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    Confira os melhores memes do Oscar 2017

    27 de fevereiro de 2017 /

    A Globo pode ter preferido o Carnaval, mas o verdadeiro samba do crioulo louco aconteceu mesmo no Oscar 2017. A emissora vai exibir um compacto hoje a noite, mas os memes nem precisaram de Glória Pires para tomar as redes sociais nacionais. Se bem que até ela foi lembrada. Confira abaixo como o Oscar repercutiu entre os usuários brasileiros do Twitter. Detalhe: com mais “audiência social” que os desfiles das escolas de samba cariocas. Bom dia com essa imagem da gafe do Oscar. ? #Oscars #Oscar2017 pic.twitter.com/rTC8bMDtEW — Tiago Oliveira (@tiagoliverg) February 27, 2017 hoje eu tô só a meryl streep reagindo as premiações do oscar pic.twitter.com/cNWDn0S5GU — Juliane com e de exu (@exuliane) February 27, 2017 VEM PEGAR SEU OSCAR POR CENTRAL DO BRASIL QUE O RESULTADO DE 1999 TAVA ERRADO pic.twitter.com/zmsaLO0nzz — x-yago (@twerkyago) February 27, 2017 Opa, parece q erraram de novo pic.twitter.com/L1aD9Pp3ze — Tuba (@homembarata) February 27, 2017 Eu tentando entender o que aconteceu no #Oscars2017 #moonlight pic.twitter.com/fH8jHMHxAi — TOAD (@toadgeek) February 27, 2017 Perdi o Oscar Nem eu Glória pic.twitter.com/NyvSFdAfcv — ☀ (@Publicaveis) February 27, 2017 Glória, o q vc achou do final da cerimônia do Oscar? pic.twitter.com/ZContJYgj5 — Fábio (@o_colecionador) February 27, 2017 Se acontece isso em apuração de escola de samba dá morte https://t.co/QnhkPbUbvE — dona ddivinas tretas (@ladyrasta) February 27, 2017 faltou o didi entrando com um extintor — Kadu Junqueira (@pedroadams) February 27, 2017 Advogado do Fluminense já foi contactado pela produção de La la Land — Pedro Só (@pedrosoh) February 27, 2017 Eu não assisti ao Oscar mas sei que o negócio foi bom porque tem meme pra tudo que é lado — (M)arço (@jumbogammer) February 27, 2017

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    Empresa de auditoria do Oscar 2017 assume a culpa pela gafe

    27 de fevereiro de 2017 /

    A empresa de auditoria PricewaterhouseCoopers, responsável pela contabilização dos votos e entrega dos envelopes do Oscar há 83 anos, deu uma explicação oficial para a gafe do Oscar 2017. Num comunicado postado no Twitter, a empresa assumiu o erro e pediu desculpas aos produtores de “Moonlight”, “La La Land”, aos apresentadores Warren Beatty e Faye Dunaway e ao público da cerimônia, confirmando o que Beatty disse durante a premiação: os apresentadores receberam o envelope errado. Beatty e Dunaway receberam o envelope que premiava Emma Stone como Melhor Atriz. Ela tinha saído do palco poucos minutos antes dos apresentadores entrarem e, como voltou rapidamente para comemorar a falsa vitória, deveria estar bem próxima com seu envelope perigoso. Ela jura que não largou seu envelope em nenhum minuto. Mas, de alguma forma, um envelope com seu nome foi parar nas mãos de Beatty, que percebeu que algo estava errado, mas, ao mostrar para Dunaway, a atriz leu o nome do filme pelo qual Stone tinha sido premiada. Em meio aos discursos de agradecimento de “La La Land”, o produtor do filme, Jordan Horowitz, que ficou com o envelope falsamente premiado, percebeu o erro e foi ao microfone anunciar o verdadeiro vencedor. “Houve um erro. ‘Moonlight’, vocês venceram Melhor Filme. Não é brincadeira”, e acrescentou: “Eu terei orgulho em entregar isso aos meus amigos de ‘Moonlight'”. Na confusão que se armou, Beatty apareceu com o envelope correto, mas Horowitz se adiantou e pegou o papel, fazendo ele próprio o anúncio, pois ninguém estava entendo o que havia acontecido. Foi a melhor saída possível para a situação, mas dividiu opiniões entre os que o consideram um bom perdedor e os que lamentaram o fato dele ter tomado a frente de Beatty. Mesmo assim, o veterano ator foi ao microfone, fazendo questão de explicar a gafe. Não foi sua culpa. Ainda não está claro, porém, como a troca de envelopes aconteceu e o comunicado acrescenta que a PwC vai abrir uma investigação, terminando com elogios para a forma com que todos os envolvidos lidaram com a situação. Leia a íntegra abaixo. pic.twitter.com/oGJkXytnQ2 — PwC LLP (@PwC_LLP) February 27, 2017

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    Gafe do Oscar 2017 gera repercussão entre artistas de Hollywood no Twitter

    27 de fevereiro de 2017 /

    A gafe histórica do Oscar 2017 virou trending topic no Twitter. Mas não foi só por conta dos inúmeros memes anônimos. Os famosos também surtaram. Veja abaixo as reações de alguns atores, cineastas e roteiristas de Hollywood Bem-humorado, o cineasta indiano M. Night Shyamalan (“Fragmentado”) brincou dizendo que foi ele quem escreveu o final da cerimônia, numa piada interna, já que seus filmes são conhecidos por mostrarem uma grande reviravolta no encerramento. I wrote the ending of the academy awards 2017. @jimmykimmel we really got them! — M. Night Shyamalan (@MNightShyamalan) February 27, 2017 “Final surpreendente. Gostaria que tivesse acontecido no dia das eleições”, politizou Billy Crystal (“Uma Família em Apuros”). Amazing ending. Wish that had happened on Election Day. — Billy Crystal (@BillyCrystal) February 27, 2017 Tal como o público, a cantora Katy Perry (“Os Smurfs”) ficou surpreendida com o lapso. WHAT WAIT OMG — KATY PERRY (@katyperry) February 27, 2017 “Nada como televisão ao vivo”, comentou Ellen DeGeneres (“Procurando Dory”). Nothing like live TV. Congrats to Moonlight! And to La La Land for such a gracious reaction. #Oscars — Ellen DeGeneres (@TheEllenShow) February 27, 2017 A comediante Wanda Sykes pediu para não culparem os velhinhos, referindo-se a Warren Beatty e Faye Dunaway, lembrando que deram o envelope errado para eles. E, numa piada política-eleitoral, citou como responsável o presidente da Rússia, que foi acusado de ter influenciado a eleição nos EUA por meio de agentes secretos e hackers. Don't y'all go blaming the old people for that one. They gave Warren Beatty the wrong envelope. It was probably Putin. #Moonlight #Oscars — Official Wanda Sykes (@iamwandasykes) February 27, 2017 Kumail Nanjiani (série “Silicon Valley”) preferiu destacar a classe da equipe de “La La Land”, que percebeu o erro e fez questão de consertar, dizendo que ambos são ótimos filmes. The LA LA LAND people were so classy. Amazing. Two great movies. HOW MANY TIMES IS MOONLIGHT GONNA MAKE ME CRY — Kumail Nanjiani (@kumailn) February 27, 2017 BJ Novak (série “The Office”) foi venenoso, pedindo para que checassem também quem realmente venceu o Oscar de Melhor Ator. Can we check Best Actor again — B.J. Novak (@bjnovak) February 27, 2017 Albert Brooks anunciou que está contratando um advogado para investigar se também não venceu por “Drive” no Oscar 2012. Because of tonights horrible Oscar mistake I have retained a lawyer to see if I won for DRIVE. — Albert Brooks (@AlbertBrooks) February 27, 2017 Para Elizabeth Banks (“A Escolha Perfeita”), o final da cerimônia merece vencer o Oscar de Melhor Filme no próximo ano. That ending to the #oscars should win best picture next year. #holyshit congrats #moonlight — Elizabeth Banks (@ElizabethBanks) February 27, 2017 Daniel Kobblesmith (roteirista do “Late Show with Steven Colbert”) fez referência ao final de “La La Land”, que termina mostrando o que poderia ter sido e não foi. Hey "La La Land" remember when you gave us that fake happy ending and then took it away How's it feel — Daniel "Kibblesmith" (@kibblesmith) February 27, 2017 O ator Steve Howey (série “Shameless”) também fez referência às eleições americanas, dizendo que “La La Land” venceu no voto popular, mas “Moonlight” levou no colégio eleitoral. La La Land won the popular vote. Moonlight won the electoral college. #Oscars — Steve Howey (@stevehowey) February 27, 2017 Margaret Cho (série “Drop Dead Diva”) lembrou do concurso Miss Universo, que anunciou o vencedor errado em 2015. And the Oscar goes to…Miss Venezuela! #Oscars — Margaret Cho (@margaretcho) February 27, 2017 E até o Twitter da Miss Universo zoou a Academia, mandando os produtores do Oscar ligarem para os produtores do concurso de beleza, que sabem como se faz isso. Have your people call our people – we know what to do. #Oscars #MissUniverse — Miss Universe (@MissUniverse) February 27, 2017

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    La La Land, ops, Moonlight vence o Oscar 2017

    27 de fevereiro de 2017 /

    Mais politizado, divertido e atrapalhado de todos os tempos, o Oscar 2017 culminou sua noite, após discursos e piadas disparadas na direção de Donald Trump, premiando o filme errado. No melhor estilo Miss Universo, só após os agradecimentos dos produtores de “La La Land” veio a correção. O vencedor do Oscar de Melhor Filme não foi o anunciado por Warren Beatty e Faye Dunaway. O próprio Beatty explicou ao microfone que tinham recebido o envelope errado, que premiava Emma Stone por “La La Land”. E foi o nome do filme da Melhor Atriz que Dunaway anunciou. O que deve dar origem a uma profusão de memes e piadas foi, na verdade, quase um ato falho. Enquanto a falsa vitória de “La La Land” foi aplaudidíssima, a verdadeira vitória de “Moonlight” foi um choque. De pronto, foi um prêmio para o cinema indie. Um dia antes, “Moonlight” tinha vencido o Spirit Awards, premiação do cinema independente americano. Rodado por cerca de US$ 5 milhões, o filme fez apenas US$ 22,2 milhões nos EUA e jamais venceria um concurso de popularidade. Pelo conjunto da noite, sua vitória também representou um voto de protesto. Menos visto pelo grande público entre todos os candidatos, era o que representava mais minorias: indies, pobres, negros, imigrantes, latinos e gays. Para completar, o ator Mahershala Ali, que venceu o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por seu micro papel de traficante cubano radicado em Miami, é muçulmano na vida real – e se tornou o primeiro ator muçulmano premiado pela Academia. Ao todo, “Moonlight” levou três Oscars. O terceiro foi de Melhor Roteiro Adaptado, dividido entre o cineasta Barry Jenkins e Tarell Alvin McCraney, autor da história e da peça original. “La La Land”, porém, venceu o dobro de prêmios: seis ao todo. Entre as conquistas do musical, a principal foi tornar Damien Chazelle o diretor mais jovem a ganhar um Oscar, aos 32 anos de idade. Além disso, Emma Stone venceu como Melhor Atriz. “Manchester à Beira-Mar” e “Até o Último Homem” se destacaram a seguir, com dois Oscar cada. Enquanto o filme de Mel Gibson levou prêmios técnicos, o segundo drama indie mais premiado da noite rendeu uma discutível vitória de Casey Affleck como Melhor Ator e a estatueta de Melhor Roteiro Original para o cineasta Kenneth Lonergan. Viola Davies confirmou seu favoritismo como Melhor Atriz Coadjuvante por “Um Limite Entre Nós”, tornando-se a primeira atriz negra a vencer o Emmy, o Tony e o Oscar. Sua vitória ainda ajudou a demonstrar como o Oscar se transformou com as mudanças realizadas por sua presidente reeleita Cheryl Boone Isaacs, que alterou o quadro de eleitores, trazendo maior diversidade para a Academia. Após um #OscarSoWhite 2016 descrito francamente como racista pelo apresentador Jimmy Kimmel, na abertura da transmissão, a Academia premiou negros como atores, roteiristas e até produtores. Mas o recado foi ainda mais forte, ao premiar os candidatos com maior potencial de dissonância, especialmente aqueles ligados aos países da lista negra de Donald Trump. O diretor inglês de “Os Capacetes Brancos”, Melhor Documentário em Curta-Metragem, sobre o trabalho humanitário em meio à guerra civil da Síria, generalizou em seu agradecimento, mesmo tendo seu cinematógrafo impedido de viajar aos EUA para participar do Oscar. Já o iraniano Asghar Farhadi, que venceu seu segundo Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira com “O Apartamento”, foi na jugular. Sua ausência já era um protesto em si contra o que ele chamou, em texto lido por seus representantes, ao “desrespeito” dos EUA. “Minha ausência se dá em respeito aos povos do meu pais e de outros seis países que foram desrespeitados pela lei inumana que bane a entrada de imigrantes nos Estados Unidos”. Foi bastante aplaudido. Interessante observar que, apesar do clima politizado manifestado por meio da seleção de vencedores, apenas os estrangeiros e Jimmy Kimmel fizeram discursos contundentes. Os americanos sorriram amarelo e agradeceram suas mães, enquanto artistas de outros países provocaram reações pontuadas por aplausos com suas declarações contrárias à política internacional americana. Até Gael Garcia Bernal, convidado a apresentar um prêmio, deixou seu texto de lado para se manifestar “como mexicano”. Menos evidente, mas igualmente subversivo, foi o fato dos serviços de streaming e a TV paga terem se infiltrado na premiação. Assim como aconteceu no Globo de Ouro, Jeff Bezos, dono da Amazon, ganhou destaque e propaganda gratuita (será?) do apresentador no discurso de abertura. A Amazon produziu um dos filmes premiados, “Manchester à Beira-Mar”, e foi a distribuidora oficial de “O Apartamento” nos EUA – filme que, prestem atenção, não entrou em circuito comercial nos cinemas americanos. A Netflix também faturou seu Oscar por meio de “Os Capacetes Brancos”, que – prestem mais atenção – é inédito nos cinemas. Para completar, o Oscar de Melhor Documentário foi para “O.J. Simpson: Made in America”, uma minissérie de cinco episódios do canal pago ESPN. Sinal dos tempos. E sinal de alerta para o parque exibidor. Confira abaixo a lista completa dos vencedores. Vencedores do Oscar 2017 Melhor Filme “La La Land” “Moonlight” Melhor Direção Damien Chazelle (“La La Land”) Melhor Ator Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Atriz Emma Stone (“La La Land”) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Moonlight”) Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis (“Um Limite entre Nós”) Melhor Roteiro Original Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Roteiro Adaptado Barry Jenkins (“Moonlight”) Melhor Fotografia Linus Sandgren (“La La Land”) Melhor Animação “Zootopia” Melhor Filme em Língua Estrangeira “O Apartamento” (Irã) Melhor Documentário “O.J. Made in America” Melhor Edição John Gilbert (“Até o Último Homem”) Melhor Edição de Som Sylvain Bellemare (“A Chegada”) Melhor Mixagem de Som Kevin O’Connell, Andy Wright, Robert Mackenzie e Peter Grace (“Até o Último Homem”) Melhor Desenho de Produção David Wasco e Sandy Reynolds-Wasco (“La La Land”) Melhores Efeitos Visuais Robert Legato, Adam Valdez, Andrew R. Jones e Dan Lemmon (“Mogli, o Menino Lobo”) Melhor Canção Original “City of Stars”, de Justin Hurwitz, Benj Pasek e Justin Paul (“La La Land”) Melhor Trilha Sonora Justin Hurwitz (“La La Land”) Melhor Cabelo e Maquiagem Alessandro Bertolazzi, Giorgio Gregorini e Christopher Nelson (“Esquadrão Suicida”) Melhor Figurino Colleen Atwood (“Animais Fantásticos e Onde Habitam”) Melhor Curta “Sing” Melhor Curta de Animação “Piper” Melhor Curta de Documentário “Os Capacetes Brancos”

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    Conheça o luxuoso camarim utilizado pelos apresentadores do Oscar 2017

    26 de fevereiro de 2017 /

    Antes de subirem ao palco, os atores convidados a apresentar as categorias da premiação do Oscar ficam numa sala luxosa do Dolby Theatre, em Los Angeles. A “green room” (como se chamam os camarins em inglês) é cheia de mordomias e conforto, e este ano foi patrocinada e desenhada pela marca de relógios Rolex. Por conta desse patrocínio, a sala foi decorada com várias imagens de atores usando relógios. Confira as fotos do ambiente abaixo. E veja aqui onde assistir a transmissão da cerimônia de premiação.

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    Veja cinco paródias de La La Land que fazem sucesso no YouTube

    26 de fevereiro de 2017 /

    Favorito a levar vários troféus no Oscar 2017, “La La Land” já conquistou o inconsciente coletivo. O filme de Damien Chazelle é, de fato, o único dos indicados ao prêmio da Academia que impregnou a cultura pop. Prova disso são os cinco vídeos abaixo, que fazem sucesso no YouTube com paródias do musical. Há uma versão dos Muppets, outra que transforma a trama num game de 8-bit, uma edição ao estilo do cineasta David Lynch, um mash-up com “Titanic” e até uma reimaginação completa, que troca Los Angeles por Nova York. E isto é só, como diria o capitão do Titanic, a ponta do iceberg.

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    Saiba onde assistir a transmissão do Oscar 2017

    26 de fevereiro de 2017 /

    A rede Globo não vai mesmo transmitir a cerimônia de premiação do Oscar 2017 na noite deste domingo (26/2). Para tristeza dos fãs de memes, quem sintonizar o canal irá se deparar com carnaval. Mesmo assim, a emissora carioca escalou Cristiane Pelajo, Miguel Falabella e Artur Xexéo para apresentar os melhores momentos do evento, num compacto que irá ao ar na noite seguinte, 27 de fevereiro, 24 horas após o resultado ser conhecido e debatido à exaustão. Quem quiser assistir ao evento máximo do cinema ao vivo, terá como opção apenas a TV paga. A 89ª edição da premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas será exibida no Brasil pelo canal pago TNT, com comentários de Rubens Ewald Filho, a partir das 21h. Além disso, o canal E! começará a transmissão do evento às 15h30, ficando a tarde inteira à espera de alguma celebridade no tapete vermelho do Oscar – a programação só deve esquentar no começo da noite, após as 20h30, quando chegam os astros mais esperados da cerimônia. A cobertura da E! também inclui o “after party”, que mostrará as festas de Hollywood para os vencedores, e uma edição especial do programa “Fashion Police”, dedicada a avaliar os vestidos das estrelas do cinema. A entrega do Oscar 2017 vai acontecer no palco do Dolby Theatre, em Los Angeles, com apresentação de Jimmy Kimmel, âncora do talk show “Jimmy Kimmel Live!”. Confira abaixo a lista dos indicados, liderada pelo recordista “La La Land”, que, com 14 indicações em 13 categorias, atingiu a maior quantidade de nomeações já conquistadas por um filme, chegando à mesma marca de “Titanic” (1997) e “A Malvada” (1950). Indicados ao Oscar 2017 Melhor Filme “A Chegada” “Até o Último Homem” “Estrelas Além do Tempo” “Lion: Uma Jornada para Casa” “Moonlight: Sob a Luz do Luar” “Um Limite entre Nós” “A Qualquer Custo” “La La Land” “Manchester à Beira-Mar” Melhor Direção Dennis Villeneuve (“A Chegada”) Mel Gibson (“Até o Último Homem”) Damien Chazelle (“La La Land”) Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Barry Jenkins (“Moonlight”) Melhor Ator Casey Affleck (“Manchester à Beira-Mar”) Denzel Washington (“Um Limite entre Nós”) Ryan Gosling (“La La Land”) Andrew Garfield (“Até o Último Homem”) Viggo Mortensen (“Capitão Fantástico”) Melhor Atriz Natalie Portman (“Jackie“) Emma Stone (“La La Land”) Meryl Streep (“Florence: Quem é essa mulher?”) Ruth Negga (“Loving”) Isabelle Huppert (“Elle“ ) Melhor Ator Coadjuvante Mahershala Ali (“Moonlight”) Jeff Bridges (“A Qualquer Custo”) Lucas Hedges (“Manchester à Beira-Mar”) Dev Patel (“Lion: Uma Jornada para Casa”) Michael Shannon (“Animais Noturnos”) Melhor Atriz Coadjuvante Viola Davis (“Um Limite entre Nós”) Naomi Harris (“Moonlight”) Nicole Kidman (“Lion”) Octavia Spencer (“Estrelas Além do Tempo”) Michelle Williams (“Manchester à Beira-Mar”) Melhor Roteiro Original Damien Chazelle (“La La Land”) Kenneth Lonergan (“Manchester à Beira-Mar”) Taylor Sheridan (“A Qualquer Custo”) Yorgos Lanthimos e Efthymis Filippou (“O Lagosta”) Mike Mills (“20th Century Woman”) Melhor Roteiro Adaptado Barry Jenkins (“Moonlight”) Luke Davies (“Lion”) August Wilson (“Um Limite entre Nós”) Allison Schroeder e Theodore Melfi (“Estrelas Além do Tempo”) Eric Heisserer (“A Chegada”) Melhor Fotografia Bradford Young (“A Chegada”) Linus Sandgren (“La La Land”) James Laxton (“Moonlight”) Rodrigo Prieto (“O Silêncio”) Greig Fraser (“Lion”) Melhor Animação “Kubo e as Cordas Mágicas” “Moana: Um Mar de Aventuras” “Minha Vida de Abobrinha” “A Tartaruga Vermelha” “Zootopia” Melhor Filme em Língua Estrangeira “Terra de Minas” (Dinamarca) “Um Homem Chamado Ove” (Suécia) “O Apartamento” (Irã) “Tanna” (Austrália) “Toni Erdmann” (Alemanha) Melhor Documentário “Fogo no Mar” “Eu Não Sou Seu Negro” “Life, Animated” “O.J. Made in America” “A 13ª Emenda” Melhor Edição “A Chegada” “Até o Último Homem” “A Qualquer Custo” “La La Land” “Moonlight” Melhor Edição de Som “A Chegada” “Horizonte Profundo: Desastre no Golfo” “Até o Último Homem” “La La Land” “Sully: O Herói do Rio Hudson” Melhor Mixagem de Som “A Chegada” “Até o Último Homem” “La La Land” “Rogue One: Uma história Star Wars” “13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi” Melhor Desenho de Produção “A Chegada” “Animais Fantásticos e Onde Habitam” “Ave, Cesar!” “La La Land” “Passageiros” Melhores Efeitos Visuais “Horizonte Profundo: Desastre no Golfo” “Doutor Estranho” “Mogli” “Kubo e as Cordas Mágicas” “Rogue One: Uma História Star Wars” Melhor Canção Original “Audition (The Fools Who Dream)” (“La La Land”) “Can’t Stop the Feeling” (Trolls”) “City of Stars” (“La La Land”) “The Empty Chair” (Jim: The James Foley Story”) “How far I’ll Go” (“Moana”) Melhor Trilha Sonora Micha Levi (“Jackie”) Justin Hurwitz (“La La Land”) Nicholas Britell (“Moonlight”) Thomas Newman (“Passageiros”) Melhor Cabelo e Maquiagem “Um Homem Chamado Ove” “Star Trek: Sem fronteiras” “Esquadrão Suicida” Melhor Figurino “Aliados” “Animais fantásticos e onde habitam” “Florence: Quem é essa mulher?” “Jackie” “La La Land” Melhor Curta “Ennemis Intérieurs” “La femme et le TGV” “Silent night” “Sing” “Timecode” Melhor Curta de Animação “Blind Vaysha” “Borrowed Time” “Pear Cider and Cigarettes” “Pearl” “Piper” Melhor Curta de Documentário “Extremis” “41 miles” “Joe’s Violin” “Watani: My Homeland” “The White Helmets”

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    Premiação do Emmy 2017 terá novas categorias

    26 de fevereiro de 2017 /

    A organização do Emmy Awards, principal premiação da TV americana, anunciou a inclusão de duas novas categorias e algumas mudanças para a edição de 2017 de seu prêmio. As novas categorias são Melhor Supervisão Musical, que vai homenagear contribuições criativas feitas por supervisores de música, e Melhor Elenco de Reality Show, que premiará os responsáveis por formar os elencos dos programas do gênero. Além disso, a categoria de Melhor Fotografia de Série agora será dividida em duas subcategorias: para Série de Uma Hora e de Série de Meia-Hora. Outras novidades aconteceram nas categorias digitais, incluindo Melhor Programa Interativo Original. Estes novos prêmios não serão exibidos na transmissão do Emmy 2017. Eles serão apresentados, junto com os demais prêmios técnicos, no fim de semana anterior à cerimônia oficial, que neste ano acontecerá em 17 de setembro com apresentação de Stephen Colbert, âncora do programa “The Late Show with Stephen Colbert”.

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    Filme de Michael Bay tem indicado barrado no Oscar 2017 na véspera da premiação

    25 de fevereiro de 2017 /

    Um dia antes da premiação do Oscar 2017, a Academia de Artes e Ciências Cinetográficas anunciou a desclassificação de um indicado na categoria de Melhor Mixagem de Som, por “13 Horas: Os Soldados Secretos de Bengazhi”, filme de guerra dirigido por Michael Bay (“Transformers”). Segundo comunicado emitido pela instituição, o motivo foram violações das regras de campanha. O site da revista Variety apurou que um técnico de som indicado ao Oscar pelo filme, Greg P. Russell, teria telefonado para colegas que são eleitores da categoria durante a fase de indicações, para que eles soubessem do trabalho dele em “13 Horas”, o que viola as regras que impedem o lobby via ligações telefônicas. A presidente da Academia, Cheryl Boone Isaacs, afirmou que todo o processo de votação é levado muito a sério para proteger a integridade da festa. O filme de Michael Bay tinha conseguido indicação apenas nesta categoria. Mas a desclassificação de Russell, que já concorreu ao Oscar 15 vezes, não tira a produção da competição, pois o filme tem mais de um técnico indicado. Gary Summers, Jeffrey J. Haboush e Mac Ruth representarão o longa na disputa do troféu de Melhor Mixagem de Som com os técnicos de “La La Land”, “A Chegada”, “Até o Último Homem” e “Rogue One: Uma História Star Wars”. A premiação do Oscar 2017 acontece neste domingo (26/2) em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT.

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    Moonlight é o grande vencedor do “Oscar indie”

    25 de fevereiro de 2017 /

    O drama “Moonlight” foi o grande vencedor do Independent Spirit Awards, principal premiação do cinema indie, considerado o “Oscar do cinema independente americano”. O filme escrito e dirigido por Barry Jenkins conquistou todos os cinco prêmios que disputava: Melhor Filme, Direção, Roteiro, Edição e Fotografia, além do troféu Robert Altman de melhor elenco. Por causa do troféu Robert Altman, cujo vencedor é definido previamente, nenhum dos atores de “Moonlight” disputou prêmios de interpretação. Assim, Casey Affleck ficou com o troféu de Melhor Ator por “Manchester à Beira-Mar” e Isabelle Huppert com mais uma estatueta de Melhor Atriz por “Elle” – um dia depois de conquistar o César, na França. Entre os coadjuvantes, Ben Foster venceu por “A Qualquer Custo” e Molly Shannon surpreendeu com o reconhecimento a seu trabalho em “The Other People”. Dos três brasileiros que concorriam, apenas um celebrou. O produtor Rodrigo Teixeira compartilhou a vitória do filme “A Bruxa” em duas categorias, Melhor Filme de Estreia e Melhor Roteiro de Estreia. O terror é uma coprodução da empresa brasileira RT Features, de Teixeira, com estúdios americanos. “Aquarius”, de Kleber Mendonça Filho, que concorria na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira, perdeu para o alemão “Toni Erdmann”, de Maren Ade. Já “Melhores Amigos”, que concorria a Melhor Roteiro, escrito pelo americano Ira Sachs e o brasileiro Maurício Zacharias, foi um dos longas que perdeu para “Moonlight”. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Vencedores do Independent Film Awards 2017 Melhor Filme Moonlight Melhor Diretor Barry Jenkins (Moonlight) Melhor Atriz Isabelle Huppert (Elle) Melhor Ator Casey Affleck (Manchester à Beira-Mar) Melhor Atriz Coadjuvante Molly Shannon (Other People) Melhor Ator Coadjuvante Ben Foster (A Qualquer Custo) Melhor Roteiro Barry Jenkins (Moonlight) Melhor Filme de Estreia A Bruxa Melhor Roteiro de Estreia Robert Eggers (A Bruxa) Melhor Edição Joi McMillon e Nat Sanders (Moonlight) Melhor Direção de Fotografia James Laxton (Moonlight) Melhor Documentário O.J.: Made in America Melhor Filme Estrangeiro Toni Erdmann (Alemanha e Romênia) Prêmio John Cassavetes (Melhor Filme Feito com Menos de US$ 500 mil) Spa Night Prêmio Robert Altman (Melhor Elenco) Moonlight

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    Indicados ao Oscar 2017 de Melhor Filme em Língua Estrangeira divulgam manifesto contra “fanatismo” dos EUA

    25 de fevereiro de 2017 /

    A política internacional do governo de Donald Trump conseguiu uma façanha histórica, ao inspirar a união de todos os cineastas indicados na categoria de Melhor Filme em Língua Estrangeira no Oscar 2017. Pela primeira vez na história do Oscar, os candidatos estrangeiros ao troféu da Academia emitiram um comunicado conjunto de cunho político, denunciando o fanatismo americano e de outros países. Palavras duras, no tom usado pelo próprio governo americano para descrever habitantes de outros países. Leia abaixo a íntegra do manifesto, assinado pelo dinamarquês Martin Zandvliet (“Terra de Minas”), o sueco Hannes Holm (“Um Homem Chamado Ove”), o iraniano Asghar Farhadi (“O Apartamento”), a alemã Maren Ade (“Toni Erdmann”) e os australianos Martin Butler e Bentley Dean (que concorrem juntos por “Tanna”). “Em nome de todos os candidatos, gostaríamos de expressar nossa desaprovação unânime e enfática ao clima de fanatismo e nacionalismo que vemos hoje nos EUA e em tantos outros países, em parte da população e, infelizmente, entre os líderes políticos. O medo gerado pela divisão em gêneros, cores, religiões e sexualidades como meio para justificar a violência destrói as coisas de que dependemos – não apenas como artistas, mas como seres humanos: a diversidade de culturas, a chance de ser enriquecido por algo aparentemente “estrangeiro” e a crença de que os encontros humanos podem nos mudar para melhor. Essas paredes divisórias impedem as pessoas de experimentar algo simples, mas fundamental: de descobrir que nem todos somos tão diferentes. Então nós nos perguntamos: o que o cinema pode fazer? Embora não queiramos superestimar o poder dos filmes, acreditamos que nenhum outro meio pode oferecer uma visão tão profunda das circunstâncias de outras pessoas e transformar os sentimentos de desconhecimento em curiosidade, empatia e compaixão – mesmo para aqueles que eles nos dizem que são nossos inimigos. Independentemente de quem ganhar o Oscar pelo Melhor Filme em Língua Estrangeira no domingo, nos recusamos a pensar em termos de fronteiras. Acreditamos que não há melhor país, melhor gênero, melhor religião ou melhor cor. Queremos que este prêmio seja um símbolo da unidade entre as nações e a liberdade das artes. Os direitos humanos não são algo que você tem que se candidatar. Eles simplesmente existem – para todos. Por isso, dedicamos este prêmio a todas as pessoas, artistas, jornalistas e ativistas que estão trabalhando para promover a unidade e a compreensão, e que defendem a liberdade de expressão e a dignidade humana – valores cuja proteção é agora mais importante do que nunca. Dedicando-lhes o Oscar, desejamos expressar-lhes o nosso profundo respeito e solidariedade.”

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    Donald Trump avisa que não verá o Oscar 2017

    25 de fevereiro de 2017 /

    Acostumado a tuítar em tempo real as premiações da Academia antes de assumir a presidência dos Estados Unidos, Donald Trump não irá assistir a cerimônia do Oscar 2017, anunciou o porta-voz do governo Sean Spicer. “Hollywood é conhecida por estar muito à esquerda em suas opiniões”, disse Spicer, respondendo a uma pergunta na conferência de imprensa desta quinta-feira. Segundo o porta-voz, Trump e a primeira-dama, Melania, estarão recebendo convidados no Governors Ball, um evento anual da Casa Branca, no mesmo horário da cerimônia. A ironia é que, numa sequência de tuítes durante a premiação de 2015, Trump chegou chegou até a se oferecer para apresentar a cerimônia. Neste ano, são esperadas várias críticas à sua política internacional. Já no Globo de Ouro, Meryl Streep atacou o presidente em seu discurso de agradecimento, e destacou que Hollywood é formada por atrizes e atores vindos de vários países. Imediatamente, Trump foi ao seu meio de comunicação favorito, o Twitter, para chamar Meryl Streep de “uma das atrizes mais superestimadas de Hollywood”, complementando de forma típica: “Ela é uma lacaia de Hillary que perdeu feio”. O anúncio de que não assistirá o Oscar também é uma forma de evitar que ele também apanhe no Twitter, com respostas como estas.

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    Deadpool vence prêmio como Melhor Campanha Publicitária do cinema

    25 de fevereiro de 2017 /

    “Deadpool” tinha surpreendido expectativas por figurar entre os indicados de diversas premiações importantes de Hollywood, do Globo de Ouro ao Sindicato dos Roteiristas. Mas até este sábado (25/2) não tinha vencido nada. Por isso, a primeira vitória foi muito comemorada. E na categoria em que a produção realmente se excedeu, como Melhor Campanha Publicitária do ano. O filme faturou o Publicist Award 2016, conferido pela comunidade de relações públicas de Hollywood à equipe de profissionais da 20th Century Fox responsável pela publicidade da produção. A vitória, mais que merecida, ajuda a explicar como um filme de super-heróis para maiores, com humor violento e subversivo, feito por modestos US$ 58 milhões, conseguiu arrecadar US$ 132 milhões em seu primeiro fim de semana, atingindo US$ 363 milhões no mercado doméstico e US$ 783 milhões no mundo inteiro, de quebra consagrando-se como um dos maiores sucessos do cinema em 2016. O equivalente televisivo foi vencido pela série “This Is Us”, da rede NBC.

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