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    Ennio Morricone revela planos para musicar mais um filme de Tarantino

    18 de fevereiro de 2016 /

    O grande maestro das trilhas sonoras Ennio Morricone revelou que deverá compor a música para mais um filme de Quentin Tarantino, repetindo a parceria de “Os Oito Odiados”, que lhe rendeu indicação ao Oscar. “Tarantino já me disse que haverá um próximo filme que vamos fazer juntos”, contou Morricone ao site Deadline. “Eu disse a ele que no futuro eu gostaria de ter mais tempo. Eu gostaria de começar a trabalhar com ele mesmo muito antes, a fim de ter tempo para trabalhar, de pensar sobre a música, e também para trocar mais ideias com ele sobre o que vou gravar para ele. Eu nunca pedi a qualquer diretor para trabalhar comigo, mas foi Tarantino que me disse ‘ok, haverá uma próxima vez.’” Aos 87 anos, Ennio Morricone raramente sai de sua casa na Europa, mas ele vai visitar Los Angeles nesta semana para participar da cerimônia de premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, em que concorre pela sexta vez ao Oscar de Melhor Trilha Sonora. Aproveitando sua passagem pela cidade, o maestro também será homenageado com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.

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    Amy vence o Grammy de Melhor Documentário

    16 de fevereiro de 2016 /

    O documentário “Amy”, que conta a história da cantora Amy Winehouse, venceu o Grammy (o Oscar da música) de Melhor Documentário Musical. O resultado foi divulgado durante a pré cerimônia transmitida pelo site oficial do evento, na noite de segunda-feira (15/2). Dirigido por Asif Kapadia, cineasta que antes fez “Senna” (2010), sobre o piloto brasileiro de Fórmula 1, o filme também venceu o BAFTA, premiação da Academia Britânica de Cinema, e concorre ao Oscar de Melhor Documentário. Outro premiado pelo Grammy que disputa o Oscar, The Weeknd venceu o troféu de Melhor Performance R&B por “Earned It”. Lançada na trilha do filme “Cinquenta Tons de Cinza”, a música concorre ao Oscar de Melhor Canção Original. O Grammy de Melhor Trilha Sonora foi para Antonio Sanchez, pelo filme “Birdman” (2014), e o de Melhor Canção para Mídia Visual ficou com “Glory”, de Common & John Legend, entoada no filme “Selma” (2014). “Glory” foi a vencedora do Oscar de Melhor Canção Original no ano passado. Por fim, “Bad Blood”, de Taylor Swift, venceu o prêmio de Melhor Vídeo. O clipe dirigido por Joseph Khan já tinha sido consagrado como vídeo musical do ano no Video Music Awards, da MTV, e foi o principal destaque da divulgação do álbum multiplatinado “1989”, que acabou encerrando o Grammy 2016 como disco do ano.

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    O Regresso vence prêmio do Sindicato dos Diretores de Fotográfia

    15 de fevereiro de 2016 /

    O Sindicato dos Cinematógrafos dos EUA (ASC, na sigla em inglês) premiou Emmanuel Lubezki com seu troféu anual, consagrando-o como o Melhor Diretor de Fotografia de 2015 por “O Regresso”. Foi a quinta vitória do mexicano, que antes havia sido premiado por “Filhos da Esperança” (2006), “A Árvore da Vida” (2011), “Gravidade” (2013) e “Birdman” (2014). Como o ASC Award costuma antecipar o Oscar, Lubezki pode fazer história como o primeiro cinematógrafo a vencer a estatueta da Academia por três anos consecutivos – ele conquistou o Oscar da categoria por “Gravidade” (2013) e “Birdman”. Conhecido pelos colegas de profissão como ‘Chivo’, o mexicano se destacou pela utilização da luz natural em uma filmagem desgastante feita no Canadá e Argentina, utilizando um câmera nova, a Arri Alexa 65, para realizar sequências impactantes e memoráveis. O sindicato também premiou a série “Marco Polo” e o piloto de “Casanova”, que ainda não virou oficialmente uma série da Amazon, além de registrar um empate entre Adam Arkapaw e Mátyás Erdély como Revelações do Ano, respectivamente pelos trabalhos realizados em “Macbeth” e “O Filho de Saul”. Vencedores dos ASC Awards 2016 Melhor Direção de Fotografia Emmanuel Lubezki – O Regresso Revelações do Ano Adam Arkapaw – Macbeth Mátyás Erdély – O Filho de Saul Melhor Direção de Fotografia em Série Vanja Cernjul – Marco Polo, episódio “The Fourth Step” Melhor Direção de Fotografia em Telefilme, Piloto ou Minissérie Pierre Gill – piloto de Casanova

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    O Regresso é o grande vencedor do BAFTA, o Oscar britânico

    14 de fevereiro de 2016 /

    O filme “O Regresso”, de Alejandro González Iñárritu, foi o grande vencedor do BAFTA Awards 2016, premiação da Academia Britânica de Cinema, equivalente ao Oscar no Reino Unido. Foram, ao todo, cinco prêmios conquistados na cerimônia que aconteceu na noite de domingo (14/2) em Londres: Melhor Filme, Direção, Ator (Leonardo DiCaprio), Fotografia (Emmanuel Lubezki) e Som. “Mad Max: A Estrada da Fúria”, de George Miller, foi o segundo longa mais premiado, com quatro vitórias em categorias mais técnicas: Edição, Design de Produção, Figurino e Maquiagem. E não houve nenhuma outra unanimidade. Assim, os demais troféus pulverizaram sete filmes diferentes. A maior parte da premiação ecoou tendências dos sindicatos de Hollywood, como as vitórias dos roteiristas de “Spotlight” e “A Grande Aposta”, premiados horas antes no WGA Awards. Alejandro Iñarritu também venceu o DGA Awards, enquanto DiCaprio e Brie Larson (premiada por “O Quarto de Jack”) tinham comemorado o SAG Awards. As diferenças ficaram por conta dos coadjuvantes. Os ingleses Mark Rylance (por “Ponte dos Espiões”) e Kate Winslet (por “Steve Jobs”) superaram os candidatos americanos. A cerimônia do BAFTA ainda rendeu um troféu para “Brooklyn” como Melhor Filme Britânico do ano, além de premiar o documentário “Amy”, sobre a cantora Amy Winehouse, a animação “Divertida Mente” e, entre os estrangeiros, o filme argentino “Relatos Selvagens”. VENCEDORES DOS BAFTA AWARDS 2016 Melhor Filme O Regresso Melhor Direção Alejandro González Iñárritu – O Regresso Melhor Ator Leonardo Dicaprio – O Regresso Melhor Atriz Brie Larson – O Quarto de Jack Melhor Ator Coadjuvante Mark Rylance – Ponte dos Espiões Melhor Atriz Coadjuvante Kate Winslet – Steve Jobs Melhor Roteiro Original Tom Mccarthy e Josh Singer – Spotlight Melhor Roteiro Adaptado Adam McKay e Charles Randolph – A Grande Aposta Melhor Fotografia Emmanuel Lubezki – O Regresso Melhor Animação Divertida Mente Melhor Documentário Amy Melhor Filme em Língua Estrangeira Relatos Selvagens (Argentina) Melhor Filme Britânico Brooklyn Melhor Trilha Sonora Original Ennio Morricone – Os Oito Odiados Melhor Edição Margaret Sixel – Mad Max: Estrada da Fúria Melhor Design de Produção Colin Gibson e Lisa Thompson – Mad Max: Estrada da Fúria Melhor Figurino Jenny Beavan – Mad Max: Estrada da Fúria Melhor Maquiagem Lesley Vanderwalt e Damian Martin – Mad Max: Estrada da Fúria Melhores Efeitos Visuais Chris Corbould, Roger Guyett, Paul Kavanagh e Neal Scanlan – Star Wars: O Despertar da Força Melhor Som Lon Bender, Chris Duesterdiek, Martin Hernandez, Frank A. Montaño, Jon Taylor e Randy Thom – O Regresso Melhor Estreia de Cineasta Britânico Naji Abu Nowar – Theeb Melhor Ator em Ascensão (votado pelo público) John Boyega – Star Wars: O Despertar da Força Melhor Curta Britânico Operator Melhor Curta Animado Britânico Edmond

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    Spotlight e A Grande Aposta vencem prêmio do Sindicato dos Roteiristas de Hollywood

    14 de fevereiro de 2016 /

    O Sindicato dos Roteiristas dos EUA (WGA, na sigla em inglês) considerou as histórias do drama “Spotlight” e da comédia “A Grande Aposta” as melhores do cinema em 2015. Os dois filmes foram vitoriosos nas categorias de Melhor Roteiro Original e Melhor Roteiro Adaptado, respectivamente, na premiação anual WGA Awards. Realizado na noite de sábado (13/2), o evento destacou dois filmes que também disputam prêmios equivalentes no Oscar 2016. O troféu de Melhor Roteiro de Documentário foi para “Going Clear: Scientology and the Prison of Belief”, filme controvertido, que denuncia perigos da seita da Cientologia. Nas categorias televisivas, o WGA Awards mostrou-se mais conservador, premiando produções veteranas, como “Mad Men” em Drama e “Veep” como Comédia. Destaque do ano, a série “Mr. Robot” foi considerada como Melhor Série Estreante. Vencedores do WGA Awards 2016 CINEMA Melhor Roteiro Original Spotlight: Segredos Revelados – Josh Singer e Tom McCarthy Melhor Roteiro Adaptado A Grande Aposta – Charles Randolph e Adam McKay Melhor Roteiro de Documentário Going Clear: Scientology and the Prison of Belief – Alex Gibney TELEVISÃO Melhores Roteiros de Série de Drama Mad Men – Lisa Albert, Semi Chellas, Jonathan Igla, Janet Leahy, Erin Levy, Tom Smuts, Robert Towne, Matthew Weiner e Carly Wray Melhores Roteiros de Série de Comédia Veep – Simon Blackwell, Jon Brown, Kevin Cecil, Roger Drew, Peter Fellows, Neil Gibbons, Rob Gibbons, Sean Gray, Callie Hersheway, Armando Iannucci, Sean Love, Ian Martin, Georgia Pritchett, David Quantick, Andy Riley, Tony Roche e Will Smith Melhores Roteiros de Série Nova Mr. Robot – Kyle Bradstreet, Kate Erickson, Sam Esmail, David Iserson, Randolph Leon, Adam Penn e Matt Pyken Melhores Roteiros de Minissérie Original Saints & Strangers – Seth Fisher, Walon Green, Chip Johannessen e Eric Overmyer Melhores Roteiros de Minissérie Adaptada Fargo – Steve Blackman, Bob DeLaurentis, Noah Hawley, Ben Nedivi e Matt Wolpert Melhor Roteiro de Episódio de Série de Drama Better Call Saul, episódio “Uno” – Vince Gilligan e Peter Gould Melhor Roteiro de Episódio de Série de Comédia Silicon Valley, episódio “Sand Hill Shuffle” – Clay Tarver Melhor Roteiro de Episódio de Série Animada Bob’s Burgers, episódio “Housetrap” – Dan Fybel Melhor Roteiro de Episódio de Série Animada Bob’s Burgers, episódio “Housetrap” – Dan Fybel Melhor Roteiro de Episódio de Série Infantil Gortimer Gibbon’s Life on Normal Street, episódio “Endless Night” – Gretchen Enders e Aminta Goyel Melhor Roteiro de Especial Infantil Descendentes – Josann McGibbon e Sara Parriott Melhores Roteiros de Programa Humorístico Inside Amy Schumer – Jessi Klein,Hallie Cantor, Kim Caramele, Kyle Dunnigan, Jon Glaser, Kurt Metzger, Christine Nangle, Dan Powell, Tami Sagher e Amy Schumer

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    Roteiros de Ex Machina e Perdido em Marte são premiados

    12 de fevereiro de 2016 /

    A 11ª edição do Screeenwriters Choice Awards, que é promovida pela empresa de softwares Final Draft, divulgou seus vencedores. O evento, que destaca os melhores roteiros de Hollywood, premiou na noite de quinta (11/2) em Los Angeles duas ficções científicas: “Ex Machina” e “Perdido Em Marte”. Nunca é demais lembrar que o elogiadíssimo filme de Alex Garland, “Ex Machina”, foi lançado direto em DVD no Brasil. Os dois filmes também disputam estatuetas no Oscar 2016, que acontece no dia 28 de fevereiro. O Screeenwriters Choice Awards ainda premiou séries televisivas, consagrando a “Game of Thrones” e “The Big Bang Theory”. Estre prêmio, porém, não é o principal reconhecimento dado aos roteiristas de Hollywood. A maior honraria, após o Oscar, pertence ao troféu do Sindicato dos Roteiristas dos EUA, o WGA Awards, que será entregue no sábado (13/2). Vencedores do Screeenwriters Choice Awards 2016 MELHOR ROTEIRO ORIGINAL Alex Garland, por Ex Machina MELHOR ROTEIRO ADAPTADO Drew Goddard, por Perdido Em Marte MELHOR Roteiro de Série de Drama D.B. Weiss e David Benioff, por Game Of Thrones MELHOR Roteiro de Série de Comédia Chuck Lorre e Bill Prady, por The Big Bang Theory

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    Oscar 2016: Para acelerar cerimônia, listas de agradecimentos serão mostrados em vídeo

    10 de fevereiro de 2016 /

    Os produtores do Oscar 2016, Reginald Hudlin e David Hill, anunciaram a implementação de uma medida para acelerar a cerimônia. Geralmente criticado pela longa duração dos agradecimentos dos premiados, o evento deste ano contará com o auxílio da tecnologia para cortar a fase mais chata dos discursos. A ideia é projetar em vídeo a lista de todos que merecem agradecimentos, do produtor à mãe dos indicados, deixando o microfone aberto apenas para os premiados expressarem sua emoção pela conquista. A inovação foi apresentada pelos produtores durante o almoço especial com os indicados ao Oscar, na última segunda-feira (8/2). Eles encorajaram os presentes a prepararem discursos mais emotivos e que tenham algum verdadeiro significado, em vez de lutarem para lembrar o nome de todos com quem trabalharam. Para isso, pedem que os indicados preencham uma lista de agradecimentos prévios, que serão exibidos pela TV durante a entrega de seus prêmios. Segundo os produtores, o objetivo também visa evitar constrangimentos, como o caso de Dana Perry, vencedora do Melhor Documentário em Curta-metragem de 2015 por “Disque-Crise para Veteranos”. Durante seu discurso, ela tentou falar sobre o suicídio do filho, mas foi interrompida pela orquestra pois já havia gasto os 45 segundos permitidos. A cerimônia de entrega do Oscar 2016 acontecerá no dia 28 de fevereiro com apresentação do comediante Chris Rock. No Brasil, a premiação será exibida pela rede Globo e pelo canal pago TNT.

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    Sylvester Stallone considerou boicotar o Oscar em apoio aos colegas de Creed

    10 de fevereiro de 2016 /

    Indicado ao Oscar de Melhor Coadjuvante, Sylvester Stallone revelou que pensou em boicotar a premiação da Academia em respeito aos colegas de trabalho em “Creed: Nascido para Lutar”, especialmente o ator Michael B. Jordan e o diretor e roteirista Ryan Coogler, que para o astro também deveriam ter sido nomeados. “Me lembro de conversar com Ryan sobre a polêmica do #OscarsSoWhite. Disse: ‘Como você quer lidar com isso? Eu realmente acredito que você é o responsável por eu estar aqui'”, contou o ator, em entrevista á revista US Weekly. “Eu disse, ‘Se você quiser que eu vá, eu vou. Se você não quiser, não vou”, continuou. “Ele disse, ‘Não, quero que você vá. E é esse o tipo de cara que ele é. Ele quer que a gente represente o filme.” Além de elogiar seu diretor, Stallone ainda destacou a importância da atuação de Jordan. “Toda vez que eu olho nos olhos dele como ator, eu digo que ele está me fazendo um ator melhor. Acho que ele merecia mais respeito e atenção”, disse o ator veterano. “Eu realmente devo muito a esses dois jovens homens”. Para completar, o eterno Rocky previu: “Todos os talentos acabarão subindo ao topo. É apenas uma questão de quebrar um paradigma e criar uma nova forma de pensar.”

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    Truman: Novo filme estrelado por Ricardo Darín é o grande vencedor do Goya 2016, o “Oscar espanhol”

    8 de fevereiro de 2016 /

    O filme “Truman”, de Cesc Gay, foi o grande vencedor do prêmio Goya 2016, o Oscar espanhol. Indicado em seis categorias, o filme estralado pelo argentino Ricardo Darín (“Relatos Selvagens”) levou cinco prêmios: Melhor Filme, Diretor, Roteiro Original, Ator e Coadjuvante. “Foi um trabalho formidável”, disse um emocionado Darín ao receber o prêmio, em sua terceira indicação ao Goya. Em seu discurso, ele ainda pediu apoio da política para a cultura. “Aos políticos, peço para que ajudem a cultura. É tudo que vocês precisam fazer”, declarou, sendo bastante aplaudido. Equilibrando momentos dramáticos e cômicos, o filme de Cesc Gay (“O Que os Homens Falam”) conta a história de um ator argentino (Darín) instalado em Madri, que sofre de câncer em fase terminal. Durante quatro dias intensos dias, ele recebe a visita inesperada de um amigo (Javier Cámara, de “Os Amantes Passageiros”) procedente do Canadá, que o acompanha na difícil decisão de abandonar o tratamento e morrer. Mas antes, terá que encontrar um novo dono para Truman, seu cãozinho. A premiação também premiou o longa argentino “O Clã”, de Pablo Trapero, como Melhor Filme Latino-Americano, e o francês “Cinco Graças”, de Deniz Gamze Ergüven, como Melhor Filme Europeu. Vencedores do Prêmio Goya 2016 Melhor filme “Truman”, de Cesc Gay Melhor direção Cesc Gay, por “Truman” Melhor filme latino-americano “O Clã” (Argentina), de Pablo Trapero Melhor filme europeu “Cinco Graças” (França), de Deniz Gamze Ergüven Melhor interpretação masculina Ricardo Darín, por “Truman” Melhor interpretação feminina Natalia de Molina, por “Techo y Comida” Melhor ator coadjuvante Javier Cámara, por “Truman” Mejor atriz coadjuvante Luisa Gavasa por “La Novia” Melhor ator revelação Miguel Herrán, por “A Cambio de Nada” Melhor atriz revelação Irene Escolar por “Un Otoño sin Berlín” Melhor canção original “Palmeras en la Nieve”, de Lucas Vidal e Pablo Alborán Melhor roteiro original Cesc Gay e Tomàs Aragay, por “Truman” Melhor roteiro adaptado Fernando León de Aranoa, por “Um Dia Perfeito” Goya de honra Mariano Ozores

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    DGA Awards: Alejandro González Iñarritu vence o prêmio do Sindicato dos Diretores

    7 de fevereiro de 2016 /

    O cineasta Alejandro González Iñarritu foi o vencedor da 68ª edição do DGA Awards, prêmio do Sindicato dos Diretores dos EUA, em cerimônia realizada na noite de sábado (6/2) em Los Angeles. Sua consagração, por sinal, originou um feito inédito. O diretor mexicano se tornou o primeiro a vencer o troféu por dois anos consecutivos: por “Birdman” em 2015 e “O Regresso” este ano. Em um discurso emocionado, Iñárritu aproveitou os microfones para criticar a proposta de um dos favoritos a disputar a presidência dos EUA, Donald Trump, que se mostra obcecado em expulsar imigrantes e ampliar as barreiras na fronteira com o México. “A força deste país (EUA) está na diversidade. Construir muros trai isso”, ele afirmou. No contexto da temporada de premiações, a vitória de Iñarritu também demonstrou como os sindicatos de Hollywood estão divididos para a votação do Oscar. Como a maioria dos eleitores da Academia pertence a algum sindicato, estas premiações indicam tendências, que costumam ser reproduzidas na distribuição de estatuetas do Oscar. Apontando a falta de unanimidade da indústria, os diretores preferiram “O Regresso”, mas os produtores ficaram com “A Grande Aposta” e os atores destacaram o elenco de “Spotlight – Segredos Revelados”. Infelizmente, o diretor Fernando Coimbra não conseguiu acompanhar o feito de “O Menino e o Mundo”, que na mesma noite conquistou o Annie Awards de Melhor Produção Independente. Concorrente brasileiro ao prêmio de Melhor Diretor Estreante, pelo excelente “O Lobo Atrás da Porta”, o cineasta brasileiro acabou perdendo para o inglês Alex Garland, responsável pela ficção científica “Ex Machina”, que a distribuidora lançou direto em DVD no Brasil! Nas categorias televisivas, o principal vencedor foi o veterano David Nutter, premiado pelo episódio final (“Mother’s Mercy”) da 5ª temporada de “Game of Thrones”. Chris Addison, da série “Veep”, levou o troféu de Melhor Direção em Série de Comédia. Por fim, mas não menos importante, Dee Rees, uma mulher negra, venceu o prêmio de Melhor Direção de Telefilme pela cinebiografia “Bessie”. Ela já havia chamado atenção da crítica anteriormente, em seu primeiro e até aqui único filme, “Pariah” (2011). Vencedores do DGA Awards 2016 Melhor Diretor Alejandro González Iñárritu (O Regresso) Melhor Diretor Estreante Alex Garland (Ex Machina) Melhor Diretor de Documentário Matthew Heineman (Cartel Land) Melhor Diretor de Série Dramática David Nutter (Game of Thrones, “Mother’s Mercy”) Melhor Diretor de Série Cômica Chris Addison (Veep, “Election Night”) Melhor Diretor de Telefilme/Minissérie Dee Rees (Bessie) Melhor Diretor de Programa de Variedades Don Roy King (Saturday Night Live 40th Anniversary Special)

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    Annie Awards: “Oscar” da animação consagra Divertida Mente e O Menino e o Mundo

    7 de fevereiro de 2016 /

    Maior premiação da animação nos EUA, o Annie Awards, considerado o Oscar dos filmes animados, consagrou “Divertida Mente” em sua 43ª edição, que aconteceu na noite de sábado (6/2) em Los Angeles. Foram, ao todo, 10 prêmios conquistados pela produção da Disney/Pixar, incluindo Melhor Filme, Direção e Roteiro (ambos compartilhados por Pete Docter), além de Melhor Dublador para Phyllis Smith, intérprete da personagem Tristeza. Com a vitória, o longa confirma seu favoritismo absoluto na disputa pelo Oscar da categoria. O candidato brasileiro, “O Menino e o Mundo”, também foi premiado, considerado a Melhor Animação Independente, superando produções bem mais caras, como seu rival japonês no Oscar, “As Memórias de Marnie”, além de “O Profeta”. A vitória de “O Menino e o Mundo” realça o trabalho do diretor Alê Abreu como uma das principais animações do ano, além de ampliar seu destaque internacional. O filme foi o primeiro brasileiro a concorrer na categoria. Vencedores do Annie Awards 2016 Melhor Animação Divertida Mente Melhor Animação Independente O Menino e o Mundo Melhor Direção Pete Docter (Divertida Mente) Melhor Roteiro Pete Docter e Ronnie Del Carmen (Divertida Mente) Melhor Dublagem Phyllis Smith (Divertida Mente) Melhor Trilha Sonora Michael Giacchino (Divertida Mente) Melhor Edição Kevin Nolting (Divertida Mente) Melhor Desenho de Produção Ralph Eggleston (Divertida Mente) Melhor Desenho de Personagens Divertida Mente Melhor Animação de Personagens Divertida Mente Melhor Storyboarding Tony Rosenast (Divertida Mente) Melhores Efeitos Animados O Bom Dinossauro Melhores Efeitos Animados em Filme Live-Action Vingadores: Era de Ultron Melhor Animação de Personagens em Filme Live-Action O Regresso (Urso) Melhor Animação de Personagens em Filme Live-Action O Regresso (Urso) Melhor Série Animada Os Simpsons

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    Diretor brasileiro vai disputar prêmio britânico de melhor filme de ação com Star Wars e 007

    3 de fevereiro de 2016 /

    Um filme de diretor brasileiro, realizado com financiamento coletivo, foi selecionado por uma premiação britânica, a National Film Awards, onde vai disputar o troféu de Melhor Filme de Ação do ano, concorrendo com “Star Wars: O Despertar da Força” e “007 contra Spectre”, entre outros. Trata-se de “Chasing Robert Barker” (Perseguindo Robert Barker), primeiro longa de ficção do mineiro Daniel Florêncio, que concorre em três categorias do prêmio britânico: Melhor Filme de Ação, Melhor Ator e Melhor Ator Coadjuvante. Embora seja apenas a segunda edição do prêmio, que não tem o prestígio do BAFTA (o equivalente britânico ao Oscar), as indicações renderam destaque ao diretor, que foi entrevistado pela BBC. Na ocasião, ele contou a “saga” por trás da filmagem, realizada sem dinheiro e com muito improviso, e sobre o fato de a trama, apesar de passada na Inglaterra e falada em inglês, ter como personagens principais diversos imigrantes. “Não me sentiria confortável em fazer um filme 100% britânico. Não sei fazer isso”, disse Florêncio à BBC. “O que há de brasileiro no filme são as pessoas que o fizeram e a ginga para fazê-lo acontecer”, contou o cineasta, que estudou rádio e TV em Belo Horizonte e mudou-se para Londres em 2004 para cursar um mestrado em arte e mídia. Seu primeiro trabalho no país foi, curiosamente, “A Brazilian Immigrant” (2005), um documentário sobre maus tratos a brasileiros na fronteira britânica. Rodado em Londres entre abril e maio de 2013, “Chasing Robert Barker” aborda o mundo dos paparazzi, acompanhando um fotógrafo pressionado pela tarefa de registrar imagens indiscretas de um ator. A gênesis do projeto foi um documentário de TV sobre paparazzi que Florêncio dirigiu em 2007, “Tracking William”, que seguia a rotina de um fotógrafo no encalço do príncipe William. Nesse meio tempo, o escândalo de escutas ilegais do tabloide News of the World gerou grande discussão sobre as práticas da imprensa sensacionalista no Reino Unido. O financiamento coletivo, via Kickstarter, bancou a filmagem do longa, mas para finalizá-lo Florêncio buscou a parceria da produtora islandesa Pegasus, que trabalha na série “Game of Thrones”. O fato de o intérprete principal também ser islandês (Gudmundur Thorvaldsson) atraiu interesse do Festival Internacional de Cinema de Reykjavík, onde o filme teve sua première em setembro de 2015, entrando logo depois em circuito comercial na Islândia. Curiosamente, o filme ainda não teve lançamento comercial na Inglaterra. Como a votação do National Film Awards é feita pelo público, dificilmente um filme inédito terá chances de ser premiado. Mas a indicação já ajudou a obra a se tornar mais conhecida. Confira abaixo o vídeo da campanha de financiamento de “Chasing Robert Barker”, que ganhou, inclusive, legendas em português.

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    Mad Max: Estrada da Fúria vence o “Oscar” da Austrália

    2 de fevereiro de 2016 /

    A Academia Australiana de Cinema também tem seu Oscar. Na verdade, se chama AACTA International Awards e premia os melhores filmes internacionais do ano. Algo como se a Academia Brasileira de Cinema fosse premiar produções de Hollywood. Completamente sem importância, mas, enfim, é mais uma chance de os australianos defenderem o filme de seu compatriota, George Miller, na guerra de publicidade que cerca o Oscar. “Mad Max – Estrada da Fúria” levou o prêmio de Melhor Filme de 2016, além de dar a Miller o troféu de Melhor Direção. Outra australiana “internacional” também foi premiada: Cate Blanchett faturou o AACTA International Award de Melhor Atriz por “Carol”. Sua colega de cena, Rooney Mara, também foi premiada como Melhor Coadjuvante. Blanchett e Mara, por sinal, foram as principais atrações da cerimônia, aparecendo para receberem seus prêmios, assim como Miller. E, de resto, a premiação tentou antecipar o Oscar, entregando sua estatueta de Melhor Ator para representantes de Leonardo DiCaprio, enquanto representantes de Mark Rylance ficaram com o troféu de Coadjuvante por “Ponte dos Espiões”. Favorito da crítica americana, “Spotlight” também saiu premiado, com o troféu de Melhor Roteiro entregue para Josh Singer. Vencedores do AACTA International Awards 2016 Melhor Filme “Mad Max – Estrada da Fúria” Melhor Direção George Miller, por “Mad Max – Estrada da Fúria” Melhor Roteiro “Spotlight” Melhor Ator Leonardo DiCaprio, por “O Regresso” Melhor Atriz Cate Blanchett, por “Carol” Melhor Ator Coadjuvante Mark Rylance, por “Ponte dos Espiões Melhor Atriz Coadjuvante Rooney Mara, por “Carol”

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