Planeta Estranho: Nova animação do criador de “Rick & Morty” ganha data de estreia
A Apple TV+ definiu o lançamento de “Planeta Estranho” (Strange Planet), sua nova animação adulta, para 9 de agosto. A série, baseada nos quadrinhos homônimos do cartunista Nathan W. Pyle, foi anunciada há cerca de dois anos e chegará ao streaming com produção de Dan Harmon, criador de “Community” e “Rick & Morty”. A narrativa é centrada em criaturas azuis que habitam um planeta muito semelhante ao nosso, passando por situações bastante comuns da vida humana de uma forma bem-humorada. Por exemplo, dentes são denominados “pedras da boca”, e um simples espirro é conhecido como “explosões de fluidos faciais”. E se um gato ronronar, é sinal de que está funcionando. Embora o enredo da série ainda não tenha sido divulgado, espera-se que mantenha a essência peculiar e humorística das histórias em quadrinhos. O principal desafio é como traduzir para a televisão a curiosidade e as expressões verbais dos personagens que, nos quadrinhos, são interpretadas de acordo com a imaginação do leitor. Mais detalhes da produção A animação conta com um elenco de dublagem composto por Tunde Adebimpe (“O Casamento de Rachel”), Demi Adejuyigbe (“The Amber Ruffin Show”), Hannah Einbinder (“Hacks”), Lori Tan Chinn (“Awkwafina Is Nora From Queens”) e Danny Pudi (“Community”). Além de Dan Harmon e o autor dos quadrinhos, a lista de produtores inclui Alex Bulkley (“Pinóquio por Guillermo del Toro”), Lauren Pomerantz (“Saturday Night Live”), Amalia Levari (“O Segredo Além do Jardim”), Steve Levy (“Rick & Morty”) e Taylor Alexy Pyle, esposa e musa do cartunista. A série é uma produção conjunta do Apple Studios e ShadowMachine. Os episódios de “Planeta Estranho” serão lançados semanalmente, todas as quartas-feiras, até a conclusão da temporada em 27 de setembro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Strange Planet (@nathanwpylestrangeplanet)
10 Séries: Produções brasileiras dominam programação da semana
Metade da lista de séries da primeira semana de julho é formada por produções brasileiras, voltadas ao público adolescente e infantil, com destaque para “De Volta aos 15”, a atração de Maisa na Netflix. Entre as opções para adultos, contam-se a volta de “O Poder e a Lei”, também na Netflix, e a estreia de “Os Horrores de Dolores Rouch”, na Prime Video. Confira abaixo a seleção com os 10 títulos novos que mais chamam atenção na programação semanal de streaming. | DE VOLTA AOS 15 | NETFLIX A série estrelada por Maisa e Camila Queiroz é uma espécie de “De Repente 30” às avessas. Adaptação do livro homônimo de Bruna Vieira, a trama gira em torno de Anita, que num momento de crise com a vida adulta deseja poder mudar várias decisões do passado para ter uma vida melhor. Assim, de uma hora para outra, ela se vê de volta à época em que tinha 15 anos de idade. E rapidamente decide mudar algumas coisas do passado para melhorar sua vida e de seus amigos, geralmente com resultados desastrosos no presente. A 2ª temporada introduz uma reviravolta: um novo viajante no tempo. Além de Anita (Camila Queiroz/Maisa), agora Joel (Antonio Carrara/Gabriel Stauffer) também consegue voltar ao passado. Tudo acontece aquando Anita de 30 anos resolve voltar novamente aos 15 para tentar consertar a vida da irmã, Luiza (Amanda Azevedo/Mariana Rios). Contudo, Joel consegue acessar a conta da amiga no Floguinho e, assim, também se torna um viajante no tempo. Só que sua presença altera os fatos do passado e acaba com todas as mudanças positivas feitas por Anita. | A VIDA PELA FRENTE – PARTE 2 | GLOBOPLAY A Globoplay estreia a Parte 2, com os episódios finais dessa representação intensa da adolescência no final dos anos 1990 no Rio de Janeiro. A nova série brasileira acompanha a jornada de Liz (interpretada por Nina Tomsic), uma estudante do ensino médio que se muda para uma escola de elite e é absorvida por um grupo diversificado de amigos. Tal como em “Elite”, a história é impulsionada por uma tragédia – a morte de uma das amigas do grupo, Beta (Flora Camolese) – e a incerteza sobre se foi um acidente ou suicídio. O enredo mistura flashbacks e momentos atuais para explorar as circunstâncias em torno da morte de Beta e o impacto em todos os envolvidos, um dispositivo narrativo também usado em “Elite”. A série também não foge de cenas fortes e sem censura, apresentando o consumo de drogas e a energia sexual dos jovens de forma bastante direta. Mas tem sua própria identidade, graças ao fato de ser inspirada pelas vivências das criadoras e amigas de infância Leandra Leal, Rita Toledo e Carol Benjamin, que narram as angústias que experimentaram às vésperas do bug do milênio. A trilha sonora, composta por sucessos das décadas de 1990 e 2000, contribui para o tom nostálgico. A produção combina um misto de jovens talentos e veteranos consagrados, como Ângelo Antônio, Stella Rabello, Gustavo Vaz, e a própria Leandra Leal, e foi lançada em dois blocos de cinco episódios, com o segundo lançado na quinta (6/7). | O PODER E A LEI 2 | NETFLIX Baseada na franquia literária “The Lincoln Lawyer” de Michael Connelly, a série acompanha o advogado Mickey Haller (Manuel Garcia-Rulfo), que nos novos episódios vai misturar sua vida romântica com o trabalho para defender um interesse amoroso na Justiça. A atriz Lana Parilla, conhecida por viver a Rainha Má na série de fantasia “Once Upon A Time”, é quem rouba o coração do protagonista. No trama, ela interpreta Lisa Trammell, uma chef de cozinha querida pela comunidade que ajuda os necessitados, mas que acaba sendo presa e acusada de assassinar um banqueiro explorador. Esta não é a primeira vez que o personagem de Connelly chega às telas. Anteriormente, a obra foi adaptada no filme “O Poder e a Lei” (2011), estrelado por Matthew McConaughey. Para não repetir a história apresentada no longa, a série teve como ponto de partida o segundo livro da franquia literária, “O Veredicto de Chumbo”. Já a 2ª temporada vai pular o terceiro volume para adaptar o quarto livro, “A Quinta Testemunha”. A produção é de David E. Kelley, o prolífico produtor-roteirista que criou “Big Little Lies”, “The Undoing”, “Big Sky” e “Nove Desconhecidos”, entre muitas outras séries. Seu parceiro no projeto é o co-roteirista e showrunner Ted Humphrey (“The Good Wife”). Além de Manuel Garcia-Rulfo (“O Pior Vizinho do Mundo”) no papel principal, o elenco destaca Neve Campbell (“Pânico”) como a primeira ex-esposa de Mickey, Krista Warner (“Priorities”) como a filha adolescente do ex-casal e Becki Newton (“Ugly Betty”) como a segundo ex-esposa. Um detalhe interessante é que as ex-mulheres também trabalham com Direito e acabam se envolvendo nos casos do advogado, tanto para auxiliar em relação à defesa quanto para enfrentá-lo nas acusações contra seus clientes. | OS HORRORES DE DOLORES ROACH | AMAZON PRIME VIDEO A comédia de terror traz Justina Machado (“One Day at a Time”) como a personagem do título, uma mulher recém-liberada da prisão que, após ficar presa injustamente por 16 anos, precisa recomeçar a vida do zero. Ao retornar ao seu bairro, Dolores reencontra um antigo amigo, Luis (Alejandro Hernández), que a acolhe permitindo que trabalhe como massagista no porão de sua loja de empanadas. No entanto, quando Dolores tem sua renda ameaçada, ela é levada a extremos para sobreviver. Criação de Dara Resnik (produtora executiva em “Demolidor”) e Aaron Mark (produziu episódio em “Into the Dark”), a série é baseada num podcast homônimo de sucesso do Spotify, e sua história grotesca envolve até canibalismo. | CELEBRITY | NETFLIX O K-drama gira em torno de Seo Ah-ri (interpretada por Park Gyu-young, de “Sweet Home”), uma influenciadora que conquista a fama de maneira quase acidental. Ex-rica, que ficou arruinada devido à falência do negócio do pai, ela ganha a vida vendendo cosméticos baratos de porta em porta. A necessidade de escapar das circunstâncias em que ela e a mãe se encontram a conduz por uma jornada de traição e fama através das redes sociais. No entanto, ao final do primeiro episódio, o verdadeiro gancho da série é revelado e, de repente, todos na abastada rede de influenciadores sociais se revelam como potenciais assassinos. Mesmo que parte dos episódios seja focado em frivolidades, “Celebrity” combina um bom mistério em sua crítica à atual cultura de influencers, obcecada pela fama a qualquer preço. | VEJO VOCÊ NA PRÓXIMA VIDA | NETFLIX A comédia romântica sul-coreana é centrada em Ban Ji-eum (interpretada por Shin Hye-sun, de “Inocência”), uma mulher que se lembra de suas vidas passadas e está atualmente vivendo sua 19ª vida. Em sua vida anterior, ela prometeu nunca abandonar Mun Seo-ha (interpretado na versão adulta por Ahn Bo-hyun, de “Undercover”), um amigo próximo que acabou se envolvendo em um trágico acidente. Em sua vida atual, ela está determinada a encontrar Seo-ha e, após muitos anos de busca, finalmente descobre seu paradeiro. A trama se desenrola quando Ban Ji-eum se infiltra na vida de Seo-ha, entrando para trabalhar na mesma empresa que ele e tentando, aos poucos, convencê-lo de sua promessa passada e do vínculo inquebrável que compartilharam. A série, adaptada de uma webtoon de mesmo nome, destaca-se por não complicar sua premissa de reencarnação, tornando-a acessível aos espectadores. A equipe técnica conta com a direção de Lee Na-jeong, que trabalhou em séries conhecidas como “Fight For My Way” e “Love Alarm”, e embora possa cair em território familiar dos dramas românticos coreanos, também tem a oportunidade de explorar novos caminhos enquanto Ji-eum tenta convencer Seo-ha de sua verdadeira identidade. | USE SUA VOZ | HBO MAX Projetada para o público infanto-juvenil, a atração é protagonizada pelo grupo musical BFF Girls, formado por Bia Torres, Laura Castro e Giu Nassa na 1ª temporada do “The Voice Kids”. A trama acontece no Colégio Use Sua Voz, onde, após um misterioso apagão nas vésperas das audições do Núcleo Musical da escola, alunos e professores unem-se para descobrir quem está sabotando as apresentações. Apesar do mistério, a série é imbuída de humor e leveza infantil. As personagens interpretadas pelas integrantes do BFF Girls foram inspiradas diretamente nas personalidades das próprias artistas, trazendo autenticidade e proximidade com o público-alvo. Além disso, Bia, Laura e Giu foram essenciais na roteirização da série, contribuindo com suas perspectivas e ideias, principalmente em questões musicais. Este envolvimento na criação reflete na trilha sonora de “Use Sua Voz”, composta por músicas inéditas do grupo, que abordam temas como empoderamento feminino, amizade, diversidade e amor, explorando gêneros como pop, rock, R&B e música eletrônica. Além das protagonistas, o elenco conta com nomes reconhecidos como Robson Nunes (“Auto Posto”), Sérgio Loroza (“Barba, Cabelo e Bigode”), Fafy Siqueira (“Juntos e Enrolados”) e Marianna Armellini (“El Presidente”), além de participações das cantoras MC Soffia e Karin Hils (do Rouge). A direção é de Adolpho Knauth (“O Melhor Verão das Nossas Vidas”). | MARCELO, MARMELO, MARTELO | PARAMOUNT+ A série infantil é baseada na obra homônima de Ruth Rocha sobre um menino criativo que defende seu jeito próprio de falar, pensar e se vestir. Dirigida por Eduardo Vaisman (“Nada Suspeitos”), a produção acompanha Marcelo e seu estilo peculiar para inventar palavras ao lado de seus três melhores amigos no bairro do Caramelo: Catapimba, o mais rápido jogador de futebol; Teresinha, menina muito organizada; e Gabriela, que é superinteligente e tem o chute mais poderoso do bairro. Vale mencionar que esta é a primeira vez que Ruth Rocha concordou que seus personagens clássicos, criados em 1976, fossem retratados nas telas. Com roteiro de Alice Gomes (“A Última Abolição”) e Thamires S. Gomes (“Tô de Graça”), a série conta com elenco mirim liderado por Enzo Rosetti, Davi Martins, Lara Capuzzo e Rihanna Barbosa. Ao lado deles, atores experientes como Antoniela Canto (“A Pedra da Serpente”), Billy Saga (“The Prisoner’s Dilemma”), Karin Hils (“A Infância de Romeu e Julieta”), Oscar Filho (“Carrossel 2”), Priscila Sol (“Carinha de Anjo”) e Theo Werneck (“O Homem Cordial) dão vida aos personagens adultos. “Marcelo, Marmelo, Martelo” também foi um dos últimos trabalhos da atriz Marcia Manfredini (“A Grande Família”), que faleceu em dezembro de 2022, aos 62 anos. | ACORDA, CARLO! | NETFLIX A nova animação do criador do “Irmão do Jorel” acompanha Carlo, garotinho de sete anos que cai em um feitiço e dorme por 22 anos. Quando ele acorda, percebe que tudo mudou, inclusive seus melhores amigos. Enquanto ele continua criança, eles viraram adultos sérios. São também um monstro e uma passarinha. Sem desistir de reconquistar os amigos, ele usa sua positividade, inocência e total desconhecimento dos instintos básicos da vida para inspirá-los a retomar sua juventude e se divertirem junto com ele. A série tem 13 episódios, é dirigida por Juliano Enrico (o criador do “Irmão do Jorel”) e produzida pelo Copa Studio, com Zé Brandão e Vivian Amadio na produção. Os episódios contam com direção de voz de Melissa Garcia e produção musical de Zé Ruivo, que também fazem parte do mesmo time criativo de “Irmão do Jorel”. | MINHAS AVENTURAS COM SUPERMAN | HBO MAX A série animada apresenta uma nova abordagem para o personagem icônico da DC. O enredo segue as aventuras do jovem Clark Kent (dublado por Jack Quaid, de “The Boys”) e seus amigos Lois Lane (Alice Lee, de “Zoey e a Sua Fantástica Playlist”) e Jimmy Olsen (Ishmel Sahid, de “Cousins for Life”), enquanto navegam pelo começo de suas carreiras e desafios pessoais. Ao mesmo tempo, Clark também está no início de sua jornada para se tornar o Superman, ainda descobrindo a extensão de seus poderes e como equilibrá-los com sua identidade humana. Na narrativa, Clark acabou de conseguir um estágio no Daily Planet, junto com seu melhor amigo e colega de quarto, Jimmy, onde conhecem a ligeiramente mais experiente estagiária Lois e formam um trio próximo, diferente da dinâmica tradicional de herói/ajudante/interesse...
Benedict Cumberbatch diz que voltará a viver Doutor Estranho no ano que vem
O ator Benedict Cumberbatch já agendou a volta do Doutor Estranho ao MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês). O ator sugeriu seu retorno já no ano que vem. “Existem alguns projetos da Marvel sendo feitos no próximo ano”, disse Cumberbatch ao participar da JW3 Speaker Series, ao ser perguntado sobre seus próximos projetos – que ainda incluem o papel de Peter Seeger em “A Complete Unknown”, cinebiografia de Bob Dylan que será estrelada por Timothée Chalamet (“Duna”). Não está claro se Cumberbatch estava se referindo a um novo filme do Doutor Estranho ou a uma aparição em outro filme ou série do estúdio, mas ele contou uma história pitoresca sobre um sem teto que inspirou “O Pescador de Ilusões” (1991) lhe dizer que ele trabalharia com Harrison Ford em Washington nas filmagens do próximo “Vingadores”. “Provavelmente essa conversa está acontecendo agora com Kevin Feige, falando para pessoas mais do que eu sei. Mas estou pronto e mal posso esperar”. Cumberbatch interpretou o Dr. Stephen Strange pela primeira vez no filme “Doutor Estranho” de 2016, reprisando seu papel em “Thor: Ragnarok” (2017), “Vingadores: Guerra Infinita” (2018), “Vingadores: Ultimato” (2019), a série “What If…? (2021), “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa” (2021) e “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” (2022). A cena pós-crédito do último filme sugeriu um possível futuro para o místico. Nela, Charlize Theron interpreta uma personagem chamada Clea e diz ao Doutor Estranho que “ele causou uma incursão e vamos consertar”. Quando Clea pergunta ao herói se ele está com medo, ele diz: “Nem um pouco”. Em uma entrevista ao Gizmodo, o roteirista de “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura”, Michael Waldron, ponderou o futuro do personagem: “Sabíamos que queríamos apresentar Clea. Ela é o grande amor do Doutor Estranho nos quadrinhos e senti que ele não estava no ponto, no início de nosso filme, para encontrar o amor de sua vida. Parecia que tínhamos que fechar o ciclo com ele e Christine Palmer. E então, depois que ela deu a ele sua sabedoria para não ter medo de amar alguém, começamos a provocar o que pode acontecer com ele e Clea”.
Imagem vazada pode ter revelado par romântico de Capitã Marvel em “As Marvels”
A Capitã Marvel pode ter um interesse amoroso em “As Marvels”. Os rumores ganharam força com o vazamento da linha de brinquedos temática do filme produzida para a rede McDonald’s. Além de mostrar o visual das personagens conhecidas, a imagem que circula na internet também indica um par romântico da Capitã Marvel no novo filme. No Twitter, uma conta compartilhou uma lista dos brinquedos de “As Marvels” produzidos para distribuição no fast food. Os personagens aparecem listados como Capitã Marvel, Fóton, Miss Marvel, Supremor Kree Dar-Benn, Nick Fury, Goose, Princesa Carol e Príncipe Yan – o grande destaque. Nos quadrinhos, a heroína concorda em se casar com o Príncipe Yan por motivos políticos, visando o bem do planeta de seu amado, mas com a condição de que ele pudesse escolher sua noiva em vez de ser forçado a um casamento arranjado. Com isso, os dois acabam se apaixonando. Há meses, os fãs apontam que ele seria o personagem não confirmado do ator Park Seo-Joon (“Parasita”), que já apareceu nas prévias divulgadas pela Marvel. Nos trailers, também é possível reparar em uma cena em que todos estão dançando, enquanto Carol Danvers (Brie Larson), Kamala Khan (Iman Vellani) e Monica Rambeau (Teyonah Parris) usam roupas normais. No entanto, Danvers logo aparece usando um chapéu alegórico, que pode indicar alguma cerimônia intergaláctica. Casamento da Capitão Marvel? Com a revelação dos brinquedos, os internautas apontam não apenas a confirmação de Seo-Joon como Príncipe, mas também que haverá um casamento. Afinal, um dos bonecos é intitulado “Princesa Carol”, o que sugere que os rumores dele se tornar “marido” da heroína no filme também sejam verdadeiros. No primeiro filme da Capitã Marvel, os produtores fizeram questão de evitar o envolvimento romântico da personagem. Por isso, os fãs ficaram surpresos quando surgiram os primeiros rumores de que ela teria um marido na sequência. Vale mencionar que o personagem de Seo-Joon apareceu pouquíssimas vezes nos quadrinhos, o que concede mais liberdade criativas aos roteiristas sobre o que fazer com Yan nas telonas. A sequência acompanha Carol Danvers após ter sua identidade recuperada da tirania Kree, num encontro com Monica Rambeau e Kamala Khan, a Ms. Marvel. Embora não há muitos detalhes oficiais sobre a trama, já foram vazadas possíveis cenas pós-créditos do filme. “As Marvels” chega aos cinemas brasileiros no dia 9 de novembro. THE MARVELS LLEGARA A MCDONALDS Se revelaron las figuras que tendrá McDonalds en su cajita feliz 🍔🍟 próximamente ▪️Captain Marvel▪️Photon▪️Ms Marvel▪️Dar-benn/kree supremo▪️Nick Fury▪️Principe yan▪️Goose▪️Princesa Carol#TheMarvels #CaptainMarvel pic.twitter.com/hQn8p6oI4y — Captain Marvel Vzla (@CaptMarvelVzla) June 28, 2023
Anime baseado no Esquadrão Suicida ganha primeiro teaser
A Warner Bros. do Japão divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Suicide Squad ISEKAI”, um anime do Esquadrão Suicida, durante a Anime Expo 2023. A animação é produzida pelo Wit Studio, responsável por “Ataque dos Titãs”. A prévia sugere que a trama deve focar na Arlequina e no Coringa, mas não há uma sinopse oficial. A palavra isekai, presente no título, significa “outro mundo” e costuma ser usada para definir animes que envolvem personagens transportados para universos mágicos. O design dos personagens é de Akira Amano, responsável pelo visual da franquia “Psycho-Pass”. Os roteiros foram escritos por Tappei Nagatsuki e Eiji Umehara (ambos de “Vivy: Fluorite Eye’s Song”) e a direção está a cargo de Eri Osada (“The World’s Finest Assassin”). “Suicide Squad ISEKAI” ainda não tem previsão de estreia. 💗#SuicideSquadISEKAI💙 Harley Quinn, The Joker, and the Suicide Squad cause havoc in ISEKAI*, an all-new original anime series from Warner Bros. Japan and WIT Studio! *ISEKAI(異世界): Term for “another world” in Japanese! ⚔️ 🐲 pic.twitter.com/s2s1xWvfy7 — DC (@DCOfficial) July 3, 2023
Live-action de “One Piece” terá opção de dublagem com vozes do anime original japonês
A aguardada adaptação em live-action de “One Piece” para a Netflix trará um toque nostálgico e familiar para os fãs do anime: as vozes originais do desenho poderão ser ouvidas, reprisando seus papéis, na opção de dublagem em japonês. A novidade foi anunciada durante o Anime Expo 2023 em Los Angeles, onde os fãs assistiram a um vídeo de Mayumi Tanaka, a voz original de Monkey D. Luffy, dando as boas-vindas a Iñaki Godoy no papel do líder dos Chapéus de Palha. Tanaka expressou seu entusiasmo em retomar seu papel, dizendo: “Estou dublando Luffy há mais de 23 anos e acredito que todos tenham um pouquinho de Luffy em seus corações. Iñaki, que interpreta Luffy nesta série live-action, é tão divertido e alegre que realmente faz um Luffy perfeito! Estou muito feliz em poder dublar Luffy nesta adaptação também”. Além de Tanaka, o elenco completo de dubladores originais japoneses inclui Kazuya Nakai como Roronoa Zoro, Akemi Okamura como Nami, Kappei Yamaguchi como Usopp e Hiroaki Hirata como Sanji. Baseada no mangá de Eiichiro Oda, “One Piece” segue a história de Monkey D. Luffy, um jovem aventureiro que sempre sonhou com uma vida de liberdade e se envolve na caça de um tesouro lendário de piratas. Quando estava para ser executado, o Rei dos Piratas, Gold Roger, revelou ao mundo a existência da fortuna que mantinha em segredo, motivando a cobiça de dezenas que se lançam a sua caça, sonhando com fama e riqueza imensuráveis. Luffy parte de sua pequena vila em uma jornada perigosa para encontrar o tesouro One Piece e se tornar o novo Rei dos Piratas. Mas, para encontrar o prêmio supremo, precisa reunir a tripulação que sempre desejou (os Chapéus de Palha) antes de encontrar um navio para navegar, vasculhando cada canto dos vastos mares, superar outros Marinheiros e enganar rivais perigosos a cada milha navegada. O sucesso dos quadrinhos, publicados desde 1997 no Japão, só não é maior que seu desenho animado, produzido até hoje, com mais de 900 episódios. O ator mexicano Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”) interpreta Luffy e o elenco da adaptação também destaca Mackenyu (“Samurai X: O Final”), Emily Rudd (trilogia “Rua do Medo”), Jacob Gibson (“Greanleaf”), Taz Skylar (“Villain”), Peter Gadiot (“Yellowjackets”), Stevel Marc (“O Mauritano”), Jacob Gibson (“Greenleaf”), McKinley Belcher III (“Ozark”) e Jeff Ward (“Agents of Shield”). Desenvolvida pelos showrunners Matt Owens (“Luke Cage”) e Steven Maeda (que escreveu episódios de “Arquivo X” e “Lost”), a série estreia em 31 de agosto. TAGS:
“Indiana Jones” fatura menos que “The Flash” em estreia mundial
A última aventura de Indiana Jones não impressionou o público de cinema. A estreia de “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” faturou “apenas” US$ 60 milhões durante o fim de semana nos EUA e Canadá. Nas bilheterias internacionais, o Reino Unido liderou com US$ 8,9 milhões, seguido por França, Japão, Coreia do Sul e Alemanha. Mas o filme fracassou na China, arrecadando apenas US$ 2,3 milhões. Com isso, a bilheteria total ficou em US$ 130 milhões em todo o mundo. O valor é menor que a estreia mundial de “The Flash”, considerada um fracasso para a Warner – o filme do super-herói abriu com US$ 139 milhões globalmente. Além disso, “Indiana Jones e a Relíquia do Destino” também teve desempenho pior que outros filmes “complicados” da Luscafilm. O fiasco de “Han Solo: Uma História Star Wars” teve uma abertura doméstica de US$ 84,4 milhões. E até o mal falado filme anterior da franquia, “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, estreou com US$ 100 milhões na América do Norte. Há 15 anos. Custos elevados e críticas negativas Agravando a situação, a produção teve um custo elevado de quase US$ 300 milhões, mais US$ 100 milhões em despesas de P&A (cópias e publicidade), o que dá a seu começo um indício de prejuízo financeiro de centenas de milhões de dólares, mesmo diante do feriado de 4 de julho nos Estados Unidos. Projeções do mercado indicam que o filme, dirigido por James Mangold, deverá terminar a terça-feira com um total doméstico de US$ 82 milhões. O principal problema é que o longa não recebeu recomendações positivas. O boca a boca foi prejudicado por um nota B+ no CinemaScore (pesquisa na saída dos cinemas) e críticas mornas, que lhe renderam 68% de aprovação no Rotten Tomatoes. A nota é bem mais baixa que os 77% de “Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”, até então considerado o mais fraco da franquia, e se encontra na média de “The Flash” (64%), considerado uma decepção pelo hype gerado por seu estúdio. Outras decepções Apesar das atenções voltadas para “Indiana Jones”, o fim de semana teve outra estreia ampla, que fracassou de forma ainda mais contundente. A animação “Ruby Marinho – Monstro Adolescente” amargou a 6ª posição, arrecadando US$ 5,2 milhões. No mercado externo, o filme abriu com US$ 7,6 milhões, o que somou US$ 12,8 milhões mundiais. Trata-se de um desempenho pífio para uma produção de orçamento de US$ 70 milhões. Pior destino teve “The Flash”, que desabou de forma acelerada em sua terceira semana em cartaz. A produção da Warner sofreu uma queda de 67% em sua arrecadação, faturando apenas US$ 5 milhões, o equivalente ao 8º lugar na América do Norte. De forma simbólica, o filme ainda não conseguiu atingir a marca de US$ 100 milhões domésticos. Em todo o mundo, soma US$ 245 milhões. O Top 5 das bilheterias dos EUA Entre as demais exibições, “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” garantiu o 2º lugar nas bilheterias norte-americanas com US$ 11,5 milhões, acumulando um total doméstico de US$ 339,9 milhões e US$ 607,3 milhões mundiais. Em 3º lugar, “Elementos” demonstrou resiliência após um início problemático, faturando US$ 11,3 milhões para um total de US$ 88,8 milhões nos EUA e US$ 186,8 milhões globais. Mas a Disney ainda precisa dobrar esse montante para pensar em equilibrar as despesas. A comédia sexual “Que Horas Eu te Pego?”, estrelada por Jennifer Lawrence, sofreu uma queda de 50% em seu segundo fim de semana, faturando US$ 7,5 milhões. Mais modesta em custos e marketing, a produção para maiores da Sony totalizou US$ 29,3 milhões domésticos e US$ 49,3 milhões globais. “Transformers: O Despertar das Feras” fecha o Top 5 com US$ 7 milhões. Após quatro fins de semana em cartaz, o longa da Paramount contabiliza US$ 381,3 milhões mundiais. Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | INDIANA JONES E A RELÍQUIA DO DESTINO | 2 | HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO 3 | ELEMENTOS 4 | QUE HORAS EU TE PEGO? | 5 | TRANSFORMERS: O DESPERTAR DAS FERAS
“Warrior Nun” é resgatada após cancelamento na Netflix
Depois de um cancelamento abrupto, a série “Warrior Nun” vai voltar das cinzas em uma 3ª temporada. O criador da série, Simon Barry, fez o anúncio num tuite publicado na manhã desta quarta-feira (28/6), agradecendo o apoio apaixonado dos fãs que culminou na reviravolta surpreendente. “Hoje estou feliz em informar oficialmente que, por causa de suas vozes combinadas, paixão e esforços incríveis ‘Warrior Nun’ retornará e será mais épica do que você pode imaginar. Mais detalhes por vir! Em breve! Obrigado!!”, o produtor escreveu na rede social. O que é “Warrior Nun” Baseada nos quadrinhos “Warrior Nun Areala”, de Ben Dunn, publicados desde 1994 em estilo mangá, a atração virou febre quando foi lançada pela Netflix há três anos. A pandemia, porém, adiou os planos de produção do segundo ano, criando um longo hiato entre os episódios, e a Netflix negligenciou seu potencial ao praticamente abrir mão de promovê-la. A série gira em torno da personagem Ava, uma jovem que é ressuscitada por engano por um halo mágico e é convencida a se juntar a uma ordem das noviças rebeldes, treinadas para enfrentar ameaças sobrenaturais. Após uma luta definitiva contra o anjo do mal e outras criaturas das trevas, a situação terminou de forma trágica para a heroína, graças ao hábito da série de encerrar as temporadas com cliffhangers, deixando uma situação dramática sem resolução até a próxima temporada. Trama LGBTQIAPN+ Além das tramas cheias de reviravoltas – escritas por Simon Barry, responsável pela também cultuada série sci-fi canadense “Continuum” – , “Warrior Nun” era elogiada por suas lutas marciais bem coreografadas e o clima queer, que resultou em romance lésbico entra as duas principais personagens nos últimos capítulos. A inclusão de personagens LGBTQIAPN+ em uma série praticamente de super-heróis foi considerada significativa, pois representou uma mudança bem-vinda em um gênero que tem sido historicamente dominado por personagens heteronormativos. Por isso, o cancelamento por parte da Netflix foi recebido com desapontamento por muitos fãs, o que também explica o forte engajamento em campanhas para o retorno da produção. Mobilização de fãs Embora o cancelamento tenha deixado os fãs desapontados, eles se mobilizaram em uma campanha impressionante para reviver a série, iniciando uma variedade de hashtags no Twitter, petições e até mesmo comprando outdoors em frente à sede da Netflix. A persistência deu frutos com o anúncio oficial do retorno da série, embora os detalhes ainda estejam pendentes. Em seu tuite, Barry não forneceu detalhes sobre a forma que o retorno da série tomará ou qual rede ou serviço de streaming irá acolher a 3ª temporada. A possibilidade de que a série possa ser movida de Netflix para outro serviço de streaming levanta questões interessantes, pois é um evento raro. Mesmo sem uma data de lançamento estabelecida para o retorno de “Warrior Nun”, espera-se que Alba Baptista retorne em seu papel de protagonista, junto com outros membros do elenco. Elenco A série também se destacou por reunir um grupo promissor de novas atrizes, como a portuguesa Alba Baptista (de “Linhas de Sangue”) como Ava, em seu primeiro papel em inglês, Toya Turner (vista em “Chicago Med”), Lorena Andrea (“House on Elm Lake”), a estreante Kristina Tonteri-Young (que rouba as cenas com seu kung fu) e a mais experiente Olivia Delcán (da série espanhola “Vis a Vis”), nos papéis das jovens freiras guerreiras. O elenco ainda incluía o português Joaquim de Almeida (“Velozes e Furiosos 5”), a holandesa Thekla Reuten (“Operação Red Sparrow”), o francês Tristán Ulloa (“O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio”), a italiana Sylvia De Fanti (“Medici: Mestres de Florença”) e o inglês William Miller (o vilão McCreary em “The 100”), numa produção que era gravada em cenários deslumbrantes da Espanha. Veja abaixo os trailers das duas temporadas da série e o anúncio de Simon Barry. Today I’m happy to officially report that because of your combined voices, passion and amazing efforts – #WarriorNun will return and is going to be more EPIC than you could imagine. More details to come! SOON! Thank-you!! #SaveWarriorNun #WarriorNunSaved ❤️🎬 pic.twitter.com/yuTbRR2L3q — Simon Barry – legacy blue check (@SimonDavisBarry) June 28, 2023
Warner define intérprete do novo Superman do cinema
Após meses de audições e testes presenciais, a Warner Bros e a DC Studios finalmente definiram seus novos Clark Kent e Lois Lane. David Corenswet foi escalado para interpretar o Superman e Rachel Brosnahan interpretará Lois Lane em “Superman: Legacy”, dirigido por James Gunn. Os nomes de Corenswet e Brosnahan sempre estiveram entre os favoritos dos estúdios, conforme diversos relatos da imprensa. Os testes finais, que duraram dois dias, foram realizados na presença dos co-presidentes da DC, Peter Safran e Gunn, com os atores completamente caracterizados para os papéis – isto é, Corenswet usou o traje completo de Superman. O processo de seleção Para Corenswet, o filme representa o seu primeiro papel principal em um grande estúdio, tendo aparecido anteriormente em projetos como o terror “Pearl” e as séries “The Politician” e “We Own This City”. Desde o início, o nome do ator de 29 anos esteve entre os mais cotados para o papel e, após a audição final, rendeu-lhe o o maior contrato de sua carreira. Rachel Brosnahan, por sua vez, encerrou recentemente a série “A Maravilhosa Sra. Maisel”, que lhe rendeu vários prêmios, incluindo um Emmy. Ela também sempre esteve no topo da lista de atrizes para interpretar Lois Lane, tendo tido o que muitos descreveram como a melhor audição do processo. Entretanto, com 32 anos, também era a atriz mais velha do grupo testado, o que demonstra como seu talento se sobressaiu em relação às demais. Antes de definir os protagonistas, James Gunn compartilhou nas redes sociais que tinha ficado impressionado com os atores que testaram para os papéis. “Estou impressionado com alguns desses atores, estão entre os melhores que já vi ou com quem já trabalhei”, ele escreveu na Bluesky, acrescentando que consideraria os atores não escalados para papéis em futuras produções do universo compartilhado da DC. O processo de seleção para “Superman: Legacy” envolveu diversos atores, com Safran e Gunn fazendo uma pesquisa minuciosa para encontrar os novos protagonistas da franquia. Segundo informações da imprensa americana, os atores Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) e Tom Brittney (“Greyhound”), e as atrizes Emma Mackey (“Sex Education”) e Phoebe Dynevor (“Bridgeton”) ficaram entre os finalistas. Com os dois papéis agora definidos, Gunn começará a busca para preencher os papeis do arqui-inimigo do Superman, Lex Luthor, e de outros personagens secundários, como o amigo de Kent, Jimmy Olsen. Recomeço da DC no cinema “Superman: Legacy” representa uma grande virada para a DC no cinema. O projeto é parte de uma nova fase que pretende resgatar os filmes da DC dos fracassos recentes de bilheteria, relançando os heróis com novos elencos e histórias. A produção também será a primeira realizada totalmente sob a gestão de Gunn e Safran. Na nova versão dos produtores, Superman terá mais jovem que visto anteriormente – especialmente em comparação a Henry Cavill, seu último interprete nas telonas. Os personagens devem estar no início da vida adulta, em seus 20 e poucos anos. A história do filme vai acompanhar o super-herói enquanto tenta conciliar sua herança krypitoniana com sua vida humana como Clark Kent. O filme do novo Superman tem estreia prevista para 10 de julho de 2025 no Brasil – um dia antes do lançamento nos EUA.
Bilheteria de “The Flash” desaba e “Aranhaverso” retoma liderança nos EUA
Em um fim de semana de grandes ultrapassagens, “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” retornou ao 1º lugar nas bilheterias da América do Norte, arrecadando impressionantes US$ 19,3 milhões em sua quarta semana de exibição. Raramente um filme recupera o 1º lugar após cair para 3º, especialmente em meio à acirrada concorrência da temporada de blockbusters. Com isso, o “Aranhaverso” passou a acumular um total de US$ 317,1 milhões na América do Norte e US$ 560,3 milhões globalmente. Já o líder da semana passada, “The Flash”, experimentou uma queda brutal de 72% em relação a sua bilheteria de estreia na semana passada, faturando US$ 15,3 milhões e caindo para o 3º lugar. Ao todo, seu total doméstico está em US$ 87,6 milhões. Os números internacionais foram ligereiramente melhores, com o filme ganhando US$ 26,6 milhões em seu segundo final de semana em 76 mercados. Com isso, o longa da DC/Warner acumulou um total internacional de US$ 123,3 milhões e US$ 210,9 milhões mundiais. Fracasso de “The Flash” Em um anúncio digno de universo alternativo, “The Flash” foi promovido pela Warner Bros. como “um dos maiores filmes de super-heróis de todos os tempos”, mas no mundo o real está sendo rejeitado pelo público como uma bomba. Internamente, os produtores já admitem que o longa estrelado por Ezra Miller é um grande fracasso, com culpas distribuídas para todos os lados, mas principalmente para o comportamento do ator, que se envolveu em todo o tipo de confusão após as filmagens – prisão por violência, investigação por sequestro e condenação por roubo. Com isso, ele foi escondido na divulgação e o filme não pôde contar com uma campanha tradicional de lançamento. Há também a questão do timing e decisões criativas derivados da fundação do DC Studios, que pretende reiniciar o DCU (Universo DC) no cinema. Os acontecimentos de “The Flash”, que foi filmado na antiga configuração do estúdio, não terão relevância para o futuro desse universo, desestimulando o público a se envolver com o filme. A queda de 73% entre os dois fins de semana supera todos os desempenhos negativos dos outros filmes da DC lançados até agora. Até então, as maiores quedas pertenciam a “Batman vs Superman” (2016) e “O Esquadrão Suicida” (2016), que perderam cerca de 70% de seu público no segundo fim de semana de exibição. Mas esses filmes pelo menos arrecadaram mais de US$ 160 milhões em suas estreias. Outros desempenhos A animação “Elementos”, da Disney/Pixar, reagiu em seu segundo fim de semana, registrando uma queda de apenas 39% nas bilheterias, com arrecadação de US$ 18,5 milhões. Com isso, também passou à frente de “The Flash”, segurando o 2º lugar. O total doméstico do filme em 10 dias é de US$ 65,5 milhões e US$ 121,1 milhões mundiais. E o longa ainda tem muitos mercados importantes para estrear, como Espanha e Japão. “Que Horas Eu te Pego?”, a nova comédia de Jennifer Lawrence, abriu com estimados US$ 15,1 milhões em 4º lugar. No exterior, a produção da Sony começou com US$ 9,5 milhões em 48 mercados, com uma abertura global de US$ 24,6 milhões. “Transformers: O Despertar das Feras” fecha o Top 5 com US$ 11,6 milhões. Após três fins de semanas em exibição, o filme dos robôs gigantes arrecadou um total de US$ 122,9 milhões. Internacionalmente, ganhou mais US$ 218,3 milhões, o que leva o total global a US$ 341,2 milhões. Isso é uma boa notícia para a Paramount e Skydance, considerando que o filme tinha um orçamento de produção de US$ 200 milhões. “Asteroid City”, de Wes Anderson, também se saiu melhor do que o esperado em sua expansão do circuito alternativo para o circuito comercial dos EUA. O filme da Focus Features ficou em 6º lugar com estimados US$ 9 milhões, acumulando um total nacional de US$ 10,2 milhões. A quantia é recorde para o cineasta Wes Anderson, que nunca faturou esse valor num único fim de semana de exibição. A presidente de distribuição da Focus, Lisa Bunnell, celebrou em comunicado: “É fantástico ver o melhor final de semana que Wes Anderson já teve nas bilheterias para reacender o mercado de filmes especializados.” Ranking Confira abaixo os trailers dos 5 filmes mais vistos nos EUA e Canadá no fim de semana. 1 | HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO 2 | ELEMENTOS 3 | THE FLASH 4 | QUE HORAS EU TE PEGO? | 5 | TRANSFORMERS: O DESPERTAR DAS FERAS
O Eleito: Adaptação dos quadrinhos de Mark Millar ganha primeiro teaser
A Netflix divulgou pôsteres e o teaser de “O Eleito”, adaptação de “American Jesus”, quadrinhos de Mark Millar (“Kick-Ass” e “Kingsman”) e Peter Gross, que também ganhou data de estreia. A série é sobre um menino de 12 anos que acredita ser a reencarnação de Jesus Cristo. Assim como o originador do cristianismo, ele tem poderes sobrenaturais e um destino traçado desde o nascimento. Mas isso também coloca sua vida em risco, o que faz com que sua mãe fuja com ele para o México. Embora os líderes religiosos do local onde vai parar tentem convencê-lo a usar seus poderes para salvar a humanidade, tudo o que o adolescente quer é impressionar a garota que conquistou seu coração e encarar os valentões que o perturbam. Mas vai aceitando seu destino… até que descobre a verdade sobre sua identidade. A produção é comandada pelos irmãos Leopold e Everardo Gout (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) e destaca em seu elenco Dianna Agron (a Quinn de “Glee”) e Tenoch Huerta (o Namor de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”). A estreia está marcada para 16 de agosto.
É 10: Série da Marvel abre lista das melhores estreias da semana
A programação de séries da semana tem novidade da Marvel, spin-off de “Sex and the City” e série teen brasileira como principais destaques, mas a lista tem muitos outros atrativos, incluindo as novas temporada de “iCarly” e “Fantasmas”. Confira abaixo o Top 10 das melhores estreias. | INVASÃO SECRETA | DISNEY+ Mais lenta que os fanboys podiam esperar, e sem os famosos super-heróis do estúdio, a nova série da Marvel chega em clima de thriller de espionagem ao streaming. A trama dá continuidade ao gancho de “Capitã Marvel” (2019), que apresentou os skrulls – alienígenas que podem mudar de forma, assumindo a aparência de qualquer pessoa. Baseado nos quadrinhos homônimos publicados em 2008, a história mostra uma facção maligna dos alienígenas que planeja se infiltrar nos governos da Terra, usando sua capacidade metamorfas para dominar o planeta sem que ninguém saiba. Diante da ameaça, Nick Fury (Samuel L. Jakcson) retorna do exílio para impedir que isso aconteça. O personagem conta com a ajuda do skrull Talos (Ben Mendelsohn) e Maria Hill (Cobie Smulders), e logo no primeiro episódio vê um importante aliado morrer em seus braços. Essa surpresa dá um tom mais sério à produção, que ainda inclui entre seus personagens o agente Everett Ross (Martin Freeman) e James “Rhodey” Rhodes (Don Cheadle), também conhecido como Máquina de Combate, além de marcar a estreia das atrizes Olivia Colman (“A Filha Perdida”) e Emilia Clarke (“Game of Thrones”) no Universo Compartilhado Marvel (MCU). Colman interpreta a agente do serviço secreto britânico Sonya Falsworth, que tem uma história de longa data com Fury, enquanto Clarke dá vida a G’iah, a filha rebelde de Talos. A atração foi escrita por Kyle Bradstreet (“Mr. Robot”) e tem direção de Thomas Bezucha, que fez sucesso durante a pandemia com o thriller “Deixe-o Partir” (estrelado por Kevin Costner). | A VIDA PELA FRENTE | GLOBOPLAY Representação intensa da adolescência no final dos anos 1990 no Rio de Janeiro, a nova série brasileira acompanha a jornada de Liz (interpretada por Nina Tomsic), uma estudante do ensino médio que se muda para uma escola de elite e é absorvida por um grupo diversificado de amigos. Tal como em “Elite”, a história é impulsionada por uma tragédia – a morte de uma das amigas do grupo, Beta (Flora Camolese) – e a incerteza sobre se foi um acidente ou suicídio. O enredo mistura flashbacks e momentos atuais para explorar as circunstâncias em torno da morte de Beta e o impacto em todos os envolvidos, um dispositivo narrativo também usado em “Elite”. A série também não foge de cenas intensas e sem censura, apresentando o consumo de drogas e a energia sexual dos jovens de forma bastante direta, mas tem sua própria identidade. A autenticidade se deve ao fato de ser inspirada pelas vivências das criadoras e amigas de infância Leandra Leal, Rita Toledo e Carol Benjamin, que narram as angústias que experimentaram às vésperas do bug do milênio. A trilha sonora, composta por sucessos das décadas de 1990 e 2000, contribui para o tom nostálgico. A produção combina um misto de jovens talentos e veteranos consagrados, como Ângelo Antônio, Stella Rabello, Gustavo Vaz, e a própria Leandra Leal, e chega em dois blocos de cinco episódios, com o segundo previsto para o dia 6 de julho. | AND JUST LIKE THAT… 2 | HBO MAX Os novos episódios do spin-off de “Sex and The City” vão se passar um ano após a repentina morte do Mr. Big (Chris Noth) no início da série, com Carrie (Sarah Jessica Parker) finalmente pronta para seguir em frente e aberta a reencontrar um amor do passado, o carinhoso Aidan Shaw (John Corbett) – um dos principais interesses amorosos da protagonista nos anos 1990. Paralelamente, Carrie, Miranda (Cynthia Nixon) e Charlotte (Kristin Davis) seguirão em suas trajetórias de autodescobertas. Para completar, os produtores decidiram oferecer um pouco mais de nostalgia para os fãs com um brevíssimo retorno da icônica Samantha Jones, interpretada por Kim Cattrall no desfecho da temporada. A participação é praticamente uma figuração, mas está dando muito o que falar, porque Cattrall exigiu a garantia de que não teria que se encontrar com Sarah Jessica Parker ou qualquer outro membro do elenco, nem gravaria se o showrunner da série, Michael Patrick King, estivesse presente. Desde que descobriu ter uma grande diferença salarial em relação a Parker em “Sex and The City”, Cattrall não quis mais saber de nada relacionado à franquia. Deve ter recebido um caminhão de dinheiro. | GLAMOROUS | NETFLIX A nova série queer acompanha Marco (Miss Benny), um jovem não-binário que consegue um emprego na empresa de uma magnata do ramo de cosméticos, interpretada por – ela novamente – Kim Cattrall (“Sex and The City”), que quer rejuvenescer a marca com a ajuda do influencer. Enfrentando desafios pessoais e um novo trabalho, Marco tem nos episódios a chance de descobrir ainda mais sobre si mesmo. A série havia sido encomendada pelo o canal norte-americano The CW em 2019, com a atriz Brooke Shields (“Um Castelo para o Natal”) no papel de Cattrall. Com a produção passando para a Netflix, o streaming encomendou 10 episódios da série e mudou o elenco. O piloto foi dirigido por Todd Strauss-Schulson (“Megarromântico”) a partir de um roteiro escrito por Jordon Nardino (“Quantico”), e ambos também atuam como produtores executivos. | FANTASMAS 2 | PARAMOUNT+ Um mês depois de lançar a 1ª temporada, a Paramount+ corre atrás do atraso e libera todos os episódios do segundo ano de “Ghosts” (título original), uma das grandes surpresas recentes da TV americana. Enorme sucesso, a série se tornou uma das comédias mais vistas dos EUA – só fica atrás de “Young Sheldon”. Além disso, aumentou sua aprovação na 2ª temporada, conseguindo atingir 100% de críticas positivas no Rotten Tomatoes. Desenvolvida por Joe Port e Joe Wiseman (produtores-roteiristas de “Zoey e a Sua Fantástica Playlist”), a produção é remake de uma comédia britânica de mesmo nome e segue um jovem casal em dificuldades, que acha que tirou a sorte grande ao herdar uma bela casa de campo. Ao se mudarem, porém, descobrem que a residência está caindo aos pedaços e ainda é habitada por seus falecidos moradores. Felizmente, os fantasmas se revelam inofensivos, transformando-se em amigos do casal formado por Rose McIver (a “iZombie”) e Utkarsh Ambudkar (“Projeto Mindy”). | SWAGGER 2 | APPLE TV+ O drama esportivo é baseado na vida do jogador de basquete Kevin Durant – que é um dos produtores. Criada por Reggie Rock Bythewood (roteirista do filme “Notorious” e criador da série “Shots Fired”), a atração gira em torno de um prodígio do basquete, que precisa driblar inúmeras pressões se quiser superar as desvantagens de sua vida e realizar seu sonho de virar um atleta profissional. O estreante Isaiah R. Hill tem o papel principal e o elenco também destaca O’Shea Jackson Jr. (“Obi-Wan Kenobi”), filho do rapper Ice Cube. | BASTIDORES DE UMA CONSPIRAÇÃO | NETFLIX A série policial alemã estrelada por Max Riemelt (“Sense8”) gira em torno de um “cold case”. Após uma nova morte levantar dúvidas sobre um caso de assassinato que já estava encerrado, um ex-detetive, que virou sem teto após a repercussão do caso original, decide buscar a verdade. Mas ao fazer isso coloca em risco sua própria família. A trama é baseada numa série isrealense (“The Exchange Principle”) e foi adaptada por Christoph Darnstädt, roteirista do clássico “A Experiência” (2001). | AGENTES DO FBI | STAR+ O thriller de suspense acompanha uma turma de agentes do FBI formada em 2009. A trama abrange vários anos, desde o aliciamento para ingressar na polícia federal americana, o treinamento, a formatura da turma e as missões, que parecem colocar uns contra os outros num aparente complô. Criada e produzido por Tom Rob Smith (criador de “American Crime Story”), a história é contada em linhas do tempo entrelaçadas e destaca em seu elenco Kate Mara (“Quarteto Fantástico”), Brian Tyree Henry (“Trem-Bala”), Sepideh Moafi (“Black Bird”) e Brian J. Smith (“Sense 8”). | iCARLY 3 | PARAMOUNT+ Um dos maiores sucessos do canal pago infantil Nickelodeon dos anos 2000 segue seu revival com os personagens adultos, que agora até se envolvem em triângulos amorosos. Exibida entre 2007 e 2012, a série original seguia uma estudante do ensino médio (Miranda Cosgrove) que apresentava um webcast ao lado de seus amigos. Fez tanto sucesso que ganhou um spin-off, “Sam & Cat”, que terminou após uma única temporada vitaminada (de 35 episódios), supostamente por brigas de bastidores entre suas protagonistas Jennette McCurdy (a Sam de “iCarly”) e ninguém menos que Ariana Grande (a Cat de “Brilhante Victoria”). O revival se passa cerca de 10 anos após o final original de “iCarly” e mostra o que aconteceu com Carly e seus amigos, incluindo Spencer (Jerry Trainor) e Freddie (Nathan Kress), ao iniciarem a vida adulta. Mas sem Sam (McCurdy) e Gibby (Noah Munck), substituídos por novas personagens, vividas por Laci Mosley (de “Florida Girls”) e Jaidyn Triplett (“The Affair”). A primeira é colega de quarto e nova melhor amiga de Carly, enquanto a segunda interpreta a enteada sarcástica de Freddie. Os novos episódios têm roteiro e produção de Jay Kogen (um veterano de “Os Simpsons”) e Ali Schouten (“Feliz Natal e Tal”), e vão mostrar um desenvolvimento chocante para as crianças dos anos 2000: o fim da “friend zone” entre Carly e Freddie, que finalmente vão ter que lidar com o que sentem um pelo outro. | A ILHA DA CAVEIRA | NETFLIX A animação passada no Monstroverso da Legendary/Warner explora os horrores da terra natal do King Kong. Inspirada no filme “Kong: A Ilha da Caveira” (2017), a trama se passa nos anos 1980 e acompanha um grupo de exploradores que, após resgatar uma mulher misteriosa no mar, vai parar na traiçoeira ilha do título, lar de criaturas bizarras e monstros assustadores, incluindo o próprio King Kong. A série é criada, escrita e produzida por Brian Duffield, roteirista do filme similar “Love and Monsters” (2020), e conta com animação da Powerhouse Animation, conhecida por seu trabalho em séries como “Castlevania” (2017) e “O Sangue de Zeus” (2020). Para quem for assistir em inglês, o elenco de dubladores conta com Mae Whitman (“As Vantagens de Ser Invisível”), Nicolas Cantu (“The Walking Dead: World Beyond”), Darren Barnet (“Eu Nunca”), Benjamin Bratt (“Poker Face”) e Betty Gilpin (“GLOW”).
Diretor de “Besouro Azul” diz que herói aparecerá em novos filmes da DC
Ángel Manuel Soto, diretor de “Besouro Azul”, confirmou que o herói interpretado por Xolo Maridueña (“Cobra Kai”) faz parte do novo DCU (Universo da DC) orquestrado por James Gunn e Peter Safran. A notícia chega como um alívio para os fãs dos quadrinhos, após a nova diretoria do estúdio descartar diversos projetos que faziam parte dos antigos planos da Warner Bros. no cinema. Em entrevista com a revista Total Film, o cineasta porto-riquenho ainda garantiu que o Besouro Azul aparecerá nos próximos projetos do estúdio. “Nós fazemos parte desse universo, fazemos parte desse mundo, fazemos parte dos planos que eles têm criado para as futuras produções do DCU”, confessou Soto. Embora o filme tenha sido produzido antes de Gunn e Safran assumirem o comando do estúdio, o diretor enfatizou que ele não se prende aos eventos dos filmes do apelidado Snyderverse, como “Liga da Justiça” (2017) e o recente “The Flash” (2023). “Sim, nosso filme se passa no mundo onde os super-heróis existem”, esclareceu. “Mas isso não significa que um evento específico, ou uma determinada aliança, ou certas coisas do passado ditem para onde nosso filme está indo”. O diretor também declarou que planeja uma trilogia de filmes para o Besouro Azul. “Nosso primeiro filme, da maneira que queríamos fazer, sempre foi com a mentalidade de que queríamos fazer mais dois, pelo menos”, acrescentou. “E seguindo a estrutura tradicional de três atos de uma história, queríamos que nosso primeiro filme fosse praticamente o primeiro ato de uma saga”. Primeiro herói do novo DCU James Gunn já havia confirmado que Besouro Azul será o primeiro herói do DCU a aparecer nas telonas, enquanto o primeiro filme totalmente produzido como parte DCU será “Superman: Legacy”. Dessa forma, o recém-lançado “The Flash” e o vindouro “Aquaman: O Reino Perdido”, que estreia em dezembro, não fazem parte do universo que Gunn e Safran estão criando na Warner. Com isso, os heróis interpretados por Erza Miller e Jason Momoa não devem mais aparecer nas produções futuras do estúdio. “Besouro Azul” é centrado na terceira e mais recente versão do personagem nos quadrinhos, o que torna a produção o primeiro filme de super-herói latino feito nos EUA. A história acompanha o jovem Jaime Reyes (Xolo Maridueña). Após abrir um pacote misterioso que recebe de ninguém menos que Bruna Marquezine (“Maldivas”), ele se transforma no hospedeiro de uma arma de outro mundo. Ao se fundir à sua espinha, o traje tecnológico extraterrestre possibilita ao adolescente do Texas aumentar sua velocidade e sua força, além de materializar armas, asas e escudos. Só que a “mente” alienígena do traje tem uma agenda própria e não é sempre que obedece aos comandos do jovem. O roteiro foi escrito por por Gareth Dunnet-Alcocer (do remake de “Miss Bala”), a direção é de Ángel Manuel Soto (“Twelve”) e o elenco ainda destaca Susan Sarandon (“Thema e Louise”) como vilã. A estreia acontece em 17 de agosto no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.












