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  • Filme,  Música

    Agência de Karol Conká confirma documentário no Globoplay

    21 de março de 2021 /

    O documentário sobre Karol Conká, que vai contar a história da rapper antes, durante e após ser eliminada do “BBB 21”, foi oficializado. O jornal O Globo, que pertence ao conglomerado responsável pelo “Big Brother Brasil”, publicou entrevista com a responsável pela carreira da artista, Fabiana Bruno, presidente-executiva da Suba, companhia de marketing de influenciadores que também agencia Claudia Raia e Marcio Garcia, sobre as gravações. “Têm sido dias intensos de filmagens, e o time da Globo tem explorado diversas facetas da Karol, desde sua história de vida antes do ‘BBB’ até como está acontecendo esse processo e esse enfrentamento dela com todas as questões que a fizeram ter os comportamentos que teve dentro da casa”, disse Bruno. Após criar vários conflitos, Karol Conká foi eliminada com percentual recorde de 99,17% – a maior rejeição em 20 anos de existência do reality show. Equipes da plataforma Globoplay, que produz e vai exibir o documentário, acompanham a cantora desde a sua saída do “BBB 21”. Segundo Bruno, a série terá viés jornalístico e mostrará “toda sua criatividade, sua faceta musical, artística, enfim, toda a inteireza dela mesmo”. Os responsáveis pela produção estariam com livre acesso a familiares da artista. A ideia do projeto é narrar a ascensão e a queda de uma estrela, com direito a um forte incentivo da emissora para a retomada da carreira. Ainda não há data para o lançamento. Por conta do projeto, Karol Conká participou dos dois programas dominiais de maior audiência na Globo assim que saiu do confinamento: “Domingão do Faustão” e “Fantástico”. A prática é incomum na emissora – Nego Di, por exemplo, que também saiu com forte rejeição do reality, não foi chamado para participar das atrações e decidiu reclamar em programas de outras empresas, quebrando seu contrato com a Globo. Nos dois programas, a rapper pediu desculpas pelo seu comportamento no BBB 21. No “Faustão”, ela sinalizou ter se arrependido da decisão de entrar no reality. “Eu ainda não sei o que eu fui fazer lá dentro, o que eu fiz da minha vida. Tive uma crise de ansiedade, um distúrbio, dá para perceber, estava bem diferente do que eu já apresentava aqui fora, as pessoas que trabalham comigo também não me reconheceram.” Já no “Fantástico”, ela se emocionou e relembrou de momentos da infância, quando se sentia rejeitada na escola. “Teve um momento marcante de uma professora falar: ‘Você não conseguiu resolver essa equação, porque você é preta e nasceu para limpar privada.” Ela prosseguiu: “Um menino no colégio falou: ‘mergulhe numa piscina de água sanitária para falar comigo.’ Eu fiquei pensando: mas por quê? Aí eu vi que era porque dissolvia a cor. Aí eu molhei o dedo e fiquei passando no braço para ver se dava algum efeito.” Karol Conká também disse que acreditava em Papai Noel e pedia para ser branca para não sofrer. Questionada pela repórter Ana Carolina Raimundi sobre como ela via a relação entre a sua postura no reality, de atacar Lucas Penteado e outros participantes, e o seu passado, a rapper afirmou que foi péssima. “Ali é um estouro que me dá, falo coisas, entro na mente da pessoa para deixar ela triste, ela mal. Isso é um tipo de abuso psicológico também”, disse. A artista também foi indagada sobre como estava lidando com a rejeição e Karol disse que criou uma blindagem por volta dos 13 anos, quando o seu pai morreu. “Tenho que estar sempre forte. Acho que porque eu vi a minha mãe fazendo muito tempo isso ou porque a fraqueza está ligada à vulnerabilidade, mas não consigo me sentir forte vendo o que fiz na casa. Depois que a gente sai e vê as imagens, elas são muito perturbadoras”, completou. Sobre a sua carreira, que sofreu abalos por conta do BBB – festivais de música cancelaram a participação dela – Karol Conká afirmou que não imaginou que sua trajetória artística pudesse acabar por causa do reality. “Quantas pessoas não passaram por essa onda de cancelamento, e as carreiras não foram canceladas. Agora acabou o jogo, vamos parar por aqui, deixa ela viver a vida dela. Não ameacei ninguém de morte”, concluiu.

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  • Música,  TV

    Após rejeição recorde no BBB, Karol Conká ganhará documentário

    1 de março de 2021 /

    Ao contrário do que muitos poderiam imaginar, a carreira de Karol Conká não sofrerá grande abalo após a rapper ser eliminada com o maior índice de rejeição da história do “Big Brother Brasil”. Segundo informações do colunista Chico Barney, a cantora vai ganhar um documentário produzido pela TV Globo, que contará com cenas de suas participações nos programas emissora. Isto explicaria a overdose de exposição da rapper no domingo (28/2), com aparições no “Domingão do Faustão” e “Fantástico”. A prática é incomum na emissora. Nego Di, por exemplo, que também saiu com forte rejeição do reality, não foi chamado para participar das atrações – e reclamou após ver o tratamento diferenciado recebido pela colega. Nos dois programas, a rapper voltou a pedir desculpas por seu comportamento no “BBB 21”. No Faustão, ela sinalizou ter se arrependido da decisão de entrar no reality. “Eu ainda não sei o que eu fui fazer lá dentro, o que eu fiz da minha vida. Tive uma crise de ansiedade, um distúrbio, dá para perceber, estava bem diferente do que eu já apresentava aqui fora, as pessoas que trabalham comigo também não me reconheceram”, disse. Ainda de acordo com Barney, os responsáveis pela produção estariam com livre acesso a familiares de Conká. A ideia do projeto é narrar a ascensão e a queda de uma estrela, com direito a um forte incentivo da emissora para a retomada da carreira. A plataforma Globoplay, que seria o endereço do documentário, não confirmou a produção. Vale lembrar que, em sua trajetória no “BBB 21”, Karol Conká gerou revolta nos telespectadores ao humilhar o ator Lucas Penteado, abalar psicologicamente os demais participantes e dizer várias barbaridades preconceituosas.

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  • Filme,  Música

    Racionais MC’s vai ganhar documentário da Netflix

    20 de dezembro de 2020 /

    O grupo mais influente do rap nacional, Racionais MC’s, ganhará um documentário na Netflix em 2021. A informação foi revelada por Edi Rock durante entrevista ao site Tenho Mais Discos Que Amigos. Ao contar a novidade, ele disse que o projeto mostrará a origem e a ascensão do grupo, formado por ele, Mano Brown, Ice Blue e KL Jay, com depoimentos de todos os integrantes. “É uma bela história”, disse. “Vai contar como a cultura hip-hop entrou na minha vida, como eu conheci o KL e depois encontramos o Brown e o Blue, e como a gente se uniu na São Bento, no centro de São Paulo, porque inicialmente eram duas duplas em lados diferentes da cidade.” O rapper ainda afirma que o projeto deve ser lançado no começo de 2021. “Ainda não tem data de estreia, mas estamos em reta final de produção, colhendo imagens e entrevistas. No primeiro semestre pode esperar que vai estar estourando aí, igual a pandemia”, completou.

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  • Música

    Emicida lança clipe com participação de Gilberto Gil

    10 de dezembro de 2020 /

    O rapper Emicida lançou o clipe de “É Tudo para Ontem”, que conta com participação especial de Gilberto Gil. Em clima leve, que junta rap e samba canção, a faixa leva o título do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, dedicado ao show que Emicida realizou no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. O vídeo tem direção de Fred Ouro Preto (que também dirigiu o documentário) e é encenado justamente na frente do Municipal, entre projeções de shows de rap e fotos da ancestralidade negra. A participação de Gil acontece lá pela metade da música. Ele interrompe a melodia para ler uma fábula extraída do livro “A Vida Não É Útil”, de Ailton Krenak, autor e líder indígena, que teve seus direitos adquiridos pela RT Television, braço televisivo da RT Features, a produtora de Rodrigo Teixeira, que pretendia transformá-lo em série. Entretanto, processos em São Paulo e Los Angeles fizeram a Ancine paralisar a aprovação dos projetos da empresa. O documentário de Emicida, “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, foi lançado na terça (8/12) na Netflix.

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  • Filme,  Música

    Documentário do show de Emicida no Theatro Municipal ganha trailer

    17 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o trailer do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, dedicado ao show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. Além das cenas das gravações do espetáculo, que destacam a participação de Pabblo Bittar e Majur na apresentação ao vivo de “AmarElo”, a prévia também destaca os bastidores da produção e conta com cenas narradas por Emicida sobre o movimento negro e a importância de fazer o show num palco que é marco da cultura brasileira. O filme tem direção de Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), que assinou vários clipes de Emicida, e sua proposta pretende estabelecer um elo entre o show e dois momentos importantes da história e da cultura passados dentro e fora do Municipal: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então, subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper, no comunicado do projeto. Com 90 minutos, o documentário tem lançamento marcado para o dia 8 de dezembro. Além disso, a Netflix e a produtora Laboratório Fantasma (criada por Emicida e seu irmão Fióti), tem um segundo projeto em desenvolvimento, que será lançado em 2021.

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  • Filme,  Música

    Netflix anuncia documentário de Emicida

    13 de outubro de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta terça (13/10) a produção do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, que contará com músicas, animações, entrevistas e cenas de bastidores do show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. Duas imagens das gravações do espetáculo foram divulgadas juntos do anúncio. Veja abaixo. O filme tem direção de Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), que assinou vários clipes de Emicida, e sua proposta é ambiciosa. Além de apresentar o show, a produção pretende estabelecer um elo entre a apresentação de Emicida e dois momentos importantes da história e da cultura brasileira nos últimos 100 anos: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978. O que esses fatos tem em comum é o fato de terem acontecido no mesmo local. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então, subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper, no comunicado do projeto. “Quando eu cheguei aqui, tudo era impossível, qualquer coisa que falávamos era tida como problemática e improvável de se realizar. Hoje, não é mais. E é dessa forma que quero que lembrem do meu nome no futuro, como alguém que sabia que o impossível era grande, mas não maior que si. O palco do Municipal abrigou alguns dos mais importantes movimentos da arte do planeta e acho que caminhamos para ser isso”, completa Emicida. Com 90 minutos, o documentário tem lançamento confirmado para o dia 8 de dezembro. Além disso, a Netflix e a produtora Laboratório Fantasma (criada por Emicida e seu irmão Fióti), tem um segundo projeto em desenvolvimento, que será lançado em 2021.

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  • Música

    Anitta se assume poderosa, empresária, f*** e milionária em clipe de Papatinho

    28 de agosto de 2020 /

    O rapper Papatinho lançou o clipe de “Tá com o Papato”, que tem participação de Dfideliz, BIN e Anitta. E embora a cantora só se manifeste no último e menor trecho da canção, ela rouba a cena no clipe, rebolando e empinando, e também com o que manifesta na gravação. Num biquíni da grife francesa Louis Vuitton, Anitta mantém a pegada de ostentação dos rappers marrentos e manda recado de poderosa: “Call me Anitta diva, worldwide, bitch!” E engata: “Poderosa, empresária. Eu sou f***, milionária”. A auto-estima vira alta estima na gravação feita na Europa, bem longe da favela – e do cenário de pandemia descontrolada nacional – , onde ela deixa claro: “Aqui de cima ‘cês não vão tocar em mim”. As cenas descontraídas à beira da piscina, com os malvadinhos segurando armas de esguicho d’água, também oferecem um contraponto bem-vindo à letra, que beira apologia ao crime, apesar das referências armadas servirem como metáfora sexual (o revólver como símbolo fálico assumido). A direção ficou a cargo de Daniel Levenhagem, que trabalhou com Anitta em “Sien Medo”, mas o segredo da bela fotografia está na assinatura do famoso cinegrafista Lula Carvalho (“Tropa de Elite”) e do fotógrafo Danilo Arenas.

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  • Música

    Karol Conka reflete “Tempos Insanos” em clipe influenciado pela pop art

    3 de julho de 2020 /

    A rapper Karol Conka lançou o clipe de “Tempos Insanos”, parceria com WC no Beat, que impressiona por evocar uma instalação de arte moderna. O vídeo manifesta a letra de Karol usando basicamente cenários diminutos e efeitos de edição visual. Estão lá o isolamento, protestos contra a violência policial, a crise habitacional, notícias do Brasil e do mundo sobre os dias de apocalipse viral e social. Minimalista, o vídeo usa referências das artes plásticas para enfatizar sua mensagem. Em vez de dançarinas de fundo, coreografia brega ou apelo sensual abundante, a cenografia rouba literalmente a cena com seus ambientes icônicos. Há uma simulação de ocupação residencial, concebida com muito grafite e colorido espraiado à la Jackson Pollock, e um cubículo forrado com páginas de jornal, que lembra as colagens de Robert Rauschenberg. Além disso, a própria Karol sofre intervenções gráficas que evocam tanto Andy Warhol quanto a fase criativa da MTV. Basquiat, Aguilar, Richard Hamilton, pop art, abstrata, referências em remix na colagem sonora hip-pop atual. A direção é da dupla Arthur Carratu e Haruo Kaneko, do Studio Curva, que trabalhou no projeto com o escultor-grafiteiro Jey77.

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  • Música

    Mc Zaac e Anitta retomam parceria em clipe com participação do americano Tyga

    26 de junho de 2020 /

    Mc Zaac soltou o “Pa Pa Pa” no YouTube. O novo clipe “Desce pro Play” juntou Mc Zaac, Anitta e o americano Tyga remotamente, mas nem parece, graças aos truques de edição, com direito a muita dança e efeitos visuais. A direção é de Thiago Eva – responsável pelo célebre vídeo “Ocean”, de Alok, Zeeba e Iro, uma superprodução com Rodrigo Santoro. Desta vez, o esquema foi mais caseiro. Literalmente. Cada artista gravou sem sua própria casa: Mc Zaac em São Paulo, Anitta no Rio de Janeiro e Tyga em Los Angeles, nos Estados Unidos. Para dar unidade à produção, os três dançaram e cantaram diante de um fundo branco, facilitando o truque da manipulação digital que os coloca um do lado do outro. Anitta não esqueceu de promover o lançamento, mesmo estando no hospital, internada com trombose. “Vamos focar na música, amo vocês, estou muito bem, estou ótima, tô maravilhosa, não foi dessa vez”, ela disse nas redes sociais, na madrugada desta sexta-feira (26/6). Ela foi internada na quinta-feira em um hospital para o tratamento de uma trombose em uma de suas pernas, mas já está sendo liberada. “Para quem o que é trombose, sabe o perigo que é essa doença”, afirmou Anitta em vídeo publicado em seu perfil no Instagram. “Descobrindo essa doença, entra em tratamento, a minha estava em fase inicial. Então vai ficar tudo bem comigo. Amanhã estou indo dançar nos stories, fazer lives, promover o clipe novo. Vamos ver a música aí e aproveitar e comemorar que eu estou viva. Está bom?” “Sem vibe ruim, estou bem e está tudo certo”, acrescentou. Zaac e Anitta já tinham trabalhado juntos em “Vai Malandra” e “Bola e Rebola”, sempre com outros parceiros. Desta vez, a colaboração incluiu o ex de Kylie Jenner. Além do trio da comissão de frente, a canção ainda juntou nos bastidores o time de produtores da Brabo Music, equipe responsável por hits em série de Pabllo Vittar (“K.O.”, “Amor de Que”, entre outras), Luísa Sonza (“Garupa”) e Iza (“Dona de Mim”). A música lembra o hip-hop dos anos 2000, de produtores como The Neptunes (Pharrell Williams e Chad Hugo) e Timbaland. Mas com uma pegada de funk brasileiro. Che-che-cheque abaixo.

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    Babu Santana canta as belezas do Vidigal em clipe do produtor Papatinho

    12 de junho de 2020 /

    O produtor musical Papatinho lançou nesta sexta (12/6) o clipe de “Morrão”, que conta com participações do rapper L7nnon e do ator, ex-BBB e cada vez mais cantor Babu Santana (o “Tim Maia”). Babu é quem canta o refrão e rouba a atenção no vídeo, que foi gravado no morro do Vidigal, no Rio, em meio aos moradores do local – que dá nome à música. Com direção de Rafael Carmo, o clipe tem belas paranômicas da favela, que se apresenta ensolarada, dançante e romântica. O Morrão surge como uma das belezas mais autênticas do Rio de Janeiro, como alternativa aos postais manjados de praia, carnaval, monumentos e biquínis. Pra quem não conhece, Papatinho produziu Anitta e Ludmilla, com quem gravou “Onda Diferente”, e já trabalhou até com Snoop Dogg.

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    Edi Rock denuncia assassinatos de negros no Brasil no clipe de Vidas Negras Importam

    11 de junho de 2020 /

    O rapper Edi Rock, integrante do grupo Racionais MC’s, lançou o clipe de “Vidas Negras Importam”, música que faz parte de um novo álbum chamado “Origens – Parte 2”. A faixa tem como refrão o slogan do movimento americano Black Lives Matter, que denuncia o assassinato em série de negros por policiais americanos. O movimento está à frente das reações de protesto nos EUA contra a morte de George Floyd, que se tornaram um protesto mundial contra o preconceito racial. Edi Rock usa o clipe para denunciar os assassinatos de negros cometidos no país, mostrando fotos de várias vítimas de execução ou falta de preparo da polícia brasileira, desde a vereadora Marielle Franco, brutalmente executada por policiais militares, até crianças, como as meninas Ágatha e Maria Eduarda e o menino João Pedro. Na página do clipe no YouTube, Edi Rock contou que estava trabalhando na produção do novo álbum desde o ano passado e reforçou que sua contribuição para o momento é por meio das músicas. “Nada mais oportuno, já que o momento de ataques contra o povo negro pede posicionamento e atitude”, escreveu. “Espero que seja instrumento de inspiração, mobilização e ação. A luta é contínua… não se cale!!! ‘Vidas Negras Importam’”. Falando para o jornal Alma Preta, ele ainda detalhou a inspiração do clipe. “Quando ela [a música] estava sendo mixada no estúdio, o João Pedro foi morto e pouco depois foi o caso do George Floyd, nos EUA. Precisamos dizer um basta à violência policial”, lamentou o cantor. O dinheiro arrecadado com a exibição do clipe no YouTube e outros locais será destinado à CUFA, Central Única das Favelas.

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    Emicida lança clipe animado inspirado em Dragon Ball

    9 de maio de 2020 /

    O rapper Emicida divulgou o clipe de “Quem Tem Um Amigo (Tem Tudo)”, que se materializa como uma animação inspirada em “Dragon Ball”. Fã declarado do anime, Emicida já tinha referenciado o desenho em outros trabalhos. A música conta com participações especiais de Zeca Pagodinho, da dupla Os Prettos e até de uma banda japonesa, a Tokyo Ska Paradise Orchestra, que fornece o instrumental com sopros. “Nesse momento de isolamento, estamos vivendo as relações de modo mais intenso e a tônica desse vídeo é a amizade”, disse Emicida, em comunicado. “Nós crescemos assistindo a esse tipo de animação, como o ‘Dragon Ball’, com nossos amigos. Então é uma maneira de revisitar uma lembrança nostálgica, aquele sentimento gostoso de trombar os nossos camaradas dentro de uma atmosfera que remete à nossa infância”. No clipe, Emicida aparece como uma versão do personagem principal, o Goku, que se locomove em uma nuvem voadora. Zeca Pagodinho é representado como o Mestre Kame (mestre de artes marciais e primeiro professor de Goku). Os Prettos são os guerreiros Tenshinhan e Caos, enquanto o grupo Tokyo Ska Paradise Orchestra teve o seu terno inspirado em um modelo usado por Kuririn. Ao final, todos correm de Godzilla, que acaba caindo no samba ao lado do fantasma do baterista Wilson das Neves (1936-2017), a quem o vídeo é dedicado. O vídeo tem direção de Felipe Macedo e produção da Laboratório Fantasma. Já a música foi disponibilizada num EP digital, acompanhada por duas versões cantadas em inglês.

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    MV Bill lança clipe de rap com mensagem importante sobre coronavírus

    27 de março de 2020 /

    O rapper MV Bill lançou o clipe de “Quarentena”, rap com mensagem importante sobre os “tempos difíceis” do coronavírus. A gravação, feita na residência de MV Bill, reforça a importância de se seguir a orientação da OMS (Organização Mundial de Saúde) a respeito do isolamento social e condena a falta de ação – e preocupação – do governo federal com a saúde dos brasileiros. “Sua máscara caiu, caiu e todo mundo viu”, diz o refrão, referindo-se à falta de liderança do Planalto. “Incompetência vem na frente sim. Se dependesse deles a epidemia não teria fim. Presos na inércia”, diz a letra poderosa, que continua: “Sei, com povo gado é mais fácil levar de lambuja. Lavaram as mãos mas a boca continua suja”. A letra reforça a orientação para que as pessoas fiquem em casa e lavem as mãos, reforçando a dificuldade do combate ao vírus nas comunidades carentes e cobrando que o governo faça algo. “Alguém avisa pra esses ‘cara’ que a gripe é mundial e a cada dia o número de infectados dispara. As ruas estão vazias, assim que tem que ser. Marcar uma temporada em casa se quiser viver”, ensina Bill. “Na favela, pra nós a covid é diferente. As casas não são grande e geralmente muita gente. Aglomeração inevitável. Alguns lugares ainda não tem água potável. Se cuida aí. Ih, que vai faltar espaço na UTI se a gente não fizer o certo pra se prevenir”, aponta a música, que ainda alerta para o fato de que a ausência de liderança, ao rimar com negligência e arrogância, só contribui para deixar a situação pior. “O bagulho é sério não tem cura milagrosa. Pois bem não tem plano de contingência. Alguns vão se contaminar por conta dessa negligência. Outros vão pegar por conta da ignorância. Liderança que se perde se acha na arrogância”. Veja o clipe abaixo.

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