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  • Série

    Ator é demitido da série The Flash após tuítes racistas e misóginos

    8 de junho de 2020 /

    O ator Hartley Sawyer, que interpreta o Homem-Elástico em “The Flash”, foi demitido da produção nesta segunda (8/6), após tuítes contendo referências misóginas e racistas virem à tona. Os tuítes antigos, postados antes de ele ingressar na série, fazem referências à agressões sexuais e contêm linguagem racista e homofóbica. A conta do Twitter de Sawyer foi excluída, mas capturas de tela dos posts antigos circularam online nas últimas duas semanas. Sua demissão ocorre em meio a protestos internacionais contra o racismo, após a morte de George Floyd, em 25 de maio, por policiais brancos nos EUA. “Hartley Sawyer não voltará para a 7ª temporada de ‘The Flash'”, diz um comunicado assinado pela rede The CW, as produtoras Warner Bros. TV e Berlanti Productions e o produtor executivo Eric Wallace. “Em relação às postagens de Sawyer nas mídias sociais, não toleramos comentários depreciativos que visem qualquer raça, etnia, origem nacional, gênero ou orientação sexual. Tais comentários são antitéticos diante dos nossos valores e políticas, que se esforçam e evoluem para promover um ambiente seguro, inclusivo e produtivo para nossos funcionários”. O showrunner Wallace tuitou uma declaração pessoal, com maiores detalhes. “Hoje de manhã, muitos de vocês descobriram que Hartley Sawyer não voltará para a 7ª temporada de ‘The Flash’. Com relação aos tuítes das mídias sociais, eles partiram meu coração e me deixaram louco. E eles são indicativos do maior problema de nosso país”. O texto completo, que é longo, termina com a hashtag #BlackLivesMatter. Veja a íntegra abaixo. Sawyer também se manifestou, publicando um pedido de desculpas no Instagram. “Minhas palavras, independente de serem feitas com uma intenção de humor, eram dolorosas e inaceitáveis. Tenho vergonha de ter sido capaz dessas tentativas realmente horríveis de obter atenção naquele momento. Lamento profundamente. Não era um comportamento aceitável. Essas foram as palavras que joguei na época sem pensar nem reconhecer o dano que poderiam causar, e que agora causaram hoje”, escreveu. O ator se juntou a “The Flash” em 2017 como Ralph Dibny, o Homem-Elástico, e se tornou um integrante fixo do elenco em 2018. My statement regarding Hartley Sawyer and THE FLASH. pic.twitter.com/hni0MxOWZU — Eric Wallace (@ewrote) June 8, 2020 Ver essa foto no Instagram My words, irrelevant of being meant with an intent of humor, were hurtful, and unacceptable. I am ashamed I was capable of these really horrible attempts to get attention at that time. I regret them deeply. This was not acceptable behavior. These were words I threw out at the time with no thought or recognition of the harm my words could do, and now have done today. I am incredibly sorry, ashamed and disappointed in myself for my ignorance back then. I want to be very clear: this is not reflective of what I think or who I am now. Years ago, thanks to friends and experiences who helped me to open my eyes, I began my journey into becoming a more responsible adult – in terms of what I say, what I do, and beyond. I've largely kept that journey private, and this is another way that I have let so many down. I still have more work to do. But how I define myself now does not take away the impact of my words, or my responsibility for them. I am very sorry. Uma publicação compartilhada por Hartley Sawyer (@hartleysawyer) em 30 de Mai, 2020 às 11:59 PDT

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  • Filme

    Com 0% de aprovação, The Last Days of American Crime é considerado pior filme da Netflix

    8 de junho de 2020 /

    O mais recente filme da Netflix, “The Last Days of American Crime”, disponibilizado na sexta-feira (5/6), está sendo considerado o pior filme já lançado pela plataforma. Sci-fi de ação baseada nos quadrinhos homônimos escritos por Rick Remender (autor de “Deadly Class”), o filme conseguiu ser uma unanimidade negativa entre a crítica, atingindo a raríssima marca de 0% (zero por cento) de aprovação no site Rotten Tomatoes. 100% reprovado por todos os críticos que se dispuseram a vê-lo. “Uma marcha mortal de clichês que não oferece nada para se olhar e menos ainda para se considerar”, descreveu o site IndieWire. “Fantasia de machão instantaneamente esquecível”, definiu o Hollywood Reporter. “Cada minuto (de 148) parece uma punição”, contou o site Pajiba. “E a brutalidade policial é tão difundida que justificaria um alerta”, acrescenta a Variety. “O verdadeiro crime é que esse filme exista em primeiro lugar”, concluiu o jornal The Maine Edge. Estas opiniões também são compartilhadas pelo público, que está classificando “The Last Days of American Crime” de lixo para baixo nas redes sociais. Há quem considere que o longa deixa “O Paradoxo Cloverfield” parecendo uma obra-prima. E já há campanha para a criação de um Framboesa de Ouro especial (o prêmio dos piores filmes do ano) só para lançamentos da Netflix, em função da baixa qualidade da obra. “The Last Days of American Crime” se passa no futuro próximo, na véspera do lançamento de um programa para a extinção dos crimes. Para acabar com atividades ilegais, o governo americano desenvolveu um tecnologia sonora capaz de inibir qualquer comportamento criminoso. De posse dessa informação, um filho de mafiosos (vivido por Michael Pitt, de “Ghost in the Shell”) se alia a um assaltante (Édgar Ramírez, de “A Garota no Trem”) e uma hacker (Anna Brewster, de “Versailles”) para cometer o último grande assalto do país antes que o sinal seja ativado. A adaptação foi escrita por Karl Gajdusek (“Oblivion”) e a direção ficou a cargo do francês Olivier Megaton (“Busca Implacável 3”). Veja o trailer do longa abaixo.

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  • Série

    Showrunner confirma troca da personagem principal na série Batwoman

    7 de junho de 2020 /

    A showrunner de “Batwoman”, Caroline Dries, confirmou que a série será protagonizada por uma nova personagem. Depois que Ruby Rose, intérprete da heroína, anunciou que não voltaria para a 2ª temporada, os produtores tiveram várias discussões e chegaram à conclusão que o melhor seria criar uma nova personagem para o papel de Batwoman, em vez de apenas trocar a atriz e manter Kate Kane, que é a identidade original da heroína nos quadrinhos. A mudança veio à tona por meio de um aviso de testes para a nova personagem, cuja cópia foi postada no Reddit e confirmada por diversos sites americanos. Agora, a produtora confirmou a troca e os testes de elenco. Durante um painel na edição virtual do ATX Television Festival, Dries contou que chegou a considerar uma “simples” troca de atrizes, mas Greg Berlanti, dono da produtora responsável pela série, sugeriu criar uma nova personagem em respeito ao trabalho de Rose. “Para ser honesta, considerei a ‘opção novela’ em um primeiro momento, de forma egoísta, porque já tínhamos dois episódios escritos”, afirmou a showrunner. “Mas, depois de refletir mais, Greg me ajudou a tomar essa decisão – e ele é mais esperto do que eu nesses assuntos. Ele disse: ‘acho que tínhamos só que transformar a Batwoman em uma personagem nova’. Também para respeitar tudo o que a Ruby [Rose] colocou na personagem da Kate Kane”. Para substituir Kate Kane, a produção criou Ryan Wilder, descrita como “simpática, bagunçada, um pouco pateta e indomada. Ela também não é nada como Kate Kane, a mulher que usava o traje de batalha antes dela”. Dries indicou que Ryan não é codinome de alguma heroína dos quadrinhos, mas uma nova criação, alguém sem histórico na DC Comics, o que é altamente inusual. “Estou inventando uma personagem totalmente nova que, no passado, foi inspirada pela Batwoman, então ela assume o manto e talvez não seja a pessoa certa no momento para fazê-lo, então é isso que a torna divertida”, contou a produtora. A descrição acrescenta que Ryan é ex-traficante de drogas, mas está reformada e sóbria, vivendo em um van com uma planta. Ela também é uma lutadora altamente qualificada, mas extremamente indisciplinada. Como sua antecessora, Ryan é lésbica, e o aviso pede que atrizes LGBTQIA+ se inscrevam para o papel. Quando Ruby Rose anunciou sua saída da série, a WBTV (Warner Bros. TV), que produz a atração, e a rede The CW, que a exibe, disseram em comunicado conjunto que escalariam um membro da comunidade LGBTQ no papel principal. Como dezenas de outras séries, “Batwoman” foi forçada a terminar sua temporada mais cedo devido à pandemia de coronavírus. Apenas 20 dos 22 episódios planejados foram gravados, mas não está claro como uma transição para uma nova protagonista vai acontecer no ponto em que a trama foi interrompida.

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  • Etc,  Série

    Multinacional chinesa processa Marvel pelo nome da série WandaVision

    7 de junho de 2020 /

    A multinacional chinesa Wanda Group resolveu processar a Marvel e a Disney pelo uso do nome “WandaVision”, escolhido para batizar uma série baseada nos personagens dos Vingadores na plataforma Disney+ (Disney Plus). A empresa, que possui a maior cadeia de cinemas do mundo — criada a partir da aquisição da gigante americana AMC Theaters, por US$ 2,6 bilhões em 2012 – , afirma ter marca registrada do nome Wanda e a utiliza em diferentes campos do entretenimento, incluindo bonecos, jogos de tabuleiro, enfeites de festa, etc. Wanda é o nome da Feiticeira Escarlate, personagem vivida por Elizabeth Olsen nos filmes da Marvel, que vai estrelar a nova atração junto com o Visão (Paul Bettany). Por enquanto, a Marvel não mudou o título e nem alterou a data de estreia da série, mesmo em meio à pandemia de coronavírus. “WandaVision” tem previsão de estreia para o fim de 2020.

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  • Série

    Legends of Tomorrow: Maisie Richardson-Sellers se despede da série

    6 de junho de 2020 /

    O final da 5ª temporada de “Legends of Tomorrow”, exibido na terça (2/6) nos EUA, marcou a despedida da atriz inglesa Maisie Richardson-Sellers da série. Presente desde a 2ª temporada, primeiro como a heroína Vixen, da Sociedade da Justiça dos anos 1940, e depois como a deusa punk transmorfa Charlie, a atriz se despediu da produção para participar de novos projetos – o primeiro deles é a continuação de “A Barraca do Beijo”, na Netflix. O destino da personagem da atriz foi revelado no último capítulo, que será exibido neste domingo (7/6) no Brasil, durante uma maratona da reta final da série no canal pago Warner – portanto, tudo a seguir é spoiler. Após a derrota da ameaça da temporada, Charlie decide ficar na Londres dos anos 1970 e retomar sua carreira como cantora da banda punk The Smell – onde seus colegas viajantes do tempo a encontraram no começo da temporada anterior. A atriz confirmou que a cena representava sua saída da série em um post nas redes sociais. “Obrigado por seu amor e apoio sem fim. Amaya e Charlie me deram muita alegria nos últimos 4 anos, e vocês são os fãs mais gentis, generosos e inclusivos que um programa poderia esperar. Nunca mudem. Mal posso esperar para compartilhar os projetos que estou criando no momento. Amo todos vocês”, ela escreveu. Veja o post original abaixo. Thank you for your endless love and support. Amaya and Charlie have brought me so much joy these past 4 years, and you are THE MOST kind, generous, inclusive fan base a show could hope for. Never change. I can’t wait to share the projects I’m currently creating. Love you all ❤️ — Maisie R-Sellers (@maisie_rs) June 3, 2020

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  • Filme

    Diretor revela que a Fox impediu Mulher-Invisível negra em Quarteto Fantástico

    6 de junho de 2020 /

    A malfadada versão de 2015 de “Quarteto Fantástico” tornou-se o maior fracasso e a pior das adaptações dos quadrinhos da Marvel, com apenas 9% de aprovação no Rotten Tomatoes, mas o poço parece não ter fundo. O diretor Josh Trank continua a pilha de entulho em torno da produção, ao revelar, em nova entrevista, que a Fox impediu seus planos originais em relação à Mulher-Invisível. Trank queria que os irmãos Storm fossem negros. Mas após escalar Michael B. Jordan para o papel de Johnny Storm/Tocha Humana, ele não foi autorizado a contratar uma atriz negra para o papel de Susan “Sue” Storm. Segundo Trank, ele enfrentou uma “pressão pesada” para escalar uma atriz branca, apesar do pai da personagem, Franklin Storm, ser interpretado por Reg E. Cathey (falecido em 2018). O diretor acabou contratando Kate Mara e transformando Sue em filha adotiva. “Olhando para trás, eu deveria ter deixado [a produção] quando percebi [que não poderia escalar dois protagonistas negros] e sinto vergonha disso, de não ter ido embora por princípio”, afirmou Trank ao site Geeks of Color. “Esses não são os valores nos quais acredito. Não eram nem os valores da época nem os meus. Me sinto mal por não ter levado isso até as últimas consequências. Sinto que falhei neste sentido”. O filme, porém, foi bastante criticado por escalar Jordan como um Tocha Humana negro. E o estúdio já tinha sofrido ataques de fãs dos quadrinhos por sua encarnação anterior do grupo de heróis, em que a latina Jessica Alba viveu a Mulher-Invisível. Mas a escalação de elenco não foi a única etapa de “Quarteto Fantástico” que sofreu intervenção do estúdio. Em outra entrevista recente, desta vez ao site Polygon, Trank afirmou que as refilmagens realizadas por um testa-de-ferro (supostamente Simon Kinberg) representaram para ele “ser castrado” pelo estúdio. Elas foram feitas após as sessões de teste, que teriam reagido mal à abordagem mais sombria de Trank. Por conta disso, a Fox decidiu refilmar diversas partes do longa, praticamente meio filme, resultando num desastre muito maior que o de “Liga da Justiça”, da DC Comics. Lançado em 2015, “Quarteto Fantástico” custou, com todas as refilmagens, estimados US$ 160 milhões, mas arrecadou apenas US$ 167 milhões em todo o mundo.

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  • Etc

    Marvel condena uso da caveira do Justiceiro por policiais que reprimem atos antirracistas nos EUA

    6 de junho de 2020 /

    Depois de uma campanha online pedir que a Disney/Marvel proíba a polícia dos Estados Unidos de utilizar a caveira do Justiceiro em seus uniformes, a Marvel se pronunciou, afirmando que “está levando a sério” o uso não licenciado do símbolo do Justiceiro por policiais vistos na linha de frente da repressão contra os protestos antirracistas que eclodiram nos EUA desde a morte de George Floyd, sufocado por policiais brancos. Embora não tenha dado detalhes das ações que pretende adotar para impedir o uso do símbolo da caveira, a Marvel condenou diretamente a associação entre policiais e o Justiceiro, apontando para um trecho de uma história em quadrinhos em que o próprio personagem aborda o tema. “Não somos iguais. Vocês fizeram um juramento de manter a lei e ajudar as pessoas, enquanto eu desisti disso há muito tempo. Vocês não fazem o que eu faço, ninguém faz. Vocês precisam de um modelo? O nome dele é Capitão América e ele ficará feliz em ouvi-los”, diz o Justiceiro na revista indicada pela editora, em que Frank Castle aparece rasgando um adesivo com sua caveira colada em uma viatura e exigindo que os policiais nunca mais a utilizassem. Conhecido por matar criminosos, o logo do Justiceiro representa um vigilantismo que não cabe a policiais no mundo real, que são convocados para manter a ordem, e não executar suspeitos. A Marvel também apontou para uma declaração pública de apoio aos protestos que fez pelas redes sociais. “Nós estamos juntos contra o racismo. Estamos juntos pela inclusão. Estamos juntos com nossos funcionários, contadores de histórias, criadores e toda a comunidade negra. Precisamos nos unir e falar sobre isso”, escreveu a empresa no último domingo (31/5) nas redes sociais. Para completar, Gerry Conway, criador do personagem, disse que criará uma campanha para desassociar a caveira de Frank Castle da brutalidade policial. Pelo Twitter, o quadrinista convocou artistas não-brancos a “reivindicar a caveira como um símbolo de justiça ao invés de [um ícone para] opressão ilegal da polícia”.

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  • Série

    Criador de Riverdale compromete-se com mudanças após queixas de falta de diversidade na série

    5 de junho de 2020 /

    Depois da reclamação pública da atriz Vanessa Morgan, o produtor-roteirista Roberto Aguirre-Sacasa, criador de “Riverdale”, pediu desculpas pela pouca atenção que a série destina a atores e personagens negros. Em texto publicado no Instagram, Aguirre Sacasa diz que a queixa de falta de diversidade na série, denunciada por Morgan, intérprete de Toni Topaz, ecoada por Asha Bromfield, a Melody, e que ainda teve apoio de Lili Reinhart, a Betty, foram ouvidas e serão abordadas na próxima temporada. “Nós ouvimos Vanessa. Nós amamos Vanessa. Ela está certa. Sentimos muito e faremos a mesma promessa que fizemos a ela para vocês. Faremos o nosso melhor para fazer justiça a ela e a personagem dela. Assim como a todos os atores e personagens negros. Mudanças estão acontecendo e vão continuar a acontecer. ‘Riverdale’ vai ficar maior, não menor. ‘Riverdale’ fará parte do movimento, não ficará de fora. E todos os roteiristas de ‘Riverdale’ fizeram uma doação ao Black Lives Matter de Los Angeles, mas sabemos onde o trabalho precisa ser realizado por nós. Na sala dos roteiristas”, escreveu o produtor. Veja o texto original abaixo. Esta mudança mencionada pelo produtor é resultado de um texto-desabafo de Vanessa Morgan nas redes sociais, em que ela reclama da forma como pessoas negras são retratadas em filmes e séries. “Cansada de como pessoas negras são retratadas na mídia, cansada de sermos retratados como bandidos perigosos ou pessoas raivosas e assustadoras. Cansada de também sermos usados como ajudantes não-dimensionais de nossos protagonistas brancos. Ou simplesmente utilizados como propaganda da diversidade, mas sem fazer parte do programa de verdade. [Racismo] Começa com a mídia. Não vou mais me calar”, ela postou. Uma seguidora comentou o texto, mencionando que a personagem de Morgan em “Riverdale” cabia na descrição, usada na publicidade mas sem espaço na série. Além disso, Toni Topaz é negra e LGBTQIA+ (sem mencionar latina), “dobrando” a diversidade da série sem que dobrassem seu salário. A atriz respondeu afirmando que era a única intérprete negra regular da série e também a que recebia o menor salário, escancarando o problema racial da produção. Pouco depois, ela recebeu apoio de Asha Bromfield, intérprete de Melody Jones. Sua personagem fazia parte da banda Josie e as Gatinhas (Josie and the Pussycats), um trio musical negro que deixou de aparecer na série – enquanto a líder Josie McCoy (Ashleigh Murray) foi transferida para o spin-off “Katy Keene”, as demais foram simplesmente limadas da trama. “Não posso nem começar a falar sobre como ‘Riverdale’ tratou as Pussycats. Tínhamos muito mais a contribuir do que ficar no fundo e adicionar ousadia ao enredo. Estou contigo”, escreveu Asha. Morgan esclareceu, em seguida, que seu papel na série, a forma como sua personagem é escrita e quanto ela recebe de cachê não tem nada a ver com seus colegas de elenco, que a apoiam, e pediu para seus seguidores não criticá-los. “Eu sei que eles estão comigo”, acrescentou. Foi a deixa para Lili Reinhart, intérprete de Betty Cooper e uma das estrelas da série, tuitar seu apoio a Morgan. “Nós amamos você, V. E apoiamos você 10000%”. O resultado disso tudo são mudanças, aparentemente profundas, nos próximos capítulos. Paralisada durante a pandemia de covid-19, a série encerrou sua 4ª temporada antes do planejado. Ainda não há previsão para a retomada das gravações, mas a rede The CW pretende estrear a 5ª temporada em janeiro de 2021 nos EUA. #hearvanessamorgan @BLMLA #riverdale ❤️ pic.twitter.com/gnlI8Dh9yz — RobertoAguirreSacasa (@WriterRAS) June 5, 2020

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  • Série

    Atrizes de Riverdale reclamam da falta de diversidade da série

    4 de junho de 2020 /

    A discussão sobre racismo estrutural que tomou conta dos Estados Unidos nas últimas semanas não se restringe às marchas de protesto nas ruas. O tema também tem rendido denúncias de preconceito nos bastidores de séries de TV. Depois que o comportamento de Lea Michele foi trazido à tona por ex-colegas de “Glee”, agora são atrizes de “Riverdale” que reclamam dos produtores pela falta de diversidade da série. Tudo começou quando Vanessa Morgan, que interpreta Toni Topaz, divulgou um texto nas redes sociais em que condena a forma como pessoas negras são retratadas em filmes e séries. “Cansada de como pessoas negras são retratadas na mídia, cansada de sermos retratados como bandidos perigosos ou pessoas raivosas e assustadoras. Cansada de também sermos usados como ajudantes não-dimensionais de nossos protagonistas brancos. Ou simplesmente utilizados como propaganda da diversidade, mas sem fazer parte do programa de verdade. [Racismo] Começa com a mídia. Não vou mais me calar”, ela postou. Uma seguidora comentou o texto, mencionando que a personagem de Morgan em “Riverdale” cabia na descrição, usada na publicidade mas sem espaço na série. Além disso, Toni Topaz é negra e LGBTQIA+ (sem mencionar latina), “dobrando” a diversidade da série sem que dobrassem seu salário. A atriz respondeu afirmando que é a única intérprete negra regular da série e também a que recebe o menor salário, escancarando o problema racial da produção. Pouco depois, ela recebeu apoio de Asha Bromfield, intérprete de Melody Jones. Sua personagem fazia parte da banda Josie e as Gatinhas (Josie and the Pussycats), um trio musical negro que deixou de aparecer na série – enquanto a líder Josie McCoy (Ashleigh Murray) foi transferida para o spin-off “Katy Keene”, as demais foram simplesmente limadas da trama. “Não posso nem começar a falar sobre como ‘Riverdale’ tratou as Pussycats. Tínhamos muito mais a contribuir do que ficar no fundo e adicionar ousadia ao enredo. Estou contigo”, escreveu Asha. Morgan esclareceu, em seguida, que seu papel na série, a forma como sua personagem é escrita e quanto ela recebe de cachê não tem nada a ver com seus colegas de elenco, que a apoiam, e pediu para seus seguidores não criticá-los. “Eu sei que eles estão comigo”, acrescentou. Foi a deixa para Lili Reinhart, intérprete de Betty Cooper e uma das estrelas da série, tuitar seu apoio a Morgan. “Nós amamos você, V. E apoiamos você 10000%”. Vale lembrar que “Riverdale” é baseada nos quadrinhos de Archie, lançados nos anos 1940 e que demoraram décadas para ganhar coloração. O primeiro aluno negro da escola Riverdale High, Chuck Clayton, surgiu só em 1971. Ele também apareceu em “Riverdale”, vivido por Jordan Calloway (o Khalil de “Black Lightning”), mas em apenas seis episódios. Já no universo expandido de Archie, o pioneirismo é de Valerie Smith/Brown, introduzida em 1967. Nos quadrinhos (e no desenho animado de 1970), ela era a única integrante negra da banda da ruiva Josie. Nesta comparação, a série se mostra mais diversificada que sua fonte original. Outro detalhe: “Riverdale” transformou a morena Veronica Lodge numa adolescente latina, interpretada por Camila Mendes, filha de brasileiros, dando destaque à sua família latina na série. A produção de “Riverdale” foi paralisada durante a pandemia de covid-19 e a série encerrou sua 4ª temporada antes do planejado. Ainda não há previsão para a retomada das gravações, mas a rede The CW pretende estrear a 5ª temporada em janeiro de 2021 nos EUA. I’m not being Quite anymore. ✊🏽 #BlackLivesMatter pic.twitter.com/JXgJic4mrR — Vanessa Morgan (@VanessaMorgan) May 31, 2020 🗣🗣🗣 used in the ads for diversity but not in the shows https://t.co/bTxjnzRsUa — G (@oneofthosefaces) June 1, 2020 imagine they're getting so much more bang for their buck bc ur part of an lgbt storyline too, double the diversity – DOUBLE UR PAYCHECK IMO — G (@oneofthosefaces) June 2, 2020 Lmao too bad I’m the only black series regular but also paid the least 😂👏🏽 girl i could go on for days 🐸 — Vanessa Morgan (@VanessaMorgan) June 2, 2020 My role on Riverdale has nothing to do with my fellow castmates/friends. They don’t write the show. So no need to attack them, they don’t call the shots & I know they have my back. ♥️ — Vanessa Morgan (@VanessaMorgan) June 2, 2020 Don't even get me started with how Riverdale treated the Pussycats. We had so much more to contribute than standing in the background and adding sass to a storyline. I stand with you @VanessaMorgan. https://t.co/IUMm9xaFYO — ASHA (@ashabrom) June 2, 2020 We love you, V. And support you 10000%. — Lili Reinhart (@lilireinhart) June 2, 2020

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  • Filme

    A Despedida: Um dos melhores filmes de 2019 estreia em VOD no Brasil

    4 de junho de 2020 /

    Um dos melhores filmes de 2019, “A Despedida” (The Farewell), finalmente chegou ao Brasil. O lançamento acontece em VOD (locação digital), mas não é exatamente por causa da pandemia de coronavírus. A distribuidora nunca pretendeu lançar no cinema. A produção que projetou Awkwafina é um produção indie com toques de comédia, que começa de forma dramática e termina em tom reconfortante. Awkwafina vive a rebelde de uma família sino-americana, que viaja completa para a China para o casamento arranjado de um primo. Na verdade, trata-se de uma desculpa para todos se reúnam pela última vez com a vovó da família. Eles querem se despedir, ao mesmo tempo em que tentam esconder dela que um exame apontou que seu câncer está em estágio avançado. Baseado numa experiência real da diretora Lulu Wang, “A Despedida” rendeu o Globo de Ouro e o Gotham Awards de Melhor Atriz para Awkwafina, além de ter vencido o Spirit Awards (o Oscar indie) de Melhor Filme e Melhor Atriz Coadjuvante (para Shuzhen Zhao, a vovó). Imperdível. Mas fica a dica: não se apresse e leia todo o texto dos créditos finais sobre a verdadeira vovó da história. Confira abaixo outras estreias digitais, que também são inéditas nos cinemas brasileiros e chegam em VOD neste fim de semana. A Despedida (The Farewell) | EUA, China | 2019 Quando a família de uma doce senhora descobre que ela possui apenas mais algumas semanas de vida, eles decidem não informá-la a respeito do diagnóstico. Em vez disso, seus filhos e netos tentam arranjar um casamento de última hora para que todos os parentes mais distantes possam vê-la por uma última vez sem que ela saiba o que está acontecendo de verdade. Now e Looke Lupin 3º: O Primeiro (Lupin III: The First) | Japão | 2019 Indicado ao troféu da Academia Japonesa, o primeiro anime computadorizado do personagem clássico de Monkey Punch acompanha Lupin 3º, descendente do famoso ladrão francês Arsene Lupin, em busca do precioso Diário de Bresson para descobrir a história de seu avô. Leia mais aqui. Now, Looke, Sky Play e Vivo Play Corpus Christi | Polônia, França | 2019 Indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional, o longa do polonês Jan Komasa (da série “Ultraviolet”) acompanha um jovem de 20 anos que passa por uma transformação espiritual em um centro de detenção e decide se tornar padre, mas é impedido por sua ficha criminal. Ao ser solto e se mudar para uma cidade pequena, ele acidentalmente assume a paróquia local. Cinema Virtual Amigos para Sempre (Storm Boy) | Austrália | 2019 Premiado no Festival de Cinema Infantil de Zlín, na República Tcheca, gira em torno de um homem aposentado que começa a se lembrar de fatos traumáticos de sua infância. Ele compartilha as histórias com sua neta, como a vez em que resgatou e criou um pelicano. Cinema Virtual Glastonbury | Reino Unido | 2006 Documentário dirigido por Julian Temple (“The Great Rock ‘n’ Roll Swindle”) que mostra a história do festival de música Glastonbury, criado no Reino Unido na década de 1970, e suas transformações. Belas Artes à La Carte

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  • Filme

    Diretor da HBO Max diz que não vai “refazer todos os filmes” após “Snyder Cut” da Liga da Justiça

    3 de junho de 2020 /

    Com a oficialização da produção do “Snyder Cut”, versão de “Liga da Justiça” reeditada pelo diretor Zack Snyder para lançamento na HBO Max, campanhas por novas versões de filmes que foram mutilados, na fase de edição, por seus produtores, tomaram conta das redes sociais. Mas em uma entrevista para o site The Verge, o chefe da HBO Max, Tony Goncalves, afirmou que não há planos para outros projetos similares, pelo menos em sua plataforma. “Isto definitivamente não é um precedente”, explicou Goncalves, jogando areia na campanha do “Ayer Cut”, a versão de “Esquadrão Suicida” do diretor David Ayer. Mesmo assim, ele faz uma ressalva. “Consumidores falam e nós, como uma indústria, precisamos ouvir”, afirmou. E continuou: “Acho que, quando se fala de conteúdo, o consumidor nunca teve tanta escolha, tanta voz. Mas isso não significa que vamos investir dinheiro em todos os fandoms que existem. Mas acho que há uma referência nos fandoms de ‘Friends’ e ‘Liga da Justiça’, que tem o consumidor falando, e temos que ouvir” O executivo reforça, entretanto, que o caso de “Liga da Justiça” é único. “Isso não significa que vamos investir nossos dólares em todos os fãs que existem”, declarou. “Isso não significa que vamos refazer todos os filmes já feitos. Mas acho que definitivamente temos que ouvir. E acho que ouvimos.” Anteriormente, a Warner já tinha refeito, com grande sucesso, o clássico sci-fi “Blade Runner” (1982), que também tinha sido mutilado pelos executivos do estúdio na época de seu lançamento. Uma versão chamada de “do diretor”, mas sem aval de Ridley Scott, foi lançada em VHS em 1992, e uma oficial, assinada por Scott, chegou ao Blu-ray em 2007.

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    Nova adaptação do mangá clássico Lupin III estreia em VOD no Brasil

    3 de junho de 2020 /

    A Sato Company mudou os planos de lançamento da animação “Lupin III, O Primeiro”, devido à pandemia de covid-19. Originalmente previsto para os cinemas, o filme chega nesta quarta (3/6) diretamente nas plataformas digitais para aluguel e venda – já disponível no Now, Vivo Play, SKY Play e Looke e em seguida no iTunes, Microsoft Store, YouTube Filmes e Google Play. Trata-se da primeira animação feita em computação gráfica com o clássico personagem dos quadrinhos japoneses. Criado por Monkey Punch (pseudônimo de Kato Kazuhiko) em 1967, o mangá clássico seguia as façanhas e aventuras incríveis de Arsène Lupin III, neto de Arsène Lupin, o mais famoso ladrão da literatura francesa. Para fazer jus ao legado da família, Lupin III viaja o mundo roubando objetos de valor inestimável. Mais que isto, ele anuncia suas intenções através de telefonemas antes de realizar os assaltos, apenas para provocar a polícia. Apesar da ousadia, Lupin não está sozinho nessa empreitada. Junto com ele, agem o exímio atirador e braço direito Daisuke Jigen e o mestre espadachim Goemon Ishikawa XIII, além da femme fatale Fujiko Mine, uma eterna rival e interesse romântico do ladrão, que às vezes é aliada, mas geralmente só quer passar a perna em Lupin. Todos eles ainda são perseguidos pelo inspetor Koichi Zenigata, que tem como missão de vida pegar a quadrilha. A popularidade de Lupin III já rendeu várias adaptações, inclusive dois filmes live-action – em 1974 e outro mais recente, de 2014. Mas o personagem é mais conhecido pela série anime de 1971, que durou 23 episódios, 15 deles dirigidos por ninguém menos que Hayao Miyazaki, vencedor do Oscar de Melhor Animação por “A Viagem de Chihiro” (2001). A estreia de Miyazaki no cinema foi justamente dirigindo o primeiro longa animado de Lupin III, “O Castelo de Cagliostro” (1979). A nova animação não inova na trama, contando com a mesma configuração de personagens dos mangás e animes originais, desta vez em busca de um lendário Diário de Bresson. Segundo uma lenda, quem desvendar os segredos do Diário poderá adquirir imensa fortuna. Este teria sido o único tesouro que Arsène Lupin, o avô, não conseguiu adquirir durante sua vida, tendo sido procurado até pelos nazistas durante a 2ª Guerra Mundial. A direção é de Takashi Yamazaki, que comandou a versão live-action do anime clássico “Patrulha Estelar”, lançada em 2010. Veja abaixo o trailer nacional de “Lupin III, O Primeiro”, produzido quando o plano ainda previa estreia nos cinemas.

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    Batwoman terá nova personagem principal após saída de Ruby Rose

    2 de junho de 2020 /

    Os produtores de “Batwoman” encontraram uma solução radical para substituir Ruby Rose. Em vez de trocar a intérprete de Kate Kane, a Batwoman, a série vai ter uma nova personagem principal. Depois que Rose anunciou que não voltaria para a 2ª temporada, os produtores tiveram várias discussões e chegaram à conclusão que o melhor seria criar uma nova personagem para o papel de Batwoman, em vez de apenas trocar a atriz e manter Kate Kane, que é a identidade original da heroína nos quadrinhos. A mudança veio à tona por meio de um aviso de testes para a nova personagem, cuja cópia foi postada no Reddit e confirmada por diversos sites americanos. De acordo com o anúncio, a nova personagem vai se chamar “Ryan Wilder” e seria mais jovem que Kate. Ela é descrita como uma mulher de 20 e poucos anos que “está prestes a se tornar a Batwoman”. Não está claro se Ryan Wilder é um personagem recém-criado ou um código para designar outra personagem existente da DC, mas a 2ª temporada da série da CW mostrará como ela se torna a Batwoman. Curiosamente, a identidade de Batowoman foi assumida por apenas uma personagem ao longo nas publicações da DC, enquanto Batgirl já foi seis personagens diferentes. A primeira delas, ainda chamada de “Bat-Girl”, era sobrinha de Kate Kane. O detalhe é que seu nome real, Betty/Bette Kane, é muito parecido com o escolhido pelos produtores da série para nomear a irmã gêmea de Kate, Beth Kane, mais conhecida como a vilã Alice. O nome Ryan Wilder, por outro lado, parece mais uma homenagem ao filme “Van Wilder” (2002), estrelado por Ryan Reynolds – lançado no Brasil como “O Dono da Festa”. Segundo o aviso de testes, a nova personagem “é simpática, bagunçada, um pouco pateta e indomada. Ela também não é nada como Kate Kane, a mulher que usava o traje de batalha antes dela”. A descrição acrescenta que Ryan é ex-traficante de drogas, mas está reformada e sóbria, vivendo em um van com uma planta. Ela também é uma lutadora altamente qualificada, mas extremamente indisciplinada. Como sua antecessora, Ryan é lésbica, e o aviso pede que atrizes LGBTQIA+ se inscrevam para o papel. Quando Ruby Rose anunciou sua saída da série, a WBTV (Warner Bros. TV), que produz a atração, e a rede The CW, que a exibe, disseram em comunicado conjunto que escalariam um membro da comunidade LGBTQ no papel principal. Como dezenas de outras séries, “Batwoman” foi forçada a terminar sua temporada mais cedo devido à pandemia de coronavírus. Apenas 20 dos 22 episódios planejados foram gravados, mas não está claro se uma transição para uma nova protagonista seria estabelecida nos dois episódios que não foram concluídos.

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