem um romance com o médico vivido por Andrade. A trama é livremente inspirada no livro “Sob Pressão — A Rotina de Guerra de um Médico Brasileiro”, do médico Márcio Maranhão, que também atua como consultor da série. A versão para a TV tem redação final assinada pelo cineasta Jorge Furtado (“Real Beleza”), que escreve os episódios com Lucas Paraizo, Antonio Prata e Márcio Alemão.

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  • Série

    Final de temporada de Game of Thrones bate recorde de audiência da TV paga dos EUA

    28 de agosto de 2017 /

    O final da 7ª temporada de “Game of Thrones” bateu o recorde histórico de audiência da TV paga americana. Exibido no domingo, o episódio “The Dragon and the Wolf” foi assistido ao vivo por 16,5 milhões de espectadores nos Estados Unidos. De acordo com dados da consultoria Nielsen, 12,1 milhões assistiram pela TV paga, enquanto o restante viu por streaming. O número supera com folga o recorde anterior da série, 10,7 milhões registrados há duas semanas. Além disso, é quase o dobro da audiência do último episódio da temporada passada, visto por 8,9 milhões de pessoas O crescimento do público foi constante, aumentando de episódio a episódio. O dado impressionante é que, quando computadas as reprises, gravações digitais e streamings atrasados, cada capítulo atinge um espantosa média de 31 milhões de espectadores. A estimativa da HBO é que 90% de seus assinantes nos Estados Unidos assistiram à 7ª temporada da série. Os números são inéditos na história da HBO. E na história da TV paga dos Estados Unidos. Nem “The Walking Dead” supera. Em termos de comparação, o final da última temporada da série de zumbis foi visto por 11,3 milhão de pessoas em abril. Em 2015, “Game of Thrones” superou “Os Sopranos” como a série mais vista da HBO de todos os tempos, ultrapassando a marca de 18,2 milhões de espectadores em todas as plataformas. Ou seja: a 7ª temporada de “Game of Thrones” superou os números já surpreendentes de “Sopranos” em 60%. Com o aumento crescente de fãs da série, a expectativa é de que a vindoura 8ª e última temporada consiga aumentar ainda mais os recordes da atração. Mas também é preciso considerar que este ano “Game of Thrones” contou com incentivadores inesperados, graças aos esforços de hackers, piratas e até funcionários ineptos, que divulgaram spoilers, roteiros, trechos em vídeo e capítulos inteiros antes da exibição oficial. Os recordes atingidos comprovam que tudo o que conseguiram foi alardear ainda mais a produção, aumentando a curiosidade e o interesse do público pelos episódios originais.

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