Pirataria da 7ª temporada de Game of Thrones teria atingido 1 bilhão de visualizações
“Game of Thrones” bateu um novo recorde de audiência. A 7ª temporada da atração, que se tornou a série mais assistida da história da HBO e da TV paga americana, teria sido vista mais de 1 bilhão de vezes de forma ilegal. A afirmação foi feita pela empresa de monitoria MUSO, que identificou diversos arquivos piratas do programa na internet. Mais do que em anos anteriores, a mais recente temporada de “Game of Thrones” sofreu vazamentos após ataques de hackers, de piratas indianos e até como consequência de vacilos de funcionários europeus da própria companhia. Isto resultou em aumento significativo do público de cópias piratas de seus episódios. E não apenas por meio de redes de torrent, de uso mais complexo para o usuário comum. Embora capítulos tenham sidos disponibilizados também para download direto e simples em sites e fóruns, o que chamou mais atenção no monitoramento foi a proliferação do streaming pirata. 85% das exibições ilegais aconteceram com o simples aperto de um botão de “play”. Em comparação, os sites de torrent representaram 9,1% da pirataria, enquanto os downloads comuns 5,6%. “Não é segredo que a HBO foi atormentada por violações de segurança durante a última temporada, que teve alguns episódios vazados antes da transmissão e adicionados à atividade ilegal”, disse Andy Chatterley, CEO e cofundador da MUSO, no comunicado que apresentou os números. “Além do tamanho da pirataria quando se trata de programas populares, esses números demonstram que a transmissão sem licença pode ser um tipo de pirataria muito mais significativo do que os downloads via torrent”, ele concluiu.
It – A Coisa explora o medo de forma sinistra, lírica e verdadeiramente assustadora
É inegável que muito do encanto do livro “It: A Coisa” reside na forma como o escritor Stephen King manuseia a percepção de seus personagens em relação aos perigos que podem haver num parque de diversões. São poucos os ambientes que possuem mais interesse cênico: um complexo cujas dimensões evocam um conflito natural entre um certo imaginário sinistro e um lirismo juvenil. O diretor Andy Muschietti (“Mama”) compreende isso nesta segunda adaptação do best-seller de King – a primeira para o cinema. O perturbador em “It: A Coisa” é que nem vemos o tal parque, é como se ele estivesse enterrado sob um pequeno vilarejo e nosso único contato com esse mundo é um palhaço, Pennywise. Esse bufão homicida sobrevive no sistema de esgoto da pequena cidade de Derry, no Maine, e adulto algum parece preocupado. Há uma cegueira coletiva, como se todos os pais, todas as autoridades da cidade, estivessem encantados por esse flautista de Hamelin e restasse apenas as crianças para enfrentar o bicho-papão. A ideia é fascinante, e o livro de King talvez seja sua obra-prima. O conceito é tão forte, que fica difícil estragar tudo numa adaptação para as telas. O problema até ontem em Hollywood se devia em como fazer a transposição, já que o livro é um calhamaço tão grosso quanto a bíblia. Na TV, em 1990, houve uma minissérie com mais de três horas de duração, com Tim Curry como o palhaço vilão. A New Line, que detém os direitos pro cinema, demorou pra achar um formato que rendesse dinheiro. Por fim, encontrou a solução: dividir o filme em duas partes. Essa que estréia nos cinemas é a primeira metade. A atração é de um trem fantasma insano. Se você é um espectador que busca a lógica ou se prende a detalhes, vai odiar o filme logo na primeira cena. A ideia de uma criança agachada numa boca de lobo, conversando com um palhaço em meio a uma chuva torrencial, soa completamente absurda. Para se divertir é preciso entrar na atmosfera lúdica. “It” funciona quase como uma fábula. Ao contrário do livro que se passava nos anos 1950, a ação foi transferida para os anos 1980, o que abre um campo para encher o filme de referências ao cinema da década, com piscadelas para “ET”, “Goonies”, “Curtindo a Vida Adoidado”, “De Volta para o Futuro” e, claro, “Conta Comigo”, outra adaptação acima da média de King. Os cinéfilos que entraram na hype da série “Stranger Things” vão se deliciar com esses encaixes. Mas não é isso que torna o filme interessante. O centro gravitacional está com os atores. Com as crianças muito bem dirigidas e com o jovem Bill Skarsgård (série “Hemlock Grove”), que vive o palhaço. Pennywise foi concebido pelo escritor Stephen King como um cruzamento de Ronald McDonald e Freddie Kruger. E ele não oferece lanchinhos regados a ketchup. Aliás, no filme, o personagem nunca entra em cena sem uma preparação. É meio clichê usar um balão vermelho pra antecipar a presença do perigo, mas isso não compromete. Muschietti tenta ser comedido com a profusão de efeitos visuais. Confia no elemento humano. Bill Skarsgård, por exemplo, usa maquiagem pesada, mas ela é cuidadosamente estudada para marcar determinadas expressões. As sobrancelhas formam um V de vilão e o batom carmesim se estende pela bochecha como chifres do demônio, que dividem os olhos e se estendem pelo rosto, mas elas nunca congelam suas expressões. Descobrimos que Pennywise assombra a pequena Derry há séculos, emergindo periodicamente para aterrorizar e levar novas almas pelo ralo. Embora a lista de crianças mortas seja longa, nenhum adulto move uma palha. A polícia, então, parece mais preocupada em resgatar gatinhos de cima das árvores. Cabe a um grupo de sete pré-adolescentes, o “Clube dos Fracassados”, acabar com o “feitiço” e mandar o palhaço às favas. O grupo é composto por um menino tímido e gago (Jaeden Lieberher, da série “Masters of Sex”), uma menina com má reputação na escola (a ruivinha Sophia Lillis, de “37”), um garoto gordinho (Jeremy Ray Taylor, de “The History of Us”) e até um dos meninos de “Stranger Things” (Finn Wolfhard), entre outros. Eles rastreiam os assassinatos, determinam a origem do problema e a natureza da maldição da cidade. Agir para encurralar Pennywase é mais complicado. O lema é um por todos e todos por um, e embora a garotada tente manter essa estratégia, o maquiavélico Pennywise conhece o labirinto de esgotos o suficiente para separar com facilidade a turminha. Muschietti entende bem as leis do cinema de terror. Sabe que, assim como na comédia, o tempo é tudo no gênero. Se você prender uma cena por muito tempo ou cortar antes da tensão atingir seu pico, o resultado é comprometido. Verdade que nem sempre o diretor obtém esse equilíbrio, mas, quando acerta, é na mosca. Como na cena em que Pennywise surpreende Beverly, a ruivinha, em seu esconderijo. O Palhaço a arranca do chão e ela grita, mas depois respira e diz que não tem medo do que não existe. Ele refuta dizendo que se não existe, como ela pode estar sentindo dor. E então abre uma boca cada vez mais larga, que vai expandindo as fileiras de dentes afiados até gelar a menina de medo, provando que o horror não se ressume a um compartimento. Pode ser imenso e sem fim. Outra sequência que transcende o lugar-comum envolve o simples ralo de uma pia de banheiro. A vítima ouve um ruído bizarro das entranhas do ralo e quando se aproxima para ver, seus próprios cabelos tentam puxá-la para dentro daquele mundo. Enfim, nesses pequenos momentos “It: A Coisa” reafirma o horror como algo mais do que artimanhas e peripécias. Nesses trechos, Muschietti tira do horror a materialidade, fazendo-o abstrato e indeterminado. E é isso que torna um filme verdadeiramente assustador.
Cinemark vai exibir o maior sucesso da animação japonesa em todos os tempos
A rede Cinemark anunciou que exibirá o anime “Your Name” (Kimi no Na Wa) com exclusividade nos cinemas brasileiros. A exibição deve acontecer em outubro, com data a ser confirmada. História de um casal de adolescentes que não se conhece, mas sonha com a vida do outro, o filme de Makoto Shinkai foi a maior bilheteria do Japão em 2016. A produção animada registrou uma arrecadação de 23,5 bilhões de ienes (US$ 207 milhões) e superou inclusive o lançamento do blockbuster “Star Wars: O Despertar da Força” no país (11,6 bilhões de ienes). “Your Name” também ultrapassou o recorde mundial de bilheteria de “A Viagem de Chihiro”, do mestre Hayao Miyazaki, que venceu o Oscar de Melhor Animação em 2003. Enquanto o anime clássico arrecadou US$ 275 milhões no mundo todo, o novo lançamento fez US$ 355 milhões, virando o maior sucesso da animação japonesa em todos os tempos.
Sob Pressão bate recorde de audiência e vira série mais vista da Globo desde A Grande Família
A série “Sob Pressão” bateu um recorde histórico de audiência na Grande São Paulo. O episódio exibido na terça (29/8) marcou 28,8 pontos, melhor audiência de uma série da Globo desde 2012, quando “A Grande Família” ainda vivia seu auge de popularidade. Com seis capítulos já exibidos, a atração médica vem emplacando uma média de 27,7 pontos. O detalhe é que esta audiência é superior a da novela “A Lei do Amor”, que em pleno horário nobre da Globo registrou média de 27,2. Não por acaso, a 2ª temporada da série já está confirmada. “Sob Pressão” é uma adaptação do filme homônimo, que por sinal tinha cara de piloto de série. Comandadas pelos diretores Andrucha Waddington, que também dirigiu o filme, e Mini Kerti, a 1ª temporada tem somente nove episódios. No filme, a equipe do Dr. Evandro (Julio Andrade) lidava com um dilema ético para realizar três cirurgias complicadas num mesmo dia. Na produção para a TV, são dramas como o da menina que é abusada e tenta suicídio, o da mulher espancada em casa, e o da grávida que não sabe que o marido está com Aids. Coprodução da Globo com a Conspiração Filmes, a série não tem todos os atores do filme, caso de Andréa Beltrão e Ícaro Silva. Mas traz de volta Marjorie Estiano, cuja personagem, a cirurgiã vascular Carolina, tem um romance com o médico vivido por Andrade. A trama é livremente inspirada no livro “Sob Pressão — A Rotina de Guerra de um Médico Brasileiro”, do médico Márcio Maranhão, que também atua como consultor da série. A versão para a TV tem redação final assinada pelo cineasta Jorge Furtado (“Real Beleza”), que escreve os episódios com Lucas Paraizo, Antonio Prata e Márcio Alemão.
Final de temporada de Game of Thrones bate recorde de audiência da TV paga dos EUA
O final da 7ª temporada de “Game of Thrones” bateu o recorde histórico de audiência da TV paga americana. Exibido no domingo, o episódio “The Dragon and the Wolf” foi assistido ao vivo por 16,5 milhões de espectadores nos Estados Unidos. De acordo com dados da consultoria Nielsen, 12,1 milhões assistiram pela TV paga, enquanto o restante viu por streaming. O número supera com folga o recorde anterior da série, 10,7 milhões registrados há duas semanas. Além disso, é quase o dobro da audiência do último episódio da temporada passada, visto por 8,9 milhões de pessoas O crescimento do público foi constante, aumentando de episódio a episódio. O dado impressionante é que, quando computadas as reprises, gravações digitais e streamings atrasados, cada capítulo atinge um espantosa média de 31 milhões de espectadores. A estimativa da HBO é que 90% de seus assinantes nos Estados Unidos assistiram à 7ª temporada da série. Os números são inéditos na história da HBO. E na história da TV paga dos Estados Unidos. Nem “The Walking Dead” supera. Em termos de comparação, o final da última temporada da série de zumbis foi visto por 11,3 milhão de pessoas em abril. Em 2015, “Game of Thrones” superou “Os Sopranos” como a série mais vista da HBO de todos os tempos, ultrapassando a marca de 18,2 milhões de espectadores em todas as plataformas. Ou seja: a 7ª temporada de “Game of Thrones” superou os números já surpreendentes de “Sopranos” em 60%. Com o aumento crescente de fãs da série, a expectativa é de que a vindoura 8ª e última temporada consiga aumentar ainda mais os recordes da atração. Mas também é preciso considerar que este ano “Game of Thrones” contou com incentivadores inesperados, graças aos esforços de hackers, piratas e até funcionários ineptos, que divulgaram spoilers, roteiros, trechos em vídeo e capítulos inteiros antes da exibição oficial. Os recordes atingidos comprovam que tudo o que conseguiram foi alardear ainda mais a produção, aumentando a curiosidade e o interesse do público pelos episódios originais.
Sucesso de Annabelle 2 faz filmes de Invocação do Mal atingirem US$ 1 bilhão de bilheteria mundial
Com o ótimo desempenho internacional de “Annabelle 2: A Criação do Mal”, a Warner está comemorando o sucesso de um novo “universo cinematográfico”, que junta os dois filmes da boneca do mal e os dois “Invocação do Mal”, com mais produções derivadas a caminho. Os US$ 160 milhões dos primeiros dez dias de exibição de “Annabelle 2” foram o empurrão que faltava para os quatro primeiros lançamentos ultrapassarem a marca de US$ 1 bilhão de arrecadação mundial, instigando o estúdio a expandir ainda mais o mundo de terror do diretor-produtor James Wan. Vale lembrar que “Annabelle” surgiu como um spin-off de “Invocação do Mal”, o terror de 2013 que mostrou pela primeira vez a boneca possuída. O resultado nas bilheterias animou o estúdio a dobrar as apostas. Assim, “Invocação do Mal 2” renderá mais dois novos derivados: “The Nun”, longa baseado na freira demoníaca, com estreia marcada para julho, e “The Crooked Man”, sobre o homem-torto visto no mesmo filme, ainda sem previsão de lançamento. Além disso, também haverá um “Invocação do Mal 3”, novamente estrelado por Vera Farmiga e Patrick Wilson como o casal de investigadores paranormais Lorraine e Ed Warren.
Netflix zoa HBO pelo vazamento de episódio inédito de Game of Thrones
A Netflix não perdoou a trapalhada da HBO e fez piada com a exibição, por acidente, de episódio inédito de “Game of Thrones” pela HBO Espanha. A conta oficial da Netflix Brasil pediu para a Netflix espanhola liberar a 2ª temporada de “Stranger Things” antes da hora. Em resposta, a Netflix da Espanha postou um vídeo em que Eleven (Millie Bobby Brown) faz cara de esforço, acompanhado pelo texto: “Estamos nos concentrando muito, mas não prometemos nada”. O episódio de “Game of Thrones” que iria ao ar somente no domingo (20/8) foi exibido por engano nas plataformas de streaming da HBO Espanha e HBO Nordic na terça (15/8) e diversas imagens e vídeos chegaram na internet por conta disso. Já a 2ª temporada de “Stranger Things” só será disponibilizada em 27 de outubro mesmo. Ei @NetflixES. Bem que vc podia soltar #StrangerThings2 antes da hora, né? Nunca te pedi nada. — Netflix (@NetflixBrasil) August 16, 2017 Nos estamos concentrando muy fuerte pero no prometemos nada. pic.twitter.com/9Ninhrw4fQ — Netflix España (@NetflixES) August 16, 2017
HBO confirma vazamento de episódio inédito de Game of Thrones
Quem se incomoda com hackers, quando tem parceiros como os da HBO? Na manhã de quarta-feira (16/8), o canal pago enviou um comunicado à imprensa confirmando a exibição antecipada do sexto e inédito episódio da 7ª temporada de “Game of Thrones” na Europa. Segundo a HBO, além da Espanha, como tinha sido verificado, também a divisão nórdica do canal transmitiu o capítulo por engano. Um “fornecedor terceirizado” e não identificado recebeu a culpa de encher a internet de spoilers sobre o episódio, que só vai ao ar oficialmente nos Estados Unidos (e Brasil) no próximo domingo, 20 de agosto. “Sabemos que o próximo episódio de ‘Game of thrones’ foi publicado por acidente durante um curto período nas plataformas da HBO Nórdica e HBO Espanha. O erro aparentemente foi originado por um fornecedor terceirizado e o episódio foi removido assim que o erro foi identificado. Isto não está conectado com o recente incidente cibernético com a HBO nos Estados Unidos“, diz o comunicado. O episódio ficou disponível no aplicativo da emissora para Playstation 4. Imediatamente, spoilers tomaram conta das redes sociais, e pouco depois o arquivo com cerca de 1h do episódio (que tem 1h11m no total) foi disponibilizado em sites piratas. Situação parecida
Sexto episódio de Game of Thrones é exibido por engano na Espanha e cenas chegam à internet
O sexto capítulo inédito da série “Game of Thrones” acabou indo ao ar antes da data prevista para sua exibição oficial, e trechos com revelações importantes já circulam na internet. O detalhe é que, depois do vazamento da Star India, desta vez a culpa é da própria HBO. Ou melhor, da HBO espanhola. Ainda não teve o título divulgado, o episódio foi exibido “sem querer” na noite de terça (16/8) no aplicativo oficial da HBO espanhola. O detalhe é que apenas uma hora dos 71 minutos do capítulo foi disponibilizada, o tempo de duração de “Eastwatch”. Ou seja, a culpa não foi de hackers, mas dos responsáveis pela programação local. Uma trapalhada. Entre os trechos inéditos que foram parar em fóruns de fãs, há inclusive um gif que confirma o rumor mais ousado sobre a série, espalhado pelos hackers que atacaram os computadores da HBO no final de julho e tiveram acesso aos roteiros da atração. Sim, aquele acontecimento de gelar o coração. De todo modo, o vazamento do episódio “The Spoils of War” por suspeitos de trabalharem na Star India não impediu a exibição normal do capítulo de bater o recorde de audiência da série. Aparentemente, a circulação da cópia em baixa resolução e de trechos de cenas alimentou ainda mais o interesse do público. O mesmo pode se repetir agora, já que o próximo episódio será ainda mais épico.
Episódios inéditos da série Power vazam na internet
Após o ataque de hackers contra a HBO, que resultou no vazamento de diversos materiais relacionados à Game of Thrones, um novo canal pago foi vítima de piratas. Os últimos três episódios da temporada atual de “Power” foram parar na internet. Em comunicado, o canal pago Starz disse que não sofreu ataque de hackers, tendo identificado o uso indevido de material de acesso restrito para a imprensa. É possível que um invasor tenha adivinhado alguma senha da imprensa ou alguém tenha compartilhado suas credenciais de acesso, mas a investigação ainda está em andamento. “A Starz iniciou investigações e adotará ações judiciais contra as partes responsáveis”, avisa o comunicado. Assim como aconteceu com o quarto episódio da 7ª temporada de “Game of Thrones”, os três episódios pirateados estão em baixa resolução. Eles foram gravados de uma tela por um celular e postados numa rede social pelo próprio autor da gravação. Portanto, não se trata de um ataque profissional. Tampouco será difícil chegar ao responsável. Vale lembrar que, mesmo com o vazamento antecipado, o último episódio de “Game of Thrones” bateu o recorde de audiência oficial da série em todos os tempos, visto por 10,2 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. A 4ª temporada de “Power” termina em 27 de agosto e a série já está renovada para seu quinto ano, previsto para ir ao ar em 2018.
Filme de ação estrelado por Frank Grillo vira maior bilheteria da China em todos os tempos
O filme de ação “Wolf Warrior 2” bateu o recorde de bilheterias do cinema chinês. Em apenas 12 dias, a produção dirigida e estrelada pelo astro chinês Wu Jing arrecadou 3,4 bilhões de iuanes (R$ 1,5 bilhão), superando o antigo recordista, a fantasia romântica “The Mermaid” (3,39 bilhões em 2016). O que mais impressiona é que o primeiro “Wolf Warrior” arrecadou apenas US$ 89 milhões (R$ 278 milhões) nas salas de cinema em 2015. A diferença está principalmente no marketing, que destacou como “Wolf Warrior 2” utiliza recursos técnicos similares aos vistos nas superproduções de Hollywood. Isso se deve ao apoio dos cineastas norte-americanos Joe e Anthony Russo, diretores de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), que colaboraram como assessores de Wu Jing, indicando times de dublês e técnicos para trabalhar na produção. O americano Frank Grillo, que também atuou nos dois filmes do Capitão América dirigidos pelos irmãos Russo, interpreta o vilão na produção chinesa. Além dele, o público ocidental poderá reconhecer Celina Jade (a Shado da série “Arrow”), que vive a mocinha. A trama também é típica dos filmes de ação americanos, com o protagonista tendo a missão de resgatar um grupo de compatriotas chineses presos durante uma revolução em um país africano. Veja abaixo o trailer legendado em inglês.
Game of Thrones enfrenta hackers com recorde de audiência da série
O episódio de domingo passado (6/8) de “Game of Thrones” bateu o recorde de audiência da série, ao ser visto por 10,2 milhões de telespectadores ao vivo nos Estados Unidos. O público foi maior que o do primeiro capítulo da 7ª temporada, antigo recordista do canal pago HBO, que foi assistido por 10,1 milhões. A façanha foi especialmente significativa diante do vazamento do capítulo na íntegra, roubado da Star India, empresa responsável pela distribuição da série na Índia. Contrariando a intensão dos criminosos, o vazamento em baixa definição pode ter servido de incentivo para o recorde. Além do capítulo integral, vários trechos inéditos foram separados e distribuídos no YouTube, revelando que o episódio teria eventos muito importantes – o encontro entre Arya (Maisie Williams) e Sansa (Sophie Turner), a luta entre Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) e Daenerys (Emilia Clarke) e o uso incendiário de um dragão em batalha, por exemplo. Nas temporadas passadas, os pontos altos da série jamais ultrapassaram 9 milhões de telespectadores, como o final do 6º ano da produção, visto por 8,9 milhões, recorde de audiência na ocasião. O vazamento do episódio não foi o único contratempo enfrentado pela HBO nos últimos dias. Na semana passada, hackers atacaram as redes de computadores do canal pago e vem revelando roteiros de “Games of Thrones”, episódios de outras séries, emails de funcionários, informações de atores e material confidencial, pedindo um resgate milionário para não liberar mais dados na internet.
Meu Malvado Favorito se torna a franquia animada de maior bilheteria mundial
Com o sucesso da nova sequência, “Meu Malvado Favorito” desbancou “Shrek” e se tornou a franquia de animação com a maior bilheteria da história. Com a arrecadação do último fim de semana, os quatro filmes da franquia (incluindo o spin-off sobre os Minions) somam US$ 3,54 bilhões. “Shrek” arrecadou um pouco menos, US$ 3,51 bilhões, graças a mais filmes: cinco, no total (incluindo o spin-off sobre o Gato de Botas). O filme de estreia, “Meu Malvado Favorito” (2010), conquistou US$ 543,1 milhões nas bilheterias ao redor do mundo. “Meu Malvado Favorito 2” (2013) disparou para US$ 970,7 milhões. “Minions” fez ainda mais: US$ 1,15 bilhão. E “Meu Malvado Favorito 3” já está com US$ 881,6 milhões. “Minions”, por sinal, é a segunda animação de maior arrecadação da história – atrás só de “Frozen” (2013), da Disney.












