PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc

    Justiça suspende investigação contra Felipe Neto e aponta ação ilegal de Carlos Bolsonaro

    18 de março de 2021 /

    Uma liminar na Justiça do Rio suspendeu a investigação contra o Youtuber Felipe Neto por ter chamado o presidente Jair Bolsonaro de “genocida” em uma postagem em suas redes sociais. O vereador Carlos Bolsonaro tinha pedido investigação de Neto com base na Lei de Segurança Nacional, criada durante a ditadura militar. A investigação era comandada pelo delegado Paulo Dacosta Sartori, o mesmo que, em 2020, abriu na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) inquérito contra o influenciador digital por “corrupção de menores”. Entretanto, a decisão judicial aceitou os argumentos apresentados pela defesa de Felipe Neto e entendeu que a DRCI não possui atribuição legal para investigar os supostos crimes. A juíza Gisele Guida de Faria, da 38ª Vara Criminal, ainda viu “flagrante ilegalidade” praticada por Carlos Bolsonaro, porque ele “não integra o Ministério Público, não é militar responsável pela segurança interna, nem é Ministro da Justiça”, portanto não poderia exigir investigação em nome do presidente da República. Além de Felipe Neto, Carlos Bolsonaro anunciou nas redes sociais que também entraria com queixa crime contra a atriz Bruna Marquezine pelo mesmo motivo. Após a decisão, Felipe Neto usou o seu perfil no Twitter para se manifestar. “Vitória! Justiça suspende investigação feita a pedido de Carlos Bolsonaro contra mim”, escreveu. Em seguida, se posicionou por meio de sua assessoria. “Eu sempre confiei nas instituições e essa decisão só confirma que ainda vivemos em uma democracia, em que um governante não pode, de forma totalmente ilegal, usar a polícia para coagir quem o crítica.” A Polícia Civil do Rio também se manifestou sobre o caso. A entidade disse que ainda não foi intimada, mas que a decisão judicial será respeitada. O órgão ainda informou que há 33 investigações em andamento de pessoas ligadas à política de esquerda e direita, para questionar o argumento de que havia “perfil ideológico” na investigação. “O trabalho realizado pela Delegacia de Repressão a Crimes de Informática (DRCI) é totalmente técnico, baseado nas leis e sem perfil ideológico. Qualquer cidadão que compareça à delegacia para fazer uma notícia-crime, levando elementos consistentes e uma denúncia fundamentada, tem o direito de fazer o registro de ocorrência”, sustentou um dos trechos do texto da Polícia Civil. Inicialmente, a Polícia Civil do Rio havia informado que ouviria Felipe hoje. Depois de receber a intimação, o youtuber se manifestou nas redes sociais e manteve as críticas contra o presidente. Ele disse que se tratava de uma tentativa de calar os críticos e impedir que se falasse a verdade sobre a forma como o governo está agindo durante a pandemia de coronavírus.

    Leia mais
  • TV

    YouTube monetiza vídeos negacionistas da pandemia no Brasil

    17 de março de 2021 /

    Um levantamento da empresa de análise de dados Novelo Data e do Monitor do Debate Político no Meio Digital revelou que o YouTube está monetizando vídeos negacionistas, que pregam tratamento precoce sem eficácia contra a covid-19, atacam o uso de máscaras e buscam desestimular a vacinação no Brasil. A descoberta, feita por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), limitou-se apenas aos 15 maiores canais de política e mídia do Brasil em janeiro de 2021, onde foram constadas pelo menos 44 postagens com conteúdo negacionista relacionado à pandemia, vistos ao todo 8,7 milhões de vezes. Vale ressaltar que este tipo de postagem contraria as políticas do YouTube. O fato de permanecerem no ar também revela falta de fiscalização ou conivência dos responsáveis por cumprir a determinação de derrubar vídeos – e até cancelar canais reincidentes – que desrespeitam as boas práticas do portal. Em suas diretrizes, a plataforma afirma que “não é permitido o envio de conteúdo que dissemine informações médicas incorretas que contrariem as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS) ou das autoridades locais de saúde” em temas como tratamento, prevenção, diagnóstico e transmissão do vírus, bem como sobre as diretrizes de distanciamento social e autoisolamento, relacionados à existência da covid-19. As publicações foram selecionados por meio de palavras-chave presentes no título ou na descrição e foram manualmente analisadas por pesquisadores que buscaram neles recomendações ao uso de ivermectina, cloroquina, hidroxicloroquina ou ao chamado “tratamento precoce”, promoção da vitamina D como forma de prevenção, além de desestímulo ao distanciamento social, ao uso de máscaras e à vacinação. Um bot do Google, proprietário do YouTube, chegaria nesses vídeos em frações de segundos. O problema é que o canal com o maior número de violações da conduta exigida pelo YouTube pertence ao do presidente Jair Bolsonaro (3,2 de milhões de inscritos). Ele é seguido pelo jornalista Alexandre Garcia (1,8 milhões de inscritos) e o programa “Os Pingos nos Is” (3 milhões de inscritos), da rádio Jovem Pan. Além de encontrar os maiores responsáveis por fake news contra a saúde pública brasileira no YouTube, os pesquisadores também usaram o site Social Blade para estimar quanto o portal pagou para esses canais prejudicarem a prevenção contra a pandemia. Apenas o canal do presidente Jair Bolsonaro não é remunerado. Já o programa “Pingos nos Is” recebeu mais de R$ 100 mil – uma conta mais exagerada chega a calcular R$ 1,729 milhão – somente em janeiro de 2021, embora não seja possível saber quanto desse montante vem dos vídeos desinformativos. Os pesquisadores concluem que, se o YouTube tivesse aplicado as punições previstas em sua própria política, esses canais já teriam sido permanentemente excluídos há muito tempo. “A regra existe e nesse casos a margem de duvida e interpretação é muito pequena. E esses vídeos são só de janeiro, quando já havia passado o pico de postagens por exemplo sobre hidroxicloroquina. Ainda assim, fica claro que existe uma afronta às políticas”, aponta Guilherme Felitti, da Novelo Data, um dos responsáveis pelo levantamento, em declaração à imprensa. Enquanto isso não acontece, a desinformação vem ajudando o Brasil a bater recordes de infecção e mortes pela covid-19. O país se tornou o novo epicentro da pandemia mundial, superando as mais de 2 mil fatalidades diárias. No caso do canal de Bolsonaro, no dia 4 de janeiro, foi compartilhado um vídeo intitulado “o tratamento precoce salva vidas”, com 78 mil visualizações. Nele, o pediatra e toxicologista Anthony Wong afirma em uma entrevista que “os lugares que usaram a hidroxicloroquina, azitromicina precocemente, a mortalidade era 50 a 80% menor tratando precocemente”. Isto não é verdade. O prefeito bolonarista de Uberlândia chegou a distribuir os medicamentos de graça e o resultado deste “tratamento precoce” foi que a cidade se tornou o maior foco de covid-19 de Minas Gerais. O jornalista Alexandre Garcia também defendeu em diversos vídeos compartilhados em seu canal o tratamento precoce sem eficácia comprovada. Em um deles, de 20 de janeiro, afirma que não há qualquer “prejuízo” para as pessoas que usarem medicamentos como hidroxicloroquina. Mais uma vez, isto não é verdade. Vários estudos apontam que a droga desencadeia arritmias cardíacas. “A consequência foi gente morrendo com problema cardíaco. Faleceram de Covid com arritmia. Não dá pra tratar prescrição de medicamento com achismo de autoridade pública”, disse nesta semana o Presidente do Conselho de Secretários Estaduais de Saúde, Carlos Lula. No caso do canal “Pingos nos Is”, os vídeos colocam em xeque o distanciamento social e até as vacinas contra a covid-19. Em um dos vídeos apontados, o jornalista Guilherme Fiuza afirma que não há estudos suficientes que embasem as vacinas. Outra mentira. Todas as vacinas passaram por três fases de testagem intensa e seus resultados foram checados e rechecados por médicos, cientistas e autoridades sanitárias em vários países simultaneamente. O levantamento da Novelo Data e do Monitor do Debate Político acrescentou que parte dos canais teve vídeos apagados depois de algumas semanas. Um exemplo citado foi o canal Foco do Brasil, que viu sumir 2 de 6 vídeos que violam as diretrizes do YouTube. O Foco do Brasil é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no inquérito sobre as manifestações antidemocráticas. Procurado pelo jornal O Globo para comentar os resultados do levantamento, o YouTube se limitou a afirmar que não permite vídeos que promovam desinformação sobre o coronavírus e que, desde o início de fevereiro de 2020, removeu manualmente mais de 800 mil vídeos relacionados a afirmações perigosas ou enganosas sobre o vírus. “Temos o compromisso de zelar pela segurança dos nossos usuários ao utilizarem o YouTube, por isso continuaremos com o trabalho de remoção de vídeos que violem nossas regras. Além disso, qualquer pessoa que acredite ter encontrado um conteúdo no YouTube em desacordo com as diretrizes da nossa comunidade pode fazer uma denúncia e nossa equipe fará a análise do material”, declarou.

    Leia mais
  • Etc

    Felipe Neto reforça crítica após ser intimado por chamar Bolsonaro de genocida

    16 de março de 2021 /

    O Youtuber Felipe Neto foi intimado pelo vereador Carlos Bolsonaro, que abriu um processo para enquadrá-lo na Lei de Segurança Nacional por chamar o presidente de genocida nas redes sociais. Em resposta, Neto divulgou um vídeo em que reforçou suas críticas. “Não sei exatamente como ele gostaria que eu me referisse ao presidente da República, um presidente que chamou reiteradamente a maior pandemia que se viu em muitos anos de ‘gripezinha'”, disse no vídeo. “Um presidente que incentiva a todos a saírem às ruas como se nada estivesse acontecendo, que provocou aglomerações em todos os momentos da pandemia… Um presidente que sabotou e sabota as medidas de prefeitos e governadores que tentaram fazer alguma coisa contra a propagação do vírus, um presidente que condenou durante todo esse tempo o uso de máscaras e se recusou a utilizá-las, que demitiu dois ministros da Saúde e gastou milhões em cloroquina, uma droga comprovadamente ineficaz, que se recusou veementemente a comprar vacinas. Como eu deveria chamar esse presidente? Colegão, amigo do povo, guerreiro? Não sobrava outra palavra para definir o presidente.” A investigação é presidida pelo delegado Paulo Dacosta Sartori, o mesmo que, em 2020, abriu na Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) inquérito contra o influenciador digital por “corrupção de menores”. Após a intimação, a expressão “Bolsonaro genocida” disparou na internet. Até sexta-feira passada (12/3), a busca por “Bolsonaro genocida” resultava em 1,3 milhão de links na homepage do Google. Nesta terça (16/3), após a intimação, a pesquisa resulta em mais de 2 milhões de links. Só na segunda, o termo “genocida” foi usado em 330 mil tuítes, de 115 mil perfis mobilizados, segundo o especialista em redes sociais e big data, o professor Fabio Malini, da Universidade Federal do Espírito Santo. Também no Twitter, Neto lembrou que passou cinco anos criticando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sem nunca ter sido importunado, apontando uma tentativa de limitar sua liberdade de expressão, via intimidação policial, por parte da família Bolsonaro. Na segunda, Lula prestou solidariedade ao influenciador digital. Jair Bolsonaro foi denunciado por genocídio no ano passado no Tribunal Penal Internacional, com sede na Suíça, que atualmente decide se irá abrir inquérito. Carlos Bolsonaro não intimou os responsáveis pela denúncia, a Comissão Arns e a Conectas Direitos Humanos.

    Leia mais
  • Série

    Globoplay libera série de Marielle Franco de graça no aniversário de sua morte

    13 de março de 2021 /

    A plataforma Globoplay abrirá “Marielle, O Documentário” para não assinantes exclusivamente neste domingo (13/3). A data marca três anos do assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, que ainda não teve o mandante revelado. Lançada há um ano, a minissérie documental inaugurou um nova linha de produções de jornalismo para a Globoplay, que tem rendido alguns dos melhores conteúdos da plataforma, como a série chocante sobre os crimes de João de Deus e a história do bicheiro Castor de Andrade, o Poderoso Chefão brasileiro. Escrita e dirigida por Caio Cavechini (dos documentários “Entre os Homens de Bem” e “Cartas para um Ladrão de Livros”), “Marielle, O Documentário” poderá ser vista de graça por todos os que acessarem a plataforma a partir das 0h. O Globoplay também está preparando uma série de ficção sobre a vereadora. A previsão era que as roteiristas Maria Camargo e Mariana Jaspe entregassem o texto da trama à direção da Globo em janeiro, mas desde que elas assumiram em outubro passado, após uma crise de bastidores, não há maiores informações sobre o projeto.

    Leia mais
  • Etc

    Governador do DF indica filme para Bolsonaro aprender o que é Estado de Sítio

    12 de março de 2021 /

    O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, rebateu uma fala de Jair Bolsonaro com a sugestão de um filme. O político, que supostamente também é bolsonarista, não gostou de ouvir de Bolsonaro que tinha decretado um “estado de sítio” em Brasília e sugeriu que o presidente assistisse ao clássico “Estado de Sítio”, de Costa-Gavras, para aprender como é “o terror de viver sob repressão”. Bolsonaro comparou o toque de recolher decretado por Ibaneis, para conter a transmissão do coronavírus, a um Estado de Sítio durante sua live de quinta (11/3). “Uma medida extrema dessa, só eu, o presidente da República, e o Congresso Nacional, poderiam tomar”, disse Bolsonaro, antes de fazer alusões cifradas à quebra-quebras e tumulto social (até aqui inexistentes) por todo o Brasil. “O presidente da República, Jair Bolsonaro, por quem eu tenho respeito e apreço, disse que o Distrito Federal está sob estado de sítio. Desta vez eu discordo dele. O DF está sim com restrição na mobilidade das pessoas a partir de 22h por uma medida sanitária”, escreveu Ibaneis Rocha no Twitter. “O objetivo é claro, reduzir a disseminação do coronavírus”, acrescentou. Na sequência, Ibaneis indicou o filme de 1972, que retratou uma situação real. Em 1970, o cônsul brasileiro Aloysio Gomide e o agente da CIA Dan Mitrione foram sequestrados em Montevidéu, no Uruguai, pelo Movimento de Libertação Nacional Tupamaros, organização terrorista uruguaia. O americano foi executado e Gomide só foi libertado sete meses depois, após o governo uruguaio concordar em suspender um estado de sítio que tinha decretado no país. “Quem quiser saber o que é o terror de viver sob repressão, recomendo que veja o filme ‘Estado de Sítio’, de Costa Gravas, lançado em 1972”, afirmou Ibaneis, incluindo até um link para uma cópia (possivelmente pirata) da obra no YouTube. Apesar do uso como ferramenta pedagógica, há uma ironia histórica na citação ao longa, que foi proibido pela Ditadura no Brasil, assim como todos os longas de Costa-Gavras desde “Z” (1969), sobre censura e acobertamento de crimes políticos por militares. O cineasta grego foi o diretor mais censurado do regime que Bolsonaro costuma idolatrar. “Estado de Sítio” só foi exibido nos cinemas brasileiras quase uma década após seu lançamento e sob ameaça de bombas, após o último general-presidente, Figueiredo, anunciar a “abertura política” (“É pra abrir mesmo. Quem não quiser que abra, eu prendo e arrebento!”), em meio à vários atentados terroristas de grupos que não queriam abrir mão de dizer o que os brasileiros podiam ver, falar e fazer. O objetivo é claro, reduzir a disseminação do Coronavírus. Quem quiser saber o que é o terror de viver sob repressão, recomendo que veja o filme Estado de Sítio, de Costa Gravas, lançado em 1972, e que está na íntegra e com legendas no YouTube: https://t.co/GauTW3ToSj (2/2) — Ibaneis Oficial (@IbaneisOficial) March 12, 2021

    Leia mais
  • Etc

    Carlos Bolsonaro publica foto de Marquezine nua e processa atriz

    12 de março de 2021 /

    O vereador carioca Carlos Bolsonaro publicou na quinta-feira (11/3) no Twitter uma foto da atriz Bruna Marquezine nua, com detalhes cobertos por estrelas, ao anunciar processo contra ela e o youtuber Felipe Neto. A imagem integrou uma montagem do filho do Presidente da República, acompanhada pelo texto de dois artigos do Código Penal sobre o crime de calúnia. Felipe Neto comentou em suas redes sociais: “Carluxo afirmou ter aberto queixa-crime contra mim e Bruna Marquezine pelo crime de ‘calúnia’ contra o Presidente da República. Para ilustrar, ele pegou uma foto da Bruna nua em um trabalho de dramaturgia, com estrelas vermelhas no lugar dos mamilos. Esse é o nível dessa gente”. Em sua postagem, o representante municipal não detalhou qual teria sido a “falsa imputação” feita pelos dois. No começo de março, Bruna Marquezine detonou o pai do vereador, escrevendo “Monstro genocida” em seu Stories do Instagram, junto de uma imagem de Bolsonaro, e repostou um vídeo em que o presidente demonstrou sua educação ao dizer que para comprar vacina contra covid-19 agora “só se for na casa da tua mãe”. Na sequência, ela disparou: “Desgraçado”. O Youtuber também chamou Bolsonaro de “Genocida” em suas redes sociais e diz que paga pra ver. “Carlos, um recado pra você: eu enfrento essa articulação do ódio há muito tempo. Você não me amedronta. Não é só a razão que está ao meu lado, mas também mais de 41 milhões de pessoas. Vocês podem botar medo em quem não tem como se defender, mas aqui não tem essa. Estamos prontos para todo tipo de covardia do lado de vocês e não vamos nos calar em função dessas tentativas nojentas de silenciamento. Os governantes devem temer seu povo, NUNCA o contrário. Nós vamos vencer”, afirmou Felipe Neto. Procurada pela imprensa, a assessoria da atriz afirmou que ela não iria se pronunciar. Mas milhares de outras pessoas já se manifestaram. A busca por “Bolsonaro genocida” resulta em 1,3 milhão de links na homepage do Google. Já “Bolsonaro desgraçado”, embora menos popular, resulta em 139 mil links. Código Penal Art. 138 – Caluniar alguém, imputando-lhe falsamente fato definido como crime: Pena – detenção, de seis meses a dois anos, e multa. § 1º – Na mesma pena incorre quem, sabendo falsa a imputação, a propala ou divulga. pic.twitter.com/RKldKx1D80 — Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) March 11, 2021 Carluxo afirmou ter aberto queixa-crime contra mim e @BruMarquezine pelo crime de "calúnia" contra o Presidente da República. Para ilustrar, ele pegou uma foto da Bruna nua em um trabalho de dramaturgia, com estrelas vermelhas no lugar dos mamilos. Esse é o nível dessa gente. pic.twitter.com/ixRTlL7DQL — Felipe Neto (@felipeneto) March 11, 2021

    Leia mais
  • Etc

    CEO da Disney sobre demissão de Gina Carano: “Defendemos valores universais”

    9 de março de 2021 /

    Durante a reunião de mercado em que comemorou os 100 milhões de assinantes da Disney+ (Disney Plus), o CEO da Disney, Bob Chapek, também abordou a demissão da atriz Gina Carano da série “The Mandalorian”. De acordo com a revista The Hollywood Reporter, o executivo respondeu uma pergunta sobre o destino da intérprete de Cara Dune na assembleia de acionistas da empresa. Ele apontou que a inclinação atual da Disney não é de esquerda nem de direita, mas a favor da valores positivos. O tema veio à tona porque Carano é uma republicana convicta, engajada em posts de teor político nas redes sociais. Mas vários artistas de esquerda não sofrem censura por se envolver em temas polêmicos. Chapek negou a existência de uma lista de “atores proibidos” no estúdio. E explicou onde se dá o corte. “Defendemos valores que são universais. Valores de respeito, valores de decência, valores de integridade e valores de inclusão”, ele apontou. “Procuramos ter um conteúdo que seja reflexo da rica diversidade do mundo em que vivemos. E acho que esse é um mundo em que todos devemos viver em harmonia e paz”, completou o executivo. A demissão de Gina foi anunciada pela produtora Lucasfilm no dia 10 de fevereiro, após vários deboches sobre medidas de proteção contra o coronavírus, ataques à movimentos civis, questionamento das eleições e investimento numa narrativa de vitimização de conservadores. O estúdio chegou a advertir a atriz, que era reincidente, antes dela comparar um suposto preconceito contra a direita americana ao sofrimento dos judeus na 2ª Guerra Mundial. Foi a gota d’água que levou à sua demissão.

    Leia mais
  • Série

    Edie Falco será Hillary Clinton em “Impeachment: American Crime Story”

    4 de março de 2021 /

    A atriz Edie Falco, de “Os Sopranos” e “Nurse Jackie”, vai interpretar Hillary Clinton na 3ª temporada de “American Crime Story”, série de antologia do canal pago FX, que pretende cobrir o julgamento de impeachment do ex-presidente Bill Clinton. Falco se junta a Clive Owen (“Projeto Gemini”), que tem o papel de Bill Clinton, Beanie Feldstein (“Fora de Série”) como Monica Lewinsky, Annaleigh Ashford (“Má Educação”) como Paula Jones, Sarah Paulson (a “Ratched”) como Linda Tripp, Betty Gilpin (“GLOW”) como Ann Coulter e Billy Eichner (“American Horror Story”) como Matt Drudge. Segundo a revista The Hollywood Reporter, o acordo para Falco interpretar a ex-primeira-dama estava sendo negociado há meses, mas só foi fechado recentemente. “Impeachment: American Crime Story” seguirá as perspectivas de três personagens femininas: Lewinsky, Tripp e Paula Jones, que processou Clinton por assédio sexual. A trama é baseada em “A Vast Conspiracy: The Real Sex Scandal That Nearly Brought Down a President”, best-seller de 2000 escrito por Jeffrey Toobin, mesmo autor do livro “The Run of His Life: The People v. O.J. Simpson”, que inspirou a bem-sucedida 1ª temporada da série. A adaptação foi feita por Sarah Burgess (“Compliance”) e dá sequência a duas temporadas muito premiadas da série desenvolvida pelos produtores Ryan Murphy e Brad Falchuk – as anteriores abordaram o julgamento de O.J. Simpson e o assassinato de Gianni Versace. A equipe da 3ª temporada ainda inclui a própria Monica Lewinsky, creditada como coprodutora. Não há previsão para a estreia.

    Leia mais
  • Etc

    Câmera dos Deputados quer prender Danilo Gentili

    2 de março de 2021 /

    A Câmara dos Deputados entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a prisão do apresentador Danilo Gentili por postagens nas redes sociais. No fim de fevereiro, Gentili sugeriu no Twitter que a população “entrasse” no Congresso “e socasse todo deputado” por causa da PEC de im(p)unidade parlamentar. A ação foi coordenada pelo deputado Luis Tibé, responsável pela procuradoria da Câmara, a partir de um pedido do deputado federal Celso Sabino. A tentativa é de equiparar a postagem de Gentili com a do deputado federal Daniel Silveira, preso após ameaçar ministros do STF. Tibé cita nominalmente Silveira para defender a ação movida em relação a Danilo Gentili. Ele diz que o processo não é contra a pessoa dele, mas a favor dos “mesmíssimos princípios de defesa da Democracia e da Constituição Federal consagrados pela unanimidade do Plenário do Supremo Tribunal Federal, no caso do deputado Daniel Silveira”. “Não podemos ter uma sociedade e uma Democracia com pesos e duas medidas. Se o Supremo Tribunal Federal, sabiamente, estabeleceu um limite para a livre manifestação do pensamento que é o respeito à integridade das instituições democráticas – princípio que a Câmara dos Deputados acolheu com margem de 364 votos – a Justiça brasileira não pode permitir que ninguém faça a incitação de ‘socar’ deputados”, concluiu o deputado, por meio de sua assessoria de imprensa. Originalmente, Gentili escreveu: “Eu só acreditaria que esse País tem jeito se a população entrasse agora na câmara e socasse todo deputado que está nesse momento discutindo PEC de imunidade parlamentar”. Mas ele se arrependeu, apagou o post e fez outra afirmação em seguida: “Eu fiz um tuíte que foi alvo de justas críticas por alguns deputados. Quem me segue sabe que sempre defendi as instituições. Aliás, minha briga com bolsonaristas foi justamente pelo fato de eu ser contrário aos pedidos criminosos de fechamento do STF e do Congresso”.

    Leia mais
  • Série

    Dakota Fanning será filha do presidente Ford em série

    2 de março de 2021 /

    A atriz Dakota Fanning entrou no elenco da série de prestígio “The First Lady”, uma produção do canal pago americano Showtime sobre três Primeiras-Damas dos EUA. Ela vai interpretar Susan Elizabeth Ford, a caçula e única filha mulher do presidente Gerald Ford e Betty Ford. Como uma adolescente na Casa Branca durante os tumultuados anos 1970, ela freqüentemente apresentava ideias progressistas à família presidencial. O papel vai voltar a transformar Fanning em filha da atriz Michelle Pfeiffer, intérprete de Betty Ford. As duas viveram mãe e filha anteriormente em “Uma Lição de Amor” (2001), que tornou Dakota a mais jovem atriz indicada ao SAG Awards, premiação do Sindicato dos Atores, com sete anos de idade. Ela acabou vencendo o prêmio de Melhor Ator Jovem do Critics Choice naquele ano. O presidente Ford, por sua vez, será interpretado por Aaron Eckhart, que anteriormente já tinha presidido os EUA nos filmes “Invasão à Casa Branca” (2013) e “Invasão à Londres” (2016). Além disso, Kristine Forseth (“Quem é Você, Alasca?”) viverá a versão mais jovem de Betty Ford. O elenco também inclui Jayme Lawson (do vindouro filme do “Batman”) e Viola Davis (“A Voz Suprema do Blues”), escaladas como as versões jovens e madura de Michelle Obama, OT Fagbenle (de “The Handmaid’s Tale”) como Barack Obama, e Gillian Anderson (“The Crown”) como Eleanor Roosevelt, esposa de Franklin Delano Roosevelt (ainda não escalado). na série antológica da Showtime , The First Lady , estrelada por Viola Davis, Pfeiffer e Gillian Anderson. Davis é o produtor executivo da série, dirigido e produzido por Susanne Bier e produzido pela Lionsgate TV e Showtime. A produção desenvolvida pelo roteirista Aaron Cooley (“Melhor. Pior. Finde. De. Todos.”) terá direção da cineasta dinamarquesa Susanne Bier, que tem no currículo um Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (por “Em um Mundo Melhor”) e um Emmy (pela minissérie “The Night Manager”). Os episódios vão se focar na vida pessoal, atuação e influência política de Michelle Obama, Betty Ford e Eleanor Roosevelt. Caso a atração se prove um sucesso, novas temporadas devem abordar outras esposas famosas de presidentes americanos.

    Leia mais
  • Série

    Ator de The Handmaid’s Tale será Barack Obama em nova série

    25 de fevereiro de 2021 /

    O ator OT Fagbenle (de “The Handmaid’s Tale”) vai interpretar o ex-presidente americano Barack Obama na minissérie “The First Lady”, dedicada à três Primeiras-Damas importantes dos EUA. Ele vai contracenar com Jayme Lawson (do vindouro filme do “Batman”) e Viola Davis (“A Voz Suprema do Blues”), escaladas como intérpretes das versões jovens e madura de Michelle Obama na produção do canal pago Showtime. A série também destaca Kristine Forseth (“Quem é Você, Alasca?”) e Michelle Pfeiffer (“Vingadores: Ultimato”) como duas versões de Betty Ford, esposa de Gerald Ford (Aaron Eckhart, de “Invasão à Casa Branca”), e Gillian Anderson (“The Crown”) como Eleanor Roosevelt, esposa de Franklin Delano Roosevelt (ainda não escalado). A produção desenvolvida pelo roteirista Aaron Cooley (“Melhor. Pior. Finde. De. Todos.”) terá direção da cineasta dinamarquesa Susanne Bier, que tem no currículo um Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (por “Em um Mundo Melhor”) e um Emmy (pela minissérie “The Night Manager”). Os episódios vão se focar na vida pessoal, atuação e influência política de Michelle Obama, Betty Ford e Eleanor Roosevelt. Caso a atração se prove um sucesso, novas temporadas devem abordar outras esposas famosas de presidentes americanos.

    Leia mais
  • Etc

    Daisy Ridley rebate senador americano que a criticou em Star Wars

    25 de fevereiro de 2021 /

    A atriz Daisy Ridley rebateu o senador texano Ted Cruz, após ele sugerir que Rey era uma personagem choramingona, que não estaria à altura da empoderada Cara Dune, papel de Gina Carano na franquia “Star Wars”. O político conservador criticou a interpretação de Ridley num post de 11 de fevereiro, em que lamentou a demissão de Carano da série “The Mandalorian”, após ela publicar diversos tuítes controversos. “A texana Gina Carano quebrou barreiras no universo de ‘Star Wars’: nem princesa, nem vítima, nem alguma Jedi emocionalmente torturada. Ela interpretou uma mulher que arrasou e que as garotas admiravam. Ela foi fundamental para tornar ‘Star Wars’ divertido novamente. Claro que a Disney a cancelou”, ele escreveu. Carano agradeceu a Cruz no dia seguinte: “Obrigada, Ted”. Já Ridley só foi saber da referência maldosa de Ted Cruz durante uma entrevista para o site Yahoo!, na quarta-feira (24/2). Embora tenha dito que não sabia nada sobre o tuíte do senador, ela prontamente rebateu o político, fazendo menção à sua recente viagem para um resort em Cancún, no México, enquanto o estado do Texas enfrentava a pior crise climática de sua História – a onda de frio que atingiu a região e causou a morte de moradores, deixando o estado sem luz e água. “Estou muito feliz por ser uma Jedi emocionalmente torturada que não sai de seu estado quando ele está passando por um momento terrível”, disparou Ridley na entrevista, cortando o político ao meio com seu sabre de luz metafórico. Ted Cruz recebeu uma enxurrada de críticas ao viajar para a ensolarada Cancún com a família, enquanto seus eleitores passavam frio e corriam risco de morte no Texas. Após perceber que não pegou bem, o senador acabou retornando à cidade de Houston, declarando à imprensa americana: “Obviamente foi um erro”.

    Leia mais
  • Série

    Gillian Anderson será Eleanor Roosevelt em série sobre Primeiras-Damas dos EUA

    22 de fevereiro de 2021 /

    Depois de viver a Primeira Ministra Margaret Thatcher em “The Crown”, Gillian Anderson se prepara para viver outra personagem política importante do século 20: Eleanor Roosevelt. A atriz se juntou ao elenco da minissérie “The First Lady”, uma antologia do canal Showtime dedicada à três Primeiras-Damas importantes dos EUA, que já conta com Viola Davis (“A Voz Suprema do Blues”) como Michelle Obama e Michelle Pfeiffer (“Vingadores: Ultimato”) como Betty Ford. Eleanor Roosevelt serviu como Primeira-Dama dos Estados Unidos de 1933 a 1945, tornando-a Primeira-Dama mais longeva da história do país. Polêmica por sua franqueza, especialmente sobre os direitos civis, ela foi a primeira esposa presidencial a dar entrevistas coletivas regulares, escrever uma coluna na imprensa e apresentar um programa de rádio semanal. Ela também pressionou os Estados Unidos a aderir e apoiar as Nações Unidas e se tornou sua primeira delegada. A produção desenvolvida pelo roteirista Aaron Cooley (“Melhor. Pior. Finde. De. Todos.”) ainda definiu a cineasta dinamarquesa Susanne Bier, que já venceu o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro (por “Em um Mundo Melhor”) e o Emmy (pela minissérie “The Night Manager”), como responsável pela direção e produção dos episódios. Os episódios vão se focar na vida pessoal, atuação e influência política das três primeiras-damas dos EUA. Caso a atração se prove um sucesso, novas temporadas devem abordar outras esposas famosas de presidentes americanos.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie