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    The Crown | Novas fotos destacam últimos dias da Princesa Diana

    16 de outubro de 2023 /

    A Netflix divulgou o pôster e novas imagens da primeira parte da 6ª e última temporada de “The Crown”. As fotos destacam a Princesa Diana, sua família e seu amante no período que antecedeu sua morte trágica. Os episódios mostrarão o final da vida da princesa Diana, interpretada por Elizabeth Debicki, e seu relacionamento com Dodi Al Fayed, papel de Khalid Abdalla, até o acidente trágico que matou os dois. O elenco também inclui Imelda Staunton como rainha Elizabeth II, Jonathan Pryce como Príncipe Philip, Lesley Manville como Princesa Margaret, Dominic West (“Tomb Raider”) como Príncipe Charles e Olivia Williams (“Meu Pai”) como Camilla Parker-Bowles. Já a segunda parte trará a família real se adaptando ao novo mundo, com o príncipe William tentando retomar sua vida normal em Eton após a morte de sua mãe, e a monarquia enfrentando a opinião pública. Com o Jubileu de Ouro se aproximando, a rainha pondera sobre o futuro da monarquia, marcado pelo casamento de Charles e Camilla e o surgimento de um novo “conto de fadas” real entre William e Kate. Nesta fase, Ed McVey, Luther Ford e Meg Bellamy se juntam ao elenco, interpretando príncipe William, Príncipe Harry e Kate Middleton, respectivamente. A primeira parte, com quatro episódios, estará disponível em 16 de novembro, enquanto a segunda, composta por seis episódios, chega ao streaming em 14 de dezembro.

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    The Crown | Final será dividido em duas partes e ganha data de estreia

    9 de outubro de 2023 /

    A Netflix anunciou que a última temporada de “The Crown” será apresentada em duas partes e revelou suas datas de estreia. A primeira parte, com quatro episódios, estará disponível em 16 de novembro, enquanto a segunda, composta por seis episódios, chega ao streaming em 14 de dezembro. Os últimos episódios explorarão os eventos que moldaram a monarquia britânica nos últimos anos da Rainha Elizabeth II. Detalhes da temporada Os episódios iniciais focam no final da vida da princesa Diana, interpretada por Elizabeth Debicki, e seu relacionamento com Dodi Al Fayed, papel de Khalid Abdalla, até o acidente trágico que matou os dois. O elenco também inclui Imelda Staunton como rainha Elizabeth II, Jonathan Pryce e Lesley Manville como príncipe Philip e princesa Margaret, respectivamente. A segunda parte da temporada aborda o príncipe William tentando retomar sua vida normal em Eton após a morte de sua mãe, e a monarquia enfrentando a opinião pública. Com o Jubileu de Ouro se aproximando, a rainha pondera sobre o futuro da monarquia, marcado pelo casamento de Charles e Camilla e o surgimento de um novo “conto de fadas” real entre William e Kate. Nesta fase, Ed McVey, Luther Ford e Meg Bellamy se juntam ao elenco, interpretando príncipe William, príncipe Harry e Kate Middleton, respectivamente. Eu nem acredito que essa história está chegando ao fim… A 1ª parte da 6ª e última temporada de The Crown estreia em 16 de novembro, e a 2ª parte chega no dia 14 de dezembro. pic.twitter.com/dLV10onwyn — netflixbrasil (@NetflixBrasil) October 9, 2023

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    Patrick J. Adams alimenta especulações sobre volta de “Suits” com Meghan Markle

    26 de setembro de 2023 /

    O ator Patrick J. Adams, ex-protagonista da série “Suits”, agitou as redes sociais com postagens que sugerem um possível retorno da série, e com a presença de Meghan Markle. O ator compartilhou fotos de colegas de elenco, incluindo duas imagens de Markle, e escreveu: “Vamos falar sério. Sério. Eu sinto falta dos meus amigos. De cada um deles”. As postagens de Adams rapidamente ganharam atenção, com fãs da série expressando entusiasmo e esperança por um retorno da atração. “Vocês vão me fazer chorar”, comentou uma internauta. “Nós precisamos da temporada 10. Vocês todos comecem a trabalhar nisso agora”, ‘ordenou’ outro fã. Impacto de saída de Meghan Markle de “Suits” Meghan Markle, que interpretou Rachel Zane, deixou “Suits” junto com Adams em 2017, após sete temporadas. Na época, ela anunciou que se afastaria da atuação para se dedicar aos compromissos da realeza, após ficar noiva do príncipe Harry. Na série, a explicação de sua saída foi o casamento com o personagem de Adams. Entretanto, a atração não resistiu à perda dos dois protagonistas e acabou cancelada em 2019, na 9ª temporada. Reviravolta e futuro incerto A reviravolta que pode trazer a atração de volta foi sua disponibilização na Netflix neste ano, onde foi redescoberta e passou a demonstrar maiores números de audiência que na época de sua exibição original. Diante do sucesso na Netflix, o interesse por novos episódios, tanto do público quanto do estúdio Universal, tem sido intenso, a ponto de o criador da atração, Aaron Korsh, ter mencionado a possibilidade de um spin-off, sem dar maiores detalhes. Desde 2020, Meghan e Harry estão morando em Los Angeles. Recentemente, fontes indicaram que o casal estaria buscando uma residência mais próxima de Hollywood, alimentando especulações sobre o retorno de Meghan à carreira de atriz. Embora as postagens de Adams tenham animado os fãs, ainda não há confirmações oficiais sobre o retorno de “Suits” ou qualquer projeto de Meghan Markle como atriz. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Patrick J. Adams (@halfadams) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Patrick J. Adams (@halfadams)

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    Harry e Meghan vão produzir filme da Netflix

    6 de agosto de 2023 /

    O príncipe Harry e a ex-atriz Meghan Markle adquiriram os direitos do romance best-seller “Meet Me at the Lake”, do autor canadense Carley Fortune, para produzir um filme para a Netflix via sua empresa Archewell Productions. A informação foi divulgada pelo jornal britânico The Sun, que estima que o investimento nos direitos da obra tenha sido de aproximadamente 3 milhões de libras.   Paralelos com a vida real O romance, que apresenta semelhanças com a vida do duque e da duquesa, narra a história de um casal que se conhece por volta dos 30 anos e se passa perto de Toronto, onde Meghan morava quando começou a namorar Harry. O enredo aborda temas como traumas na infância, como a perda de um dos pais em um acidente de carro (como aconteceu com Harry), saúde mental, depressão pós-parto, além de incluir “cenas de sexo picantes” e “uso de drogas”. Publicado em maio deste ano pela editora Penguin Random House, a mesma que publicou o livro “Spare”, de Harry, “Meet Me at the Lake” vendeu 37 mil exemplares apenas na primeira semana de seu lançamento.   Mudança de direção do casal Ainda não anunciado de forma oficial, este novo empreendimento marcaria uma mudança de direção para o casal, que até então vinha se dedicando à produção de documentários. No entanto, o possível desenvolvimento do longa-metragem ficcional está parado devido à greve dos roteiristas de Hollywood. A aquisição dos direitos de “Meet Me at the Lake” pode ser vista como uma tentativa de reconstruir o sonho de Hollywood do casal, após o Spotify terminar o contrato milionário com os duques de Sussex. O podcast “Archetypes”, conduzido por Meghan, não terá uma 2ª temporada.

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    Jornal britânico publica pedido de desculpas à Meghan Markle após ataque sexista

    1 de julho de 2023 /

    O jornal britânico The Sun publicou um pedido de desculpas a Meghan Markle na primeira página da nova edição. No final do ano passado, a coluna assinada pelo apresentador de televisão britânico Jeremy Clarkson atacou a duquesa de Sussex e teve uma repercussão massiva no Reino Unido. Desde então, o veículo enfrentou um processo pelo IPSO, o órgão regulador da imprensa do Reino Unido, que avaliou a publicação como sexista. Na nova edição, o jornal se desculpou com a ex-atriz e reconheceu que “com a liberdade de expressão vem a responsabilidade”. A declaração ocorreu após uma decisão tomada pelo IPSO nesta sexta-feira (30/6), que considerou o artigo de opinião escrito por Clarkson “humilhante e degradante em relação à duquesa”, como pontuou Lord Faulks, presidente da organização. Apesar disso, o órgão não reconheceu a publicação como racista, apenas como um assédio a duquesa. Desde a publicação do artigo, em dezembro de 2022, mais de 25 mil pessoas reclamaram para o órgão regulamentador. A presidente do Comitê de Mulheres e Igualdades do Parlamento, Caroline Nokes, também elaborou uma carta ao The Sun com a assinatura de 60 parlamentares. Após o ocorrido, Meghan e o príncipe Harry acusaram Clarkson de “espalhar retórica de ódio, teorias de conspiração perigosas e misoginia”. Em entrevista ao canal britânico ITV, o duque de Sussex disse que o artigo era “horrível, doloroso e cruel com minha esposa”.   O ataque sexista de Clarkson O artigo escrito por Clarkson seria uma reação a série “Harry & Meghan”, lançada pela Netflix. Mas o texto foi majoritariamente considerado uma declaração de ódio a duquesa. “Eu a odeio. Não como eu odeio (a primeira-ministra escocesa) Nicola Sturgeon, ou (a serial killer) Rose West. Eu a odeio a um nível celular”, ele escreveu no texto. “À noite, não consigo dormir deitado ali, rangendo os dentes e sonhando com o dia em que ela será obrigada a desfilar nua pelas ruas de todas as cidades do Reino Unido enquanto a multidão grita: ‘Vergonha!’ enquanto joga pedaços de excremento nela”, continuou, fazendo referência a uma cena da série “Game of Thrones”. Com a rápida repercussão do caso, o jornal removeu o artigo de seu site oficial e o autor se desculpou. De acordo com o jornal CBS News, em uma publicação já deletada no Instagram, Clarkson disse que normalmente lê seu trabalho para alguém antes de enviá-lo, mas estava com pressa quando escreveu o artigo sobre o casal e “apenas pressionou enviar”. “Eu realmente sinto muito”, ele escreveu. “Desde a planta dos meus pés até os folículos na minha cabeça.” Ele disse que percebeu as críticas como um “estrondo lento” no início, “mas depois o estrondo ficou mais alto”. O autor publicou mais uma declaração no Twitter logo em seguida. “Oh, querido. Prefiro colocar o pé [do freio] nisso. Em uma coluna que escrevi sobre Meghan, fiz uma referência desajeitada a uma cena em ‘Game of Thrones’ e isso caiu mal com muitas pessoas. Estou horrorizado por ter causado tanto dano e serei mais cuidadoso no futuro”, escreveu.

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    Spotify encerra parceria milionária com Harry e Meghan

    16 de junho de 2023 /

    A plataforma Spotify e o casal príncipe Harry e Meghan Markle encerraram o contrato de US$ 20 milhões, equivalente a R$ 96 milhões, para realizarem projetos para a plataforma de áudio. A informação foi divulgada por meio de um comunicado, que indica que a separação foi amistosa. “Spotify e Archewell Audio concordaram mutuamente em se separar e estão orgulhosos da série que fizeram juntos”, diz o texto. Devido a essa decisão, o podcast “Archetypes” (“Arquétipos”, em português) não vai ganhar uma nova temporada pelo streaming. O projeto dos duques de Sussex com a plataforma estreou em 2022 e alcançou sucesso entre o público. Apesar do encerramento do contrato com o Spotify, o podcast pode migrar para outra plataforma. Segundo o portal britânico Express, um porta-voz do casal disse que Meghan continuará “a desenvolver conteúdos para o público do programa em outra plataforma”.   Podcast conquistou o público e ganhou prêmio “Archetypes” era apresentado pela própria Meghan e debatia sobre os estereótipos femininos. Ao longo dos 12 episódios lançados, o podcast trouxe convidados renomados como Mariah Carey e Serena Williams. Além disso, a atração também recebeu historiadoras e especialistas. Sucesso entre o público, o podcast ficou em 1º lugar no ranking da plataforma entre os mais escutados em diversos países. A produção também conquistou a categoria de melhor podcast no People’s Choice Award, premiação americana de voto popular. Vale apontar que “Archetypes” foi um dos primeiros projetos comerciais do casal realizado após a mudança para os Estados Unidos. O podcast é uma produção da Archewell, organização sem fins lucrativos fundada por Harry e Meghan, focada para produções de mídia.   Netflix pode ser a próxima Com o fim da parceria com o Spotify, aumentam os boatos de que a Netflix também deve seguir o mesmo caminho. De acordo com a jornalista e comentarista real, Daniela Elser, a gigante do streaming deve cancelar a série “Harry & Meghan”, que estreou na plataforma em dezembro de 2022. “Já se passaram mais de dois anos e meio desde que assinaram seus nomes na linha pontilhada”, ela apontou ao site news.com.au. A produção mostrou os bastidores polêmicos que o casal enfrentou com a família real. Racismo, perseguição da mídia e acusações graves foram alguns dos tópicos retratados na série documental de 6 episódios. Após a estreia, “Harry & Meghan” causou um clima nada agradável na família real. Após seis meses do lançamento da 1ª temporada, a Netflix ainda não se pronunciou sobre o status da série. Considerando o silêncio prolongado, é provável que o streaming não vá renovar a produção da Archewell para novos episódios.

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    Rei Charles manda despejar Harry e Meghan de mansão da Inglaterra

    2 de março de 2023 /

    Biógrafo do príncipe Harry e de Meghan Markle, Omid Scobie revelou que o rei Charles ordenou que o caçula e a nora devolvam a casa que tinham na Inglaterra, Frogmore Cottage, residência situada dentro do Castelo de Windsor. O monarca pediu a devolução da mansão após o filho publicar um livro de memórias, intitulado “O Que Resta”, no início de janeiro. Segundo a imprensa britânica, os duques de Sussex ficaram “chocados” com o veredito do soberano britânico de “expulsá-los” de Frogmore Cottage. Outros dois integrantes da dinastia Windsor também estariam “estarrecidos” com a decisão de Charles. Em um comunicado à imprensa britânica, Harry e Meghan confirmaram que realmente foram despejados da residência real. “Podemos confirmar que o duque e a duquesa de Sussex foram gentilmente solicitados a desocupar sua residência em Frogmore Cottage”, disse um porta-voz do casal aos jornalistas na quarta-feira (1/3). Agora, a residência deve ser entregue para o príncipe Andrew que, envolvido em escândalos, deixará sua casa em Windsor e será “rebaixado” a viver em Frogmore. O rei Charles 3º teria oferecido a casa pessoalmente ao irmão, mas Andrew está resistente à ideia de se mudar. Agora, a preocupação maior de Harry e Megan é com a sua própria segurança. Eles não têm mais a segurança da realeza e, apesar de terem guarda-costas particulares, estariam mais protegidos em Frogmore quando estivessem no Reino Unido. O biógrafo Omid Scobie também revelou que a relação entre o casal e os outros membros da realeza está “no nível mais baixo” de todos os tempos. E um amigo anônimo de Harry e Meghan disse ao jornal The Mirror que a situação está muito tensa na família na família real: “Tudo parece um castigo cruel. É como se Charles quisesse tirá-los de cena para sempre”. Os duques de Sussex têm até após a coroação do rei Charles, a ser realizada em maio, para retirarem os pertences. Anteriormente, o prazo dado ao casal era de duas semanas. Eles ganharam a mansão de presente de casamento da rainha Elizabeth.

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    Livro do Príncipe Harry tem venda recorde de 1,4 milhão de exemplares em apenas um dia

    12 de janeiro de 2023 /

    O livro de memórias “O Que Sobra” (Spare), em que o Príncipe Harry detalha diversas polêmicas a respeito da sua vida e da sua família, vendeu mais de 1,4 milhão de exemplares nos EUA, Reino Unido e Canadá no primeiro dia de vendas. A informação foi divulgada pela editora Penguin Random House. “O primeiro dia inteiro de vendas de ‘Spare’ representa o maior total de vendas no primeiro dia para qualquer livro de não-ficção já publicado pela Penguin Random House, a maior editora comercial do mundo”, declarou a editora, em comunicado. Anteriormente, o livro que detinha esse recorde era “Uma Terra Prometida”, de Barack Obama. “O Que Sobra” foi lançado na terça-feira, 10 de janeiro, simultaneamente em vários países, com tradução em 16 idiomas. Vale apontar que os números de venda dos primeiros dias incluem diferentes formatos (como mídia física e e-books). Detalhes a respeito do conteúdo do livro – como uma agressão do irmão mais velho, o príncipe William, a perda da virgindade, o uso de cocaína e dificuldades com a família após se casar com Meghan Markle – vazaram na mídia antes do lançamento, o que talvez tenha despertado mais curiosidade no público. O livro de Harry é apenas mais um capítulo na “guerra” que ele está travando com sua família. Recentemente, ele também protagonizou a série documental “Harry & Meghan”, na qual acusou o irmão de plantar notícias na imprensa sobre ele e sua esposa.

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    Livro do príncipe Harry descreve agressões, drogas e escândalos da família real

    5 de janeiro de 2023 /

    Os primeiros trechos do livro de memórias do príncipe Harry, “O Que Sobra” (Spare), vieram à tona e já estão provocando polêmicas. Há denúncias de agressão por parte do príncipe William, piadas do Rei Charles a respeito de dúvidas sobre a paternidade dos filhos, uso de cocaína, mortes, nazismo e muitas outras revelações escandalosas. A agressão de William ao irmão teria acontecido durante uma discussão a respeito de Meghan Markle. De acordo com The Guardian, que obteve uma cópia do livro antes do lançamento, a briga ocorreu em 2019 na casa de Harry, em Londres. Na ocasião, William veio para discutir o relacionamento deles e descreveu Markle como “difícil”, rude” e “abrasiva”. Harry afirma que não quis discutir sobre a esposa, mas o confronto se escalou até o ponto em que o irmão o empurrou no chão, causando-lhe ferimentos visíveis nas suas costas. “Caí na tigela do cachorro, que rachou nas minhas costas, os pedaços me cortando. Fiquei ali por um momento, atordoado, depois me levantei e disse a ele para sair.” Harry afirma que, durante a briga, William o incentivou a revidar, mas ele se recusou. Ele disse que contou o ocorrido a Meghan mais tarde, depois que ela viu os “arranhões e hematomas” em suas costas, mas ela “não ficou tão surpresa e nem tão brava”. Em outro trecho vazado do livro, o príncipe admite que usou drogas na adolescência. “Claro que eu usava cocaína naquela época [quando tinha 17 anos]. Na casa de uma pessoa, durante um fim de semana de caça, me ofereceram um pouco e, desde então, eu consumi mais. Não era muito divertido e eu não me sentia especialmente feliz, como algumas pessoas pareciam se sentir, mas fazia com que eu me sentisse diferente, e esse era meu objetivo principal. Sentir. Ser diferente.” Outra revelação bombástica foi a de que Harry matou 25 pessoas enquanto estava servindo no Afeganistão. “Esse número não me enche de satisfação, mas também não me envergonha”, disse ele, explicando que era uma questão de “matar os maus antes que eles matassem os bons”. Porém, se ele não se arrependia das mortes, outras escolhas lhe causaram vergonha. Ele conta que em 2005 usou um uniforme nazista em uma festa à fantasia. Segundo Harry, esse foi “um dos maiores erros de sua vida”. Ele conta que tinha duas opções para usar na festa: uma roupa de piloto e uma de soldado nazista. “Telefonei para William e Kate, perguntei o que eles achavam. Uniforme nazista, eles disseram”, escreveu Harry, que depois contou que o casal riu da escolha dele. O príncipe também relatou um caso que aconteceu entre William e Meghan. Segundo Harry, nos preparativos para o casamento, Meghan havia dito a Kate que ela devia estar com “baby brain”, uma confusão causada pelas mudanças hormonais após o parto. Kate se ofendeu com o comentário. Meghan pediu desculpas, explicando que era assim que ela falava com suas amigas. Nisso, William “apontou um dedo” para Meghan e disse: “Isso é rude, Meghan. Essas coisas não são faladas aqui” e Meghan teria respondido: “Se você não se importar, mantenha seu dedo longe da minha cara”. Mas não era só com William que Harry tinha problemas. Ele também descreveu a relação problemática com o pai, o agora Rei Charles. Na ocasião da morte da Princesa Diana, ele disse que o pai “não ofereceu nenhum conforto físico”. Em vez disso, ele teria dito apenas: “meu filho querido, mamãe sofreu um acidente de carro”. Depois da morte da mãe, Harry disse buscou contatá-la por meio de uma “mulher de poderes” que lhe passou uma mensagem da mãe morta: “Você está vivendo a vida que ela [Diana] não pôde viver. Você está vivendo a vida que ela queria para você”. Outro ponto problemático na relação com o pai diz respeito ao senso de humor dele. Harry revela que o pai gostava muito de fazer piadas a respeito da sua paternidade. “Ele gostava de contar histórias, e esta era uma das melhores de seu repertório. Ele sempre terminava com uma explosão de filosofia… ‘Quem sabe se eu sou mesmo o Príncipe de Gales? Quem sabe se eu sou mesmo o seu pai verdadeiro?’. Ele ria e ria, embora fosse uma piada incrivelmente sem graça, dado o boato que circulava na época de que meu pai verdadeiro era um dos ex-amantes de mamãe: o major James Hewitt. Uma causa desse boato foi o cabelo ruivo do major Hewitt, mas outra causa foi o sadismo”, escreveu ele. Rumores a respeito da paternidade circularam nos tabloides durante a juventude do príncipe, o que tornava as piadas ainda mais crueis. “Talvez eles [os leitores dos tabloides] se sentissem melhor sobre suas vidas se a vida de um jovem príncipe fosse risível. Não importa que a minha mãe só tenha conhecido o Major Hewitt muito depois de eu nascer”, contou ele. O livro de Harry será lançado em 10 de janeiro, apenas algumas semanas após a estreia da série documental “Harry & Meghan”, na qual o príncipe acusou o irmão de plantar notícias na imprensa sobre ele e sua esposa.

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    Mansão vista em “Harry & Meghan” não é residência do casal

    23 de dezembro de 2022 /

    A mansão vista na série documental “Harry & Meghan”, que narra as polêmicas envolvendo o duque e a duquesa de Sussex, na verdade não pertence ao casal. Embora algumas cenas da série mostrem os dois andando pela casa, brincando com o filho Archie e escondendo ovos de Páscoa no quintal, eles não moram no local. Segundo apurou o site Dirt, aquela casa, localizada na região de Montecito, na Califórnia, que está à venda há mais de um ano por US$ 33,5 milhões. A propriedade fica em uma área de mais de dois acres e tem seis quartos e oito banheiros, além de cozinha de chef, sala de projeção com lareira, salas de jogos, academia e jardins paisagísticos com vista para o mar. Harry e Meghan moram em uma propriedade na mesma região de Montecito, mas a cerca de cinco quilômetros do local onde gravaram a série. Sua residência real é mais “modesta”, já que está avaliada em US$ 14,6 milhões (um valor bem menor do que aquela em que a série foi rodada), apesar de possuir nove quartos, 16 banheiros, piscina e quadra de tênis. “Harry & Meghan” está em exibição na Netflix, onde se tornou a série documental de maior sucesso da plataforma de streaming. Além disso, o casal, que tem um acordo de produção com a Netflix, já divulgou o trailer da sua próxima atração na plataforma, uma série documental chamada “Live to Lead”, sobre pessoas cujas “ações moldam nosso mundo”. Assista abaixo ao trailer de “Harry & Meghan”.

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    Nova série documental do príncipe Harry e Meghan Markle ganha trailer

    19 de dezembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer da série documental “Live to Lead”, novo projeto desenvolvido pelo príncipe Harry e Meghan Markle como parte do seu acordo de produção com a plataforma de streaming. A prévia explica o conceito do projeto de apresentar entrevistas sobre pessoas cujas “ações moldam nosso mundo”. A principal inspiração por trás do projeto é a figura do político sul-africano Nelson Mandela. Porém, a série documental vai apresentar entrevistas com personalidades contemporâneas, como a ativista ambiental Greta Thunberg, a primeira-ministra da Nova Zelândia Jacinda Ardern, além da falecida juíza Ruth Bader Ginsburg, entre outros. A fundação Nelson Mandela tuítou o trailer da série, acompanhado da legenda: “Líderes extraordinários refletem sobre seus legados e compartilham mensagens de coragem, compaixão, humildade, esperança e generosidade.” Este será o primeiro projeto do príncipe Harry e Meghan Markle após o lançamento da polêmica série documental “Harry & Meghan”, na qual expuseram várias polêmicas envolvendo a família real britânica e o tratamento que eles receberam da imprensa. “Live to Lead” estreia em 31 de janeiro na Netflix.

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    Príncipe William recusa-se a ver série “Harry & Meghan”

    15 de dezembro de 2022 /

    A série documental “Harry & Meghan” tem sido um verdadeiro sucesso mundial desde a estreia na Netflix. No entanto, está com baixa audiência entre a família real britânica. Segundo uma fonte da revista americana People, o Príncipe William e sua esposa Kate Middleton estariam “evitando” assistir a produção. Mas mesmo se recusando a prestigiar a produção, o casal estaria preocupado com o que estaria sendo dito e, por isso, delegaram a missão para os assessores, que devem assistir à série para lhes informar sobre os pontos mais polêmicos. A segunda parte de “Harry & Meghan” chegou à plataforma da Netflix nesta quinta-feira (15/12) colocando ainda mais “lenha na fogueira” na relação entre os príncipes ingleses as novas revelações do casal. Harry, por exemplo, chega a descrever que William gritou com ele e disse “coisas que simplesmente não eram verdade”. “Vai levar um bom tempo para que volte a existir harmonia entre os irmãos”, declarou a fonte próxima à família real. “Tem muita raiva envolvida.” Ainda que a família real não assista pessoalmente, a Netflix informou que o mundo inteiro está vendo “Harry & Meghan”. A produção registrou recorde e se tornou a produção documental mais vista do serviço em todos os tempos com a exibição de apenas seus três primeiros episódios. Foram cerca de 81,5 milhões de horas exibidas para mais de 28 milhões de famílias, de acordo com a Netflix. Desta forma, os dados apontam que “Harry & Meghan” acumulou mais tempo de exibição em apenas uma semana do que qualquer outro documentário disponível na plataforma. Além disso, a série conquistou o segundo lugar entre as produções em inglês mais assistidas na semana entre 5 e 11 de dezembro, ficando atrás apenas de “Wandinha”, que registrou mais de 269,6 milhões de horas assistidas e liderou o ranking mundial da plataforma.

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    Harry & Meghan: Parte 2 da série traz acusações graves contra família real. Saiba tudo

    15 de dezembro de 2022 /

    A segunda parte da série documental “Harry & Meghan” estreou nessa quinta (15/12) com o intuito de expor ainda mais problemas envolvendo a família real. E foi exatamente isso que aconteceu. Em um dos momentos mais marcantes da série, o príncipe Harry afirma que seu irmão, o príncipe William, gritou com ele em uma reunião de crise familiar em Sandringham, em 2020. “Foi assustador ver meu irmão gritando e berrando comigo e meu pai dizendo coisas que simplesmente não eram verdade, e minha avó sentada em silêncio e absorvendo tudo”, contou Harry. “Mas você tem que entender que, do ponto de vista da família, especialmente dela, existem maneiras de fazer as coisas e sua responsabilidade final é a instituição.” O intuito era discutir os planos de Harry e Meghan de se afastarem dos deveres reais. O encontro foi realizado apenas horas antes de a Família Real emitir uma declaração conjunta, que Harry afirma ter sido emitida sem a sua aprovação. A reunião foi convocada depois que uma reportagem de jornal afirmou que Harry e Meghan, a duquesa de Sussex, estavam planejando deixar o Reino Unido e abandonar muitos de seus deveres reais por causa da maneira como eram tratados por William. Harry disse que, em seguida, foi publicada uma nota do Palácio negando a notícia, que ele definiu como “falsa, ofensiva e potencialmente prejudicial”. “Assim que entrei no carro após a reunião, fui informado sobre uma declaração conjunta que havia sido feita, em meu nome e no nome de meu irmão, macetando a história dele nos intimidar para sairmos da família.” “Eu não podia acreditar”, continua ele. “Ninguém me pediu permissão para colocar meu nome em uma declaração como essa. Liguei para Meghan e contei a ela, e ela começou a chorar porque, em apenas quatro horas, eles ficarem felizes em mentir para proteger meu irmão e, ainda assim, por três anos, eles nunca estiveram dispostos a dizer a verdade para nos proteger.” “De repente, o que clicou na minha cabeça foi que isso nunca iria parar”, completou Meghan. Harry conta que a então Rainha Elizabeth II foi mantida afastada dos dois. Em certo momento, ela os convidou para passarem a noite com ela. Mas então surgiram as notícias de que eles estariam dispostos a renunciar ao título e se mudar para os EUA. A partir daí, eles dizem que “esta mensagem urgente chega dizendo: ‘Você não tem permissão para ir ver Sua Majestade … ela está ocupada, ela tem planos a semana toda’”, conta Meghan. O neto da Rainha ainda disse que ligou para a avó. “Ela disse: ‘Sim, eu não sabia que estava ocupada, me disseram que estou ocupado a semana toda’”, revelou. “A parte mais triste disso tudo foi a divisão criada entre mim e meu irmão… agora do lado da instituição, e parte de mim entende isso”, afirmou ele. “Essa é a herança dele, então, até certo ponto, já está arraigado nele que parte de sua responsabilidade é a sobrevivência e a continuação desta instituição.” Assim como os três primeiros episódios, lançados na semana passada na Netflix, a segunda parte também aborda a maneira como o casal decidiu lutar contra a invasão da mídia. Harry falou que a Família Real trabalha muito perto dos principais meios de comunicação (descrevendo-os como “parceiros”) e disse que foi encorajado a trabalhar dentro desse sistema. “Meu pai [o então príncipe Charles] me disse: ‘Querido garoto, você não pode enfrentar a mídia’. Eu disse que discordo fundamentalmente. Tenho 30 anos de experiência em olhar por trás da cortina e ver como esse sistema funciona e como ele roda. Pautas constantes sobre outros membros da família, sobre favores, convidando a imprensa a participar. É um jogo sujo.” Harry revelou que o escritório de seu irmão oferecia histórias sobre o casal para a imprensa britânica a fim de desviar a atenção negativa que os então Cambridges estavam recebendo. “Tem vazamento, mas também tem plantio de histórias”, disse ele. “Se a equipe de comunicação quiser remover uma história negativa sobre seu protegido, eles negociarão e fornecerão a você algo mais sobre o protegido de outra pessoa.” Não só isso, mas o Príncipe Harry também traçou uma ligação direta entre as reportagens do tabloide Daily Mail sobre sua esposa, Meghan Markle, e o aborto espontâneo que ela sofreu em 2020. Em determinado momento, o casal fala sobre o fato de o jornal ter publicado uma carta particular que Meghan havia escrito para seu pai distante, Thomas Markle, e a subsequente batalha legal contra o tabloide por ter publicado a correspondência. Meghan havia escrito a carta para Thomas Markle depois que o relacionamento deles entrou em colapso, logo antes de seu casamento com o príncipe Harry em maio de 2018 – que seu pai não pôde participar devido a problemas de saúde. Ela conta que foi encorajada por membros da família real a enviar a carta. O jornal recebeu a carta do próprio Thomas Markle, que disse que queria abordar o que considerava relatos injustos por parte da mídia. O Daily Mail publicou trechos da carta na edição especial Mail On Sunday em fevereiro de 2019. O príncipe Harry acrescentou mais tarde que o tabloide só publicou a carta porque acreditou que a família real diria ao casal para não tomar medidas legais. “Como o Mail teria a estupidez de publicar uma carta entre um pai e uma filha? Bem, a resposta é simples: eles sabiam que a família nos encorajaria a não processar”, disse ele. A dupla contou que os advogados reais até concordaram em iniciar um processo legal contra o jornal, mas depois decidiram não agir. Por fim, o casal seguiu outros conselhos jurídicos e iniciou seu próprio processo. “Tudo mudou depois disso. Esse litígio foi o catalisador, provavelmente, para todo o desenrolar”, disse Meghan. Por fim, ela processou a Associated Newspapers, editora do The Mail e Mail On Sunday, e ganhou. Mas, na ocasião, Meghan estava grávida. E Harry afirma que o estresse teve um efeito claro na sua saúde física. “Acredito que minha esposa sofreu um aborto espontâneo por causa do que o The Mail fez. Eu assisti a coisa toda”, disse ele. “Agora, sabemos absolutamente que o aborto foi causado por isso? É claro que não. Mas tendo em mente o estresse que isso causou, a falta de sono e o momento da gravidez, com quantas semanas ela estava. Posso dizer pelo que vi que o aborto espontâneo foi criado pelo que eles estavam tentando fazer com ela”, explicou ele. Meghan também falou sobre a importância de compartilhar sua experiência do aborto espontâneo em um artigo, intitulado “As Perdas que Compartilhamos”, publicado no jornal The New York Times em 2020. “Eu poderia optar por nunca falar sobre essas coisas, mas optei por dizer: ‘Com todo o mal que vem com isso, o bom é poder ajudar outras pessoas.’ Esse é o sentido da vida, certo? Conexão e comunidade.” Em relação à sua entrada na Família Real, Markle descreveu que se sentiu como “um organismo estranho” dentro do aquário que é família real. “Um dia, esse pequeno organismo aparece”, ela contou. “E a coisa toda é: ‘O que é isso?’, ‘O que ele está fazendo aqui? Não se parece conosco, não se move como nós, não gostamos. Tire isso de perto de nós.’” Ela relatou que chegou a ter pensamentos suicidas, mas que o Palácio de Buckingham não a deixava procurar ajuda. “Eu não tinha permissão. Eles estavam preocupados sobre como isso se refletiria sobre a instituição.” Meghan também abordou a tempestade de ódio que ela enfrentou nas redes sociais. Ela se lembra de um tuíte que dizia: “Meghan precisa morrer, alguém só precisa matá-la”. “Sou mãe, essa é a minha vida real…. E quando você vê isso, pensa: ‘Vocês estão fazendo as pessoas quererem me matar’. Não é apenas um tabloide, não é apenas uma história. Vocês está me deixando com medo’”, contou ela, em meio às lágrimas. A série “Harry & Meghan” faz parte de um contrato de desenvolvimento que o casal fechou com a Netflix para produzir conteúdos por meio do braço de mídia da sua organização sem fins lucrativos, Archewell. Os episódios estão disponíveis na Netflix. Assista abaixo ao trailer da série.

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