Diretor de Extraordinário vai comandar o filme do Príncipe Encantado da Disney
O cineasta Stephen Chbosky, diretor de “As Vantagens de Ser Invisível” (2012) e do vindouro “Extraordinário”, foi contratado pela Disney para desenvolver o filme do Príncipe Encantado, o herói representado em todas as fadas de princesa do estúdio, com diferentes nomes, mas mesma função. O projeto está em desenvolvimento há algum tempo e irá aparecer em breve, conforme apurou o site The Hollywood Reporter, no cronograma de lançamentos da Disney. Chbosky já trabalhou numa fábula do estúdio, como roteirista do blockbuster “A Bela e a Fera”. Desta vez, ele irá dirigir o a nova produção, que já tem roteiro assinado por Matt Fogel (“Vovó… Zona 3: Tal Pai, Tal Filho”). A trama vai contar a história do personagem arquetípico a partir do ponto de vista de seu irmão, que nunca honrou o nome da família. O filme do Príncipe Encantado ainda não tem previsão de estreia. Já “Extraordinário”, que chega na sexta (17/11) nos Estados Unidos, será lançado em dezembro no Brasil.
Descendentes 2 vira fenômeno de audiência com 21 milhões de telespectadores
Graças às reprises e transmissões em vários canais diferentes, a Disney conseguiu transformar “Descendentes 2” num dos maiores fenômenos de audiência dos últimos anos. Ao vivo, em sua exibição original na noite de sexta-feira (21/7), o telefilme infantil foi visto por 5,3 milhões de telespectadores no Disney Channel. Isto representou menos que os 6,6 milhões que sintonizaram o primeiro filme em 2015. Mas, de forma estratégica, a Disney decidiu realizar o lançamento de forma simultânea em mais cinco canais de seu grupo: na rede ABC, no Disney XD, no Freeform, no Lifetime e até no Lifetime Movies. E somando a audiência de todas as exibições, “Os Descendentes 2” chegou a 13 milhões de telespectadores ao vivo. Praticamente dobrou o público do telefilme de dois anos atrás. Só que não ficou nisso. O telefilme foi reprisado à exaustão. E assim foi acumulando audiência. Segundo a Disney, 21 milhões de telespectadores viram a produção durante todo o fim de semana passado – e ela continua a ser exibida em alguns canais. Entre as faixas etárias, “Os Descendentes 2” se destacou como o programa mais visto deste ano – e mais que qualquer outro lançamento do ano passado – por crianças entre 2 e 11 anos de idade. Além disso, sua trilha sonora está em 1º lugar na parada do iTunes. Com música, dança e magia, o telefilme dirigido por Kenny Ortega (“High School Musical”) continua a história dos filhos dos grandes vilões das fábulas, que foram aceitos no Reino Encantado, após o príncipe herdeiro, filho da Bela e a Fera, dar-lhes uma chance para provar que não eram iguais aos seus pais, e assim poder estudar na mesma escola que os filhos das princesas da Disney.
Produção de Frozen 2 já vai começar
A produção de “Frozen 2” está prestes a começar. Quem adiantou a notícia foi o ator Jonathan Groff, que dubla o personagem Kristoff em “Frozen”. Ele revelou à revista Entertainment Weekly que voltará em breve ao estúdio para a gravação da nova dublagem. “Eu recebi um email ontem dizendo que as gravações estão prestes a começar em algumas semanas ou em um mês. Estou muito entusiasmado. Não sei mais informações sobre a história, além do fato de que vou gravar a minha parte”, afirmou para a publicação americana. “Estou muito animado por estar dentro. Animado por estar nesta equipe criativa tão incrível. Estou ansioso para voltar ao estúdio e me divertir”, completou. Apesar do trabalho começar em breve, “Frozen 2” ainda vai demorar a chegar aos cinemas. O filme tem previsão de lançamento apenas para novembro de 2019 nos Estados Unidos.
Música de Descendentes 2 celebra maldades da Disney em dois clipes
A Disney Music divulgou dois clipes da música “Ways to Be Wicked”, que integra o telefilme “Descendentes 2”. O primeiro destaca imagens da produção do Disney Channel, enquanto o segundo traz os atores cantando a música num carro, ao estilo de “Carpool Karaokê”. A música é um elogio às maldades e registra uma recaída de Jay (Booboo Stewart), Evie (Sofia Carson), Mal (Dove Cameron) e Carlos (Cameron Boyce) no lado negro dos contos de fadas. Dois detalhes chamam atenção. Ao final do clipe oficial, o Príncipe Ben (Mitchell Hope), filho da Bela e da ex-Fera, junta-se a eles num visual de bad boy. Já no Karaokê, o quarteto principal é acrescido de China Anne McClain (série “Programa de Talentos”), que estreia na franquia como Uma, a filha de Úrsula. Além Uma, outros filhos de vilões das fábulas vão participar da nova história: Harry Hook (o novato Thomas Doherty), filho do Capitão Gancho, e Gil (Dylan Playfair, de “Se Eu Tivesse Asas”), filho do Gastão. A franquia se passa num reino idílico, após o príncipe herdeiro oferecer uma chance de redenção para os filhos dos maiores antagonistas dos contos de fadas, que foram presos em uma ilha com todos os vilões, ajudantes, madrastas e meia-irmãs malvadas. No primeiro filme, ao passar a frequentar a escola ao lado dos filhos da Fada Madrinha, Bela Adormecida, Rapunzel e Mulan, os jovens decidem romper com seus pais vilões, abraçando a oportunidade de se tornarem pessoas boas. Novamente escrito por Sara Parriott e Josann McGibbon e dirigido por Kenny Ortega, “Descendentes 2” tem estreia marcada para 21 de julho nos Estados Unidos.
Disney já considera desenvolver spin-off de A Bela e a Fera
O sucesso de “A Bela e a Fera” é tão grande que a Disney já pensa no que fazer para transformar o filme numa franquia. Em entrevista ao site Deadline, o presidente de produções da Disney, Sean Bailey, revelou que o estúdio está analisando a possível realização de um spin-off ou uma história paralela ambientada no mesmo universo criado para o longa-metragem. Especula-se que o estúdio pode decidir contar as aventuras de Gaston e seu inseparável amigo LeFou, mas esta opção não deve ir adiante se o objetivo for faturar o máximo possível, uma vez que há um grande armário no meio do caminho deste relacionamento. Como diversos países – e cinemas do interior – reclamaram de alguns minutos do filme sobre isto, imagine um filme inteiro… Apesar desses planos, Bailey revelou que o filme não ganhará uma sequência. Ou seja, a Disney não pretende lançar “A Bela e a Fera 2”. Afinal, não há mais “Fera” na história e sim um Príncipe Encantado que, no máximo, pode ficar sem se barbear. Em seus cinco primeiros dias de exibição, o filme ultrapassou a arrecadação de US$ 400 milhões em todo o mundo. No Brasil, levou mais de 1,9 milhão de espectadores aos cinemas e já arrecadou R$ 34,2 milhões. “A Bela e a Fera” também se tornou o live-action número um da Disney e é a sexta maior abertura de todos os tempos no país.
Diretor do novo Piratas do Caribe planeja filme de Princesas Disney ao estilo dos Vingadores
O roteiro de um filme no estilo de “Os Vingadores” está despertando o interesse dos grandes estúdios de Hollywood. Mas desta vez não se trata de reunir heróis da Marvel, mas as princesas das fábulas encantadas. A novidade foi revelada pelo site Tracking Board, que registra o andamento das produções de Hollywood. Segundo o site, o roteiro do filme, intitulado “Princesses”, é de Nir Paniry (“Extracted”) e a direção estaria a cargo do norueguês Joachim Ronning (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Não há mais detalhes do projeto, que está na fase de venda para os estúdios. De acordo com o site Screen Rant, a Disney é quem estaria mais interessada em financiar o projeto. A ideia teria surgido por conta da popularização dos “live actions” de contos de fadas e produções com personagens femininas fortes. Vale lembrar que a franquia de animação “Shrek” já fez esta reunião de princesas – “Shrek Terceiro” (2007) destacou o relacionamento entre elas – e até Xuxa tem um filme com as monarcas de contos de fada – “Xuxa em O Mistério de Feiurinha” (2009). Não há data prevista para o começo do projeto.
Marca americana de biquinis lança coleção inspirada nas princesas da Disney
Uma marca de biquíni dos EUA, batizada de Enchanted Bikini, lançou uma coleção de trajes de banho inspirados nas princesas das animações da Disney. Os modelos lembram as roupas de Aurora, Ariel, Cinderela, Branca de Neve, Rapunzel, Pocahontas e Jasmine. No perfil do Instagram da Enchanted, eles mostram todos biquínis que são vendidos. Em média, o preço da parte de cima do biquíni custa 45 dólares e a de baixo 35 dólares. Além dos biquínis, a marca ainda produziu acessórios da Pequena Sereia, como uma saia que lembra um cauda de sereia e uma bolsa de concha. Detalhe: o nome da Disney (direitos autorais) não aparece em nenhum lugar.
Disney cancela estreia de A Bela e a Fera na Malásia, após censura a “momento gay” do filme
A Disney decidiu adiar a estreia de “A Bela e a Fera” na Malásia, após as autoridades do país de maioria muçulmana censurarem “um momento gay” do filme. O presidente do Conselho de Censura da Malásia, Abdul Halim Abdul Hamid, declarou ao jornal The Star que o filme havia sido “autorizado […] com uma pequena censura”. Segundo ele, a sequência cortada é um “momento gay” no filme, que mesmo com o corte não foi liberado com censura livre, e sim para maiores de 13 anos, devido a outras cenas que “podem ser inadequadas”. A censura acontece uma semana depois da Rússia declarar o filme impróprio para menores de 16 anos, por pressão de um deputado ultraconservador pelo mesmo “momento gay”. O alvo é o personagem Lefou, interpretado por Josh Gad como o primeiro personagem gay da Disney a sair do armário – tardiamente, por sinal, já que a franquia “Shrek” tinha até uma princesa transexual. Mas assim que a censura foi confirmada, a Disney deixou sua clara sua posição, cancelando a exibição do filme no país. Os pôsteres dos cinemas de Kuala Lumpur indicam que a exibição do filme foi “adiada até novo aviso”. “A Bela e a Fera” também foi criticada em Cingapura, país vizinho da Malásia, onde o clero cristão acusou o estúdio de se desviar dos “valores saudáveis e dominantes”. “Aconselhamos os pais a conversar com seus filhos sobre esta nova versão de ‘A Bela e a Fera'”, declarou o bispo Rennis Ponniah, presidente do Conselho Nacional das Igrejas de Singapura. A homossexualidade é ilegal na Malásia e Cingapura, e pode resultar em prisão em ambos os países.
Cena da versão com atores de A Bela e a Fera destaca personagens animados
A Disney divulgou uma cena da versão com atores de “A Bela e a Fera” que ironicamente não tem atores, apenas animação digital. A prévia traz diversos personagens animados por computação gráfica, destacando Lumière, o castiçal falante (dublado por Ewan McGregor), que se esforça para ser o cupido dos protagonistas. Com Emma Watson (franquia “Harry Potter”) como Bela e Dan Stevens (série “Downton Abbey”) como a Fera, o filme dirigido por Bill Condon (“A Saga Crepúsculo: Amanhecer”) é uma recriação da animação clássica de 1991. A estreia acontece na próxima semana, em 16 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Rússia proíbe A Bela e a Fera para menores de 16 anos
“A Bela e a Fera” é tão forte quanto “Logan”. Esta é a conclusão da comissão do Ministério da Cultura russo, responsável pela classificação etária dos filmes exibidos no país. A produção da Disney foi proibida para menores de 16 anos nos cinemas da Rússia. O filme quase foi totalmente vetado no país. Tudo por causa de mensagens de “propaganda gay” para crianças. Após Bill Condon, diretor do filme, revelar que “A Bela e a Fera” mostraria “o primeiro momento gay” em um filme da Disney, o deputado russo Vitali Milonov iniciou uma campanha para impedir o lançamento no país do que chamou de uma “desavergonhada propaganda do pecado”. O político foi um dos principais articuladores da lei russa contra a “propaganda gay”, assinada pelo presidente Vladimir Putin em 2013. Essa lei, que levantou muitas críticas na comunidade internacional, proíbe a distribuição de informações capazes de despertar o interesse de menores pelas “relações sexuais não-tradicionais”, e vem sendo utilizada como pretexto para banir qualquer manifestação em defesa dos gays no país, além de servir de justificativa para ataques homofóbicos. “A Bela e a Fera” estreia em 16 de março no Brasil.
Diretor de A Bela e a Fera considera exagerada a reação à referência gay da trama
Quando disse que “A Bela e a Fera” teria uma trama gay, o diretor Bill Condon não imaginava que o filme se tornaria alvo de reações conservadoras exacerbadas. Um dono de cinema do interior do Alabama proclamou que não iria exibir o filme, em nome de Deus e dos bons costumes. E até o Ministério da Cultura da Rússia revelou que pretende examinar a produção com cuidado para verificar se ela não faz “propaganda gay” para crianças. Por outro lado, várias pessoas e organizações ligadas aos direitos LGBTQ elogiaram a iniciativa, inédita nas produções cinematográficas infantis da Disney. O próprio ator Josh Gad, intérprete de LeFou, o tal personagem gay da trama, se disse honrado pelo feito histórico. Na entrevista à revista Attitude, em que fez a revelação, Condon adiantara: “LeFou é alguém que um dia quer ser Gastón e no outro quer beijar Gastón. Ele está confuso sobre seus desejos. É alguém que está descobrindo seus sentimentos. Josh fez algo bem sutil e delicioso e isso é o que faz valer no final, que eu não quero revelar. Mas é um momento bacana, exclusivamente gay num filme da Disney”. Mas agora o cineasta parece querer voltar atrás, tentando diminuir o impacto de ter anunciado o “primeiro personagem LGBTQ da Disney”, antes mesmo do grande público saber mais sobre a cena — que é breve e cômico. “Oh, Deus. Posso falar? Está tudo muito exagerado”, disse o cineasta ao site ScreenCrush. “Porque é só isso mesmo: um momento divertido do filme. Eu amo a maneira como as pessoas que não sabiam reagiram e viram a cena como uma bela surpresa”. Perguntado sobre como o público deveria reagir à cena, ele respondeu: “Não dando tanta importância à ela. Por que tem que ser tão importante?”. Mas já é tarde. As redes sociais naturalmente aumentaram a expectativa em cima da cena, que pode decepcionar quem esperar por bandeiras tremulando ao vento. Se não tivesse sido anunciada com estardalhaço, era capaz da cena não incomodar tanto os homofóbicos do interior do Alabama.
Clipe coloca Ariana Grande e John Legend no castelo de A Bela e a Fera
A Disney divulgou o clipe da nova versão da música tema de “A Bela e a Fera”, que coloca os intérpretes Ariana Grande e John Legend no castelo da fábula encantada. Dirigido por Dave Meyers (responsável pelo clipe “Firework”, de Katy Perry, entre outros, além do remake de “A Morte Perde Carona”), o vídeo inicia com Ariana Grande com um vestidão vermelho, no balcão do castelo, e traz John Legend como um Príncipe ao piano, no meio do salão. A produção tem direito a uma coreografia própria, em que dançarinos entram em cena para se transformar em pétalas de rosas vermelhas. Mas até Emma Watson aparece, com seu vestido amarelo de Bela, para dançar com a Fera – criada digitalmente como no filme. A forma como o clipe integra os cantores à cena clássica do baile a dois é bastante criativa, reforçando o cuidado visual dispensado à cenografia e aos efeitos da produção. A trilha será lançada na sexta (10/3), e também inclui uma gravação inédita de Céline Dion, intérprete da versão original do tema “Beauty and the Beast” na animação de 1991. Sua nova música, “How Does A Moment Last Forever”, acompanha os créditos finais do filme. Já a estreia de “A Bela e a Fera” acontece na próxima semana, no dia 16 de março no Brasil.
Julia Roberts morria de overdose na versão original do roteiro de Uma Linda Mulher
A clássica comédia romântica “Uma Linda Mulher”, estrelada por Richard Gere e Julia Roberts em 1990, poderia ter sido um filme bem diferente, caso seu roteiro original tivesse sido filmado. Durante um encontro com a imprensa em Nova York, no fim de semana, o ex-presidente da Disney e atual CEO da DreamWorks Animation, Jeffrey Katzenberg, confirmou rumores de que o filme originalmente seria para maiores de idade. “Eu não posso te dizer quanto tempo foi gasto em debates sobre esse filme”, disse o executivo. “O roteiro de ‘Uma Linda Mulher’ era para maiores de 18, sobre uma prostituta na Hollywood Boulevard [famosa avenida de Los Angeles]”. O roteirista era J.F. Lawton, que depois escreveu “A Força em Alerta” (1992). E seu roteiro tinha, inclusive, outro título: “US$ 3.000”, uma referência ao valor pago por Robert (Richard Gere) pelo fim de semana com Vivian (Julia Roberts) na história. “A propósito, na versão original, que era bem sombria, eu acho que ela morria de overdose”, continuou Katzenberg, revelando este detalhe pela primeira vez. Já se sabia, pelas cenas deletadas incluídas nos extras do DVD do 15º aniversário da produção, que Vivian era viciada. Parte de seu acordo com Robert previa que ela passasse o fim de semana sem se drogar. “Então, convencer as pessoas de que deveríamos fazer o filme na Disney, e como um conto de fadas, quase um filme de princesa, foi difícil. Muitas pessoas tiveram dificuldade de ver isso. Mas, como dizem, o resto é história”, relembrou.












