Supergirl encontra um vilão clássico – e apaixonado – dos quadrinhos em novo trailer e fotos
A rede americana CW divulgou 11 fotos e o trailer do próximo episódio de “Supergirl”, que vai lidar com a versão televisiva de Mr. Mxyzptlk, um vilão clássico dos quadrinhos de Superman. Criado por Jerry Siegel e Joe Shuster, sua primeira aparição se deu em 1944. Mas o personagem introduzido na série do canal CW é bem diferente do pequeno duende interdimensional dos quadrinhos. Em vez de um anão idoso, ele é vivido pelo galã Peter Gadiot (série “A Rainha do Sul”). Só que o humor bizarro continua o mesmo. Desta vez, com uma reviravolta. Sua obsessão em criar pegadinhas para enlouquecer o Superman vira uma fixação romântica por Supergirl (Melissa Benoist), com quem ele diz pretender se casar. Por sinal, o nome do episódio é “Mr. e Mrs. Mxyzptlk” (Sr. e Sra. Mxyzptlk) e vai ao ar na segunda (20/2) nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.
Logan tem a première mais aplaudida e a entrevista mais concorrida do festival de Berlim
A première de “Logan” foi uma das sessões mais aplaudidas do Festival de Berlim 2017. E a que gerou mais comoção, com lágrimas escorrendo dos rostos de críticos internacionais, a ponto de aplausos se confundirem com soluços. Muitos ficaram esperando pela cena pós-crédito em busca de um alívio. Mas ela não veio. A entrevista coletiva, com a participação do diretor James Mangold, do astro Hugh Jackman, do veterano Patrick Stewart e da jovem Dafne Keen, também foi a mais concorrida do festival alemão, com dezenas de jornalistas e um número ainda maior de fotógrafos tentando encontrar lugares que não existiam para registrar a opinião dos artistas. Além do tom dramático, a questão da violência excessiva da trama foi tratada com atenção, assim como a impressionante liberdade conferida pela 20th Century Fox para que fizessem uma produção de super-heróis com pegada autoral… e com aquele final. Jackman afirmou que o projeto foi concebido, desde seu primeiro esboço, para ser completamente diferente dos demais filmes dos X-Men. “Sabíamos que esta seria minha última vez no papel, então não queríamos que o filme fosse limitado por um gênero, classificação indicativa ou conexões com longas anteriores. Decidimos também que não seria um filme divertido. Queríamos apenas que fosse um bom filme. Mas o resultado ultrapassou as minhas expectativas”, explicou. “Não posso dizer que vou sentir saudade dele, porque Logan sempre vai viver aqui comigo. E os fãs vão me lembrar dele também”, disse, rindo. “É parte de quem sou. Mas não vou sentir falta da dieta de frango”, brincou, referindo-se à alimentação com base em proteínas para entrar em forma para o papel. “São 17 anos no personagem”, ele continuou, “mas se alguém me perguntasse o que deveria ver da franquia para poder entendê-lo, eu diria que deveria ir diretamente para ‘Logan’, pois foi só com este filme que eu cheguei ao coração de Wolverine. E é muito bom chegar a esta produção sem que ela carregue o estigma de ‘filme de gênero’ ou de ser mais um filme de super-herói. Esta história sobre a formação de uma família é uma carta de amor aos fãs de Wolverine”, completou. Mangold citou “Os Imperdoáveis”, de Clint Eastwood, e outros westerns como principal referência, em vez das habituais histórias em quadrinhos, que, por sua vez, aparecem na trama como metalinguagem. Os trailers já tinham mostrado Logan criticando os gibis que contavam as “aventuras dele”. “Pensamos muito em ‘Os Imperdoáveis’ na concepção do roteiro, com menção específica à figura do pistoleiro vivido por Richard Harris, que tem sua história narrada por um escritor”, explicou Mangold, à respeito da ideia de incluir os quadrinhos na própria história. “Conversei com Hugh e com nossos parceiros sobre o fato de que os feitos dos X-Men, naquele mundo de ficção, seriam tão populares que alguém escreveria sobre eles como heróis folclóricos. Por isso, seria normal que eles virassem personagens de quadrinhos”, contou. O diretor assegurou que não houve interferências do estúdio, apesar do temor dos executivos, confirmado pela presidente da 20th Century Fox Stacey Snider numa convenção desta semana. “Fiz o filme como quis. O estúdio podia ficar assustado por estarmos fazendo algo fora do normal, mas eles nos apoiaram. Deixaram-nos experimentar e para isso é preciso ter coragem. Agradeço-lhes profundamente”. Na trama, que se passa no futuro, Logan aparece envelhecido e perdendo os poderes, mas é convencido pelo Professor Xavier (Patrick Stewart) a realizar uma última missão: levar uma menina mutante (Dafne Keen) para um local seguro, enquanto é perseguido por mercenários. Mas a menina acaba se revelando tão feroz quanto o velho Wolverine, inclusive demonstrando os mesmos poderes – fãs dos quadrinhos e das animações dos X-Men sabem porquê. Indagado se não deveria evitar retratar uma criança assassina num filme, o diretor se defendeu. “Essas crianças são atores. Criamos um ambiente de muito amor. Fazer um filme é muito diferente de ver. Dafne cresceu neste meio e sabe a diferença entre ficção e realidade”, disse. “Agora, este filme não foi feito para crianças, não apenas por causa da violência, mas dos temas, como a natureza da vida e da morte.” Apesar da resposta, o diretor voltou a ser questionado sobre o excesso de violência na trama, que, apesar das restrições etárias, será vista por jovens quando chegar à TV. “Há programas na TV mais violentos e explícitos que os jovens veem. O trabalho de saber o que o seu filho vê não é meu, é seu. O meu é apenas o de fazer filmes. Quando mostramos violência, temos de saber mostrar as consequências. Que a vida acaba, o que hoje é muito ignorado no cinema. Muitas vezes nos filmes morrem centenas de pessoas, mas, como há menos sangue, a violência não é discutida. E é isso que o meu filme faz”, o cineasta respondeu, sob muitos aplausos. “As grandes histórias jogam luz sobre quem somos”, disse Jackman, que lembrou que, além de lidar com as consequências da violência, “‘Logan’ também é um filme sobre família, sobre cuidar dos mais velhos e dos mais jovens”. “O filme mostra um mundo em transformação, em que discutimos se é melhor se separar ou se conectar. Se é mais seguro viver sozinho e isolado de todos ou se, mesmo mais perigosa, a conexão com outros é melhor solução. Espero que o filme tenha essa ressonância”, concluiu. Logan estreia no Brasil em duas semanas, no dia 2 de março.
Tom sombrio de Logan preocupou a Fox, assume presidente do estúdio
Numa rara confissão sobre a forma como os executivos de cinema tomam suas decisões, a presidente da 20th Century Fox, Stacey Snider, revelou que teve muito medo de aprovar “Logan”. Após as críticas negativas recebidas por “X-Men Origens: Wolverine” (2009) e a indiferença em torno de “Wolverine: Imortal” (2013), Snider ainda não estava convencida de que era necessário uma transformação radical na franquia e ficou com o pé atras com a ideia de filmar um longa dramático e sombrio de super-herói, com classificação etária para maiores nos EUA. Em participação na conferência Recode Media, realizada na quinta (16/2) na Califórnia, ela afirmou que os executivos estavam preocupados que o filme fosse “entediante para caramba”, porque não tinha piadas a cada minuto. “Estávamos preocupados com a intensidade e o tom do filme. É como um poema sobre a vida e a morte. O paradigma é de um western, e meus colegas estavam nervosos com relação ao que estava sendo proposto. Não é um filme divertido e sarcástico com um Wolverine furioso que fuma charutos. Isso se tornou nosso grande debate. ‘Será que não vai ficar entediante pra caramba? Não é animador imaginar o Wolverine como um cara de verdade que está cansado do mundo e que não quer mais lutar até que uma garota precise dele?!’”, afirmou. A produção vem sendo vendida como um filme diferente das típicas adaptações de quadrinhos, tanto que tem sua première mundial marcada para esta sexta (17/2) no Festival de Berlim, um feito raro para uma produção de super-heróis. Novamente dirigido por James Mangold (de “Wolverine: Imortal”), “Logan” estreia em 2 de março no Brasil.
Patrick Stewart insinua que ainda não se despediu do Professor Xavier
O ator Patrick Stewart revelou que “Logan” pode não ser seu último filme do universo dos X-Men como o Professor Xavier. Em entrevista ao programa Entertainment Tonight, o ator britânico afirmou: “Hugh [Jackman] levantou essa bandeira de dizer ‘adeus’. Eu ainda não fiz isso.” Hugh Jackman, de fato, afirmou que “Logan” seria seu último trabalho no papel de Wolverine, embora Ryan Reynolds esteja em campanha para convencê-lo a participar de um crossover com Deadpool. O Professor Xavier, por sua vez, tem sido citado como personagem do filme dos Novos Mutantes, mas acreditava-se que seria interpretado por James McAvoy, que assumiu o papel em “X-Men: Primeira Classe” (2011). Para contradizer tudo isso, uma cena do trailer de “Logan” parece sugerir a morte de Charles Xavier. Mas vale lembrar que a trama deste filme se passa no futuro. “Logan” estreia em 2 de março no Brasil.
Millie Bobby Brown aparece em foto do set do novo filme dos Vingadores
Os diretores Joe e Anthony Russo divulgaram uma foto de bastidores de “Vingadores: Guerra Infinita” em seu Instagram. E a imagem causou frisson por trazer a atriz Millie Bobby Brown, intérprete de Onze (Eleven) na série “Stranger Things”. Na foto, ela aparece olhando seriamente para um monitor ao lado dos irmãos Russo. A legenda a apresenta apenas como “Diretora convidada”. Não está claro se a foto realmente tem relação com o filme da Marvel, embora este seja o trabalho dos cineastas no momento. O fato é que as especulações já tomaram conta da internet, sugerindo desde uma simples visita ao set até mesmo um papel como nova super-heroína da Marvel. Há quem aposte na Garota-Esquilo, personagem que aparece em piadas geeks há bastante tempo e que pode até entrar numa vindoura série televisiva sobre o grupo de heróis adolescentes Novos Guerreiros. “Vingadores: Guerra Infinita” já começou a ser filmado, como revelou o primeiro vídeo de bastidores da produção, e estreia em março de 2018, comemorando 10 anos de sucessos do Marvel Studios. Guest director @milliebobbybrown Uma publicação compartilhada por The Russo Brothers (@therussobrothers) em Fev 17, 2017 às 7:25 PST
Jesus é gay na série The Walking Dead
Qual a sexualidade de Jesus? Obviamente, Jesus é gay. O personagem vivido por Tom Payne na série “The Walking Dead” sempre teve sua orientação sexual bastante clara nos quadrinhos. Entretanto, na TV isto não era tão evidente. Assim, para acabar com as dúvidas, o criador dos quadrinhos e produtor da atração televisiva, Robert Kirkman, publicou uma declaração na edição 164 dos gibis, afirmando: “Jesus é gay na TV também”. Vale lembrar que Tom Payne já tinha se assumido anteriormente, em entrevista ao Huffington Post: “Não há motivo para ser diferente na TV. Ele é sim [gay] e qual é o problema? Ele é um cara incrível e que, por acaso, gosta de outros homens”. O próximo episódio de “The Walking Dead” vai ao ar no domingo (19/2) em novo horário no canal pago Fox, às 23h30, devido ao fim do horário de verão.
Sophie Turner confirma presença no próximo X-Men e até no final de Game of Thrones
A atriz Sophie Turner fez duas revelações casuais, que carregam grandes repercussões para os fãs de “X-Men” e “Game of Thrones”. Em entrevista ao site HeyUGuys, no tapete vermelho do BAFTA 2017, ela adiantou que vai começar em breve a filmar a continuação de “X-Men: Apocalipse” (2016). E que – megaspoiler – estará na 8ª temporada de “Game of Thrones”. Ou seja, Sansa sobreviverá aos próximos capítulos. “Estamos prestes a começar as filmagens do novo ‘X-Men’, acabamos as gravações da 7ª temporada de ‘Game of Thrones’, mas tenho ainda uns dois filmes para fazer antes de ‘X-Men’. E então seguirei para a 8ª temporada. Tenho uma agenda lotada de trabalhos”. Além de revelar a sobrevivência de Sansa, a confirmação sobre a filmagem de “X-Men” aponta que a produção seguirá focada no novo grupo de atores introduzido em “X-Men: Apocalipse”. Sophie Turner interpreta a versão jovem de Jean Grey e boatos apontam que a continuação será centrada na transformação de sua personagem na Fênix Negra, história já vista em “X-Men: O Confronto Final” (2006). O longa ainda não foi anunciado oficialmente, mas as filmagens devem iniciar em maio. Já os outros dois filmes citados pela atriz são “Berlin, I Love You”, antologia ao estilo de “Rio, Eu Te Amo”, e o thriller indie “Huntsville”, em que contracena com Jack Kilmer (o filho de Val Kilmer).
Artes conceituais revelam Hulk com trajes de gladiador em Thor: Ragnarok
A Marvel divulgou novas artes conceituais de “Thor: Ragnorak”. Como a primeira arte divulgada, um dos destaques das ilustrações é Hela, a Deusa da Morte, vilã que será vivida pela atriz Cate Blanchett (“Carol”) – e que pelos desenhos seguirá um visual bem próximo dos quadrinhos. A segunda ilustração traz uma luta entre Thor e Hulk, e chama atenção pelo visual de gladiador do monstro esmeralda, que remete à saga do “Planeta Hulk”. Mark Ruffalo vai repetir o papel de Hulk na produção, que também contará com as voltas de Chris Hemsworth como Thor, Tom Hiddleston como Loki, Idris Elba como Heimdall e Anthony Hopkins como Odin, além das estreias de Tessa Thompson (“Creed”) como a heroína Valquíria, Karl Urban (“Star Trek”) como Skurge (que os fãs de quadrinhos conhecem melhor pelo nome de guerra Executor) e Jeff Goldblum (“Independence Day”) como o Grã-Mestre, um imortal viciado em jogos, além de uma participação de Benedict Cumberbatch como o Doutor Estranho. “Thor: Ragnarok” tem estreia prevista para 26 de outubro no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA.
Batman Lego é pirado, divertido e obrigatório para os fãs dos quadrinhos
“Lego Batman – O Filme” é tão surtado quanto “Uma Aventura Lego”, a primeira incursão em longa-metragem da marca de brinquedos e a melhor animação de 2014. Pelo jeito, assim como os games e as animações para a TV, a franquia para o cinema seguirá esse tom pirado, com bobagens das grossas e motivos para muitas risadas. Mas vamos ponderar: no caso de “Uma Aventura Lego”, por concentrar a trama em um personagem inédito, a ousadia não tinha limites. Aqui, a pequena diferença é que estamos falando do Batman, o herói mais popular e provavelmente o mais conhecido dos quadrinhos, então é preciso seguir certas regras. Não que isso impeça a “Lego” de promover uma zoeira. Embora Batman seja ajustado à franquia, sua história, legado, tudo é devidamente referido. E o fato da animação ser uma comédia não significa, necessariamente, que ridiculariza o herói e seu universo. Ao contrário, é quase um processo de terapia para o personagem – a comédia rola solta, mas os realizadores levaram muito a sério (na medida do possível) o passado de Bruce Wayne, o motivo que o levou a se tornar o Batman, a relação com o Coringa e, sobretudo, algo que poucos exploraram sem enfiar na trama romances passageiros com Kim Basinger ou Nicole Kidman: a solidão do Homem-Morcego. Nas entrelinhas, é este o ponto central de “Lego Batman” e o que o torna obrigatório para qualquer fã dos quadrinhos. É para eles que o filme foi feito, com um buffet repleto de referências, incluindo menções aos filmes e séries da história do personagem, levando em conta até o tempo em que Batman está na ativa (ao pé da letra mesmo) e sua eficiência, afinal os vilões acabam sempre voltando mais cedo ou mais tarde. Isso não quer dizer que “Lego Batman” seja perfeito. Lá pelo meio, a animação viaja demais, envolvendo personagens demais, inclusive vilões de outros filmes que não têm nada a ver com as histórias da DC Comics. Legal, mas talvez mais apropriado em “Uma Aventura Lego”, que era um mix de franquias. Entretanto, “Batman Lego” existe neste universo. E é nesse momento que a animação revela suas intenções, como uma boa, criativa e divertida brincadeira de criança, ao misturar peças e bonecos de diferentes coleções da Lego. Vale frisar que, apesar de tanta loucura, o resultado termina muito bem costurado, com um ato final que se preocupa em concluir a situação do Batman solitário em sua Batcaverna. Não dava para esperar menos de Phil Lord e Chris Miller (“Tá Chovendo Hambúrguer” e, claro, “Uma Aventura Lego”) como produtores e Chris McKay (“Frango Robô”) como diretor. “Batman Lego” é muito engraçado e, ao não se levar a sério, evita as verdadeiras palhaçadas que foram os filmes do herói dirigidos por Zack Snyder e Joel Schumacher.
Mel Gibson negocia dirigir Esquadrão Suicida 2
A Warner Bros. Pictures convidou Mel Gibson para dirigir “Esquadrão Suicida 2”. Segundo o site Deadline, o estúdio e Gibson estão em negociações iniciais para que ele assuma o projeto. Ao buscar conferir com suas fontes, o site The Hollywood Reporter descobriu que o cineasta estaria buscando se familiarizar com os personagens e o projeto antes de decidir. O maior entrave é que Gibson nunca dirigiu um trabalho sob encomenda. Todos os seus projetos foram autorais. Por isso, caso Gibson não deseje assinar, o estúdio tem como Plano B o diretor Daniel Espinosa (“Protegendo o Inimigo”) Gibson venceu o Oscar 1996 de Melhor Diretor por “Coração Valente” e está de volta à disputa, concorrendo ao Oscar 2017 por “Até o Último Homem”. David Ayer não vai retornar na continuação, mas foi contratado para assumir “Sereias de Gotham”, um spin-off centrado na Arlequina, personagem de Margot Robbie. “Esquadrão Suicida” não agradou a crítica, mas arrecadou US$ 745 milhões mundialmente.
Livro ensina comunismo nas escolas do Uruguai com desenhos dos Smurfs
Um livro utilizado em algumas escolas particulares de ensino fundamental do Uruguai vem sendo alvo de críticas por recorrer ao desenho dos Smurfs, personagens dos quadrinhos do belga Peyo, para ensinar o sistema comunista. A questão se tornou tão séria que será discutida por autoridades, informou um porta-voz do setor educativo do governo uruguaio. O livro se chama “Uy-XX”, uma publicação da editora Índice, concebido para alunos do 6º ano do ensino fundamental. Segundo o texto, na sociedade comunista, assim como na aldeia dos Smurfs, “ninguém passa fome” e “todos têm casas”. Além disso, na aldeia dos personagens azuis, “o poço de água é para uso coletivo, não é de ninguém e é de todos”. As comparações vão além. “Todos têm obrigações com a comunidade, por exemplo, se encarregam daquilo que sabem fazer. O Smurf cozinheiro cozinhará, o Smurf carpinteiro consertará o que quebrar, e assim cada um da comunidade oferece o seu trabalho e recebe a contribuição dos demais. O comunismo poderia ser uma situação similar”, continua o texto. O livro não faz parte do currículo da educação pública, mas é adotado por algumas escolas particulares, de acordo um porta-voz da Administração Nacional de Educação Pública do Uruguai (Anep). Sua distribuição para crianças do ensino fundamental será abordada durante uma reunião da Anep para analisar “uma futura estratégia em torno deste tipo de publicação” e seus conteúdos. Ao contrário do que o livro ensina, os Smurfs pertencem a uma franquia capitalista muito bem-sucedida. Sua próxima animação, “Os Smurfs e a Vila Perdida”, tem produção da multinacional Sony e estreia em 30 de março no Brasil.
Fofoca: Ben Affleck não quer mais viver Batman no cinema
Uma fofoca alimentada pelo podcast do site americano Collider espalhou que Ben Affleck não quer mais viver Batman nos cinemas. O fuxico foi disparado pelo “expert” John Campea, responsável pelo podcast geek “Film HQ”, que afirma ter recebido a notícia de pelo menos três pessoas diferentes. “Ele não quer mais ser o Batman. Me disseram que ele já está conversando com a Warner Bros. sobre deixar o papel. Se não concordarem, o novo filme do Batman será o último de Ben Affleck como o personagem”, afirmou o produtor, durante o podcast Collider Movie Talk. A bomba foi jogada na internet menos de um mês depois de Affleck anunciar oficialmente sua desistência do cargo de diretor do novo filme do Batman. O ator e diretor estaria passando por uma crise pessoal, após as críticas negativas a sua interpretação do herói em “Batman vs. Superman” e de ver seu trabalho mais recente, “A Lei da Noite”, fracassar nas bilheterias, com um prejuízo de US$ 75 milhões para a Warner Bros. Affleck teria decidido dar um tempo e não acumular mais funções, evitando dirigir e atuar ao mesmo tempo. No comunicado oficial em que informou que não dirigiria Batman, ele deixou claro que preferia se concentrar em apenas um aspecto da produção, que no caso será sua atuação como o super-herói da DC Comics. “Interpretar estes personagens exige concentração, paixão e o melhor desempenho que posso dar. Ficou claro que não posso fazer dos dois trabalhos no nível que exigem”, disse Affleck na ocasião, ressaltando que continuava “extremamente comprometido” com o projeto. Affleck voltará a vestir máscara e capa em “Liga da Justiça”, que estreia em novembro com direção de Zack Snyder (“Batman vs. Superman”). Já o filme solo do Batman será dirigido por Matt Reeves (“Planeta dos Macacos: O Confronto”) e não deve manter seu lançamento previsto para 2018.
Lucifer é renovada para sua 3ª temporada
A rede americana Fox anunciou a renovação da série “Lucifer” para sua 3ª temporada. “Lúcifer é um daqueles programas raros que começa forte e mantém-se cada vez melhor e melhor”, disse o presidente de entretenimento da Fox, David Madden, no comunicado que anunciou a renovação. “Tom, Lauren e todo o elenco realmente fizeram esses personagens tridimensionais, e a equipe de produção – Jerry, Len, Jonathan, Joe e Ildy – é uma das melhores do setor”, exaltou. A série é apenas vagamente inspirada nos quadrinhos da Vertigo, a divisão adulta da DC Comics, e foi desenvolvida pelo roteirista e produtor Tom Kapinos (criador da série “Californication”), que acabou substituído com a entrada de dois pesos pesados na produção, o cineasta Len Wiseman (diretor de “Anjos da Noite” e co-criador de “Sleepy Hollow”) e o produtor Jerry Brukheimer (“Piratas do Caribe” e “CSI”). Repleta de personagens que não existem nos quadrinhos, a produção é estrelada por Tom Ellis como Lucifer e Lauren Germain como a detetive Decker. Atualmente em hiato, a série retornará em maio para completar sua 2ª temporada. Já os novos 22 episódios da 3ª temporada devem estrear no outono americano, entre setembro e novembro.












