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  • Série

    The Boys é renovada uma semana antes da estreia na Amazon

    19 de julho de 2019 /

    A Amazon anunciou a renovação de “The Boys”, série ainda inédita sobre super-heróis, que tem chamado atenção por seus trailers ultraviolentos. O material polêmico definitivamente não é para o público dos filmes da Marvel. Com 8 episódios, a 1ª temporada estreia na próxima sexta (27/7), com o capítulo inaugural assinado pelo cineasta Dan Trachtenberg (“Rua Cloverfield, 10”). Já o segundo ano será exibido apenas em 2020, mas já conta com uma novidade. A produção confirmou a entrada da atriz Aya Cash (“You’re the Worst”) no papel da super-heroína Stormfront. “The Boys” é baseada na publicação homônima de quadrinhos adultos de Garth Ennis, que também criou “Preacher”. Por sinal, os responsáveis pela produção são os mesmos que transformaram “Preacher” na série mais escatológica do canal pago AMC, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que agora se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. Os trailers divulgados até aqui mal-esboçam uma explicação da trama, que acompanha um grupo de vigilantes truculentos com a missão de investigar as atividades clandestinas dos super-heróis para a CIA. O motivo é que, a grosso modo, pessoas comuns se transformam em babacas quando ganham super-poderes e passam a acreditar que são intocáveis. E para lidar com um monte de super-heróis metidos, o governo conta com pessoas ainda mais insuportáveis, capazes de resolver problemas delicados de forma brutal. O elenco inclui Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – do título, enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”), Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) e Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) interpretam os super-heróis babacas. Além deles, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid.

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  • Série

    Fear the Walking Dead: Trailer da midseason revela quem sobreviveu

    19 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou o trailer da segunda metade da 5ª temporada de “Fear the Walking Dead”, produzido para a Comic-Con International. O vídeo é um grande spoiler, já que mostra quem sobreviveu ao midseason finale – isto é, todos – , encerrando o suspense em torno da correria de Morgan (Lennie James) e Alicia (Alycia Debnam-Carey) para chegar a tempo no avião em que os demais protagonistas pretendem escapar da explosão de um reator nuclear. A prévia também revela novos personagens e possíveis ameaças para o restante da temporada. Após o capítulo intitulado “Is Anybody Out There?”, que vai ao ar no domingo (21/7) nos EUA, “Fear the Walking Dead” fará uma pequena pausa, voltando a exibir os oito episódios finais da temporada a partir de 11 de agosto. Já renovada para sua 6ª temporada, a série também é exibida no Brasil pelo canal AMC, com atraso de duas semanas em relação aos Estados Unidos.

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  • Série

    Fear the Walking Dead: Veja os primeiros minutos do midseason finale

    19 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou os primeiros minutos da midseason finale da 5ª temporada de “Fear the Walking Dead”, que vai ao ar no próximo domingo (21/7) nos Estados Unidos. O vídeo é um longo flashback, portanto não revela nenhum spoiler. Ele mostra as tentativas de contato por rádio levadas adiante por Morgan (Lennie James), Alicia (Alycia Debnam-Carey) e companhia, na esperança de ajudar outros sobreviventes do apocalipse zumbi, apenas para serem enganados por Logan (Matt Frewer, de “Orphan Black”) e acabar em meio a um inferno radioativo. Após o capítulo intitulado “Is Anybody Out There?”, “Fear the Walking Dead” fará uma pequena pausa, voltando a exibir os oito episódios finais da temporada a partir de 11 de agosto. Já renovada para sua 6ª temporada, a série também é exibida no Brasil pelo canal AMC, com atraso de duas semanas em relação aos Estados Unidos.

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  • Série

    Fear the Walking Dead é renovada e ganha novos pôsteres

    19 de julho de 2019 /

    O canal pago AMC renovou “Fear Walking Dead” para sua 6ª temporada. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (19/7) durante o painel da série na Comic-Con International, junto da divulgação de novos pôsteres da série. A atração é a segunda mais assistida do AMC, atrás apenas de “The Walking Dead”, da qual é derivada, com uma audiência média de mais de 2 milhões de telespectadores por episódio ao vivo. Os novos cartazes disponibilizados confirmam a inclusão da atriz Karen David (a Jasmine de “Once Upon a Time”) no elenco central. Ela foi introduzida na atual temporada como intérprete da cientista nuclear Grace. A série vai chegar ao final da primeira metade de sua 5ª temporada no domingo (21/7), mas não vai demorar para retornar com os oito episódios restantes. O trailer da midseason finale pode ser visto aqui. Já a segunda parte começará a ser exibida em 11 de agosto nos Estados Unidos. “Fear the Walking Dead” é exibida com duas semanas de atraso pelo canal pago AMC no Brasil.

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  • Filme

    Diretores de Vingadores: Ultimato filmarão anime G-Force e quadrinhos de Grimjack

    19 de julho de 2019 /

    Os irmãos Joe e Anthony Russo, diretores de “Vingadores: Ultimato”, aproveitaram a Comic-Con International dar uma volta olímpica entre os fãs de quadrinhos pelo sucesso astronômico de seu último filme na Marvel. Mas a aclamação não era o principal objetivo de sua visita ao evento de San Diego, e sim o anúncio de seus próximos projetos. Eles montaram uma produtora, a AGBO, que está se especializando, justamente, em adaptações de quadrinhos e animações cultuadas. Depois do começo frustrante com a ótima, mas já cancelada série “Deadly Class”, os Russo revelaram dois novos projetos de cinema. Um deles é um filme baseado em “Grimjack”, HQ indie que chegou a ser publicada no Brasil nos anos 1980. Criado por John Ostrander e Tim Truman, Grimjack é um mercenário que atua num mundo onde magia e tecnologia coexistem. O outro é baseado no anime “G-Force – Defensores do Espaço”, adaptação americana da cultuada série japonesa “Science Ninja Team Gatchaman” (1972). Há cerca de uma década, a Warner chegou a planejar um filme sobre os personagens, cinco jovens heróis que protegem a Terra de ataques de Zoltar, do planeta Spectra, e outras ameaças espaciais. Os Russo adiantaram que não pretendem dirigir “Grimjack”, mas mantém a possibilidade em relação a “G-Force”, que é chamado de “Battle of the Planets” nos Estados Unidos. Antes disso, eles assinam a direção de “Cherry”, estrelado por Tom Holland (o Homem-Aranha), que aborda tráfico de drogas e começa a ser filmado em outubro, e produzem “Crime Sem Saída”, feito pela AGBO para a Netflix com Chadwick Boseman (o Pantera Negra) no papel principal. Os projetos demonstram que os integrantes dos Vingadores gostaram de trabalhar com os Russo e estão acompanhando suas novas aventuras profissionais. O painel da Comic-Con, por sinal, contou com vários atores de “Ultimato”, que vieram discutir com os fãs as possibilidades abertas pelas realidades alternativas criadas por aquele filme. E logicamente a conversa sobre um novo reencontro dos heróis veio à tona, bem como a volta dos Russo para a Marvel. “Nosso tempo na Marvel foi um dos melhores, criativamente, que já tivemos”, comentou Anthony no painel. “E nós adoraríamos trabalhar com eles novamente. No futuro, se isso fizer sentido, quem sabe em ‘Guerras Secretas’?”, disse, deixando os fãs urrando pela referência ao crossover clássico dos quadrinhos da editora.

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  • Série

    Brandon Routh voltará a viver Superman no crossover Crise nas Infinitas Terras

    19 de julho de 2019 /

    O ator Brandon Routh vai voltar a viver Superman novamente. 13 anos depois de estrelar “Superman: O Retorno” (2006), ele viverá o herói no crossover “Crise das Infinitas Terras”, que irá ao ar em dezembro e janeiro, juntando as séries “Arrow”, “The Flash”, “Supergirl”, “Legends of Tomorrow” e a novata “Batwoman” – quinteto também conhecido como Arrowverse – na rede americana The CW. Curiosamente, o ator já faz parte do Arrowverse como Ray Palmer, o Elekton, um dos personagens fixos de “Legends of Tomorrow”. Além disso, esse universo televisivo já tem um Superman, vivido por Tyler Hoechlin. E o detalhe é que os dois personagens também participarão do crossover. A explicação é que o Superman de Brandon Routh virá de uma Terra paralela do multiverso da DC Comics – o multiverso original dos quadrinhos. A história da “Crise das Infinitas Terras” vai abordar justamente o colapso dessa profusão de realidades alternativas. A participação no crossover marcará a primeira vez que Routh voltará ao uniforme de Superman desde o mal-fadado filme de Bryan Singer. E ele está comemorando. “Honrado, grato e ainda me beliscando”, escreveu o ator no Twitter sobre o retorno ao papel. Honored, humbled, grateful, and still pinching myself. ?#ReturnOfSuperman#Superman#Crossover#Arrowverse #SDCC2019 @DCComics@DEADLINE https://t.co/M5nQdTWYmh — Brandon Routh (@BrandonJRouth) July 19, 2019

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  • Série

    Van Helsing enfrenta Drácula no trailer da 4ª temporada

    19 de julho de 2019 /

    O canal pago americano Syfy divulgou o pôster e o trailer da 4ª temporada de “Van Helsing”. Produzido para a Comic-Con sem narração ou trilha sonora especial, o vídeo destaca a estreia da atriz Tricia Helfer, que interpretou a Número Seis em “Battlestar Galactica” e a mãe do personagem-título de “Lúcifer”. Ela aparece em cena com maquiagem de vampira, simplesmente como Drácula. A série pós-apocalíptica de vampiros voltará em mais 13 episódios, mas sem Missy Peregrym, cuja personagem (Scarlett Harker) morreu no final da 3ª temporada para a atriz estrelar a nova série “FBI”. Outra mudança na produção foi a promoção do roteirista Jonathan Walker como novo showrunner da série. Ele assinou os dois episódios finais da temporada passada e substitui o criador Neil LaBute (“Morte no Funeral”) na função. “A 4ª temporada irá aprofundar a tradição icônica dos vampiros e seus objetivos para este mundo. Novos vilões surgirão, assim como heróis inesperados se juntando à luta. Temos uma fantástica construção planejada para esta temporada e estou muito feliz de compartilhá-la com nossos fãs dedicados”, disse Walker, em comunicado. A série é baseada nos quadrinhos homônimos e segue Vanessa van Helsing (Kelly Overton, da série “True Blood”) e aliados, que lutam alternadamente para acabar com vampiros ou escapar do extermínio, num mundo em que a humanidade se tornou uma espécie em risco de extinção. O elenco também inclui Jonathan Scarfe (série “Perception”), Christopher Heyerdahl (série “Hell on Wheels”), Rukiya Bernard (“O Segredo da Cabana”), Vincent Gale (série “Bates Motel”), Aleks Paunovic (série “iZombie”), Paul Johansson (série “One Tree Hill”), Jennifer Cheon (série “The Drive”) e Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”). A estreia vai acontecer na temporada de outono, entre setembro e novembro nos Estados Unidos. “Van Helsing” chega ao Brasil pela Netflix.

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  • Série

    Supergirl: Jeremy Jordan, o Winn, vai voltar na 5ª temporada

    19 de julho de 2019 /

    O ator Jeremy Jordan vai voltar a “Supergirl”. Seu personagem Winn Schott deixou a série no final 3ª temporada, mas havia proposta para que retornasse de forma recorrente, o que acabou não acontecendo durante o quarto ano da produção. A ausência, porém, foi só um hiato. Ele próprio confirmou, via Instagram, que participará da 5ª temporada série. “Pelo jeito Winn não viajou 1000 anos para o futuro, só para a 5ª temporada! Tão feliz de retornar e atuar com meus amigos!!”, ele escreveu na rede social. O texto se refere ao fato de Winn ter ido para o século 31 com a Legião dos Super-Heróis. Com sua volta, não está claro se seu substituto Jesse Rath, o intérprete de Brainiac 5 no elenco regular da 4ª temporada, voltará para o futuro. O integrante da Legião dos Super-Heróis ocupou a vaga de especialista em tecnologia socialmente deslocado que Winn preenchia na produção. A 5ª temporada de “Supergirl” vai estrear em 6 de outubro nos EUA. A série é exibida pelo canal pago Warner no Brasil. Ver essa foto no Instagram Turns out Winn didn't go 1000 years into the future, just to season 5! ? So happy to come back and play with my friendsssssss!! @supergirlcw Uma publicação compartilhada por Jeremy Jordan (@jeremymjordan) em 18 de Jul, 2019 às 3:25 PDT

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  • Série

    Agents of SHIELD: Trailer revela reviravoltas do final da 6ª temporada

    19 de julho de 2019 /

    A Marvel divulgou um trailer dos últimos episódios da 6ª temporada de “Agents of SHIELD”, produzido para a Comic-Con. A prévia revela a evolução da trama, com ênfase no personagem de Clark Gregg, um alienígena com o mesmo DNA do falecido agente Coulson, e a descoberta gradual sobre a verdade de sua origem. Ainda faltam três episódios para o fim da temporada nos Estados Unidos. Depois disso, a série retorna para seus últimos capítulos em 2020. O anúncio de que a 7ª temporada encerrará a produção também foi feito na Comic-Con. No Brasil, “Agents of SHIELD” é exibida pelo canal pago Sony.

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  • Série

    Coordenador de efeitos de Titãs morre durante cena de ação da série

    18 de julho de 2019 /

    O coordenador de efeitos especiais da série Titãs morreu após a preparação de uma cena de ação dar errada nesta quinta-feira (18/7). Segundo apurou a revista americana Variety, o pedaço de um carro que seria usado na cena de um episódio da 2ª temporada acabou se soltando e atingiu Warren Appleby em cheio. A produção foi interrompida. “Estamos com o coração partido e devastados com a morte de nosso estimado colega, o coordenador de efeitos especiais Warren Appleby, depois de um acidente que ocorreu em uma instalação de efeitos especiais durante a preparação e teste de uma sessão”, disse um porta-voz da Warner Bros. “Warren era amado por todos que trabalharam com ele durante uma impressionante carreira de 25 anos em televisão e filmes”, acrescentou. “Os produtores executivos, junto com todos da família ‘Titãs’, Warner Bros. Television Group e a DC Universe desejam expressar nossas mais sinceras condolências e sincero apoio à família e aos amigos de Warren neste momento tão difícil”. Warren tinha no currículo filmes premiados e blockbusters, como “It: A Coisa” e “A Forma da Água”, além de séries de terror como “The Strain” e “Hemlock Grove”. Ele terminou o trabalho em dois longas que chegam em breve aos cinemas, a continuação “It: Capítulo Dois” e a comédia “Aprendiz de Espiã”.

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  • Série

    The Walking Dead ganha pôster e data de estreia da 10ª temporada

    18 de julho de 2019 /

    O canal pago americano AMC divulgou o primeiro pôster e a data de estreia da 10ª temporada de “The Walking Dead”. A imagem destaca os três protagonistas que sobraram na atração, Michonne (Danai Gurira), Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride). O detalhe é que os próximos episódios também devem trazer a despedida da intérprete de Michonne da série. Ainda não há muitos detalhes sobre a a trama, mas o trailer deve ser revelado na sexta (19/7), durante a Comic-Con Internacional. A estreia foi marcada para 6 de outubro. No Brasil, “The Walking Dead” é transmitida pelos canais pagos Fox e Fox Premium 2.

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  • Série

    Agents of SHIELD vai acabar na 7ª temporada

    18 de julho de 2019 /

    Nem todas as notícias da Comic-Con International são o que os fãs de quadrinhos gostariam de ouvir. Nas primeiras horas do evento realizado em San Diego, nos Estados Unidos, a Marvel anunciou que a série “Agents of SHIELD” vai acabar em sua 7ª temporada, que irá ao ar no ano que vem. A má notícia foi dada pelo chefe de TV da Marvel, Jeph Loeb. “Quando você sabe o que está fazendo, você pode tomar maiores riscos, de vida ou morte. Essas opções repentinas agora estão à nossa disposição, já que não precisamos planejar o que acontecerá na próxima temporada”, disse Loeb, jogando a bomba no site Deadline, minutos antes de entrar no palco da sala H do Centro de Convenção de San Diego, onde encontrará fãs frustrados, ao lado de integrantes do elenco da série, como Clark Gregg, Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Elizabeth Henstridge, Iain De Caestecker, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward. Será o início da celebração da despedida de “Agentes of SHIELD”. “A temporada 6 é deslumbrante, isso é o que posso dizer. O lado amargo é que vai acabar. Mas é uma celebração, ainda tem coisas para acontecer. Vocês precisam ver como será!”, diz Loeb. Para ele, o importante é que a série conseguirá terminar em seus próprios termos, sem ser encerrada abruptamente antes dos planos. Apesar de ter surgido como primeiro derivado televisivo do Universo Cinematográfico da Marvel, faz tempo que nenhum personagem dos filmes aparece na série, como Nick Fury (Samuel L. Jackson), por exemplo. Mas Loeb sugere que isso deve mudar para a despedida. “Vocês vão ter de esperar para ver”. “Agents Of SHIELD” se junta a “Modern Family” e “How to Get Away With Murder” como as séries de mais longa duração que sairão da programação da rede ABC na próxima temporada. A Marvel, por sua vez, prepara uma leva de novas séries para a plataforma de streaming Disney+ (Disney Plus), que serão ainda mais ligadas ao Universo Cinematográfico, dedicada aos personagens Loki, Feiticeira Escarlate, Visão, Gavião Arqueiro, Falcão e Soldado Invernal.

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  • Etc

    Comic-Con chega a sua 50ª edição como síntese da indústria cultural americana

    18 de julho de 2019 /

    A Comic-Con está completando 50 edições nesta quinta (18/7) em San Diego, nos Estados Unidos. E meio século mudou tudo em sua organização, assim como na própria indústria do entretenimento que ela reflete. Imagine que nos primeiros anos de sua existência o evento atraía apenas leitores e artistas de quadrinhos, que discutiam exclusivamente os temas das publicações da época. Não havia Comic Con de Nova York, de Chicago ou aquela do Brasil que tem nome inglês. Hollywood nem chegava perto de suas portas. E quem frequentava ainda era zoado como nerd. O império comercial erguido com apoio de empresas de cinema, TV, brinquedos e games torna difícil lembrar que a primeira Comic-Con reuniu apenas algumas dezenas de pessoas no subsolo de um hotel barato do centro de San Diego em março de 1970 para discutir quadrinhos. Foi ideia de um letrista de quadrinhos desempregado de 36 anos, Shel Dorf, e de cinco amigos adolescentes, que queriam falar sobre seus personagens e revistas favoritos. Dorf já tinha participado de convenções precursoras em sua cidade natal, Detroit. E aproveitou seu conhecimento para originar a primeira Comic-Con. O nome oficial do evento inaugural foi Golden State Comic-Con e reuniu 100 pessoas durante algumas horas do dia 21 de março de 1970. Os organizadores se empolgaram com o “sucesso” e cinco meses depois, em agosto, realizaram uma Comic-Con de fôlego, com três dias de duração, com participação do escritor de sci-fi Ray Bradbury e do mestre de quadrinhos Jack Kirby, que serviu de embrião para o formato atual do evento. O resultado rendeu três vezes mais “sucesso”: 300 espectadores. A partir de 1973, o evento abandonou o “Golden State” e passou a ser conhecido como San Diego Comic-Con. Mas seu crescimento manteve-se gradual. O ponto de virada veio em 1976, quando um assessor da Lucasfilm enviou cartazes e outros itens para promover o novo filme da produtora (então) indie, chamado “Guerra nas Estrelas”. O que inspirou essa iniciativa foi o lançamento da adaptação em quadrinhos do roteiro original, editada pela Marvel antes da estreia do longa. A simples presença dos cartazes originou boca-a-boca, num dos primeiros casos de “marketing viral”, que ajudou a lotar os cinemas e serviu para a Comic-Con identificar que o público dos quadrinhos era o mesmo dos filmes de ficção científica. Hollywood prestou atenção, especialmente com o lançamento de “Superman, o Filme” em 1978. E os próprios organizadores perceberam que podiam abrir seu foco para além dos quadrinhos, mirando outras convenções bem-sucedidas da cultura pop, como os eventos relacionados à série “Jornada nas Estrelas” (Star Trek) – os primeiros a reunir atores, equipe criativa e fãs dispostos a comprar material relacionado a uma série, além de inspirar seus frequentadores a usarem os uniformes de seus personagens favoritos, dando origem ao cosplay. A parceria com o cinema começou tímida. Mas o lançamento de “Batman” (1989) intensificou a relação. Hollywood percebeu o potencial comercial dos quadrinhos e desse público-alvo. Os frequentadores até mesmo deixaram de ser chamados de nerds. Viraram geeks (nerds “especializados”). E a convenção se agigantou. Mudou de hotéis e universidades para o Centro de Convenções de San Diego em 1991. Para redimensionar a nova etapa, também alterou seu nome. Transformou-se em Comic-Con International. Na década de 1990, a programação passou a dar mais destaque aos estúdios e redes de televisão que aos próprios quadrinhos, graças ao investimento dos grandes conglomerados de mídia em patrocínio. Logotipos de cinema e TV passaram a diminuir o espaço dos estandes de gibis usados. E participações de astros e cineastas se tornaram mais concorridas que os eventos dos artistas da Marvel e da DC. Ao entrar nos anos 2000, a Comic-Con passou a ser frequentada até por sex symbols que os nerds originais jamais imaginariam ver em suas bancadas, como Megan Fox, Scarlett Johansson e Kristen Stewart. Mas a popularização trouxe complicações nada geeks: filas longas, corredores abarrotados e um comercialismo desvairado. Os pequenos lojistas de quadrinhos, que sustentaram o começo do evento, agora nem sequer podem participar devido aos custos elevados. Embora a convenção continue a trazer os artistas da Marvel, da DC e até indies, quem ganha atenção da imprensa são outros nomes, como Arnold Schwarzenegger, Patrick Stewart e o elenco da série “Game of Thrones”, cuja presença no evento deste fim de semana já atrai centenas de repórteres e cobertura intensa da TV. Esta concentração de mídia faz parte de outra transformação da Comic-Con nos últimos anos, reconfigurada como uma espécie de porta-voz de projetos da indústria cultural americana. Desta quinta até domingo, várias novidades serão anunciadas pelas empresas de entretenimento dos Estados Unidos, aproveitando a atenção – que hoje é mundial – no evento. A expectativa é especialmente elevada em torno da volta da Marvel à Sala H do Centro de Convenções de San Diego, após pular a Comic-Con do ano passado. Até agora reticente em relação a seus próximos filmes, o estúdio presidido por Kevin Feige deve finalmente oficializar as produções de sua chamada Fase 4. Por outro lado, a ausência dos estúdios Warner, Sony e Universal, que optaram por ignorar a atual edição, indica que os superpoderes da Comic-Con já foram maiores. A proliferação de Comic Cons (sem hífen) tem pulverizado verbas e planos de marketing, o que contribui para a banalização do conceito original e reflete a guerra por conteúdo exclusivo em curso na indústria. A Disney já teve a ideia de fazer a sua própria Comic Con, a D23, e a Netflix vem ensaiando algo parecido. São sinais de mudanças e evolução no negócio das convenções de entretenimento. O que antes era um esforço amador de nerds adolescentes, é cada vez mais identificado como ferramenta profissional de publicidade no mundo das ativações e pop-ups.

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