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  • Filme

    Astro de Arrow grava vídeo de apoio à investigação de assédio sexual nos bastidores da série

    14 de novembro de 2017 /

    O Arqueiro Verde se juntou à Supergirl num luta diferente. Assim como havia feito Melissa Benoist (a Supergirl) e sua própria colega de elenco de “Arrow” Emily Bett Rickards (a Felicity), o ator Stephen Amell foi às redes sociais manifestar-se contra o assédio sexual e a favor de investigações sobre denúncias de mau comportamento. As manifestações acontecem poucos dias após o produtor Andrew Kreisberg, cocriador tanto de “Arrow” quanto de “Supergirl”, ser suspenso pela WBTV (Warner Bros. Television) de suas funções em todas as produções de super-heróis da DC Comics, após denúncias de má conduta nos sets. O produtor foi acusado por 19 pessoas, que relataram casos de toques inapropriados, pedidos de massagens, comentários de teor sexual sobre a aparência de mulheres, além de beijos sem permissão. Em um vídeo publicado no Facebook, o ator não menciona Kreisberg, mas disse estar disposto a ajudar a investigação da Warner e expressou solidariedade com seus colegas de elenco e equipe: “Se você não é parte ativa da solução, então você é parte do problema”, declarou o astro. Ele também afirmou apoiar as declarações feitas pelas colegas Melissa Benoist, Emily Bett Rickards e Caity Lotz (a Canário Branco) nas redes sociais, e revelou ter tido uma reunião com o elenco e a equipe de “Arrow” em que afirmou que, se quisessem, representaria qualquer integrante da série em reuniões com a Warner sobre problemas no set de gravações. Publicado por Stephen Amell em Segunda, 13 de novembro de 2017  

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  • Etc,  Filme

    Asher Angel e Zachary Levi aparecem juntos pela primeira vez após serem confirmados em Shazam!

    14 de novembro de 2017 /

    Os atores Asher Angel (série “Andi Mack”) e Zachary Levi (série “Chuck”) apareceram juntos em público pela primeira vez, após serem escalados para viver Billy Batson e Shazam (o antigo Capitão Marvel) no filme “Shazam!”, um dos próximos lançamentos do universo cinematográfico da DC Comics no cinema. O encontro aconteceu no tapete vermelho da première de “Liga da Justiça”, na noite de segunda-feira (13/11). Nos quadrinhos originais, Billy Batson se transforma num adulto superfortão (que no filme será o menos fortão Levy) proferindo a palavra mágica Shazam!, um acrônimo formado pelas iniciais de deuses, semideuses e profetas do mundo antigo – Salomão, Hércules, Atlas, Zeus, Aquiles e Mercúrio -, que conferem ao jovem seus atributos heroicos. Chamado originalmente de Capitão Marvel, o herói foi criado em 1939 por Bill Parker e C.C. Beck, e chegou a ser o personagem de quadrinhos mais popular da década de 1940, com vendas mensais de 1,3 milhão de exemplares e vários spin-offs centrados na chamada “Família Marvel” – Mary Marvel, Capitão Marvel Jr., etc. Todo esse sucesso incomodou a DC Comics, que entrou com um processo contra sua editora, a Fawcett Comics, por considerar que Capitão Marvel era plágio do Superman. Recorrendo na justiça por mais de uma década, a DC se aproveitou do endividamento da Fawcett para adquirir seus personagens – e após relançar o Capitão Marvel como Shazam! nos anos 1970, até o incluiu na Liga da Justiça. Mas suas histórias sempre foram mais leves que as dos outros heróis, por sua característica única: ser apenas uma criança, sob a aparência de um adulto superfortão. O roteiro de “Shazam!” está sendo escrito por Darren Lemke (“Goosebumps: Monstros e Arrepios”), Henry Gayden (“Terra para Echo”) e Geoff Johns (cocriador da série “The Flash”), mas curiosamente a direção é de um especialista em terror: David F. Sandberg (“Quandos as Luzes se Apagam” e “Annabelle 2: A Criação do Mal”). O filme não deve trazer participação do astro Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 8”), escalado há vários anos para viver o vilão Adão Negro, um dos principais antagonistas de Shazam!. Johnson deve estrelar só o spin-off de seu personagem. “Shazam!” é o segundo filme na fila de estreia dos heróis da DC após “Liga da Justiça”, que chega aos cinemas brasileiros na quinta (16/11). Ele será lançado após “Aquaman”, previsto para dezembro de 2018, e antes de “Mulher-Maravilha 2”, que chega em novembro do ano seguinte. As filmagens vão começar em fevereiro em Toronto, no Canadá, com uma estimativa de lançamento para abril de 2019.

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  • Série

    Mon-El retorna em trailer emotivo de Supergirl

    14 de novembro de 2017 /

    A rede CW divulgou o trailer do próximo episódio de “Supergirl”, que destaca o reencontro da heroína (Melissa Benoist) com Mon-El (Chris Wood), após a trágica separação do casal no final da temporada passada. A prévia capricha nas lágrimas e na trilha emotiva, enquanto Supergirl luta contra seus sentimentos, dividida entre acreditar no milagre e questionar se não se trata de um truque. O detalhe é que ele não é o único passageiro resgatado na nave misteriosa naufragada na baía de National City. E a identidade dos demais tripulantes pode ter a ver com as contratações de Jesse Rath (série “Defiance”) e Amy Jackson (“Freaky Ali”) como personagens da Legião de Super-Heróis. A volta de Mon-El acontece no episódio intitulado “Wake Up” e vai ao ar na próxima segunda (20/11) nos Estados Unidos, uma semana antes do crossover “Crisis on Earth-X”. “Supergirl” é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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  • Filme

    Criador de Cable compartilha foto do encontro com Josh Brolin, intérprete do personagem em Deadpool 2

    14 de novembro de 2017 /

    O criador do herói Cable, Rob Liefeld, publicou em seu Instagram uma foto que registra seu encontro com Josh Brolin, intérprete de Cable, no set de “Deadpool 2”. Na legenda, ele assume seu momento de fanboy, derretendo-se diante do prospecto de ver sua criação ganhar carne e osso, na interpretação do ator “mais perfeito para o papel”. Embora não esteja diretamente envolvido nos filmes de Deadpool, personagem que ele também criou, Liefeld teria sido consultado por Ryan Reynolds, protagonista e produtor da franquia, sobre diversas decisões. Por exemplo, ele recomendou que o primeiro filme não incluísse Cable, já que a origem de Deadpool seria o suficiente para distrair o público, mas está entusiasmado com a introdução de Cable e Dominó (vivida por Zazie Beetz), mais uma de suas criações, no segundo longa-metragem. Dirigido por David Leitch (“De Volta ao Jogo”), “Deadpool 2” tem lançamento previsto para março de 2018. CABLE!! Say what?? I’m going to actually meet him in the flesh and blood(and steel coils)?? And, oh, by the way, he’s one of your favorite and one of the most talented actors of all space and time! Yeah, I dare you to try and meet one of your own creations and not get umpteen butterflies in your stomach. I don’t remember anything that was said here besides me thinking “I’m meeting CABLE!! HOW AWESOME IS THIS?!?!” Mr. Josh Brolin could not be more perfect in this role. He is amazing and outstanding and you will no doubt be as giddy as I was when watching him portray Cable. His commitment to becoming Cable goes beyond his physical transformation, he found the voice that fans will go crazy about! Ryan as Deadpool and Josh as Cable. Look out World this is going to be nuts! #cable #xforce #deadpool #robliefeld #marvel #20thcenturyfox Uma publicação compartilhada por RobertLiefeld (@robliefeld) em Nov 13, 2017 às 2:11 PST

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  • Filme

    Morbius: Vilão do Homem-Aranha pode ganhar filme próprio

    13 de novembro de 2017 /

    O vilão do Homem-Aranha Morbius pode ganhar um filme, com os roteiristas Matt Sazama e Burk Sharpless (dos fracos “Drácula – A História Nunca Contada”, “O Último Caçador de Bruxas” e “Deuses do Egito”). Segundo o site The Hollywood Reporter, a dupla está negociando com a Sony para escrever a adaptação. O filme se juntaria aos projetos atualmente em desenvolvimento na Sony: “Venom” e “Silver & Black”, sobre o universo do Homem-Aranha. E também abriria a possibilidade de explorar histórias de terror da Marvel, algo que “Novos Mutantes” já pretende fazer. Criado por Roy Thomas e Gil Kane em 1971, Michael Morbius era um bioquímico vencedor do Prêmio Nobel, que, ao tentar descobrir a cura para um doença sanguínea, transforma-se acidentalmente num vampiro. O personagem tem uma história trágica, que o diferencia de Drácula e outros vampiros malévolos. Além disso, as características de sua transformação lhe renderam a alcunha de “Vampiro Vivo”, ao contrário dos demais, que só viram criaturas da noite após a morte. Além das aparições como vilão do Homem-Aranha, ele chegou a ter histórias próprias, em que sua natureza nobre lutava contra a sede de sangue, tornando-o um anti-herói. Caso o projeto realmente vá em frente, será a segunda vez que Morbius é considerado para um filme. Em 2000, a Marvel quase cedeu o personagem para o estúdio Artisan, especializado em terrores baratos.

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  • Filme

    Estreia de Mulher-Maravilha 2 é antecipada pela Warner

    13 de novembro de 2017 /

    A estreia de “Mulher-Maravilha 2” foi antecipada em um mês e meio pela Warner. Anteriormente prevista para 13 de dezembro de 2019, a produção agora vai chegar aos cinemas norte-americanos em 1 de novembro. Com isso, a Warner distancia seu filme de “Star Wars: Episódio IX”, que recentemente foi adiado para 20 de dezembro, uma semana após a data prevista para o lançamento original do segundo filme da super-heroína. No fim de semana, rumores surgiram de que Gal Gadot não retornaria ao papel de Mulher-Maravilha se a Warner não tirasse Brett Ratner e sua produtora, RatPac-Dune Entertainment, dos créditos da produção. O estúdio não pretende renovar seu acordo de financiamento com a companhia do produtor, envolvido nos escândalos sexuais que assolam Hollywood. Mesmo sem rompimento, o acordo se encerraria em um ano, na primavera de 2018, e já não envolveria a produção de “Mulher-Maravilha 2”. Patty Jenkins vai voltar à direção, após fechar um acordo que a tornará a diretora mais bem-paga de todos os tempos. A trama da sequência será baseada numa ideia dela e do diretor executivo da DC Entertainment, Geoff Johns, que também é criador da série “The Flash”. Mas o roteiro está sendo escrito por Dave Callaham, autor do argumento que supostamente deu origem à franquia “Os Mercenários”. Segundo o site The Hollywood Reporter, ele foi escolhido por sugestão da diretora Patty Jenkins, após os dois colaborarem em “Jackpot”, projeto que foi abandonado quando Jenkins assumiu “Mulher-Maravilha”. Vale lembrar que o estúdio de “Os Mercenários” processou o roteirista por fraude, por ter buscado créditos pela franquia que teria sido totalmente criada por Sylvester Stallone. Callaham garante que foi Stallone quem roubou a ideia de um roteiro antigo que ele tinha. O que ele comprovadamente escreveu foi a pior adaptação de videogame de todos os tempos, “Doom” (2005), o péssimo terror “Os Cavaleiros do Apocalipse” (2009), o esboço inicial de “Godzila” (2014) e andou rabiscando, sem créditos, “Homem-Formiga” (2015) para a Marvel.

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  • Série

    Série do Justiceiro divide opiniões da crítica americana

    13 de novembro de 2017 /

    As primeiras críticas da série do Justiceiro (The Punisher), na Neflix, começaram a ser publicadas nesta segunda-feira (13/11), e foram bem divisivas, do tipo “obra-prima”/”lixo”. Enquanto alguns se entusiasmaram a ponto de considerá-la a melhor das séries da Marvel exibidas pelo serviço de streaming, com muitos elogios para o ator Jon Bernthal, intérprete do protagonista, não faltaram os que acharam a produção simplesmente tediosa. Houve até quem a definisse como uma “Person of Interest” (Pessoa de Interesse) piorada. A atração foi desenvolvida por Steve Lightfoot (série “Hannibal”) e estreia na sexta, dia 17 de novembro, na plataforma de streaming. Veja abaixo algumas das opiniões pinçadas entre as críticas americanas. “’O Justiceiro’ é entretenimento empolgante e politicamente ousado, que não tem medo de mergulhar na complexidade de uma nação que se define pela quantidade imensurável de morte que inflige nos outros em nome da paz” – Chris Cabin, Collider. “A Netflix disponibilizou todos os 13 episódios para o público e, apesar de fortes performances de Jon Bernthal, Daniel Webber e Ebon Moss-Bachrach, foi difícil chegar até o final. Eu fiquei pensando em ‘Person of Interest’, que fez um trabalho melhor com um material similar” – Gavia Baker-Whitelaw, The Daily Dot. “Além de ser a melhor, também é a mais violenta… ‘O Justiceiro’ é a série que a Marvel precisava. É a série que prova que ainda há esperança para a editora na TV. E sim, se formos julgar puramente pelo ato de se transformar num personagem, Benthal absolutamente merece um Emmy por sua performance” – Merrill Barr, Forbes. “Para uma série que, em vista da época em que está sendo lançada, poderia ser tão controversa, sua maior polêmica deve ser a falta de polêmica. Frank Castle faz algumas coisas ruins, mas nada tão ruim quanto o que vemos nos EUA todos os dias. Como uma narrativa sobre veteranos de guerra que tentam encontrar seu lugar no mundo, “Justiceiro” tem algo a dizer. Mas poderia ter sido muito mais curta, e sua inclusão no universo Marvel parece apenas tangencial na melhor das hipóteses” – Liz Shannon Miller, Indie Wire. “O primeiro episódio de ‘O Justiceiro’ é entediante e repetitivo. Nada nele indica algo diferente daquilo que já vimos em ‘Demolidor’. Seguindo a toada, o quinto e sexto episódios são ainda mais lentos, numa indicação de que a Netflix ainda não aprendeu a superar o embaço do meio de suas temporadas” – Susana Polo, Polygon. “Graças à performance de Jon Bernthal como o vigilante Frank Castle, e à mente sagaz do showrunner Steve Lightfoot, ‘O Justiceiro’ chega aos pontos altos de ‘Jessica Jones’ ao introduzir um personagem conturbado e mortal” – Sonia Saraiya, Variety “‘O Justiceiro'” faz um excelente trabalho para reintroduzir um personagem icônico, com a ajuda de uma performance brilhante de Jon Bernthal” – David Griffin, IGN “No final das contas, ‘O Justiceiro’ oferece para os fãs do personagem uma experiência melhor do que as três adaptações fracassadas do personagem no cinema. Mas aqueles que procuram mais escapismo em sua narrativa de super-heróis podem achar melhores séries tão sombrias quanto, mas muito menos tediosas da Marvel/Netflix” – Robert Yaniz Jr., We Got This Covered.

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  • Filme

    Primeiras impressões de Liga da Justiça apontam filme divertido com potencial para ser melhor

    13 de novembro de 2017 /

    As primeiras impressões da crítica sobre o filme da “Liga da Justiça” começaram a ser publicadas nas redes sociais no fim de semana. Como sempre, a imprensa geek fez questão de deixar registrada sua opinião antes dos chamados jornalistas sérios. E o resultado é misto. Há um consenso de que o filme é bem melhor que “Batman vs. Superman” e muito divertido, mas podia ser melhor. Em geral positivas, as avaliações também apontam alguns pontos fracos, especialmente – e também como sempre – o vilão. Já os pontos fortes, são o desenvolvimento dos personagens e o humor. Vale lembrar que o filme é uma espécie de “Frankenstein”, que nasceu pelas mãos de Zack Snyder (“Batman vs. Superman”) e foi retalhado e refeito, após supostamente estar pronto, por Joss Whedon (“Os Vingadores”). Enquanto o primeiro é conhecido por comandar filmes de heróis que se levam muito a sério, o segundo é celebrado justamente pelo desenvolvimento de personagens e humor. Ou seja, é fácil deduzir o que aconteceu nas refilmagens. Liga da Justiça” estreia na quinta-feira (16/11) no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Confira abaixo, algumas das opiniões dos críticos de sites geeks dos Estados Unidos. “Liga da Justiça é melhor que ‘Batman vs. Superman’ e ‘Esquadrão Suicida’. É enxuto e cheio de ação de super-heróis. Eu aprovei a maioria dos momentos mais leves e acho que tem uma das melhores sequências de ação de todos os filmes do Universo DC. E, claro, Mulher-Maravilha rouba as cenas” – Erik Davis, Fandango “Eu tenho muito a dizer sobre ‘Liga da Justiça’, mas vou esperar até a critica poder ser publicada. Mas duas coisas importantes: espere até o fim dos créditos e Jason Momoa como Aquaman é incrível” – Steve Weintraub, Collider. “’Liga da Justiça’ não é um filme perfeito. Tem uma história com falhas e um vilão simplório de computação gráfica. Mas, o mais importante, entende os heróis do modo certo. Cada membro da Liga é fantástico e é difícil escolher o seu favorito. Tem muita diversão, do início ao fim” – Brandon Davis, ComicBook. “Liga da Justiça é ok. Narrativamente é uma bagunça, as ameaças não funcionam e o vilão não é nada demais. No entanto, os heróis são ótimos, o filme é divertido e o desenvolvimento dos personagens funcionam. Eu não amei, mas há coisas boas o suficiente para me empolgar pelo futuro [da DC]” – Germain Lussier, io9. “Liga da Justiça é melhor do que eu esperava, mas não é um gol de placa. A interação da equipe é muito divertida. O filme manda o Universo DC para uma direção esperançosa, mostrando o caminho para a franquia seguir. Flash e Aquaman roubam as cenas. Ciborgue e o vilão são os pontos fracos” – Peter Sciretta, Slash Film. “Eu vi ‘Liga da Justiça’. Aqui está o que eu achei. Há muitas coisas que eu mudaria, mas eu gostei. Eu gostei de ver a equipe junta e me diverti assistindo. Ezra rouba o filme e a Mulher-Maravilha está perfeita” – Jenna Busch, Coming Soon. “’Liga da Justiça’ é uma jornada divertida, que conduz bem os personagens, mas falha na narrativa. É uma execução confusa que é salva pelos atores, que superam as limitações para entregar uma divertida e esperançosa, ainda que falha, entrada para o Universo DC” – Paul Shirey, JoBlo. “Eu estou genuinamente feliz por dizer que Liga da Justiça é muito divertido. Não é perfeito e tem problemas, mas faz com que você se importe com esses personagens como uma equipe ao final. Também é muito divertido de modos muito inesperados” – Terri Schwartz, IGN.

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  • Etc,  Série

    Estrelas de Supergirl e Arrow protestam contra assédios após suspensão de produtor

    13 de novembro de 2017 /

    A estrela de “Supergirl”, Melissa Benoist, e a principal intérprete feminina de “Arrow”, Emily Bett Rickards, usaram as redes sociais no fim de semana para se pronunciar contra os escândalos de assédio sexual que sacodem Hollywood e que, na sexta (10/11) atingiram a produção de suas séries, com a decisão da Warner Bros TV de afastar Andrew Keisberg, co-criador das duas atrações. Num longo comunicado, Melissa Benoist afirma que encabeça uma série que representa “igualdade, feminismo, empoderamento e a luta pelo que é certo”, mas que, “infelizmente, a série e a minha carreira fazem parte de uma indústria que nem sempre reflete esses sentimentos”. “Isto é de partir o coração e às vezes me faz sentir sem esperanças”, acrescentou, afirmando que as vítimas de assédio “deveriam sempre ser ouvidas”. A declaração da atriz não menciona Kreisberg em nenhum momento, mas defende a responsabilização dos assediadores. “Quando as pessoas tem crises ou assediam os outros, elas devem sempre ser responsabilizadas — independentemente da indústria em que trabalhem ou quanto poder eles exercem”, disse ela. A atriz ainda diz que voltará às gravações de “Supergirl” esta semana ainda mais comprometida a ser “uma parte da mudança de norma, escutando quando as pessoas falam, e recusando a aceitar um ambiente que seja menos do que um espaço seguro, respeitoso e colaborativo”. Já a intérprete de Felicity Smoak em “Arrow” criticou os homens que cometeram assédio, aqueles que viram os olhos para este tipo de comportamento e os que falam em “sexismo às avessas”, dizendo que eles são “fracos e cúmplices”. Ao mesmo tempo, ela elogia as mulheres que vieram a público denunciar os muitos casos em Hollywood e as mulheres que as apoiam, referindo-se a elas como as verdadeiras “heroínas”. Kreisberg é cocriador e produtor executivo de “Supergirl”, “Arrow” e também de “The Flash” e “Legends of tomorrow”. Após as acusações de assédio, o produtor foi suspenso e a Warner instaurou uma investigação sobre o caso. “Ficamos sabendo recentemente de acusações de má conduta contra Andrew Kreisberg. Suspendemos o Sr. Kreisberg e estamos conduzindo uma investigação interna. Levamos todas as acusações de má conduta a sério e estamos comprometidos em criar um ambiente de trabalho seguro para nossos funcionários e todos envolvidos em nossas produções”, diz o comunicado da produtora. Segundo o site da revista Variety, 19 pessoas acusam o produtor de assédio sexual. Ninguém quis se identificar. Mas uma pessoa próxima ao caso afirmou que várias funcionárias de “The Flash” reclamaram sobre o comportamento do produtor nos bastidores. Com uma roteirista em específico, Kreisberg teria se comportado de forma “inapropriada” e criava um “ambiente de trabalho hostil”, até que ela não aguentou e pediu demissão. O mesmo teria acontecido com outra mulher, que dirigiu episódios de “Arrow” e “The Flash”. Desde outubro, uma série de acusações de assédio sexual vieram à tona, envolvendo grandes nomes da indústria do entretenimento dos Estados Unidos. Após a denúncia contra o poderoso produtor Harvey Weinstein, acusado por dezenas de mulheres em diferentes casos de abuso sexual, Hollywood vive sob a sombra de novas e constantes revelações, que já envolveram atores como Kevin Spacey, Ed Westwick, Steven Seagal e Louis C.K., cineastas como Brett Ratner e James Toback, além de agentes de artistas e executivos de estúdios. ❤️ pic.twitter.com/bIAcZWrYOT — Melissa Benoist (@MelissaBenoist) November 13, 2017 pic.twitter.com/AhSoTHZO2M — Emily Bett Rickards (@EmilyBett) November 13, 2017

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  • Filme

    Batman enfrenta Jack, o Estripador no primeiro trailer da animação Gotham by Gaslight

    12 de novembro de 2017 /

    A DC Entertainment divulgou o trailer de “Batman: Gotham by Gaslight”, nova adaptação de quadrinhos clássicos da DC Comics. A prévia mostra Batman no século 19, numa Gotham City com ares da Londres vitoriana, para enfrentar o perigoso serial killer Jack, o Estripador. A animação adapta os quadrinhos homônimos de 1989, concebidos por Brian Augustyn e Mike Mignola (o criador de “Hellboy”), que foram lançados no Brasil com o título “Um Conto de Batman: Gotham City 1889”, mas também insere elementos da continuação, “Batman: Mestre do Futuro”, publicada dois anos depois com roteiro do mesmo Augustyn e desenhos do já falecido artista uruguaio Eduardo Barreto. A adaptação de quadrinhos clássicos, especialmente da década de 1980, já é uma tradição das animações da Warner/DC, como visto em “Batman: Ano Um” (2011), “Batman: A Piada Mortal” (2016) e “Jovens Titans: O Contrato de Judas” (2017), entre outras. A direção é de Sam Liu (o mesmo diretor de “Ano Um” e “A Piada Mortal”) e o elenco de vozes destaca Bruce Greenwood (“Star Trek”), retomando o papel de Batman/Bruce Wayne que desempenha na série “Young Justice” (Justiça Jovem), Jennifer Carpenter (séries “Dexter” e “Limitless”) como Selina Kyle/Mulher-Gato e Anthony Head (séries “Buffy” e “Merlin”) como Alfred. O lançamento é previsto para 2018 em streaming e Blu-ray.

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  • Filme

    Jason Momoa pressiona diretor para começar a filmar remake de O Corvo

    12 de novembro de 2017 /

    Jason Momoa (o Aquaman da “Liga da Justiça”) vai enfrentar a maldição de filmar “O Corvo”. Ele confirmou que estrelará o remake do filme de 1994 num post em seu Instagram. Além de divulgar uma nova foto em que aparece ao lado do cineasta Corin Hardy (“A Maldição da Floresta”), atual responsável pelo longa, ele escreveu, pressionando o diretor: “Tenho esperado por isso há muito tempo. Corin Hardy, vamos fazer isso, irmão”. Amaldiçoada, a franquia lida com negatividade desde a trágica morte do ator Brandon Lee durante as filmagens de “O Corvo” original em 1994, e o projeto da refilmagem vem batendo o recorde de má sorte. Para se ter ideia, Momoa já é o quinto ator a tentar estrelar o remake desde que ele foi anunciado. A maldição é real, pelo menos para a Sony, que já enterrou mais de US$ 20 milhões com a pré-produção, sem que nem uma cena sequer tenha sido filmada – gastos em desenvolvimento, roteiros não filmados, adiantamentos de contratos, etc. O remake seria originalmente dirigido por Stephen Norrington (“A Liga Extraordinária”) e estrelado por Mark Wahlberg (“Transformers: A Era da Extinção”), os primeiros a desistirem há sete anos. Para o lugar de Wahlberg, foi contratado Bradley Cooper (“Sniper Americano”), que acabou defenestrando o roteiro de Alex Tse (“Watchmen”) na primeira oportunidade. Mas só para desistir mais adiante, junto de mais um diretor, Juan Carlos Fresnadillo (“Extermínio 2″), que foi substituído por seu conterrâneo F. Javier Gutierrez (“3 Dias”). Nesta oportunidade, o ator galês Luke Evans (“Drácula – A História Nunca Contada”) também assumiu o papel principal. A dança de cadeiras continuou com a desistência tanto de Gutierrez quanto de Evans. E agora quem está à frente da produção é Corin Hardy, que tem apenas um longa em seu currículo, o terror “A Maldição da Floresta” (2015). O roteiro que Hardy ia filmar tinha sido escrito por Jesse Wigutow (“Acontece Nas Melhores Famílias”), que também era responsável por escrever a sequência abortada de “Tron: O Legado” (2010). Mas aparentemente ele encomendou outra nova versão para a história, já que agora o roqueiro Nick Cave (!!!) aparece creditado no IMDb como autor do roteiro, ao lado de Cliff Dorfman (“Guerreiro”). Embora mais conhecido como cantor e compositor, Cave já escreveu alguns roteiros de cinema, entre eles “A Proposta” (2005) e “Os Infratores” (2012), ambos dirigidos por John Hillcoat. Segundo o autor de quadrinhos James O’Barr, criador do personagem, o novo “O Corvo” seria uma adaptação mais fiel de sua história original. A trama foi concebida como terapia, após sua namorada morrer num acidente de carro, vítima de um motorista bêbado. Nos quadrinhos, o personagem central e sua namorada são mortos, mas ele volta à vida para se vingar dos assassinos. A refilmagem terá título diferente, “The Crow Reborn”, mas o personagem de Momoa é o mesmo Eric Draven que Brandon Lee morreu interpretando. Momoa terminou recentemente de filmar “Aquaman” e, após terminar a divulgação de “Liga da Justiça”, tem um espaço na agenda para a produção, que ainda não divulgou cronograma de filmagens nem sua previsão de estreia. Por isso, o post abaixo apressando o diretor – “Corin Hardy, vamos fazer isso, irmão”. I’ve been waiting for sooooo long. @corinhardy let’s do this brother aloha j Uma publicação compartilhada por Jason Momoa (@prideofgypsies) em Nov 12, 2017 às 7:51 PST

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    Atriz de The Big Bang Theory vai participar de Supergirl

    12 de novembro de 2017 /

    A atriz Laurie Metcalf, conhecida por interpretar a mãe religiosa e divertida de Sheldon Cooper na série “The Big Bang Theory”, vai participar de “Supergirl”. Ela dará vida a outra mãe de personagem importante. Metcalf aparecerá no 15º episódio da 3ª temporada de “Supergirl” como a mãe do personagem Winn Schott (Jeremy Jordan). Para quem não lembra, o pai de Winn já foi visto na 1ª temporada da série. Trata-se do vilão Homem Brinquedo, vivido por Henry Czerny, que também foi um pai famoso (e malvado) em “Revenge”. “Supergirl” – assim como “The Big Bang Theory” – é exibida no Brasil pelo canal pago Warner.

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    Thor: Ragnarok mantém 1º lugar e já supera bilheterias dos dois filmes anteriores da franquia

    12 de novembro de 2017 /

    “Thor: Ragnarok” enfrentou pais em dose dupla e trens expressos sem sair do lugar: o 1º lugar das bilheterias na América do Norte. O blockbuster da Marvel faturou US$ 56,6M (milhões) na estimativa do site Box Office Mojo, em seu segundo fim de semana em cartaz nos Estados Unidos e no Canadá. É uma arrecadação incomum para uma produção em sua segunda semana, ainda mais por disputar ingressos com duas grandes estreias no período. O sucesso de “Thor: Ragnarok” é tão estrondoso que já superou, em apenas de dez dias, toda a arrecadação conquistada pelos dois longas anteriores da franquia, “Thor” (2011) e “Thor: O Mundo Sombrio” (2013), tanto no mercado doméstico quando em seu faturamento mundial. O lançamento já soma US$ 211,5M na América do Norte e US$ 650M em todo o mundo, ultrapassando “Thor: O Mundo Sombrio”, que fez US$ 206M e US$ 644M em 23 semanas. Entre as estreias, “Pai em Dose Dupla 2” foi a que se saiu melhor. Apesar de ter sido destruída pela crítica, com míseros 16% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a curiosidade de ver Mel Gibson numa comédia, como o pai de Mark Wahlberg, lhe rendeu o 2º lugar no ranking com um faturamento considerável de US$ 30M. Mas “Assassinato no Expresso do Oriente” não ficou muito atrás, com US$ 28,2M. A diferença pode ser creditada às 230 salas a menos que receberam esta produção. Apesar do grande elenco – Johnny Depp, Michelle Pfeiffer, etc – , o “remake” de Kenneth Branagh não conseguiu atingir a consagração da primeira versão da obra de Agatha Christie, encenada em 1974 e premiada pelo Oscar (Melhor Atriz Coadjuvante, vencido por Ingrid Bergman). Sem empolgar a crítica, conquistou 58% de aprovação e elogios para sua direção de arte. “Pai em Dose Dupla 2” e “Assassinato no Expresso do Oriente” estreiam, respectivamente, em 23 e 30 de novembro no Brasil. A grande sensação da semana, porém, não foi nenhum título do Top 3. De forma inesperada e impressionante, a novidade mais celebrada acabou sendo o filme que fecha o Top 10. “Lady Bird” foi lançado na semana passada em circuito ultra-limitado, apenas em Los Angeles e Nova York, e expandiu suas salas na última sexta (10/11) para atingir um total de 37 cinemas. Mesmo assim, virou um dos dez filmes mais vistos do fim de semana nos Estados Unidos, faturando US$ 1,2M. O valor representa uma arrecadação de US$ 33,7 mil por sala. Para se ter noção, “Thor: Ragnarok” faturou no mesmo tempo US$ 13 mil por sala – mas nem em sua estreia conseguiu tanto (US$ 30 mil). Trata-se de um fenômeno, que transforma “Lady Bird” num dos filmes indies mais bem-sucedidos do ano, além de lhe jogar holofotes na véspera das premiações do cinema americano. O filme marca a estreia na direção da atriz Greta Gerwig (“Mulheres do Século 20”). Ela não atua na produção, mas Saoirse Ronan (“Brooklyn”) é basicamente uma transposição das personagens rebeldes e desfocadas que Gerwig transformou em carreira. Vale lembrar que, além de atriz, Gerwig é uma escritora talentosa. Ela escreveu, entre outros, “Frances Ha” (2012) e “Mistress America” (2015), seus filmes mais famosos. E também assina o roteiro de “Lady Bird”, que é uma síntese de suas angústias existenciais, inspirado em sua própria vida. A previsão de estreia no Brasil é, inacreditavelmente, apenas para abril, cinco meses após o lançamento nos EUA e um mês inteiro depois do anúncio dos vencedores do Oscar 2018, que deve contar com sua presença entre os indicados. Trata-se de reincidência. Este descaso sempre costuma acontecer quando um grande estúdio (leia-se Universal) assume a distribuição internacional de uma produção indie. Confira, abaixo, o desempenho dos dez filmes de maior bilheteria do fim de semana na América do Norte. BILHETERIAS: TOP 10 América do Norte 1. Thor: Ragnarok Fim de semana: US$ 56,6M Total EUA: US$ 211,5M Total Mundo: US$ 650M 2. Pai em Dose Dupla 2 Fim de semana: US$ 30M Total EUA: US$ 30M Total Mundo: US$ 30M 3. Assassinato no Expresso do Oriente Fim de semana: US$ 28,2M Total EUA: US$ 28,2M Total Mundo: US$ 85,4M 4. Perfeita É a Mãe 2 Fim de semana: US$ 11,5M Total EUA: US$ 39,8M Total Mundo: US$ 46,5M 5. Jogos Mortais: Jigsaw Fim de semana: US$ 3,4M Total EUA: US$ 34,3M Total Mundo: US$ 79M 6. Tyler Perry’s Boo 2! A Madea Halloween Fim de semana: US$ 2M Total EUA: US$ 45,9M Total Mundo: US$ 46,6M 7. Tempestade – Planeta em Fúria Fim de semana: US$ 1,5M Total EUA: US$ 31,6M Total Mundo: US$ 199M 8. Blade Runner 2049 Fim de semana: US$ 1,4M Total EUA: US$ 88M Total Mundo: US$ 243M 9. A Morte Te Dá Parabéns Fim de semana: US$ 1,3M Total EUA: US$ 54,9M Total Mundo: US$ 88,1M 10. Lady Bird Fim de semana: US$ 1,2M Total EUA: US$ 1,7M Total Mundo: US$ 1,7M

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