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    “Velozes e Furiosos 9” chega a US$ 500 milhões mundiais

    4 de julho de 2021 /

    “Velozes e Furiosos 9” está prestes a se tornar o primeiro filme americano a atingir US$ 500 milhões de bilheteria mundial desde 2019. Segundo projeções do mercado, a marca será alcançada na segunda-feira (5/7), quando os US$ 491 milhões somados até este domingo receberem os resultados adicionais do feriadão da Independência dos EUA – como o 4 de julho caiu no domingo, o feriado comercial será na segunda. O filme é atualmente o mais visto do mundo em vários países, incluindo na Espanha, onde bateu recorde de arrecadação da pandemia. Nos EUA, faturou mais US$ 24 milhões entre sexta e domingo, ficando à frente de duas estreias do fim de semana, a animação “O Poderoso Chefinho 2 – Negócios da Família” (US$ 17,36 milhões) e “Uma Noite de Crime – A Fronteira” (US$ 15,86 milhões). Os dois filmes só serão lançados em agosto, respectivamente nos dias 12 e 19. Um detalhe curioso desse Top 3 norte-americano é que todos os títulos são produções da Universal Pictures, um feito e tanto para um dos estúdios – junto com a Warner Bros. – que teve melhor desempenho nos cinemas durante a crise sanitária. Vale observar que, apesar da vacinação avançada, 20% das salas de exibição ainda estão fechadas nos EUA. Outra marca mundial importante foi atingida por “Cruella”, da Disney, que ultrapassou os US$ 200 milhões globais em seu sexto fim de semana em cartaz. Do total mundial de US$ 204,4 milhões, US$ 127,8 milhões são provenientes de 43 mercados estrangeiros.

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    Amazon vai lançar tetralogia completa de “Evangelion”

    1 de julho de 2021 /

    A Amazon divulgou o trailer legendado de “Evangelion: 3.0+1.01 Thrice Upon a Time”, aguardado final da tetralogia “Evangelion”, que encerra a trajetória de um dos melhores animes de todos os tempos. O longa é o quarto e último capítulo da versão cinematográfica da saga “Evangelion”, e quando foi lançado no Japão, em março deste ano, bateu recorde de arrecadação do circuito IMAX local. A plataforma também disponibilizará os três filmes anteriores – que são versões aprimoradas e condensadas da série animada original, “Neon Genesis Evangelion”, lançada em streaming pela concorrente Netflix. Criada por Hideaki Anno em 1995, a série teve 26 episódios que acompanhavam a história de um trio de adolescentes escolhidos para pilotar robôs gigantescos, os EVA, com a função de defender uma Tóquio futurista de violentas criaturas alienígenas, chamadas de Anjos. A trama combinava ação, melodrama e metafísica, apostando no desenvolvimento dos personagens com crises existenciais e culminando num mergulho na metalinguagem em seu final maluco, que até hoje rende discussões. Tanto é que foi refeito no filme “The End of Evangelion”, em 1997, e agora ganha sua terceira versão. Entre outras coisas, o impacto da criação de Anno redefiniu o subgênero sci-fi dos mecha (robô gigantes pilotáveis), influenciando tudo o que veio depois, inclusive a franquia americana “Círculo de Fogo”. A saga é obrigatória para quem é fã de sci-fi. Além de criar “Evangelion”, Hideaki Anno também escreveu os roteiros dos quatro filmes, conhecidos pelos fãs como “Rebuild of Evangelion”. A versão cinematográfica começou a ser exibida em 2007, mas após um começo acelerado, o quarto filme chega nove anos após o lançamento da terceira parte. A direção é de Kazuya Tsurumaki, que comandou todos os quatro, mas desta vez ele conta com a ajuda de Mahiro Maeda (das cenas animadas de “Kill Bill”) e Katsuichi Nakayama (animador de “The End of Evangelion”). A estreia de “Evangelion: 3.0+1.01 Thrice Upon a Time”, bem como dos demais filmes na Amazon, está marcada para 13 de agosto.

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    “Velozes e Furiosos 9” confirma recorde de bilheteria no Brasil

    28 de junho de 2021 /

    Confirmando projeções internacionais, “Velozes e Furiosos 9” bateu o recorde de bilheteria da pandemia no Brasil. O filme de ação estrelado por Vin Diesel levou 679,7 mil pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 12,5 milhões entre quinta e domingo (27/6). Com isso, os cinemas brasileiros tiveram público total de 821,4 mil espectadores e arrecadação de R$ 15 milhões no final de semana passado, segundo levantamento da Comscore. Trata-se da maior bilheteria desde o começo das restrições causadas pelo avanço do coronavírus no Brasil, em março de 2020. Até então, o final de semana com maior público, o feriadão de Corpus Christi passado, levou 667,2 mil pessoas aos cinemas, menos gente que o público de “Velozes e Furiosos 9” sozinho. Já no ano passado, a maior mobilização da pandemia foi a estreia de “Mulher Maravilha 1984”, entre os dias 17 e 20 de dezembro, que levou 529,8 mil pessoas aos cinemas. “Velozes e Furiosos 9” também bateu o recorde de arrecadação da pandemia nos EUA, com US$ 70 milhões entre sexta e domingo.

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    Vin Diesel celebra sucesso de “Velozes e Furiosos 9”: “O cinema está de volta!”

    27 de junho de 2021 /

    Os astros Vin Diesel, Charlize Theron e Jordana Brewster comemoram o sucesso de “Velozes e Furiosos 9”, que bateu o recorde de arrecadação das bilheterias dos EUA durante a pandemia neste fim de semana. Os três se encontraram neste domingo (27/6) num evento beneficente de Theron, dedicado a ajudar jovens africanos, e se pronunciaram sobre o feito para a revista Variety. “Acho que o que melhor do resultado é a ideia de que as pessoas estão retornando à experiência cinematográfica”, Diesel apontou. “É bom dizer: ‘O cinema está de volta!’” O astro elogiou a Universal Pictures por apostar numa estreia exclusiva nos cinemas, enquanto outros estúdios tem feito lançamentos simultâneos em streaming. “Você não pode culpar os outros estúdios por quererem colocar filmes em streaming, mas o pessoal da Universal foi ousado ​​o suficiente para dizer: ‘Ei, vamos apoiar o lançamento exclusivo nos cinemas’”, disse Diesel. “Eu tiro meu chapéu para eles.” Theron, que retorna em “Velozes e Furiosos 9″ após fazer sua estreia na franquia no filme anterior, assumiu-se impressionada com o sucesso da produção. “É incrível. Só de pensar no fato de que eles estão em seu nono filme, isso é bastante impressionante. É um filme perfeito para nos ajudar a voltar aos cinemas”, ponderou. Jordana Brewster ecoou os dois: “É muito bom estar de volta aos cinemas – ponto final!”.

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    “Velozes e Furiosos 9” atropela recordes da pandemia nos EUA, Brasil e mundo

    27 de junho de 2021 /

    Depois de quebrar o recorde de melhor dia de estreia da pandemia nos EUA, com US$ 30 milhões na sexta-feira (25/6), “Velozes e Furiosos 9” somou US$ 70 milhões em seu primeiro fim de semana. Com isso, tornou-se o maior lançamento da América do Norte desde dezembro de 2019, época de “Star Wars: A Ascensão Skywalker” e três meses antes da covid-19 afetar os rendimentos cinematográficos. A abertura superou até mesmo a estreia do título anterior da franquia, o spin-off “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”, que abriu com US$ 60 milhões em 2019. E deixou na poeira o recorde de faturamento da pandemia, que pertencia a “Um Lugar Silencioso – Parte II” – US$ 48 milhões há um mês atrás. O filme está sendo exibido em 4.179 salas nos EUA e Canadá, o que representa outro recorde: a maior contagem de telas desde março de 2020, quando os cinemas fecharam pela primeira vez. E a lista de feitos prossegue. Graças ao sucesso na América do Norte, a produção da Universal realizou outra façanha. “Velozes e Furiosos 9” virou o segundo lançamento da pandemia a superar US$ 400 milhões de arrecadação mundial, mas em tempo muito mais veloz e furioso que “Godzilla vs. Kong”. Somando tudo, já são US$ 405 milhões em todo o mundo, e a marca de US$ 442 milhões dos monstros gigantes deve ficar pelo caminho nos próximos dias. Foram mais US$ 38 milhões contabilizados no mercado internacional nos últimos três dias, com destaque para as estreias do filme no México (US$ 10.7 milhões) e no Reino Unido (US$ 8,3 milhões), que representaram as melhores bilheterias da pandemia nestes países. O longa estrelado por Vin Diesel também foi lançado no Brasil na quinta-feira, onde o fenômeno se repetiu, com o melhor dia de estreia e a maior arrecadação desde março de 2019, atingindo estimados US$ 2,6 milhões, segundo projeções da Universal. Os números oficiais dos cinemas brasileiros serão divulgados na segunda-feira (28/6). Na América do Norte, o Top 3 se completou com “Um Lugar Silencioso – Parte II” (US$ 6,2 milhões), elevando os rendimentos do terror para US$ 136 milhões no mercado doméstico, e “Dupla Explosiva 2 – E a Primeira-Dama do Crime” (US$ 4,8 milhões), que após dois fins de semana está com um total de US$ 25,8 milhões.

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    “Velozes e Furiosos 9” bate recorde de estreia da pandemia nos EUA

    26 de junho de 2021 /

    “Velozes e Furiosos 9” estreou na sexta-feira (25/6) nos EUA com a maior bilheteria de primeiro dia de exibição desde o começo da pandemia de covid-19, em março do ano passado. A produção da Universal Pictures faturou US$ 30 milhões em suas primeiras 24 horas no mercado doméstico. O valor é surpreendente, porque supera a arrecadação dos últimos títulos com lançamento “normal”, antes da pandemia na América do Norte, como “Bad Boys Para Sempre” (US$ 23,6 milhões no primeiro dia) e até mesmo seu próprio spin-off, “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw” (os mesmos US$ 23,6 milhões de abertura). O simples fato de que “Velozes e Furiosos 9” está vendendo mais ingressos que “Hobbs & Shaw” é impressionante o suficiente. Um dos motivos desse sucesso se deve ao fato de o lançamento do filme estar ocupando 79% dos 5,88 mil cinemas abertos nos EUA. A crítica, porém, ficou menos empolgado que o mercado, registrando apenas 60% de aprovação na média do Rotten Tomatoes, a nota mais baixa desde o quarto filme, de 2009. A verdade é que até o público achou que podia haver menos exageros, dando nota B+ no CinemaScore, inferior aos filmes mais recentes da franquia – “Velozes Furiosos 8” (A) de 2017 e “Hobbs & Shaw” (A-) de 2019. A expectativa é que filmes mais esperados tenham desempenho ainda melhor, especialmente “Viúva Negra”, primeiro longa da Marvel desde “Homem-Aranha: Longe de Casa”, previsto para 9 de julho, e “O Esquadrão Suicida”, reinvenção dos quadrinhos da DC Comics, marcado para 6 de agosto. O detalhe é que, ao contrário de “Velozes e Furiosos 9”, as duas adaptações de quadrinhos dividirão o público do cinema com os assinantes de streaming, recebendo estreias simultâneas, respectivamente, na Disney+ (por um custo extra em todo o mundo) e HBO Max (sem custos extras, mas apenas nos EUA).

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    “Loki” bate recorde de audiência na Disney+

    10 de junho de 2021 /

    O primeiro episódio de “Loki”, nova série da Disney+, bateu o recorde de visualizações das atrações da Marvel na plataforma, superando o lançamento de “Falcão e o Soldado Invernal” e “WandaVision” em suas primeiras 24 horas de exibição. A vantagem não está sendo contada pela Disney, que permanece muda sobre o desempenho de seus conteúdos de streaming, mas da agência de estatísticas SambaTV, que cravou que a série teve a maior audiência de estreia da Marvel Studios na Disney+ americana. Segundo a Samba, 890 mil assinantes assistiram “Loki” no dia do lançamento, número maior que os 759 mil de “Falcão e o Soldado Invernal” e os 655 mil de “WandaVision”, além da série ficar à frente do primeiro fim de semana completo de “Cruella”. Números abaixo de 1 milhão parecem pequenos diante da contabilidade da Netflix, mas a SambaTV mede a audiência de streaming em apenas 3 milhões de lares com Smart TVs nos EUA. Além disso, todos sabem que os totais da Netflix são irreais. Considerando o universo total de TVs conectadas pela SambaTV, “Loki” foi assistido por 25% de todos os lares contabilizados nas primeiras 24 horas de seu lançamento. A série estrelada por Tom Hiddleston também chegou ao streaming acompanhada pelas críticas mais positivas de toda a Marvel, com uma média de aprovação de 96% na análise do site Rotten Tomatoes, que compila as principais críticas publicadas em inglês sobre filmes e séries. Apenas um título anterior da Marvel teve notas iguais: o filme “Pantera Negra”. Para dar a dimensão de sua aprovação, as duas séries lançadas este ano pelo Marvel Studios, “WandaVision” e “Falcão e o Soldado Invernal”, alcançaram 91% e 89% respectivamente – e já eram consideradas excepcionais.

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    Cinemas brasileiros têm maior bilheteria desde o começo da pandemia

    7 de junho de 2021 /

    Os cinemas brasileiros registraram durante o último fim de semana a maior bilheteria desde março de 2020, quando começaram as restrições da pandemia de coronavírus. Segundo dados da Comscore, 667,2 mil pessoas compraram R$ 12,3 milhões de ingressos entre quinta e domingo (6/6), período que coincidiu com o feriado de Corpus Christi. Até então, o maior público do período da pandemia tinha sido registrado dias antes do Natal, entre 17 e 20 de dezembro, quando estreou “Mulher Maravilha 1984”. Na ocasião, 529,8 mil pessoas foram aos cinemas. O salto é surpreendente, ao se considerar que, no fim de semana passado, apenas 238,3 mil pessoas foram aos cinemas. O crescimento de público chegou a quase 180%. Os filmes que mais atraíram público neste fim de semana recordista foram “Invocação do Mal 3 — Ordem do Demônio”, com 458 mil espectadores, e “Cruella”, que levou 101,8 mil pessoas aos cinemas.

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    “Velozes e Furiosos 9” tem estreia antecipada em um mês no Brasil

    2 de junho de 2021 /

    A Universal Pictures antecipou em quase um mês a estreia de “Velozes e Furiosos 9” no Brasil. O filme que chegaria por aqui apenas em 22 de julho agora está programado para 24 de junho. Com isso, vai entrar nos cinemas nacionais um dia antes do lançamento nos EUA. A produção tem uma participação brasileira: a presença de Anitta em sua trilha sonora, cantando a música “Furiosa”. A faixa já apareceu até num vídeo da produção. “Velozes e Furiosos 9” deu sua largada no mercado internacional em 19 de maio e faturou a segunda maior estreia do estúdio Universal na China em todos os tempos – atrás apenas de “Velozes e Furiosos 8”. Com US$ 135,6 milhões em seu fim de semana inaugural na China, também tornou-se o primeiro título americano a superar a marca de US$ 100 milhões de ingressos vendidos no mercado local desde “Vingadores: Ultimato”, há mais de dois anos. Entretanto, uma polêmica política com o ator John Cena fez com que o filme perdesse tração nas bilheterias chinesas, resultando numa queda de arrecadação em seu segundo fim de semana. Mesmo assim, já soma cerca de US$ 240 milhões de faturamento mundial – antes de estrear nos EUA. No filme, Cena interpreta um novo vilão, que também é o irmão (que nunca tinha sido citado) do protagonista Dominic Toretto, vivido por Vin Diesel. Dirigido por Justin Lin, que retorna à “família” após um hiato de dois filmes, “Velozes e Furiosos 9” volta a juntar os personagens originais, Dom (Vin Diesel), Letty (Michelle Rodriguez), Mia (Jordana Brewster, ausente do filme anterior), Tej (Ludacris), Roman (Tyrese Gibson) e a “novata” Ramsey (Nathalie Emmanuel), além de ressuscitar um integrante tido como morto: Han (Sun Kang). A produção também conta com participações de Charlize Theron, novamente como a vilã Cypher, da rapper Cardi B e da figuração de luxo de Helen Mirren como Magdalene Shaw.

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    “Um Lugar Silencioso – Parte II” quebra recordes de bilheteria

    30 de maio de 2021 /

    “Um Lugar Silencioso – Parte II” fez um barulho enorme nas bilheterias em sua estreia neste fim de semana. O lançamento da Paramount quebrou vários recordes de arrecadação da pandemia. Só na sexta (28/5), dia em que chegou aos cinemas, faturou US$ 19,3 milhões no mercado doméstico, a maior bilheteria de um único dia na América da Norte desde o começo das restrições. Até este domingo (30/5), o terror com alienígenas somou US$ 48 milhões nos EUA e Canadá, superando em três dias o recorde de abertura de “Godzilla vs. Kong”, que precisou de cinco dias em cartaz para chegar neste valor. Como o fim de semana é estendido por um feriado local (Memorial Day) na segunda-feira, as projeções apontam uma abertura de quatro dias de US$ 58 milhões, deixando ainda mais evidente o recorde conquistado. O que mais impressiona neste desempenho é que o montante reflete as previsões iniciais para o lançamento do filme… antes da pandemia. Vale lembrar que “Um Lugar Silencioso – Parte 2” deveria ter estreado originalmente em 20 de março de 2020 e chegou a ter projeções de vendas de ingressos na época, baseadas na procura antecipada. Esperava-se que o filme faturasse US$ 60 milhões em seu fim de semana inaugural e a “profecia” se cumpriu, independente do adiamento e da pandemia. “‘Um Lugar Silencioso – Parte II’ é o primeiro lançamento doméstico deste ano a cruzar o limiar de ‘grande fim de semana de abertura devido à pandemia’ para ‘grande fim de semana de abertura, ponto final’, oferecendo uma prova inegável de que a bilheteria doméstica está de volta”, apontou Rich Gelfond, CEO da IMAX em um comunicado. A continuação ainda teve desempenho comparável ao primeiro filme, que abriu com US$ 50 milhões em 2018. Entretanto, o longa original custou apenas US$ 17 milhões, enquanto o segundo teve orçamento de US$ 61 milhões. O terror escrito e dirigido por John Krasinski, e estrelado por sua esposa Emily Blunt, também teve uma boa vendagem internacional. Por enquanto, a distribuição se limitou a 12 países, mas só a China foi responsável por US$ 15 milhões – 66% mais que o filme original. O sucesso ainda se estendeu à crítica, que rasgou elogios à produção e principalmente à direção de Krasinski. A média aferida pelo agregador Rotten Tomatoes foi de 91% de aprovação, altíssima não só para o gênero, mas para títulos que concorrem ao Oscar. O impacto de “Um Lugar Silencioso – Parte II” acabou eclipsando outra grande aposta de Hollywood nas bilheterias do fim de semana. Mas o lançamento simultâneo em streaming pode ter conspirado para um desempenho menos agressivo de “Cruella”. A produção da Disney, que atingiu 72% de aprovação no Rotten Tomatoes, faturou US$ 21,3 milhões em seus três primeiros dias nos cinemas norte-americanos, com projeções apontando um total de US$ 26,5 milhões até segunda-feira. O mercado internacional acrescentou mais US$ 16,1 milhões de 29 países, elevando a soma do faturamento para US$ 37,4 milhões em todo o mundo, com projeções de US$ 42,6 milhões até o Memorial Day. Cinemas da Austrália e Japão sofreram novo apagão no fim de semana, mas outros mercados tradicionais reagiram à pandemia, com o México liderando a arrecadação com US$ 2,6 milhões, seguido pela Coreia do Sul com US$ 2,5 milhões e o Reino Unido com US$ 2,2 milhões. A fábula desencantada ainda liderou as bilheterias em mercados impactados pela covid-19 e que não receberam a continuação de “Um Lugar Silencioso”, incluindo o Brasil. Apesar disso, o desempenho deixou claro que muita gente preferiu assistir a “Cruella” em casa, aproveitando a disponibilidade na plataforma Disney+. Os números do streaming, porém, estão guardados no calabouço de um castelo, cercado por espinhos e pela maldição de uma bruxa que impede seu acesso ao público.

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    “Velozes e Furiosos 9” estreia com maior bilheteria internacional da pandemia

    23 de maio de 2021 /

    “Velozes e Furiosos 9” deu sua largada nos cinemas em oito países e já disparou nas bilheterias. Lançado em mercados em que os cinemas estão funcionando normalmente, o filme teve vendas tão fortes quanto no período anterior à pandemia, a ponto de se tornar a segunda maior estreia do estúdio Universal na China em todos os tempos – atrás apenas de “Velozes e Furiosos 8”. Só na China, o lançamento faturou US$ 135,6 milhões neste fim de semana, tornando-se o primeiro título americano a superar a marca de US$ 100 milhões de ingressos vendidos no país desde “Vingadores: Ultimato”, há mais de dois anos. Somando ainda as bilheterias da Coreia do Sul, Rússia e demais países, o total chega a US$ 162,4 milhões de arrecadação no mercado internacional. O desempenho assegurou ao longa a condição de maior estreia internacional de uma produção de Hollywood na era da pandemia. “Isso nos mostra que o público está disposto a voltar quando o filme certo estiver disponível”, disse Veronika Kwan Vandenberg, presidente de distribuição internacional da Universal, em comunicado. Para completar, o faturamento ainda ajudou a franquia de nove filmes a superar a soma de US$ 6 bilhões em vendas globais de ingressos de todos os seus títulos. Os bons resultados reforçam o acerto da decisão da Universal de não realizar um lançamento mundial simultâneo, como costumava ser regra para os filmes da saga estrelada por Vin Diesel. A estreia vai acontecer de forma escalonada, abrindo primeiro nos mercados que já superaram as restrições sanitárias da pandemia. Por conta disso, o filme só vai chegar nos EUA daqui a um mês – em 25 de junho. No Brasil, onde a crise da covid-19 ainda é grave – merecendo até CPI – , o lançamento demorará ainda mais, chegando apenas em dois meses – em 22 de julho. A continuação da franquia reúne o elenco original e ainda introduz um novo personagem: o irmão (que nunca tinha sido mencionado!) de Dominic Toretto (Vin Diesel). Interpretado por John Cena (“Bumblebee”), ele forma uma aliança com a vilã do capítulo passado, Cypher (Charlize Theron), para se tornar o novo inimigo a ser vencido por Dom, Letty (Michelle Rodriguez), Mia (Jordana Brewster, ausente do filme anterior), Tej (Ludacris), Roman (Tyrese Gibson) e a “novata” Ramsey (Nathalie Emmanuel). O filme também vai trazer de volta um personagem importante do grupo tido como morto: Han (Sun Kang), supostamente assassinado por Deckard Shaw (Jason Satham) no final de “Velozes e Furiosos 6”. Além dele, quem também retorna é Magdalene Shaw, a mãe do (ausente) Shaw, numa participação que finalmente permite à atriz Helen Mirren satisfazer seu desejo de dirigir um dos carros velozes da trama. Mas o retorno mais importante acontece atrás das câmeras. O diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013) – , volta a assumir a condução do espetáculo de destruição de carros e feitos impossíveis que caracterizam a saga.

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    BTS bate recorde de visualizações do YouTube em 24 horas

    22 de maio de 2021 /

    O clipe de “Butter”, novo lançamento da boy band sul-coreana BTS, bateu o recorde de visualizações do YouTube em 24 horas, que pertencia ao próprio grupo. O trabalho anterior da banda, “Dynamite”, era o antigo campeão e, até então, único clipe a superar 100 milhões de visualizações em um dia no portal de vídeos do Google. Mas “Butter” precisou só de 21 horas para superar os 101,1 milhões do lançamento de agosto passado. Ao final de 24 horas, completou 113 milhões de visualizações. “Butter” já tinha estabelecido outro recorde, como primeiro clipe a atingir 10 milhões de views em uma hora. Prestes a ultrapassar 150 milhões de reproduções, deve quebrar ainda muitos outros recordes do YouTube. Assim como “Dynamite”, “Butter” é cantado em inglês, numa expressão do desejo de dominação global do fenômeno do K-pop. O diretor do novo clipe também é o mesmo do anterior, Choi Yong-seok, que registra uma coreografia cheia de trejeitos para fãs decorarem, incluindo beijinhos na mão. O vídeo ainda chama atenção por destacar ainda mais a diferenciação dos sete membros do BTS por meio de cabelos de cores mais vivas para cada um deles – uma iniciativa dos sonhos do departamento de marketing da gravadora da banda. Some mais um view dando play no clipe abaixo.

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    BTS lança novo clipe dançante para quebrar o YouTube

    21 de maio de 2021 /

    Maior fenômeno do K-pop, a boy band BTS lançou um novo clipe, que volta a trazer os artistas sul-coreanos em ritmo de funk oitentista e cantando em inglês, como no mega hit “Dynamite”, que no ano passado quebrou o recorde de vídeo mais visto do YouTube em 24 horas. O clipe de “Butter” já estabeleceu outro recorde: o primeiro a atingir 10 milhões de views em uma hora. E deve quebrar outras marcas nos próximos minutos, podendo fazer História com mais de 100 milhões de visualizações em 24 horas. Sem efeitos, mas com ótima edição, “Butter” se sustenta no carisma dos próprios cantores, que desfilam sua maior egotrip musical, vangloriando-se de ter “brilho de super estrela”, ser “quente como o verão”, “encantador e cool” e “liso como manteiga” (o refrão). A arrogância da letra é apresentada com sorrisos de bebês, detalhe que até combina com o arranjo musical, que evoca o funk branco do Queen em seu sample de baixo, mas também o R&B comercial de Michael Jackson e até o rap sem perigo de MC Hammer. O diretor do novo clipe também é o mesmo do anterior, Choi Yong-seok, que registra uma coreografia cheia de trejeitos para fãs decorarem, incluindo beijinhos na mão. O vídeo ainda chama atenção por destacar ainda mais a diferenciação dos sete membros do BTS por meio de cabelos de cores mais vivas para cada um deles – uma iniciativa dos sonhos do departamento de marketing da gravadora da banda.

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