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  • Série

    Cancelamento de Roseanne é comemorado por atores e produtores da rede ABC

    29 de maio de 2018 /

    O cancelamento da série “Roseanne” foi aplaudido por produtores e atores da ABC, que elogiaram a decisão da presidente da rede, Channing Dungey, ao anunciar a decisão de tirar do ar sua série de maior audiência para enviar uma mensagem clara contra a proliferação do racismo. A série foi cancelada nesta terça (29/5), horas depois de sua protagonista, produtora e criadora Roseanne Barr publicar um tuíte racista, atacando gratuitamente uma ex-funcionária de Barack Obama com alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, que é eleitora e defensora apaixonada de Donald Trump, usando as iniciais de Valerie Jarrett, ao comentar um tuíte que acusava a assessora de ajudar a encobrir supostos delitos cometidos pelo governo Obama. Ao ver a repercussão, ela ainda tentou se defender dizendo que muçulmanos não eram uma raça. Depois, disse que tinha sido uma piada. Ao final, pediu desculpas e afirmou que estava deixando o Twitter. A esta altura, porém, uma campanha espontânea para o cancelamento de sua série já tinha tomado conta da rede social. Uma das produtoras da série, a comediante Wanda Sykes, adiantou-se e disse que não voltaria a trabalhar na atração. Os próprios integrantes do elenco e o showrunner usaram o Twitter para lamentar e repudiar o comentário, que comparava Jarrett a um macaco. Diante do quadro, Channing Dungey assumiu a responsabilidade de cancelar “Roseanne”, série de maior audiência da TV americana em 2018. “A publicação de Roseanne no Twitter é detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores, e decidimos cancelar sua série”, afirmou a presidente da ABC, em declaração oficial. Imediatamente começaram a pipocar as mensagens de apoio à decisão, inclusive com algumas comemorações de colegas de trabalho de Roseanne Barr. Atores e produtores da própria ABC figuraram entre os mais enfáticos, entre eles até integrantes do elenco de “Roseanne”. “Quando eu liguei para o meu agente para dizer que eu não queria mais trabalhar em ‘Roseanne’, soube que a série tinha sido cancelada. Me senti muito empoderada por Wanda Sykes, Channing Dungey e todos da ABC que se ergueram a favor da moral e contra o abuso de poder. Bullies nunca vencerão” – Emma Kenney, atriz de “Roseanne”. As I called my manager to quit working on Roseanne, I was told it was cancelled. I feel so empowered by @iamwandasykes , Channing Dungey and anyone at ABC standing up for morals and abuse of power. Bullies will NEVER win. — Emma Kenney (@EmmaRoseKenney) May 29, 2018 “Eu me sinto arrasado, não pelo fim de ‘Roseanne’, mas por todos aqueles que colocaram seus corações e almas em nossos trabalhos, e o público que nos acolheu em suas casas… As palavras de uma pessoa não representam todos os envolvidos. Eu condeno veementemente aquelas declarações. Elas são repreensíveis e intoleráveis, contradizendo minhas crenças e perspectivas sobre a vida e a sociedade. Eu sempre vivi e ensinei meus filhos a serem inclusivos. Acredito que nosso programa se esforçou para abraçar diferentes origens e opiniões, através de um diálogo aberto. Embora eu vá sentir falta da minha família na ABC, acredito que ficar de fundo, em silêncio, é endossar e permitir declarações que eu acho verdadeiramente ofensivas. Meu personagem foi criado para representar a natureza inclusiva dos meus pontos de vista. Representar porções da sociedade que são sempre marginalizadas. Neste momento, é importante ser claro. Temos que enfrentar o preconceito, o ódio, a intolerância e a ignorância para tornar a sociedade um lugar melhor para todos” – Michael Fishman, ator de “Roseanne”. pic.twitter.com/rLKGEHvl4f — Michael Fishman (@ReelMFishman) May 29, 2018 “A parte mais terrível disto tudo é que as pessoas talentosas e inocentes que trabalhavam naquela série agora vão sofrer por causa disso. Mas, honestamente, ela teve o que merecia. Como eu conto a minha criança de 4 anos, você faz uma escolha com suas ações. Roseanne fez uma escolha. Uma escolha racista. A ABC fez uma escolha. Uma escolha humana” – Shonda Rhimes, criadora de “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. The terrible part is all of the talented innocent people who worked on that show now suffer because of this. #notjustice — shonda rhimes (@shondarhimes) May 29, 2018 But honestly she got what she deserved. As I tell my 4 year old, one makes a choice with one’s actions. Roseanne made a choice. A racist one. ABC made a choice. A human one. — shonda rhimes (@shondarhimes) May 29, 2018 “Obrigada, Channing Dungey!” – Viola Davis, estrela de “How to Get Away with Murder”. Thank you Channing Dungey!https://t.co/VIlKTF9y7Z — Viola Davis (@violadavis) May 29, 2018 “Obrigada, Channing. Obrigada, rede ABC” – Bellamy Young, atriz de “Scandal”. Thank you, Channing. Thank you @ABCNetwork. ❤️❤️❤️ https://t.co/jvA7l71HJS — Bellamy Young (@BellamyYoung) May 29, 2018 “Nunca tive tanto orgulho de trabalhar para a rede ABC. Obrigada, Channing Dungey por seu meu pequeno pedaço de esperança para nosso país hoje” – Krista Vernoff, showrunner de “Grey’s Anatomy”. I have never been more proud to work for @ABCNetwork THANK YOU Channing Dungey for being my one little slice of hope for our country today. — Krista Vernoff (@KristaVernoff) May 29, 2018 “Roseanne, você partiu meu coração. Você é uma desculpa esfarrapada de ser humano. Como é estranho que você, como comediante, possa se esquecer o significado de uma “piada” e de um comentário pessoal. Sua maldade é estarrecedora e irá lhe render um ingresso para uma vida triste, solitária e infeliz” – Rita Moreno, da série “One Day at a Time”. @therealroseanne, you break my heart — You are a sorry excuse for a human being. How odd that you, as a comedienne, have forgotten then meaning of a "joke" and a personal comment. Your meanness is staggering and will earn you a ticket to a sad, lonely and sorry life. — Rita Moreno (@TheRitaMoreno) May 29, 2018 “Tchau-tchau” – Kenya Barris, criador de “Black-ish”.

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  • Série

    Série Roseanne é cancelada após tuíte racista da protagonista

    29 de maio de 2018 /

    A rede americana ABC cancelou a sitcom “Roseanne”, a série de maior audiência dos Estados Unidos em 2018. Revival da atração homônima dos anos 1990, “Roseanne” já havia sido renovada para uma nova temporada, mas a ABC decidiu retirar a encomenda de episódios após a protagonista, produtora e criadora da atração Roseanne Barr publicar um tuíte racista sobre Valerie Jarrett, mulher que foi assessora do ex-presidente americano Barack Obama. “A publicação de Roseanne no Twitter é detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores, e decidimos cancelar sua série”, afirmou a presidente da ABC, Channing Dungney, em declaração oficial. O cancelamento da série se deu da forma mais fortuita possível, porque Roseanne Barr, eleitora e defensora apaixonada de Donald Trump, resolveu atacar gratuitamente nesta terça-feira (29/5) a ex-funcionária de Obama, em um tuíte (posteriormente excluído) que faz alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Valerie Jarrett, ao comentar um tuíte que acusava a assessora de ajudar a encobrir supostos delitos cometidos pelo governo Obama. Ao ver a repercussão, ela ainda tentou se defender dizendo que muçulmanos não eram uma raça. Depois, disse que tinha sido uma piada. Ao final, pediu desculpas e afirmou que estava deixando o Twitter. “Peço desculpas a Valerie Jarrett e a todos os americanos. Sinto muito por fazer uma piada de mau gosto sobre sua política e sua aparência. Eu deveria saber melhor. Perdoe-me. Minha piada foi de mau gosto”, escreveu. Recusando-se a aceitar o pedido de desculpas, várias celebridades e políticos criticaram Barr pelo comentário e exigiram ações da rede ABC. Em meio à repercussão, a comediante Wanda Sykes, que é produtora do revival de “Roseanne”, disse que não voltaria a trabalhar com Barr na 2ª temporada do revival. “Não voltarei a ‘Roseanne’ na ABC”, escreveu ela. E até Sara Gilbert, que interpreta uma filha de Roseanne na série, condenou a atriz. “Os comentários recentes de Roseanne sobre Valerie Jarrett, e muito mais, são abomináveis ​​e não refletem as crenças de nosso elenco e equipe ou de qualquer um associado ao nosso programa. Estou decepcionada com suas ações, para dizer o mínimo”, escreveu ela. O showrunner de “Roseanne”, Bruce Helford, também resolveu se pronunciar “em nome de todos os roteiristas e produtores que trabalharam duro para criar uma série incrível”. “Eu fiquei pessoalmente horrorizado e entristecido pelos comentários que não refletem, de forma alguma, os valores das pessoas que trabalharam para fazer dessa série icônica o que ela é”. A decisão do canal não tardou. Mas, mesmo diante do clamor público, a ação surpreendeu o mercado. Afinal, na onda de revivais da TV americana, a comédia de Roseanne Barr era disparada a mais bem-sucedida. Seu episódio de estreia foi visto por nada menos que 18,44 milhões de espectadores ao vivo e cada episódio chegava a juntar 21,6 milhões em todas as plataformas por semana (mais do que “The Big Bang Theory”, o vice-líder de audiência). O detalhe é que o cancelamento foi defendido até pelo CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou. Vale lembrar que a ABC tem uma programação de comédias focada em famílias modernas, que enfrentam preconceitos e transmitem mensagens de superação. A família de “Roseanne” era a única da rede a representar valores conservadores. A mesma ABC já tinha cancelado, no ano passado, “Last Man Standing”, outra sitcom de grande audiência e trama conservadora, por destoar do restante de sua programação – a premissa da série era uma defesa do machismo. O fim de “Roseanne” deixa a ABC com um buraco em sua programação, que precisará ser coberto após o anúncio das atrações de sua próxima temporada para o mercado. O cancelamento da série, porém, não foi o único revés sofrido pela atriz. Ela ainda foi dispensada por sua agência, a ICM Partners.

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  • Etc,  Série

    Comentário racista de Roseanne Barr incendeia Twitter e gera campanha por cancelamento de sua série

    29 de maio de 2018 /

    A comediante Roseanne Barr, estrela da série de comédia “Roseanne”, que teve o revival mais bem-sucedido da TV americana em 2018, resolveu abandonar o Twitter após um comentário racista provocar revolta até em colegas de trabalho, gerando pedidos para a rede ABC cancelar a série. Roseanne Barr atacou gratuitamente nesta terça-feira (29/5) a assessora do ex-presidente Obama, Valerie Jarrett, em um tuíte (posteriormente excluído) que faz alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett, ao comentar um tuíte que acusava a assessora de ajudar a encobrir os supostos delitos cometidos pelo governo Obama. Quando usuários apontaram que o tuíte parecia racista, Barr, que é eleitora e defensora apaixonada do presidente Trump, respondeu: “Muçulmanos não são uma raça”. Ao ver a polêmica se alastrar ainda mais, ela ainda escreveu que seu tuíte foi “uma piada”. Como ninguém achou graça, ela se viu pressionada a se desculpar e assim fez. “Peço desculpas a Valerie Jarrett e a todos os americanos. Sinto muito por fazer uma piada de mau gosto sobre sua política e sua aparência. Eu deveria saber melhor. Perdoe-me. Minha piada foi de mau gosto”. Em seguida, ela afirmou que estava deixando o Twitter. Recusando-se a aceitar o pedido de desculpas, várias celebridades e políticos criticaram Barr pelo comentário e exigiram ações da rede ABC. “A comparação feita por Roseanne Barr da ex-assessora de Obama, Valerie Jarrett, com um macaco é racista e indesculpável. A ABC deve agir agora!”, tuitou o Reverendo Al Sharpton. “Estou repugnada por Valerie Jarret ter que ouvir uma ‘piada’ racista e intolerante às suas custas e estou enojado que qualquer pessoa negra ou muçulmana tenha que continuar submetida a essa doença em 2018”, tuitou a atriz Patricia Arquette. “Ei ABC, Roseanne Barr comparou Valerie Jarrett a um macaco. Não há desculpas que ela possa fazer que justifique a ABC fechar os olhos para esse fanatismo para exibir mais um segundo que seja de seu programa. Mesmo na Era de Trump, há linhas que nunca podem ser cruzadas. Esta é uma”, tuitou o jornalista Joe Scarborough. “#FireRoseanne (demita Roseanne) e f*da-se sua nostalgia. Vai trabalhar em ‘Mad About You’, se você é tão nostálgico”, escreveu o ator Billy Eichner, puxando uma hashtag viral. A comediante Wanda Sykes, que é produtora do revival de “Roseanne”, disse nesta terça-feira que não voltará para a 2ª temporada do revival após o tuíte de Barr. “Não voltarei a ‘Roseanne’ na ABC”, escreveu ela. E até Sara Gilbert, que interpreta uma filha de Roseanne na série, condenou a atriz. “Os comentários recentes de Roseanne sobre Valerie Jarrett, e muito mais, são abomináveis ​​e não refletem as crenças de nosso elenco e equipe ou de qualquer um associado ao nosso programa. Estou decepcionada com suas ações, para dizer o mínimo”, escreveu ela. Quando os seguidores de Gilbert perguntaram se ela pretendia abandonar a série por conta da controvérsia, ela respondeu: “Isso é incrivelmente triste e difícil para todos nós, pois criamos um programa em que acreditamos, do qual nos orgulhamos e que o público ama – acredito que isso possa ser separado das opiniões e palavras de um membro do elenco”, ela respondeu via Twitter. Em poucos minutos, “Roseanne” se tornou o principal trend topic mundial do dia no Twitter. Os representantes da ABC ainda não se manifestaram sobre a campanha que pede o cancelamento da série.

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  • Série

    Red Line: Série de denúncia social produzida pela diretora de Selma ganha primeiras fotos

    17 de maio de 2018 /

    A rede CBS divulgou as primeiras fotos de “Red Line”, série dramática produzida pela cineasta Ava DuVernay (“Selma”, “Uma Dobra no Tempo”) e pelo megaprodutor Greg Berlanti (de todas as séries de super-heróis da DC Comics) Criada por Caitlin Parrish (roteirista-produtora de “Supergirl”) e Erica Weiss, que dirigiram juntas o drama indie “The View from Tall” (2016), a série lida com tramas paralelas e acompanhará as histórias de três famílias conectadas por incidente. Um dos personagens é um professor gay de ensino médio, vivido por Noah Wyle (das séries “E.R.” e “The Librarians”), cujo marido, um médico negro, é assassinado por um policial de Chicago. A tragédia o deixa viúvo e tendo que cuidar sozinho da filha recém-adotada pelo casal, de dois anos. O elenco também destaca Noel Fisher (da série “Shameless”) como o policial branco que atira por engano no marido de Wyle, e tem a própria vida destruída pelas consequências de seu ato. Outros personagens são vividos por Emayatzy Corinealdi (série “Ballers”), Aliyah Royale (série “Man and Wife”), Michael Patrick Thornton (série “Private Practice”) e Howard Charles (série “The Musketeers”). A série segue a linha da denúncia social, que liga preconceito à violência policial, refletindo a campanha “Black Lives Matter”. Mas as duas produções que a precederam nesta tendência, “Shots Fired” na Fox e “Seven Seconds” na Netflix, foram canceladas nas primeiras temporadas. “Red Line” vai estrar na midseason, no começo de 2019 nos Estados Unidos.

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  • Série

    The Neighborhood: Série que junta astro de New Girl e “mãe” de Todo Mundo Odeia o Chris ganha primeiro trailer

    17 de maio de 2018 /

    A rede CBS divulgou as primeiras fotos e o trailer de “The Neighborhood”, série de comédia à moda antiga, que tem como premissa uma inversão de papéis. A prévia resume o conflito central, ao exibir a chegada de novos moradores num bairro de classe média habitado por famílias negras. O detalhe é que os Johnsons são brancos simpáticos, o que causa desgosto no patriarca da família da casa ao lado, Calvin, um negro orgulhoso de sua raça, mas, por outro lado, isso diverte seus filhos adultos, que veem no choque cultural uma chance de zoar o pai intransigente. Vale observar que as fotos divulgadas não trazem a família branca. É que o papel principal foi reescalado. Em vez do ator visto no trailer (Josh Lawson, de “House of Lies”), Dave Johnson será vivido por Max Greenfield (da série “New Girl”) nos episódios oficiais – o que significa que o primeiro capítulo precisará ser regravado. Ele se junta a Cedric the Entertainer (o barbeiro Eddie da trilogia “Um Salão do Barulho”), que vive Calvin, Tichina Arnold (a mãe de “Todo Mundo Odeia o Chris”), Sheaun McKinney (série “Vice Principals”), Dreama Walker (série “Apartment 23”) e Marcel Spears (série “The Mayor”). Gravada em estúdio diante de uma plateia, como as sitcoms clássicas, “The Neighborhood” foi criada por Jim Reynolds, roteirista de mais de 100 episódios de “The Big Bang Theory”, e teve seu piloto dirigido pelo veterano James Burrows, responsável por mais de 200 episódios de “Will & Grace”. A estreia vai acontecer na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos.

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  • Filme

    Consagrado em Cannes, novo filme de Spike Lee ganha trailer divertido, político e provocante

    15 de maio de 2018 /

    A Focus Features divulgou oito fotos e o primeiro trailer de “BlacKkKlansman”, novo filme de Spike Lee, que foi aplaudido de pé no Festival de Cannes 2018. A prévia mostra o tom bem-humorado, mas também bastante provocante, com que o diretor aborda sua trama polêmica. “BlacKkKlansman” revela os bastidores da mais notória organização racista e de extrema direita dos Estados Unidos, a Ku Klux Klan, por meio de uma história inacreditável, ainda que verídica, em que um policial afro-americano do Colorado se infiltra em suas fileiras, em plenos anos 1970. Ron Stallworth (John David Washington, da série “Ballers”) foi o primeiro negro a entrar para os quadros da polícia de Colorado Springs, mas mesmo depois de ser aceito como detetive, continuou sendo assediado pelos colegas da corporação. Entretanto, para se infiltrar na KKK, ele terá que contar com a ajuda de um policial branco, já que, obviamente, não poderia fazer isso pessoalmente. Mas precisa ser o “policial certo”, como ele define na prévia: um judeu (vivido por Adam Driver, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”), com motivos para odiar neonazistas. A dupla consegue penetrar na perigosa organização e uma das sacadas do trailer é demonstrar como o discurso de extrema direita é persuasivo. Uma das cenas mostra os seguidores da KKK repetindo slogans do líder da organização, David Duke (vivido por Topher Grace, de “Homem-Aranha 3”), como “America first” (que significa colocar os interesses dos Estados Unidos acima dos demais países), que alimentaram a campanha eleitoral do presidente Donald Trump. Não por acaso, o filme se encerra com imagens documentais dos confrontos entre supremacistas brancos e grupos antirracistas em Charlottesville, no ano passado, acompanhadas pelo discurso de Donald Trump sobre o evento, em que o presidente americano afirmou existir “algumas boas pessoas” entre os racistas. Este final rendeu uma salva catártica de palmas para a projeção, no Festival de Cannes. Spike Lee pretende lançar o filme nos Estados Unidos em agosto, na data que marca um ano da marcha em Charlottesville. No Brasil, porém, a estreia foi agendada apenas para novembro.

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  • Filme

    Novo filme de Spike Lee eletriza Festival de Cannes com aplausos contra o racismo

    15 de maio de 2018 /

    Spike Lee voltou à competição do Festival de Cannes em alto estilo. Seu novo filme, “BlacKkKlansman”, foi aplaudido em pé pelo público do festival. Quase 30 anos após ter sido apontado como favorito à Palma de Ouro por “Faça a Coisa Certa” (1989), o melhor filme de sua carreira, o diretor reencontrou foco e reconhecimento internacional com uma trama politizada, baseada numa história real, mas permeada pela experiência de quem já filmou muitos suspenses policiais e comédias. A nova obra é um resumo perfeito de sua evolução como cineasta. “BlacKkKlansman” revela os bastidores da mais notória organização racista e de extrema direita dos Estados Unidos, a Ku Klux Klan, por meio de uma trama inacreditável, ainda que verídica, em que um policial afro-americano do Colorado se infiltra em suas fileiras, em plenos anos 1970. Ron Stallworth (John David Washington, da série “Ballers”) foi o primeiro negro a entrar para os quadros da polícia de Colorado Springs, mas mesmo depois de ser aceito como detetive, continuou sendo assediado pelos colegas da corporação. Entretanto, para se infiltrar na KKK, ele precisará da ajuda de um policial branco (Adam Driver, de “Star Wars: Os Últimos Jedi”), já que, obviamente, não poderia fazer isso pessoalmente. De forma significativa, o filme abre com uma sequência de “E o Vento Levou ….” (1939), de Victor Fleming e George Cukor, inclui trechos de “O Nascimento de uma nação” (1915), de D. W. Griffith, obra-prima do racismo no cinema, e fecha com imagens documentais, dos confrontos entre supremacistas brancos e grupos antirracistas em Charlottesville, no ano passado, acompanhadas pelo discurso de Donald Trump sobre o evento, em que o presidente americano afirmou existir “algumas boas pessoas” entre os racistas. O desfecho foi acompanhado por uma salva catártica de palmas. O cineasta justificou a inclusão da fala de Trump, de forma incisiva, durante o encontro com a imprensa internacional. “Nós temos um sujeito na Casa Branca, eu não vou dizer o nome dele, que no momento decisivo, não apenas para a América, mas para o mundo, teve a chance de dizer: ‘Nós estamos do lado do amor, não do ódio’. Mas aquele filho da p*ta não denunciou a maldita Klan, os extremistas de direita e os nazistas filhos da p*ta”. Além de usar palavras de Trump no filme, o cineasta também mostrou a semelhança entre o slogan que elegeu o empresário como presidente dos Estados Unidos e a mensagem galvanizadora da KKK. Numa das cenas, o líder da organização, David Duke (vivido por Topher Grace, de “Homem-Aranha 3”) afirma que quer trazer a “grandeza de volta à América”, evocando o lema de campanha do republicano. “A nossa preocupação número 1 era pegar essa história que se passa nos anos 1970 e conectar ao presente”, disse o diretor, que afirma pretender lançar o filme nos Estados Unidos em agosto, na data que marca um ano da marcha em Charlottesville. “Aquele foi um momento definidor na história americana.”

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  • Série

    Rede ABC renova cinco séries de comédia

    11 de maio de 2018 /

    A rede ABC anunciou a renovação de cinco séries de comédia sobre famílias modernas: “Black-ish”, “Fresh Off the Boat”, “Speechless”, “American Housewife” e “Splitting Up Together”. Elas se juntam a “Modern Family”, que chegará à sua 10ª e possivelmente última temporada no canal. O quarteto renovado tem famílias de várias configurações, inclusive de pais separados, caso de “Splitting Up Together”, a caçula da turma. Lançada em março deste ano, a série marca a volta de Jenna Fischer aos sitcoms, após marcar época como a recepcionista Pam, de “The Office”. Na trama, ela e o marido (Oliver Hudson, de “Rules of Engagement”) resolvem se separar, mas sem se separar de verdade, já que também decidem continuar a morar juntos, para acomodar suas finanças e a criação dos filhos. Após seis episódios, a atração desenvolvida por Emily Kapnek (criadora de “Suburgatory”) foi aprovada com uma média de 4,4 milhões de telespectadores e 1,3 ponto na demo (a faixa demográfica de adultos entre 18 e 49 anos, mais relevante para os anunciantes). Cada ponto equivale a 1,3 milhão de adultos na medição da consultoria Nielsen. Já “Speechless” e “American Housewife” vão chegar aos seus terceiros anos, após desempenhos similares – respectivamente: 4,3 milhões e 1,1 ponto, e 4,5 milhões e 1,2 ponto. Criada por Scott Silveri (criador de “Joey”, “Perfect Couples” e “Go On”), “Speachless” tem o diferencial de lidar com a família de um adolescente cadeirante. A atração é estrelada por Minnie Driver (“Dou-lhes Um Ano”) como Maya, uma mãe apaixonada por seu marido e os três filhos pré-adolescentes, um deles com necessidades especiais. O elenco também inclui Cedric Yarbrough (“Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor”) como o cuidador do menino, cuja presença na trama evoca imediatamente o filme francês “Intocáveis” (2011). “American Housewife” é uma criação de Sarah Dunn (roteirista da clássica “Spin City”) e gira em torno da mãe vivida por Katy Mixon (série “Mike & Molly”). Sua personagem é Katie, que também é mãe de três crianças complicadas e sofre com seu temperamento forte, enquanto tenta criar sua família normal de classe média em uma cidade rica, repleta de esposas perfeitas e filhos ideais. Única série sobre família asiática na TV americana – e a primeira com protagonistas asiáticos da TV aberta desde 1994 – , “Fresh off the Boat” vai chegar a sua 5ª temporada com a menor audiência da turma – 3,8 milhões de telespectadores e 1 ponto na demo. Criada por Nahnatchka Khan (série “Apartment 23”), a trama é inspirada no livro de memórias do chef Eddie Huang e investe no tom nostálgico, ao estilo de “Todo Mundo Odeia o Cris”, “Os Goldbergs” e “Anos Incríveis”. Passada nos anos 1990, conta como a família taiwanesa do menino Eddie se adapta ao choque cultural de morar em Orlando, na Flórida. O elenco é encabeçado por Randall Park (que estará em “Homem Formiga e a Vespa”) e Constance Wu (que estará em “Podres de Ricos”), e a produção conta com o cineasta Jake Kasdan (do fenômeno “Jumanji: Bem-Vindo à Selva”). “Black-ish” também chega na 5ª temporada, mas em meio a muitas tensões nos bastidores. Seu criador, Kenya Barris (autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”), estaria ensaiando trocar a TV pelo streaming, após ter se desentendido publicamente com o canal. No mês passado, a ABC vetou a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas” com Barris. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordamos em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Além disso, a rede não tem apostado em novas criações do roteirista, tendo recusado “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que implodiu após o ator desistir do projeto. Assistida por 4,2 milhões de telespectadores ao vivo, com 1,1 ponto na demo, “Black-ish” já foi mais popular, mas, em compensação, rende frutos para o ABC Studios, como o spin-off “Grown-ish”, exibido no canal pago Freeform – do mesmo conglomerado. A série tem seis indicações ao Emmy e Tracee Ellis Ross venceu o Globo de Ouro de Melhor Atriz, por sua performance como a mãe sofredora da família Johnson.

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  • Etc

    Charlize Theron diz que pode sair dos Estados Unidos devido ao racismo

    14 de abril de 2018 /

    Charlize Theron revelou que não está mais suportando o racismo americano. A atriz sul-africana adotou dois meninos negros e, por conta disso, contou que está considerando se mudar dos Estados Unidos caso a situação não melhore. “Muitas vezes, olho para meus filhos e penso que, se essa intolerância continuar, eu terei que deixar os Estados Unidos. A última coisa que quero é que meus filhos se sintam inseguros”, ela afirmou, em entrevista à revista Elle. A atriz acredita que ter crescido na África do Sul durante o apartheid a deixou mais consciente sobre igualdade e direitos humanos. “O racismo está muito mais presente e forte do que nós pensávamos, não podemos mais negar. Há lugares nos Estados Unidos nos quais, caso eu conseguisse um emprego, não aceitaria. Eu não viajaria com meus filhos a certos lugares do país, e isso é problemático”, ela revelou. Charlize explicou que conversa sobre desigualdade com os meninos, ao mesmo tempo que deseja que eles tenham orgulho de ser quem são. “Eles precisam saber que as coisas são diferentes para mim e para eles e como isso é injusto. Se eu puder fazer algo para mudar isso, claro que vou fazer”, acrescentou.

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  • Série

    Criador de Black-ish pode romper com a ABC após censura e ir para a Netflix

    4 de abril de 2018 /

    O roteirista-produtor Kenya Barris, criador das séries “Black-ish” e “Grown-ish” e autor dos roteiros de “Viagem das Garotas” e do novo “Shaft”, estaria ensaiando trocar a TV pelo streaming. A revista The Hollywood Reporter cita múltiplas fontes para afirmar que Barris está tentando romper seu contrato com o ABC Studios, seu lar criativo desde 2015. Essas mesmas fontes garantem que Barris estaria em negociações preliminares para se juntar a Shonda Rhimes e Ryan Murphy num grande acordo com a Netflix. “As conversas são muito reais”, diz uma das gargantas profundas. O ABC Studios e a Netflix se recusaram a comentar. Mas o desconforto do produtor com a rede ABC é notório. No mês passado, por exemplo, a ABC vetou a exibição de um episódio politicamente temático do “Black-ish”, citando “diferenças criativas” com Barris. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem ABC nem eu estávamos felizes com a direção do episódio e concordaram em não colocá-lo no ar”, Barris disse na época. Além disso, a rede não tem apostado em novas criações do roteirista. A ABC recusou “Libby e Malcolm”, série política que seria estrelada por Felicity Huffman e Courtney B. Vance, “Unit Zero”, que mostraria Toni Collette na CIA, além de uma comédia com Alec Baldwin, que foi abandonada após o ator desistir do projeto.

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  • Filme

    Michael B. Jordan vai produzir filme sobre regimento de soldados negros na 2ª Guerra Mundial

    19 de março de 2018 /

    O ator Michael B. Jordan (“Pantera Negra”) vai produzir um filme sobre um regimento do exército americano formado inteiramente por negros, cujo heroísmo durante a 2ª Guerra Mundial ajudou a acabar com a segregação das Forças Armadas nos Estados Unidos O filme será intitulado “The Liberators” e será uma coprodução da Outlier, produtora de Jordan, com o estúdio Safehouse Pictures, com distribuição da Warner Bros. Ele ainda não definiu se também irá estrelar o longa. O roteiro foi escrito por Madison Turner (“O Poder e o Impossível”), mas deve ganhar revisão. Ainda não há diretor definido, cronograma de produção ou previsão de estreia.

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  • Filme

    Episódio da série Black-ish é censurado nos Estados Unidos

    13 de março de 2018 /

    Um episódio da série “Black-ish” foi censurado pela rede americana ABC. O episódio devia ter sido exibido em 27 de fevereiro nos Estados Unidos, mas foi vetado pelo canal devido a “divergências criativas”. A decisão controversa do canal do conglomerado Disney foi abordada num comunicado oficial. “Uma das coisas que sempre fez ‘Black-ish’ tão especial é como a série examina habilmente questões sociais delicadas de uma maneira que simultaneamente entretém e educa”, disse a nota da ABC. “No entanto, neste episódio houve diferenças criativas que não conseguimos resolver”. O criador da série, Kenya Barris, também se manifestou no mesmo comunicado. “Dadas as nossas diferenças criativas, nem a ABC nem eu ficamos felizes com a direção do episódio e concordamos mutuamente em não veiculá-lo”, disse Barris, que também dirigiu o episódio. “‘Black-ish’ é um programa que fala com todos os tipos diferentes de pessoas e os aproxima como comunidade e estou muito orgulhoso da série”, completou. Intitulado “Please, Baby, Please”, o episódio da 4ª temporada da série de comédia foi gravado em novembro. E, segundo a revista Variety, as divergências não foram “criativas”, mas políticas. Nas cenas em que não houve acordo, segundo apurou a Variety, Dre (Anthony Anderson) improvisava uma história de ninar para seu bebê Devante, no qual expressava muitas de suas preocupações sobre o estado atual dos Estados Unidos. Em outra, Dre e seu filho mais velho, Junior (Marcus Scribner), discutiam os direitos dos atletas de se recusarem a se levantar durante a execução do hino nacional nos jogos de futebol americano e se ajoelharem em protesto contra a violência policial. Esta questão virou polêmica após Donald Trump mandar os donos de times demitirem os atletas que tomassem essa atitude. Isto foi em setembro e, desde então, mais e mais atletas tem se ajoelhado.

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  • Série

    Noah Wyle viverá viúvo gay em série dramática produzida pela diretora de Selma

    8 de março de 2018 /

    Noah Wyle vai voltar às séries dramáticas. O eterno Dr. Carter de “Plantão Médico/ER” andou enfrentando discos voadores em “Falling Skies” e artefatos mágicos em “The Librarians”. Mas agora terá que lidar com o bom e velho preconceito, numa produção da cineasta Ava DuVernay (“Selma”, “Uma Dobra no Tempo”). Intitulada “Red Line”, a série trará Wyle num relacionamento gay. Ele é um professor de ensino médio, casado com um médico negro. Entretanto, seu marido é assassinado erroneamente por um policial de Chicago, o que deixa o protagonista viúvo e tendo que cuidar sozinho da filha recém-adotada pelo casal, Jira, de dois anos. O elenco também inclui Noel Fisher (da série “Shameless”), como o policial branco que atira por engano no marido de Wyle. A trama acompanhará as histórias de três famílias conectadas a esse incidente, que são afetadas de diferentes maneiras por ele. “Red Line” foi criada por Caitlin Parrish (roteirista-produtora da série “Supergirl”) e Erica Weiss. As duas codirigiram o drama indie “The View from Tall” (2016) e agora dividem a produção do projeto com DuVernay e Greg Berlanti (o criador de “Supergirl”). Por enquanto, apenas o piloto foi encomendado. Ele precisa ser aprovado pela rede CBS para virar série.

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