Astro de “Jackass” usará tornozeleira com detecção de álcool após prisão
Bam Margera, astro de “Jackass”, foi condenado na quinta-feira (24/8) a usar tornozeleira eletrônica com detecção de álcool. A decisão faz parte das novas condições de fiança impostas por um juiz do condado de Chester, na Pensilvânia, nos Estados Unidos. Segundo o Philadelphia Inquirer, o astro terá que usar a pulseira SCRAM (Secure Continuous Remote Alcohol Monitor) por pelo menos 30 dias após ter sido preso por conduta desordeira. Margera também deverá comparecer às reuniões semanais dos Alcoólicos Anônimos (AA) e cumprir o tratamento ambulatorial nesse período. Prisão de Bam Margera Bam Margera foi preso no início de agosto após uma denúncia recebida pelos policiais do Departamento de Polícia de Radnor. A ligação dizia sobre uma discussão entre um homem e uma mulher no estacionamento do Radnor Hotel. As autoridades informaram que o astro de 43 anos estava embriagado e admitiu “ter chutado o para-brisa de um carro com tanta força que ele quebrou”. Mas essa não foi sua única polêmica. Em abril deste ano, Bam e seu irmão, Jesse Margera, entraram numa alteração física que resultou nas acusações de agressão simples e de assédio, além de quatro ameaças terroristas com a intenção de aterrorizar outra pessoa. Jesse chegou a explicar que acionou o astro de “Jackass” depois de encontrar uma mensagem de texto que sugeria que ele precisava de tratamento de saúde mental. Bam Margera já havia sido detido outras vezes por fuga de clínica de reabilitação e embriaguez pública. Ele já até ameaçou usar “crack até morrer” durante disputa pela guarda judicial do filho.
Rapper que baleou Megan Thee Stallion é condenado a 10 anos de prisão
O rapper canadense Tory Lanez, cujo nome verdadeiro é Daystar Peterson, foi condenado a 10 anos de prisão por atirar no pé da rapper Megan Thee Stallion, em um incidente que ocorreu em julho de 2020. A sentença foi proferida na terça-feira (8/8) em Los Angeles, após um julgamento que se estendeu por dois dias em dezembro passado, atraindo atenção mundial e gerando debates sobre questões de gênero no hip-hop, proteção às mulheres negras e misoginia. O caso também trouxe à tona a relutância das vítimas negras em falar com a polícia e a toxicidade online. Detalhes do caso O caso aconteceu após os dois rappers deixarem uma festa em Los Angeles. Tory Lanez foi acusado de atirar no pé de Megan Thee Stallion quando ela estava saindo da casa de Kylie Jenner. Lanez foi julgado e considerado culpado em 23 de dezembro por agressão com arma de fogo semiautomática, porte de arma de fogo carregada e não registrada em veículo, além de disparo de arma de fogo com grande negligência. A sentença final só veio agora, determinando 10 anos de prisão, o que gerou caos no tribunal, com gritos de apelo e tumulto nos corredores. O juiz David Herriford, que proferiu a sentença, afirmou que foi “difícil conciliar” a pessoa gentil e caridosa que muitos descreveram com os crimes pelos quais o rapper foi condenado. Declaração de Megan Thee Stallion Megan Thee Stallion não compareceu à leitura da sentença, explicando que não poderia estar na mesma sala que Tory. Em um comunicado lido no tribunal, ela disse: “Ele não apenas atirou em mim, como também zombou do meu trauma”. Ela ainda destacou que a decisão é uma declaração para todos os sobreviventes, mostrando que suas vidas importam. A rapper testemunhou que Lanez atirou na parte de trás de seus pés e gritou para ela dançar em julho de 2020, após deixarem uma festa na piscina na casa de Kylie Jenner, em Hollywood Hills. Ela teve que passar por uma cirurgia para remover os fragmentos de bala. Em uma declaração lida por um promotor na segunda-feira, ela afirmou: “Desde que fui cruelmente baleada pelo réu, não vivi um único dia de paz. Devagar, mas com certeza, estou me curando e voltando, mas nunca serei a mesma.” Pedido de misericórdia Antes de receber sua sentença, Lanez pediu misericórdia ao juiz Herriford, solicitando liberdade condicional ou uma sentença mínima de prisão. “Se eu pudesse voltar na série de eventos daquela noite e mudá-los eu o faria. A vítima era minha amiga. A vítima é alguém por quem ainda me importo até hoje”, disse o rapper. Ele acrescentou: “Tudo o que fiz de errado naquela noite, assumo total responsabilidade.” O pai de Lanez, Sonstar Peterson, falou emocionado sobre a morte da mãe do rapper quando ele tinha 11 anos. Outras personalidades, como Iggy Azalea, também se pronunciaram, e até mesmo o filho de Lanez, de cerca de 6 anos, enviou uma carta escrita à mão, cujo conteúdo não foi descrito pelo juiz. Cicatrizes permanentes Megan Thee Stallion, agora com 28 anos, já era uma grande estrela em ascensão na época do tiroteio, e sua proeminência aumentou desde então. Ela ganhou um Grammy como melhor nova artista em 2021 e alcançou o 1º lugar nas paradas com “Savage”, com participação de Beyoncé, e como convidada em “WAP”, de Cardi B. O julgamento expôs também a cicatriz permanente que Megan carrega fisicamente. “Ela tem cicatrizes permanentes, fisicamente”, disse o promotor adjunto Alexander Bott em tribunal, “E certamente terá cicatrizes emocionais pelo resto de sua vida.” Em depoimento no final do ano passado, ela descreveu as consequências do tiro, incluindo problemas nos nervos e dor constante no pé. O tratamento da rapper no julgamento também gerou conversas sobre a proteção das mulheres negras e a misoginia específica que elas enfrentam, chamada de “misoginoir”. Os advogados de Lanez apelarão da sentença.
Cantora brasileira é presa nos EUA e aguarda extradição
A cantora brasileira Reisla da Vitória foi presa em Medford, Massachusetts, nos Estados Unidos. Condenada no Brasil por tráfico internacional de drogas, a artista teve seu nome inserido na difusão vermelha da Interpol e agora aguarda a realização de uma audiência judicial para a confirmação da data de extradição. Reisla foi condenada em fevereiro de 2022 a cinco anos e oito meses de prisão, na 3ª Vara Criminal e da Infância e Juventude da cidade de Assis, no interior de São Paulo. Ela chegou a ser presa em flagrante por tráfico de drogas enquanto transportava pouco mais de três quilos de cocaína em um ônibus que saiu de Corumbá (MS) com destino a São Paulo. O caso foi registrado no dia 23 de outubro de 2019, na Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em Assis (SP). Na ocasião, ela confessou o crime e alegou que havia combinado com um homem de transportar a droga. O suspeito foi preso pouco depois em um ônibus, na Rodovia Castello Branco (SP-280), em Avaré (SP), e atualmente cumpre pena por tráfico de drogas. No entanto, Reisla fugiu para os Estados Unidos antes do caso ir a jugalmento. Ela vivia no país desde março de 2020. Vida nos Estados Unidos Reisla entrou legalmente nos EUA pelo Aeroporto Internacional John F. Kennedy, em Nova York, usando um visto de turista e estava autorizada a permanecer no país até setembro de 2020. Entretanto, mesmo após a expiração do visto, a cantora permaneceu nos EUA, onde realizava apresentações musicais. Sua prisão ocorreu após agentes do Escritório de Operações de Execução e Remoção (ERO) terem sido notificados de que ela era uma “fugitiva estrangeira”. Em dezembro do ano passado, a 3ª Vara Criminal de Assis expediu mandado de prisão contra cantora de 35 anos e, no dia 18 de julho, as autoridades notificaram o ERO Boston de que ela estava em Massachusetts. “Esta não cidadã indocumentada fugiu para Massachusetts para escapar da justiça em seu país de origem”, afirmou Todd Lyons, diretor do escritório do ERO Boston, em comunicado oficial. “Ela é uma traficante de drogas condenada que demonstrou um flagrante desrespeito às leis de sua terra natal, bem como às leis de imigração nos EUA”, acrescentou Lyons. Aguardando extradição Após a prisão, Reisla foi transportada para o escritório do ERO em Burlington, no estado de Vermont, onde foi registrada, processada e intimada com documentos de cobrança. Ela permanecerá sob custódia enquanto aguarda a extradição. A cantora tem uma audiência marcada para o dia 10 de agosto. Na ocasião, a Justiça americana vai decidir sobre a extradição de Reisla. “Nós, de cá, não temos o que fazer, o que pedir nos Estados Unidos. A legislação é diferente em todos os prismas, principalmente o tráfico internacional de drogas, que é a condenação dela. Ela chegando aqui será presa em regime fechado e vai cumprir o tempo dela de regime fechado”, afirmou o advogado da brasileira, Isaac De Moura Florêncio. Tags:
Ex-marido de Britney Spears é preso por suspeita de perseguição
Jason Alexander, o ex-marido da cantora Britney Spears, foi preso na quarta-feira (2/8) por suposto crime de stalking (perseguição a uma pessoa) no estado do Tennessee, nos Estados Unidos. As informações foram reveladas pelo TMZ, porém ainda não está claro se ele será liberado após pagar fiança ou se vai continuar preso. A suposta vítima de perseguição também não teve nome confirmado. Jason Alexander e Britney Spears eram amigos de infância e se casaram em janeiro de 2004 após uma cerimônia em Las Vegas. No entanto, a relação não vingou e teve curta duração, de apenas 55 horas. Vida amorosa de Britney Spears A fila andou logo depois para a artista do divórcio, já que se casou com Kevin Federline em setembro de 2004. Em seguida, Britney Spears deu à luz seu primeiro filho, Sean Preston. Em novembro de 2006, a cantora surpreendeu o segundo marido com o pedido de divórcio apenas dois meses depois do nascimento de Jayden James, o segundo filho do casal. No ano passado, Jason Alexander se revoltou com o casamento da cantora com o terceiro marido, Sam Asghari, e invadiu sua propriedade dizendo que precisava falar com Britney. Ele não era um dos convidados da cerimônia e acabou preso pela tentativa. Um juiz ainda estabeleceu uma fiança de US$ 100 mil (cerca de R$ 510 mil) e emitiu uma ordem de restrição que exige que ele fique pelo menos 100 metros de distância de Britney, num período de três anos. Alguns meses depois do drama, Alexander também foi preso por um suposto roubo de joias em um mandado emitido em 2016.
Vocalista da banda Aliados é preso por tráfico de drogas
O vocalista da banda Aliados, Gustavo Fildzz, foi preso em flagrante por tráfico de drogas e associação ao tráfico nesta quarta-feira (2/8) em Santos. Ele é apontado como responsável por dois locais em Praia Grande utilizados para a plantação de maconha. Investigação e prisão A Polícia Civil informou que o cantor alegou que a droga era para consumo próprio, inclusive apresentando prescrição médica para o uso. No entanto, foram encontrados mais de 50 pés de maconha em cada local, além de plantas em crescimento. Na primeira residência, foi preso um caseiro que trabalhava para o vocalista. Ele informou que havia uma segunda casa e forneceu as chaves da residência. Ambos os imóveis eram alugados. A prisão ocorreu após aproximadamente três meses de investigação, culminando no cumprimento dos mandados de busca e apreensão na quarta-feira. Para chegar ao mandato de prisão, a polícia utilizou técnicas de investigação e monitoramento nos endereços. O cantor foi visto mais de uma vez nos locais. Sobre a banda Aliados A banda Aliados, inicialmente chamada Aliados 13, foi formada na cidade de Santos no ano 2000. O grupo de rock é composto por Fildzz (vocal), Dudu Golzi (guitarra, vocal), Rafa Borba (bateria) e Marquinhos Perez (baixo), e ainda teve como integrante, durante dois anos, o guitarrista Thiago Castanho, ex-Charlie Brown Jr. Os músicos ganharam destaque com os hits “Sorrindo”, trilha da 22ª temporada de “Malhação”, da Globo, e “Beijo, Me Liga”, tema de abertura de um seriado homônimo do Multishow. Em março deste ano, a banda se apresentou no festival Lollapalooza em São Paulo. A defesa de Gustavo Fildzz ainda não se manifestou sobre o caso.
Igor Cavallo teria sido preso antes da final de “A Grande Conquista”?
Igor Cavallo ficou de fora da final de “A Grande Conquista”, programa que consagrou a vitória de Thiago Servo na noite de quinta-feira (20/7). E sua ausência rendeu boatos na internet. Segundo o colunista Gabriel Perline, o polêmico lutador teria agredido a namorada, surtado na van e ameaçado outra participante antes de ser detido pela polícia na sede de Itapecerica da Serra. Os relatos teriam sido dados por ex-participantes da Vila, que passaram a madrugada de sexta-feira (21/7) esclarecendo a ausência de Cavallo. Ainda de acordo com o colunista, os integrantes da Vila contaram sobre um grupo no WhatsApp formado dias antes da grande final, onde foi publicado um suposto vídeo de uma live de Cavallo. Alguns participantes disseram que o criminoso teria sido visto agredindo a própria esposa (detalhe: ele não é casado), que implorava por socorro nas imagens. Um dos ex-conquisteiros teria enviado o material à Record TV para sinalizar o perigo. Outro relato menciona que uma das vileiras se desentendeu com o lutador no mensageiro, onde Cavallo teria disparo xingamentos, como “vagabunda”, além de supostamente tê-la ameaçado durante a conversa. A moça também teria avisado a direção de “A Grande Conquista” sobre a situação e afirmou se sentir desprotegida. Já na van, a Record reuniu todos os participantes na sede da Barra Funda para encaminhá-los às gravações finais do reality show. O lutador teria se exaltado por diversas vezes no caminho ao ponto de gritar, denunciar suposta “manipulação” do diretor Rodrigo Carelli e disparar novas ameaças, sendo recebido no local por uma viatura da polícia. Record nega prisão Apesar da ausência do lutador na final, a Record contestou os detalhes publicados por Perline. Em comunicado enviado para a revista Contigo!, a emissora garantiu que o lutador nunca esteve no local. “Nem todos os participantes de ‘A Grande Conquist’a conseguiram ir até a final do programa, por diversos motivos, entre eles o Igor Cavallo. O participante em questão não esteve na sede da Record TV ontem, assim não esteve no transporte dos convidados até Itapecerica da Serra”, afirma o texto oficial. Lutador condenado Igor da Silva Cavallo é um ex-condenado em liberdade condicional que teve a oportunidade de participar de “A Grande Conquista”. A iniciativa era de tentar “reintegrar” o lutador na sociedade. Dentre seus crimes, o participante cometeu roubo, fraude, estelionato e falsidade ideológica. No reality show, Cavallo incomodou o público com falas absurdas disparadas contra mulheres. A gota d’água aconteceu depois que o lutador de 43 anos insinuou que a atriz Giúlia Garcia, de apenas 19, era uma “safadinha”.
Índia Potira, ex-dançarina do programa de Chacrinha, morre de câncer aos 76 anos
Índia Potira, uma das mais conhecidas dançarinas do programa de Chacrinha, faleceu na última terça-feira (11/7) aos 76 anos. A informação foi divulgada pelos familiares e amigos da ex-chacrete nas redes sociais. A dançarina enfrentava um câncer descoberto em 2010. O velório aconteceu nesta quarta-feira (12/7) no Cemitério do Caju, localizado na Zona Norte do Rio de Janeiro. “Hoje, a noite perdeu o brilho, minha amiga Gloria Maria Aguiar da Silva, a eterna Índia Potira retornou para a fonte de luz eterna, a Aldeia Espiritual de seus Ancestrais”, escreveu uma amiga da dançarina nas redes sociais. Ela deixou suas duas filhas, netos e bisnetos. Na televisão, Maria da Glória Aguiar da Silva fez parte do “Cassino do Chacrinha” ao lado de nomes como Rita Cadillac, Estrela Dalva, Sarita Catatau, Fátima Boaviagem e Vera Furacão. Durante os anos 1980, elas estavam entre as mulheres mais desejadas do Brasil e estampava capas de revistas. Diante da popularidade entre o público, Potira fez participações especiais em novelas da rede Globo como “Beleza Pura” (2008) e “Amor à Vida” (2013), interpretando ela mesma. Apesar do sucesso, informações revelaram que ela estava enfrentando dificuldades financeiras e passou seus últimos anos vivendo na Comunidade da Babilônia, no bairro do Leme, Zona Sul carioca. Ao longo da vida, ela foi aberta com o público sobre suas polêmicas envolvendo drogas e prostituição. Quatro anos na prisão Índia Potira foi detida por quatro anos, ao ser associada a tráfico de drogas. A condenação aconteceu após ela ajudar na fuga de um traficante, por quem era apaixonada. Em 1990, ela saiu da cadeira e começou a trabalhar como auxiliar de serviços gerais. Anos mais tarde, a ex-dançarina revelou que precisou se envolver com a prostituição. “Na época de chacrete, saí com homens para ganhar dinheiro. Foi por necessidade. A gente tinha uma pessoa que ajudava, mantinha”, contou em 2014 durante entrevista ao programa Domingo Show, da Record. Ela também reconheceu sua luta causada pelo vício em drogas.
Taylor Swift tem casa invadida por mulher de 54 anos
A cantora Taylor Swift teve sua casa invadida por uma mulher de 54 anos. Segundo o TMZ, as autoridades foram acionadas na última segunda-feira (3/7) para deter a invasora, que já havia sido avisada para não se aproximar da propriedade, localizada em Rhode Island. O chefe do Departamento de Polícia Westerly, Paul Gingerella, informou nesta sexta-feira (7/7) que a mulher foi algemada na frente da residência de Taylor, que possui três placas de “proibido ultrapassar” nos portões. Invasora insistente Fontes indicam que o segurança do imóvel ainda teria dito para a suspeita sair da região, mas ela supostamente teria ignorado os avisos. Ainda não está claro quem acionou as autoridades locais. De acordo com os documentos da polícia, Kimberly Meyer foi presa e acusada de invasão de propriedade. A suspeita foi libertada sob custódia, mas deverá prestar depoimento no tribunal no próximo 14 de julho. Taylor Swift estava hospedada na residência durante o feriado de 4 de julho, mas não se sabe se estava no local no momento da invasão.
“Linha Direta” é renovado após 36 prisões e sucesso na Globo
O programa “Linha Direta”, que retornou à programação da Globo em maio, foi renovado para sua 2ª temporada. A confirmação coincidiu com a exibição do capítulo final da 1ª temporada nesta quinta-feira (6/7). O apresentador Pedro Bial abriu a atração já aludindo ao final da temporada, não da produção. E encerrou o programa proclamando: “Até a próxima temporada de ‘Linha Direta'”. Após sua retomada, o “Linha Direta” provou ser mais do que um simples programa de televisão. Ele se tornou um aliado na resolução de crimes. Conforme divulgado pela TV Globo, a atração desempenhou um papel significativo na prisão de 36 indivíduos acusados de crimes apresentados na série. Prisões motivadas pelo programa No caso “Golpe dos Nudes”, exibido em 25 de maio, as consequências foram notáveis. Quatro dias após a exibição, 33 membros da quadrilha foram presos em 11 cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Posteriormente, em 15 de junho, a foragida e líder do esquema, Giliane Lindsai da Silva Abreu, foi capturada em Porto Alegre. O programa também contribuiu para a captura de John Lennon Menezes Maia, envolvido na morte da pequena Lorena Ferreira Rodrigues, de apenas 2 anos, em Manaus. Após o episódio de 18 de maio, ele foi preso em 31 de maio graças a uma denúncia feita por espectadores que o reconheceram. Outro caso solucionado foi o assassinato da transexual Renata Ferraz, de 16 anos, na Paraíba. O programa foi ao ar em 1 de junho, e em 4 de julho o executor do crime, Giovani de Lima Galdino Silva, foi preso em Novo Hamburgo-RS. Último caso de 2023 A 1ª temporada encerrou-se com um episódio intrigante e cheio de reviravoltas, intitulado “Chat Line”, que retrata um crime ocorrido há 17 anos, quando salas de bate-papo eram uma novidade para encontros amorosos. O público acompanhou o caso de Ricardo Luís Antunes da Silva, 32 anos, que após conhecer Anelize Matteoci Loperlogo, 24 anos, em um desses chats, vivenciou uma história aterradora de sequestro e agressão. Ricardo foi sequestrado em 4 de abril de 2006, levado a um canavial na área rural de São Carlos, onde foi agredido, queimado e atropelado, mas sobreviveu para contar sua história.
José Dumont é condenado por armazenamento de pornografia infantil
O ator José Dumont, de 72 anos, foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro por armazenar pornografia infantil. A sentença, proferida no dia 3 de julho, estabelece uma pena de 1 ano de reclusão, mas para a fixação da pena, a juíza Gisele Guida de Faria, da 1ª Vara Especializada de Crimes contra a Criança e o Adolescente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), considerou que não houve agravantes no crime e levou em consideração a idade do ator, superior a 70 anos. Diante dessas condições, a legislação brasileira permite que o regime inicial de cumprimento da pena seja o aberto. Portanto, Dumont tem a possibilidade de recorrer em liberdade. A sentença também inclui o pagamento das custas processuais por parte do réu. Outras acusações Além desse caso, também é réu por estupro de vulnerável. O ator foi preso em uma ação policial, porém foi liberado no dia 12 de outubro sob a medida cautelar de uso de tornozeleira eletrônica. A denúncia que resultou na prisão em flagrante partiu de vizinhos. De acordo com a investigação, câmeras de segurança do condomínio onde Dumont reside registraram o ator cometendo abusos contra um adolescente de 12 anos. Durante o cumprimento do mandado de busca e apreensão na residência do ator, a polícia encontrou vídeos e fotos contendo pornografia infantil em seu celular e computador pessoal, o que rendeu a segunda acusação, pela qual ele foi condenado nesta semana. Segundo as informações divulgadas pelo jornal O Globo, a posse e armazenamento de material pornográfico infantil por Dumont resultou na descoberta de 240 arquivos de crianças e adolescentes. Na época da prisão, o ator estava prestes a estrear na novela “Todas as Flores”. Ele afirmou em sua defesa que o material apreendido era estudo para seu personagem na trama – um abusador. Após o encarceramento, a emissora demitiu o artista. Além do caso no Rio, o Ministério Público da Paraíba também retomou investigações sobre possível estupro de vulnerável praticado por Dumont em 2009 na cidade de Cabedelo, a 15 km de João Pessoa. Para fazer frente às acusações, Dumont contratou o escritório do advogado Arthur Lavigne, um dos mais renomados e caros do Brasil, que ajudou a promotoria no caso do assassinato de Daniella Perez. Carreira premiada O último trabalho do ator na TV foi como o Coronel Eudoro em “Nos Tempos do Imperador” (2021). Ele é visto em produções da Globo desde que teve o papel principal no telefilme “Morte e Vida Severina”, de 1981, e também participou da versão original de “Pantanal” na TV Manchete. Com uma longa carreira nas telas que vem desde o filme “Lucio Flávio, o Passageiro da Agonia”, de 1977, Dumont também colecionou 21 prêmios nacionais e internacionais, incluindo três Candangos de Melhor Ator em Longa-Metragem no Festival de Brasília, dois Kikitos de Melhor Ator e um de Coadjuvante no Festival de Gramado, além de prêmios equivalentes nos festivais do Rio, Recife (Cine-PE), Miami (EUA), Havana (Cuba) e Huelva (Espanha).
Allison Mack, ex-atriz de “Smallville”, é liberada da prisão
A atriz Allison Mack, conhecida por sua atuação na série “Smallville”, foi liberada da prisão na segunda-feira (3/7), após cumprir dois dos três anos de sua sentença. A atriz de 40 anos foi condenada por acusações de extorsão e conspiração em conexão com o escândalo de tráfico sexual da seita NXIVM. Mack foi presa em abril de 2018, após as autoridades federais invadirem a sede da NXIVM perto de Albany, Nova York. Em 2021, ela se declarou culpada das acusações e enfrentou uma pena de 14 a 17 anos e meio de prisão. No entanto, sua sentença foi reduzida a três anos por ter ajudado os promotores no caso contra Keith Raniere, líder da NXIVM. Raniere foi condenado em 2020 a 120 anos de prisão por tráfico sexual, entre outros crimes. A atriz começou a cumprir sua sentença em setembro de 2021 na Instituição Correcional Federal de Dublin, na Califórnia. Além do tempo de prisão, Mack recebeu uma multa de US$ 20 mil e precisa cumprir mil horas de serviço comunitário. Assim como Mack e Raniere, Clare Bronfman, herdeira do grupo de bebidas Seagram, também foi condenada por seu envolvimento na seita, recebendo uma sentença de seis anos e nove meses de prisão. Saída antecipada da prisão A libertação antecipada de Allison Mack foi confirmada pelo site do Bureau Federal de Prisões. Ela foi liberada devido ao bom comportamento durante o período em que esteve detida. Em uma carta enviada ao tribunal antes de sua sentença, ela se dirigiu “àqueles que foram prejudicados por minhas ações”, afirmando que ela se jogou nos ensinamentos de Raniere “com tudo que eu tinha”. “É agora de suma importância para mim dizer, do fundo do meu coração, que sinto muito”, disse a carta. “Este foi o maior erro e arrependimento da minha vida.” Mack disse que se uniu à organização NXIVM há uma década para encontrar propósito na vida: “Ao longo de todo o tempo, eu acreditei que as intenções de Keith Raniere eram de ajudar pessoas. Eu estava errada. Eu agora percebo que eu e outras pessoas nos envolvemos em condutas criminosas”. A seita sexual Gabando-se de que seus membros incluíam atores de Hollywood e atletas profissionais, Raniere atraiu várias pessoas para seu programa de autoajuda, que se tornou extremamente popular. Mas, conforme sua influência crescia, ele também passou a fundar diversos subgrupos, entre eles o DOS (“Dominus Obsequious Sororium”), formado só por mulheres atraentes e que funcionava como uma seita sexual, onde as integrantes eram marcadas com as iniciais do guru, forçadas a seguir dietas estritas e não saudáveis, e transformadas em escravas sexuais por meio de chantagem. Mack ajudou a atrair várias mulheres para o DOS, como uma das principais recrutadoras da NXIVM. Mas fechou um acordo de detalhes não revelados para colaborar com a promotoria de Justiça e entregou gravações incriminadoras de Raniere, que ajudaram a condená-lo a uma sentença centenária. O escândalo da NXIVM rendeu duas séries documentais, “Seduced: Inside the NXIVM Cult” (2020), na Starz, e “The Vow”, na HBO, que teve sua 1ª temporada exibida em 2020 e ainda teve uma continuação em 2022, após as condenações dos envolvidos. Veja baixo os trailers das duas temporadas de “The Vow”.
Denúncia do “Linha Direta” ajuda a prender mais um criminoso
Pedro Bial revelou na terça-feira (4/7) que as denúncias do “Linha Direta” ajudaram a prender mais um criminoso. Desta vez, o programa teve “interferência decisiva” na localização de um acusado de assassinar uma jovem trans no ano passado No Instagram, o apresentador trouxe detalhes do crime em questão e expôs a identidade do preso. “Geovane de Lima Galdino […] foi preso em Nova Hamburgo (RS). Ele é acusado pelo assassinato de Renata Ferraz, jovem trans, no interior da Paraíba, em 2022”, informou na legenda. A história sobre o assassinato de Renata Ferraz foi divulgado pelo programa no último dia 1º de junho, quando a edição trouxe uma série de casos de violência contra a comunidade LGBTQIAPN+. “De acordo com o delegado Paulo Ênio, o programa Linha Direta teve interferência decisiva na localização do suspeito, que estava residindo em Novo Hamburgo há alguns anos”, disse Bial. “A partir de denúncias, e com o trabalho de inteligência da Polícia Civil da Paraíba e do Rio Grande do Sul, o mandado de prisão contra Galdino Silva foi cumprido nesta terça (4/7).” Mais detalhes O corpo da adolescente Renata Ferraz foi encontrado em estado de decomposição no Sertão paraibano, numa estrada rumo à cidade de São José de Espinharas. A vítima estava desaparecida desde o dia 17 de abril de 2022. A jovem foi localizada dois dias depois e reconhecida pelo próprio pai. Em 24 de abril, as autoridades de Paraíba prenderam um dos suspeitos, Flávio da Silva Ferreira. Ele foi condenado a 19 anos pela morte criminosa. Na época, o delegado Carlos Seabra, da Delegacia de Homicídio e Entorpecentes de Patos, que conduziu a investigação, revelou que o veículo em que a vítima foi levada havia sido encontrado e passou por perícia. Dentro do veículo, as autoridades encontraram uma faca que possivelmente foi usada no assassinato. Foi aí que Geovane, também suspeito, passou a ser considerado como desaparecido. Ele ficou foragido por pouco mais de um ano, mas foi preso na terça-feira (4/7) após denúncias e com a ajuda da Polícia Civil da Paraíba e do Rio Grande do Sul. Outros casos Ainda em junho, a edição do “Linha Direta” foi responsável pela captura de John Lenon Menezes Maia, suspeito de matar a menina Lorena Ferreira Rodrigues de apenas 2 anos. Ele estava foragido há mais de um ano e foi encontrado pela polícia em Manaus, no Amazonas. A polícia informou que John Lenon foi detido por causa de denúncias anônimas. Além dele, a tia de Lorena, Ana Beatriz Barbosa Guimarães, também voltou a ser presa após ter confessado sua participação no crime. Também no mês passado, Giliane Lindsai da Silva Abreu, uma das líderes de uma quadrilha que aplicava o “golpe dos nudes”, foi presa em Porto Alegre (RS). A mulher estava escondida alugando o anexo de uma casa utilizando outro nome. Foragida desde 2021, ela teve seu rosto divulgado no “Linha Direta” do dia 25 de maio e foi presa em 15 de junho. Seu golpe consiste em entrar em contato com vítimas por meio de perfis falsos nas redes sociais. Após estabelecer uma relação mais íntima, ela enviava nudes por aplicativos de mensagens. E depois os criminosos entravam em ação, com ameaças de extorsão a vítima, geralmente casada ou comprometida, alegando que as imagens recebidas eram de uma menor de idade. Com a promessa de não denunciar nem envolver a polícia, a quadrilha exigia o pagamento em dinheiro em troca de não expor a situação. Suspeito da morte de adolescente trans Renata Ferraz é preso no Rio Grande do Sul pic.twitter.com/WJtnnGV0CJ — WWLBD ✌🏻 (@whatwouldlbdo) July 4, 2023 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Pedro Bial (@pedrobial)
Caso de assédio de Jonathan Majors tem reviravolta e acusadora pode acabar presa
O caso de violência sexual envolvendo o ator Jonathan Majors, interprete do vilão Kang no Universo Cinematográfico da Marvel, teve uma reviravolta surpreendente. De acordo com informações do site Insider, a advogada de Majors, Priya Chaudhry, apresentou denúncias contra a acusadora e ex-namorada de Majors, Grace Jabbari, que podem resultar na prisão da mesma. Segundo o jornal, equipe de defesa de Majors afirma que Jabbari agrediu o ator com tapas e arranhões quando ela estava “bêbada e histérica”. O contraponto ainda foi reforçado pela apuração outros veículos de imprensa. Em uma reportagem do jornal The New York Times, três fontes afirmaram que o Departamento de Polícia de Nova York acredita ter evidências suficientes para apoiar a prisão de Jabbari. Já o Yahoo Entertainment confirmou que o departamento encontrou motivos para prender Jabbari após a ida de Majors ao tribunal pela primeira vez na semana passada. Um porta-voz da polícia informou ao veículo que “uma investigação está em andamento” em relação ao incidente, mas que “não há prisões neste momento”. Embate nas acusações Diante do novo desdobramento, a defesa de Majors solicitou o arquivamento imediato de todas as acusações e a abertura de um processo contra Jabbari, responsabilizando-a pelas supostas agressões contra o ator. O tribunal marcou a data do julgamento de Majors para o dia 3 de agosto. “O Sr. Majors busca justiça como vítima e merece que sua agressora seja presa e levada ao tribunal para enfrentar as acusações contra ela”, disse a advogada de Majors em comunicado. “Até agora, a procuradoria tem afirmado que não dará tratamento especial ao Sr. Majors por ele ser uma pessoa conhecida”. “Agora que o Departamento de Polícia de Nova York, que investigou de fato a Sra. Jabbari, está pronto para prendê-la, esperamos sinceramente que a promotoria não atrase o processo judicial contra a Sra. Jabbari devido à notoriedade deste caso. Seria hipócrita, injusto e injustificável. Agradecemos aos detetives da NYPD e esperamos que a justiça seja feita para o Sr. Majors”, completou. Em resposta, o advogado de Jabbari, Brad Edwards, disse ao The New York Times que não há motivo para prender sua cliente e que ele “não viu nada confiável que indique que qualquer agência tenha desenvolvido uma opinião diferente”. “Na verdade, entendemos que o caso criminal contra o Sr. Majors está seguindo conforme o esperado”, acrescentou ele. “Por respeito ao processo criminal e aos promotores, que tomarão decisões com base nas evidências, não pretendemos responder a rumores”. Denúncias contra Majors O ex-casal teve um relacionamento por vários anos, período onde Jabbari também trabalhou como treinadora de movimento ao lado de Majors no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” (2023). Em março deste ano, ela formalizou a primeira acusação de violência doméstica contra Majors, que resultou em uma prisão provisória do ator. Segundo o relato, ela afirma que Majors a agrediu e a enforcou dentro de um táxi, após ela confrontar o ator quando reparou mensagens de outra mulher em seu celular. No contraponto apresentado ao tribunal no dia 20 de junho, a equipe de defesa do ator afirma que o agredido na situação foi Majors e mostrará “evidências irrefutáveis” ao tribunal. O ator ainda reforçou que o motorista do veículo testemunhará que foi ele quem foi atacado. O relato de Jabbari ainda afirma que ela foi a uma casa noturna após a briga e, horas depois, ela foi à residência de Majors, que não estava em casa. Quando ele chegou, supostamente a encontrou desmaiada e seminua em seu closet. Seus ferimentos podem ter ocorrido durante o desmaio. A publicidade em torno do caso levou a imprensa a procurar mulheres que poderiam denunciar outros atos de agressão do ator, resultando em outras supostas vítimas acusando Majors de assédio sexual e violência. Nenhuma, porém, deu entrada em processo. Mas a repercussão fez o ator ser demitido de dois grandes projetos em que estava envolvido. Futuro na Marvel Por outro lado, a Marvel não rompeu os laços com o ator ou emitiu qualquer pronunciamento sobre o caso. Apresentado na série “Loki” (2021) e no filme “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, seu personagem Kang seria o grande vilão da nova fase do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel, na sigla em inglês) com um conflito marcado para “Vingadores: Dinastia Kang”, em 1º de maio de 2026. Na última semana, o ator Anthony Mackie, o novo Capitão América no MCU, quebrou o silêncio dos artistas do estúdio e defendeu Majors. “Nada foi provado sobre esse cara. Nada. Portanto, todos são inocentes até que se prove o contrário. Isso é tudo o que posso dizer”, ele declarou a revista Inverse.











