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  • Série

    Hellbound: Diretor de Invasão Zumbi fará série de terror para a Netflix

    1 de junho de 2020 /

    O diretor Yeon Sang-ho, responsável pelo fenômeno “Invasão Zumbi”, vai produzir uma série de terror para a Netflix. Intitulado “Hellbound”, o projeto é uma adaptação do webtoon (quadrinhos digitais) sul-coreano “Hell”. Além de produzir, Yeon também dirigirá a série e trabalhará no roteiro com o ilustrador Choi Gyu-seok, um artista conhecido pelo webtoon “Songgot”, que já rendeu uma adaptação live-action em 2015. A trama se passa em meio ao caos provocado pelo surgimento de seres sobrenaturais, que passam a condenar as pessoas ao inferno. Diante disso, um novo grupo religioso passa a pregar que esses seres são enviados por Deus. Devido à suspensão das atividades da indústria do entretenimento em todo o mundo, a série ainda não tem previsão de estreia. Mas, assim que os cinemas voltarem, o público poderá ver o novo filme de Yeon, “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do blockbuster de 2016. Veja o trailer legendado aqui.

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  • Série

    Ataque dos Titãs: Desespero marca o trailer da última temporada da série animada

    31 de maio de 2020 /

    A rede japonesa NHK divulgou o pôster e o trailer da 4ª e última temporada do cultuado anime “Ataque dos Titãs” (Attack on Titan). A prévia, em tom desesperado, pode ser conferida abaixo, em japonês sem legendas. Fenômeno de vendas no Japão, o mangá de Hajime Isayama já teve mais de 76 milhões de exemplares comercializados desde seu lançamento em 2009, e começou a ser adaptado como série animada em 2013, com direção de Tetsurō Araki (da série anime “Death Note”). A trama se passa num futuro pós-apocalíptico, que mostra a humanidade enclausurado em territórios cercados por imensos muros. As construções servem para proteger as pessoas dos Titãs, criaturas imensas e perigosas, que surgiram para literalmente consumir a humanidade – comer mesmo. Decidido a enfrentar os gigantes, o protagonista Eren Yeager, sua irmã adotiva Mikasa Ackerman e seu amigo de infância Armin Arlert se unem para vingar a morte de entes queridos e tentar reconquistar a Terra. A franquia já ganhou versão “live action” nos cinemas japoneses, lançada em duas partes em 2015, e está na mira dos grandes estúdios de Hollywood. A Warner adquiriu os direitos da adaptação e há dois anos definiu o diretor Andy Muschietti (“It: A Coisa”) à frente do projeto. Mas, desde então, ele foi remanejado pelo próprio estúdio para a produção de “The Flash”. Anteriormente feita pela Wit Studio, divisão da IG Animation, a série vai se encerrar com produção do Studio MAPPA, sob a direção de Jun Shishido (“A Princesa e o Piloto”) e Yūichirō Hayash (“Dorohedoro”), mas os últimos episódios ainda não têm previsão de estreia. A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Crunchyroll com o título em inglês “Attack on Titan”.

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  • Filme

    J.K. Simmons revela ter assinado contrato para aparecer em vários filmes da Marvel

    30 de maio de 2020 /

    O ator J.K. Simmons (“Whiplash”) revelou ter assinado contrato para reprisar o papel de J. Jonah Jameson em vários filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) e não apenas na impactante cena pós-créditos de “Homem-Aranha: Longe de Casa”. A informação veio à tona durante entrevista para um podcast da revista Entertainment Weekly, quando Simmons respondeu se poderíamos esperar vê-lo em outros filmes da Marvel. “Eu não sei se usaria a palavra ‘esperar'”, disse o ator, explicando que está contratado para outros filmes, mas o estúdio não é obrigado contratualmente a incluí-lo. Ainda assim, ele revela vontade de reprisar o papel. “É ótimo ter a oportunidade, à medida que essas coisas evoluem, e ser um dos que restaram da versão anterior”. Simmons interpretou o memorável JJJ na primeira trilogia do “Homem-Aranha”, dirigida por Sam Raimi entre 2002 e 2007, e retornou ao papel do editor do Clarim Diário no mais recente filme do herói, exibido nos cinemas em 2019. A diferença é que, nos filmes de Raimi, o ator usava uma peruca para disfarçar sua calvície natural – liberada na nova versão. No último filme, o Clarim Diário também deixou de ser um jornal tradicional para virar uma espécie de telejornal, aparentemente criado como produção para o YouTube. Por curiosidade, Simmons também é o dublador oficial de J.J. Jameson em todos os desenhos da Marvel desta década, como “Ultimate Homem-Aranha”, “Hulk e Os Agentes de S.M.A.S.H.” e “Os Vingadores Unidos”.

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  • Série

    Tom Ellis fecha acordo para estrelar 6ª temporada de Lucifer

    29 de maio de 2020 /

    Tom Ellis assinou o contrato para voltar ao papel principal de “Lucifer”, afirmou nesta sexta (29/5) o site americano Deadline. Era o “detalhe” que faltava para a Netflix anunciar a renovação da série para sua 6ª temporada, revertendo o cancelamento comunicado no ano passado. O arrependimento bateu forte e a plataforma iniciou discussões sobre a retomada da série no começo de 2020. Mas após fechar com a produtora WBTV (Warner Bros. Television), os showrunners e os coadjuvantes, as negociações empacaram na decisão de Ellis de só voltar à série se recebesse mais. Muito mais. Segundo apurou o site TVLine em abril, o intérprete de Lucifer não aceitou os valores apresentados pelo estúdio e as negociações chegaram num impasse. Como Ellis assinou acordo para produção da 6ª temporada, deixando o acerto financeiro para depois, a WBTV (Warner Bros Television) decidiu cessar as ofertas de aumento. Caso ele se recusasse a gravar, poderia ser processado por quebra de contrato. Mas o estúdio prefere realizar a série em vez de processar o ator. Por conta disso, já tinha oferecido um aumento de remuneração, que foi considerado baixo por Ellis e seus representantes. Agora, depois de um mês de negociações, Tom Ellis, WBTV e Netflix teriam fechado um acordo. Com o ator de volta – e com todo o restante do elenco disposto a retornar -, a 6ª temporada de “Lucifer” pode enfim acontecer. Só falta mesmo o anúncio oficial, que a Netflix não deve ter pressa para fazer. Afinal, a plataforma ainda nem programou a estreia da 5ª temporada, que será exibida em duas partes, apesar de já estar inteiramente gravada. Como a série deveria acabar na 5ª temporada, o último episódio gravado foi batizado de “Uma Chance de Final Feliz”, e sua sinopse diz: “O último episódio de Lucifer, a última briga com o pai”. Os produtores conceberam a season finale como series finale, porque o cancelamento foi anunciado com muita antecedência, em junho do ano passado. Originalmente concebida com 10 episódios, a 5ª temporada acabou recebendo até autorização para produzir seis capítulos extras, justamente para terminar a trama da atração. Mas o equívoco dessa antecipação tornou-se evidente diante do aumento do interesse gerado pela aparição especial de Lúcifer (Tom Ellis) no crossover “Crise nas Infinitas Terras” na TV aberta americana. A confirmação da 6ª temporada representa a segunda vez que “Lucifer” escapa do inferno das séries, também conhecido como cancelamento. “Lucifer” sobreviveu ao cancelamento original na Fox, após três temporadas transmitidas na TV aberta. Percebendo a grande campanha na internet pelo salvamento da série, a Netflix comprou os direitos de exibição e produziu a 4ª temporada. Junto com a renovação para o quinto ano, a plataforma anunciou também que os próximos episódios seriam os últimos produzidos. E a showrunner Ildy Modrovich tratou de acalmar os fãs revoltados, avisando que, daquela vez, o cancelamento era irreversível e que “uma luta não mudaria as coisas”, já que não existia a possibilidade de “Lucifer” ganhar uma 6ª temporada. Mas “Lucifer”, aparentemente, é imortal.

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  • Série

    Patrulha do Destino: 2ª temporada ganha pôsteres e fotos

    29 de maio de 2020 /

    As plataformas DC Universe e HBO Max divulgaram os pôsteres da 2ª temporada de “Patrulha do Destino” (Doom Patrol), que destacam uma nova personagem: Dorothy (Abigail Shapiro), filha do Chefe (Timothy Dalton). Ela também aparece em imagens que chegaram na internet com o selo da revista Entertainment Weekly. Uma dessas fotos, que podem ser vistas abaixo, também revela o retorno do detetive sobrenatural Willoughbly Kipling, interpretado por Mark Sheppard (o Crowley de “Supernatural”). Lançada pela DC Universe, a série será disponibilizada simultaneamente pela HBO Max em seu segundo ano de produção. “Patrulha do Destino” será a única atração compartilhada pelos dois serviços. De fato, a maior parte do material do streaming da editora de quadrinhos continua exclusivo de seu serviço – detalhe que diversos sites geeks chamaram atenção ao pesquisar pelos títulos na HBO Max, lançada na quarta (27/5) nos EUA. Segunda produção live-action da DC Universe, “Patrulha do Destino” dá vida aos personagens mais estranhos da DC Comics, criados ainda nos anos 1960. Todos tiveram origens traumáticas, que os deixaram mutilados ou tão diferentes que causam medo e repulsa, em vez das reações positivas mais associadas aos super-heróis. Os personagens foram introduzidos em live-action num episódio de outra série da plataforma, “Titãs”, mas seu elenco mudou bastante desde a primeira aparição – embora isso não fique claro, já que a maioria aparece sob disfarces. Apenas April Bowlby (a Stacy de “Drop Dead Diva”) foi mantida como Mulher-Elástica, enquanto o Homem-Robô e o Homem-Negativo, encarnados por figurantes em suas estreias, estão sendo dublados e interpretados em cenas de flashbacks por Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia” e “Viagem ao Centro da Terra”) e Matt Bomer (de “White Collar” e “American Horror Story”), respectivamente. Uma mudança, porém, é indisfarçável. Vivido por Bruno Bichir (série “Narcos”) em “Titãs”, Niles Caulder, o Chefe, ganhou a imponência de Timothy Dalton (ex-007 e protagonista de “Penny Dreadful”) na série própria. Além disso, a Patrulha foi reforçada por Diane Guerrero (a Martiza de “Orange Is the New Black”) no papel de Crazy Jane e Joivan Wade (Rigsy na série “Doctor Who”) como o herói Ciborgue. Sem esquecer que Alan Tudyk (“Powerless”) interpretou o vilão surreal Sr. Ninguém na 1ª temporada. Elogiadíssima, a 1ª temporada superou as expectativas da crítica americana, atingindo 95% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Trata-se da mais bem-avaliada dentre todas as adaptações atuais de quadrinhos na televisão. A série chegou ao Brasil apenas em março deste ano, com exibição pelo canal pago HBO. A estreia da próxima leva de episódios foi marcada para 25 de junho nos dois streamings americanos, que ainda não têm previsão para chegar ao Brasil.

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  • Série

    The Umbrella Academy: Coleção de pôsteres da 2ª temporada destaca heróis da série

    28 de maio de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres da 2ª temporada de “Umbrella Academy”, destacando individualmente os heróis da série – com respectivos guarda-chuvas (umbrellas). Adaptação dos quadrinhos homônimos do cantor Gerard Way (ex-My Chemical Romance) e do desenhista brasileiro Gabriel Bá – publicados no país como “A Academia Umbrella” – , a série gira em torno de um grupo de jovens adotados por um milionário excêntrico ainda crianças, após nascerem misteriosamente com poderes especiais. Várias décadas depois de se separarem, eles se reúnem do funeral de seu mentor e descobrem que precisam impedir o fim do mundo, previsto para daqui a oito dias. Pior que isso: a 1ª temporada revela que um deles é o responsável pelo apocalipse. Os quadrinhos foram adaptados por Jeremy Slater (criador da série “The Exorcist”), e seu elenco de heróis inclui Ellen Page (a Kitty Pryde de “X-Men: Dias de um Futuro Esquecido”), Tom Hopper (Dickon Tarly em “Game of Thrones”), Robert Sheehan (o Nathan de “Misfits”), Emmy Raver-Lampman (do sucesso da Broadway “Hamilton”), David Castañeda (“Guerra dos Monstros”), Aidan Gallagher (o Nicky de “Nicky, Ricky, Dicky & Dawn”) e Justin H. Min (“Dating After College”). A 2ª temporada vai continuar a história do ponto em que parou, com os personagens viajando no tempo para impedir o fim do mundo. A estreia está marcada para 31 de julho em streaming.

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  • Série

    Ruby Rose se despede de Batwoman e insinua motivos para sair da série

    28 de maio de 2020 /

    A atriz Ruby Rose publicou um vídeo no Instagram com cenas de “Batwoman” para se despedir de seu papel na série, e aproveitou para passar um recado velado para os produtores. Depois que boatos sobre ser uma “atriz-problema” começaram a circular por “fontes” não oficiais na mídia especializada, ela insinuou que teve bons motivos para deixar o papel e não quis torná-los públicos por decisão própria. Na legenda da postagem, ela explicou um pouco mais sobre a decisão. “Não foi uma escolha fácil, mas aqueles que sabem, sabem… Eu não queria passar sem reconhecer todos os envolvidos, e como esta série foi importante para a TV e a nossa comunidade [LGBTQIA+]. Eu fiquei quieta por enquanto, porque esta foi a minha escolha. Adoro vocês”, escreveu. Fontes ouvidas pelo editor do site TVLine, Michael Ausiello, afirmaram que a decisão de sair da série não teria sido exclusiva da atriz. “Não foi 100% decisão dela. Foi um término. Ela não estava feliz trabalhando na série. Isso a tornava alguém divertida com que se trabalhar? Não. Então, todo mundo decidiu que seria do interesse da série e de todos os envolvidos que eles seguissem caminhos diferentes”. Ainda segundo essa fonte, Rose não teria se adaptado à vida em Vancouver, no Canadá, onde “Batwoman” é gravada, nem às longas horas de trabalho que são requeridas para se fazer uma série. Entretanto, essa fonte misteriosa “esqueceu” de lembrar que a atriz sofreu um acidente grave nas gravações, logo no começo dos trabalhos, precisando passar por uma cirurgia na coluna. Ela correu o risco de ficar paralisada pelo resto da vida, mas em 10 dias voltou ao trabalho, para não atrasar a estreia da atração, e atuou toda a temporada com dores constantes. Depois de seu acidente, a produção ainda teve outro, que deixou uma produtora assistente com risco de ficar paraplégica, ao ter a cabeça atingida por um guindaste durante gravações noturnas em Vancouver. O texto de Ruby, termina de forma amigável. “Eu tenho certeza que a próxima temporada será ótima, também”. Os produtores ainda não revelaram como vão substituir a atriz principal de “Batwoman”. A showrunner Caroline Dries afirmou ter a intenção de ter outra intérprete lésbica para viver Kate Kane, fazendo justiça à personagem, que se tornou a primeira super-heroína LGBTQIA+ a ter uma série própria. Renovada para a 2ª temporada, “Batwoman” é uma das maiores audiências da rede CW. Ver essa foto no Instagram Thank you everyone for coming on this journey. If I mentioned everyone it would be 1000 tags.. but Thank you to the cast, crew, producers and studio. It wasn’t an easy decision but those who know, know.. I didn’t want to not acknowledge everyone involved and how big this was for TV and for our community. I have stayed silent because that’s my choice for now but know I adore you all. I’m sure next season will be amazing also. Xxx *hangs up cowl and cape. Also @mysmarvel Uma publicação compartilhada por Ruby Rose (@rubyrose) em 27 de Mai, 2020 às 5:03 PDT

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  • Filme

    Henry Cavill negocia retornar como Superman em novos filmes

    28 de maio de 2020 /

    Henry Cavill vai voltar a vestir a capa do Superman. Quem garante é o site Deadline, que descobriu que o ator está em negociações para aparecer em mais filmes do Universo DC. Segundo o site, Cavill irá retornar em participações especiais, não em um filme solo. Mas a continuação de “O Homem de Aço” pode estar em seu futuro, especialmente se a versão de Zack Snyder para “Liga da Justiça” se revelar um sucesso na HBO Max. Por enquanto, o que está no horizonte da Warner são as continuações de “Shazam” e “Aquaman”, além do filme centrado no vilão “Adão Negro” e o eternamente adiado “The Flash”, que poderiam contar com sua presença. Os inéditos “Mulher-Maravilha 1984” e “Esquadrão Suicida 2” já foram filmados e Superman não está no roteiro de “The Batman”. Não há outros projetos de super-heróis previstos atualmente no calendário do estúdio. Apesar da substituição de Ben Affleck, que pediu para abandonar o capuz de Batman, a Warner demonstra estar decidida a manter os demais intérpretes dos heróis de “Liga da Justiça” em seus papéis por mais tempo.

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  • Filme

    Zack Snyder revela visual de Darkseid em sua versão de Liga da Justiça

    27 de maio de 2020 /

    O cineasta Zack Snyder revelou no Twitter a primeira imagem do vilão Darkseid, que aparecerá em sua versão de “Liga da Justiça”. O supervilão não foi incluído no filme exibido nos cinemas em 2017, mas estava na versão original do diretor. O ator Ray Porter, que interpreta o personagem, já tinha confirmado sua presença no relançamento digital. Com a exclusão de Darkseid, o vilão principal de “Liga da Justiça” acabou sendo o secundário Lobo da Estepe (Ciarán Hinds), o que rendeu muitas críticas negativas dos fãs. Para quem não lembra, a Warner aproveitou uma crise pessoal de Snyder, que perdeu uma filha, para afastá-lo da produção de “Liga da Justiça” após a fase das filmagens, chamando Joss Whedon (“Os Vingadores”) para refilmar boa parte do longa. Seria uma forma de impedir uma catástrofe, na visão dos responsáveis pelo estúdio na época, que não gostaram da linha sombria adotada pelo cineasta. O resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, não agradou nem à crítica nem ao público, disparando a curiosidade sobre a versão do diretor original. Graças ao clamor dos fãs, em uma campanha resistente no Twitter, a AT&T, que comprou a Warner, resolveu apostar no projeto e produzir um “Snyder Cut” para a plataforma HBO Max. A volta de Darkseid à trama confirma que a versão reeditada de “Liga da Justiça” será um filme bem diferente do visto no cinema. Em entrevista ao podcast ReCode Media, Bob Greenblatt, CEO da HBO Max, revelou que, apesar dos boatos, a versão de Snyder não está pronta para ser exibida, por isso há um orçamento de produção e uma data distante para o lançamento, em 2021. “Não é tão fácil quanto ir ao cofre da Warner e tirar o ‘Snyder Cut’ de lá. Ele ainda não existe. Zack está trabalhando nisso, e é algo complexo, teremos que fazer novos efeitos especiais. É uma reimaginação radical daquele filme e vai sair muito caro. Teremos sorte se custar só US$ 30 milhões”, disse. O valor elevado representa apenas 10% do custo original de “Liga da Justiça”, orçado em cerca de US$ 300 milhões (mais de R$ 1,5 bilhão), graças às refilmagens de Whedon. He's coming… to HBO Max pic.twitter.com/tthWwAqzWp — Zack Snyder (@ZackSnyder) May 27, 2020

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  • Etc

    Leilão de desenhos de Asterix ajuda hospitais franceses na luta contra coronavírus

    26 de maio de 2020 /

    Quatro desenhos originais de Asterix feitos por seu criador, Albert Uderzo, foram à leilão nesta terça (26/5) e arrecadaram 390 mil euros (cerca de R$ 2,3 milhões) para hospitais franceses que lutam contra o coronavírus. Uderzo morreu em março passado, aos 92 anos, devido a um problema cardíaco ligada à infecção pelo coronavírus. Os desenhos foram doados aos hospitais pela viúva do cartunista, Ada Uderzo, como uma forma de agradecer aos “nossos novos heróis que resistiram ao invasor”, em uma referência ao personagem gaulês que resiste à dominação romana. A França já registrou mais de 145 mil casos e mais de 28 mil mortes na pandemia de covid-19.

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  • Etc

    Meninos são hospitalizados por crer que picada de aranha os tornaria super-heróis

    26 de maio de 2020 /

    Três meninos bolivianos foram parar no hospital após serem picados por uma aranha venenosa da espécie viúva negra. De acordo com o canal Telemundo, os três eram irmãos, com idades de 8, 10 e 12 anos, e esperavam que a picada da aranha lhes daria os poderes do Homem-Aranha. O trio ficou internado por quase uma semana, entre 14 e 20 de maio, segundo um porta-voz do Ministério da Saúde boliviano. Eles moram em Chayanta, uma pequena cidade na região andina da Bolívia. Ao ver a aranha enquanto brincavam na rua, tiveram a ideia de virar super-heróis. Após a picada, os sintomas do veneno surgiram em poucos minutos, com febre alta, dor muscular, suor em excesso e tremores pelo corpo. Apenas depois de serem transferidos para um hospital em La Paz os meninos conseguiram receber um antídoto para o veneno da aranha. Eles tiveram alta na quarta-feira passada (20/5).

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  • Filme

    Vingadores: Ultimato chega com nova personagem e cenas inéditas no streaming da Disney

    25 de maio de 2020 /

    Pouco mais de um ano após seu lançamento, “Vingadores: Ultimato” chegou ao streaming da Disney+ (Disney Plus), mas não da forma como os fãs apreciaram nos cinemas. O filme ganhou algumas cenas inéditas que não estavam, inclusive, nem no lançamento em DVD e Blu-Ray. As cenas mais diferentes incluem a aparição de Katherine Langford (“13 Reasons Why”) como versão adulta da filha de Tony Stark (Robert Downey Jr.) e uma cena alternativa para a morte da Viúva Negra (Scarlett Johansson). Apesar de não ter aparecido no filme original, a participação de Lagnford permite um reencontro do herói com sua filha, já adolescente, numa cena pós-morte, similar ao final de Gamora (Zoe Saldana) em “Vingadores: Guerra Infinita”. “A intenção era que sua futura filha o perdoasse e meio que lhe desse paz para ele ir. E a ideia parecia boa. Mas havia idéias demais em um filme que já era excessivamente complicado”, disse Joe Russo, um dos diretores do filme (ao lado de seu irmão Anthony Russo), sobre o motivo que levou ao corte da participação da atriz. Já a versão da morte da Viúva Negra conta com uma aparição de Thanos (Josh Brolin). No momento em que a heroína e o Gavião Arqueiro (Jeremy Renner) discutem sobre quem deve se sacrificar em Vormir, Thanos aparece com seu exército, iniciando uma batalha, que permite à Viúva Negra se separar do amigo e correr sozinha para pular do penhasco. No Brasil, apenas a versão original do filme foi disponibilizada – em streaming na Amazon Prime Video, além de em DVD e Blu-ray. Filme de maior bilheteria de todos os tempos, “Vingadores: Ultimato” faturou quase US$ 2,8 bilhões nos cinemas mundiais.

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  • Série

    Stargirl: Série conquista crítica, público e cria problema para a Warner

    25 de maio de 2020 /

    A rede The CW tem um novo sucesso em sua programação. E isto é um problema para a Warner. A estreia de “Stargirl”, exibida na terça passada (19/5) nos EUA, conquistou elogios rasgados da crítica e registrou 1,2 milhões de telespectadores ao vivo. O número representa a segunda maior audiência de lançamento de uma série da CW desde “Batwoman” (1,9 milhão) no ano passado. A diferença é que “Stargirl” não era exatamente inédita e tem muito mais público não contabilizado, que a assistiu por outra plataforma. Originalmente uma produção da DC Universe, a série foi lançada um dia antes para os assinantes do serviço de streaming da editora de quadrinhos. Além disso, também foi disponibilizada em streaming gratuito do serviço digital da CW. A soma multiplataformas deve ter superado muito o alcance de “Batwoman”, mas nem a Warner nem a CW revelam o volume de usuários de seus streamings. De todo modo, não resta dúvida de que se trata de um sucesso de audiência, o que cria um problema caseiro para a Warner, porque “Stargirl” é claramente mais cara que as outras produções de super-heróis da DC exibidas pela CW. Os dois episódios já disponibilizados nos EUA parecem filmes, com efeitos visuais de qualidade muito superior aos apresentados em “The Flash”, “Supergirl” e “Legends of Tomorrow”, por exemplo. “Stargirl” tem maior orçamento e melhor acabamento porque foi feita para streaming. Mas acabou sendo exibida em TV aberta. Os números de audiência inevitavelmente farão a CW querer manter a série em sua grade de programação por mais temporadas. E assim cria-se um dilema. A CW está canibalizando um atração da DC Universe – oferecendo-a até em streaming gratuito – , o que tende a criar atrito entre as diferentes divisões do conglomerado envolvidas no negócio. Lançar “Stargirl” na TV aberta, um dia depois do streaming, poderia ser apenas uma estratégia da Warner para atrair o público para uma 2ª temporada paga. Por isso, é questionável se a empresa toparia bancar essa 2ª temporada para a CW – uma atração cara, entregue quase de graça para exibição na TV convencional. Será que a CW, que pagou pouco pelos direitos de transmissão – bem menos que os custos de produção – , estaria disposta a bancar a série sem o investimento feito para a DC Universe? E como as séries do Arrowverso lidarão com uma coleguinha glamourosa na programação, que escancara a pobreza de recursos das suas produções? A série rica tem o mesmo produtor das séries pobres de super-heróis, Greg Berlanti. E isso também pode criar saia justa nos bastidores da Berlanti Prods. O fato de ser conteúdo premium de streaming justificava o maior investimento, só que a exibição na CW acabou com essa divisão. O projeto foi desenvolvido por Geoff Johns, co-criador de “The Flash”, maior sucesso do Arrowverse. Ele também é, por sinal, o roteirista que criou Stargirl nos quadrinhos da DC. A trama mostra a origem da personagem-título, uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, criado em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl e enfrentar os responsáveis pelas mortes dos heróis clássicos: a Sociedade da Injustiça. Vale considerar que, nos quadrinhos, essa história é bem mais complicada. Mas a proposta da série é simplificar tudo ao máximo, para se focar na diversão que é ganhar super-poderes na adolescência. O clima lúdico, praticamente spielberguiano da atração, encantou a crítica. Extremamente bem-feita, a série também foi sucesso nas avaliações da imprensa americana, atingindo 93% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Com destaque para a jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, além de Christopher James Baker (“True Detective”), Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”), Joe Knezevich (“A Mula”) e Neil Jackson (“Absentia”) como os supervilões Onda Mental, Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão, O Mago e Geada, integrantes da Sociedade da Injustiça.

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