Bad Guy: Clipe do hit de Billie Eilish atinge 1 bilhão de visualizações
O clipe de maior sucesso da cantora Billie Eilish, “Bad Guy”, ultrapassou 1 bilhão de visualizações no YouTube na manhã de quarta-feira (11/11). O vídeo entrou no seleto clube dos bilhões pouco mais de um ano e meio após seu lançamento. Enquanto “Bad Guy” é a primeira música da cantora a entrar na prestigiosa lista, o diretor do clipe, Dave Meyers, comemora o ingresso de seu segundo trabalho. No início do ano, “Señorita”, que ele dirigiu para Shawn Mendes e Camila Cabello, também atingiu a marca. Meyers tem vários outros clipes com centenas de milhões de visualizações, incluindo “ME!” de Taylor Swift, “God Is a Woman” de Ariana Grande e “HUMBLE” de Kendrick Lamar. No videoclipe de “Bad Guy”, a então emergente Eilish faz uma entrada triunfal no universo pop, ao estourar uma parede de papel amarelo e dominar as cenas, inclusive sentando-se sobre um homem fazendo flexões, entre outras coisas. A faixa serviu como um dos singles de “When We All Fall Asleep, Where Do We Go?”, o álbum de estreia que deu à cantora um lugar na história do Grammy. Ela ganhou cinco troféus na premiação de 2020, incluindo Melhor Artista Nova, Álbum, Gravação e Música do ano. Assista ao vídeo da música “Bad Guy” abaixo.
Demon Slayer atinge US$ 200 milhões nos cinemas do Japão
Com os cinemas de Nova York e Los Angeles bloqueados desde março e a maior parte da Europa sofrendo uma segunda onda de fechamentos, os únicos países que registram reação do setor cinematográfico estão na Ásia – e a situação deve continuar assim por um bom tempo. As bilheterias do Japão, por exemplo, estão registrando recordes como se a pandemia nunca tivesse existido. Depois de se tornar a estreia mais bem-sucedida do cinema japonês, o longa animado “Demon Slayer”, baseado no mangá de mesmo nome, chega à sua quarta semana em 1º lugar, atingindo estimados US$ 200 milhões de arrecadação no país. Com base nas estimativas, o filme, cujo título completo é “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train”, também entrou no Top 10 das maiores bilheterias mundiais de 2020 – incluindo lançamentos pré-covid. Apesar disso, ainda está US$ 100 milhões atrás de outra animação, “A Viagem de Chihiro”, filme de maior bilheteria de todos os tempos no Japão. O detalhe é que está atingindo seu faturamento de forma mais rápida que o clássico de 2001 dirigido por Hayao Miyazaki, que acabou vencendo o Oscar de Melhor Animação. “Demon Slayer” é baseado em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o diretor do filme é o mesmo da série animada, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A trama é ambientada no Japão de 100 anos atrás e acompanha um menino que luta contra demônios devoradores de humanos, que mataram quase toda sua família e contaminaram sua irmã para transformá-la numa criatura maligna. Veja o trailer abaixo.
Baby Shark supera Despacito como clipe mais visto em todos os tempos
O clipe da música infantil insanamente repetitiva “Baby SharK” ultrapassou “Despacito” de Luis Fonsi e Daddy Yankee como o vídeo do YouTube mais visto de todos os tempos. A canção produzida em 2016 na Coreia do Sul segue a tradição da indústria musical do país para criar vídeos coloridos e hipnóticos, que tem rendido sucessos grudentos desde os recordes de visualização quebrados por “Gangnam Style”, do cantor Psy, em 2012. O novo recorde de “Baby Shark” veio com a versão em inglês da canção, um remix (“Baby Shark Dance”) realizado pela produtora Pinkfong, com sede em Seul, que registrou mais de 7 bilhões de reproduções no YouTube, número atingido na madrugada desta segunda-feira (2/11), destronando o reggaeton da dupla Luis Fonsi e Daddy Yankee como o líder de visualizações da plataforma. Em sua escalada para o recorde, a música chegou a entrar na parada de sucessos Hot 100 da Billboard, em janeiro de 2019, e também foi adotada como “hino” pela equipe americana de beisebol Washington Nationals, que venceu o campeonato nacional (World Series) do ano passado. Isto também levou a Casa Branca a reproduzir a melodia durante as celebrações. Mas a canção também foi utilizada de várias outras formas. Virou instrumento de tortura da cidade americana de West Palm Beach, na Flórida, quando sua repetição insistente no volume máximo serviu para desencorajar os sem-teto a permaneceram em uma área pública. E também funcionou como reforço educativo, ao ganhar nova letra (“Wash Your Hands”: lave suas mãos) para ensinar às crianças americanas a importância da higiene pessoal na luta contra a pandemia de covid-19. “Sem o amor e apoio dos fãs ao redor do mundo, o novo recorde de ‘Baby Shark’ teria sido impossível”, disse Min Seok Kim, CEO da SmartStudy, empresa controladora da Pinkfong, em um comunicado. “Estamos muito honrados com este recorde e continuaremos a nos concentrar em fornecer entretenimento de alta qualidade além das plataformas digitais.” Confira o vídeo recordista abaixo.
Clipe clássico de Whitney Houston atinge 1 bilhão de visualizações no YouTube
O clipe da música mais conhecida de Whitney Houston (1963–2012), “I Will Always Love You”, tema do filme “O Guarda-Costas”, atingiu 1 bilhão de visualizações no YouTube nesta segunda (26/10) Originalmente escrita e gravada por Dolly Parton em 1973, a canção foi refeita por Houston em 1992 e virou um fenômeno ao entrar na trilha do filme de 1992, que ela estrelou ao lado de Kevin Costner. O single da música liderou a parada de sucessos Billboard Hot 100 por 14 semanas consecutivas, tornando-se o mais vendido de todos os tempos. “I Will Always Love You” é a quarta música dos anos 1990 a ter mais de 1 bilhão de visualizações no YouTube, após “Smells Like Teen Spirit” (Nirvana), “November Rain” (Guns N ‘Roses) e “Zombie” (The Cranberries). Ao longo de 2020, ela teve em média mais de 350 mil visualizações por dia. Reveja abaixo o clipe oficial da canção, que inclui cenas do filme dirigido por Mick Jackson.
Demon Slayer: Animação faz US$ 100 milhões e bate recorde de bilheteria no Japão
Enquanto as bilheterias dos EUA experimentam uma crise sem precedentes, o longa animado “Demon Slayer”, baseado no mangá de mesmo nome, quebrou o recorde de arrecadação no Japão, superando os US$ 100 milhões em apenas 10 dias. A velocidade com que a marca foi atingida foi maior que a obtida pelo antigo recordista, que também foi uma animação, a clássica “A Viagem de Chihiro”, de Hayao Miyazaki, que levou 25 dias para atingir a marca em 2001. “A Viagem de Chihiro” acabou vencendo o Oscar de Melhor Animação. O novo filme, cujo título completo é “Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba the Movie – Mugen Train”, também quebrou o recorde de melhor fim de semana de estreia no Japão, registrado na semana passada. Segundo a empresa distribuidora Aniplex, 7,98 milhões de pessoas viram o filme até esta segunda-feira (26/10) no Japão. “Demon Slayer” é baseado em um mangá popular, escrito e ilustrado por Koyoharu Gotōge e serializado desde 15 de fevereiro de 2016 na revista semanal “Weekly Shōnen Jump”, com seus capítulos sendo reunidos em 18 volumes até o momento. A publicação também já tinha sido transformada num anime no ano passado, que se tornou campeão de audiência – e pode ser visto no Brasil na plataforma Crunchyroll. Por sinal, o diretor do filme é o mesmo da série animada, Haruo Sotozaki, que estreia no cinema. A trama é ambientada no Japão de 100 anos atrás e acompanha um menino que luta contra demônios devoradores de humanos, após quase toda sua família ser morta. Veja o trailer abaixo.
Nielsen afirma que Enola Holmes é o filme mais visto da Netflix
A empresa Nielsen, que faz auditoria independente de audiência, revelou que “Enola Holmes” é o filme mais visto da Netflix desde que começou a medir o consumo de conteúdo por streaming, há dois meses. O filme estrelado por Millie Bobby Brown (“Stranger Things”) estreou em grande estilo no ranking da Nielsen, que divulgou nessa quinta (22/10) o desempenho dos serviços de streaming na semana de 21 de setembro. Segundo a apuração, os usuários do Netflix assistiram a quase 1,17 bilhão de minutos da produção em apenas uma semana, o que equivale a cerca de 9,63 milhões de reproduções do filme de 121 minutos. Esta é a maior contagem de visualizações semanais de um filme original em streaming já registrada pela Nielsen. Ainda assim, “Enola Holmes” ocupa o 2º lugar do ranking na semana de 21 a 27 de setembro, atrás da série “Ratched”, que, em sua primeira semana completa de exibição, comandou 1,63 bilhão de minutos do tempo dos usuários, mas somando seus 10 episódios. A Netflix e seus rivais contestam as medições da Nielsen por registrarem menos audiência que a totalidade atingida pelos serviços. E, de fato, a Nielsen não contabiliza o consumo de conteúdo por celular e computador, apenas por telas de TV. Isto significa que o recorde de “Enola Holmes” é muito maior que o contabilizado por sua medição. Ainda assim, o número é bem distante do sucesso retumbante alardeado pela Netflix em seu relatório trimestral para o mercado. Na contagem oficial – e não auditada – o filme teria sido visto 76 milhões de vezes no primeiro mês, tornando-se a maior estreia da Netflix neste ano. A principal razão da diferença abissal entre os números se deve a critérios distintos para considerar um conteúdo visto. Enquanto a Nielsen contabiliza todos os minutos da audiência, a Netflix só precisa que um espectador assista dois minutos de uma produção para que isso seja marcado como uma visualização completa. Segundo a empresa, dois minutos seria o bastante para indicar que a escolha “foi intencional”.
Dwayne “The Rock” Johnson vira o americano com mais seguidores no Instagram
O ator Dwayne “The Rock” Johnson (“Jumanji: Próxima Fase”) ultrapassou nesta quinta (8/10) a marca de 200 milhões de seguidores no Instagram. Com isso, ele disse que se tornou o homem mais seguido dos EUA na rede social. Para comemorar o feito, ele publicou um vídeo agradecendo seus seguidores. “Sempre fale sua verdade. E quando você fala a sua verdade – faça o seu melhor para falar com dignidade, compaixão, respeito, equilíbrio e empatia. Obrigado por me dar espaço para falar minha verdade”, ele disse no post. Veja abaixo. Recentemente, Johnson usou o alcance de suas redes sociais para apoiar o candidato do Partido Democrata Joe Biden às eleições presidenciais dos EUA. Repleto de projetos, ele será visto a seguir nos filmes “Jungle Cruise”, da Disney, e “Red Notice”, da Netflix, e ainda vai produzir a série “Young Rock” sobre sua juventude. Ver essa foto no Instagram Here’s what I’ve learned these past few weeks and maybe, you can find value in this take away and apply it to your own life. Always speak your truth. And when you do speak your truth – do your best to speak with dignity, compassion, respect, poise and empathy. Even when the conversations get uncomfortable – when you approach with respect and care – on the other side of discomfort – is clarity and progress. THANK YOU, THANK YOU, THANK YOU for giving me the space to speak my truth. You have my word, I’ll always do my best to speak my truth with dignity, respect, empathy and GRATITUDE. That’s my lesson I’ve learned. And the result of speaking my truth is I was just informed, I’ve surged past and blown by 200 MILLION FOLLOWERS on Instagram and over 300 MILLION FOLLOWERS across all platforms – officially becoming/ The #1 followed man in America. The #1 followed American man in the world. And most importantly, the #1 daddy at home. Love you guys, I always got your back and let’s keep rockin’ 🖤👊🏾 #speakyourtruth #dignityrespectgratitude #thatsoursuperpower 🇺🇸 Uma publicação compartilhada por therock (@therock) em 8 de Out, 2020 às 5:19 PDT
Uma das maiores redes de cinema do Reino Unido e EUA anuncia fechamento
O anúncio do adiamento de “007 – Sem Tempo para Morrer” para 2021 levou uma das maiores redes de cinema do Reino Unido e EUA a anunciar seu fechamento. Com a falta de títulos novos para exibir, a Cineworld decidiu fechar 128 de seus cinemas no Reino Unido e na Irlanda, bem como sua rede Regal nos Estados Unidos já no começo desta semana. A empresa é a primeira grande rede de cinema a fechar desde que o circuito recebeu autorização para reabrir durante a pandemia. Seu fechamento envia uma mensagem perturbadora para o mercado, mostrando que mesmo que alguns locais tenham começado a abrir as salas de exibição, não existe previsão para o lançamento de filmes inéditos capazes de atrair o público de volta. Segundo o jornal britânico Sunday Times, o fechamento da Cineworld terá impacto sobre 5,5 mil empregos no Reino Unido. A revista Variety também relata que a rede Regal vai fechar os cinemas que tinha reaberto nos EUA. Mas em Los Angeles e Nova York apenas oficializará as demissões, já que lá suas principais salas de exibição estão fechadas desde março. A Regal é a segunda maior rede de cinemas dos EUA, com 7,1 mil telas divididas por 543 cinemas em 42 estados. Suas salas reabriram parcialmente para o lançamento de “Tenet”, no começo de setembro, mas não receberam novos lançamentos de impacto desde então. Para completar, as bilheterias do filme da Warner foram desencorajadoras. Já a Cineworld relatou dívidas de US$ 8,2 bilhões em seu último balanço de negócios. Os únicos lançamentos importantes previstos para antes do Natal nos EUA são duas animações: “Soul”, da Disney/Pixar, aguardado em 20 de novembro, e “Os Croods 2: Uma Nova Era”, da Universal, marcado para cinco dias depois. Mas já há boatos sobre um provável adiamento da primeira. Fora esses dois títulos, os filmes menores que se mantém no calendário não animam os exibidores. A rede AMC foi muito criticada pelas concorrentes por ter fechado um acordo com a Universal para diminuir a janela de exibição, permitindo que filmes saiam do cinema diretamente para plataformas digitais após um período de apenas 17 dias. Em troca, a AMC ficou com um percentual das negociações digitais, ganhando dinheiro mesmo quando deixa de exibir as produções. Mas a Cineworld foi totalmente contra o negócio, resistindo a apelos dos estúdios por uma negociação que permitiria manter sua atividade. As empresas que resistem a esse tipo de acordo esperam que uma ajuda do governo caia do céu. Acreditam que o Papai Noel federal pode lhes dar um presentão até o Natal. Para garantir, já mandaram a cartinha com seu pedido para o bom velhinho, também conhecido como Congresso dos EUA. Em uma carta aos líderes do Senado e da Câmara dos Deputados, os proprietários de cinemas fizeram um apelo por ajuda financeira, dizendo temer pelo futuro da indústria, onde afirmam que o fechamento das salas causado pelo coronavírus teve um efeito devastador e que, sem recursos, “os cinemas podem não sobreviver ao impacto da pandemia”.
O Rei Leão vai ganhar prólogo do diretor de Moonlight
A Disney anunciou que voltará à selva digital para fazer um novo filme de “O Rei Leão”. A produção será um prólogo do filme lançado no ano passado e terá direção de Barry Jenkins, diretor do filme vencedor do Oscar “Moonlight”. O roteirista Jeff Nathanson, que assinou o script do longa de 2019, retorna à função e a sequência será produzida com o mesmo estilo de animação fotorrealista do primeiro filme, dirigido por Jon Favreau. “Ajudando minha irmã a criar dois meninos durante os anos 1990, cresci com esses personagens. Ter a oportunidade de trabalhar com a Disney na expansão deste magnífico conto de amizade, amor e legado, enquanto continuo meu trabalho narrando a vida e a alma das pessoas na diáspora africana, é um sonho que se torna realidade ”, disse Jenkins em comunicado sobre o projeto. Embora o anúncio não tenha sido acompanhado por muitos detalhes, a revista Variety apurou com suas fontes que o novo filme se concentrará parcialmente nos primeiros anos de Mufasa, o pai de Simba, cuja morte forma o coração emocional da animação clássica e seu remake. A nova versão de “O Rei Leão” foi um grande sucesso de bilheteria para a Disney, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão ao redor do mundo e se tornando a maior bilheteria de uma produção do Walt Disney Studios (isto é, de uma produção que não é da Marvel, Pixar ou Lucasfilm). O elenco de vozes incluía a popstar Beyoncé, Donald Glover e Chiwetel Ejiofor. A data de estreia do prólogo não foi definida.
Após consagração no Emmy, final de Schitt’s Creek ganha data de estreia no Brasil
Depois de bater recordes de vitórias no Emmy, a temporada final de “Schitt’s Creek” ganhou data de estreia no Brasil. O canal pago Comedy Central anunciou que a 6ª, última e mais premiada temporada da série começa a ser exibida em 24 de outubro. Encerrada em abril nos EUA, “Schitt’s Creek” venceu todos os troféus de seu segmento durante a premiação do Emmy, conquistando os prêmios de Melhor Série, Ator, Atriz, Ator Coadjuvante, Atriz Coadjuvante, Roteiro e Direção de Comédia. A produção, que retrata personagens LGBTQIA+ num mundo sem homofobia, foi a primeira série canadense a vencer o Emmy – e sete estatuetas de uma vez (na verdade, oito, considerando o prêmio de Melhor Elenco de Comédia, entregue preliminarmente no Creative Arts Emmy). “Schitt’s Creek” também foi a primeira série a conquistar todos os prêmios em disputa de seu gênero – Comédia, no caso. Além disso, com quatro conquistas, o ator-roteirista-produtor Dan Levy empatou o recorde de mais vitórias por um indivíduo num único Emmy, juntando-se às recordistas Moira Demos (em 2016) e Amy Sherman-Palladino (em 2018). Graças a essa façanha, a série de Eugene Levy e de seu filho Dan também entrará na programação do Comedy Central nos EUA, que passará a exibir sua reprise. Produção original da rede canadense CBC, “Schitt’s Creek” era transmitido nos EUA pelo canal pago Pop TV, que o conglomerado ViacomCBS adquiriu e implodiu, ao cancelar praticamente todas as séries inovadoras de sua programação em março passado. A trama acompanha uma família rica que vai à falência e precisa se mudar para o único bem que lhe resta: uma cidadezinha comprada pelo patriarca Johnny Rose (Eugene Levy), cujo nome é Schitt’s Creek.
Emmy 2020: Conheça os vencedores e recordes batidos por Schitt’s Creek e Zendaya
O Emmy 2020 consagrou “Schitt’s Creek”, “Watchmen”, “Succession” e Zendaya. Mas os aplausos vão primeiro para seus organizadores, que conseguiram contornar as limitações do distanciamento social para entregar um programa em que tudo podia dar errado, mas que transcorreu sem falhas e se mostrou capaz de entreter e inspirar com discursos edificantes, como o de Tyler Perry, homenageado pela Academia da Televisão por suas realizações. A premiação remota, com apresentação de Jimmy Kimmel, programou textos de humor em participações especiais, mas a graça veio mesmo das comemorações divertidas dos vencedores em suas casas, como o grito de “Mãe” de Uzo Aduba após sua vitória por “Mrs. America”, a festa de Zendaya com familiares e elenco de “Euphoria”, e também o beijo de Jeremy Strong em quem lhe entregou o Emmy de Melhor Ator em Drama, por “Succession”. Divida em blocos, a premiação teve uma primeira parte completamente dominada por “Schitt’s Creek”, que venceu todos os sete troféus que disputou nas categorias de Série de Comédia. Com elenco e equipe reunido num grande salão no Canadá, a consagração da série pareceu uma festa particular, que também serviu para marcar a despedida da atração. Encerrada em abril na rede canadense CBC e no pouco visto canal pago americano Pop – atualmente em processo de implosão planejada – , “Schitt’s Creek” finalizou sua trajetória no auge. A atração, que no Brasil é transmitida pelo Comedy Central, apresenta um mundo em que não existe homofobia e sua visão otimista foi festejada com vários recordes na premiação. Para começar, foi a primeira série canadense a vencer o Emmy – e sete estatuetas de uma vez (na verdade, oito, considerando o prêmio de Melhor Elenco de Comédia, entregue preliminarmente no Creative Arts Emmy). “Schitt’s Creek” também foi a primeira série a vencer todos os prêmios em disputa de seu gênero – Comédia, no caso. E, com quatro conquistas, o ator-roteirista-produtor Dan Levy empatou o recorde de mais vitórias por um indivíduo num único Emmy, juntando-se a Moira Demos (em 2016) e Amy Sherman-Palladino (em 2018). Depois de “Schitt’s Creek”, as produções mais premiadas foram “Watchmen” e “Succession”, com quatro troféus cada nos segmentos de Minissérie e Drama. As duas séries da HBO ajudaram o canal a, mais uma vez, consagrar-se como o mais premiado do Emmy – 11 vitórias. Entre os demais vencedores, Zendaya também registrou um recorde, tornando-se, aos 24 anos, a mais jovem premiada com o Emmy de Melhor Atriz de Drama – por “Euphoria”. Para atingir essa marca, ela superou a vencedora do Emmy passado, Jodie Comer, de “Killing Eve”, que tinha conquistado seu troféu aos 26. “Sei que nosso programa de TV nem sempre parece um grande exemplo disso, mas há esperança nos jovens”, disse a estrela de “Euphoria” em seu agradecimento. Já a vitória de Billy Crudup como Melhor Ator Coadjuvante em Drama, por “The Morning Show”, representou o primeiro Emmy de uma produção da plataforma Apple TV+. Confira abaixo todos os vencedores da premiação principal do Emmy 2020 (lembrando que a lista completa inclui ainda as categorias técnicas, reconhecidas no chamado Creative Arts Emmy). Melhor Série de Drama “Succession” Melhor Atriz em Série de Drama Zendaya, “Euphoria” Melhor Ator em Série de Drama Jeremy Strong, “Succession” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama Julia Garner, “Ozark” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama Billy Crudup, “The Morning Show” Melhor Direção em Série de Drama Andrij Parekh, “Succession” Melhor Roteiro em Série de Drama Jesse Armstrong, “Succession” Melhor Série de Comédia “Schitt’s Creek” Melhor Atriz em Série de Comédia Catherine O’Hara, “Schitt’s Creek” Melhor Ator em Série de Comédia Eugene Levy, “Schitt’s Creek” Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Comédia Annie Murphy, “Schitt’s Creek” Melhor Ator Coadjuvante em Série de Comédia Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Melhor Direção em Série de Comédia Andrew Cividino e Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Melhor Roteiro em Série de Comédia Daniel Levy, “Schitt’s Creek” Melhor Minissérie “Watchmen” Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme Regina King, “Watchmen” Melhor Ator de Minissérie ou Telefilme Mark Ruffalo, “I Know This Much Is True” Melhor Atriz Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Uzo Aduba, “Mrs. America” Melhor Ator Coadjuvante de Minissérie ou Telefilme Yahya Abdul-Mateen, “Watchmen” Melhor Direção em Minissérie ou Telefilme Maria Schrader, “Nada Ortodoxa” Melhor Roteiro em Minissérie ou Telefilme Damon Lindelof e Cord Jefferson, “Watchmen” Melhor Talk Show de Variedades “The Late Show With Stephen Colbert” Melhor Programa de Competição “RuPaul’s Drag Race”
RBD tem estreia arrasadora no Spotify batendo recorde do BTS
Apesar de não lançar discos desde 2009, o grupo mexicano RBD, formada pelo elenco da novelinha teen “Rebelde” (2004-06), continua com muitos fãs em todo o mundo. E um dos pedidos desse fã-clube enorme era que suas músicas fossem liberadas no Spotify. Quando isso finalmente aconteceu, na quinta passada (3/9), o resultado superou expectativas. As músicas antigas do RBD baterem os hits atuais da boy band sul-coreana BTS. A playlist “This is RBD”, que reúne os grandes sucessos do grupo, foi assinada por 175 mil pessoas em apenas um dia, ultrapassando os 125 mil que repetem sem parar as faixas do grupo de k-pop. Além disso, em apenas 24 horas, o grupo ocupou 39 posições no Top 50 Viral do Brasil no Spotify. A Universal Music ainda informou que as canções também aparecem no chart de 15 países da América Latina e oito faixas entraram para o Top 200 Global do serviço de streaming, incluindo os sucessos “Rebelde”, “Sólo Quédate Em Silencio” e “Nuestro Amor”. Ao todo, novo álbuns do RBD foram disponibilizados no Spotify, entre eles três discos em que as músicas são cantadas em português. Junto da chegada do repertório no streaming musical, a Universal também providenciou um canal dedicado aos clipes do grupo no YouTube, que inclusive ganhou o prêmio YouTube Silver Creator por juntar mais de 100 mil seguidores antes do lançamento. Parte dos integrantes da novelinha continuaram gravando discos solos após o final do grupo, como Dulce Maria e Anahí. Já Alfonso Herrera, Maite Perroni, Christian Chavez e Christopher von Uckermann passaram a se dedicar somente a atuação, aparecendo com destaque em produções da Netflix.
Clipe do grupo BLACKPINK supera 1 bilhão de visualizações
O clipe de “Kill This Love”, do grupo feminino de k-pop BLACKPINK, atingiu na quarta-feira (2/9) a marca de 1 bilhão de visualizações no YouTube. A música foi lançada em abril do ano passado e se tornou o segundo vídeo do grupo a superar a marca. O primeiro bilhão de visualizações do BLACKPINK foi comemorado em novembro do ano passado com a gravação de “DDU-DU-DDU-DU”. Além dos vídeos do quarteto formado por Jisoo, Rosé, Lisa e Jennie, a música sul-coreana também superou 1 bilhão de views com os clipes de “DNA”, do BTS e “Gangnam Style” e “Gentleman”, de Psy. (Re)Veja abaixo o novo integrante do clube do bilhão.











