PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Série

    Gravações de For Life são suspensas após testes positivos de covid-19

    13 de setembro de 2020 /

    As gravações da 2ª temporada de “For Life” foram interrompidas na sexta-feira (11/9) em Nova York, após vários indivíduos não identificados da equipe testarem positivo para covid-19. Diante disto, a Sony Pictures TV paralisou os trabalhos e, seguindo as regras estaduais de segurança, vai manter a equipe isolada por duas semanas. Em comunicado inicial, o estúdio chegou a afirmar que os testes tinham “resultados inconsistentes”, mas mesmo assim havia decidido suspender as gravações do dia por “excesso de cautela”. A situação mudou após novos testes. “For Life” tinha sido a primeira série a retomar sua produção em Nova York, iniciando os trabalhos de sua 2ª temporada em 26 de agosto. Criada por Hank Steinberg (criador de “The Last Ship”) e produzida pelo rapper Curtis “50 Cent” Jackson (“Power”) para a rede ABC, a série ganhou mais destaque que o previsto pelo seu tema, após os protestos do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) contra o racismo estrutural e a injustiça social. O drama jurídico é inspirado na vida real de Issac Wright Jr., que foi injustamente condenado como traficante, mas teve sua condenação revertida enquanto estava na prisão e se tornou um advogado licenciado. A versão televisiva dessa história traz Nicholas Pinnock (“Counterpart”) como Aaron Wallace, um inocente condenado injustamente que estuda para se tornar advogado na prisão e passa a defender casos de outros presos. Sua busca pela liberdade é impulsionada por seu desejo desesperado de voltar à família que ama – sua esposa e filha – e recuperar a vida que lhe foi roubada pelo sistema racista e injusto. O bom elenco da série ainda inclui Indira Varma (“Game of Thrones”), Joy Bryant (“Parenthood”), Dorian Missick (“Luke Cage”), Tyla Harris (“Six”) e Mary Stuart Masterson (ainda hoje lembrada pelos clássicos “Tomates Verdes Fritos” e “Alguém Muito Especial”). Em entrevistas, Steinberg adiantou que a 2ª temporada deverá refletir mais de perto os protestos raciais do Black Lives Matter, mas também verá Wallace deixando a prisão e tentando se readaptar à sua antiga vida. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma de streaming Paramount+. Veja o trailer abaixo.

    Leia mais
  • Série

    Ator sai de Cara Gente Branca alegando discriminação racial

    12 de setembro de 2020 /

    O ator Jeremy Tardy saiu da série “Cara Gente Branca”, que foi renovada para sua 4ª e última temporada na Netflix. E saiu atirando, alegando racismo da produtora Lionsgate. Trata-se de uma grande ironia, considerando o tema da série. O intérprete de Rashid Bakr divulgou um comunicado em suas redes sociais em que afirma ter sofrido discriminação racial na hora de renegociar seu contrato. Segundo ele, a produtora se recusou a negociar seu salário após receber uma contra-proposta de sua equipe, mas não teve dificuldades para acomodar um colega de elenco branco que conseguiu negociar um valor maior. Leia abaixo a íntegra do comunicado do ator. “Infelizmente não voltarei para a 4ª e última temporada de ‘Cara Gente Branca’ da Netflix por conta da minha experiência com a Lionsgate e suas práticas de discriminação racial. Após receber a oferta para retornar para alguns episódios, minha equipe foi notificada que nossa contra-oferta não seria considerada e que a oferta inicial seria ‘a mais alta e final’. Essa notícia foi perturbadora porque um dos meus colegas brancos – sendo um verdadeiro aliado – revelou que eles fizeram a mesma oferta inicial e negociaram uma contra-oferta de forma satisfatória. Minha equipe revelou essa questão para a Lionsgate e os produtores mantiveram sua posição de que o ator branco estava disponível para negociações enquanto eu não estava – independente dos meus créditos e experiência. Com essa informação, seis membros do elenco recorrente, incluindo eu mesmo, nos organizamos para negar as ofertas iniciais da Lionsgate na segunda-feira 31 de agosto. Nossa intenção foi fazer um movimento poderoso como unidade no processo de negociação e, mais importante, nos posicionarmos no princípio básico de que essa não é simplesmente uma questão monetária. Estávamos todos cientes da notória disparidade salarial entre pessoas negras e nossos colegas brancos nas séries da Netflix e da Lionsgate; então isso deixou o buraco flagrantemente óbvio. Entretanto, nosso poder de barganha coletivo foi minado por ofertas paralelas e falta de transparência. Essas táticas levaram alguns indivíduos a assinar contratos antes de o grupo coletivo receber um processo de negociação justo e igualitário. Essas empresas recentemente lançaram comunicados e até fizeram doações em apoio ao movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). Estou denunciando suas práticas vergonhosas de discriminação e desigualdade racial tendo em mente como eles sempre desvalorizaram e rebaixaram pessoas negras. Ser politicamente correto da boca pra fora com gestos simbólicos não te absolvem da responsabilidade diária de fazer negócios de uma maneira igualitária e justa. O fato de que isso ocorreu nos bastidores de um programa cujo propósito é abordar problemas sistêmicos do racismo e da discriminação só mostra a grande auge da hipocrisia. Lionsgate. Netflix. Eu estou te vendo. Nós estamos te vendo.” Em resposta, a Lionsgate negou as acusações de discriminação. Em seu próprio comunicado, a produtora afirma que a questão foi “uma negociação puramente financeira ligada a termos de contrato. A Lionsgate está comprometida a tratar de forma igualitária todos os seus talentos, independente de raça, gênero, idade ou orientação sexual. Estamos muito orgulhosos de ‘Cara Gente Branca’ e seu espaço na conversa nacional sobre igualdade racial e justiça social, e estamos ansiosos para iniciar a produção da 4ª temporada”. Baseada no aclamado filme independente de mesmo nome, a série satiriza a “América pós-racial” ao retratar a vida de estudantes negros em uma conceituada universidade predominantemente branca. A atração faz um questionamento extensivo do racismo no mundo moderno, sem poupar sequer o pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. A série foi criada pelo diretor e roteirista Justin Simien, responsável pelo longa original, premiado no Festival de Sundance de 2014, e além de explorar questões de raça, também discute classes sociais e sexualidade. Assim como as três temporadas anteriores, a season finale terá 10 episódios. A data de estreia dos capítulos finais ainda não foi divulgada. Unfortunately I will not be joining NETFLIX’s Dear White People for its fourth and final season due to my experience… Publicado por Jeremy Tardy em Sexta-feira, 11 de setembro de 2020

    Leia mais
  • Música

    Spike Lee atualiza clipe clássico de Michael Jackson com cenas de protestos raciais

    29 de agosto de 2020 /

    Spike Lee homenageou Michael Jackson, no dia em que o astro pop completaria 62 anos, com uma nova versão do clipe de “They Don’t Care About Us”, um dos vídeos mais icônicos da carreira do cantor. O novo trabalho acompanha um remix da música, que enfatiza a percussão do grupo Olodum, e é uma paulada. O cineasta intercalou as imagens que ele próprio gravou originalmente na Favela Santa Marta, no Rio de Janeiro, e no Pelourinho, em Salvador, com cenas de outro clipe alternativo, passado numa prisão cenográfica. E atualizou o contexto ao acrescentar registros dos protestos raciais do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) em todo o mundo – do Brasil ao Japão. A nova edição deixa bastante evidente a relevância social da canção. Quando Michael canta que “eles não se importam conosco”, a tela apresenta negros presos ou sofrendo violência da polícia, refletindo os protestos descadeados após a morte do americano George Floyd e que continuam com a perpetuação de ataques mortais contra mulheres e homens negros desarmados. A revolta se expressa no gestual do próprio cantor, que faz cara feia e aponta dedos para a polícia militar brasileira, figurante da gravação. “Grandes canções de protesto não envelhecem, ficam obsoletas ou irrelevantes porque a luta ainda continua. É por isso que ‘They Don’t Care About Us’ é um hino durante a caótica pandemia mundial que nós todos estamos vivendo. Para celebrar o dia do nascimento de Michael Jackson, nós fizemos essa versão do clipe para continuar lutando por igualdade para todos. Fiquem seguros”, disse Spike Lee, em comunicado, sobre a nova versão.

    Leia mais
  • Filme

    Viola, Denzel e equipe do último filme de Chadwick Boseman homenageiam ator

    29 de agosto de 2020 /

    A equipe de “A Voz Suprema do Blues”, título nacional de “Ma Rainey’s Black Bottom”, homenageou o ator Chadwick Boseman, morto na sexta (28/8), que desempenhou seu último papel no filme. Produção da Netflix, “A Voz Suprema do Blues” trata de tensões raciais e blues na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). Em comunicado, Ted Sarandos, co-CEO e Diretor de Conteúdo da Netflix, saudou o ator como “um super-herói na tela e na vida” e elogiou sua dedicação ao trabalho. “É impossível imaginar trabalhar no nível que ele trabalhava enquanto lutava bravamente contra sua doença. Seu legado como pessoa e artista inspirará milhões. Nossos pensamentos e orações estão com ele e sua família durante este momento difícil”, disse o executivo em comunicado. “Trabalhar com Chadwick em ‘Ma Rainey’ foi uma experiência gloriosa. Todos os dias pudemos testemunhar a ferocidade de seu talento e a gentileza de seu coração. Um ser humano verdadeiramente abençoado, amoroso, dotado e generoso”, acrescentou o diretor Wolfe. Produtor do filme, Denzel Washington também prestou sua homenagem. “Ele era uma alma gentil e um artista brilhante que ficará conosco por toda a eternidade através de suas performances icônicas ao longo de sua curta mas ilustre carreira. Deus abençoe Chadwick Boseman”, disse o astro. Já Viola Davis se manifestou nas redes sociais. “Chadwick … sem palavras para expressar minha devastação por ter perdido você. Seu talento, seu espírito, seu coração, sua autenticidade… Foi uma honra trabalhar ao seu lado, conhecê-lo… Descanse em paz, príncipe… Que bandos de anjos te cantem até o teu descanso celestial. Eu te amo!” A Netflix planejava começar a divulgação do filme na segunda (31/8), como uma première digital para a imprensa, seguida por perguntas e respostas para o elenco e o diretor, mas este evento foi cancelado devido à morte inesperada de Boseman. A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Com os planos originais para o filme suspensos, não há, no momento, previsão para seu lançamento em streaming.

    Leia mais
  • Filme

    Netflix cancela divulgação do último filme de Chadwick Boseman

    29 de agosto de 2020 /

    A Netflix cancelou os planos de divulgação de “Ma Rainey’s Black Bottom”, que se tornou o último filme estrelado por Chadwick Boseman, morto na sexta (28/8) de câncer de cólon aos 43 anos. Uma première digital para a imprensa estava marcada para segunda-feira (31/8), que seria acompanhada por uma sessão de perguntas com o elenco e o diretor. “Estamos com o coração partido com a notícia do falecimento de Chadwick Boseman, um ‘verdadeiro lutador’, como sua família o chamou em tributo comovente”, disse a Netflix em comunicado. “Esta é uma perda incrível. Estamos cancelando o evento de pré-estréia de ‘Ma Rainey’s Black Bottom’. Junte-se a nós para enviar seus pensamentos ao dele.” “Ma Rainey’s Black Bottom”, título que faz trocadilho com o “fundo do poço” e a “bunda negra” de Ma Raney, será lançado no Brasil com o título de “A Voz Suprema do Blues”. Ele chegou a ser finalizado e encontra-se pronto para ser lançado. O filme trata de tensões raciais e blues na Chicago de 1927, centrando-se numa disputa entre a cantora Ma Rainey (Viola Davis, vencedora do Oscar por “Fences/Um Limite Entre Nós”), seu trompetista (Boseman) e uma equipe de produtores e empresários brancos. Com produção de Denzel Washington (astro de “Fences”), o longa é dirigido por George C. Wolf (“A Vida Imortal de Henrietta Lacks”) e baseado em uma peça de 1982 do vencedor do Prêmio Pulitzer August Wilson (autor de “Fences”). A trama, adaptada pelo dramaturgo Ruben Santiago-Hudson (“Lackawanna Blues”), reconstitui fatos reais da vida de Gertrude Malissa Nix Pridgett Rainey, a Ma Rainey, que também ficou conhecida como Rainha/Mãe do Blues ao se tornar uma das primeiras cantoras a gravar as próprias composições nos Estados Unidos. O personagem de Boseman é Levee, um trompetista talentoso, mas problemático, que está de olho na namorada de Rainey e também determinado a marcar seu próprio nome na indústria musical. Embora tenha planejado começar já a divulgação do filme, a Netflix teria adiado o lançamento devido à morte inesperada de Boseman e não há previsão para sua chegada ao streaming.

    Leia mais
  • Série

    The Witcher vai ganhar documentário de bastidores. Veja o trailer

    26 de agosto de 2020 /

    A Netflix segue explorando o sucesso “The Witcher” com o lançamento da terceira produção derivada da série. Depois de anunciar um longa animado e uma nova série relacionada ao universo do escritor Andrzej Sapkowski, a plataforma divulgou o trailer de um documentário sobre os bastidores das gravações de 2019, apropriadamente batizado de “The Witcher – Making Of”. O vídeo resume o conteúdo, com depoimentos do elenco e da equipe de produção, além de revelar detalhes das cenas por trás das câmeras, desde as maquiagens e os efeitos até os treinamentos de Henry Cavill para as lutas de espadas. Na série, Henry Cavill (“Batman vs. Superman”) vive Geralt de Rivia, caçador de monstros num mundo de fantasia medieval, onde as pessoas frequentemente se mostram mais maldosas que as próprias criaturas que ele caça. Tudo que ele deseja é ser deixado sozinho e em paz, mas o destino coloca em seu caminho uma poderosa feiticeira e uma jovem princesa com um segredo, e os três precisarão aprender a compartilhar juntos a sobrevivência nesse universo. O papel marca a volta de Cavill às séries. Ele ficou conhecido após estrelar “The Tudors”, entre 2007 e 2010. Desde então, o ator britânico virou um dos astros de maior destaque de Hollywood, não só como Superman em “O Homem de Aço”, “Batman vs Superman” e “Liga da Justiça”, mas também em filmes de ação como “Missão: Impossível – Efeito Fallout” e “O Agente da U.N.C.L.E.”. Já as protagonistas femininas são Freya Allan (da série “Into the Badlands”), escalada como a Princesa Ciri(lla), e Anya Chalotra (“Wanderlust”) como a feiticeira Yennefer. Mas o elenco é vastíssimo e tem vários outros personagens relevantes. Assim como “Game of Thrones”, a série de streaming é baseada numa famosa saga literária de fantasia, criada pelo escritor polonês Andrzej Sapkowski. A diferença é que “The Witcher” foi adaptado para videogame antes de virar série, criando maior expectativa em relação a seu visual. A adaptação está a cargo da roteirista e produtora Lauren Schmidt Hissrich, que exerceu as duas funções nas séries do “Demolidor” e “Os Defensores”. Atualmente, a série está gravando os episódios de sua 2ª temporada, que só vai estrear em 2021. Já “The Witcher – Making Of” ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Série

    The Flash vai escalar novo ator para despedida do Homem-Elástico

    25 de agosto de 2020 /

    O showrunner Eric Wallace, responsável por “The Flash”, explicou como a produção vai lidar com a demissão de Hartley Sawyer, dispensado após o fim da 6ª temporada com o surgimento de vários tuítes ofensivos, que ele escreveu antes de entrar na série. Sawyer interpretava Ralph Dibny, o Homem-Elástico, desde o quarto ano e seu corte repentino poderia deixar situações não resolvidas na trama. Em vez de destacar a novidade na DC FanDome, que ignorou notícias negativas, Wallace deixou para contar tudo o que vai acontecer numa entrevista para a revista Entertainment Weekly. Ele revelou que o personagem será vivido por outro ator e terá menos destaque, podendo aparecer apenas num episódio para concluir sua participação. O plano é tirar o Homem-Elástico do ar logo em seguida. Nos quadrinhos, após ser introduzido nas páginas do Flash, ele se casa com Sue Dearbon, que acaba de entrar na série, e passa a ter suas próprias aventuras, resolvendo crimes com a esposa. “É engraçado. Eu acho que, tecnicamente, será uma ‘re-escalação’, mas o personagem não vai ser uma grande parte da 7ª temporada. Ele só estará ali para encerrar a história de Sue”, disse Wallace. “Sim, alguns podem dizer que é uma re-escalação de elenco, mas nós vamos fazer de uma forma que honre o espírito do personagem, não apenas dando uma conclusão satisfatória para o mistério de Sue, mas também sendo feito com uma boa dose de humor”. Wallace ainda explicou que a troca de intérprete do Homem-Elástico será apresentada como parte do poder do personagem, que, como a série já mostrou, pode mudar de forma. A ideia é inserir o novo ator nos próximos episódios para que os fãs possam se despedir do herói. “Graças aos céus, Ralph é um cara que consegue mudar de rosto e de aparência. Sem dar muitos spoilers, há ainda algumas maneiras pelas quais poderemos ver o Homem-Elástico aparecendo em ao menos um episódio dessa temporada, para encerrar essa história. E isso ainda vai dar a chance de fazer com que os fãs possam se despedir do personagem, ao menos por um futuro próximo”. O produtor não revelou que ator vai substituir Hartley Sawyer no papel.

    Leia mais
  • Série

    The Flash: Trailer da 7ª temporada some com o demitido Homem-Elástico

    22 de agosto de 2020 /

    A rede The CW divulgou o trailer da 7ª temporada de “The Flash”, que combina cenas já vistas com material inédito. A prévia mostra que a série vai retomar a história do ponto em que foi interrompida pela pandemia de covid-19. Além do conflito com a versão feminina do vilão Mestre dos Espelhos (Efrat Dor), o vídeo já registra o sumiço de um dos personagens centrais da série, o Homem-Elástico. Ele não deve voltar a aparecer após a demissão de Hartley Sawyer em junho. O motivo foi o ressurgimento de tuítes antigos contendo referências misóginas e racistas. Escritos antes de Sawyer ingressar na série, os posts eram tentativas de humor com referências à agressões sexuais e repletos de linguagem racista e homofóbica. Sua demissão ocorreu em meio a protestos internacionais contra o racismo, após a morte de George Floyd, em 25 de maio, por policiais brancos nos EUA. Sawyer publicou um pedido de desculpas no Instagram, mas isso não impediu sua demissão, após se tornar um integrante fixo do elenco em 2018. Seu sumiço deve ser abordado no primeiro episódio da nova temporada, que será exibido em 2 de março nos EUA. “The Flash” faz parte da programação do canal pago Warner no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Sacha Baron Cohen é flagrado como Borat em nova gravação

    19 de agosto de 2020 /

    Sacha Baron Cohen foi flagrado em um vídeo caracterizado como Borat, seu personagem mais conhecido, que ele encarnou no filme homônimo de 2006. As imagens registradas nas redes sociais sugerem uma suposta sequência da comédia. Nas imagens, Sacha aparece guiando um veículo em Long Beach, na Califórnia, e é possível vê-lo claramente caracterizado como o personagem. O veículo está montado junto de um caminhão onde operadores de câmeras apontam para o ator. Não há anúncio oficial em relação a uma sequência do filme, que acompanha um jornalista do Cazaquistão enviado aos Estados Unidos para uma grande reportagem sobre a cultura do país. O comediante está realmente gravando um trabalho inédito no momento, mas não está claro qual seu tema. Ele foi flagrado outras vezes aprontando com conservadores, enquanto vestia disfarces diferentes. Em junho, um vídeo registrou sua performance como um cantor caipira barbudo numa convenção da extrema direita americana no Estado de Washington, onde liderou uma cantoria racista. E em julho, o ex-prefeito de Nova York e atual advogado pessoal do presidente Donald Trump, Rudolph Giuliani, chamou a polícia após ter uma entrevista “invadida” pelo comediante. Tudo levava a crer que essas investidas faziam parte de uma nova temporada de “Who Is America?”, programa de pegadinhas do canal pago Showtime, que arranjou várias polêmicas com políticos e líderes da direita americana em seus episódios iniciais, exibidos em 2018. Até ele aparecer como Borat… Just saw a live shooting of Borat driving some yellow hooptie truck in my hood!!! 😂🙌🏾…. pic.twitter.com/NSDmrKgPPe — Switzon S. Wigfall, III (SSWIII) (@switzonthegreat) August 17, 2020

    Leia mais
  • Filme,  Série

    Small Axe: Série de filmes de Steve McQueen sobre luta racial ganha primeiro trailer

    10 de agosto de 2020 /

    A Amazon divulgou o primeiro trailer de “Small Axe”, que apresenta a “série” como uma coleção de cinco filmes dirigidos por Steve McQueen, o cineasta de “12 Anos de Escravidão”. O vídeo foi divulgado no domingo (9/8), data em que se completou 50 anos do evento que ele retrata. Todos os filmes abordarão a luta racial no Reino Unido entre os anos 1960 e 1980, muitas vezes contando com os mesmos personagens. O primeiro vai se chamar “Mangrove”, sobre protestos antirracistas que uniram comunidades oprimidas em Londres em agosto de 1970. Naquele mês, negros e imigrantes sul-asiáticos marcharam juntos em direção a delegacias de polícia, denunciando a brutalidade dos oficiais contra as comunidades não-brancas britânicas. Nove dos líderes ativistas acabaram presos, incluindo os três sócios do restaurante Mangrove, cuja invasão pela polícia foi o estopim para os protestos. O julgamento marcou época. O elenco destaca Letitia Wright (a Shuri de “Pantera Negra”) como líder dos ativistas que protestam contra o racismo policial, além de Shaun Parkes (“Perdidos no Espaço”), Malachi Kirby (“Raízes”), Rochenda Sandall (“Line of Duty”), Jack Lowden (“Duas Rainhas”), Sam Spruell (“The Bastard Executioner”), Gershwyn Eustache Jr. (“Britannia”) e Gary Beadle (“No Coração do Mar”). Apropriadamente, o título do projeto deriva de um provérbio africano usado em todo o Caribe e que ficou famoso ao ser cantado por Bob Marley em 1973: “Se você é a árvore grande, nós somos o machado pequeno” (small axe). “Small Axe” é uma coprodução entre a Amazon e a ABC, e os outros filmes da coleção são intitulados “Lovers Rock”, “Alex Wheatle”, “Education” e “Red, White and Blue”, que é estrelado por John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). “Mangrove” deveria ter sido exibido no cancelado Festival de Cannes. Agora vai abrir o Festival de Nova York, junto com “Lovers Rock” e “Red, White and Blue”, no dia 25 de setembro. A previsão é que eles sejam lançados logo em seguida na BBC e na Amazon.

    Leia mais
  • Série

    Woke: Ator de New Girl “descobre” o racismo em trailer de nova série

    9 de agosto de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e o segundo trailer de “Woke”, nova série de comédia estrelada por Lamorne Morris, o Winston de “New Girl”. A prévia resume a história, que é uma versão exagerada e absurda de fatos reais. “Woke” se inspira na vida e na arte do cartunista Keith Knight (criador da história em quadrinhos “The K Chronicles”) e aborda um tema absolutamente atual: o racismo estrutural. Criada por Knight e Marshall Todd (roteirista de “Uma Turma do Barulho”), a série traz Morris como Keef, um ilustrador e cartunista que vive em San Francisco. Bem-sucedido, ele tem uma visão cor-de-rosa do mundo, até virar alvo de ação racista da polícia. A partir do momento em que sente a dor do preconceito na própria pele, começa a alucinar e ver seus personagens animados onde quer que vá, começando a reconsiderar sua visão de mundo e sua própria arte. O elenco também inclui o comediante T. Murph, a ex-integrante do “Saturday Night Live” Sasheer Zamata e Blake Anderson (da série “Workaholics”). A estreia está marcada para 9 de setembro nos EUA e ainda não há previsão para seu lançamento no Brasil.

    Leia mais
  • Filme

    Macabro combina policial e terror na história dos irmãos necrófilos de Nova Friburgo

    9 de agosto de 2020 /

    Marcos Prado tem uma carreira como diretor bastante curiosa. Sua maior experiência é na produção, tendo sido, inclusive, produtor executivo dos dois “Tropas de Elite”, do José Padilha, além de outros dois documentários famosos desse cineasta. Mas seu trabalho na direção começou com o documentário. Seu primeiro documentário para o cinema, “Estamira” (2004), é o retrato de uma mulher que vive em um lixão do Rio de Janeiro, que tem problemas mentais e filosofa sobre o mundo. Confesso que esse filme me deixou um tanto perturbado. Fiquei ao mesmo tempo temeroso de entender o pensamento da personagem e olhar para seus olhos. E é interessante ver que Prado, depois de uma primeira experiência na ficção com “Paraísos Artificiais” (2012), tenha voltado a lidar com o medo (a experiência do medo em “Estamira” é puramente subjetiva), desta vez deliberadamente, ao contar a história dos “irmãos necrófilos” de Nova Friburgo, que foram notícia nos jornais na década de 1990. “Macabro” foi o primeiro filme inédito a ser lançado comercialmente nestes tempos de pandemia, no circuito dos drive-ins. E só por isso já chama a atenção. Por mais que não tenha conseguido uma recepção de tapete vermelho pela crítica, “Macabro” tem jeito de filme que será, no futuro, reavaliado e visto como um exemplar de suspense/terror/policial marcante e com aspectos valorosos. Prado aproveita uma onda bastante positiva de filmes de gêneros que cresceram consideravelmente no Brasil nos últimos anos. Sem falar que, em comparação com a maioria dos muitos exemplares de horror e suspense estrangeiros que têm chegado ao circuito, ainda ganha pontos por nos aproximar dos acontecimentos. O modo como o filme se inicia, com o protagonista vivido por Renato Góes, o Sargento Téo, cometendo um erro ao atirar em um homem em uma operação na favela, confundindo uma furadeira elétrica com uma arma (baseado em um incidente recente real), é uma maneira de começar já abordando os erros da polícia e a situação de racismo e violência que marcam a sociedade brasileira. Talvez nem precisasse que o cabo vivido por Guilherme Ferraz dissesse duas vezes que ele era o único negro daquela cidade, além da família dos irmãos assassinos procurados, mas talvez sim, seja necessário, para tornar mais didática a situação. Fosse em outra época, muito provavelmente, essa questão racial não seria sequer abordada e o filme focaria especificamente na busca pelos assassinos e estupradores e também em seus atos brutais. Há um pouco de fragilidade no modo como o filme parece querer justificar os atos dos irmãos como atos de vingança após anos de maus tratos. Isso é compensado com a construção de uma atmosfera de medo herdada do cinema de horror, como nas cenas de ataque às vítimas, mostradas sempre no escuro e tornando a aparência de um deles próxima de um monstro, a partir do depoimento de uma sobrevivente. Isso ajuda a enriquecer o mistério, ao trazer a feitiçaria para os crimes. O filme é feliz ao estabelecer um vínculo entre dois personagens em especial: o Sargento Téo e uma ex-namorada da adolescência, Dora (Amanda Grimaldi). Essa relação ajuda a aproximar o público dos personagens e a aumentar a dramaticidade na cena em que Dora é abordada por um dos irmãos. É uma das melhores cenas do filme, ao lado de uma cena de briga de Téo com o coronel da região, realizada com câmera na mão. Por sinal, há também que se destacar a beleza da fotografia, a cargo de Azul Serra (“Turma da Mônica – Laços), que enfatiza a exuberância da paisagem natural de Nova Friburgo.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Zoë Saldaña se diz arrependida por ter vivido Nina Simone no cinema

    5 de agosto de 2020 /

    A atriz Zoë Saldaña (“Guardiões da Galáxia”) se disse arrependida por interpretar Nina Simone na cinebiografia “Nina”, lançada em 2016. Na época da produção, a escalação de Saldaña rendeu polêmica entre ativistas negros, porque a atriz tem pele mais clara e traços latinos, que não condiziam com a negritude da cantora. “Eu nunca deveria ter interpretado Nina. Eu deveria ter feito tudo que podia, na época – porque eu tenho um tipo de poder, embora não seja o mesmo [das pessoas brancas] – para pressionar pela escalação de uma mulher negra para interpretar Nina, que era uma mulher negra excepcionalmente perfeita”, disse a atriz numa live no Instagram, durante conversa com Steven Canals, criador da série “Pose”, cujo tema era justamente afro-latinidade e “colorismo” (discriminação baseada em tons de pele negra). Filha de pai dominicano com raízes haitianas e de mãe porto-riquenha, Saldaña precisou usar maquiagem para escurecer sua pele, além de usar próteses dentárias e próteses para alargar o nariz, de modo a assumir feições afro-americanas. Ela foi bastante criticada por essa “black face”, mesmo sendo negra. Os herdeiros da cantora reforçaram que Zoë “não era negra o suficiente” para o papel e India Arie, que viveu a cantora na série “American Dreams” (em 2003) defendeu que Nina Simone fosse interpretada por Viola Davis, que havia acabado de vencer o Oscar por “Histórias Cruzadas” (2011). Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, India Arie lembrou que a pele escura foi determinante para Nina Simone, não apenas por sua participação destacada nos movimentos civis. “Ela teria tido uma carreira diferente se fosse mais parecida com Lena Horne ou Dorothy Dandridge. Ela poderia ter sido a primeira pianista negra famosa em todo o mundo”, disse. No auge da polêmica, Lisa Simone Kelly, a filha de Nina Simone, veio a público defender Zoë Saldaña, declarando que o problema não estava na atriz, mas nos responsáveis pelo filme, especialmente a diretora e roteirista Cynthia Mort (roteirista do thriller “Valente”), que teria inventado quase toda a história e não recebido aprovação para as filmagens. “Ela [Zoë] claramente trouxe o melhor de si para o projeto e, infelizmente, está sendo atacada por algo que não é sua culpa, pois não é responsável pelas mentiras do roteiro”. A produção também foi acusada de privilegiar o período de decadência da cantora, quando ela enfrentava internações hospitalares por seu alcoolismo e o desinteresse do mercado. No Facebook, a conta de Nina Simone chegou a sugerir um boicote ao longa-metragem, pedindo aos fãs para fazerem suas próprias homenagens, ficando em casa no dia da estreia nos cinemas. Hoje, Zoë Saldaña concorda com todas as críticas. “Na época, eu achei que tinha permissão para interpretá-la, porque sou uma mulher negra. E sou mesmo. Mas estamos falando de Nina, e ela teve uma jornada que deveria ser honrada de forma específica… ela merecia melhor, e eu sinto muito, porque amo a música dela”, acrescentou a atriz. Ela finalizou o assunto fazendo um apelo para Hollywood contar novamente a história da cantora, desta vez com uma atriz afro-americana e apresentando sua importância de forma correta. Ver essa foto no Instagram Zoe Saldana (@zoesaldana) sits down with "Pose" (@poseonfx) creator and executive producer Steven Canals (@stevencanals) to chat about Afro-Latinidad, colorism in the Latinx community, Nina Simone, and more. #AfroLatinx #AfroLatinidad #BESE #ZoeSaldana #StevenCanals #Pose #PoseFX #AfroLatinos #Dominican #PuertoRican Uma publicação compartilhada por BESE (@bese) em 3 de Ago, 2020 às 6:54 PDT

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie