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    Brexit: Benedict Cumberbatch tira Reino Unido da União Europeia em trailer impressionante

    16 de dezembro de 2018 /

    A HBO divulgou o primeiro trailer de “Brexit”, filme sobre o plebiscito britânico que resultou na saída do Reino Unido da União Europeia. A trama acompanha o homem por trás da campanha do Brexit, interpretado por Benedict Cumberbatch (“Doutor Estranho”). E a forma como seu discurso e estratégia se desenvolvem na prévia se mostram absolutamente relevantes para entender as mudanças rumo à direita e ao conservadorismo que varrem o mundo nos últimos anos – inclusive o Brasil. “Brexit” se descortina como mais um trabalho impressionante de caracterização de Cumberbatch, que aparece muito diferente em cena, assinalando uma tendência curiosa: que seus melhores desempenhos recentes estão sendo reservados para a televisão – veja-se, por exemplo, “Patrick Melrose”. Ele interpreta Dominic Cummings, o estrategista principal da campanha “Vote Leave”, que defendia a saída do Reino Unido da União Europeia. Produzido pelo Channel 4 britânico, “Brexit” também traz em seu elenco os atores Rory Kinnear (“007: Operação Skyfall”), John Heffernan (“The Crown”), Liz White (“A Mulher de Preto”) e Kyle Soller (“Poldark”). O roteiro foi escrito pelo dramaturgo James Graham, que atualmente prepara uma nova versão do clássico sci-fi “1984”, e a direção é de Toby Haynes, responsável pelo episódio “USS Callister” da série “Black Mirror” – que venceu o Emmy 2018 como Melhor “Telefilme”. A exibição vai acontecer em 19 de janeiro.

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    Sean Penn está filmando documentário sobre jornalista assassinado na embaixada saudita da Turquia

    5 de dezembro de 2018 /

    O ator Sean Penn está filmando um documentário sobre o jornalista saudita Jamal Khashoggi, assassinado há dois meses no consulado da Arábia Saudita na Turquia. Ele viajou para Istambul, onde foi flagrado pela mídia turca registrando imagens diante da porta do consulado, onde o repórter, crítico do governo saudita e colaborador do jornal Washington Post, foi morto em 2 de outubro. Vídeos do ator conversando com um cinegrafista no local podem ser vistos abaixo. O assassinato de Khashoggi causou uma onda de indignação mundial e manchou a imagem da Arábia Saudita. O príncipe herdeiro Mohamed ben Salman nega qualquer envolvimento no crime. Mas investigações da CIA teriam confirmado que ele foi o mandante. Nesta quarta-feira, o procurador-geral da Turquia pediu a detenção de duas pessoas próximas a Mohamed ben Salman, suspeitas de participação no assassinato de Jamal Khashoggi. O presidente turco Recep Tayyip Erdogan solicitou diversas vezes, em vão, a extradição dos suspeitos detidos pela Arábia Saudita, que insiste que o julgamento deve acontecer em seu território. No mês passado, o procurador-geral saudita anunciou acusações contra 11 pessoas e pediu a pena de morte para cinco réus.

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  • Etc

    Millie Bobby Brown vira a mais nova embaixadora da boa vontade da história da ONU

    21 de novembro de 2018 /

    Millie Bobby Brown, estrela adolescente da série “Stranger Things”, tornou-se a mais jovem embaixadora da boa vontade da história para a agência de proteção às crianças das Nações Unidas, a Unicef. Ela foi nomeada na terça-feira (20/11) e deverá abordar os assuntos bullying e pobreza em seu novo papel. A atriz de 14 anos, que também é a pessoa mais jovem a figurar na lista das 100 pessoas mais influentes do mundo da revista Time, foi apontada para o papel na sede da ONU para marcar o dia mundial da Criança, disse a agência. “É um sonho realizado”, disse Brown em nota. “Estou ansiosa para me encontrar com todas as crianças e jovens que conseguir, para ouvir suas histórias, e falar em nome deles.” Brown foi indicada duas vezes para o Emmy por seu papel na série “Stranger Things”, da Netflix, uma garota chamada Eleven, que tem superpoderes e ajuda seus amigos a enfrentar monstros. Ela já falou abertamente no passado sobre o bullying e chegou a apagar sua conta no Twitter em 2017, depois que gays passaram a “brincar” de atribuir comentários odiosos à sua pessoa. A Unicef disse que em seu novo papel ela irá ajudar a criar consciência para os direitos da criança e para outras questões ligadas aos jovens, incluindo o acesso à educação, o impacto da violência, bullying e pobreza. “As crianças são os principais defensores de si mesmas. Eu sei que Millie irá utilizar sua paixão e sua dedicação para defender os direitos de crianças em situação de vulnerabilidade e dos jovens em todo lugar do mundo”, disse Henrietta Fore, diretora executiva da Unicef em um comunicado. Brown se junta a uma lista de embaixadores da boa vontade da Unicef que inclui o ex-capitão da seleção inglesa de futebol David Beckham, os atores Orlando Bloom, Jackie Chan e Liam Neeson e os cantores Ricky Martin e Shakira.

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  • Filme

    Menino que dublou Viva: A Vida É uma Festa vira imigrante ilegal em trailer de filme da HBO

    14 de novembro de 2018 /

    A HBO divulgou fotos e o trailer de “Icebox”, filme dramático e bastante atual sobre o tratamento dado aos menores imigrantes ilegais nos Estados Unidos. A trama conta a história de um menino hondurenho de 12 anos que, ao ser detido pela imigração americana, é imediatamente colocado em um centro de detenção temporário e passa a ser tratado como um presidiário. O título, que significa literalmente “caixa de gelo”, é na verdade um trocadilho com a ICE (a sigla do departamento de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos) e o cubículo em que o menino é jogado. O protagonista é vivido por Anthony Gonzalez, garoto de 14 anos que ficou mundialmente conhecido como a voz original de Miguel na animação “Viva: A Vida É uma Festa” (Coco, 2017) da Disney-Pixar. Sua escolha para o papel é bastante simbólica, já que o drama contrasta totalmente com a alegria e exaltação da cultura latina vista no outro filme. O elenco também inclui Vicent Fuentes (“Better Call Saul”), Johnny Ortiz (“A Justiceira”) e Genesis Rodriguez (“Time After Time”). Escrito e dirigido por Daniel Sawka, “Icebox” é baseado no curta-metragem de mesmo nome, premiado no AFI Fest de 2016, e teve sua première mundial no Festival de Toronto, ocasião em que foi bastante elogiado pela crítica norte-americana. A estreia está marcada para 7 de dezembro na HBO americana.

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  • Filme

    Polícia Federal: A Lei É Para Todos vai virar trilogia com impeachment de Dilma, prisão de Lula e eleição de Bolsonaro

    14 de novembro de 2018 /

    O filme “Polícia Federal: A Lei É Para Todos” vai virar trilogia. O produtor Tomislav Blazic revelou seus planos ao UOL, contando que o segundo filme mostrará a prisão de Lula e o terceiro repercutirá a eleição de Jair Bolsonaro, com o juiz Sergio Moro alçado a Ministro da Justiça. A história de “Polícia Federal – A Lei é Para Todos 2” mostrará os eventos ocorridos logo depois do final do primeiro filme. Dentre os fatos previstos estão o impeachment da então presidente Dilma Rousseff e a prisão do ex-presidente Lula. “Quando o Lula foi preso, nós estávamos na porta da Polícia Federal, em Curitiba, e gravamos, do lado de fora, a chegada do ex-presidente. Possivelmente usaremos essas cenas no final do filme”, adiantou Blazic. Também entrarão no longa as investigações e prisões do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, e do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, a morte do Ministro do Supremo Teori Zavascki, a gravação da conversa entre Joesley Batista e Michel Temer e as acusações contra o senador Aécio Neves. Já o projeto do terceiro filme mostraria a eleição de Jair Bolsonaro e novos desdobramentos da Lava Jato. “Ainda acho muito cedo apontar qual será o roteiro do filme, mas, sim, está tudo encaminhado para mostrarmos o Moro no Ministério da Justiça”. O orçamento dos dois próximos filmes gira em torno de R$ 16 milhões, cada um. As filmagens da parte 2 deverão começar em março e o lançamento poderá ocorrer ainda no segundo semestre do ano que vem, com a parte 3 prevista para 2020. O diretor e o roteirista deverão ser os mesmos, Marcelo Antunes e Gustavo Lipsztein. Mas há dificuldade de reunir o elenco original. Dos atores já confirmados estão Bruce Gomlevsky e Rainer Cadete. “Sobre o restante do elenco, ainda precisamos conciliar as agendas”. No primeiro filme, o papel de Sérgio Moro foi interpretado por Marcelo Serrado, mas o nome dele ainda não está confirmado na continuação. Ao contrário do filme original, feito sem dinheiro público, o segundo longa que conta a história da operação Lava Jato foi autorizada a captar R$ 13,7 milhões por meio da Lei do Audiovisual. Para Blazic, as pessoas que criticavam o uso do dinheiro público no filme achavam que ele iria fazer um filme com viés partidário contra a esquerda. “Depois de lançado, o público percebeu que falávamos da corrupção. Mas além do PT tem também o PMDB, o PSDB”, explicou. “Agora, ninguém poderá questionar as nossas questões partidárias. Na verdade, quem berra sobre as leis de incentivo são os acusados”. Para o produtor, a Lei do Audiovisual é importante para a área. “Sem ela, não se faz filmes. No primeiro filme, quando tomamos a decisão de não usar a lei, fiquei com medo de não conseguir bancar. O filme foi muito criticado. A gente sabia que iria sofrer ataques, mas hoje sabemos que estamos no caminho certo”, contou. “Polícia Federal: A Lei É Para Todos” foi um dos títulos brasileiros mais vistos em 2017, com 1,3 milhão de espectadores, segundo dados da empresa Filme B.

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  • Etc

    Astros de Hollywood chamam Trump de “demente” e “vergonha nacional” após tuíte sobre incêndio na Califórnia

    10 de novembro de 2018 /

    Os incêndios florestais de proporções assustadoras, que arrasam a região do sul da Califórnia desde a noite de quinta (8/11), viram mais um motivo para o enfrentamento entre Hollywood e o Presidente Trump. Como é de praxe, em vez de expressar sua solidariedade às vítimas de nova tragédia nacional, Trump usou seu Twitter para apontar culpados e fazer ameaças. E isso gerou revolta generalizada entre artistas que perderam tudo no incêndio ou conheciam pessoas afetadas pelo desastre. “Não existe nenhuma razão para esse massivo, mortal e caro incêndio florestal fora a péssima administração do governo da Califórnia sobre suas florestas. Bilhões e bilhões de dólares são disponibilizados todos os anos. Muitas vidas foram perdidas, tudo devido à má administração. Arrumem isso já ou não vão receber mais verbas do Governo Federal”, escreveu o presidente na rede social. Entre as reações à postagem fria, pessoas lembraram que, embora Trump tenha tentado culpar o governador do Partido Democrata pela tragédia, a culpa era na verdade do Partido Republicado e de seu próprio governo, já que os incêndios se espalharam em região sob administração federal e as verbas de prevenção estão bloqueadas pelo Partido Republicano em comissões do Congresso nacional. Isso bastou para ele ser chamado de incompetente, despreparado, desinformado, incapaz, “demente” (na descrição da diretora Ava DuVerney), “enganador” (no Twitter do ator Brad Whitford), “vergonha nacional” (na definição do compositor John Legend) e precipitar pedidos de Impeachment. Não bastasse a precipitação na distribuição de culpa, o bullying insensível irritou profundamente a comunidade de artistas que reside na região afetada. “Essa é uma resposta completamente sem coração. Nem tem política envolvida nisso. São apenas famílias americanas perdendo suas casas e sendo obrigadas a evacuar para abrigos”, escreveu a cantora Katy Perry. “Pare de reproduzir a frieza com qual o seu pai lhe tratava. Você não é Fred Trump e não tem mais dez anos de idade. Pare com isso, sua pessoa horrível. Pelo menos finja que tem humanidade”, disparou a comediante Sarah Silverman. Confira o tuíte de Trump e as reações abaixo: There is no reason for these massive, deadly and costly forest fires in California except that forest management is so poor. Billions of dollars are given each year, with so many lives lost, all because of gross mismanagement of the forests. Remedy now, or no more Fed payments! — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) November 10, 2018 This is an absolutely heartless response. There aren’t even politics involved. Just good American families losing their homes as you tweet, evacuating into shelters. https://t.co/DJ4PN26bLZ — KATY PERRY (@katyperry) November 10, 2018 Stop re-enacting your father’s coldness toward you. You’re not Fred Trump and we aren’t 10 year old you. Stop it, you shitty shitty person. Feign humanity. https://t.co/upobfKZgLM — Sarah Silverman (@SarahKSilverman) November 10, 2018 This man is demented. Never stop saying it. https://t.co/EmjA7gLoVA — Ava DuVernay (@ava) November 10, 2018 You’re a con man. You have no humanity. #DonTheCon https://t.co/b5BWd2NwDQ — Bradley Whitford (@WhitfordBradley) November 10, 2018 Our National Embarrassment can't bring himself to show some empathy to Californians dealing with a horrific disaster. https://t.co/WwLA7UTI8c — John Legend (@johnlegend) November 10, 2018 Maybe Trump would like to see what would happen if California threatened to withhold out federal taxes- https://t.co/WdFRhei740 — Patricia Arquette (@PattyArquette) November 10, 2018

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  • Série

    Netflix mata e enterra Francis Underwood num cemitério da Carolina do Sul, nos EUA

    9 de novembro de 2018 /

    Francis Underwood está morto e enterrado, literalmente. Em uma ação para promover a última temporada da série “House of Cards”, a Netflix colocou uma lápide com o nome de Underwood num cemitério da cidade de Gaffney, na Carolina do Sul (EUA), terra natal do personagem. A lápide se encontra nos arredores do Oakland Cemetery, e fãs podem visitá-la e tirar fotos. O centro de turismo de Gaffney, animado com a ação, pediu para os fãs enviarem suas fotos para um e-mail (events@getintogaffney.com) a fim de serem compartilhadas com a equipe da Netflix. Não foi esclarecido o que a plataforma vai fazer com as imagens. O local ficará aberto para o público até o sábado (10/11). Quando a morte de Underwood foi anunciada, antes do lançamento da 6ª temporada de “House of Cards”, o principal jornal de Gaffney publicou até um obituário do “presidente”, descrito como “um patriota que não deixou nada impedi-lo de servir seu país”. A morte de Underwood foi revelada em um teaser lançado meses antes dos episódios da temporada. Esta foi a solução encontrada pelos roteiristas para explicar o sumiço do personagem após a demissão do ator Kevin Spacey, que o interpretava. Spacey foi denunciado por diversas pessoas por assédio e abuso sexual, entre elas funcionários da equipe da própria série.

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  • Etc

    Sacha Baron Cohen volta a viver Borat para zoar eleitores de Trump na TV americana

    7 de novembro de 2018 /

    Sacha Baron Cohen retomou seu personagem Borat para zoar os eleitores de Trump, numa gravação ao estilo do filme de 2006, exibida no programa “Jimmy Kimmel Live!” na noite de terça-feira (6/11). Ele voltou ao famoso bigode e guarda-roupa beje do repórter do Cazaquistão para apoiar o partido do presidente Trump em locais de votação marcados por eleitores conservadores, no dia em que aconteceram eleições nos Estados Unidos. Veja abaixo. Em sua primeira visita a um eleitor de Trump, uma mulher atendeu a porta, o que levou Borat a perguntar sobre o “homem da casa”. Quando a mulher respondeu que só ela estava em casa, ele quis saber: “Há alguém nesta casa que possa votar?” Quando ela disse que podia, ele respondeu: “Não é contra a lei? Hm”. No decorrer da conversa, a mulher provou ser uma defensora da polêmica política de “tolerância zero” da Trump, que separava as crianças que haviam entrado ilegalmente nos EUA de seus pais. “É como um acampamento”, disse ela a Borat. “Trump os alimenta três vezes ao dia como ele faz com seus próprios filhos”. Ela chamou Trump de “humanitário”. Em outra parada, um defensor de Trump corrigiu a forma como Borat chamava Trump de “Premier”. “Bem, é o presidente Trump”, disse ele. Borat pressionou o homem sobre se considerava Trump racista, mas o homem afirmou que ele não era. “Eu sou racista e ele é bonzinho”, disse Cohen. No final, ele pediu para usar o banheiro do homem e reapareceu vestindo apenas uma toalha e escovando os dentes. Borat subseqüentemente foi a área de votação. “É bom ver a democracia em ação. Só que não”, afirmou. Citando pesquisas de que a maioria dos judeus americanos votam em democratas, ele colocou bacon nas calçadas e tentou impedir um judeu ortodoxo. “Você não passará”. O homem não lhe deu atenção. Ele também perguntou a um homem perto do local de votação se ele votou “republicano ou judeu” e, em seguida, fez uma pergunta sobre os órgãos genitais de Melania Trump que o homem se recusou a responder. Borat terminou sua aparição, chamando o programa de Kimmel. “Agora, é com você, Jimmy, seu pequeno elitista, porta-voz judeu globalista de Hollywood”. Desde o fenômeno de popularidade do filme de Borat, baseado no personagem criado por Cohen no programa britânico de TV “The Ali G Show”, ele só tinha revivido o personagem uma única vez, e também foi em “Jimmy Kimmel Live!”, em 2015. Neste ano, ele voltou a chamar atenção com seus personagens inusitados no programa “Who Is America?”, em que levou políticos de direita a passarem verdadeiros ridículos, em pegadinhas que entraram para a história da televisão americana.

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  • Série

    Russell Crowe aparece completamente transformado em fotos de sua primeira série americana

    6 de novembro de 2018 /

    O ator Russell Crowe (“A Múmia”) foi flagrado pelos paparazzi caracterizado para sua primeira série americana, “The Loudest Voice”. E as imagens revelam uma transformação completa. Irreconhecível, ele aparece idoso, gordo, careca, de óculos e andando com o auxílio de uma bengala no papel de Roger Ailes, o polêmico fundador da rede de notícias Fox News. A produção é baseada no livro homônimo de Gabriel Sherman, que narra a trajetória e a queda do magnata da mídia vivido por Crowe. E foi criada pelo Sherman em parceria com Tom McCarthy, que venceu o Oscar de Melhor Roteiro por “Spotlight”, trabalho também focado numa história sobre bastidores do jornalismo. A produção é de Jason Blum, mais conhecido como produtor de filmes de terror bem-sucedidos, como “Corra!” e “Fragmentado”. A adaptação vai ar em 2019 no canal pago Showtime e destacará os últimos anos de Ailes, que se tornou uma das figuras mais poderosas da política e da mídia norte-americana ao transformar o canal Fox News em uma voz enfática dos conservadores. Em julho de 2016, Gretchen Carlson, uma ex-Miss norte-americana que participou do popular programa matutino “Fox and Friends” antes de ganhar sua sua própria atração, entrou com um processo por assédio contra Ailes, acusando-o de prejudicar sua carreira ao se ver rejeitado. Duas semanas depois, Ailes foi afastado da emissora com uma indenização milionária. Ele morreu logo em seguida, em maio de 2017. Vencedor do Oscar por “Gladiador”, em 2001, Crowe só tinha trabalhado em séries no começo da carreira, em pequenos papéis na TV australiana antes de vir para Hollywood. Ele estreou como ator há cerca de três décadas com uma participação de quatro episódios na interminável novela australiana “Neighbours” – exibida até hoje. Já o papel de Gretchen Carlson será vivido pela atriz inglesa Naomi Watts (“A Série Divergente: Convergente”).

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  • TV

    SBT lança campanha com slogans e músicas da ditadura militar

    6 de novembro de 2018 /

    Nesta terça (6/11), dia em que o Congresso Nacional realizou sessão solene em homenagem aos 30 anos da Constituição da República, a rede SBT começou a exibir uma série de peças publicitárias exaltando o Brasil com slogans e músicas associadas à ditadura militar. Nos anúncios, a emissora mostra as cores da bandeira nacional e pontos turísticos do país, acompanhados por diferentes hinos. Até o hino da Marinha é utilizado. E ao final, surgem frases que marcaram época, no pior sentido. Em um dos anúncios, o locutor exalta “Brasil: ame-o ou deixe-o”, ao som do Hino Nacional. A frase foi um dos maiores slogans da ditadura militar (1964-1985) e atacava quem se opunha ao regime. Ela foi criada durante governo do general Emílio Garrastazu Médici (1969-1974), quando houve recrudescimento da repressão no país, resultando em 98 assassinatos de dissidentes políticos – segundo relatório da Comissão Nacional da Verdade. Também fazem parte da campanha comerciais com a música “Eu Te Amo, Meu Brasil”, composta pela dupla Dom & Ravel e considerada trilha sonora da ditadura, e com a marchinha “Pra frente Brasil”, composta por Miguel Gustavo como tema da seleção brasileira na Copa do Mundo de 1970. Outras trilhas incluem “Cisne Branco”, hino da Marilha, o Hino da Independência e o Hino à Bandeira, que é tocado pela banda militar das Forças Armadas durante a cerimônia de troca da Bandeira na Praça dos Três Poderes. Procurado pelo UOL, o SBT confirmou a autoria das peças publicitárias, “mas não vai se pronunciar por questões estratégicas”. As campanhas com slogans e músicas da ditadura coincidem com a eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República e, de acordo com o colunista Flávio Ricco, fazem parte de uma estratégia de aproximação do canal ao novo presidente. Ainda segundo o colunista do UOL, Silvio Santos, dono do SBT, estaria disposto até a retomar o programa “Semana do Presidente”, boletim custeado pelo governo exibido durante mais de 20 anos. O apresentador nunca escondeu seu apreço ao general João Figueiredo, que entregou-lhe a concessão do canal lançado em 19 de agosto de 1981. Ironicamente, o SBT foi a primeira emissora a produzir uma novela ambientada na ditadura militar, incluindo cenas de tortura e repressão a opositores: “Amor e Revolução” (2011). A inciativa da campanha foi execrada por políticos e partidos de esquerda nas redes sociais. Manuela D’Ávila, candidata a vice-presidente na chapa de derrotada de Fernando Haddad, escreveu no Twitter: “‘Eu te amo, meu Brasil, eu te amo, meu coração é’ e ‘Brasil: ame-o ou deixe-o’ são propagandas da ditadura militar. Nós amamos o Brasil. O de todas as cores, credos e opiniões políticas. Enaltecer a ditadura não é amar ao Brasil, mas repugnar a democracia e as conquistas da Constituição de 88. ‘Brasil, ame-o ou deixe-o’ não é sobre amor e patriotismo. É sobre a violência do exílio e do desterro. Tirem o cavalinho da chuva: vamos ficar, lutar e defender a democracia. Por amor ao Brasil”. O PSOL chamou os anúncios de “vergonha” e citou um dos programas mais famosos de Silvio em seu repúdio: “SBT e Silvio Santos escolhem as verbas publicitárias ao invés da dignidade democrática. Uma vergonha a utilização do slogan ‘Brasil, ame-o ou deixe-o’, símbolo da ditadura militar. Topa tudo por dinheiro?”.

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  • Música

    Pharrell Williams proíbe Trump de usar a música Happy em seus comícios

    30 de outubro de 2018 /

    O cantor e compositor Pharrell Williams se manifestou contra o uso da sua canção “Happy”, indicada ao Oscar em 2014, em eventos do presidente dos EUA Donald Trump. Os advogados do cantor enviaram uma carta exigindo que a equipe da Casa Branca pare de usar o hit. Williams fez objeção especial ao uso de “Happy”, com sua mensagem otimista, em um comício do presidente realizado no sábado (27/10), na cidadezinha de Murphysboro, interior dos EUA, mesmo em que 11 pessoas foram mortas em um tiroteio dentro de uma sinagoga em Pittsburgh. “Não há nada ‘feliz’ (‘happy’) sobre a tragédia infligida ao nosso país no sábado, e ninguém garantiu permissão para que você usasse a faixa para propósitos de campanha”, diz a carta. “Pharell não deu e não dará permissão para você usar nenhuma de suas músicas em eventos de campanha. O uso de ‘Happy’ sem essa permissão fere os seus direitos autorais”, continuam os advogados, ameaçando processo caso a canção da trilha do filme “Meu Malvado Favorito 2” seja mais uma vez usada por Trump. Robert Bowers, o atirador da sinagoga em Pittsburgh, foi apreendido pouco depois do acontecido pela polícia. Ele se assumiu simpatizante de Trump, como o homem que enviou cartas-bombas à imprensa, artistas e políticos democratas, também preso na semana passada. Após esse fato ser citado pela imprensa, Trump disse que a imprensa que espalhava “fake news” era “inimiga do povo” americano.

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  • Filme

    Aaron Sorkin vai dirigir projeto antigo de Spielberg sobre julgamento de ativistas contra a Guerra do Vietnã

    26 de outubro de 2018 /

    Aaron Sorkin, premiado com o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por “A Rede Social”, foi escolhido por Steven Spielberg para assumir o filme “The Trial of the Chicago 7”, projeto que ele tenta tirar do papel desde 2007. Sorkin, que também criou as séries “The West Wing” e “The Newsroom”, estreou como diretor em “A Grande Jogada”, lançado no ano passado. Spielberg gostou do resultado e decidiu entregar-lhe o projeto, que ele próprio pretendia dirigir. A produção chegou a ser alinhada em 2008, mas a grave dos roteiristas fez Spielberg mudar seu foco para outro trabalho e o longa acabou ficando no limbo. A trama acompanha o julgamento de sete ativistas anti-Guerra do Vietnã que foram presos e julgados pelo governo dos Estados Unidos em 1969. O julgamento atraiu a atenção da mídia por refletir a repressão dos movimentos que se opunham à Guerra do Vietnã e assumiam posturas pacifistas. Alguns dos ativistas acabaram condenados, enquanto outros foram inocentados – eventualmente, no entanto, todas as sentenças foram suspensas. O próximo passo será o desenvolvimento do roteiro, a cargo do próprio Sorkin. Mas o novo diretor já teria conversado com Sacha Baron Cohen, comediante conhecido pelos personagens polêmicos como Borat e Bruno, para viverum dos papéis principais do filme. Ele daria vida a Abbie Hoffman, ícone da contracultura, que também ficou famoso entre fãs de rock por ter sido corrido à guitarradas do palco de Woodstock por Pete Townshend, após invadir o palco e tomar o microfone durante show da banda The Who. Durante sua década de desenvolvimento, “The Trial of the Chiago 7” atraiu a atenção de nomes de peso. Will Smith quase foi escalado como Bobby Seale, fundador dos Panteras Negras e “oitavo acusado”, que acabou não indo a julgamento junto com os demais por ser condenado rapidamente por desacato e enviado à prisão pelo juiz do caso. Ele era o único negro do grupo. Heath Ledger foi outro que esteve perto de viver Tom Hayden, ex-marido da atriz Jane Fonda e um dos sentenciados. Paul Greengrass (“O Ultimato Bourne”) e Ben Stiller (“Zoolander”) também estiveram nos planos de Spielberg para assumir o filme, enquanto ele considerava como tirar o projeto da gaveta. Apesar da definição de Aaron Sorkin à frente da produção, “The Trial of the Chicago 7” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Etc

    Regina Duarte defende racismo e homofobia “da boca para fora” de Bolsonaro em entrevista polêmica

    26 de outubro de 2018 /

    A atriz Regina Duarte deu uma entrevista polêmica ao Estadão, publicada nesta sexta-feira (26/10), em que chama seu candidato a presidente, Jair Bolsonaro, de homofóbico apenas “da boca para fora”, defendendo que as frases que chocam o mundo inteiro são piadas. A atriz defendeu a tese do “humor” do candidato e disse que suas declarações consideradas homofóbicas e racistas são frutos de “edição” de vídeos. “Quando souberam que ele ia se candidatar, começaram a editar todas as gravações e também a provocá-lo para que reagisse a seu estilo, que é brincalhão, machão”, disse. Ela considera um “humor brincalhão típico dos anos 1950” aquilo que chama de “brincadeiras homofóbicas, que são da boca pra fora, coisas de uma cultura envelhecida, ultrapassada”. Não ficou nisso. Uma frase chocou tanto sensibilidades menos, digamos, “ultrapassadas”, que foi destacada pelo diretor Kleber Mendonça Filho, de “Oasis”, em seu Twitter, acompanhado de um comentário curto: “Da série brasileiros primitivos: Regina Duarte”. Eis a frase da atriz: “Quando conheci Bolsonaro encontrei um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, que faz brincadeiras homofóbicas, um jeito masculino… que chama brasileiro de preguiçoso e dizia que lugar de negro é na cozinha; sem maldade.” Questionado sobre o contexto da frase que publicou, o cineasta retuitou a imagem com a publicação na íntegra. “Para quem ficou sem acreditar no meu post anterior”. A declaração integral de Regina Duarte é a seguinte: “Eu estava ‘no armário’, e meu filho mais novo começou a me contestar: já que sempre fui uma pessoa democrática, aberta, justa, como eu podia me fechar no conceito de que Bolsonaro é bruto, tosco, ignorante, violento. ‘Você já chegou perto dele?’ Respondi: ‘Não preciso me aproximar, sinto que é o candidato da raiva, da impotência, do ódio, contra a corrupção e não quero votar no emissário da raiva’. Mas, quando conheci o Bolsonaro pessoalmente, encontrei um cara doce, um homem dos anos 1950, como meu pai, e que faz brincadeiras homofóbicas, mas é da boca pra fora, um jeito masculino que vem desde Monteiro Lobato, que chamava o brasileiro de preguiçoso e que dizia que lugar de negro é na cozinha. Eu tinha algumas opções de voto, como o (Geraldo) Alckmin e o (João) Amoêdo, mas, nesse momento, me caíram fichas inacreditáveis, como as omissões do PSDB. Foi tudo ficando muito feio. Quantos equívocos, quantos enganos! Foi quando notei o tamanho da adesão desse país ao Bolsonaro e pensei: eu sou esse país, eu sou a namoradinha desse país.” Outros esclarecimentos se fazem necessários, como lembrar que homofobia da boca para fora é homofobia. E afirmar que lugar de negro é na cozinha “não é um jeito masculino”, é racismo. Humor homofóbico e racista não é engraçado; é triste. DA SÉRIE BRASILEIROS PRIMITIVOS: REGINA DUARTE – “quando conheci Bolsonaro encontrei um cara doce, um homem dos anos 50, como meu pai, que faz brincadeiras homofóbicas, um jeito masculino… que chama brasileiro de preguiçoso e dizia que lugar de negro é na cozinha; sem maldade.” — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) 26 de outubro de 2018 Para quem ficou sem acreditar no meu post anterior sobre “BRASILEIROS PRIMITIVOS”, matéria do Estadão. https://t.co/V2dteNRsxJ — Kleber Mendonça Filho (@kmendoncafilho) 26 de outubro de 2018

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