Continuação de Polícia Federal: A Lei É para Todos começa a ser filmada em junho
A continuação do filme “Polícia Federal: A Lei É para Todos”, baseado na Operação Lava-Jato, começa a ser filmada em junho. Segundo a coluna de Monica Bergamo no jornal Folha de S. Paulo, a trama irá começar no ponto em que o primeiro filme terminou, logo após a condução coercitiva de Lula, abrangendo até um pouco depois da delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista, da JBS. Alguns dos atores principais do primeiro filme, como Flávia Alessandra, Marcelo Serrado, Antonio Calloni e Ary Fontoura voltarão a repetir seus papéis na sequência. Além disso, o diretor Marcelo Antunez está fazendo testes para os papéis de Eduardo Cunha, Sérgio Cabral, os juízes Marcelo Bretas, do Rio, e Vallisney de Souza Oliveira, do Distrito Federal. A previsão de estreia nos cinemas é para o final de 2018 ou começo de 2019.
Produtor do filme Federal é novo presidente da Ancine
O presidente Michel Temer nomeou Christian de Castro para o cargo de diretor-presidente da Agência Nacional do Cinema (Ancine). Debora Ivanov, que ocupava o cargo interinamente desde maio, segue como diretora da agência. A nomeação foi publicada na edição desta quarta-feira do Diário Oficial da União. O novo diretor-presidente iniciou a carreira cinematográfica após atuar no mercado financeiro. Em 1998, fundou com seu irmão, o cineasta Erik de Castro, a produtora BSB Cinema Produções. Mais tarde, foi diretor-executivo da Luz Mágica Produções, produtora de cinema criada por Cacá Diegues e Renata de Almeida Magalhães, além de diretor financeiro da Vereda Filmes, distribuidora de filmes voltada para o mercado internacional, e consultor administrativo e financeiro da distribuidora Lumière. Como produtor, sua filmografia se concentra em filmes que têm as forças armadas e a polícia federal como temas principais. Christian produziu três documentários sobre a participação militar do Brasil na 2ª Guerra Mundial: “Senta a Pua!” (1999), de Erik, “A Cobra Fumou” (2002), de Vinícius Reis, e “O Brasil na Batalha do Atlântico”, novamente do irmão – cobrindo os esforços da Aeronáutica, Exército e Marinha na guerra dos anos 1940. Seu principal trabalho na ficção cinematográfica foi o filme de ação “Federal” (2010), também dirigido por Erik e destruído pela crítica – tem impressionante nota 3,2 (vai até 10) no IMDb. Ele entrou na Ancine como assessor da diretoria em 2009, focando assuntos financeiros e comerciais relacionados ao audiovisual. Em 2016, assumiu o cargo de CEO do grupo AfroReagge.
Comercial de The Post destaca indicações ao Globo de Ouro 2018
A Fox divulgou um novo comercial de “The Post”, que evidencia as seis indicações do drama dirigido por Steven Spielberg no Globo de Ouro 2018. Além de indicação a Melhor Filme do ano, a prévia destaca as nomeações individuais do diretor e dos atores Meryl Streep (“A Dama de Ferro”) e Tom Hanks (“Capitão Phillips”). Lançado no Brasil com um subtítulo, “The Post – A Guerra Secreta” dramatiza o escândalo dos “Papéis do Pentágono”, documentos ultra-secretos de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título original é uma referência ao jornal The Washington Post. A trama gira em torno do dilema sofrido pela dona do jornal, pressionada pelo editor a desafiar o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos em 1971. Ela poderia ser acusada de traição e perder o Washington Post na justiça. Hanks, que voltará a ser dirigido por Spielberg após quatro filmes, vive o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), terá o papel da proprietária Kay Graham. Curiosamente, é a primeira vez que os dois atores, gigantes de Hollywood, atuam juntos num filme. O forte elenco também inclui Sarah Paulson (série “American Horror Story”), Alison Brie (“Glow”), Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) e Bruce Greenwood (“Star Trek”). O projeto foi trazido à Spielberg pela produtora Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que recebeu o roteiro original especulativo de Liz Hannah, uma estagiária e assistente de produção da série “Ugly Betty” e de filmes como “Encontro às Cegas” (2007) e “Reine Sobre Mim” (2007). O texto foi retrabalhado por Josh Singer, roteirista premiado por outro filme sobre reportagem-denúncia jornalística, “Spotlight: Segredos Revelados”, vencedor do Oscar 2016. Spielberg rodou o filme em tempo recorde, enquanto trabalhava na pós-produção de “Jogador Nº 1”, e o lançamento chegou em circuito limitado a tempo de disputar indicação ao Oscar. Apesar disso, a distribuição ampla só vai acontecer em 12 de janeiro. Já a estreia no Brasil está marcada para o dia 25 de janeiro.
Série Graves é cancelada após 2ª temporada
O canal pago americano Epix anunciou o cancelamento da série “Graves” após duas temporadas. A comédia política foi uma das primeiras produções originais do canal, lançada em 2016 junto do thriller de espionagem “Berlin Station”. Além de baixa audiência, a série não agradou a crítica. Tinha apenas 56% de aprovação no site Rotten Tomatoes – contra 70% de “Berlin Station”, que foi renovada pra a 3ª temporada. O último episódio foi ao ar em 10 de dezembro. Criada por Joshua Michael Stern (roteirista do filme “Promessas de um Cara de Pau”), “Graves” acompanhava Richard Graves (Nick Nolte, de “Caça aos Gângsteres”), um ex-Presidente dos EUA que, 20 anos após o término de seu mandato, começa a perceber que seu governo prejudicou o país e resolve iniciar uma cruzada para reverter todo o mal que causou. Enquanto isso, sua esposa Margaret (Sela Ward, da série “CSI:NY”) toma a decisão de entrar para a política.
Veja 37 fotos de Todo o Dinheiro do Mundo, o novo filme de Ridley Scott
A Sony divulgou 37 fotos de “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), novo filme do diretor Ridley Scott (“Perdido em Marte”). As imagens incluem cenas de bastidores e destacam a participação de Christopher Plummer (vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor”), que substituiu Kevin Spacey após o filme já estar pronto. Plummer entrou no filme na pós-produção, após Spacey se envolver num escândalo sexual. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Plummer tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um ator mais “atual”. Para complicar, Ridley Scott filmara “Todo o Dinheiro do Mundo” a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque queria chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta: a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil acontece em 25 de janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.
Novo trailer de Todo o Dinheiro do Mundo destaca elogios da crítica e atuação de Christopher Plummer
A Sony divulgou um novo trailer de “Todo o Dinheiro do Mundo” (All The Money In The World), que destaca os elogios da crítica ao trabalho do diretor Ridley Scott. Repleto de cenas inéditas, o vídeo também explora a tensão da trama e a interpretação de Christopher Plummer (vencedor do Oscar por “Toda Forma de Amor”), que substituiu Kevin Spacey após o filme já estar pronto. Plummer entrou no filme na pós-produção, após Spacey se envolver num escândalo sexual. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Plummer tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um ator mais “atual”. Para complicar, Ridley Scott filmara “Todo o Dinheiro do Mundo” a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque queria chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta: a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil acontece em 25 de janeiro, com distribuição da Diamond Filmes.
Chappaquiddick: Jason Clarke vive Ted Kennedy em trailer sobre escândalo político dos anos 1960
O Entertainment Studios divulgou o pôster e o primeiro trailer de “Chappaquiddick”, drama de época que reconstitui o acidente que custou a chance de Ted Kennedy se tornar presidente dos Estados Unidos. Após o assassinato dos irmãos, ele era a aposta do patriarca Joe Kennedy para a família voltar à Casa Branca. Mas o vídeo revela, em clima de suspense intenso, como uma noite fatídica mudou tudo. O título da produção é o nome de uma pequena ilha do estado norte-americano de Massachusetts, onde o então jovem senador americano se envolveu em um acidente de trânsito em 1969, que culminou na morte de sua assistente, Mary Jo Kopechne, e repercutiu em sua carreira. Vindo de uma festa, o carro onde os dois estavam caiu na água e o político se salvou sem prestar socorro para a mulher, que morreu afogada. Ele também não chamou a polícia, preferindo pedir auxílio a um amigo e a seu primo. Apesar de ter afirmado estar em estado de choque, Kennedy chegou a ser condenado e ficou dois meses em prisão condicional. Jason Clarke (“O Exterminador do Futuro: Gênesis”) vive Ted Kennedy, Kate Mara (“Quarteto Fantástico”) interpreta Mary Jo, Ed Helms (“Férias Frustradas”) encarna Joseph Gargan, o leal primo de Ted, e Bruce Dern (“Os Oito Odiados”) incorpora Joe Kennedy. Todos estão bastante diferentes, graças a um trabalho de maquiagem primoroso. O roteiro de Andrew Logan e Taylor Allen estava na Black List 2015, a lista dos melhores roteiros não filmados de Hollywood, e mostra a pressão que Ted Kennedy precisou enfrentar. O incidente de Chappaquiddick fez com que ele desistisse de disputar a presidência dos EUA, quando poderia se tornar o terceiro dos irmãos Kennedy a ambicionar o cargo político mais alto do pais. Apesar de diversos detalhes da tragédia nunca terem sido totalmente esclarecidos, o incidente gerou boatos suficientes para passar a impressão de que um escândalo foi abafado. Isto não impediu o político de manter sua cadeira no Senado, sendo reeleito sucessivamente, até sua morte em 2009, mas reduziu suas pretensões políticas. Mesmo sendo reconhecido por sua extensa contribuição no Senado, onde propôs mais de 300 projetos de lei, integrou comissões importantes e fez discursos históricos, Ted jamais conseguiu entrar na corrida presidencial. Em sua única tentativa, em 1980, acabou perdendo a vaga do Partido Democrata para Jimmy Carter, que se elegeu. A direção é de John Curran (“O Despertar de uma Paixão”) e a estreia está marcada para 6 de abril nos Estados Unidos.
Ministério Público exige devolução de R$ 1,4 milhão do filme Chatô, o Rei do Brasil
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) ajuizou na quarta-feira (20/12) uma ação civil pública contra Guilherme Fontes Filmes Ltda, produtora responsável pelo filme “Chatô, o Rei do Brasil”, pedindo o ressarcimento de R$ 1,484 milhão. O valor é referente a contratos assinados com a Rio Filme, empresa pública vinculada à prefeitura do Rio de Janeiro. Segundo o MPRJ, a fraca divulgação da obra por uma negligência unilateral justifica o ressarcimento do valor, pago em forma de adiantamento em troca de direitos concedidos à Rio Filme. Na ação, também se pleiteia que a produtora seja condenada a indenizar a coletividade em valor a ser arbitrado pela Justiça para ser aplicado em ações de proteção aos bens públicos artísticos ou históricos. Dirigido por Guilherme Fontes, o filme foi baseado no livro de mesmo nome do escritor Fernando Morais e conta a história de Assis Chateaubriand, jornalista e empresário que nos anos 1920 fundou os Diários Associados, grupo de mídia que lançou a TV no Brasil. A produção levou mais de 20 anos entre o começo das filmagens em 1994 e seu lançamento em 2015. Mas foi muito bem recebido pela crítica, tornando-se o segundo filme mais premiado do Grande Prêmio Brasil do Cinema Brasileiro 2016. Foram quatro troféus, entre eles o de Melhor Ator, para Marco Ricca, intérprete de Chatô. Mesmo assim, ce acordo com nota divulgada pelo MPRJ, houve pouco caso com a produção, que foi concluída em 21 anos, após sucessivos atrasos. Além disso, a Rio Filmes firmou contratos com a produtora Guilherme Fontes Filmes Ltda nos quais se previa a entrega de uma primeira cópia do filme em 2004, mas isso só ocorreu em 2015, mais de 10 anos após o prazo estabelecido. “No decorrer desse tempo, a obra se tornou desinteressante para a população e para a Rio Filme, vindo inclusive a ser motivo de chacota entre o meio artístico e social. Tais fatos influenciaram direta e intensivamente no pouco alcance que essa produção de grande valor histórico e cultural acabou tendo com a população em geral. O que feriu, portanto, o maior objetivo que se pretendia alcançar, que era o de divulgar, da forma mais ampla possível, os relevantes fatos históricos contidos nessa obra cinematográfica”, diz o texto. De acordo com a ação, a Rio Filme teria o direito de promover e contratar, com exclusividade, a exploração econômica do filme nas salas de cinema e em outros meios de exibição. Em contrapartida, seria feito um repasse de R$ 1,06 milhão na modalidade de adiantamento sobre receita de comercialização. Tal valor seria recuperado através da retenção prioritária de 100% dos rendimentos com a comercialização da obra. Além disso, a Rio Filme destinou mais R$ 260 mil como coprodução e se comprometeu a reservar a quantia de R$ 440 mil para a cobertura de despesas com o lançamento do filme. Esta não é a primeira polêmica judicial envolvendo o filme. A produção captou cerca de R$ 8,6 milhões por meio da Lei de Incentivo à Cultura e da Lei do Audiovisual. Estes recursos seriam usados não apenas no longa-metragem, mas também em uma série de 25 documentários sobre a história da República no Brasil, exibidos pela Globosat, e em um documentário em curta-metragem sobre Assis Chateaubriand, que recebeu o título de “Dossiê Chatô”. No final de 2014, embora os demais produtos já tivessem sido finalizados, o filme estava há 20 anos em produção sem conclusão. Por conta disso, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que fossem estornados à Ancine (Agência Nacional do Cinema) o valor de R$ 66,27 milhões. Este seria o valor corrigido dos R$ 8,6 milhões captados. Além disso, a condenação impôs ainda duas multas de R$ 2,5 milhões cada, totalizando um débito superior a R$ 71 milhões. Dois anos mais tarde, Guilherme Fontes protocolou uma cópia da obra concluída no TCU. A corte aceitou o filme finalizado como prova dentro de um recurso que pedia a revisão da condenação. Outra ação também foi arquivada em 2015 pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Neste processo, Guilherme Fontes foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por improbidade administrativa. A ação foi ajuizada em 2010 e apontava que a produção recebeu R$ 51 milhões e até então não tinha sido concluída. Também se questionou a falta das prestações de contas. Entretanto, a acusação não tinha mérito e foi retirada. O crime de improbidade administrativa deve ter sempre como réu pelo menos um agente público envolvido no ato ilícito, o que não era o caso.
Governo carioca pega carona no novo clipe de Anitta para fazer campanhas de trânsito e saúde
O governo do estado do Rio de Janeiro aproveitou a enorme popularidade do novo clipe de Anitta para chamar atenção para alguns detalhes que não renderam a mesma polarização das bundas nas redes sociais – com ou sem celulites. O Detran carioca elogiou Anitta por servir de bom exemplo. Após criticar o apresentador Luciano Huck por publicar vídeo na garupa de uma moto sem capacete, o Twitter do órgão de trânsito publicou um trecho do clipe “Vai Malandra” em que a cantora pega carona num moto-táxi e não se esquece do assessório de segurança. “Malandra que é malandra só vai de capacete”, elogiou o tuíte, que ainda usou a hashtag #SejaEssaPessoa. Já a Secretaria de Saúde chamou a atenção para a água parada sobre a laje onde o clipe foi gravado, ideal para a proliferação de mosquitos. “Tu tá louca?! Não dá mole pra dengue, zika e chikungunya!”, criticou o Twitter da Secretaria da Saúde. Em outro tuíte, ilustrado pela foto da cantora refletida no espelho d’água da lage no Morro do Vidigal, a Secretaria frisou: “Malandro mesmo é o aedes aegypti, que, enquanto você curte distraído o novo hit da Anitta, ele aproveita essa água parada para se reproduzir”. Veja abaixo como Anitta se tornou importante para salvar o Rio de Janeiro. Anitta para governador em 2018? Malandra que é malandra só vai de capacete. #VaiMalandra #SejaEssaPessoa pic.twitter.com/rWdOFDJFjL — Detran-RJ (@DetranRJ) 18 de dezembro de 2017 Malandro mesmo é o Aedes aegypti, q, enquanto vc curte distraído o novo hit da @Anitta, ele ta aproveita essa água parada pra se reproduzir. Se liga: combatendo o mosquito, você cuida da sua saúde! Bora manter a menor taxa de mortalidade por dengue no RJ desde 2005! #VaiMalandra pic.twitter.com/8tc5TBLyS9 — Conexão Saúde RJ (@SaudeGovRJ) December 19, 2017
Cartazes de The Post destacam Tom Hanks, Meryl Streep e prêmios da crítica
A Fox divulgou três novos pôsteres de “The Post”, que destacam as vitorias do drama dirigido por Steven Spielberg na votação do National Board of Review, a mais antiga associação de críticos, cinéfilos e acadêmicos dos Estados Unidos. Além do prêmio de Melhor Filme do ano, os cartazes apresentam as conquistas individuais de Meryl Streep (“A Dama de Ferro”) e Tom Hanks (“Capitão Phillips”), eleitos melhores atores pela associação. Lançado no Brasil com um subtítulo, “The Post – A Guerra Secreta” dramatiza o escândalo dos “Papéis do Pentágono”, documentos ultra-secretos de 14 mil páginas do governo dos Estados Unidos sobre o envolvimento americano na Guerra Vietnã. O título original é uma referência ao jornal The Washington Post. A trama gira em torno do dilema sofrido pela dona do jornal, pressionada pelo editor a desafiar o governo federal sobre o direito de publicar os documentos secretos em 1971. Ela poderia ser acusada de traição e perder o Washington Post na justiça. Hanks, que voltará a ser dirigido por Spielberg após quatro filmes, vive o editor do jornal, Ben Bradlee, enquanto Streep, que trabalhou anteriormente com o cineasta em “A.I. – Inteligência Artificial” (2001), terá o papel da proprietária Kay Graham. Curiosamente, é a primeira vez que os dois atores, gigantes de Hollywood, atuam juntos num filme. O forte elenco também inclui Sarah Paulson (série “American Horror Story”), Alison Brie (“Glow”), Bob Odenkirk (“Better Call Saul”) e Bruce Greenwood (“Star Trek”). O projeto foi trazido à Spielberg pela produtora Amy Pascal (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), que recebeu o roteiro original especulativo de Liz Hannah, uma estagiária e assistente de produção da série “Ugly Betty” e de filmes como “Encontro às Cegas” (2007) e “Reine Sobre Mim” (2007). O texto foi retrabalhado por Josh Singer, roteirista premiado por outro filme sobre reportagem-denúncia jornalística, “Spotlight: Segredos Revelados”, vencedor do Oscar 2016. Spielberg rodou o filme em tempo recorde, enquanto trabalhava na pós-produção de “Jogador Nº 1”, e o lançamento chega aos cinemas em 22 de dezembro nos EUA, a tempo de disputar indicação ao Oscar. Já a estreia no Brasil está marcada apenas para 1º de fevereiro.
George Clooney vai produzir minissérie sobre o escândalo Watergate para a Netflix
A Netflix vai produzir uma minissérie sobre o escândalo de Watergate, que contará com produção de George Clooney e seu sócio Grant Heslov (“Tudo pelo Poder”). Segundo a revista Variety, além de produzir, George Clooney também pode dirigir alguns episódios. A série foi desenvolvida por Matt Charman, roteirista de “Ponte dos Espiões”, de Steven Spielberg, e terá oito episódios centrados nos personagens principais do escândalo, um dos mais célebres da história da política americana. A crise política começou com a invasão do prédio Watergate, onde estava alojado o comitê nacional do Partido Democrata, em Washington. Cinco pessoas foram detidas quando tentavam fotografar documentos e instalar aparelhos de escuta no escritório do Partido Democrata. Mas a cúpula do FBI tentou interromper a investigação. O acobertamento envolveu altas esferas do governo federal e acabou denunciado numa série de reportagens históricas do jornal Washington Post, graças a uma fonte secreta no próprio FBI, identificada pelo pseudônimo de Garganta Profunda. A investigação jornalística sacudiu o poder e levou à renúncia do presidente Richard Nixon em 1974, quando estava prestes a sofrer um processo de impeachment. O escândalo já rendeu diversos filmes. O mais famoso foi “Todos os Homens do Presidente” de 1976, quando o caso ainda era recente, centrado na investigação jornalística e estrelado por Robert Redford e Dustin Hoffman. Mais recentemente, Liam Neeson viveu o informante dos jornalistas em “Mark Felt – O Homem que Derrubou a Casa Branca”, exibido em outubro no Brasil.
Indicação de Christopher Plummer, substituindo Kevin Spacey, é maior surpresa do Globo de Ouro
A maior surpresa da lista de indicados do Globo de Ouro 2018 não foi o terror “Corra!” ser indicado como Melhor Comédia/Musical, mas a inclusão de Christopher Plummer na disputa do troféu de Melhor Ator Coadjuvante. Isto porque o astro veterano filmou sua participação em “Todo o Dinheiro do Mundo” em poucos dias e apenas após a produção voltar para refilmagens. Ele entrou no filme de última hora para substituir o ator Kevin Spacey, envolvido num escândalo sexual. A solução dispendiosa envolveu não apenas mais um salário, mas também refilmagens extensas. E o diretor Ridley Scott só conseguiu o aval da Sony ao prometer que entregaria a nova versão do filme, sem Spacey, no prazo da estreia oficial: 22 de dezembro nos Estados Unidos. A grande ironia é que Plummer tinha sido a escolha original do diretor para o papel, mas a Sony pressionou por Spacey, um ator mais “atual”. A Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood foi a primeira entidade organizadora de prêmios de cinema a assistir a versão final do filme com o novo ator. Ao falar sobre o papel, Plummer defendeu seu trabalho: “Não é uma substituição”. “De um jeito curioso, tudo recomeçou do zero e, por causa disso, é naturalmente diferente”, disse o astro de 87 anos. Plummer ainda comentou as denúncias de assédio sexual contra Spacey. “Toda a situação é muito triste, porque ele é um cara muito talentoso. As circunstâncias são tristes”. “Todo o Dinheiro do Mundo” ainda concorre ao Globo de Ouro em mais duas categorias: Melhor Atriz, com Michelle Williams, e Melhor Direção, com Ridley Scott. O fato de Scott aparecer na lista é outro dado de arrepiar, já que o diretor filmou “Todo o Dinheiro do Mundo” a toque de caixa. Não apenas para aprontá-lo a tempo de pegar a temporada de premiações, mas porque queria chegar aos cinemas antes da estreia de um projeto televisivo sobre a mesma história, feito por outro grande cineasta: a minissérie “Trust”, desenvolvida pelo roteirista Simon Beaufoy e o diretor Danny Boyle (a dupla de “Quem Quer Ser um Milionário?”), que estreia em janeiro no canal pago FX. Filme e minissérie giram em torno do famoso sequestro do então adolescente John Paul Getty III na Itália, em 1973, e as tentativas desesperadas da sua mãe, a ex-atriz Gail Harris (papel de Michelle Williams no filme), para conseguir que o avô bilionário do rapaz pagasse o resgate. Mas John Paul Getty Sr (papel de Plummer), considerado na época o homem mais rico do mundo, recusou-se a pagar os raptores. Por isso, para provar que falavam a sério, os criminosos chegaram a mandar para a família a orelha direita do jovem de 16 anos. O elenco também destaca as participações de Mark Wahlberg (“O Dia do Atentado”) como Fletcher Chase, um ex-agente da CIA encarregado de tratar com os raptores, e Charlie Plummer (“O Jantar”) como o herdeiro sequestrado. A estreia no Brasil está marcada para 25 de janeiro.
House of Cards vai acabar com temporada reduzida estrelada por Robin Wright
A Netflix anunciou que “House of Cards” terá as gravações retomadas no início de 2018 sem a presença de Kevin Spacey, demitido há um mês. Em seu lugar, o protagonismo caberá a Robin Wright no papel de Claire Underwood, agora como presidente dos Estados Unidos. Os novos episódios vão encerrar a atração, que terá uma temporada final reduzida, com apenas oito capítulos, cinco a menos que nas temporadas anteriores. “Estamos empolgados por trazer um desfecho aos fãs”, disse o chefe de conteúdo da empresa, Ted Sarandos, no comunicado que anunciou a decisão da companhia. As gravações estão suspensas desde o final de outubro, após surgirem denúncias de assédio sexual contra Kevin Spacey, intérprete do protagonista da série. No último dia 26, um novo anúncio informou que o hiato tinha sido estendido até, pelo menos, 8 de dezembro. O posicionamento oficial desta segunda-feira (4/12) confirma que a produção será retomada somente em 2018, embora uma data específica não tenha sido revelada. Após a denúncia oriingal de Anthony Rapp (série “Star Trek: Discovery”), atores que trabalharam no teatro Old Vic, de Londres, quando Spacey dirigiu o estabelecimento, mencionaram um ambiente tóxico, marcado pelo assédio em série do ator. Isto encorajou pelo menos oito pessoas da produção de “House of Cards”, segundo reportagem do canal de notícias CNN, a revelarem assédio e abuso sexual de Spacey, nos bastidores da série premiada da Netflix. Antes das denúncias, dois episódios da 6ª temporada já haviam sido rodados. Os roteiristas precisaram reescrever a trama para acomodar as modificações. Semanas atrás, a Netflix comunicou ter cancelado todos os acordos com o Kevin Spacey, incluindo o lançamento do longa-metragem “Gore”, já filmado, que é estrelado por ele.












