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  • Série

    Runaways: Novos super-heróis de série da Marvel ganham pôsteres individuais

    12 de novembro de 2017 /

    A plataforma de streaming Hulu divulgou um banner e uma coleção de pôsteres de sua primeira série de super-heróis “Runaways”, adaptação dos quadrinhos da Marvel criados por Brian K. Vaughan (que também criou a série “Under the Dome”). Enquanto o banner reúne os protagonistas, os pôsteres destacam suas mãos, de forma individual, numa mostra de seus poderes. A premissa é a mesma dos quadrinhos, publicados no Brasil como “Fugitivos”. A trama gira em torno de seis adolescentes que descobrem por acaso que seus pais são, na verdade, membros de uma sociedade secreta de supervilões. Perturbados com a descoberta, eles fogem de casa e decidem usar seus poderes para impedir os planos malignos de suas famílias. Os heróis juvenis da trama são vividos por Gregg Sulkin (série “Faking It”), Rhenzy Feliz (série “Casual”), Virginia Gardner (“Projeto Almanaque”), Ariela Barer (série “One Day at a Time”), Lyrica Okano (série “The Affair”) e Allegra Acosta (série “100 Things to Do Before High School”). Já o elenco “adulto” traz Ryan Sands (série “The Wire”), Angel Parker (“The People v. OJ Simpson: American Crime Story”), Brittany Ishibashi (“As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras”), James Yaegashi (série “Demolidor”), Kevin Weisman (série “Alias”), Brigid Brannagh (série “Army Wives”), Annie Wersching (série “The Vampire Diaries”), Kip Pardue (série “Ray Donovan”), James Marsters (série “Buffy – A Caça-Vampiros”), Ever Carradine (série “Eureka”) e Julian McMahon (série “Nip/Tuck”). Originalmente, a Marvel chegou a considerar transformar a história num filme. Em 2010, a produção chegou a ter um roteiro desenvolvido por Vaughan em parceria com Peter Sollet (“Nick e Norah – Uma Noite de Amor e Música”), que também seria responsável pela direção. Mas o projeto nunca saiu do papel. A versão de streaming é assinada por Josh Schwartz e Stephanie Savage, dupla responsável pelos sucessos adolescentes “Gossip Girl” e “The O.C.”. A série estreia em 21 de novembro nos Estados Unidos e será exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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  • Série

    Agents of Shield enfrentam alienígenas nos trailers eletrizantes da 5ª temporada

    12 de novembro de 2017 /

    Apesar da queda de audiência, a 4ª temporada de “Agents of SHIELD” foi uma das melhores da série, com ênfase em elementos de terror e sci-fi. E os primeiros trailer da 5ª temporada revelam que a tendência vai continuar nos próximos episódios, com direito a alienígenas, naves espaciais, armas de raios e trama espacial eletrizante. A sinopse oficial não fornece detalhes sobre os alienígenas. Diz apenas que, dando sequência ao cliffhanger da temporada passada, Coulson (Clark Gregg) acorda a bordo de uma nave e descobre que alguns, mas não todos, de seus agentes foram levados junto com ele para o espaço. Ao entrar em contato com outras pessoas na nave, eles descobrem que algo está terrivelmente errado, pois os demais acreditam que eles irão salvá-los. Apesar da falta de explicações, as criaturas mostradas nas prévias lembram velhos conhecidos dos quadrinhos. Os seres azulados parecem os famigerados krees, raça invasora criada por Stan Lee e Jack Kirby nas páginas do Quarteto Fantástico em 1967, que está vinculada à origem da Capitã Marvel. Já os monstros que Mack (Henry Simmons) compara aos xenomorfos da franquia cinematográfica “Alien” são baseados na Ninhada (the Brood), criada por Chris Claremont e Dave Cockrum numa história dos X-Men de 1982 – e que curiosamente também encontraram a heroína que será vivida por Brie Larson no cinema. Além disso, há um personagem com um capacete espacial, que parece uma mistura daquele usado pelo Senhor das Estrelas de “Guardiões da Galáxia” com o elmo do herói Nova nos quadrinhos. Mas o personagem pode ser, simplesmente, algum dos humanos da nave, que tiveram suas fotos e descrições apresentadas anteriormente. Os novos personagens são Deke (Jeff Ward, da série “Channel Zero”), um sobrevivente que ajuda as pessoas por um preço, Tess (Eve Harlow, de “The 100”), uma mulher autossuficiente e esperançosa, que lida com circunstâncias desesperadoras, Flint (Coy Stewart, de “Bella and the Bulldogs”), um inumano capaz de controlar pedras, e Grill (Pruitt Taylor Vince, de “Heroes: Reborn”), sujeito mal-humorado que não tem ilusões sobre o mundo em que vive. A 5ª temporada de “Agents of SHIELD” estreia no dia 1º de dezembro pela rede ABC nos Estados Unidos, com a exibição de um episódio duplo de duas horas de duração. No Brasil, a série faz parte da programação do canal pago Sony.

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  • Série

    Ellen Page vai estrelar série baseada nos quadrinhos de A Academia Umbrella

    12 de novembro de 2017 /

    A atriz Ellen Page vai voltar a viver uma heroína dos quadrinhos, após interpretar Kitty Pryde em dois filmes da franquia “X-Men”. Ela é o primeiro nome confirmado de “The Umbrella Academy”, adaptação de “A Academia Umbrella”, HQ do roqueiro Gerard Way (da banda My Chemical Romance) e do brasileiro Gabriel Bá, que vai virar série na Netflix. Publicada pela editora Dark Horse e premiada com o Eisner (o Oscar dos quadrinhos), “A Academia Umbrella” acompanha um grupo de seis crianças com poderes especiais, que são adotadas e criadas como uma família disfuncional pelo enigmático milionário Sir Reginald Hargreeves, com o objetivo de crescerem como heróis. Várias décadas depois de se separarem, eles são convocados a se reunirem para enfrentar um dos seus integrantes originais. A atriz será Vanya Hargreeves, também conhecido por seu nome de heroína, Violino Branco. Ela é a única dos filhos adotados de Hargreeves que não possui um dom extraordinário, mesmo tendo nascido no mesmo dia que seus irmãos superpoderosos. Insegura, Vanya luta para encontrar seu lugar no mundo. O roteiro do piloto foi escrito por Jeremy Slater, criador da série “The Exorcist”, e circulava atrás de interessados há pelo menos dois anos, até chegar na Netflix. Já o showrunner responsável será Steve Blackman (produtor-roteirista de “Fargo”), com produção da NBCUniversal. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Etc

    Gal Gadot teria condicionado sua participação em Mulher-Maravilha 2 à saída de Brett Ratner da produção

    12 de novembro de 2017 /

    A estrela da “Mulher Maravilha”, Gal Gadot, estaria condicionando sua participação na continuação do filme à saída de Brett Ratner da produção. Não apenas nominalmente, mas também financeiramente. A afirmação é do site de celebridades Page Six, que pertence ao jornal New York Post. Uma fonte do site afirmou que a atriz não quer que “Mulher-Maravilha” seja associado a “um homem acusado de má conduta sexual”. “Gadot está dizendo que não vai participar da sequência, a menos que a Warner Bros. compre a participação de Brett [de seu acordo de financiamento] e se livre dele”. Gadot já tinha evitado participar de um evento em homenagem a Ratner, na véspera da publicação da denúncia do Los Angeles Times, em que ele foi acusado de abuso sexual. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). Ela tinha sido escolhida para fazer uma homenagem a Ratner, porque sua empresa de produção, RatPac-Dune Entertainment, ajudou a produzir “Mulher-Maravilha”, como parte de seu acordo de co-financiamento com a Warner Bros. Tanto que, no lugar da atriz, a diretora de “Mulher-Maravilha”, Patty Jenkins, prestou a homenagem – poucos dias antes do escândalo estourar. Ratner virou sócio da Warner após fundar a produtora RatPac com o milionário James Packer, ex-noivo de Mariah Carey, em 2012. Após se fundir com a Dune Entertainment, a empresa foi rebatizada de RatPack-Dune Entertaiment e ajudou a financiar os sucessos de “Gravidade” (2013), “Uma Aventura Lego” (2014), “Sniper Americano” (2014), “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), “O Regresso” (2015) e até… “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016). Graças a este relacionamento bem-sucedido, Ratner tinha um escritório de luxo no set da Warner, que antigamente era usado por Frank Sinatra. A fonte acrescentou que Gadot “sabe que a melhor maneira de derrotar pessoas poderosas como Brett Ratner está na carteira. Ela também sabe que a Warner Bros. tem que tomar partido nessa questão. Eles não podem fazer um filme enraizado no empoderamento feminino com financiamento de um homem acusado de má conduta sexual contra as mulheres”. Na verdade, já um movimento nesse sentido. Na semana passada, o estúdio anunciou que estava cortando os laços com Ratner. Após as várias alegações de assédio sexual, seu nome será tirado dos futuros lançamentos do estúdio coproduzidos pela RatPack-Dune – entre eles, os esperados “Liga da Justiça” e “Tomb Raider”. Para remediar o estrago, o próprio produtor emitiu uma nota dizendo que a iniciativa de se afastar da Warner tinha sido sua. Em comunicado sucinto, ele afirmou: “Tendo em vista as alegações feitas, eu escolho pessoalmente me afastar de todas as atividades relacionadas à Warner Bros. Não quero trazer impactos negativos ao estúdio até que estas questões pessoais sejam resolvidas”. No início deste mês, Gadot postou no Instagram: “O assedio e o assédio sexual são inaceitáveis! Estou ao lado de todas as mulheres corajosas que enfrentam seus medos e denunciaram. Estamos todas unidas neste momento de mudança”. O Page Six buscou confirmar a informação junto com Gadot e Ratner, mas eles não comentaram. Já um representante da Warner Bros. disse apenas: “Falso”.

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  • Etc

    Anna Paquin confirma denúncia de homofobia de Ellen Page contra Brett Ratner

    11 de novembro de 2017 /

    A atriz Anna Paquin, que viveu Vampira na franquia “X-Men”, confirmou nas redes sociais as acusações que Ellen Page fez contra o diretor Brett Ratner. Page afirmou que sofreu com a homofobia do diretor, ao ter sua homossexualidade escancarada por ele na primeira reunião do elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006). De acordo com Page, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’”, Page recordou, num longo texto sobre assédio em Hollywood, publicado em seu Facebook. “Eu estava lá quando ele (Ratner) fez esse comentário. Eu te apoio Ellen Page”, escreveu Paquin no Twitter. Page revelou que ficou desconfortável com as atitudes homofóbicas e machistas do diretor durante todo o período de filmagens. Ela ainda relatou ter escutado ele falar sobre a vagina de uma das mulheres do set. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Questionada por seus seguidores porque não disse nada no momento em que ouviu o comentário, Paquin acrescentou: “Se você não consegue pensar na razão óbvia de porquê eu fiquei em silêncio, então talvez tenha esquecido que eu estou nesta indústria criadora de vítimas desde antes de atingir a puberdade”. Anna Paquin venceu o Oscar por “O Piano” (1994), aos 11 anos de idade, tornando-se a segunda atriz mais jovem a conquistar um troféu da Academia. E, por seu comentário, também deve ter histórias para contar, que não está contando. Por sua vez, Brett Ratner está envolvido na onda de escândalos que assola Hollywood, após ser acusado de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro. Entre as mulheres que o denunciaram estão as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). I was there when that comment was made. I stand with you .@EllenPage https://t.co/DEIvKDXeEL — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017 If you can't think of the glaringly obvious reason I remained silent then perhaps you've forgotten that I've been in this victim grooming industry since before I hit puberty. — Anna Paquin (@AnnaPaquin) November 10, 2017

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  • Etc

    Produtor das séries de super-heróis da DC é afastado após denúncias de assédio

    11 de novembro de 2017 /

    A produtora Warner Bros Television (WBTV) afastou na noite de sexta-feira (10/11) o produtor executivo Andrew Kreisberg, responsável pelas séries da DC Comics na rede CW. Co-criador, com Greg Berlanti, de “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, ele é acusado de assediar sexualmente diversas mulheres nos últimos anos. “Ficamos sabendo recentemente de acusações de má conduta contra Andrew Kreisberg. Suspendemos o Sr. Kreisberg e estamos conduzindo uma investigação interna. Levamos todas as acusações de má conduta a sério e estamos comprometidos em criar um ambiente de trabalho seguro para nossos funcionários e todos envolvidos em nossas produções”, diz o comunicado da produtora. Segundo o site da revista Variety, 19 pessoas acusam o produtor de assédio sexual. Ninguém quis se identificar. Mas uma pessoa próxima ao caso afirmou que várias funcionárias de “The Flash” reclamaram sobre o comportamento do produtor nos bastidores. Com uma roteirista em específico, Kreisberg teria se comportado de forma “inapropriada” e criava um “ambiente de trabalho hostil”, até que ela não aguentou e pediu demissão. O mesmo teria acontecido com outra mulher, que dirigiu episódios de “Arrow” e “The Flash”. Kreisberg se defende das acusações. “Eu fiz alguns comentários sobre a aparência das mulheres, mas nenhum de cunho sexual”, ele afirmou à Variety. Desde outubro, uma série de acusações de assédio sexual vieram à tona, envolvendo grandes nomes da indústria do entretenimento dos Estados Unidos. Após a denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes revelações, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e executivos de estúdios.

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  • Etc

    Neymar vira Batman em comercial que junta o PSG e a Liga da Justiça

    11 de novembro de 2017 /

    O time de futebol francês Paris Saint-Germain (PSG) é um dos parceiros comerciais do filme da “Liga da Justiça”, e aproveitou o lançamento do filme para criar uma publicidade em que compara seus craques com os super-heróis da DC Comics. No vídeo, que mescla cenas do trailer da produção e imagens dos jogadores, cada craque representa um dos justiceiros. E Neymar é comparado a ninguém menos que Batman. Além de Neymar, também participam do comercial Kylian Mbappé, Marco Verratti, Cavani e a estrela feminina Laure Boulleau. A peça faz parte de um esforço de marketing para melhorar a imagem do time, especialmente de Neymar, após diversos rumores de brigas entre o elenco surgirem na imprensa. O tema, por sinal, marcou a entrevista coletiva realizada pelo jogador na sexta (10/11), após o jogo da seleção brasileira contra o Japão. “Todo herói precisa de uma equipe”, ressalta o slogan publicitário. Por coincidência, Neymar se fantasiou de Batman há um ano, no aniversário do surfista Gabriel Medina, quando confirmou seu namoro com Bruna Marquezine. Chaque héros a besoin d’une équipe. #JusticeLeague #JusticeLeaguePSG @warnerbrosfr pic.twitter.com/NuSOFoaOir — PSG Officiel (@PSG_inside) November 10, 2017

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  • Etc

    Ellen Page acusa Brett Ratner de homofobia nas filmagens de X-Men: O Confronto Final

    10 de novembro de 2017 /

    A atriz Ellen Page publicou um longo post em sua conta pessoal no Facebook onde reflete sobre as diversas acusações de abuso sexual em Hollywood, revelando momentos conturbados que ela própria passou durante sua carreira. Logo no começo, ela destaca ter sofrido um ataque homofóbico do diretor Brett Ratner, um dos nomes envolvidos em escândalos sexuais. De acordo com a atriz, ela tinha 18 anos quando chegou no primeiro dia de trabalho para o encontro com o elenco de “X-Men: O Confronto Final” (2006), no qual interpretou a mutante Kitty Pryde, quando Brett Ratner fez uma piadinha homofóbica que expôs sua sexualidade para todos os presentes. “Ele olhou para uma mulher próxima de mim, dez anos mais velha, apontou para mim e disse: ‘Você deveria fod*-la para ela perceber que é lésbica’. Ele era o diretor do filme, Brett Ratner”, ela recordou. “Eu era uma jovem adulta que ainda não tinha assumido para mim mesmo. Eu sabia que era gay, mas não sabia, por assim dizer. Senti-me violada quando isto aconteceu. Olhei para os meus pés, não disse nada e vi que ninguém o fez. Este homem começou os nossos meses de filmagens num encontro de trabalho com este terrível e incontestado ato. Ele ‘me tirou do armário’ sem consideração pelo meu bem-estar, um ato que todos reconhecemos como homofóbico. A partir daí, comecei a vê-lo no set dizendo coisas degradantes para as mulheres (…) como ‘boc*tas caídas'”. “Esta saída forçada e pública do armário me deixou com sentimento de vergonha por muito tempo, um dos resultados mais destrutivos da homofobia. Fazer com que alguém se sinta envergonhado de quem é, é uma manipulação cruel, concebida para oprimir e reprimir. Fui roubada de mais do que autonomia sobre a minha capacidade de me definir. O comentário de Ratner foi repetido em minha mente muitas vezes ao longo dos anos, todas as vezes que eu encontrei homofobia e tive que lidar com sentimentos de relutância e incerteza sobre meu futuro na indústria do entretenimento”, ela acrescentou. Ratner também foi descrito como misógino pelas mulheres que o acusaram de abuso sexual em uma reportagem do jornal Los Angeles Time, publicada no dia 1 de novembro, entre elas as atrizes Natasha Henstridge (“A Experiência”) e Olivia Munn (“X-Men: Apocalipse”). Ellen Page também lembrou outras situações inconvenientes de sua carreira. Sem citar o nome do diretor, ela contou ter sido assediada aos 16 anos de idade. “Quando eu tinha 16 anos, um diretor me levou para jantar (uma obrigação profissional bem comum). Ele acariciou minha perna debaixo da mesa e disse: “Você tem que tomar a iniciativa, eu não posso”. Eu não tomei e tive a sorte de me afastar dessa situação. Mas foi uma percepção dolorosa: minha segurança não estava garantida no trabalho. Uma figura de autoridade adulta para quem eu trabalhava pretendia me explorar fisicamente. Fui assaltada sexualmente meses depois. E um diretor pediu que eu transasse com um homem de 20 e poucos anos e depois lhe contasse. Isto foi o que me aconteceu durante os meus 16 anos, um adolescente na indústria do entretenimento”. Ela comentou que, enquanto vítimas sofrem, os abusadores seguem festejados em Hollywood. E, neste contexto, menciona que o maior erro de sua carreira foi ter trabalhado com Woody Allen, que foi acusado de ter abusado de sua filha. “Fiz um filme do Woody Allen e é o maior arrependimento da minha carreira. Tenho vergonha de ter feito isto. Eu ainda tinha que encontrar a minha voz e não era quem eu sou agora e me senti pressionada, porque “Claro que você tem que dizer sim a este filme Woody Allen”. No final das contas, no entanto, é minha responsabilidade decidir que fazer e fiz a escolha errada. Cometi um erro terrível.” A atriz participou de “Para Roma, com Amor” (2012), de Allen. Desde então, se assumiu lésbica. E voltou a ser convidada a viver a mutante Kitty Pryde em “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido” (2014), logo após sair do armário publicamente. Desta vez, sem traumas.

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  • Filme

    Primeiro pôster de Deadpool 2 traz o herói no espírito do Dia de Ação de Graças

    10 de novembro de 2017 /

    A Fox divulgou o primeiro pôster de “Deadpool 2”. No espírito do Dia de Ação de Graças, o cartaz traz o herói vivido por Ryan Reynolds servindo um peru, numa mesa que inclui os personagens do primeiro filme: Colossus (criado por computação gráfica), Negasonic Teenage Warhead (ou Míssil Adolescente Negassônico, vivida por Brianna Hildebrand), Vanessa (Morena Baccarin), Fuinha (T.J. Miller), Cega Al (Leslie Uggams) e até o taxista Dopinder (Karan Soni), além das duas principais novidades da nova produção: Cable (Josh Brolin) e Dominó (Zazie Beets), sem esquecer o retrato de Stan Lee na parede. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018.

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  • Filme

    Personagens de Pantera Negra ilustram 11 pôsteres individuais

    10 de novembro de 2017 /

    A Marvel divulgou uma coleção de pôsteres de “Pantera Negra”, que destacam os personagens do filme. São 11 cartazes, que trazem, pela ordem (abaixo): Chadwick Boseman (“Capitão América: Guerra Civil”) como Tchalla, o Pantera Negra, Letitia Wright (série “Humans”) como sua irmã Shuri, Angela Bassett (“Invasão a Londres”) como sua madrasta Ramonda, Forest Whitaker (“Busca Implacável 3”) como seu mentor e guia espiritual Zuri, Daniel Kaluuya (“Corra!”) como seu melhor amigo W’Kabi, Danai Gurira (série “The Walking Dead”) como a guerreira Okoye, Lupita Nyong’o (“12 Anos de Escravidão”) como outra guerreira, Nakia, Martin Freeman, reprisando seu papel de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), como o oficial da ONU Everett K. Ross, além dos vilões da história: Erik Killmonger, vivido por Michel B. Jordan (“Creed”), M’Baku, interpretado por Winston Duke (série “Pessoa de Interesse”), e Ulysses Klaue, que Andy Serkis também já interpretou em “Capitão América: Guerra Civil”. Segundo a sinopse oficial divulgada, “Pantera Negra” encontra T’Challa (Boseman) imediatamente após os eventos de “Capitão América: Guerra Civil” (2016), em sua volta para a isolada e tecnologicamente desenvolvida nação africana de Wakanda para assumir seu lugar como Rei. Entretanto, quando um velho inimigo reaparece no radar, a fibra de T’Challa como Rei e Pantera Negra é testada, e ele é levado a um conflito que coloca o destino de Wakanda e do mundo todo em risco. “Pantera Negra” tem direção de Ryan Coogler (“Creed”) e a estreia está marcada para 15 de fevereiro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Série

    Amazon encomenda The Boys, nova série baseada em quadrinhos do criador de Preacher

    9 de novembro de 2017 /

    A Amazon aprovou a produção da 1ª temporada de “The Boys”, nova série baseada em quadrinhos de Garth Ennis, o autor de “Preacher”. Os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” em série, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, para desenvolver o projeto. O projeto chegou a ter piloto encomendado, mas após mudanças profundas no Amazon Studios, com o afastamento de executivos por suspeita de assédio e uma nova chefia com instrução para o desenvolvimento de mais séries de gênero fantástico, “The Boys” virou prioridade e teve a exigência de piloto contornada, sendo aprovada a partir da qualidade do roteiro escrito por Kripke. A atração ganhou encomenda de oito episódios para a temporada inaugural e os primeiros episódios serão dirigidos por Rogen e Goldberg. A trama dos quadrinhos é uma sátira de humor negro sobre o universo dos super-heróis, protagonizada por um personagem chamado Billy Carniceiro, que vigia os super-heróis para a CIA, atento para que não saiam do controle do governo e não se tornem uma ameaça pública, devido a seus grandes poderes. Para realizar sua missão, Billy junta uns amigos da pesada e acaba descobrindo que os super-heróis não são tão certinhos e agradáveis como as pessoas imaginam. A revista durou 72 exemplares, publicados entre 2008 e 2012, pelas editoras Wildstorm (braço da DC Comics) e Dynamite. E nos últimos oito anos também esteve cotada para virar filme, primeiro pela Sony, depois pela Paramount. Curiosamente, “Preacher” teve a mesma carreira, atraindo diversos interessados em colocá-lo no cinema, mas os projetos nunca saíram do papel, até Rogen e Goldberg resolverem transformar os quadrinhos em série. A 1ª temporada de “The Boys” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Etc

    Netflix vai lançar histórias em quadrinhos do criador de Kick-Ass e Kingsman

    9 de novembro de 2017 /

    A Netflix vai mesmo virar editora de quadrinhos. O contrato com o autor Mark Millar não é apenas para o lançamento de séries. A ideia é usar a Millarworld, adquirida pela plataforma de streaming em agosto deste ano, como uma encubadora de franquias. O primeiro gibi da Netflix será lançado em 2018 e terá seis edições. Intitulada “The Magic Order”, a nova criação de Mark Millar terá desenhos de Olivier Coipel e acompanhará a trajetória de cinco famílias de magos que precisam tomar medidas diante do surgimento de um novo inimigo. A capa do primeiro exemplar foi adiantada pela Netflix e pode ser vista abaixo. A Millarworld foi fundada em 2004, mas não funcionava como uma editora tradicional de quadrinhos. Era originalmente uma empresa criativa, que detinha o registro dos personagens de Mark Millar, publicados por diferentes companhias. Atualmente, o roteirista tem 18 títulos diferentes no portfólio, que já renderam três franquias cinematográficas: “O Procurado”, “Kick-Ass” e “Kingsman”. Antes de se lançar como autor independente de sucesso, Millar passou oito anos na Marvel, onde desenvolveu quadrinhos e arcos dramáticos muito populares. Suas histórias dessa fase também inspiraram filmes: “Os Vingadores” (2012), “Capitão América: Guerra Civil” (2016) e “Logan” (2016).

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    Homem-Elástico ganha uniforme “feio de doer” no trailer do próximo episódio de The Flash

    8 de novembro de 2017 /

    A rede CW divulgou o trailer de “When Harry Met Harry…”, episódio da 4ª temporada de “The Flash”, que vai ao ar na próxima terça (14/10) nos Estados Unidos. O episódio é importante por incorporar de vez o Homem-Elástico (Hartley Sawyer) no time do Flash (Grant Gustin), com direito a seu próprio uniforme. Criado por Cisco (Carlos Valdes), é um traje cinzento que, apesar de ligeiramente similar à roupa original dos quadrinhos, inclui um capuz no lugar da primeira máscara que o herói usou – e logo abandonou. O resultado, como define o próprio Elástico, é “feio de doer” (tradução aproximada do termo “butt-ugly”). A decisão de incluir o Homem-Elástico na série é uma das melhores surpresas da temporada. Afinal, Ralf Dibny, o Homem-Elástico, é um dos aliados mais antigos de Barry Allen nos quadrinhos. Ele fez sua estreia justamente numa história do Velocista Escarlate, criado por John Broome e Carmine Infantino em 1960, com grande input do editor Julius Schwartz, que queria um novo coadjuvante para o Flash. Eventualmente, ele ganhou histórias próprias e também entrou na Liga da Justiça. Ao longo dos anos, Ralf fez fortuna no showbusiness e casou com a namorada Sue Dearbon, formando um dos casais mais bacanas dos quadrinhos. Uma das características de suas histórias individuais é que Ralf e Sue investigavam pistas e mistérios ao estilo dos antigos romances de detetives, conseguindo resolver mais crimes que o próprio Batman. Até tudo ruir na minissérie “Crise de Identidade” em 2004, quando Sue foi assassinada por Jean Loring, a esposa de Ray Palmer (o Elektron), levando o herói divertido a se tornar sombrio. Obcecado em trazer Sue de volta à vida, ele fez todo tipo de pactos sobrenaturais, mas só conseguiu reencontrá-la com sua própria morte no crossover “52”. A série destaca o Ralph Dibny divertido das primeiras aventuras do herói, com interpretação de Harley Sawyer (da novela “The Young and the Restless”). Mas há uma contradição forte na produção de TV, em relação a episódios anteriores. Afinal, o nome de Ralph Dibny foi citado na 1ª temporada (no sétimo episódio, “Power Outage”) como uma das pessoas que morreram instantaneamente na explosão dos laboratórios Star. Oops. “The Flash” é exibido pelo canal pago Warner com cerca de três semanas de atraso no Brasil.

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