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    Nada a Perder 2: Vídeo anuncia pré-venda de ingressos do novo filme de Edir Macedo

    12 de junho de 2019 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e um novo vídeo de “Nada a Perder 2”, continuação da cinebiografia do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. A prévia mostra o protagonista como um injustiçado, vítima de perseguição, e anuncia o início da venda antecipada de ingressos. Acusado de ser exibido para salas vazias de cinema, o primeiro filme vendeu 12 milhões de ingressos, o que representou metade do total de espectadores de todos os filmes brasileiros em 2018. A pré-venda do segundo longa começa oficialmente no sábado (15/6). A continuação vai cobrir os anos entre a saída do bispo da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014. Petrônio Gontijo volta ao papel de Macedo e o elenco também inclui Day Mesquita, Beth Goulart, Dalton Vigh, Eduardo Galvão e César Mello, entre outros. Muitos outros. Foram mais de 60 atores e 6 mil figurantes em locações no Brasil, África do Sul e Israel Novamente dirigido por Alexandre Avancini, “Nada a Perder 2” tem estreia marcada para 15 de agosto.

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  • Filme

    Mulher diz ter sido escravizada por Allison Mack em julgamento de seita sexual

    11 de junho de 2019 /

    Uma testemunha ouvida durante o julgamento dos líderes da seita NXIVM revelou ter sido escrava sexual da ex-atriz Allison Mack, da série “Smallville”. Identificada apenas como “Nicole”, a mulher contou, em seu depoimento no tribunal, que encontrou com Mack em 2014, quando passava por dificuldades financeiras. Ela entrou no grupo no mesmo ano, por conselho do namorado, para fazer cursos que combinavam atuação e psicologia. Ela declarou que ficou incomodada com a forma como as pessoas idolatravam o líder do grupo, o guru Keith Raniere, mas logo começou a dar aulas e ganhar dinheiro. Em fevereiro de 2016, Nicole foi convidada por Mack a se juntar ao ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde apenas mulheres eram permitidas. “Ela me contou sobre essa organização de mulheres”, testemunhou “Nicole”. “Isso me faria sentir melhor. Seria exatamente o que me ajudaria a sair de onde eu estava mentalmente naquele momento.” A mulher afirmou que Mack a convenceu a lhe dar uma série de “garantias” para não ir embora, como assinar um termo revelando que foi estuprada pelo pai e documentos liberando o NXIVM de responsabilidade por “danos físicos e psicológicos”. A testemunha diz que, a partir daí, passou a viver uma relação de “escravo e mestre”, sendo dominada psicologicamente por Mack, que a proibia de sair do grupo e até de fazer sexo com seu namorado. E um dia a ex-atriz a levou vendada até Raniere, ordenando-a a ser “uma boa escrava”. Após ter os pulsos e tornozelos amarrados, ela passou então a receber sexo oral de várias pessoas. “Eu estava tão confusa. Foi aterrorizante”, disse a testemunha. Raniere está sendo julgado por tráfico sexual, conspiração, extorsão, trabalho forçado e lavagem de dinheiro. Já Allison Mack declarou-se culpada em abril por conspiração e extorsão. Além de Allison Mack, a seita também contou com a participação da herdeira milionária Clare Bronfman, cuja família era dona da destilaria de whisky Seagram, e India Oxenberg, filha da atriz Catherine Oxenberg (da série clássica “Dinastia”). Segundo “Nicole”, Mack manteve India Oxenberg numa dieta de 500 calorias diárias, quase matando a jovem de fome, porque, apesar de o “mestre supremo” (Raniere) dizer que mulheres magras eram mais vigorosas, isso as tornava mais fracas e sugestionáveis. A história da seita vai virar uma minissérie documental do canal HBO.

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  • Série

    Netflix renova e cancela Lúcifer em anúncio de última temporada

    6 de junho de 2019 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Lucifer” para sua 5ª temporada. A notícia foi compartilhada nas redes sociais, com direito a vídeo da celebração de Tom Ellis, intérprete do personagem-título. Mas se trata de uma comemoração forçada. O anúncio incluiu uma palavrinha que muda todo o sentido do texto: “última”. Ou seja, a Netflix cancelou “Lucifer”. Mas deu aos produtores uma temporada extra para concluir a série. Por um lado, a renovação permite tempo para a história chegar a seu fim (mais) natural. No último episódio produzido, Lúcifer tinha sido enviado ao inferno. E os roteiristas poderão agora explorar o que isso significa, sem que a série termine neste anticlímax. Mas, por outro lado, o cancelamento comprova a falta de interesse da Netflix em cultivar produções longevas. Apesar de ir para 5ª temporada, “Lucifer” só virou série exclusiva da Netflix neste ano. Ou seja, a plataforma encerrará o programa após produzir apenas duas temporadas da atração. Esta é a média de duração das séries da Netflix, que – à exceção de suas primeiras produções – não investe em mais do que três temporadas por programa. A vida curta das produções já chama atenção da imprensa e dos estúdios, e deve se tornar o principal entrave na briga da Netflix para conseguir projetos cobiçados por seus rivais – Apple, Disney e WarnerMedia vêm fortes para disputar conteúdo no streaming. É pura aritmética. Para os produtores, vale mais a pena manter uma série no ar, com cenário pronto, redação e elenco estáveis, do que investir para criar novos produtos a cada três anos, ficando reféns da voracidade por novidades da Netflix. No comunicado desta quinta (6/6), os produtores foram diplomáticos, exaltando a mesma felicidade vista no vídeo de Tom Ellis. “Somos incrivelmente gratos à Netflix por ter ressuscitado nosso programa na última temporada, e agora vamos terminar a história de Lúcifer em nossos termos”, disseram Joe Henderson e Ildy Modrovich no anúncio oficial. “Mais importante, queremos agradecer aos fãs por sua incrível paixão e apoio. O melhor ainda está por vir!”, completaram. Por sua vez, a plataforma disse: “Estamos muito felizes que os fãs de Lúcifer em todo o mundo tenham abraçado esta série na Netflix, e mal podemos esperar para dar a eles o grande final pelo qual todos estavam esperando”. Ver essa foto no Instagram Vocês pediram e eu invoquei a quinta e última temporada de Lucifer! Agora com licença que eu vou sair gritando pelas ruas com o meu diabão! ? Uma publicação compartilhada por Netflix Brasil (@netflixbrasil) em 6 de Jun, 2019 às 3:40 PDT Posso descansar agora? Lucifer foi renovada para sua 5ª e última temporada. ?? pic.twitter.com/fi7eFegT6G — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 6, 2019

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  • Série

    Amazon cancela Sneaky Pete após três temporadas

    4 de junho de 2019 /

    A Amazon cancelou a série “Sneaky Pete”, cerca de um mês após disponibilizar sua 3ª temporada. Apesar de pouco badalada, a série criada pelo ator Bryan Cranston (o Walter White de “Breaking Bad”) em parceria com o produtor David Shore (criador da série “House”) era uma das melhores do serviço Prime Video, com 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Além disso, a 3ª e agora última temporada superou as anteriores e atingiu 100%. “Sneaky Pete” trazia Giovanni Ribisi (“Caça aos Gângsteres”) como o personagem-título. Mas apesar de se apresentar como Pete, a identidade do protagonista era outra. Seu verdadeiro nome era Marius Josipovic, um vigarista que, após ouvir as histórias do verdadeiro Pete, seu ex-companheiro de cela (Ethan Embry, da série “Once Upon a Time”), resolve aparecer na casa da família do outro, fingindo ser o rapaz que desapareceu há muito tempo sem dizer que estava preso. O golpista recém-saído da cadeia convence a todos que é quem diz ser, encontrando um lugar para se esconder até conseguir levantar dinheiro para quitar uma dívida milionária. O problema é que fica cada vez mais enrolado por conta de suas mentiras. O elenco ainda incluía Margo Martindale (série “The Americans”), Marin Ireland (série “The Slap”), Peter Gerety (“O Ano Mais Violento”), Shane McRae (“Para Sempre Alice”), Libe Barer (série “Parenthood”) e chegou a ter participações do próprio Cranston. Os 10 episódios da 3ª temporada foram disponibilizados em 10 de maio. O cancelamento de “Sneaky Pete” segue uma tendência preocupante. Um recente estudo da revista The Hollywood Reporter descobriu que apenas 7% das produções originais da Amazon duraram mais de três temporadas. Para piorar o quadro, a Netflix tem seguido o mesmo rumo, com poucas séries aprovadas para mais de três temporadas e muitos cancelamentos precoces. As duas plataformas já começam a virar alvo de críticas negativas devido à essa prática, que reflete uma preferência superficial por valorizar novidades sobre continuidade, mesmo quando se trata de produtos de qualidade reconhecida – como, por exemplo, “Sneaky Pete”.

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  • Filme

    Ex-gerente de negócios de Stan Lee é preso por abuso de idoso

    25 de maio de 2019 /

    Keya Morgan, ex-gerente de negócios da lenda dos quadrinhos Stan Lee, foi preso neste sábado (25/5) em Scottsdale, no estado americano do Arizona, acusado de abuso de idoso. Segundo o site The Hollywood Reporter, um mandado de prisão foi emitido pela justiça de Los Angeles e a vítima de abuso seria justamente Stan Lee. O empresário foi indiciado pelo escritório do promotor distrital do condado de Los Angeles no início deste mês com várias acusações relacionadas a abuso de Lee, incluindo cárcere privado. Morgan teria feito Lee acreditar que estava em perigo em sua casa e que precisava ser transferido para um local seguro (que Morgan controlava). Ele também é acusado de roubar US$ 262 mil de sessões de autógrafos do escritor, além de desviar dinheiro da conta de Lee, que os representantes do artista calculam em mais de US$ 5 milhões. A investigação começou em março de 2018. Um pouco depois disso, os representantes legais de Lee entraram com uma ordem judicial contra Morgan, que foi concedida. Na época, Morgan emitiu um comunicado negando as acusações. “Esta é uma caça às bruxas promovida por sua filha e seu advogado (de Lee). Ela não suporta o fato de o Stan gostar tanto de mim. Vou 100% provar sem sombra de dúvida que as acusações são falsas.” A fiança de Morgan foi estabelecida em US$ 300 mil. Criador dos personagens que lançaram a era Marvel dos quadrinhos, como Homem-Aranha, Homem de Ferro, Thor, X-Men, Quarteto Fantástico, Demolidor, Homem-Formiga, Doutor Estranho, Viúva Negra, Nick Fury e Hulk, Stan Lee morreu de insuficiência cardíaca em novembro passado, aos 95 anos de idade.

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  • Série

    Final de Orange Is the New Black ganha primeiras fotos e teaser

    22 de maio de 2019 /

    Mais uma série icônica vai acabar em 2019. A Netflix divulgou as primeiras fotos e um teaser da 7ª e última temporada de “Orange is the New Black”. A prévia confirma que os últimos episódios chegarão à plataforma no próximo dia 26 de julho, como se sabia desde fevereiro. Mas também faz revelações. Ao mostrar algumas atrizes cantarolando o tema da série, vestidos à caráter nos cenários da produção, o vídeo mostra a cumplicidade divertida das parceiras Flaca (Jackie Cruz) e Maritza (Diane Guerrero). Isto significa um reencontro das duas amigas, após Maritza desaparecer da trama, transferida para outro presídio após a rebelião da 5ª temporada – na verdade, Diane Guerrero foi fazer a série dos super-heróis da Patrulha do Destino. Também se vê a continuidade do relacionamento entre as protagonistas Piper (Taylor Schilling) e Alex (Laura Prepon), mesmo após Piper ser solta da prisão. Por sinal, uma das fotos mostra a personagem desencontrada em roupas “civis”. Mas as duas encerram o vídeo andando de mãos dadas. Criada por Jenji Kohan e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A atração começou em 2013 acompanhando a jornada de Piper Chapman, como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter que redescobrir tudo novamente, após uma rebelião levar as personagens para uma prisão de segurança máxima e situações de muito mais perigo e violência.

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  • Etc

    YouTuber Austin Jones é condenado a 10 anos de prisão por pornografia infantil

    6 de maio de 2019 /

    O youtuber e cantor americano Austin Jones foi condenado a dez anos de prisão por induzir menores, solicitar e receber pornografia infantil. Ele já havia se declarado culpado em fevereiro, quando admitiu ter incitado seis fãs de cerca de 14 anos a enviarem vídeos sexualmente explícitos entre 2016 e 2017. “A produção e o recebimento de pornografia infantil são ofensas extraordinariamente graves que ameaçam a segurança de nossos filhos e comunidades. As ações de Jones tiraram algo de suas vítimas e de suas famílias que eles nunca conseguirão recuperar”, disse a promotora Katherine Neff Welsh nos autos do julgamento, que aconteceu em Illinois, nos Estados Unidos. Austin Jones admitiu ter trocado mensagens com fãs em que pedia para que elas provassem ser suas fãs, enviando vídeos com conteúdo sexual para ele. Ele ainda prometia ajudá-las a ganhar mais seguidores no Instagram caso mandassem o conteúdo. De acordo com registros do tribunal, citados pela revista People, ele pediu a duas das garotas identificadas na investigação como ‘vítima A’ e ‘vítima B’ que rebolassem para a câmera, com seus genitais à mostra, repetindo quantos anos tinham. “Você tem que fazer uma introdução para o vídeo. No começo, chegue bem perto e diga: ‘ei, Austin, aqui é [nome] e esta ‘b*nda’ tem [idade] anos. Depois balance por 30 segundos. Entendeu?”, disse Austin. Ambas as garotas, de 14 anos, teriam aceitado o pedido e mandado o material. “Que incrível seria para você! Ter o seu cantor favorito espancando sua b*nda. Se você tiver sorte, quem sabe eu deixo você me ch*par”, afirmou ainda ele, segundo a publicação. O influenciador digital admitiu também ter tentado coagir menores em outras 30 ocasiões, através do Facebook, pedindo vídeos e fotos pornográficas. Em 2015, quando as primeiras acusações vieram à tona na internet, ele fez um anúncio em vídeo admitindo que teria pedido vídeos para suas fãs que estariam ‘apenas dançando’. “Não é algo do qual me orgulhe, não é algo que acredite que esteja certo e eu não deveria ter feito”, afirmou na gravação. Hoje com 26 anos, ele tinha 530 mil assinantes em seu canal, em que costumava publicar versões de músicas à capela, que foram vistos mais de 41 milhões de vezes. Após o escândalo, o canal do cantor foi banido pelo YouTube.

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    Vince Vaughn é condenado por dirigir embriagado

    4 de maio de 2019 /

    O ator Vince Vaughn, de “Os Estagiários” e “Penetras Bons de Bico” e da série “True Detective”, foi condenado na sexta-feira (3/5) por dirigir embriagado. De acordo com a promotoria de Los Angeles, ele resolveu não contestar a acusação, que o levou a ser detido em junho passado em Manhattan Beach, uma praia que fica aproximadamente a 30 minutos de Los Angeles. Originalmente, Vaughn também foi acusado de se recusar a obedecer à polícia. Vaughn foi preso depois de se recusar a sair de seu carro, quando foi parado por suspeita de estar bebendo e dirigindo. O exame toxicológico registrou álcool em seu sangue. Entretanto, essa acusação foi retirada do processo após o ator não contestar a acusação de dirigir imprudentemente, ainda de acordo com as autoridades. O resultado disso foi que Vaughn pegou uma condenação leve. Ele pagará uma multa de US$ 390, participará de um curso obrigatório de educação sobre o álcool e ficará em liberdade condicional durante três anos.

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  • Filme

    Trailer de Nada a Perder 2 continua história de Edir Macedo

    19 de abril de 2019 /

    A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer de “Nada a Perder 2”, continuação da cinebiografia do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. A prévia tem cenas de protestos, polícia, documentos queimados, o infame chute na santa e viagem a Israel, além de mostrar o crescimento do negócio religioso. Acusado de ser exibida para salas vazias de cinema – enquanto a Igreja Universal negou ter comprado e distribuído tíquetes entre fiéis, exibidoras confirmaram ter vendido pacotes para pastores – , o primeiro filme vendeu 12 milhões de ingressos, o que representou metade do total de espectadores de todos os filmes brasileiros em 2018. A continuação vai cobrir os anos entre a saída do bispo da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014. Petrônio Gontijo volta ao papel de Macedo e o elenco também inclui Day Mesquita, Beth Goulart, Dalton Vigh, Eduardo Galvão e César Mello, entre outros. Muitos outros. Foram mais de 60 atores e 6 mil figurantes em locações no Brasil, África do Sul e Israel Novamente dirigido por Alexandre Avancini, “Nada a Perder 2” tem estreia marcada para 15 de agosto.

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    Seita sexual da atriz Allison Mack vai virar série documental da HBO

    19 de abril de 2019 /

    A HBO fará uma série documental sobre a seita NXIVM, que é acusada de promover escravidão sexual e uma rede de tráfico de mulheres, e tem entre seus integrantes a ex-atriz Allison Mack, da série “Smallville”. Ainda sem título definido, a série terá direção de Jehane Noujaim e Karim Amer, responsáveis por “The Great Hack”, documentário sobre o escândalo da Cambridge Analytica, que abalou a credibilidade do Facebook. Noujaim chegou, inclusive, a participar de um workshop do NXIVM em 2010, o que lhe permite trazer uma perspectiva única para a produção. De acordo com a HBO, a série trará uma visão profunda e diferenciada das experiências dos integrantes da seita. Este escândalo veio à tona quando uma reportagem do jornal The New York Times, publicada em novembro de 2017, denunciou a escravidão sexual promovida pela seita e apontou a atriz Allison Mack como braço-direito do falso guru Keith Rainiere. Iniciada como um grupo de auto-ajuda, a organização chegou a receber matrículas de 16 mil pessoas nos cursos do grupo NXIVM. Ranieri se promovia como um guru de auto-ajuda para famosos, mas usava palestras da organização para selecionar mulheres bonitas como escravas sexuais, que eram convidadas a ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde a iniciação incluía ter as iniciais do “mestre” marcadas à ferro e fogo na pele. A estrutura da seita se baseava em um esquema-pirâmide. Além de pagar o curso inicial, as participantes eram obrigadas a comprar aulas adicionais com preço ainda mais elevado e motivadas a recrutar outras mulheres e a marcá-las com suas iniciais para “subir” dentro da hierarquia da organização e assim obter privilégios, como se aproveitar das demais escravas. Havia uma condição prévia para participar: ceder informações comprometedoras sobre amigos e familiares, tirar fotos sem roupas e controlar os pertences das recrutas captadas. Nesta sociedade secreta, Raniere era o único homem, conhecido como o “Amo das companheiras obedientes”. Ele era “dono” de um harém. E as escravas dele, por sua vez, tinham um grupo de servas para si, e assim por diante. Todas as escravas precisavam obedecer aos mestres 24 horas por dia e recrutar outras mulheres para a seita. Caso não conseguissem, eram submetidas a castigos como surras. Além disso, elas tinham que tomar banhos de água fria e ficar 12 horas sem comer, mantendo uma dieta diária de apenas 500 a 800 calorias, pois, segundo o “mestre supremo”, mulheres magras eram mais vigorosas. No início do mês, Allison se declarou culpada por extorsão e conspiração criminosa. “Eu preciso admitir a culpa pela minha conduta. Eu me sinto muito mal pelo meu papel neste caso. Eu peço desculpas à minha família e às boas pessoas que eu machuquei com a minha aderência equivocada aos ensinamentos de Keith Raniere”, disse no tribunal. Ela é acusada de recrutar várias mulheres para a seita, prometendo que se tratava de um programa de aperfeiçoamento pessoal onde elas seriam ajudadas por outras mulheres a alcançarem os seus objetivos. A atriz chegou a ser presa em conexão com o caso, assim como o próprio Raniere, mas pagou fiança de US$ 5 milhões e espera julgamento em prisão domiciliar na casa dos pais, em Los Alamitos, na Califórnia (EUA). Além de Allison Mack, a seita também contou com a participação da herdeira milionária Clare Bronfman, cuja família é dona da destilaria de whisky Seagram, e India Oxenberg, filha da atriz Catherine Oxenberg (da série clássica “Dinastia”).

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    Atriz de Fuller House se declara inocente no caso das fraudes universitárias dos EUA

    15 de abril de 2019 /

    A atriz Lori Loughlin (“Fuller House”) e o marido, Mossimo Giannulli, declararam-se inocentes no caso do escândalo das fraudes universitárias, em que são acusados de pagar subornos para conseguir a admissão de suas filhas em universidades prestigiosas dos Estados Unidos. Loughlin e Giannulli são acusados de pagar US$ 500 mil para que a Universidade do Sul da Califórnia (USC) aceitasse suas duas filhas como estudantes. Elas entraram na cota esportiva da universidade, como atletas de remo, sem nunca terem praticado o esporte. O casal faz parte de um grupo de 33 pais e mães acusados de crimes semelhantes. Nem todos se declararam inocentes. Outra atriz envolvida no escândalo, Felicity Huffman (“Desperate Housewives”), optou por se declarar culpada e pronta para enfrentar as consequências de suas ações. Após o envolvimento no escândalo, Loughlin foi demitida de todos os projetos de que participava, entre eles a 5ª e última temporada de “Fuller House”, que a Netflix pretende lançar ainda este ano. Ela também foi cortada da série “When Calls the Heart”, que estrelava para o canal norte-americano Hallmark, e teve a produção de seus telefilmes “Garage Sale Mysteries” cancelados – o 16º longa estava em produção no Canadá. As duas atrizes eram as personalidades mais conhecidas de um grupo de 50 pessoas denunciadas na Operação Varsity Blues do FBI, que desbaratou um esquema de fraudes para que filhos de pessoas ricas pudessem entrar com mais facilidade em universidades de elite nos Estados Unidos. Entre os pais envolvidos há diretores executivos de empresas e sócios de importantes escritórios de advocacia. Todos foram detidos e liberados sob fiança para aguardar o julgamento do processo em liberdade. O líder do esquema fraudulento, William Rick Singer, concordou em se declarar culpado de acusações de fraude e está cooperando com as autoridades. Segundo as autoridades, Singer cobrou cerca de US$ 25 milhões para garantir as admissões às universidades por meio de trapaças nas provas ou subornos a treinadores para recrutar estudantes sem habilidades para equipes esportivas das escolas – atletas têm vagas preferenciais nas faculdades dos EUA por conta da competitividade dos jogos universitários.

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    Danilo Gentili é condenado a quase sete meses de prisão por injúria

    10 de abril de 2019 /

    O ator e apresentador Danilo Gentili foi condenado a seis meses e 28 dias de detenção, em regime semiaberto, pelo crime de injúria praticado contra a deputada federal Maria do Rosário Nunes (PT-RS). Ele ainda poderá recorrer da sentença da 5ª Vara Federal Criminal de São Paulo em liberdade. A condenação se refere a mensagens ofensivas de 2016, em que Gentili chamou a deputada de “nojenta”, “falsa” e “cínica”. Em resposta, Maria do Rosário processou o apresentador do programa “The Noite” e criador da série “Politicamente Incorreto”. A situação se agravou em maio de 2017, quando Gentili recebeu a notificação extrajudicial do processo e postou um vídeo em que aparecia rasgando e esfregou os papéis nas partes íntimas. Ao fazer isso, ele ainda destacou o termo “puta” da palavra deputada. A defesa alegou que o humorista não teve a intenção de atacar Maria do Rosário, mas a juíza Maria Isabel do Prado não reconheceu o argumento. Em sua decisão, ela ressaltou o direito à liberdade de expressão, mas lembra que quando alguém ultrapassa a linha da ética, “surge no Estado de Direito a tutela penal como legítimo instrumento de contenção contra o uso abusivo da liberdade de expressão.” “Verifico que o humorista e apresentador dolosamente injuriou através da internet a deputada federal, ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro, atribuindo-lhe a alcunha de ‘puta'”, escreveu a magistrada na sentença. Após a publicação da sentença, Gentili voltou a usar as redes sociais para ironizar a Justiça. “Quem vai me levar cigarro?”, ele escreveu para seus seguidores. Por sua vez, Maria do Rosário comemorou a sentença através de nota enviada à imprensa. “A sentença da 5° Vara Federal Criminal de São Paulo deve ser lida como uma convocação à sociedade brasileira de que é necessário retomar o respeito, o bom senso no debate público, nas redes sociais e na vida. Não pode haver impunidade, cabendo ao Judiciário definir os termos da condenação. Considero a decisão um símbolo de que é possível preservar a liberdade de expressão e garantir a dignidade humana. Esta é uma vitória da democracia e da justiça.”

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    Atriz de Fuller House é indiciada no caso do escândalo universitário americano

    9 de abril de 2019 /

    A atriz Lori Loughlin (“Fuller House”) e seu marido, Mossimo Giannulli, vão enfrentar novas acusações por participação no escândalo de fraudes universitárias, por meio de subornos para conseguir a admissão de seus filhos em universidades prestigiosas dos Estados Unidos. Além da acusação inicial de conspiração para cometer fraude, Loughlin e Giannulli foram agora indiciados também por lavagem de dinheiro. Segundo investigação do FBI, o casal pagou US$ 500 mil para a USC (Universidade do Sul da Califórnia) para que suas filhas fossem aceitas como bolsistas da equipe de remo da universidade, embora elas não praticassem o esporte – atletas têm vagas preferenciais nas faculdades dos EUA por conta da competitividade dos jogos universitários. O indiciamento oficial de Loughlin aconteceu um dia depois da admissão de culpa de outro grupo de pais e mães acusados na investigação. Integrante do outro grupo, a também atriz Felicity Huffman (“Desperate Housewives”) preferiu se declarar culpada dentro do processo, pulando uma etapa do julgamento. Por sua vez, a atriz de “Três É Demais” (Full House) e “Fuller House” preferiu não se manifestar, indicando que não pretende fazer acordo com a promotoria. A resposta veio de forma contundente com nova acusação. Loughlin já perdeu seu papel recorrente em “Fuller House” por causa do escândalo. Ela não aparecerá na 5ª e última temporada da série da Netflix, embora interprete a Tia Becky desde o início da série “Três é Demais” (1987-1995), que deu origem ao reboot. Ela também foi dispensada da série “Quando Chama o Coração: A Série” (When The Heart Calls) e teve sua série de telefilmes “Garage Sale Mysteries” cancelada – o 16º longa estava em produção no Canadá. A mesma Netflix que limou Loughlin manteve Huffman em duas produções. As diferenças se devem a dois fatores. Em primeiro lugar, a comédia “Otherhood” e a minissérie “When They See Us”, estreladas por Huffman, já estavam gravadas quando o escândalo estourou – “Otherhood” teve o lançamento adiado, mas deve surgir mais tarde. E enquanto Huffman pagou US$ 15 mil para forjar as notas de um filha num exame, arrependeu-se e se recusou a fazer o mesmo para a segunda, Loughlin pagou duas vezes US$ 250 mil para criar falsos currículos esportivos para cada uma de suas duas filhas.

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