Olivia Rodrigo aparece amargurada em novo clipe
A cantora e atriz Olivia Rodrigo lançou um novo clipe. “Traitor” é a quinta música de seu primeiro álbum, “Sour”, e o vídeo traz a artista amargurada. Combinando imagens granuladas de 16 mmm e pixeladas de VHS, o clipe flagra Olivia alheia aos amigos com quem compartilha uma escapada noturna, mesmo nos momentos de pequenas transgressões, como a invasão de uma propriedade para pular no que parece ser a piscina de sua escola. A música é uma balada triste sobre traição e dor de cotovelo, apropriadamente influenciada pelo country. Mas a produção caprichada mostra que até no chorororô a artista mantém um ar de rebeldia, que diferencia seus lançamentos desde que “Drivers License” a apresentou como revelação pop em janeiro.
Pabllo Vittar vira cowgirl em novo clipe dançante
Pabllo Vittar lançou um novo clipe de sua fase breganejo, “Bang Bang”, em que aparece caracterizada como cowgirl para alvejar corações. A música besteirol interpola o tema do spaghetti western “Três Homens em Conflito” (1966), composto por Ennio Morricone, e encerra com um sample do tema de James Bond, de Monty Norman, para acompanhar uma letra divertida sobre um flerte de “olhar 43”. No contexto do clipe dirigido por Vinícius Cardoso, a canção também celebra a beleza e a sensualidade LGBTQIAP+, com direito a coreografia apenas de homens. “Bang Bang” faz parte do álbum “Batidão Tropical”, quarto álbum da carreira de Pabllo Vittar, que quebrou recordes do Spotify em seu lançamento.
Sofia Carson dança no deserto em novo clipe
A atriz e cantora Sofia Carson (a Evie de “Descendentes”) lançou um novo clipe de sua carreira musical. O vídeo “He Loves Me, But…” é uma produção centrada em coreografia. A gravação mostra a artista acompanhada por dançarinas no deserto, com algumas trocas de figurino e um belíssimo entardecer iluminando a cenografia mínima. A música em estilo R&B com batidas dançantes, reminiscente dos anos 1990, segue a narrativa de “Fool’s Gold”, primeiro clipe lançado neste ano sobre os relatos amorosos da artista. “O próximo capítulo da minha história”, escreveu Carson em suas redes sociais.
Olivia Rodrigo lança “ópera rock” com músicas do primeiro álbum
Olivia Rodrigo lançou seu primeiro filme-concerto. “Sour Prom” foi disponibilizado na íntegra no YouTube da jovem cantora, que após chamar atenção na série da Disney “High School Musical: A Série: O Musical” virou a sensação dos últimos meses nas paradas de sucesso dos EUA. O vídeo de meia hora de duração é uma combinação de filme e show, , uma “ópera rock” temática que acompanha Olivia por diferentes cenários e entre muitos dançarinos figurantes, sempre de microfone em punho, cantando os hits de seu álbum de estreia, “Sour”, enquanto recria uma noite de baile de formatura de high school. Com direção da dupla Kimberly Stuckwisch (produtora dos minisódios de “Stranger Things: Spotlight”) e Toby L (que dirigiu documentários das bandas Foals e Bastille), “Sour Prom” se encerra com uma apresentação de “good 4 u”, o atual sucesso global da cantora, que além de destacar o talento da jovem, também revela o tamanho de sua ambição. A artista mal começou sua carreira e já está incomodando uma diva, Courtney Love, que reclamou da imagem usada na divulgação do filme concerto, similar à capa de um disco da sua antiga banda, Hole. E é curioso observar que a apresentação de “good 4 u” também contém elementos do clipe clássico de “Smells Like Teenage Spirit” do Nirvana. Ao juntar o pop adolescente e o grunge rock, Olivia Rodrigo deixa para trás as cantoras românticas inspiradas por R&B adulto, para realizar o que Avril Lavigne foi incapaz de fazer após “Skater Boy”: retomar a rebeldia roqueira como manifesto adolescente. Representante da geração Disney+, ela se apresenta no momento em que Miley Cyrus, da geração Disney Channel, também envereda pelo rock. Agora é aguardar os próximos capítulos nas plataformas de streaming musical para ver no que isso vai dar.
Save Your Tears: Hit de The Weeknd ganha remix e clipe com participação de Ariana Grande
O cantor The Weeknd lançou um remix de “Save Your Tears”, uma versão (ainda) mais eletrônica e dançante do hit, que conta com participação especial de Ariana Grande. A nova gravação também ganhou clipe: uma animação que mostra o cantor canadense num bunker subterrâneo, construindo uma boneca de Ariana em tamanho real. Os dois já tinham gravado duas parcerias de sucesso, “Love me Harder”, lançada por Ariana em 2014, e “Off the Table”, que fez parte do consagrado disco “Positions”, da cantora, no ano passado. A versão original de “Save Your Tears” (veja aqui) integra o excelente disco “After Hours”, disponibilizado há 13 meses e que também rendeu os hits “Blinding Lights” e “In Your Eyes”. Apesar das boas vendagens, consagração em premiações (American Music Awards e MTV Video Music Awards) e coberto de elogios pela crítica, o disco foi esnobado pelo Grammy, o que fez o cantor anunciar que boicotaria a premiação “para sempre”.
Kenneth Branagh vai filmar cinebiografia dos Bee Gees
O cineasta Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) vai trocar as adaptações de Shakespeare e Agatha Christie pela música pop. Ele assinou contrato com a Paramount Pictures para dirigir um filme biográfico dos Bee Gees. O filme vai seguir o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, até sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977. O roteirista Ben Elton está escrevendo o longa, que ainda não tem título oficial. Ele e Branagh trabalharam recentemente juntos em outra cinebiografia, “A Pura Verdade”, de 2018, sobre William Shakespeare. A Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, assina a produção em parceria com a GK Films, de Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”. Barry Gibb também está listado como produtor executivo. Ele é o último membro sobrevivente da banda, após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Recentemente, os Bee Gees também foram tema de um documentário da HBO, intitulado “How Can You Mend a Broken Heart”, lançado em dezembro passado com direção de Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”).
Dandara Mariana estrela clipe dos Paralamas do Sucesso
Os Paralamas do Sucesso lançaram nesta quinta (5/3) o clipe de “Não Posso Mais”, música de Nando Reis que a banda gravou num disco de 2017 e que agora ressurge em vídeo dirigido por outro artista, o cantor Rubel. Além de dirigir, Rubel assinou o roteiro da produção, que se apresenta como um curta-metragem sobre o tema do desejo em tempos de isolamento social. As atrizes Dandara Mariana (de “A Força do Querer”) e Priscila Lima (“Brilhante F.C.”) vivem as protagonistas, duas vizinhas que se descobrem pela janela numa madrugada de insônia e começam a trocar mensagens escritas em “chamequinho” até despertar a vontade, mas, respeitando a quarentena, despedem-se sem dar “o beijo na boca” que gostariam.
Documentário de Billie Eilish faz crescer assinaturas da Apple TV+
A Apple informou à imprensa norte-americana que o documentário “Billie Eilish: The World A Little Blurry” quebrou o recorde de audiência juvenil de sua plataforma Apple TV+. Lançado na quinta-feira (25/3) em mais de 100 países, o filme fez aumentar em 33% a quantidade de novos assinantes do serviço, com o público jovem liderando a demanda. Quase metade deste público veio de fora dos Estados Unidos. Além disso, o programa foi o mais assistido da plataforma entre jovens adultos no fim de semana, incluindo nos mercados do Reino Unido, Austrália, México, Alemanha, Rússia, Holanda, França e Brasil. Para exibir o filme, a Apple precisou entrar num leilão com outras plataformas de streaming, e após o bom desempenho deve estar comemorando a aposta. “Billie Eilish: The World’s a Little Blurry” também agradou a crítica norte-americana, atingindo 98% de aprovação no Rotten Tomatoes, graças à sua abordagem sem clichês. O filme é um dos raros documentários sobre estrelas da música pop que não apresenta seu tema como um artista incompreendido e sofredor, sob pressão para ser sempre glamouroso ao vivo, embora no fundo seja gente como a gente. Cobrindo a carreira precoce da cantora desde antes da fama, dos 15 aos 18 anos de idade, quando se tornou a artista mais jovem a vencer o Emmy, o filme troca holofotes por iluminação caseira, encontrando a cantora no quarto da casa da família Eilish, onde ela construiu toda a sua carreira. Sem o menor resquício de ostentação ou glamour, o trabalho do diretor R.J. Cutler (que no ano passado fez outro ótimo documentário sobre o ator John Belushi) traça a trajetória de uma garota deprimida, que transformou a música gravada em seu quarto, com a ajuda do irmão, na casa dos pais, numa das histórias de sucesso mais improváveis deste começo de século. Veja a baixo o trailer da atração.
Robbie Williams vai ganhar cinebiografia do diretor de O Rei do Show
O cantor Robbie Williams vai ganhar uma cinebiografia, após o sucesso de “Rocket Man” e “Bohemian Rhapsody”. Mesmo sem ter uma trajetória comparável a Elton John e Freddie Mercury, o autor dos hits “Angels” e “Rock DJ” terá sua história contada num filme dirigido por Michael Gracey, diretor do musical “O Rei do Show”. Descrito como “um conto de amadurecimento”, o filme vai se chamar “Better Man” e mostrará o cantor desde o começo da carreira, como integrante da boy band Take That, até sua ascensão à fama como cantor solo. Segundo o diretor, “Better Man” não será como “Rocket Man” ou “Bohemian Rhapsody” porque Williams era “um homem comum que sonhou alto e cujos sonhos o levaram a um lugar incrível”. “Ele não é o melhor cantor ou dançarino e, mesmo assim, conseguiu vender 80 milhões de discos. Você se identifica com esse cara que não se vê como extremamente talentoso, embora, é claro, ele seja.” Além de dirigir, Gracey também assina o roteiro com Oliver Cole e Simon Gleeson. E, por enquanto, o projeto existe apenas no papel. “Better Man” ainda não tem estúdio ou plataforma definidos para seu financiamento e distribuição.
Zayn Malik lança clipe infantil para música obscena
Zayn Malik, ex-integrante do One Direction, divulgou o clipe de “Vibez”, em que aparece sozinho em palcos decorados com diferentes cenários coloridos – construções que imitam papelão e o estilo de programas infantis clássicos como “Vila Sésamo”. A jornada cenográfica inclui uma aparente viagem surreal para o Ártico, mas abre e termina no mesmo quarto-sala de desenho animado. O clima infantil do vídeo dirigido por Ben Mor (colaborador constante do Black Eyed Peas) é um grande contraste para a letra da canção, repleta de palavrões e obscenidades, a ponto de lembrar as músicas proibidas para menores dos rappers mais machistas dos EUA. Contrastando com as “bitches”, “dicks” e “hoes” ainda há a voz artificial murmurante do cantor – o efeito vocal mais genérico do pop atual. Enfim, nada parece combinar com nada. A música faz parte do álbum “Nobody Is Listening”, que Zayn jura ser seu “trabalho mais pessoal” e será lançado em 15 de janeiro.
Anitta e diretores de Modo Turbo quebram pau
Com 16 milhões de visualizações no YouTube e recorde histórico como a maior estreia do Spotify Brasil, “Modo Turbo”, gravação de Luísa Sonza com participações de Anitta e Paulo Vittar, é um dos maiores sucessos do pop brasileiro recente. Mas em vez de comemorar, os envolvidos no clipe do projeto estão quebrando o pau. Tudo começou quando, ao responder a dúvida dos fãs sobre a superprodução audiovisual do vídeo no Stories do Instagram, um dos diretores da Alaska Filmes, formada por Gustavo Moraes e Marco Lafer, soltou indiretas para as estrelas do projeto. Sem citar nomes, contou que foi complicado “lidar com o ego e falta de caráter de uma celebridade em específico”. A conversa também identificou Anitta como seu alvo, quando alguém perguntou se ela era “escrota mesmo como falam por aí”: “O que posso dizer é que a gente discorda completamente da conduta profissional da Anitta. Nunca destratei ninguém da minha equipe, simplesmente não entendo por que alguém escolhe deliberadamente tratar mal as pessoas”. A conversa seguiu. “A premissa chegou pra gente por meio da Anitta. Ela teve essa ideia de que a Pabllo, Luísa e ela chegariam no Arcade, encontrariam uma máquina de dança. A partir desse embrião, demos mais contorno pra ideia. Assim que gostamos de trabalhar: contribuindo com ideias que tragam ação, mistério, coisas divertidas para a narrativa”, explicou. “Porque, afinal, acreditamos na colaboração. Para ficar legal, precisa ter muita gente trocando ideia, com respeito da equipe. Ninguém faz nada sozinho”, frisou Marco, marcando Anitta na publicação em que falava sobre colaboração” Luisa Sonza imediatamente reagiu, defendendo Anitta. “Estou desapontada com o posicionamento e a falta de profissionalismo da produtora Alaska filmes. Sabemos como homens se sentem quando uma mulher bem sucedida e poderosa se impõe e é clara com o que ela quer, infelizmente”, tuitou a cantora. Anitta também foi às redes sociais rebater as críticas. “Acho que as pessoas escolheriam poupar sua energia se soubessem minha reação quando vejo falando mal de mim depois que já não está mais na minha presença”, disparou no Twitter. Ela também comentou no tuíte da amiga, dizendo estar envergonhada de ter indicado a empresa para dirigir o clipe. “E eu só a vergonha de ter te falado pra fazer com eles, miga”, escreveu a morena. “Amiga, pelo menos o clipe ficou bonito, o resto, amor, que se exploda”, respondeu a loira. Mais tarde, no Instagram, a cantora que teve seus barracos registrados na série “Made in Honório”, da Netflix, reclamou. “Não tenho um segundo de paz. Não posso nem ter um Natal com a minha família”, disse ela, que está passando férias no México com familiares e amigos. Em seguida, postou uma série de Stories, contando que os problemas começaram após os diretores do duo Alaska descartarem a ideia original das artistas para o clipe. “A Luisa me pediu, e eu dei uma ideia que não era essa, era uma ideia de gamer etc, mas era outra coisa, que tinha mais a ver com o cenário de hoje em dia, para a gente conseguir reverberar em outras campanhas, contratos. Visando outros públicos que não o que já temos. Não estou falando que o clipe está feio, estou falando que minha ideia foi outra”, ressaltou Anitta. Em seguida, ela explicou que foi falar com os diretores a pedido de Luisa e que em nenhum momento foi grossa com eles. “Eu sei que não sou uma pessoa fácil de lidar. Porém nesse dia fui uma princesinha”, disse. “Normalmente se o clipe é meu, eu não me meto. Mas eu fui princesa, fui fofa, por isso que ela [Luisa] foi me defender. Eu fui fofa porque eu estava com vergonha, porque eu tinha falado para ela contratar essa produtora e não estava sendo do jeito que falei. Eu estava pagando de maluca. Nem tinha como não ser fofa”. “Dias antes de o clipe sair, chegamos à conclusão que nos arrependemos. Não está feio, está uma ideia que não é a que a gente queria”, continuou. Ela ainda afirmou que houve atraso nas gravações e que os diretores não mostraram a edição para elas – mas não pretendia vir a público falar sobre o caso, até que soltaram uma crítica em sua direção. “Estava calada na minha e fui chamada para ficar dando opinião, aí desculpa, vou falar. Foi cutucar a minha onça no Natal, na data que eu mais gosto do ano, com a minha família fazendo pavê. Eu falei que estava tudo ruim, falei mal de todo o trabalho, mas juro que falei com uma educação… estou com raiva de ter falado com tanta educação. Pegaram a minha ideia, jogaram no lixo e fizeram outra coisa”. pra quem não entendeu nada pic.twitter.com/Xe7tTql1uE — α l l α n 🐝 (@loveforluan) December 24, 2020 E eu só a vergonha de ter te falado pra fazer com eles, miga 😬 — Anitta (@Anitta) December 24, 2020
Clipe que junta Luísa Sonza, Anitta e Pabllo Vittar é um verdadeiro evento
Luísa Sonza se juntou a Anitta e Pabllo Vittar no clipe de “Modo Turbo”, uma superprodução inspirada no universo dos videogames, que teve até entrevista coletiva para seu lançamento. Dirigido por Gustavo Moraes e Marco Lafer – que assinam como Alaska, trabalham com publicidade e fizeram há quatro anos um belo clipe animado da banda O Terno – , “Modo Turbo” começa com o trio poderoso adentrando um arcade abandonado, onde encontram um jogo de desafio de dança. Mas ao iniciar o “modo turbo”, eles são sugados para dentro do jogo, adquirindo visual típico dos animes e superpoderes para enfrentar um vilão gigante, utilizando-se da força de suas coreografias. A estética reflete uma guinada gamer recente de Anitta, que trouxe a ideia para as colegas. “Eu já tava tão imersa nessa realidade que eu já sonhava em desenho animado… Falei que a gente pode usar essas roupas, esses looks pra vender, se alguma marca se interessar”, revelou a cantora durante a entrevista coletiva do lançamento. Pabllo Vittar, claro, sempre demonstrou sua afinidade pelos animes, vestindo-se como personagens de desenhos famosos em shows e até no Carnaval. E Sonza já tinha flertado com colorido do k-pop no clipe de “Toma”. Repleto de efeitos visuais, o clipe teria custado R$ 1,5 milhão, e em três horas após seu lançamento (às 21h de 21/12) já tinha sido visto por mais de 2 milhões de pessoas só no YouTube. Mas que uma música e um vídeo, a parceria virou um evento. Afinal, trata-se da primeira vez que Anitta e Pabllo Vittar retomam sua parceria após o sucesso de “Sua Cara” e um período de distanciamento por conta de um desentendimento. Mas a gravação é particularmente importante para Sonza, que, como lembrou, “há três anos estava fazendo cover delas”. A música fará parte do próximo álbum de Luísa, que ainda não fechou repertório e nem tem data de lançamento prevista por enquanto. Mas sinaliza um momento especial para a cantora, que comemora o fato de gravar com as duas maiores cantores do pop brasileiro atual. “Cheguei lá”, ela vibrou, durante a coletiva.
Whitney Houston vai ganhar cinebiografia com atriz de Star Wars
Whitney Houston será a próxima cantora a ganhar cinebiografia nos cinemas. Com uma vida e carreira cheia de altos e baixos, vários sucessos musicais, como “I Will Always Love You” e “How Will I Know”, além de um casamento tumultuado e um envolvimento conhecido com drogas, Whitney terá sua história escrita pelo roteirista Anthony McCarten, que dividiu opiniões ao tomar inúmeras liberdades com a vida de Freddie Mercury em “Bohemian Rhapsody”. Intitulado “I Wanna Dance With Somebody”, o filme da Sony terá direção de Stella Meghie (“A Fotografia”) e já definiu a intérprete da cantora: a atriz Naomi Ackie (a Jannah de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”). Em comunicado, a cineasta abordou o processo de seleção de elenco e o que lhe chamou atenção na atuação de Ackie: “Passamos a maior parte do ano passado em uma busca exaustiva por uma atriz que pudesse encarnar Whitney Houston. Naomi Ackie nos impressionou em todas as fases do processo. Fiquei comovida com sua capacidade de capturar a presença de palco de um ícone global, enquanto trazia humanidade para sua vida interior ” Clive Davis, um dos produtores do filme – e da carreira musical da cantora – , também elogiou a performance da atriz, dizendo que não imagina melhor escolha para o papel. “Todos os fãs de Whitney têm um apetite pela perfeição quando se trata de Whitney e seu legado. Transformar alguém em um ícone incomparável é virtualmente impossível, mas com consideração cuidadosa, Naomi Ackie foi selecionada com base em suas performances de qualidade e seu profundo compromisso em emergir como a mulher que todos nós amamos”, disse Davis. Ackie recebeu reações positivas até da cunhada da cantora, Pat Houston, que também participa da produção. A atriz foi vencedora do BAFTA TV 2020 como Melhor Coadjuvante por seu papel em “The End of the F *** Ing World”, da Netflix. Ela também esteve em “Star Wars: A Ascensão Skywalker” e na coleção de filmes de Steve McQueen para a Amazon, “Small Axe”. “I Wanna Dance with Somebody” tem previsão de estreia para 2022.












