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    Disney termina 2019 com US$ 13 bilhões em bilheterias mundiais

    2 de janeiro de 2020 /

    No começo de dezembro, a Disney se tornou o primeiro estúdio de Hollywood a somar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial num único ano. Mas, desde então, o estúdio teve a expansão internacional de “Frozen 2” e o lançamento de “Star Wars: Ascensão Skywalker”. E o sucesso desses dois filmes aumentou ainda mais o recorde de arrecadação. Ao fim de 2019, a Disney registrou uma receita global combinada de US$ 13.151,7 milhões entre lançamentos da Disney e da Fox. Como a aquisição da Fox pela Disney ocorreu no meio do ano, há quem prefira distinguir as receitas do antigo estúdio de Rupert Murdoch do bolo do Mickey Mouse (cujo total é de US$ 11.119,1 milhões). Mas, a partir de 2020, as receitas serão indistinguíveis. Desta contabilidade bilionária, US$ 4.328,3 milhões foram faturados no mercado norte-americano e US$ 8.823,4 milhões nas bilheterias internacionais. Este desempenho foi resultado de uma lista de blockbusters também recordista, com destaque para “Vingadores: Ultimato”, que quebrou o recorde de maior bilheteria de todos os tempos, com US$ 2,8 bilhões, e mais cinco filmes com faturamento maior que US$ 1 bilhão: “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Frozen 2” (US$ 1,23 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Atualmente com US$ 813,6 milhões, “Star Wars: Ascensão Skywalker” deve se juntar ao clube dos bilionários nos próximos dias. Para se ter ideia do tamanho desta façanha, até então a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.

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    Mistério no Mediterrâneo foi a produção mais popular da Netflix em 2019

    30 de dezembro de 2019 /

    A Netflix divulgou uma lista com suas 10 atrações mais populares de 2019. A seleção não veio acompanhada por dados de audiência, mas traz algumas curiosidades. “Mistério no Mediterrâneo”, comédia que voltou a juntar Adam Sandler e Jennifer Aniston após “Esposa de Mentirinha” (2011), liderou o ranking. Em junho, a empresa alegou que o longa foi assistido por mais de 30 milhões de assinantes durante seu fim de semana de estreia. “É hit que fala?”, brincou o texto do Twitter da Netflix Brasil. Não por acaso, a plataforma já encomendou a sequência, apesar do filme ter sido considerado medíocre pela crítica especializada (apenas 45% de aprovação no Rotten Tomatoes). Outros títulos pouco incensados, mas que claramente foram tratados como prioridades, também aparecem com destaque na seleção. É o caso de “Esquadrão 6”, que obteve o 3º lugar, mesmo sem ter rendido o frisson de “O Date Perfeito” ou maior atenção da crítica especializada, recebendo míseros 37% de aprovação no Rotten Tomatoes. O filme de Michael Bay aparece à frente do blockbuster “Os Incríveis 2”, derradeira animação da Disney disponibilizada na plataforma. Mais prestigiada das produções da Netflix em 2019, “O Irlandês”, de Martin Scorsese, ficou em 5º lugar, mas “História de um Casamento”, de Noah Baumbach, não ranqueou. Em compensação, o Top 10 inclui “Estrada Sem Lei”, que não gerou a menor repercussão (57% no Rotten Tomatoes), ao mesmo tempo em que deixa de fora todas as comédias românticas que causaram furor entre os fãs do gênero. Para completar, apenas três séries foram mencionadas: “Stranger Things” (2º lugar), “The Witcher” (6º) e “The Umbrella Academy” (9º), o que indica que filmes têm mais público que séries na Netflix. De todo modo, esta seleção muda bastante de mercado para mercado. A versão brasileira, por exemplo, encaixa nada menos que duas das tais comédias românticas na lista, além de ser liderada por “La Casa de Papel” e revelar a popularidade de “Sintonia”, única série nacional a entrar no Top 10 do país. O mais curioso na versão brasileira do ranking, porém, é a ausência do Especial do Natal do Porta dos Fundos, que deve ter explodido de acordo com o “efeito Streisand” – quando uma tentativa de proibição gera ainda mais atenção. O serviço de streaming informou que sua “parada de sucessos” baseou-se no número de lares que assistiram ao menos dois minutos de uma série, filme ou especial durante seus 28 primeiros dias de exibição na Netflix em 2019, e que lançamentos de dezembro tiveram sua inclusão baseada em estimativas de desempenho. Compare abaixo as listas dos programas mais populares da plataforma nos EUA e no Brasil. Happy almost 2020! Here’s a look at the most popular series, films, and documentaries released on Netflix in the US this year. (thread) pic.twitter.com/fSHb39DbIT — Netflix US (@netflix) December 30, 2019 E vamos de listas pra fechar o ano! Aqui os Top 10 filmes, séries e especiais mais populares de 2019. Muito feliz com @whindersson e Sintonia, meus brasileiros sendo aclamados. <3 pic.twitter.com/WY8OiTfXBi — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) December 30, 2019

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    Frozen 2 ultrapassa bilheteria total do primeiro filme na América do Norte

    29 de dezembro de 2019 /

    A animação “Frozen 2” já superou a bilheteria do primeiro filme na América do Norte. Em sua quinta semana em cartaz, a continuação atingiu US$ 416,6 milhões nos Estados Unidos e Canadá, deixando para trás o total de US$ 400,7 milhões somados por “Frozen”. A nova produção da Disney também está perto de superar o longa de 2013 no mercado internacional. Em todo o mundo, “Frozen 2” atingiu US$ 1,21 bilhão neste domingo (29/12), ficando apenas 60 milhões atrás de “Frozen”, que faturou US$ 1,27 bilhão. Apesar de ter sido considerado a maior bilheteria de animação por muitos anos, “Frozen” não detém mais este recorde, tendo sido superado em 2019 pela remake de “O Rei Leão” (US$ 1,6 bilhão). Dentre as bilheterias mundiais do ano, “Frozen 2” ocupa o 3º lugar, atrás justamente de “O Rei Leão” e do filme que atingiu a maior bilheteria de todos os tempos, “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,7 bilhão). Graças a esse desempenho, a Disney, que produziu os três longas citados, tornou-se o primeiro estúdio a somar mais de US$ 10 bilhões em bilheteria mundial num único ano. O público brasileiro, porém, ainda não viu o filme. O lançamento oficial só vai acontecer na quinta-feira (2/1) no Brasil, último país do mundo a receber a produção.

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    Star Wars: A Ascensão Skywalker já faturou mais de US$ 700 milhões mundiais

    29 de dezembro de 2019 /

    “Star Wars: A Ascensão Skywalker” manteve a liderança da bilheteria norte-americana em seu segundo fim de semana em cartaz. O filme fez mais US$ 72 milhões entre sexta e domingo (29/12) e, após lotar os cinemas no feriado de Natal, atingiu US$ 361,7 milhões nos Estados Unidos e Canadá. Com isso, a diferença para o desempenho de “Os Últimos Jedi” no mesmo período caiu para 6,3 milhões, aproximando-se da expectativa original. Embora a estreia tivesse sido muito boa, o mercado esperava mais do final de uma saga tão famosa, já que sua bilheteria inicial foi a pior da atual trilogia. No mundo inteiro, “A Ascensão Skywalker” superou os US$ 700 milhões de arrecadação, rumando para o inevitável US$ 1 bilhão nos próximos dias. “Jumanji: Próxima Fase” também permaneceu na mesma posição, como o segundo filme mais assistido da América do Norte. A aventura, que estreia em 16 de janeiro no Brasil, mostrou ter fôlego em sua terceira semana em cartaz, fazendo respeitáveis US$ 35 milhões. Ao todo, o longa estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson, Jack Black, Kevin Hart e Karen Gillan já soma US$ 175,4 milhões no mercado doméstico e US$ 472 milhões mundiais. Com 95% de aprovação da crítica, “Adoráveis Mulheres” teve a melhor estreia do fim de semana em mais de um sentido. O drama de época dirigido por Greta Gerwig abriu em 3º lugar, com US$ 16 milhões, número que sobe para US$ 29 milhões com as pré-estreias. O lançamento no Brasil está marcado para 9 de janeiro. Já a animação “Um Espião Animal” agradou 72% da crítica, mas ficou apenas em 5º lugar, atrás do bilionário “Frozen 2” – que, por sinal, ultrapassou a bilheteria doméstica do primeiro filme ( saiba mais aqui). O faturamento de “Um Espião Animal” foi de apenas US$ 13,2 milhões, quantia desastrosa para uma produção orçada em estimados US$ 110 milhões. A maior parte dessa fortuna pagou o elenco de dubladores famosos, como Will Smith e Tom Holland, que nem sequer é aproveitado nas versões internacionais. O desenho que pode se tornar o primeiro fracasso da Blue Sky (logo após ser adquirida pela Disney) chega dublado em português aos cinemas brasileiros em 23 de janeiro. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 72M Total EUA e Canadá: US$ 361,7M Total Mundo: US$ 704,3M 2. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 35,3M Total EUA e Canadá: US$ 175,4M Total Mundo: US$ 472M 3. Adoráveis Mulheres Fim de semana: US$ 16,5M Total EUA e Canadá: US$ 23,9M Total Mundo: US$ 30,2M 4. Frozen 2 Fim de semana: US$ 16,4M Total EUA e Canadá: US$ 421,2M Total Mundo: US$ 1,2B 5. Um Espião Animal Fim de semana: US$ 13,2M Total EUA e Canadá: US$ 22M Total Mundo: US$ 34,2M   6. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 9,7M Total EUA e Canadá: US$ 110,2M Total Mundo: US$ 211,9M 7. Joias Brutas Fim de semana: US$ 9,5M Total EUA e Canadá: US$ 20M Total Mundo: US$ 20M 8. Cats Fim de semana: US$ 4,8M Total EUA e Canadá: US$ 17,8M Total Mundo: US$ 36,9M 9. Escândalo Fim de semana: US$ 4,7M Total EUA e Canadá: US$ 15,6M Total Mundo: US$ 16M 10. O Caso Richard Jewell Fim de semana: US$ 4M Total EUA e Canadá: US$ 16M Total Mundo: US$ 16M

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    Star Wars: A Ascensão Skywalker estreia com pior bilheteria da nova trilogia

    22 de dezembro de 2019 /

    “Star Wars: A Ascensão Skywalker” cumpriu a expectativa de uma bilheteria arrasadora em sua estreia no fim de semana. Entretanto, as críticas negativas que o longa recebeu ajudaram a diminuir o impacto vislumbrado pelo mercado. Na famosa metáfora do copo, ele está definitivamente mais cheio que vazio, mas poderia ter transbordado. A arrecadação de US$ 175,5 milhões passa longe de ser considerada irrisória. Afinal, é a terceira maior bilheteria de estreia já registrada no mês de dezembro na América do Norte. O detalhe é que as duas maiores foram “O Despertar da Força” (US$ 248 milhões em 2015) e “Os Últimos Jedi” (US$ 220 milhões em 2017). E isto torna “A Ascensão Skywalker” a pior bilheteria de estreia da nova trilogia – e a única a não largar com mais de US$ 200 milhões. Antes das críticas serem publicadas, a expectativa era que “A Ascensão Skywalker” faturasse US$ 215 milhões… O filme chegou a decepcionar em alguns mercados, como a China, onde a franquia nunca teve força – devido à falta de lançamento da trilogia original. Foram apenas US$ 12,6 milhões nos cinemas chineses. Com isso, o lançamento simultâneo em 52 países rendeu US$ 198 milhões, diante de uma projeção de até US$ 250 milhões. Também foi a menor abertura internacional da trilogia. Somando tudo, “A Ascensão Skywalker” atingiu US$ 373,5 milhões mundiais. Outras comparações negativas dentro da saga ficaram por conta das avaliações da crítica (57% – pior aprovação da trilogia e a segunda mais baixa de toda a franquia) e do público (B+ no CinemaScore, primeiro “Star Wars” a receber menos que a nota A). O Top 3 norte-americano se completou com “Jumanji: Próxima Fase”, que foi líder na semana passada, e “Frozen 2”, que está atualmente com US$ 1,1 bilhão mundiais, ainda atrás do primeiro filme e do recorde de “O Rei Leão” em arrecadação de animação. Já o outro grande lançamento da semana, “Cats”, foi um fracasso completo. Pode-se dizer que também cumpriu expectativas, diante das críticas mais viscerais do ano. “A pior coisa que aconteceu com gatos desde os cachorros” fez apenas US$ 6,6 milhões em seu estreia na América do Norte, abrindo em 4º lugar e gerando grande crise contábil, como fonte de prejuízo financeiro milionário para o estúdio Universal. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Star Wars: A Ascensão Skywalker Fim de semana: US$ 175,5M Total EUA e Canadá: US$ 175,5M Total Mundo: US$ 373,5M 2. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 26,1M Total EUA e Canadá: US$ 101,9M Total Mundo: US$ 311,9M 3. Frozen 2 Fim de semana: US$ 12,3M Total EUA e Canadá: US$ 386,5M Total Mundo: US$ 1,1B 4. Cats Fim de semana: US$ 6,6M Total EUA e Canadá: US$ 6,6M Total Mundo: US$ 10,9M 5. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 6,1M Total EUA e Canadá: US$ 89,5M Total Mundo: US$ 185,5M   6. Escândalo Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 5,4M Total Mundo: US$ 5,4M 7. O Caso Richard Jewell Fim de semana: US$ 2,5M Total EUA e Canadá: US$ 9,5M Total Mundo: US$ 9,5M 8. Queen & Slim Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 36,5M Total Mundo: US$ 36,5M 9. Natal Sangrento Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 7,2M Total Mundo: US$ 13,3M 10. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 1,8M Total EUA e Canadá: US$ 101,9M Total Mundo: US$ 192,9M

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    James Cameron tem “certeza” que Avatar retomará recorde de maior bilheteria do mundo

    20 de dezembro de 2019 /

    James Cameron acredita que a perda do recorde de maior bilheteria do mundo, que por uma década pertenceu a seu filme “Avatar” (2009), vai ser revertida. Em entrevista ao jornal USA Today, o diretor disse que a disputa com o novo recordista, “Vingadores: Ultimato”, ainda não acabou, revelando planos para um relançamento do filme nos cinemas, em antecipação à estreia de sua aguardada continuação em 2021. Questionado se o relançamento pode levar “Avatar” novamente ao topo da lista, ele nem titubeou: “Acho que isso é uma certeza”. Em seguida, jogou panos quentes na competição. “Mas vamos deixar este momento para ‘Ultimato’ e celebrar que pessoas ainda vão ao cinema”. “Vingadores: Ultimato” estabeleceu seu recorde ao acumular US$ 2.79 bilhões, superando “Avatar” em cerca de US$ 10 milhões apenas. Um relançamento bem marketado pode, realmente, pender novamente a balança para o lado do filme de Cameron. Na ocasião da quebra do recorde, em julho passado, o cineasta foi bastante elegante, parabenizando a Marvel pela façanha. Em mensagem postada no Twitter oficial da franquia “Avatar”, ele parabenizou “Vingadores: Ultimato” “por se tornar o novo rei da bilheteria”. Após a venda da Fox, os filmes do diretor agora fazem parte da mesma companhia que produziu “Vingadores: Ultimato” – a Disney. O diretor atualmente trabalha em novas sequências de “Avatar”, com participação de quase todo o elenco original do primeiro filme. A programação da Disney prevê lançar um novo “Avatar” a cada dois anos, até 2027.

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    Frozen 2 ultrapassa US$ 1 bilhão em bilheteria antes da estreia no Brasil

    15 de dezembro de 2019 /

    Ainda inédito no Brasil, o filme “Frozen 2” superou a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria mundial neste domingo (15/12). Ao todo, são US$ 366,5 milhões arrecadados nos Estados Unidos e Canadá e US$ 666 milhões no resto do mundo, somando US$ 1,033 bilhão de faturamento global. No mercado internacional, a China lidera a venda de ingressos, com US$ 111,5 milhões de arrecadação, seguida pela Coréia do Sul (US$ 85,4 milhões), Japão (US$ 67,3 milhões), Reino Unido (US$ 49,6 milhões), Alemanha (US$ 39,9 milhões) e França (US$ 37 milhões). O montante total ainda é inferior à bilheteria do primeiro longa, que fez US$ 1,2 bilhão em 2013. A diferença é que “Frozen” levou 15 semanas para atingir US$ 1 bilhão, enquanto a continuação precisou de apenas quatro semanas e ainda não chegou a vários países. No Brasil, por exemplo, a estreia só vai acontecer no primeiro fim de semana de janeiro. A expectativa é que “Frozen 2” supere a arrecadação do anterior, considerando que já quebrou diversos recordes financeiros, inclusive de maior estreia animada mundial de todos os tempos. O desempenho de “Frozen 2” também ajudou a Disney a quebrar um recorde histórico de faturamento, fazendo com que o estúdio se tornasse o primeiro a atingir US$ 10 bilhões de bilheteria anual no mundo, em todos os tempos. Dirigido por Jennifer Lee e Chris Buck, “Frozen 2” foi o sexto filme da Disney a atingir a marca bilionária neste ano – após “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões), “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Trata-se, por sinal, de outro recorde. Até então, a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015.

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    Jumanji: Próxima Fase estreia com recordes na América do Norte

    15 de dezembro de 2019 /

    A estreia de “Jumanji: Próxima Fase” acabou com três semanas de liderança e muitos recordes de “Frozen 2” nas bilheterias da América do Norte. A comédia de aventura com Dwayne “The Rock” Johnson, Jack Black, Kevin Hart e Karen Gillan fez US$ 60,1 milhões entre sexta e domingo (15/1) nos Estados Unidos e Canadá, muito mais do que a Sony esperava, com uma abertura 40% maior que o filme anterior, “Jumanji: Bem-Vindo A Selva” – que rendeu US$ 36,1 milhões em 2017. O resultado transformou “Jumanji: Próxima Fase” na maior estreia de uma comédia lançada no mês de dezembro na América do Norte, em todos os tempos. A bilheteria também é a maior já faturada pela Sony Pictures numa estreia de dezembro. E tem um detalhe: o filme fez o mesmo sucesso no exterior. Como foi lançado na semana passada em vários países, seu total mundial já está em US$ 212,6 milhões. Mas não há valores em reais neste montante. O lançamento no Brasil está marcado apenas para 16 de janeiro. De todo modo, a crítica achou pior que o primeiro, com registro de 66% de aprovação no Rotten Tomatoes – contra 76% do anterior. A Disney, porém, nem ligou para os recordes do rival, porque ainda está comemorando o sucesso de “Frozen 2”. A animação perdeu uma posição no ranking, mas já soma US$ 366,5 milhões no mercado doméstico e atingiu a marca encantada de US$ 1 bilhão na bilheteria mundial. Mais detalhes sobre essa realização podem ser conferidos aqui. “Entre Facas e Segredos”, um dos poucos títulos do ranking que podem ser vistos no Brasil, fecha o Top 3. Apesar do elenco estelar, a produção tem orçamento modesto para os padrões dos grandes estúdios de Hollywood (US$ 40 milhões) e se pagou com três semanas em cartaz (com US$ 162,2 milhões mundiais). Duas estreias completam o Top 5: “O Caso Richard Jewell”, de Clint Eastwood, baseado num fato real que voltou a render polêmica com a exibição, e o terror “Natal Sangrento” (Black Christmas), ambos com rendimentos medíocres. Mas enquanto o drama de Eastwood ainda pode prosperar devido às críticas positivas (77% de aprovação) e possíveis indicações a prêmios na temporada, “Natal Sangrento” enfrenta má vontade generalizada – crítica (44%) e público (nota D+ no CinemaScore) odiaram. “O Caso Richard Jewell” estreia em 2 de janeiro no Brasil, enquanto o segundo remake do clássico canadense “Noite do Terror” (Black Christmas, 1974) deve chegar por aqui direto em VOD. Confira abaixo os rendimentos dos 10 filmes mais vistos no fim de semana na América do Norte, e clique em seus títulos para ler mais sobre cada produção. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Jumanji: Próxima Fase Fim de semana: US$ 60,1M Total EUA e Canadá: US$ 60,1M Total Mundo: US$ 212,6M 2. Frozen 2 Fim de semana: US$ 19,1M Total EUA e Canadá: US$ 366,5M Total Mundo: US$ 1B 3. Entre Facas e Segredos Fim de semana: US$ 9,2M Total EUA e Canadá: US$ 78,9M Total Mundo: US$ 162,2M 4. O Caso Richard Jewell Fim de semana: US$ 5M Total EUA e Canadá: US$ 5M Total Mundo: US$ 5M 5. Natal Sangrento Fim de semana: US$ 4,4M Total EUA e Canadá: US$ 4,4M Total Mundo: US$ 7,5M   6. Ford vs. Ferrari Fim de semana: US$ 4,1M Total EUA e Canadá: US$ 98,2M Total Mundo: US$ 184,6M 7. Queen & Slim Fim de semana: US$ 3,6M Total EUA e Canadá: US$ 33,1M Total Mundo: US$ 33,1M 8. Um Lindo Dia na Vizinhança Fim de semana: US$ 3,3M Total EUA e Canadá: US$ 49,3M Total Mundo: US$ 49,3M 9. Dark Waters – O Preço da Verdade Fim de semana: US$ 2M Total EUA e Canadá: US$ 8,8M Total Mundo: US$ 9,2M 10. Crime sem Saída Fim de semana: US$ 1,1M Total EUA e Canadá: US$ 26,3M Total Mundo: US$ 37,8M

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    Katy Keene: Série derivada de Riverdale ganha mais um trailer

    11 de dezembro de 2019 /

    A rede The CW divulgou aum novo trailer de “Katy Keene”, que destaca a personagem do título, vivida por Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”), e seu desejo de se tornar uma estilista famosa. A atração é um spin-off de “Riverdale” baseado nos quadrinhos homônimos, publicados desde os anos 1940 pela editora Archie Comics. A trama ganhou uma roupagem mais moderna para a TV. Em vez de atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, como na publicação original, Katy Keene é uma personal shopper que sonha virar uma fashion designer. Ela divide seu apartamento em Nova York com um ator-dançarino gay, que deseja estourar na Broadway, e com a recém-chegada Josie McCoy, que vem de Riverdale em busca de sucesso como cantora profissional. Há ainda uma quarta melhor amiga, Pepper Smith, que, segundo a sinopse, quer estar sempre no centro dos acontecimentos culturais e sonha em abrir o club mais badalado de Nova York. Além de Lucy Hale, o elenco destaca Ashleigh Murray repetindo seu papel de “Riverdale”, Jonny Beauchamp (a Angelique de “Penny Dreadful”) como o ator Jorge/Ginger Lopez e Julia Chan (a Dra. Maggie Lin de “Saving Hope”) interpreta Pepper. Curiosamente, para acompanhar Josie, a atração vai incluir mais dois personagens dos quadrinhos (e série animada) de “Josie e as Gatinhas”, os irmãos Cabot, que também terão a etnia alterada na série. A eterna vilã Alexandra Cabot será interpretada por Camille Hyde (“American Vandal), enquanto Alexander terá interpretação de Lucien Laviscount (“Scream Queens”). Mas eles serão coadjuvantes, assim como o personagem K.O. Kelly (Zane Holtz, da série “From Dusk to Dawn”), o namorado atlético de Katy Keene nos quadrinhos, e Gloria Grandbilt (Katherine LaNasa, de “Dynasty”), que foi envelhecida para a série – nos quadrinhos, a loira esnobe é a rival de Katy em sua carreira de modelo e na vida amorosa. Outras curiosidades: Ginger Lopez é uma garota nas publicações de Archie e não uma drag queen/talvez transexual, e Pepper costumava ser a melhor amiga de Josie até 1969, quando foi substituída por Valerie – a única integrante negra original da banda/quadrinhos/série “Josie e as Gatinhas”. A atração foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa, responsável também por “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, todas baseadas em quadrinhos da Archie Comics. “Katy Keene” estreia em 6 de fevereiro nos Estados Unidos e, ao contrário de “Riverdale”, não será disponibilizada pela Netflix no Brasil.

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  • Filme

    Roman Polanski: “Há anos tentam fazer de mim um monstro”

    11 de dezembro de 2019 /

    O diretor Roman Polanski falou pela primeira vez sobre a mais recente denúncia de estupro de que foi acusado, apresentada pela francesa Valentine Monnier em novembro passado. Chamando a acusação de uma “história bizarra”, ele acabou atacando o produtor Harvey Weinstein, grande catalizador do ultraje que originou o movimento de denúncias #MeToo, como responsável pela onda de difamações que o acompanha nos últimos anos. Em entrevista à revista Paris Match, que chega às bancas na quinta-feira (12/12), trazendo Polanski na capa, o cineasta de 86 anos “nega absolutamente” tudo do que acusado, como já tinha feito há um mês através de seu advogado. Monnier disse ter sido agredida e estuprada por Polanski em 1975, na Suíça, quando tinha 18 anos. Ao declarar que se lembra dela “vagamente”, o diretor de cinema acrescentou que “evidentemente não guarda na memória o que ela conta, pois é falso”. Em um depoimento publicado no início de novembro pelo jornal francês Le Parisien, dias antes do lançamento do mais recente filme de Polanski, “An Officer and a Spy” (J’accuse), a fotógrafa e ex-modelo contou que, que quando foi esquiar em Gstaad (Suíça), junto com outra jovem, hospedou-se na casa do cineasta e que ele a “agrediu” e em seguida “a estuprou, fazendo-a sofrer todos os tipos de mazelas”. “Isso é uma loucura! (…) Toma como testemunhas três amigos meus presentes no chalé: meu assistente Hércules Bellville, Gérard Brach e sua esposa, Elizabeth. Os dois primeiros morreram – muito conveniente, pois já não podem confirmar ou refutar o que ela disse. Em relação à senhora Brach, o jornal não a encontrou”, prossegue o cineasta, que classifica essa história como “bizarra”. Valentine Monnier disse não ter feito uma denúncia porque o crime estava prescrito. Mas que havia decidido apresentar publicamente esta denúncia devido à estreia do novo filme do diretor, que faz referência a um famoso erro judicial francês, o caso Dreyfus, em que um inocente é injustamente condenado por um crime que não cometeu. Polanski já teceu comentários comparando o seu caso, em que foi julgado por estupro em 1977, com o de Dreyfus. Ela foi a sexta mulher a acusar Polanski de estupro. O cineasta é considerado foragido pela justiça dos Estados Unidos, após se exilar na França em meio ao julgamento de 1977 em que se declarou culpado de ter mantido relações sexuais com Samantha Geimer, então com 13 anos. Ela foi compensada financeiramente por Polanski e ainda escreveu um livro sobre sua história, e nos últimos anos vem defendendo o diretor por considerar que ele cumpriu sua pena – ficou preso alguns dias nos anos 1970 e novamente em 2009, além de ficar impedido de trabalhar em Hollywood mulheres surgiram com denúncias de abuso sexual de décadas atrás. As denúncias anteriores também relataram casos acontecidos nos anos 1970. A atriz alemã Renate Langer, vista em “Amor de Menina” (1983) e “A Armadilha de Vênus” (1988), relatou ter sido estuprada duas vezes em 1972, quando ela tinha 15 anos e Polanski 39, também na casa do cineasta em Gstaad, na Suíça. Logo após o primeiro ataque, Polanski teria convidado Langer para figurar em seu filme “Que?”, como pedido de desculpas. O segundo abuso teria acontecido durante as filmagens, em Roma. A atriz revelou que, para se defender, chegou a jogar uma garrafa de vinho e outra de perfume no diretor. Outras acusações partiram da atriz britânica Charlotte Lewis (“O Rapto do Menino Dourado”), que denunciou ter sido estuprada em 1983, quando ela tinha 16 anos, de uma mulher identificada apenas como Robin, que acusa o diretor de tê-la estuprado nos anos 1970, também quando tinha 16 anos, e de Marianne Barnard, atacada em 1975 aos 10 anos de idade, durante uma sessão de fotos em que Polanski lhe pediu que posasse usando apenas um casaco de pele em uma praia de Los Angeles. A maioria das denúncias só veio à tona recentemente, durante o auge do movimento #MeToo, que Polanski já chamou de “histeria coletiva” e “hipocrisia”. Por conta das novas denúncias, o cineasta foi expulso da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos, que lhe premiou com o Oscar de Melhor Direção por “O Pianista”, em 2003. Na conversa com a Paris Match, o cineasta francês culpou o produtor Harvey Weinstein, denunciado de abuso sexual por mais de 80 mulheres e catalizador do movimento #MeToo, pela perseguição que diz sofrer. Ele acusou Weinstein de ter “desenterrado” seu caso com Samantha Geimer, que “não interessava a ninguém”, durante a campanha do Oscar de 2003, para prejudicar o favoritismo de seu filme “O Pianista” – e que mesmo assim conquistou três estatuetas, inclusive uma para o próprio Polanski. “Seu assessor de imprensa foi o primeiro a me chamar de ‘estuprador de crianças'”, declarou o cineasta na entrevista, acrescentando que “há anos tentam fazer de mim um monstro”. A denúncia mais recente chegou a gerar piquetes de manifestantes femininas na frente de cinemas e campanhas de boicote ao novo filme do cineasta. Mesmo assim, “An Officer and a Spy” (J’accuse) liderou as bilheterias na França em sua primeira semana em cartaz. Com mais de 501 mil ingressos vendidos, a obra teve a “melhor estreia da carreira” do veterano diretor.

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  • Série

    Katy Keene: Série derivada de Riverdale ganha fotos e novo trailer

    10 de dezembro de 2019 /

    A rede The CW divulgou as fotos do elenco e um novo trailer de “Katy Keene”, que destaca o encontro da personagem do título com Josie McCoy, que está de mudanças de “Riverdale”. A atração é um spin-off de “Riverdale” baseado nos quadrinhos homônimos, publicados desde os anos 1940 pela editora Archie Comics. A trama ganhou uma roupagem mais moderna para a TV. Em vez de atriz, modelo e “rainha das pin-ups”, como na publicação original, Katy Keene é uma personal shopper que sonha virar uma fashion designer. Ela divide seu apartamento em Nova York com um ator-dançarino gay, que deseja estourar na Broadway, e com a recém-chegada Josie, saída de Riverdale, em busca de sucesso como cantora profissional. Há ainda uma quarta melhor amiga, Pepper Smith, que, segundo a sinopse, quer estar sempre no centro dos acontecimentos culturais e sonha em abrir o club mais badalado de Nova York. A atriz Lucy Hale (a Aria de “Pretty Little Liars”) vive a personagem-título, Ashleigh Murray repete seu papel de Josie McCoy, Jonny Beauchamp (a Angelique de “Penny Dreadful”) é o ator Jorge/Ginger Lopez e Julia Chan (a Dra. Maggie Lin de “Saving Hope”) interpreta Pepper. Curiosamente, além de Josie, a atração vai incluir mais dois personagens dos quadrinhos (e série animada) de “Josie e as Gatinhas”, os irmãos Cabot, que também terão a etnia alterada na série. A eterna vilã Alexandra Cabot será interpretada por Camille Hyde (“American Vandal), enquanto Alexander terá interpretação de Lucien Laviscount (“Scream Queens”). Mas eles serão coadjuvantes, assim como o personagem K.O. Kelly (Zane Holtz, da série “From Dusk to Dawn”), o namorado atlético de Katy Keene nos quadrinhos, e Gloria Grandbilt (Katherine LaNasa, de “Dynasty”), que foi envelhecida para a série – nos quadrinhos, a loira esnobe é a rival de Katy em sua carreira de modelo e na vida amorosa. Outras curiosidades: Ginger Lopez é uma garota nas publicações de Archie e não uma drag queen/talvez transexual, e Pepper costumava ser a melhor amiga de Josie até 1969, quando foi substituída por Valerie – a única integrante negra original da banda/quadrinhos/série “Josie e as Gatinhas”. A atração foi criada por Roberto Aguirre-Sacasa, responsável também por “Riverdale” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”, todas baseadas em quadrinhos da Archie Comics. “Katy Keene” estreia em 6 de fevereiro nos Estados Unidos e, ao contrário de “Riverdale”, não será disponibilizada pela Netflix no Brasil.

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  • Filme

    Disney se torna primeiro estúdio de Hollywood a faturar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial

    8 de dezembro de 2019 /

    O forte desempenho de “Frozen 2”, que superou os US$ 900 milhões de faturamento neste fim de semana, ajudaram a Disney a bater seu próprio recorde de arrecadação mundial. Oficialmente, o estúdio vai se tornar na segunda-feira (8/12) o primeiro a somar US$ 10 bilhões de bilheteria mundial num único ano. A projeção se baseia no fato de o estúdio ter chegado a US$ 3,28 bilhões no mercado interno e US$ 6,717 bilhões nas bilheterias internacionais. Isso dá US$ 9,997 bilhões até este domingo. Mas a conta é baseada em estimativas, que normalmente resultam inferiores ao fechamento oficial – nem todos os países informam os valores a tempo de fechar a conta. Ou seja, os US$ 10 bilhões já podem ter sido ultrapassados. De qualquer jeito, já se trata de um novo recorde de bilheteria mundial para qualquer estúdio, deixando muito para trás a melhor marca anterior, que era de US$ 7,6 bilhões e foi atingida pela própria Disney em 2016. E tem um detalhe. Estes números não levam em consideração os títulos da Fox, que começou o ano como um estúdio independente. Quando eles são adicionados, a bilheteria global combinada da Disney sobe para US$ 11,94 bilhões (US$ 3,8 bilhões no mercado interno e US$ 8,14 bilhões no exterior)… até o momento. O estúdio comandado pelo CEO Bob Iger também bateu o recorde de faturamento anual do mercado norte-americano, ao atingir US$ 3,2 bilhões de ingressos vendidos nos Estados Unidos e Canadá na semana passada – superando com folga os US$ 3,09 bilhões da própria Disney em 2018. Dirigido por Jennifer Lee e Chris Buck, “Frozen 2” deve atingir US$ 1 bilhão em bilheteria mundial até o próximo fim de semana, transformando-se no sexto filme da Disney a atingir a marca neste ano – após “Vingadores: Ultimato” (US$ 2,8 bilhões), “O Rei Leão” (US$ 1,66 bilhão), “Capitão Marvel” (US$ 1,13 bilhão), “Toy Story 4” (US$ 1,07 bilhão) e “Aladdin” (US$ 1,05 bilhão). Trata-se, por sinal, de outro recorde. Até então, a Disney tinha conseguido emplacar apenas quatro filmes com mais de US$ 1 bilhão num único ano, durante 2016. Já o máximo que uma rival conseguiu foram três – a Universal, em 2015. E vale lembrar que o estúdio ainda tem “Star Wars: A Ascensão Skywalker” para lançar neste mês!

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  • Filme

    Playmobil – O Filme tem a pior estreia de cinema de 2019 nos EUA

    8 de dezembro de 2019 /

    A animação “Playmobil – O Filme”, baseada na linha de brinquedos alemães de mesmo nome, foi lançada neste final de semana na América do Norte com um desempenho histórico. O longa, que traz Anya Taylor-Joy (“A Bruxa”) e Daniel Radcliffe (o Harry Potter) entre seus dubladores, ocupou 2,3 mil salas de cinema, mas arrecadou apenas US$ 660 mil entre sexta e domingo (8/12) nos Estados Unidos e Canadá. O resultado representou o 14º lugar no ranking de arrecadações do fim de semana, abaixo de lançamentos limitados, como o drama sul-coreano “Parasita”, que é falado em idioma estrangeiro e está em cartaz em apenas 330 salas. Mas ficar fora do Top 10 foi o detalhe menos impressionante de seu desastre. O que chamou atenção do mercado foi o fato de que o montante arrecado representa a pior estreia ampla de cinema de 2019. E não só isso. Trata-se realmente de uma das piores aberturas de todos os tempos. “Playmobil – O Filme” teve desempenho tão negativo que ocupa o 4º lugar num ranking das piores aberturas de cinema já realizadas dos Estados Unidos e Canadá, compilado pelo site Box Office Mojo – a pior é outra animação: “Os Oogieloves e a Aventura no Grande Balão”, que rendeu US$ 440 mil em 2,1 mil salas em 2012. Coprodução entre França e EUA, o desenho dos bonequinhos de plástico se saiu um pouco melhor no mercado internacional, onde faturou US$ 12,4 milhões. Mas isto nem começa a pagar a conta do elenco de dubladores, num orçamento de US$ 75 milhões gastos para produzir o filme. O desempenho frustrante vai representar um grande prejuízo para os co-financiadores Wild Bunch, Pathe, Dimitri Rassam e On Animation. Para a sorte da STX, a empresa americana pagou apenas para distribuir o filme e não investiu em sua produção. Além do fiasco financeiro, “Playmobil – O Filme” também foi explodido pela crítica, que o considerou, em resumo, uma “versão pobre do filme da LEGO”, com somente 19% de aprovação no site agregador Rotten Tomatoes. Pressentindo essa reação, seus dubladores famosos não promoveram o filme. Não fizeram entrevistas de divulgação, nem avisaram sobre a estreia em suas redes sociais, O filme do “Playmobil” marcou a estreia na direção de Lino DiSalvo, que, ironicamente, foi chefe de animação de “Frozen: Uma Aventura Congelante”, uma das maiores bilheterias da animação em todos os tempos. E para completar o roteiro foi escrito por Jason Oremland e Greg Erb, que também trabalharam na Disney, em “A Princesa e o Sapo”. A trama acompanha dois irmãos, que são transformados em bonecos Playmobil e precisam achar uma forma de voltar ao mundo real. Em sua jornada, eles visitam vários cenários diferentes no mundo de brinquedo, como uma cidade no Velho Oeste americano, uma arena de gladiadores na Roma Antiga e um reino de conto de fadas. E fazem novos amigos e inimigos. O maior fiasco de 2019 chega ao Brasil na próxima semana (19/12). Veja abaixo o trailer dublado em português do lançamento.

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