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  • Etc,  Série

    Emmy 2018 teve pior audiência da história da premiação

    18 de setembro de 2018 /

    A audiência do Emmy 2018 foi um desastre. Segundo relatório da empresa de auditoria Nielsen, o evento foi assistido por 10,17 milhões de pessoas nos Estados Unidos, onde foi transmitida pela rede NBC. Trata-se da pior audiência da história da premiação, representando uma queda de 11% em relação à cerimônia do ano passado. Fatores que contribuíram para a abaixa audiência histórica incluem a realização numa segunda-feira, algo que não acontecia desde 2014. A data foi uma iniciativa da NBC para que a premiação não interferisse com sua programação de esportes. Nas noites de domingo, a emissora exibe partidas de futebol americano. A mudança, no entanto, colocou a transmissão no mesmo horário das partidas de futebol americano exibidas pela ESPN nas noites de segunda. E o resultado não foi positivo para a premiação da TV. Claro que culpar a data serve apenas para ignorar o maior problema da transmissão: o produtor Lorne Michaels. Responsável pela produção televisiva do evento, ele transformou o Emmy numa extensão de seu programa humorístico, “Saturday Night Live”, com apresentadores, roteiristas e piadas saídas daquela atração. Mas o cúmulo de sua intromissão foi conduzir a premiação como uma homenagem para ele mesmo. Lorne Michaels não só foi o nome mais citado diante dos microfones como até foi premiado com um Emmy por “Saturday Night Live”. Ao agradecer sua vitória em seu próprio evento, sugeriu que as velhas redes de TV continuavam firmes e fortes como em 1975, data de estreia do “SNL”. Entretanto, quem dominou o Emmy 2018 foi a Netflix e o discurso egomaníaco pareceu sinal de dissociação da realidade.

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  • Filme

    A Freira faz mais de R$ 25 milhões e vira maior estreia de terror nos cinemas brasileiros

    10 de setembro de 2018 /

    “A Freira” assustou o mercado ao levar 1,5 milhão de pessoas aos cinemas brasileiros em seu fim de semana de estreia. Entre quinta-feira e domingo, a produção da Warner arrecadou R$ 25,6 milhões, de acordo com dados da consultoria comScore. Trata-se da maior bilheteria de estreia de um filme de terror no Brasil. “Annabelle”, por exemplo, faturou R$ 7,1 milhões na estreia em 2014, “Invocação do Mal 2” chegou a 14,7 milhões em 2016 e “It: A Coisa” rendeu R$ 17 milhões em seu lançamento no ano passado. “A Freira” foi um sucesso mundial, faturando US$ 131 milhões em seus primeiros quatro dias de exibição — quase seis vezes o valor de seu orçamento, de US$ 22 milhões. A Warner está comemorando o sucesso. Mas o filme foi arrasado pela crítica, que lhe deu a pior avaliação da franquia, 28% de aprovação, abaixo dos 29% do péssimo “Annabelle” (2014). E o público concorda. A pesquisa do CinemaScore com pessoas que assistiram à estreia nos Estados Unidos resultou numa nota C, de medíocre. Ou seja, houve empolgação para comprar ingresso, seguida por arrependimento coletivo. Os recordes de agora podem, portanto, virar um problema para o próximo lançamento da franquia, já que a decepção de quem pagou para ver e não gostou é bastante significativa. De todo modo, o segundo filme mais assistido no Brasil foi outra produção da Warner: a animação “Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas”, com 261 mil espectadores e renda de R$ 3,9 milhões em sua segunda semana em cartaz. Para completar o ranking, em seguida vieram mais duas estreias: a aventura “Alfa” e a comédia nacional “Crô em Família”, com públicos de 186 mil e 143 mil pessoas, respectivamente.

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  • Série

    Estreia da série Mayans M.C. é a mais assistida da TV paga americana em 2018

    10 de setembro de 2018 /

    O primeiro episódio da série “Mayans M.C.”, exibido no dia 4 de setembro, quebrou recordes de audiência nos Estados Unidos. Após ser vista por 2,5 milhões de telespectadores ao vivo, o spin-off de “Sons of Anarchy” mais que dobrou seu público com reprises e exibição em streaming nos primeiros três dias de exibição. Segundo dados da Nielsen, a estreia foi assistida ao todo por 4,6 milhões de telespectadores entre 4 e 7 de setembro. Os números representam a estreia de maior audiência da TV paga norte-americana em 2018. “Mayans M.C.” também se tornou o lançamento mais visto do canal FX desde “The People v. O.J. Simpson: American Crime Story”, em janeiro de 2016. Ironicamente, a série quase não saiu do papel. Anunciado há dois anos, o projeto esteve para ser descartado, quando seu primeiro piloto foi recusado pelo FX. Entretanto, a produção conseguiu autorização para rodar um segundo piloto, com a substituição de diversos atores e aprimoramentos na história. A trama se passa após os eventos do final da série original, quando os motoqueiro latinos assumiram o controle do tráfico. O protagonista é o jovem EZ Reyes (JD Pardo, da série “Revolution”), cuja vida se dividiu entre um passado promissor e um presente sem rumo, após passar um tempo na prisão. Tentando encontrar sua nova identidade após sair da cadeia, ele se junta os motoqueiros de Santo Padre, responsáveis pelo narcotráfico na fronteira da Califórnia com o México. Além de JD Pardo, o elenco inclui Michael Irby (série “Taken”), Sarah Bolger (“Into the Badlands”), Maurice Compte (“Power”), Clayton Cardenas (“American Crime”), Antonio Jaramillo (“Shades of Blue”), Raoul Max Trujillo (“Sicario: Terra de Ninguém”), Edward James Olmos (“Battlestar Galactica”) e Emilio Rivera, que retoma o papel de Marcus Alvarez, o líder dos Mayans de Oakland em “Sons of Anarchy”. O desenvolvimento do spin-off foi realizado pelo cineasta Elgin James, que tem uma trajetória de vida semelhante a dos personagens – ele fundou uma gangue em Boston e cumpriu pena na prisão. Sua estreia como cineasta aconteceu com o sensível e elogiado drama indie “Little Birds” (2011), exibido no Festival de Sundance, e seu trabalho mais recente foi o roteiro de “Lowriders” (2017), drama sobre a cultura latina de carros envenenados. Kurt Sutter, que criou “Sons of Anarchy” e escreveu, dirigiu e foi até ator em muitos dos episódios da série, segue produzindo “Mayans MC”, além de ter dirigido o piloto rejeitado. A nova versão do episódio inicial, que quebrou os recordes do FX, foi refeita por Norberto Barba, diretor-produtor de “Grimm”. A série é exibida nas noites de terç-feira nos Estados Unidos e ainda não tem previsão de estreia no Brasil

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  • Filme

    Missão Impossível: Efeito Fallout bate recorde mundial de arrecadação da franquia

    9 de setembro de 2018 /

    Com a ajuda da China, “Missão: Impossível – Efeito Fallout” superou as bilheterias mundiais de todos os outros filmes da franquia estrelada por Tom Cruise neste fim de semana. Em sua segunda semana em cartaz no mercado chinês, o longa manteve seu 1º lugar e atingiu 137,7m (milhões) de arrecadação no país. Com isso, a arrecadação global chegou a US$ 726,6m, superando com folga os US$ 694,7m de “Missão: Impossível – Protocolo Fantasma” (2011) e os US$ 682,7m de “Missão: Impossível – Nação Secreta” (2015). “Efeito Fallout” também tem a maior bilheteria doméstica da franquia, com US$ 212,1m nos Estados Unidos e Canadá. Quem chega mais próximo é “Protocolo Fantasma”, com US$ 209,3m. A produção, porém, foi a mais cara da franquia, com um orçamento de US$ 178m, ampliado pelo acidente de Tom Cruise durante as filmagens, responsável por estender o período da produção. De todo modo, como continua em cartaz e bem posicionado nas bilheterias, o montante da arrecadação deve crescer e aumentar ainda mais o recorde, de forma a compensar o investimento com sobras.

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  • Filme

    Os Incríveis 2 se torna primeira animação a atingir US$ 600 milhões na América do Norte

    3 de setembro de 2018 /

    “Os Incríveis 2” continua fazendo quebrando recordes. Neste fim de semana, o longa da Pixar se tornou a primeira animação a ultrapassar US$ 600 milhões em bilheteria nos Estados Unidos e no Canadá. O empurrão final veio com US$ 3,1 milhões durante o fim de semana, levando o total de bilheteria para US$ 601 milhões. O longa já tinha quebrado o recorde de arrecadação entre as animações no começo de julho. Em 2º lugar, “Procurando Dory” arrecadou US$ 486 milhões em 2016. O filme dos super-heróis animados são lidera o ranking mundial. Com US$ 1,16 bilhão de bilheteria em todo o mundo, “Os Incríveis 2” ainda perde para o fenômeno “Frozen: Uma Aventura Congelante”, que acumulou US$ 1,27 bilhão no total. O desenho também é o quarto filme mais lucrativo do ano nas bilheterias mundiais, atrás de “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 2,04 bilhões), “Pantera Negra” (US$ 1,34 bilhão) e “Jurassic World: Reino Ameaçado” (US$ 1,30 bilhão). Ou, como comemora a Disney, o terceiro filme mais bem-sucedido do estúdio em 2018.

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  • Série

    The Conners: Spin-off de Roseanne ganha primeiro teaser

    1 de setembro de 2018 /

    A rede americana ABC divulgou o primeiro teaser de “The Conners”, série derivada de “Roseanne”, encerrada após a demissão da atriz Roseanne Barr. O vídeo traz apenas o sofá vazio da série original, acompanhado pela frase: “O que vem a seguir?”. O sofá, por sinal, não é a única coisa que permaneceu do antigo programa. Todo o elenco original vai retornar, menos Roseanne Barr. Ela foi dispensada pela presidente da rede ABC após publicar um tuíte racista contra uma ex-funcionária do governo de Barack Obama. O tuíte ofensivo chegou a levar ao cancelamento da série, que, após negociações intensas, acabou resgatada como “spin-off” pela ABC. O canal entrou em acordo com Roseanne Barr para produzir “The Conners” sem nenhum crédito ou compensação financeira para a atriz, com o objetivo de assegurar o emprego de centenas de funcionários que foram surpreendidos com o cancelamento de “Roseanne”, a série mais assistida dos Estados Unidos na última temporada. “The Conners” tem estreia marcada para 16 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Série

    John Goodman diz que Roseanne vai morrer na trama do spin-off The Connors

    28 de agosto de 2018 /

    O ator John Goodman revelou como Roseanne Barr será tirada da trama de sua própria série, “Roseanne”, que será relançada como “The Conners” na temporada norte-americana de outono, após a polêmica nas redes sociais que causou sua demissão. Em entrevista ao jornal britânico The Times, Goodman comentou inicialmente que o destino da personagem de Roseanne era “desconhecido”, mas acrescentou que o personagem dele “ficará triste porque sua esposa está morta”. Goodman admitiu que estaria triste de jeito, uma vez que toda a confusão envolvendo sua colega, que publicou um tuíte racista contra uma ex-funcionária do governo Obama e foi demitida pela rede ABC, o deixou de “coração partido”. “Eu pensei que era apenas showbusiness, que ia passar. Mas eu sofri por um período de cerca de um mês, em que eu fiquei muito deprimido”. O tuíte ofensivo chegou a levar ao cancelamento da série, que, após negociações intensas, acabou resgatada como “spin-off” pela ABC, com o retorno de todo o elenco, menos Roseanne Barr. “Eu sei que ela não é racista”, disse Goodman, que interpretou o marido de Barr desde a primeira encarnação da série, exibida originalmente entre 1988 e 1996. “Vou colocar desta forma, fiquei surpreso com a reação. E isso é provavelmente tudo que eu deveria dizer sobre isso”, afirmou, indicando que não concorda com a demissão da atriz. A opinião contrasta com a reação das filhas televisivas de Roseanne, que repudiaram as declarações da atriz nas redes sociais. Lecy Goranson admitiu ter ficada “devastada” pelos “efeitos do discurso de ódio e racismo sobre indivíduos e a sociedade”, enquanto Sara Gilbert, que foi a força motriz por trás do revival da série, chamou o comportamento de Barr de “abominável”. A ABC entrou em acordo com Roseanne Barr para produzir “The Conners” sem nenhum crédito ou compensação financeira para a atriz, com o objetivo de assegurar o emprego de centenas de funcionários que foram surpreendidos com a decisão do canal de cancelar a série, a mais assistida dos Estados Unidos na última temporada. “Enviei-lhe um email pessoal e a agradeci por isso”, disse Goodman. “Eu não recebi resposta, mas ela estava passando pelo inferno na época. E ela ainda está passando pelo inferno.” “The Conners” tem estreia marcada para 16 de outubro nos Estados Unidos.

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  • Série

    3ª temporada de The Man in the High Castle ganha novo trailer e imagens

    25 de agosto de 2018 /

    A Amazon divulgou as fotos, o pôster e o segundo trailer da 3ª temporada de “The Man in the High Castle”, que mostra o que aconteceria se a Alemanha e o Japão tivessem vencido a 2ª Guerra Mundial A trama de realidade alternativa distópica é um dos maiores sucessos do serviço de streaming e acompanha a luta da resistência contra a opressão nazista nos Estados Unidos. Na prévia, a descoberta de uma realidade paralela, em que o resultado do conflito mundial foi diferente, inspira esperança na resistência, mas também novos desejos de conquista no Reich. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), e no projeto da continuação, que o escritor planejava escrever, mas nunca conseguiu ir além dos esboços. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação vem cobrindo a história original com grandes liberdades, e agora chega aos filmes com imagens de uma realidade em que a Alemanha perdeu a guerra, incluindo cenas de tecnologia retrô-futurista que lembram a série clássica “Túnel do Tempo” – e que não fazem parte do livro original. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (“Revenge”), DJ Qualls (“Z Nation”), Bella Heathcote (“Demônio de Neon”) e Jason O’Mara (“Agents of SHIELD”). O estreia dos novos episódios foi marcada para 5 de outubro, quase dois anos após a exibição da 2ª temporada. Mas apesar deste longo hiato a série está renovada para a 4ª temporada, com uma expectativa de lançamento mais rápido para o próximo arco, previsto para 2019.

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  • Série

    The Alienist é renovada e nova história adaptará o livro O Anjo das Trevas

    17 de agosto de 2018 /

    A TNT renovou “The Alienist”. Só que tem um detalhe. Para evitar que o Emmy deixe de classificar a produção como minissérie, o canal pago americano anunciou a renovação como se fosse uma nova atração, chamada de “The Angel of Darkness”. A tal nova série trará os mesmos atores, Daniel Bruhl, Luke Evans e Dakota Fanning, nos mesmos papéis de “The Alienist”, contando a continuação da história original. Mas todos devem fingir que é algo novo, para que a Academia da Televisão não repare que se trata de uma 2ª temporada. “Nós não poderíamos estar mais orgulhosos da excelente performance digna de prêmios de ‘The Alienist’ e de todo o trabalho que os incríveis atores e a equipe fizeram para dar vida a essa história e período de tempo”, disse Sarah Aubrey, executiva da TNT, em comunicado. “Nosso público se apaixonou por esses personagens multidimensionais e intemporais e pela jornada de suas lutas vivendo em tempos complicados. Com esta nova história na Coleção Suspense da TNT, nós iremos mergulhar ainda mais os espectadores em seu mundo à medida que forem confrontados com um novo inimigo”. A 1ª temp… ou melhor, a minissérie “The Alienist” é campeã de audiência da TV paga no segmento de adultos (de 18 a 49 anos) em 2018, embora tenha perdido a liderança em público total para “Yellowstone”, da Paramount. A exibição da estreia rendeu a maior sintonia do canal em seis anos. Originalmente assistido por 3,1 milhões de telespectadores em sua primeira transmissão em 22 de janeiro, o episódio inaugural quadruplicou o público ao longo de exibições por streaming, atingindo 13,1 milhões de telespectadores durante os primeiros sete dias de disponibilidade online. Segundo comunicado da TNT, a performance multiplataforma atingiu 16 milhões de telespectadores em um mês, tornando “The Alienist” o lançamento mais bem sucedido do canal pago desde 2012. O episódio de estreia também bateu o recorde de visualizações nos aplicativos e sites da TNT, somando 4 milhões de minutos de consumo de seus usuários, além de ter gerado 10 milhões de menções nas redes sociais. Adaptação do best-selling homônimo de Caleb Carr, a série acompanha a caçada ao primeiro serial killer de Nova York, no século 19, por um trio de “especialistas” não convencionais. Daniel Brühl (“Capitão América: Guerra Civil”) interpreta o brilhante e excêntrico Dr. Laszlo Kreizler, um prodígio da psicologia forense, que é o alienista do título – como eram chamados os médicos que tratavam de pacientes “alienados da realidade”. Convocado para o caso pelo novo comissário de polícia Theodore Roosevelt (futuro presidente dos EUA), ele acaba se juntando ao jornalista John Moore, vivido por Luke Evans (“Drácula: A História Nunca Contada”) e a secretária da polícia Sara Howard, personagem de Dakota Fanning (“Movimentos Noturnos”), que está determinada a se tornar a primeira detetive feminina dos EUA. Roosevelt, por sua vez, é vivido por Brian Geraghty (série “Chicago P.D.”). O título da 2ª temp… ou melhor, nova minissérie, é o mesmo do segundo livro de Carr com os personagens. Traduzido no Brasil como “O Anjo das Trevas”, acompanha a investigação do sequestro de uma criança, filha de um diplomata espanhol em visita a Nova York. O crime tem como como pano de fundo as tensões crescentes entre Espanha e Estados Unidos no período, que culminariam logo em seguida na Guerra Hispano-Americana do final do século 19. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme

    Pantera Negra atinge marca histórica de US$ 700 milhões nas bilheterias da América do Norte

    5 de agosto de 2018 /

    Meio ano após sua estreia, “Pantera Negra” segue levando público aos cinemas norte-americanos e comemora, neste fim de semana, uma marca histórica. A produção do Marvel Studios se tornou o terceiro filme a superar a arrecadação de US$ 700 milhões nas bilheterias dos Estados Unidos e Canadá. À frente de “Pantera Negra”, estão apenas “Avatar” (US$ 760,5m) e “Star Wars: O Despertar de Jedi” (US$ 936,6m). Com esse desempenho, “Pantera Negra” lidera o ranking doméstico de 2018, à frente do fenômeno “Vingadores: Guerra Infinita”, que fez US$ 678m na América do Norte – mas atingiu mais de 2 bilhões mundiais, graças ao mercado internacional. O sucesso local realmente fez a grande diferença para “Pantera Negra”, que em todo mundo soma US$ 1,3 bilhão e ocupa o 9º lugar entre as maiores bilheterias do cinema em todos os tempos.

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  • Filme

    Os Incríveis 2 atinge US$ 1 bilhão nas bilheterias em tempo recorde

    31 de julho de 2018 /

    O filme “Os Incríveis 2” atingiu a marca de US$ 1 bilhão de arrecadação mundial com a soma dos ingressos vendidos na segunda-feira (30/7). Trata-se da quarta estreia de 2018 a bater a marca, após “Pantera Negra” (US$ 1.34 bilhão), “Vingadores: Guerra Infinita” (US$ 2.04 bilhões) e “Jurassic World: Reino Ameaçado” (US$ 1.23 bilhão). Ou seja, dos quatro filmes bilionários de 2018, três são da Disney. E esses três também são filmes de super-heróis. Entretanto, a produção da Disney-Pixar impressiona mais por ser apenas a sétima animação da História a entrar no clube dos bilionários. Mais que isso, chama atenção pela rapidez com que juntou o montante: apenas sete semanas – ou 47 dias. A velocidade para atingir a quantia bilionária representa um recorde no gênero, considerando que os demais títulos levaram dois meses para chegar neste valor. Por exemplo, o campeão de arrecadação “Frozen: Uma Aventura Congelante” (o atual recordista da categoria, com US$ 1.276 bilhão) levou o dobro do tempo, 14 semanas, para superar a marca. Os outros cinco filmes animados que ultrapassaram a quantia são “Minions”, “Toy Story 3”, “Procurando Dory”, “Meu Malvado Favorito 3” e “Zootopia”. “Os Incríveis 2” também é a animação de maior bilheteria de todos os tempos nos cinemas norte-americanos, com US$ 572,8 milhões arrecadados no mercado doméstico. Isto significa que o sucesso do filme foi muito maior na América do Norte, de onde vem 57% de sua bilheteria total. Contudo, “Os Incríveis 2” ainda não estreou em 14 países, incluindo grandes mercados como Japão, Itália, Espanha e Alemanha. Ou seja, sua bilheteria mundial ainda vai crescer muito.

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  • Série

    Trailer da 3ª temporada de The Man in the High Castle introduz trama de universos paralelos

    22 de julho de 2018 /

    A Amazon divulgou o primeiro trailer da 3ª temporada de “The Man in the High Castle”, com cenas de tecnologia retrô-futurista que lembram a série clássica “Túnel do Tempo” e uma trama de multiversos mais próxima da recente “Counterpart”. A trama de realidade alternativa distópica é um dos maiores sucessos do serviço de streaming e acompanha a luta da resistência num mundo em que Alemanha e Japão venceram a 2ª Guerra Mundial. Na prévia, a descoberta de uma realidade paralela, em que o resultado do conflito mundial foi diferente, inspira esperança na resistência, mas também desejos de conquista no Reich. A série é baseada no clássico sci-fi “O Homem do Castelo Alto”, de Philip K. Dick (autor das histórias que viraram “Blade Runner”, “O Vingador do Futuro” e “Minority Report”, entre outros filmes), que o escritor planejava continuar, graças a seu final aberto, mas nunca conseguiu ir além de esboços para a sequência. Criada por Frank Spotnitz (“Arquivo X”) e produzida pelo cineasta Ridley Scott, a adaptação já cobriu a história original, com grandes liberdades, e agora começa a incluir elementos inexistentes no livro, como a ideia dos multiversos. O elenco inclui Alexa Davalos (“Fúria de Titãs”), Rupert Evans (“Boneco do Mal”), Rufus Sewell (“Deuses do Egito”), Luke Kleintank (série “Pretty Little Liars”), Cary-Hiroyuki Tagawa (série “Revenge”), DJ Qualls (série “Z Nation”) e Bella Heathcote (“Demônio de Neon”). O estreia dos novos episódios foi marcada para 5 de outubro, quase dois anos após a exibição da 2ª temporada. Mas apesar deste longo hiato a série está renovada para a 4ª temporada, com uma expectativa de lançamento mais rápido, previsto para 2019.

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  • Etc,  Filme

    Dwayne Johnson se torna o ator mais bem pago de todos os tempos

    17 de julho de 2018 /

    Dwayne Johnson se tornou o ator mais bem pago da história de Hollywood, segundo levantamento da Forbes. O astro dos filmes de ação embolsou o maior valor anual já registrado pela publicação, que começou a levantar os ganhos das celebridades há duas décadas. Nada menos que US$ 124 milhões. “Eu trabalho muito duro, mas nunca imaginei (em meus sonhos mais loucos) que me tornaria o ator mais bem pago da história da Forbes. Eu não tenho um MBA em Harvard, mas minha filosofia de negócios foi moldado pelos anos e pelos fracassos. Meu objetivo quando lutador de ganhar US$ 40 por luta continua o mesmo de hoje – colocar meu público em primeiro lugar. Tenho um chefe: o mundo”, escreveu The Rock no Instagram, como comentário da façanha. Apenas em 2017, o ator-lutador apareceu em “Velozes e Furiosos 8”, “Baywatch: S.O.S Malibu” e “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”. Já em 2018, estrelou “Rampage: Destruição Total”, “Arranha-Céu: Coragem Sem Limite” e a série “Ballers”. Considerando as celebridades de todas as profissões, The Rock aparece em 4º lugar na lista, atrás do lutador Floyd Mayweather (US$ 289 milhões), a socialite Kylie Jenner (US$ 166,5 milhões) e George Clooney, que não comparece no ranking como ator, mas como empresário. O diretor do fracassado “Suburbicon” ganhou US$ 237 milhões com a sua empresa de tequila, e não pelos trabalhos em Hollywood. ?? I work extremely hard but never anticipated (in my wildest dreams) I’d become the highest paid actor in Forbes’ history. I don’t have a Harvard MBA, but my business philosophy and acumen has been sharpened over time and thru failure. My goal when I was wrestling in flea markets for $40bucks per match (well before the bright lights of the @wwe) is still the exact same goal I have today – ALWAYS put my AUDIENCE FIRST. I have one boss – the world. Send you home happy, and I’ve done my job. I’m the dude who started w/ $7bucks. I’m grateful to the bone and hungry to the core. #MakingForbesHistory #AudienceFirstPhilosophy #FleaMarketDreams #HardestWorkerInTheRoom Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 17 de Jul, 2018 às 9:46 PDT

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