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    Showrunner avisa fãs que Netflix não vai reverter cancelamento de Lucifer

    29 de junho de 2019 /

    Quando a Netflix anunciou a renovação de “Lucifer”, muitos perceberam que, na verdade, o que a plataforma estava anunciando era o cancelamento da série, que terá uma 5ª e última temporada para encerrar sua história em 2020. O detalhe levou os “lucifans” a se mobilizarem e iniciar campanhas precoces para pressionar por mais episódios. Afinal, a tática já tinha dado certo antes, quando “Lucifer” foi cancelado pela Fox ao final de sua 3ª temporada e resgatado pela Netflix. Mas a showrunner da série tratou de jogar água fria nesses planos. Ildy Modrovich foi ao Twitter dizer que o jogo acabou e nada vai mudar o placar. Ela explicou que a decisão da Netflix é irreversível e que “uma luta não mudaria as coisas agora”, garantindo que não existe a possibilidade de “Lucifer” ganhar uma 6ª temporada. “Sabemos que houve muita confusão sobre o recente anúncio de que essa será nossa última temporada. Muitos estão se perguntando se deveriam lutar por mais. E, por mais que estejamos tão tristes quanto muitos de vocês que essa jornada maravilhosa esteja acabando, lutar não vai mudar as coisas agora”, ela escreveu. “Conversamos com nossos parceiros na Netflix e Warner Bros, e vocês deveriam saber que essa decisão foi tomada com muito cuidado e consideração”, acrescentou, sem explicar de onde veio a iniciativa de encerrar a produção com apenas mais 10 episódios. Mas ela deixou claro que a ideia de anunciar simultaneamente a renovação e o cancelamento foi uma forma de neutralizar as manifestações de protestos dos fãs. “É porque sabemos o quão apaixonados e devotos são nossos fãs (e nós!) que quiseram dar a vocês (e a nós!) o tempo necessário para processar as notícias. E, por isso, somos incrivelmente gratos”, escreveu Modrovich, dando a entender que os produtores também foram surpreendidos. Na prática, o cancelamento comprova a falta de interesse da Netflix em cultivar produções longevas. Apesar de ir para 5ª temporada, “Lucifer” só virou série exclusiva da Netflix neste ano. Ou seja, a plataforma encerrará o programa após produzir apenas duas temporadas da atração. Esta é a média de duração das séries da Netflix, que – à exceção de suas primeiras produções – não investe em mais do que três temporadas por programa. A vida curta das produções já chama atenção da imprensa e dos estúdios, e deve se tornar o principal entrave na briga da Netflix para conseguir projetos cobiçados por seus rivais – Apple, Disney e WarnerMedia vêm fortes para disputar conteúdo no streaming. É pura aritmética. Para os produtores, vale mais a pena manter uma série no ar, com cenário pronto, redação e elenco estáveis, do que investir para criar novos produtos a cada três anos, ficando reféns da voracidade por novidades da Netflix. Além disso, vale fazer outra conta. Os 10 episódios da 4ª temporada somados aos 10 do 5º ano totalizam menos capítulos que uma temporada simples de série da TV aberta. Em seu último ano na Fox, a 3ª temporada rendeu 26 episódios. Em números frios, o salvamento da Netflix produziu 20 episódios extras, equivalente a uma temporada a mais, dividida em duas partes. Muito pouco a ser comemorado pelos fãs. Pelo menos, o planejamento antecipado permitirá aos roteiristas realizar uma conclusão definitiva para a história. A message of love for our #Lucifans ??❤️ from me… @Henderson_Joe all the #Lucifer writers and our beautiful cast… @tomellis17 @LaurenGerman @LesleyAnnBrandt @RachaelEHarris @kevinmalejandro @dbwofficial @Aimee_Garcia and @ScarMestevez pic.twitter.com/8aXb6yfJ7c — Ildy Modrovich (@Ildymojo) 26 de junho de 2019

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    Última temporada de Orange Is the New Black ganha 50 fotos e trailer legendado

    26 de junho de 2019 /

    A Netflix divulgou mais de 50 fotos, o pôster e o trailer legendado da 7ª e última temporada de “Orange Is the New Black”. A prévia confirma que a trama vai se alternar entre as personagens que continuam presas e a jornada da protagonista Piper (Taylor Schilling), após ganhar liberdade. Criada por Jenji Kohan e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A atração começou em 2013 acompanhando a jornada de Piper Chapman, como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter a liberdade antecipada por bom comportamento na temporada passada. Os últimos episódios estreiam em 26 de julho em streaming.

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    Astros de Smallville comentam envolvimento de Allison Mack em seita de escravas sexuais

    21 de junho de 2019 /

    O programa mais recente do podcast “Inside of You”, comandado por Michael Rosenbaum, voltou a reunir o ator com seu colega de “Smallville”, Tom Welling. E em meio a lembranças da série, os astros que viveram Lex Luthor e Clark Kent abordaram a polêmica participação de Allison Mack no NXIVM, grupo que oferecia cursos de auto-ajuda como fachada para uma seita de escravas sexuais. Welling, que ainda não tinha se pronunciado sobre o assunto, revelou-se surpreso ao descobrir no que a intérprete de Chloe Sullivan estava metida após o fim da série da DC Comics. “Eu não sabia nada sobre isso… Fui pego de surpresa ao ler. Soa muito bizarro. Allison sempre foi uma pessoa muito boa comigo”, disse o ator. Rosenbaum já tinha mencionado o fato no podcast. Mas também manifestou incredulidade, embora admita que nunca foi muito próximo da atriz para saber de suas inclinações pessoais ou sexuais. “Tudo que eu sei é que é difícil. Eu sempre digo isso. Se alguém disser: ‘Ei, seu irmão matou alguém’. Vou pensar, ‘Não, é impossível. Você não conhece meu irmão’. Agora, Allison e eu nunca fomos muito próximos na série, como Tom e eu éramos. Então, eu realmente não sabia. Mas se alguém dissesse: ‘Ah, Allison Mack matou alguém’. Eu diria: ‘Não, isso é impossível'”, acrescentou. Meses após ser presa sob acusações de tráfico sexual, Allison Mack se declarou culpada de extorsão e conspiração criminosa, parte de um acordo entre seus advogados e promotores. “Eu preciso admitir a culpa pela minha conduta. Eu me sinto muito mal pelo meu papel neste caso. Eu peço desculpas à minha família e às boas pessoas que eu machuquei com a minha aderência equivocada aos ensinamentos de Keith Raniere”, disse Mack no tribunal. Nesta semana, Keith Raniere, o líder da seita, foi considerado culpado e aguarda sua sentença, que pode ser prisão perpétua. Ele mantinha um harém de escravas sexuais, que, por sua vez, tinham suas próprias escravas, num esquema de pirâmide. Além de Allison Mack, a seita também contou com a participação da herdeira milionária Clare Bronfman, cuja família era dona da destilaria de whisky Seagram, e India Oxenberg, filha da atriz Catherine Oxenberg (da série clássica “Dinastia”).

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    Mais um ator de Empire é preso pela polícia de Chicago

    17 de junho de 2019 /

    A polícia de Chicago prendeu um segundo ator da série “Empire”, que é gravada na cidade. Após a confusão envolvendo Jussie Smollett (intérprete de Jamal na série), acusado de forjar um ataque racial, o ator Bryshere Gray (o Hakeem de “Empire”), foi parado pela polícia por supostamente dirigir um Rolls-Royce com placa de outro carro. Segundo o site TMZ, Gray também não tinha uma carteira de motorista para apresentar aos policiais e seu veículo estava sem seguro (o que é ilegal na cidade). O incidente aconteceu na quinta-feira passada (13/6). Gray foi liberado após pagar fiança e deve comparecer a um tribunal em Chicago no dia 18 de julho, quando um juiz decidirá sua pena. Seus representantes não retornaram pedidos de comentários. Em “Empire”, Bryshere Gray e Jussie Smollet vivem irmãos. O problema policial de Smollett rendeu muitas manchetes, após ele se envolver num escândalo e ser preso por suspeita de forjar o ataque homofóbico e racista que sofreu em 29 de janeiro. Graças a um acordo com a promotoria e problemas nas evidências materiais, ele se livrou de ir a julgamento. Mesmo após o fim do processo, o ator não deve voltar a aparecer na 6ª e última temporada da série da rede Fox, que só deve ir ao ar em 2020.

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    Cuba Gooding Jr. volta a ser acusado de abuso sexual uma semana após queixa criminal

    17 de junho de 2019 /

    O ator americano Cuba Gooding Jr. recebeu uma segunda acusação de abuso sexual, uma semana após o registro do primeiro caso. Mas, diferente da denúncia anterior, o abuso teria acontecido há muitos anos e foi registrado como desabafo e não como queixa-crime. A nova acusação partiu da apresentadora e comediante Claudia Oshry, que afirmou ter sido abusada pelo ator quando tinha 16 anos. Oshry relatou o incidente em seu podcast, The Morning Toast. “Quando eu estava no ensino médio, quando eu tinha só 16 anos, Cuba Gooding Jr. colocou o dedo dele na minha bunda, e eu fiquei furiosa. Eu me senti… não sei nem qual é a palavra certa. E isso se tornou parte de quem eu sou, parte da minha história”. A apresentadora ainda disse ter recebido outras denúncias contra o ator. “Pelo menos uma vez a cada show que faço vem alguém me dizer ‘meu Deus, eu estava na balada e isso aconteceu comigo’ ou ‘ a mesma coisa aconteceu com a minha amiga’. Não é a primeira vez que escuto isso”. Ao site E! News, o advogado do ator, Mark Heller, negou as acusações. “Cuba diz que esse incidente nunca ocorreu e que ele tampouco se lembra dessa pessoa”. Na última quinta (13/6), Gooding Jr. apresentou-se à polícia voluntariamente para responder à acusação anterior. Ele chegou a ser algemado, mas foi liberado sem pagar fiança. O caso aconteceu no domingo (9/6), em um bar em Nova York, onde uma mulher afirma ter sido apalpada pelo ator. Ela ligou para o número da emergência pouco depois. Um vídeo da câmera de segurança do bar capturou o momento. Veja aqui. Vencedor do Oscar por sua performance em “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996) e indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na 1ª temporada de “American Crime Story” (em 2016), Gooding acabou de filmar “Life in a Year”, drama indie em que contracena com Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Jaden Smith (“Depois da Terra”).

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    Carla Diaz vira Suzane von Richthofen na primeira foto do filme A Menina que Matou os Pais

    14 de junho de 2019 /

    A atriz Carla Diaz (da novelinha “Rebeldes”) foi escalada no papel de Suzane von Richthofen no filme “A Menina que Matou os Pais”. E a produção já divulgou sua primeira foto caracterizada como a criminosa. A imagem lembra o visual de Suzane na época de seu julgamento. De título auto-explicativo, o longa vai contar como Suzane planejou matar seus pais para ficar com a herança, com a ajuda de seu namorado em 2002. Presa até hoje, ela foi condenada a 39 anos de detenção em 2006, mas, com a progressão de sua pena, seu remime atual é semi-aberto, e ela alterna o período de reclusão com aulas numa faculdade de Administração. “A Menina que Matou os Pais” tem direção de Mauricio Eça (“Carrossel: O Filme”) e roteiro assinado por Raphael Montes (“Praça Paris”) em parceria com Ilana Casoy, criminóloga que é considerada a maior especialista em serial killers do Brasil. A previsão de estreia é para o primeiro semestre de 2020.

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    Vídeo mostra Cuba Gooding Jr. apalpando mulher que o acusa de assédio

    13 de junho de 2019 /

    O site TMZ teve acesso ao vídeo de segurança do bar em que o ator Cuba Gooding Jr. foi acusado de assédio sexual. O vídeo flagra o ator apalpando a coxa e o seio da mulher que fez a acusação. O caso aconteceu no domingo (9/6), em uma festa em Nova York. Pelas imagens, é possível ver a mulher sentando ao lado do ator e de sua namorada. A namorada de Gooding fica o tempo inteiro entre eles e não é possível ouvir as conversas. Mas, após alguns segundos, Cuba coloca a mão na coxa esquerda dela e depois parece apalpar seu seio. A suposta vítima coloca a seguir a mão dela junto com a do ator e o que acontece neste momento é aberto a interpretações: ou ela afasta a mão de Cuba ou ele a puxa para dar um beijo. Logo em seguida, várias outras pessoas se aproximam e o ator interage com todos, inclusive os homens, de forma efusiva. A mulher que denunciou Gooding deixou o bar após o suposto incidente, ligando para o número da emergência pouco depois. O ator foi detido nesta quinta (13/6) por importunação e abuso sexual de terceiro grau, e chegou a ser algemado para ser conduzido à delegacia (foto acima). Vencedor do Oscar por sua performance em “Jerry Maguire: A Grande Virada” (1996) e indicado ao Emmy por interpretar O.J. Simpson na 1ª temporada de “American Crime Story” (em 2016), Gooding acabou de filmar “Life in a Year”, drama indie em que contracena com Cara Delevingne (“Esquadrão Suicida”) e Jaden Smith (“Depois da Terra”).

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    Nada a Perder 2: Vídeo anuncia pré-venda de ingressos do novo filme de Edir Macedo

    12 de junho de 2019 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e um novo vídeo de “Nada a Perder 2”, continuação da cinebiografia do bispo Edir Macedo, da Igreja Universal do Reino de Deus. A prévia mostra o protagonista como um injustiçado, vítima de perseguição, e anuncia o início da venda antecipada de ingressos. Acusado de ser exibido para salas vazias de cinema, o primeiro filme vendeu 12 milhões de ingressos, o que representou metade do total de espectadores de todos os filmes brasileiros em 2018. A pré-venda do segundo longa começa oficialmente no sábado (15/6). A continuação vai cobrir os anos entre a saída do bispo da prisão, em 1992, e a inauguração do Templo de Salomão, em São Paulo, em 2014. Petrônio Gontijo volta ao papel de Macedo e o elenco também inclui Day Mesquita, Beth Goulart, Dalton Vigh, Eduardo Galvão e César Mello, entre outros. Muitos outros. Foram mais de 60 atores e 6 mil figurantes em locações no Brasil, África do Sul e Israel Novamente dirigido por Alexandre Avancini, “Nada a Perder 2” tem estreia marcada para 15 de agosto.

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    Mulher diz ter sido escravizada por Allison Mack em julgamento de seita sexual

    11 de junho de 2019 /

    Uma testemunha ouvida durante o julgamento dos líderes da seita NXIVM revelou ter sido escrava sexual da ex-atriz Allison Mack, da série “Smallville”. Identificada apenas como “Nicole”, a mulher contou, em seu depoimento no tribunal, que encontrou com Mack em 2014, quando passava por dificuldades financeiras. Ela entrou no grupo no mesmo ano, por conselho do namorado, para fazer cursos que combinavam atuação e psicologia. Ela declarou que ficou incomodada com a forma como as pessoas idolatravam o líder do grupo, o guru Keith Raniere, mas logo começou a dar aulas e ganhar dinheiro. Em fevereiro de 2016, Nicole foi convidada por Mack a se juntar ao ingressar no círculo interno, chamado de DOS (abreviatura de “dominus obsequious sororium”), onde apenas mulheres eram permitidas. “Ela me contou sobre essa organização de mulheres”, testemunhou “Nicole”. “Isso me faria sentir melhor. Seria exatamente o que me ajudaria a sair de onde eu estava mentalmente naquele momento.” A mulher afirmou que Mack a convenceu a lhe dar uma série de “garantias” para não ir embora, como assinar um termo revelando que foi estuprada pelo pai e documentos liberando o NXIVM de responsabilidade por “danos físicos e psicológicos”. A testemunha diz que, a partir daí, passou a viver uma relação de “escravo e mestre”, sendo dominada psicologicamente por Mack, que a proibia de sair do grupo e até de fazer sexo com seu namorado. E um dia a ex-atriz a levou vendada até Raniere, ordenando-a a ser “uma boa escrava”. Após ter os pulsos e tornozelos amarrados, ela passou então a receber sexo oral de várias pessoas. “Eu estava tão confusa. Foi aterrorizante”, disse a testemunha. Raniere está sendo julgado por tráfico sexual, conspiração, extorsão, trabalho forçado e lavagem de dinheiro. Já Allison Mack declarou-se culpada em abril por conspiração e extorsão. Além de Allison Mack, a seita também contou com a participação da herdeira milionária Clare Bronfman, cuja família era dona da destilaria de whisky Seagram, e India Oxenberg, filha da atriz Catherine Oxenberg (da série clássica “Dinastia”). Segundo “Nicole”, Mack manteve India Oxenberg numa dieta de 500 calorias diárias, quase matando a jovem de fome, porque, apesar de o “mestre supremo” (Raniere) dizer que mulheres magras eram mais vigorosas, isso as tornava mais fracas e sugestionáveis. A história da seita vai virar uma minissérie documental do canal HBO.

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    Netflix renova e cancela Lúcifer em anúncio de última temporada

    6 de junho de 2019 /

    A Netflix anunciou a renovação de “Lucifer” para sua 5ª temporada. A notícia foi compartilhada nas redes sociais, com direito a vídeo da celebração de Tom Ellis, intérprete do personagem-título. Mas se trata de uma comemoração forçada. O anúncio incluiu uma palavrinha que muda todo o sentido do texto: “última”. Ou seja, a Netflix cancelou “Lucifer”. Mas deu aos produtores uma temporada extra para concluir a série. Por um lado, a renovação permite tempo para a história chegar a seu fim (mais) natural. No último episódio produzido, Lúcifer tinha sido enviado ao inferno. E os roteiristas poderão agora explorar o que isso significa, sem que a série termine neste anticlímax. Mas, por outro lado, o cancelamento comprova a falta de interesse da Netflix em cultivar produções longevas. Apesar de ir para 5ª temporada, “Lucifer” só virou série exclusiva da Netflix neste ano. Ou seja, a plataforma encerrará o programa após produzir apenas duas temporadas da atração. Esta é a média de duração das séries da Netflix, que – à exceção de suas primeiras produções – não investe em mais do que três temporadas por programa. A vida curta das produções já chama atenção da imprensa e dos estúdios, e deve se tornar o principal entrave na briga da Netflix para conseguir projetos cobiçados por seus rivais – Apple, Disney e WarnerMedia vêm fortes para disputar conteúdo no streaming. É pura aritmética. Para os produtores, vale mais a pena manter uma série no ar, com cenário pronto, redação e elenco estáveis, do que investir para criar novos produtos a cada três anos, ficando reféns da voracidade por novidades da Netflix. No comunicado desta quinta (6/6), os produtores foram diplomáticos, exaltando a mesma felicidade vista no vídeo de Tom Ellis. “Somos incrivelmente gratos à Netflix por ter ressuscitado nosso programa na última temporada, e agora vamos terminar a história de Lúcifer em nossos termos”, disseram Joe Henderson e Ildy Modrovich no anúncio oficial. “Mais importante, queremos agradecer aos fãs por sua incrível paixão e apoio. O melhor ainda está por vir!”, completaram. Por sua vez, a plataforma disse: “Estamos muito felizes que os fãs de Lúcifer em todo o mundo tenham abraçado esta série na Netflix, e mal podemos esperar para dar a eles o grande final pelo qual todos estavam esperando”. Ver essa foto no Instagram Vocês pediram e eu invoquei a quinta e última temporada de Lucifer! Agora com licença que eu vou sair gritando pelas ruas com o meu diabão! ? Uma publicação compartilhada por Netflix Brasil (@netflixbrasil) em 6 de Jun, 2019 às 3:40 PDT Posso descansar agora? Lucifer foi renovada para sua 5ª e última temporada. ?? pic.twitter.com/fi7eFegT6G — Netflix Brasil (@NetflixBrasil) June 6, 2019

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    Amazon cancela Sneaky Pete após três temporadas

    4 de junho de 2019 /

    A Amazon cancelou a série “Sneaky Pete”, cerca de um mês após disponibilizar sua 3ª temporada. Apesar de pouco badalada, a série criada pelo ator Bryan Cranston (o Walter White de “Breaking Bad”) em parceria com o produtor David Shore (criador da série “House”) era uma das melhores do serviço Prime Video, com 96% de aprovação no site Rotten Tomatoes. Além disso, a 3ª e agora última temporada superou as anteriores e atingiu 100%. “Sneaky Pete” trazia Giovanni Ribisi (“Caça aos Gângsteres”) como o personagem-título. Mas apesar de se apresentar como Pete, a identidade do protagonista era outra. Seu verdadeiro nome era Marius Josipovic, um vigarista que, após ouvir as histórias do verdadeiro Pete, seu ex-companheiro de cela (Ethan Embry, da série “Once Upon a Time”), resolve aparecer na casa da família do outro, fingindo ser o rapaz que desapareceu há muito tempo sem dizer que estava preso. O golpista recém-saído da cadeia convence a todos que é quem diz ser, encontrando um lugar para se esconder até conseguir levantar dinheiro para quitar uma dívida milionária. O problema é que fica cada vez mais enrolado por conta de suas mentiras. O elenco ainda incluía Margo Martindale (série “The Americans”), Marin Ireland (série “The Slap”), Peter Gerety (“O Ano Mais Violento”), Shane McRae (“Para Sempre Alice”), Libe Barer (série “Parenthood”) e chegou a ter participações do próprio Cranston. Os 10 episódios da 3ª temporada foram disponibilizados em 10 de maio. O cancelamento de “Sneaky Pete” segue uma tendência preocupante. Um recente estudo da revista The Hollywood Reporter descobriu que apenas 7% das produções originais da Amazon duraram mais de três temporadas. Para piorar o quadro, a Netflix tem seguido o mesmo rumo, com poucas séries aprovadas para mais de três temporadas e muitos cancelamentos precoces. As duas plataformas já começam a virar alvo de críticas negativas devido à essa prática, que reflete uma preferência superficial por valorizar novidades sobre continuidade, mesmo quando se trata de produtos de qualidade reconhecida – como, por exemplo, “Sneaky Pete”.

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    Ex-gerente de negócios de Stan Lee é preso por abuso de idoso

    25 de maio de 2019 /

    Keya Morgan, ex-gerente de negócios da lenda dos quadrinhos Stan Lee, foi preso neste sábado (25/5) em Scottsdale, no estado americano do Arizona, acusado de abuso de idoso. Segundo o site The Hollywood Reporter, um mandado de prisão foi emitido pela justiça de Los Angeles e a vítima de abuso seria justamente Stan Lee. O empresário foi indiciado pelo escritório do promotor distrital do condado de Los Angeles no início deste mês com várias acusações relacionadas a abuso de Lee, incluindo cárcere privado. Morgan teria feito Lee acreditar que estava em perigo em sua casa e que precisava ser transferido para um local seguro (que Morgan controlava). Ele também é acusado de roubar US$ 262 mil de sessões de autógrafos do escritor, além de desviar dinheiro da conta de Lee, que os representantes do artista calculam em mais de US$ 5 milhões. A investigação começou em março de 2018. Um pouco depois disso, os representantes legais de Lee entraram com uma ordem judicial contra Morgan, que foi concedida. Na época, Morgan emitiu um comunicado negando as acusações. “Esta é uma caça às bruxas promovida por sua filha e seu advogado (de Lee). Ela não suporta o fato de o Stan gostar tanto de mim. Vou 100% provar sem sombra de dúvida que as acusações são falsas.” A fiança de Morgan foi estabelecida em US$ 300 mil. Criador dos personagens que lançaram a era Marvel dos quadrinhos, como Homem-Aranha, Homem de Ferro, Thor, X-Men, Quarteto Fantástico, Demolidor, Homem-Formiga, Doutor Estranho, Viúva Negra, Nick Fury e Hulk, Stan Lee morreu de insuficiência cardíaca em novembro passado, aos 95 anos de idade.

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    Final de Orange Is the New Black ganha primeiras fotos e teaser

    22 de maio de 2019 /

    Mais uma série icônica vai acabar em 2019. A Netflix divulgou as primeiras fotos e um teaser da 7ª e última temporada de “Orange is the New Black”. A prévia confirma que os últimos episódios chegarão à plataforma no próximo dia 26 de julho, como se sabia desde fevereiro. Mas também faz revelações. Ao mostrar algumas atrizes cantarolando o tema da série, vestidos à caráter nos cenários da produção, o vídeo mostra a cumplicidade divertida das parceiras Flaca (Jackie Cruz) e Maritza (Diane Guerrero). Isto significa um reencontro das duas amigas, após Maritza desaparecer da trama, transferida para outro presídio após a rebelião da 5ª temporada – na verdade, Diane Guerrero foi fazer a série dos super-heróis da Patrulha do Destino. Também se vê a continuidade do relacionamento entre as protagonistas Piper (Taylor Schilling) e Alex (Laura Prepon), mesmo após Piper ser solta da prisão. Por sinal, uma das fotos mostra a personagem desencontrada em roupas “civis”. Mas as duas encerram o vídeo andando de mãos dadas. Criada por Jenji Kohan e baseada no livro de memórias de Piper Kerman, “Orange Is The New Black” foi uma das primeiras produções da Netflix e conquistou quatro prêmios Emmy, além de cinco troféus do SAG (o sindicado dos atores). A atração começou em 2013 acompanhando a jornada de Piper Chapman, como a novata que precisa aprender a se situar num presídio, após ser condenada por narcotráfico. Ela aprende sobre divisões raciais, relacionamentos afetivos e problemas de convivência entre prisioneiras e carcereiros, até ter que redescobrir tudo novamente, após uma rebelião levar as personagens para uma prisão de segurança máxima e situações de muito mais perigo e violência.

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