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    “Nove Desconhecidos” quebra recorde de streaming nos EUA

    24 de agosto de 2021 /

    A plataforma Hulu anunciou que a estreia da minissérie “Nove Desconhecidos” (Nine Perfect Strangers), estrelada por Nicole Kidman, bateu o recorde de audiência de seu streaming. A Hulu, que nunca revelou números de audiência, manteve a tradição e fez o anúncio contando com a boa fé da imprensa para aceitar a declaração sem qualquer sustentação factual. “Nove Desconhecidos” teria batido todos os recordes do serviço, entre minisséries, séries e filmes originais, tanto no dia de estreia quanto nos primeiros cinco dias de exibição. E isto inclui o público de todas as temporadas de “The Handmaid’s Tale”. Por sinal, o episódio final da 4ª temporada de “The Handmaid’s Tale” detinha a maior audiência da plataforma, de acordo com o próprio serviço de streaming. A série chamou atenção pelo elenco impressionante e por explorar temas atualmente em voga, como retiros espirituais, gurus e saúde mental. A trama acompanha nove pessoas que decidem passar dez dias num spa longe da civilização, sem carro ou celular, buscando uma mudança de vida e saúde. Confrontados por situações incomuns, elas passam a questionar até que ponto devem se submeter ao que lhes é requisitado, alimentando um clima de tensão e suspense na locação distante. Trata-se de uma adaptação do livro mais recente de Liane Moriarty feita pelo produtor David E. Kelley, que anteriormente levou outra obra da escritora para as telas: a série “Big Little Lies”, da HBO. Outro elemento em comum com a produção anterior é a presença da atriz Nicole Kidman, que vive a diretora do spa. Os demais personagens são interpretados por Melissa McCarthy (“Esquadrão Trovão”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Regina Hall (“Viagem das Garotas”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Luke Evans (“Velozes e Furiosos 6”), Bobby Cannavale (“O Irlandês”), Tiffany Boone (“Hunters”), Manny Jacinto (“The Good Place”), Melvin Gregg (“Estados Unidos vs. Billie Holiday”), Asher Keddie (“Estado Zero”) e Grace Van Patten (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”). Os oito episódios da minissérie foram escritos por John-Henry Butterworth, que roteirizou “Ford vs. Ferrari” (2019), e têm direção do cineasta Jonathan Levine, dos filmes “Casal Improvável” (2019) e “Meu Namorado É um Zumbi” (2013). No Brasil, “Nove Desconhecidos” teve seus três primeiros episódios lançados pelo serviço da Amazon durante a semana passada. Veja abaixo o trailer nacional.

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  • Série

    “Your Honor” é renovada para 2ª temporada

    24 de agosto de 2021 /

    O canal pago Showtime renovou a série “Your Honor”, estrelada por Bryan Cranston (“Breaking Bad”) para sua 2ª temporada. Originalmente planejada como uma minissérie, “Your Honor” é baseada na série israelense “Kvodo” (2017), que foi adaptada pelo produtor-roteirista inglês Peter Moffat, criador da famosa série britânica “Criminal Justice” – por sua vez, adaptada pela HBO nos EUA com o título de “Night of”. Na trama, Cranston interpreta a “sua excelência” do título em inglês, um respeitado juiz que coloca sua reputação em jogo para esconder um crime e livrar seu filho de uma condenação por atropelamento e fuga ou algo pior – isto porque a vítima do atropelamento era o filho de um poderoso mafioso, que prometia vingança. Os novos capítulos voltarão a trazer Cranston como o respeitado juiz Michael Desiato e Peter Moffat como roteirista, showrunner e produtor executivo. Além disso, a atração também continuará contando, entre seus produtores, com o casal Robert e Michelle King, criadores de “The Good Fight” e “Evil”. “Ficamos maravilhados com ‘Your Honor’… pelo poder da narrativa de Peter, pela profundidade da atuação de Bryan e pela reação avassaladora de nossos assinantes que assistiram a série em números recordes”, disse Gary Levine, copresidente de entretenimento da Showtime. “Imagine nossa alegria quando soubemos que Peter acreditava que tinha mais histórias para contar e Bryan sentiu que tinha mais detalhes a aprofundar. Por isso, junto com seus milhões de fãs, estou gritando alegremente ‘Bis!’”. A 2ª temporada, que terá 10 episódios, começará a ser gravada no próximo ano para uma estreia no final de 2022. No Brasil, a série é disponibilizada pela plataforma Paramount+. Veja o trailer nacional da 1ª temporada abaixo.

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  • Filme

    Netflix define diretor de “Mistério no Mediterrâneo 2”

    17 de agosto de 2021 /

    A Netflix começou a desenvolver a continuação de “Mistério no Mediterrâneo”, comédia estrelada por Adam Sandler e Jennifer Aniston em 2019, que se tornou um dos filmes mais bem-sucedidos de seu catálogo. A plataforma contratou o cineasta Jeremy Garelick para escrever e dirigir a sequência. Garelick já tinha trabalhado com Aniston antes, como roteirista e produtor da comédia “Separados pelo Casamento” (2006). Em “Mistério no Mediterrâneo 2”, ele vai revisar um roteiro original anterior de James Vanderbilt, que desenvolveu o primeiro filme. O filme original seguia um policial de Nova York (Sandler) e sua mulher (Anniston), que, durante uma viagem de férias pela Europa, são convidados a embarcar no iate de um milionário e acabam virando suspeitos de um assassinato. A partir daí, eles tentam descobrir o verdadeiro assassino entre diversos candidatos prováveis. A ideia é claramente inspirada na peça de Albert Hackett que virou o clássico “A Ceia dos Acusados” (1934), com William Powell e Myrna Loy. Curiosamente, a famosa comédia sobre um ex-detetive policial e sua esposa que resolviam crimes também virou franquia, ganhando várias sequências até 1947.

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  • Etc

    Chefão da Disney se pronuncia sobre streaming após processo de Scarlett Johansson

    13 de agosto de 2021 /

    O CEO da Disney Bob Chapek se pronunciou na quinta (12/8) sobre o modelo de compensação por lançamento híbrido, simultaneamente nos cinemas e na Disney+, que levou a atriz Scarlett Johansson a processar a companhia. Ele abordou o assunto durante uma teleconferência para acionistas sobre os resultados financeiros positivos da Walt Disney Co. no terceiro trimestre. “Bob Iger e eu, junto com a equipe de distribuição, determinamos que essa era a estratégia certa para nos permitir alcançar o maior público possível”, disse Chapek, invocando seu antecessor para justificar a decisão de lançar “Viúva Negra” e outros filmes no Premier Access da Disney+. “E, só para reiterar, as decisões de distribuição são feitas filme por filme, e continuaremos a utilizar todas as opções daqui para frente”, acrescentou. O chefão da Disney ainda fez questão de caracterizar a briga jurídica de Johansson como uma anomalia, mesmo sem mencionar a atriz diretamente. Ele fez isso ao sugerir que, quando a companhia passou a alterar os planos de lançamento de filmes, todos os acordos com as estrelas cujos bônus estavam atrelados ao desempenho de bilheteria foram remanejados sem criar problemas. “Esses filmes foram concebidos em uma época em que… certamente não sabíamos sobre covid”, disse Chapek aos analistas de Wall Street. “Assim como o que fizemos muitas vezes antes, encontramos maneiras de compensar de forma justa nosso talento para que, não importa o que acontecesse, todos se sentissem satisfeitos.” Ele ainda acrescentou que “desde que a covid começou, firmamos centenas de acordos com os nossos talentos e, em geral, eles têm corrido muito bem”. A diferença de compensação financeira do streaming em relação às bilheterias de cinema foi o ponto crítico que levou Johansson a processar a companhia por quebra de contrato. Anteriormente, a Disney afirmou que o processo movido por Johansson “não tem qualquer mérito” e que era “triste e inquietante em seu completo desprezo aos efeitos globais terríveis e prolongados da pandemia de covid-19”. “A Disney cumpriu totalmente seu contrato com a Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra’ no Premier Access do Disney+ aumentou significativamente sua capacidade de gerar ganhos adicionais além dos US$ 20 milhões que ela já recebeu até agora”, acrescentou a empresa. A reação da Disney foi repudiada pelo Sindicato dos Atores dos EUA (SAG-Aftra) e várias entidades de direitos femininos, que acusaram a empresa de realizar um ataque de gênero em sua defesa, além de tornar público o cachê da artista, numa atitude nunca vista antes. “Embora não tomemos posição sobre as questões de negócios no litígio entre Scarlett Johansson e a The Walt Disney Company, nos posicionamos firmemente contra a declaração recente da Disney que tenta caracterizar Johansson como insensível ou egoísta por defender os direitos de seu contrato de negócios”, afirmou a SAG-Aftra em comunicado oficial. “Esse ataque de gênero não tem lugar em uma disputa de negócios e contribui para um ambiente no qual mulheres são percebidas como menos capazes do que os homens de proteger seus próprios interesses sem enfrentar críticas ad hominem”. Em sua apresentação para o mercado, Chapek ainda disse que “Free Guy” e “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis” serão lançados exclusivamente nos cinemas – respectivamente em 19 de agosto e 2 de setembro no Brasil. O primeiro devido ao contrato original firmado pela antiga 20th Century Fox e o segundo porque “será um teste e uma fonte de dados interessante”.

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  • Filme

    “O Esquadrão Suicida” lidera mas não anima bilheterias dos EUA

    8 de agosto de 2021 /

    “O Esquadrão Suicida” estreou em 1ª lugar nas bilheterias da América do Norte no fim de semana, marcando a primeira liderança de um filme “R-Rated” (para maiores nos EUA) desde o começo da pandemia, em março de 2020. Mas a arrecadação de US$ 26,5 milhões foi menor do que a esperada para um lançamento em 4.002 cinemas e com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes. O desempenho reflete o temor pela variante delta do coronavírus, que tem causado aumento de internações nos EUA, e o lançamento simultâneo na HBO Max. Ao contrário de “Viúva Negra”, que cobrava ingresso digital, “O Esquadrão Suicida” chegou ao streaming de graça para os assinantes americanos da plataforma da WarnerMedia. No mercado internacional, “O Esquadrão Suicida” arrecadou mais US$ 35 milhões de 70 países. Como já tinha sido lançado em alguns territórios na semana passada, seu total global está em US$ 72,2 milhões. Mesmo muito longe de recuperar o investimento de US$ 185 milhões em sua produção – sem contar os elevados custos de P&A (divulgação e marketing) – , o longa dirigido por James Gunn saiu-se melhor que o lançamento anterior da DC Comics, “Mulher-Maravilha 1984”. Disponibilizado no auge da pandemia, “Mulher-Maravilha 1984” fez só US$ 16,7 milhões no fim de semana de Natal, nos EUA e Canadá. E também foi lançado simultaneamente na HBO Max. “A performance deste fim de semana de ‘O Esquadrão Suicida’ mostra mais uma vez a imprevisibilidade de um mercado cinematográfico cujo sucesso aumenta e diminui com base em um conjunto de fatores díspares em constante evolução, incluindo não apenas as métricas usuais, mas também o impacto de uma pandemia preocupante sobre o comportamento do consumidor”, disse Paul Dergarabedian da Comscore. “É claro que o lançamento simultâneo em streaming de qualquer filme tem implicações, mas no ambiente de hoje é muito simplista analisar o desempenho de um filme com base apenas nessa variável, já que há muitas outras.” As notícias sobre a variante delta passaram a ocupar os noticiários dos EUA depois da estreia de “Viúva Negra”, que bateu o recorde de bilheteria da pandemia, com US$ 80 milhões. Mas o que parecia assinalar o reaquecimento do mercado foi rapidamente afetado pelas manchetes de agosto, levando ao fraco desempenho de “Jungle Cruise” na semana passada e à baixa venda de ingressos para a adaptação dos quadrinhos da DC Comics neste fim de semana. Líder no levantamento anterior, “Jungle Cruise” ficou com o 2º lugar neste domingo (8/8), com US$ 15,7 milhões de arrecadação. Ao todo, o filme já faturou US$ 65,3 milhões nos EUA e Canadá e atingiu um total de US$ 121,8 milhões globalmente – sem contar os US$ 30 milhões revelados pela Disney em streaming no fim de semana passado. O terror “Tempo” ficou num distante 3º lugar em seu terceiro fim de semana na América do Norte, com US$ 4,1 milhões, para chegar a US$ 38,5 milhões domésticos e US$ 65,2 milhões mundiais. Em 4º lugar, “Viúva Negra” somou mais US$ 4 milhões. O filme que levou Scarlett Johansson a processar a Disney já faturou US$ 174,4 milhões no mercado norte-americano e US$ 359,8 milhões em todo o mundo – sem contar as sessões pagas da Disney+. O Top 5 se fecha com “Stillwater”, filme estrelado por Matt Damon e ainda inédito no Brasil, com US$ 2,9 milhões e um total de US$ 10 milhões em 10 dias. “Stillwater” tem estreia prevista no Brasil para 2 de setembro.

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  • Filme

    “Jungle Cruise” estreia abaixo de “Viúva Negra” nos cinemas e no streaming

    1 de agosto de 2021 /

    A Disney repetiu a estratégia de “Viúva Negra” e divulgou os números de streaming do fim de semana de estreia de “Jungle Cruise”. Líder das bilheterias dos EUA e Canadá em seu fim de semana de estreia, com faturamento de US$ 34,2 milhões em vendas de ingressos para o cinema, o filme estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson e Emily Blunt faturou outros US$ 30 milhões no Disney+. Em ambas as frentes, o desempenho foi bastante inferior à estreia de “Viúva Negra” – US$ 80 milhões nos cinemas e US$ 60 milhões na Disney+. E mesmo com a melhor estreia de toda a pandemia, Scarlett Johansson processou a Disney por perder dinheiro com a iniciativa de lançamento simultâneo em streaming. No mercado internacional, “Jungle Cruise” arrecadou ainda menos, US$ 27,6 milhões de 47 países diferentes. Com isso, sua bilheteria mundial de cinema ficou em US$ 61,8 milhões. Somando os US$ 30 milhões da plataforma digital, ficou com US$ 91,8 milhões de todas as fontes – número abaixo da meta de US$ 100 milhões. Para uma produção orçada em US$ 200 milhões, trata-se de uma grande decepção – um filme com esse preço normalmente teria que gerar pelo menos US$ 500 milhões para se pagar. Mas a pandemia mudou percepções do que representa um sucesso, especialmente para empresas como a Disney e a Warner que optaram por transformar seus lançamentos em estratégia para gerar tráfego em seus serviços de streaming. A velocidade com que a Disney+ atingiu 100 milhões de assinantes demonstra que o lucro pode chegar de outras formas, além dos ingressos vendidos. Em meio à disputa legal com Johansson, que pode marcar mudanças na forma como astros-produtores são compensados ​​por seus trabalhos, a estreia híbrida de “Jungle Cruise” encerra o ciclo de lançamentos simultâneos anunciados pela Disney. Mas o estúdio pode retomar a estratégia diante do aumento de casos de contaminação de covid-19 criados pela variante delta. Analistas de bilheteria dizem que o público norte-americano está mais receoso do cinema por causa da nova onda da pandemia, o que explicaria a dificuldade dos títulos mais recentes repetirem o impacto de “Viúva Negra”. A tese será confrontada na semana que vem com outra estreia de adaptação de quadrinhos, “O Esquadrão Suicida”, da DC Comics. O 2º lugar da bilheteria foi palco de uma disputa acirrada, graças ao desempenho acima do esperado de outra estreante, a fantasia medieval “O Cavaleiro Verde”. Elogiadíssima pela crítica, com 89% de aprovação no site Rotten Tomatoes, o filme estrelado por Dev Patel fez US$ 6,78 milhões em apenas 2,7 mil telas, superando o líder da semana passada, “Tempo”, terror de M. Night Shyamalan que sofreu uma queda de 60% e ficou com US$ 6,76 milhões arrecadados de 3,3 mil locais. “Viúva Negra” aparece num próximo 4º lugar, somando mais US$ 6,1 milhões para atingir US$ 166 milhões na América do Norte e US$ 343,6 milhões globalmente. Mesmo com a pandemia (e sem contar os valores da Disney+), estes números já deixam para trás a pior bilheteria da Marvel, registrada em “O Incrível Hulk”, e se aproximam bastante de “Capitão América: O Primeiro Vingador”. O Top 5 se completa com “Stillwater”, drama estrelado por Matt Damon, que faturou US$ 5,12 milhões em 2,5 mil salas ao apresentar como ficção a história de Amanda Knox, uma estudante americana presa por assassinato na Itália. A própria Knox “divulgou” a produção, ao atacá-la no Twitter por usar sua história sem autorização. A recepção entre a crítica ficou em 75%, de acordo com o Rotten Tomatoes. “Jungle Cruise” e “Tempo” estrearam neste fim de semana no Brasil, onde devem se juntar a “Viúva Negra” no ranking das maiores bilheterias. Já “Stillwater” só chega em setembro e “O Cavaleiro Verde” não tem ainda previsão para os cinemas brasileiros.

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    Disney é criticada por “ataque de gênero” contra Scarlett Johansson

    31 de julho de 2021 /

    As organizações Women in Film, ReFrame e Time’s Up emitiram uma declaração conjunta neste sábado (31/7) chamando a caracterização de Scarlett Johansson feita pela Disney, em nota sobre o processo aberto pela atriz, de um “ataque de gênero”. A declaração das organizações que atuam na defesa dos direitos das mulheres na indústria do entretenimento diz: “Embora não tomemos posição sobre as questões de negócios no litígio entre Scarlett Johansson e a The Walt Disney Company, nos posicionamos firmemente contra a declaração recente da Disney que tenta caracterizar Johansson como insensível ou egoísta por defender os direitos de seu contrato de negócios. Esse ataque de gênero não tem lugar em uma disputa de negócios e contribui para um ambiente no qual mulheres são percebidas como menos capazes do que os homens de proteger seus próprios interesses sem enfrentar críticas ad hominem”. Scarlett Johansson iniciou uma ação contra o estúdio na quinta-feira (29/7), alegando que seu contrato estipulava que a Disney só poderia lançar “Viúva Negra” no cinema e não simultaneamente em streaming, e que esta decisão unilateral teria o objetivo de diminuir o percentual das bilheterias que ela tem direito de receber como produtora. Como resposta, o estúdio afirmou que o processo da atriz era “triste” e representava um “desrespeito cruel” às vítimas de pandemia de covid-19. Além disso, revelou o cachê da estrela, geralmente considerado matéria sensível e confidencial, o que demonstra o tamanho de sua insatisfação. “Não há mérito algum neste processo. Ele é especialmente triste e angustiante em seu desrespeito cruel aos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19. A Disney cumpriu totalmente o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra’ no Disney+ com Premier Access aumentou significativamente sua capacidade de conseguir uma compensação adicional em cima dos US$ 20 milhões que ela já recebeu até o momento.” A nota da Disney também irritou o empresário da atriz, Bryan Lourd, um dos chefes da CAA, uma das maiores agências de talento de Hollywood, que representa vários artistas contratados pela Disney. E ele detonou o estúdio, chamando-o de “sem vergonha”. “Eles acusaram falsamente e sem nenhuma vergonha a Sra. Johansson de ser uma pessoa insensível com relação à pandemia de covid-19, tentando fazê-la parecer alguém que eles e eu sabemos que ela não é. A empresa ainda incluiu o salário dela na sua declaração para a imprensa, em uma tentativa de constrangê-la com o seu sucesso como artista e mulher de negócios. Ela não tem nada do que se envergonhar”, Lourd comentou em comunicado. Para piorar, Matthew Belloni, ex-editor da revista The Hollywood Reporter, afirmou em sua newsletter que até Kevin Feige, chefão da Marvel, está furioso e decepcionado com a briga pública. ‘Ele pressionou a Disney contra o plano para a ‘Viúva Negra’, preferindo a exclusividade da tela grande e então, quando ‘a merda atingiu o ventilador’, o filme começou a afundar e a equipe de Johansson ameaçou um processo, ele queria que a Disney acertasse as coisas com ela”, afirmou o jornalista. “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar simultaneamente no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$ 30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus, e o filme faturou US$ 60 milhões mundiais apenas no lançamento em Premier Access – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+. Nos cinemas, por sua vez, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões em seu fim de semana inaugural, dos quais US$ 80 milhões vieram do mercado norte-americano. Desde então, “Viúva Negra” ultrapassou os US$ 320 milhões mundiais.

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  • Etc

    Chefão da Marvel se decepciona e empresário de Scarlett Johansson detona Disney

    30 de julho de 2021 /

    O processo movido por Scarlett Johansson contra a Disney por quebra de contrato, ao lançar “Viúva Negra” simultaneamente no cinema e em streaming, esquentou os bastidores de Hollywood. Matthew Belloni, ex-editor da revista The Hollywood Reporter, afirmou em sua newsletter que Kevin Feige, chefão da Marvel, está furioso e decepcionado com a briga pública. ‘Ele pressionou a Disney contra o plano para a ‘Viúva Negra’, preferindo a exclusividade da tela grande e então, quando ‘a merda atingiu o ventilador’, o filme começou a afundar e a equipe de Johansson ameaçou um processo, ele queria que a Disney acertasse as coisas com ela”, afirmou o jornalista. Mas a Disney não quis saber e só se manifestou após Johansson entrar com um processo na quinta-feira (29/7). A empresa emitiu um comunicado duro, divulgando o salário da atriz e chamando sua ação de “triste” e “desrespeito cruel aos horríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19″. A resposta a esta nota ficou a cargo do empresário da atriz, Bryan Lourd, um dos chefes da CAA, uma das maiores agências de talento de Hollywood, que representa vários artistas contratados pela Disney. E ele detonou o estúdio, chamando a Disney de “sem vergonha”. “Eles acusaram falsamente e sem nenhuma vergonha a Sra. Johansson de ser uma pessoa insensível com relação à pandemia de covid-19, tentando fazê-la parecer alguém que eles e eu sabemos que ela não é. A empresa ainda incluiu o salário dela na sua declaração para a imprensa, em uma tentativa de constrangê-la com o seu sucesso como artista e mulher de negócios. Ela não tem nada do que se envergonhar”, ele comentou em comunicado. O empresário ainda reforçou a queixa da atriz, afirmando que a Disney “violou deliberadamente o contrato” firmado com ela, “movendo todos os lucros [de ‘Viúva Negra’] para seu serviço do streaming e deixando os seus parceiros artísticos e financeiros fora da equação”. “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar também no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus. Na sua estreia, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões, dos quais US$ 80 milhões vieram apenas do mercado norte-americano. A Disney também revelou que o filme faturou US$ 60 milhões mundiais no lançamento em streaming – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+ – , mas não está claro se este valor conta como bilheteria nos termos previstos para a divisão de lucros do contrato de Johansson. O processo foi enviado ao Tribunal Superior de Los Angeles no dia em que a Disney lançou outro filme, “Jungle Cruise”, simultaneamente nos cinemas e em streaming.

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    Emma Stone também pode processar Disney por streaming

    30 de julho de 2021 /

    O processo aberto por Scarlett Johansson contra a Disney por quebra de contrato, devido ao lançamento de “Viúva Negra” simultaneamente em streaming, está sendo observado de perto por outros artistas-produtores famosos. Matt Belloni, ex-editor da revista The Hollywood Reporter, soube que Emma Stone também está considerando processar a Disney por lançar “Cruella” da mesma forma – na plataforma Disney+ junto do cinema. Em sua newsletter, o jornalista disse que a estrela de “Cruella” está “avaliando suas opções”. O argumento para os processos é que o lançamento simultâneo prejudica a arrecadação das bilheterias — o que seria uma quebra de contrato, já que cláusulas estipulam remuneração baseada na vendas de ingressos a artistas que também são produtores das obras, casos de Johannson e Stone. A bilheteria mundial de “Cruella” foi de aproximadamente US$ 225 milhões, bem abaixo do esperado. Mas a Disney se comprometeu em realizar uma continuação. Ao fazer a revelação do interesse de Stone em seguir Johansson, o jornalista lembrou que a Disney é “famosa por ser difícil de lidar” em questões como essa. A empresa não gosta de ser contrariada e, após o processo de Johansson, divulgou o salário da atriz, chamando a ação de “triste” e “desrespeito cruel aos horríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19″.

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    Disney ataca Scarlett Johansson após processo: “Triste” e “desrespeito cruel”

    30 de julho de 2021 /

    A Walt Disney Co. disparou um comunicado contra o processo de Scarlet Johansson por quebra de contrato relativo à “Viúva Negra”. A atriz iniciou uma ação contra o estúdio na quinta-feira (29/7), alegando que a Disney só poderia lançar o filme no cinema e não simultaneamente em streaming, e que esta decisão unilateral teria o objetivo de diminuir o percentual das bilheterias que ela tem direito de receber como produtora. Como resposta, o estúdio afirmou que o processo da atriz é “triste” e representa um “desrespeito cruel” às vítimas de pandemia de covid-19. Além disso, revelou que ela já recebeu US$ 20 milhões pelo filme – uma exposição oficial de cachê, geralmente considerado matéria sensível e confidencial, que demonstra o tamanho da insatisfação do estúdio com a estrela. “Não há mérito algum neste processo. Ele é especialmente triste e angustiante em seu desrespeito cruel aos terríveis e prolongados efeitos globais da pandemia de covid-19. A Disney cumpriu totalmente o contrato da Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de ‘Viúva Negra’ no Disney+ com Premier Access aumentou significativamente sua capacidade de conseguir uma compensação adicional em cima dos US$ 20 milhões que ela já recebeu até o momento.” “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar também no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus, e o filme faturou US$ 60 milhões mundiais apenas no lançamento em streaming – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+. Nos cinemas, por sua vez, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões em seu fim de semana inaugural, dos quais US$ 80 milhões vieram do mercado norte-americano. Desde então, “Viúva Negra” ultrapassou os US$ 320 milhões mundiais. O processo de Scarlett Johannson foi enviado ao Tribunal Superior de Los Angeles no dia em que a Disney lançou outro filme, “Jungle Cruise”, simultaneamente nos cinemas e em streaming.

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    Scarlett Johansson processa Disney pelo lançamento de “Viúva Negra” em streaming

    29 de julho de 2021 /

    A atriz Scarlett Johansson matou definitivamente a Viúva Negra nesta semana. Se havia esperanças de que sua personagem pudesse voltar, isso acabou quando ela abriu um processo contra a Disney pelo lançamento do filme “Viúva Negra” simultaneamente nos cinemas e no streaming Disney+. De acordo com The Wall Street Journal, os advogados da estrela alegam que esta decisão foi uma quebra de contrato, pois o documento tratava exclusivamente de estreia nos cinemas. Como ela também é produtora do filme, seus rendimentos são baseados na performance da bilheteria do longa, que teriam sido supostamente afetados pelo lançamento em streaming. Na verdade, a Disney também está cobrando “ingressos” virtuais em streaming, mas não está claro se isso está coberto pelo contrato ou se é o principal tema da disputa judicial, que teria encontrado dificuldades para ser resolvida de forma amigável. Há boatos de que Kevin Feige, chefão da Marvel, tentou apaziguar os ânimos, mas sem sucesso diante da decisão da Disney de não fazer concessões. Ao mesmo tempo, Johansson se sentiu lesada ao perceber que perdeu uma fortuna e ainda ajudou a Disney a atrair assinantes para o streaming. “A Disney intencionalmente induziu a quebra do acordo da Marvel, sem justificativa, para impedir que a Sra. Johansson pudesse ter o benefício completo da sua negociação com a Marvel”, diz o processo. “Por que a Disney abriria mão de centenas de milhões de dólares em receitas de bilheteria ao lançar o filme nos cinemas em um momento em que sabia que o mercado estava ‘fraco’, em vez de esperar alguns meses para que o mercado se recuperasse?”, questiona o documento. “Com base nas informações e na convicção, a decisão de fazê-lo foi tomada pelo menos em parte porque a Disney viu a oportunidade de promover seu principal serviço de assinatura usando o filme e a Sra. Johnasson, atraindo assim novos assinantes mensais, mantendo os existentes e estabelecendo o Disney+ como um serviço indispensável em um mercado cada vez mais competitivo. ” A reclamação acrescenta que as ações da Disney “não apenas aumentaram o valor da Disney+, mas também salvou intencionalmente a Marvel (e, portanto, a si mesma) do que a própria Marvel se referiu como ‘bônus de bilheteria muito grande’ que a Marvel de outra forma teria sido obrigada a pagar à Sra. Johnasson.” Por meio do processo, a atriz também alega que a Disney sabia que o streaming dissuadiria o comparecimento dos espectadores aos cinemas, incluindo os que voltariam para assistir mais de uma vez, e fez isso mesmo assim, com conhecimento de causa e intencionalmente. “Viúva Negra” foi um dos títulos que a Disney decidiu lançar também no streaming, pelo valor adicional de R$ 70 (US$30, nos EUA), em razão da pandemia do coronavírus. Na sua estreia, o longa arrecadou mundialmente US$ 149 milhões, dos quais US$ 80 milhões vieram apenas do mercado norte-americano. A Disney também revelou que o filme faturou US$ 60 milhões mundiais no lançamento em streaming – em seu primeiro fim de semana disponibilizado na Disney+. O processo foi enviado ao Tribunal Superior de Los Angeles no dia em que a Disney lançou outro filme, “Jungle Cruise”, simultaneamente nos cinemas e em streaming.

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  • Série

    Estreia da 2ª temporada de “Ted Lasso” bate recorde de audiência da Apple TV+

    26 de julho de 2021 /

    A Apple anunciou que a estreia da 2ª temporada de “Ted Lasso” bateu recorde de audiência e se tornou a mais vista da história de sua plataforma de streaming. Embora não tenha divulgado números, como é sua regra, a empresa informou que o episódio inaugural do segundo ano de “Ted Lasso” teve seis vezes mais público que o lançamento original da série. Não chega a ser surpresa, considerando o interesse que as inúmeras premiações da série tendem a despertar. Série estreante com mais indicações no Emmy em todos os tempos, “Ted Lasso” também venceu três troféus do Critics Choice, dois WGA Awards (prêmio do Sindicato dos Roteiristas) e o SAG Award (do Sindicato dos Atores), conquistado pelo ator Jason Sudeikis. Co-criado, co-escrito e co-produzido por Sudeikis e o roteirista Bill Lawrence (criador de “Scrubs” e “Cougar Town”), a série gira em torno do personagem-título, um treinador de futebol americano que é contratado para trabalhar num clube de futebol inglês, apesar de não ter nenhuma experiência no esporte que os moradores dos EUA chamam de soccer. Outro dado relevante de audiência compartilhado pela Apple é que a atração ajudou a impulsionar a audiência de outros programas da plataforma, como as comédias “Schmigadoon”, “Physical” e “Mythic Quest”, entre os dias 23 a 25 de julho. O primeiro episódio da 2ª temporada de “Ted Lasso” foi disponibilizado na sexta (23/7) na Apple TV+.

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  • Filme

    Terror de M. Night Shyamalan vence “Snake Eyes” nas bilheterias dos EUA

    25 de julho de 2021 /

    O novo terror de M. Night Shyamalan, “Tempo” (Old), liderou as bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana com uma arrecadação de US$ 16,5 milhões em vendas de ingressos. Lançado com um trailer empolgante, que gerou muita expectativa em relação a seu mistério – uma praia distante onde turistas envelhecem aceleradamente – , o lançamento da Universal Pictures lotou cinemas, mas foi considerado medíocre pelos críticos norte-americanos, atingindo apenas 52% de aprovação. O consenso é que a premissa seria empolgante num curta-metragem, mas não num filme de duas horas. Mesmo assim, seu desempenho foi melhor que “G.I. Joe Origens: Snake Eyes”, com meros 42% de aprovação e bilheterias muito abaixo das expectativas. O filme de ação abriu em 2º lugar com US$ 13,3 milhões. Ambos foram lançados apenas nos cinemas, mas tiveram aberturas inferiores a estreias recentes com distribuição simultânea em streaming. Este fato incontestável fulmina o argumento da Associação Nacional de Donos de Cinemas dos Estados Unidos (NATO, na sigla em inglês) de que a estratégia da Disney com “Viúva Negra” seria deficitária. O filme estrelado por Scarlett Johansson bateu o recorde de faturamento da pandemia em sua estreia com uma bilheteria duas vezes maior que a soma dos dois lançamentos exclusivos dos cinemas desta semana. Para piorar o quadro, “Snake Eyes” fracassou no exterior, arrecadando somente US$ 4 milhões em 37 países. É um começo decepcionante para um filme orçado em US$ 88 milhões e que deveria reiniciar a franquia “G.I. Joe”. Com esses números, dificilmente terá sequência. “Viúva Negra” aparece em 3º lugar após três fins de semanas, acrescentando mais US$ 11,6 milhões para chegar a um total de US$ 154 milhões nos Estados Unidos e Canadá e se tornar a segunda maior bilheteria doméstica de 2021. Enquanto isso, “Space Jam: Um Novo Legado” seguiu o padrão dos últimos lançamentos e viu sua arrecadação desabar 69% em sua segunda semana em cartaz. O híbrido animado com LeBron James e Pernalonga despencou do 1º para o 4º lugar com US$ 9,5 milhões. “Velozes e Furiosos 9” fecha o Top 5, adicionando US$ 4,7 milhões em seu quinto fim de semana nos cinemas dos EUA. Filme que mais arrecadou nos cinemas neste ano, soma US$ 163 milhões na América do Norte até o momento e se tornou a primeira produção de Hollywood a ultrapassar US$ 600 milhões em todo o mundo desde o início da pandemia. “Tempo” estreia na sexta-feira (29/7) no Brasil, “Snake Eyes” em 19 de agosto e os demais líderes das bilheterias norte-americanas já estão em cartaz nos cinemas nacionais.

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