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    Seven Seconds: Nova série policial da criadora de The Killing ganha trailer tenso

    26 de janeiro de 2018 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Seven Seconds”, nova série de antologia criminal criada por Veena Sud (“The Killing”). A prévia explora as consequências da morte de um jovem negro por um policial branco, com muito drama, suspense e tensão, explorando as repercussões do crime. A ideia do título é que sete segundos (seven seconds) é o tempo para se tomar uma decisão de vida ou morte. Mas as consequências duram uma eternidade. O grande elenco da atração destaca Regina King (“American Crime”), David Lyons (“Revolution”), Russell Hornsby (“Grimm”), Clare-Hope Ashitey (“Shots Fire”), Beau Knapp (também de “Shots Fire”), Nadia Alexander (“The Sinner”), Michael Mosley (“Ozark”), Michelle Veintimilla (“Gotham”) e Patrick Murney (“Public Morals”). A estreia está prevista para 23 de fevereiro.

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    O Mecanismo: Série da Netflix inspirada na Operação Lava-Jato ganha primeiro trailer

    18 de janeiro de 2018 /

    A Netflix divulgou três fotos e o primeiro trailer de “O Mecanismo”, série livremente inspirada na Operação Lava-Jato, apresentada no vídeo como “o maior escândalo de corrupção de todos os tempos”. A prévia mostra detalhes conhecidos das investigações, mas altera os nomes que foram manchetes no noticiário político-policial brasileiro e até algumas denominações de instituições públicas, como a Polícia Federal, que vira Polícia Federativa na série. Em contraste com a suposta fidelidade de “Polícia Federal: A Lei É para Todos”, a opção por se identificar como ficção visa dar mais liberdade criativa e ritmo de thriller à produção, criada pelo diretor José Padilha (“Tropa de Elite”, “Narcos”) e a roteirista Elena Soarez (“A Busca”, “Xingu”). O elenco destaca Selton Mello (“O Filme da Minha Vida”) no papel de um delegado à frente das investigações, e Caroline Abras (“Gabriel e a Montanha”) como sua discípula, uma agente federal ambiciosa, além de Enrique Diaz (“Justiça”), Lee Taylor (“Entre Nós”), Antonio Saboia (“Lamparina da Aurora”), Jonathan Haagensen (“Cidade de Deus”), Alessandra Colasanti (“Magnífica 70”), Leonardo Medeiros (“Polícia Federal: A Lei é para Todos”) e Susana Ribeiro (“As Duas Irenes”). Dirigida por Padilha em parceria com Marcos Prado (“Paraísos Artificiais”) e Felipe Prado (“Partiu”), a série terá oito episódios rodados em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Brasília. Anunciada há quase dois anos, “O Mecanismo” será a segunda série brasileira da Netflix, após a sci-fi “3%”, e a segunda atração produzida por Padilha para a plataforma de streaming. Ele também produz a bem-sucedida “Narcos”, atualmente renovada para sua 4ª temporada.

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    Série policial Instinct será primeiro drama da TV aberta americana com protagonista gay

    6 de janeiro de 2018 /

    A rede CBS confirmou que sua nova atração policial “Instinct” será a primeira série de drama da TV aberta americana com um protagonista gay. O trailer divulgado sugere a inclinação sexual do personagem vivido por Alan Cumming (da série “The Good Wife”). Mas coube ao próprio ator, que é gay na vida real, ressaltar a orientação do protagonista durante o evento de imprensa semestral da TCA (Television Critics Association). “Foi uma das razões pelas quais eu quis fazer a série”, disse Cumming, que também é produtor executivo do drama. “Por ser o primeiro drama de rede [com um protagonista gay] de TV dos EUA, é uma coisa incrível e uma coisa terrível ao mesmo tempo. Social e politicamente, enquanto as pessoas gays estão sendo perseguidas e nossos direitos sendo removidos, e o presidente tolera a perseguição contra os homossexuais com seu silêncio, tornou-se importante ter um personagem com um casamento saudável com alguém do mesmo sexo na TV. Eu aplaudo todos na CBS por terem a coragem de produzir isso agora, num clima em que talvez não seja o melhor para isto. Mas acho que, justamente por isto, é o momento perfeito para fazê-lo”. “Instinct” é baseado no romance homônimo do escritor James Patterson (autor do livro que inspirou a série “Zoo”) e gira em torno do Dr. Dylan Reinhart, um ex-agente da CIA que se tornou escritor e professor, e que é procurado pela polícia para auxiliar uma investigação, após um serial killer se inspirar num de seus livros para cometer assassinatos. Apesar da distinção LGBT do protagonista, a premissa é bastante convencional: mais uma trama policial alimentada pelo conflito de uma parceria forçada entre um profissional e um amador – fórmula que tem sido requentada desde que Eddie Murphy estreou no cinema há 36 anos com “48 Horas”. Junte-se à receita o elemento literário e o resultado fica ainda mais próximo do óbvio, ou melhor, de “Castle”. Não por acaso, a rede CBS é responsável pelas produções mais convencionais da TV americana. E, ironicamente, vinha sendo criticada pela falta de diversidade entre os personagens de suas séries. Roteiros e produção de “Instinct” estão a cargo do showrunner Michael Rauch (criador de “Beautiful People”), que tomou algumas “liberdades” com o livro de Patterson, trocando o sexo de alguns personagens masculinos – para “subverter a dinâmica tradicional”, em suas palavras, embora na prática isso tenha tornado a série ainda mais parecida com “Castle”. O elenco inclui Bojana Novakovic (série “Satisfaction”), Sharon Leal (série “Supergirl”), Daniel Ings (série “The Crown”), Naveen Andrews (série “Sense8”) e Whoopi Goldberg. A série estréia em 11 de março nos Estados Unidos. Confira o trailer abaixo.

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    Seven Seconds: Nova série criminal da criadora de The Killing ganha primeiro teaser

    23 de dezembro de 2017 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Seven Seconds”, nova série de antologia criminal criada por Veena Sud (“The Killing”). A prévia mostra muito sangue sobre gelo e a personagem de Regina King (“American Crime”), com a Estátua da Liberdade ao fundo. A sinopse oficial/genérica diz o seguinte: “Em uma sociedade marcada pela tensão racial, manchetes sensacionalistas e uma audiência que prefere ser entretida do que informada, sete segundos podem significar vida ou morte. A nova série original da Netflix dá aos telespectadores um vislumbre das histórias humanas por trás das manchetes”. Na prática, a série pretende explorar as vidas de pessoas afetadas por crimes violentos e acontecimentos terríveis. A ideia é que em sete segundos tudo pode mudar. Um desses casos é o assassinato de um jovem negro por um policial branco, uma situação de abuso de poder que causa uma verdadeira revolta popular. O elenco também vai contar com David Lyons (“Revolution”), Russell Hornsby (“Grimm”), Clare-Hope Ashitey (“Shots Fire”), Beau Knapp (também de “Shots Fire”), Nadia Alexander (“The Sinner”), Michael Mosley (“Ozark”), Michelle Veintimilla (“Gotham”) e Patrick Murney (“Public Morals”). A estreia está prevista para 23 de fevereiro.

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    Trailer explosivo de Sicario 2 traz de volta Benicio Del Toro e Josh Brolin em clima de guerra

    19 de dezembro de 2017 /

    A Sony divulgou o primeiro trailer de “Sicario 2: Soldado”, continuação do ótimo suspense policial “Sicario: Terra de Ninguém”. A prévia é intensa, explosiva e repleta de ação, em clima de filme de guerra. As cenas acompanham uma narração que compara o narcotráfico ao terrorismo internacional, o que justifica a nova missão clandestina da trama, encomendada pelo personagem de Josh Brolin para o assassino profissional (o sicário) vivido por Benicio Del Toro. “Você vai nos ajudar a começar uma guerra”, diz Brolin. O elenco também inclui Catherine Keener (“Corra!”), Isabela Moner (“Transformers: O Último Cavaleiro”), Jeffrey Donovan (série “Shut Eye”), Matthew Modine (série “Stranger Things”), Christopher Heyerdahl (série “Van Helsing”), Manuel Garcia-Rulfo (“Assassinato no Expresso do Oriente”) e Ian Bohen (série “Teen Wolf”). O filme não traz de volta a personagem de Emily Blunt, que, segundo o roteirista Taylor Sheridan, completou sua história no primeiro filme. Quem também não retorna é o diretor canadense Dennis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Em seu lugar, a ação é comandada pelo italiano Stefano Sollima, do filme “Suburra” (2015) e da série “Gomorrah”. Orçado em US$ 30 milhões, “Sicario” não se pagou nas bilheterias, rendendo apenas US$ 46 milhões nos EUA e um total de US$ 84 milhões em todo o mundo. Mas encantou a crítica e teve três indicações ao Oscar 2016: Melhor Edição de Som, Trilha Sonora e Fotografia. A sequência tem estreia marcada para junho.

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    Produtores processam a Weinstein Company por cancelamento de série após escândalo sexual

    6 de dezembro de 2017 /

    Dois produtores de uma série encomendada pela Amazon e posteriormente cancelada em pleno desenvolvimento, devido ao escândalo sexual de Harvey Weinstein, abriram um processo contra The Weinstein Company, exigindo uma compensação de no mínimo US$ 2 milhões. O casal Scott Lambert e Alexandra Milchan estava trabalhando numa série sem título do diretor David O. Russell (“Trapaça”, “Joy”), que seria estrelada por Robert De Niro (“A Família”) e Julianne Moore (“Para Sempre Alice”), mas uma semana após o jornal The New York Times publicar a reportagem que denunciou o comportamento abusivo de Harvey Weinstein, a Amazon decidiu romper seu relacionamento com a TWC, cancelando a produção. A série tinha um orçamento megalômano: US$ 160 milhões. De acordo com o site The Hollywood Reporter, a plataforma já havia investido US$ 40 milhões no projeto, que estava na fase de finalização de roteiros, quando o cancelamento foi confirmado. Segundo o THR, Milchan e Lambert deram entrada na judicial na segunda-feira (4/12) no tribunal superior da LA, alegando que têm direito a receber pelo trabalho desenvolvido e taxas como produtores do projeto. O processo afirma que a TWC era uma “bomba relógio”, e que a empresa não conseguiu proteger a si mesma e a seus parceiros de negócios do dano maciço causado pelo comportamento de Harvey Weinstein. “Os réus tinham inúmeros sinais de alerta de que tal escândalo estava se preparando”, afirma o processo. “Nos anos anteriores, a TWC recebeu numerosas denúncias de abuso sexual e assédio envolvendo Weinstein. Essas queixas, se investigadas com razoável diligência, teriam revelado que Weinstein não poderia manter sua posição na TWC”. O processo exige compensação por perdas e danos, negligência, violação de contrato e fraude. A Weinstein Company não fez comentários.

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    Fox vai lançar série policial brasileira dos diretores de Faroeste Caboclo e Operações Especiais

    4 de dezembro de 2017 /

    A Fox prepara uma nova série brasileira, que deve estrear em 2018. Com o nome provisório de “Ouro Branco”, a produção vai explorar o conflito entre narcotráfico e polícia no Rio de Janeiro. Dirigida por René Sampaio (“Faroeste Caboclo”) e Tomás Portella (“Operações Especiais”), “Ouro Branco” contará a história de Evandro (Raphael Logam, de “Tá no Ar”), um jovem da periferia do Rio que, logo após entrar para o Exército, perde seu irmão, morto no meio de uma negociação do tráfico. Com sede de vingança, ele acabará à frente de uma das maiores organizações criminosas do mundo. Por conta disso, chamará a atenção de Morello (Rui Ricardo, de “Lula, o Filho do Brasil”), um policial veterano e autodestrutivo. O elenco também conta com André Gonçalves (novela “Império”), Fernanda Machado (“Confia em Mim”), Cyria Coentro (“Entre Irmãs”), Sérgio Malheiros (novela “Totalmente Demais”) e Mussunzinho (novela “Caminho das Índias”), além do uruguaio César Troncoso (“Infância Clandestina”) e os argentinos Jean Pierre Noher (“Sol Naciente”), Germán Palacios (“La Fragilidad de los Cuerpos”) e Julieta Zylberberg (“Relatos Selvagens”). As gravações já começaram e irão durar dois meses, com locações no Rio de Janeiro e no Uruguai. Com dez episódios de uma hora cada, “Ouro Branco” será exibida pelo canal pago Fox Premium e disponibilizada também na América Latina.

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    Rachel Bilson vai estrelar sua primeira série de procedimento policial

    3 de dezembro de 2017 /

    A atriz Rachel Bilson, que se projetou no drama teen “The O.C.” e teve o papel-título em “Hart of Dixon”, vai estrelar “Takes Two”, sua primeira série de procedimento policial. A produção já teve encomenda de 13 episódios para sua 1ª temporada na rede ABC. Criada pelo casal Andrew W. Marlowe e Terri Edda Miller, criador e produtora de “Castle”, a série também será protagonizada por Eddie Cibrian (séries “Third Watch” e “Rosewood”), e sua premissa não tem nada de original. Na verdade, é basicamente a mesma ideia de “Castle”, revisitada com a perspectiva da série “Ryan Hansen Solves Crimes on Television”. Em outras palavras, é “Rachel Bilson Solves Crimes on Television” (Rachel Bilson resolve crimes na TV), só que a sério, se é que isso é possível. A série gira em torno de Ella (personagem de Bilson), ex-estrela de uma série policial de sucesso, que acaba de sair da reabilitação após uma bebedeira de proporções épicas. Desesperada por recomeçar sua carreira, ela convence o investigador particular Eddie (Cibrian) a companhar seu trabalho para pesquisar um potencial papel de retorno. Embora Eddie se sinta incomodado por ter que bancar a babá, Ella se prova surpreendentemente valiosa, usando suas habilidades de atuação e a experiência de ter interpretado uma detetive em 200 episódios de TV. Quando a imprensa descobre o papel de Ella na resolução de um caso importante, o telefone de Eddie passa a tocar sem parar com novos clientes que desejam contratar o par. A comparação com “Ryan Hansen Solves Crimes on Television” é inevitável, já que na série de comédia do YouTube Red um ator (Hansen) é convidado a usar suas “habilidades” para ajudar a polícia em investigações. Trata-se da mesma história, com pequenas diferenças, mas ambas seguem “Castle” no conceito central de juntar um investigador amador com um profissional. A estrutura da atração vai seguir o modelo mais antigo da TV, o “caso da semana”, em que os protagonistas investigam um crime diferente a cada capítulo. A estreia deve acontecer na temporada de outono de 2018 nos Estados Unidos.

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    Wisdom of the Crowd é virtualmente cancelada

    28 de novembro de 2017 /

    A rede americana CBS informou que não vai encomendar mais episódios da série “Wisdom of the Crowd”, além da encomenda inicial de 13 capítulos. Na prática, a decisão da CBS significa o cancelamento do programa. A série até vinha obtendo boa audiência nas noites de domingo, com média de 7 milhões de telespectadores, mas é estrelada por Jeremy Piven, um dos atores envolvidos nas denúncias de abuso sexual que atualmente sacodem Hollywood. Três mulheres denunciaram comportamento inconveniente do ator. Duas delas afirmam terem sido agredidas sexualmente quando figuraram na série “Entourage”. A mais famosa, Cassidy Freeman (séries “Smallville” e Longmire”), ecoou as acusações em seu Instagram, sem dar maiores detalhes. Criada por Ted Humphrey (roteirista de “The Good Wife”), a série gira em torno de um empresário de tecnologia brilhante, que renuncia ao comando de sua empresa bilionária para se dedicar em tempo integral ao desenvolvimento de um aplicativo de resolução de crimes, na esperança de solucionar o assassinato de sua própria filha. Jeremy Piven vive o protagonista, Natalia Tena (a Osha de “Game of Thrones”, irreconhecível) é sua principal assistente no projeto e Richard T. Jones (série “Santa Clarita Diet”) interpreta o detetive policial encarregado de checar as informações recebidas. O elenco ainda inclui Blake Lee (série “Mixology”), Jake Matthews (série “Bosch”) e Monica Potter (série “Parenthood”). A série seguia uma fórmula que vem se provando fracassada, em que um milionário decide solucionar os problemas do mundo. Entre as produções recentes que partiram dessa premissa e foram canceladas na 1ª temporada estão “APB”, “Pure Genius” e “Proof”.

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    Séries estreantes SWAT e 9JKL garantem temporadas completas

    18 de novembro de 2017 /

    Após anunciar a produção de temporadas completas de seus maiores sucessos de 2017, “Young Sheldon” e “SEAL Team”, a rede americana CBS avalizou a continuidade de mais duas séries, desta vez menos elogiadas e vistas: a policial “SWAT” e a comédia “9JKL” Reboot da série clássica homônima, “SWAT” tem um público razoável e estável. Mais de 6 milhões de telespectadores assistiram cada um dos três episódios já exibidos nos EUA. Entretanto, a demografia dessa sintonia passa longe da ideal. Após estrear com 1,1 na demo, caiu para 0,9 nas semanas seguintes. A avaliação crítica também é medíocre, com 45% de aprovação no Rotten Tomatoes. Já “9JKL” é a atração novata pior avaliada da temporada, com míseros 13% no Rotten Tomatoes. Após estrear diante de 8,2 milhões telespectadores, perdeu metade do público e atualmente é vista por 4,3 milhões. A demografia também acompanhou a queda, indo de 1,6 pontos para 0,8. Desenvolvida por Aaron Rahsaan Thomas (roteirista de “CSI: New York” e “Sleepy Hollow”) e produzida por Shawn Ryan (criador da série policial “The Shield”) e pelo cineasta Justin Lin (“Velozes e Furiosos 6”), “SWAT” é estrelada por Shemar Moore (ex-“Criminal Minds”) no papel de Daniel ‘Hondo’ Harrelson, dividido entre a comunidade em que cresceu e seu dever como policial. Mas em vez de considerar isso um problema, esta será sua inspiração, ao ser encarregado de comandar a unidade altamente treinada da SWAT de Los Angeles, a tropa de elite do combate ao crime. O elenco também conta com Stephanie Sigman (“007 Contra Spectre”), Alex Russell (“Poder sem Limites”), Jay Harrington (série “Better Off Ted”), Lina Esco (série “Kingdom”), Kenny Johnson (série “Bates Motel”) e David Lim (série “Quantico”). “9JKL” é baseada na vida real do comediante Mark Feuerstein (protagonista da série “Royal Pains”), que assina os roteiros com Dana Klein (criadora de “Friends with Better Lives”). A trama gira em torno de um ator de TV desempregado, que após o divórcio aceita morar de favor num apartamento vazio do prédio de sua família, ao lado dos pais e do irmão casado. A situação acomoda seus problemas financeiros, mas acaba com qualquer vestígio de sua privacidade. O elenco inclui Linda Lavin (“Um Senhor Estagiário”), Elliott Gould (série “Ray Donovan”), David Walton (série “About a Boy”), Liza Lapira (série “Super Fun Night”) e Matt Murray (série “Kevin from Work”).

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    Episódio 100 de Chicago P.D. será crossover com Chicago Fire

    6 de novembro de 2017 /

    A série “Chicago P.D.” vai atingir a marca de 100 episódios no começo de 2018 e, para celebrar a ocasião, trará uma trama de crossover com “Chicago Fire”. O evento especial será exibido em março nos Estados Unidos, com uma história que começará em “Chicago P.D.” e será concluída na noite seguinte em “Chicago Fire”. A outra série da franquia de “Chicago”, do produtor Dick Wolf, também participará do crossover, mas de forma mais discreta: personagens de “Chicago Med” aparecerão nos dois episódios. Segundo adiantou o showrunner Derek Haas para o site TV Line, a trama dos dois episódios vai mostrar os policiais de “Chicago P.D.” tomando conta da brigada 51 enquanto realizam uma tocaia. No Brasil, as duas séries são exibidas pelo canal pago Universal.

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    Mindhunter é a melhor série da Netflix em 2017

    4 de novembro de 2017 /

    “Mindhunter” chama atenção inicialmente por ter produção executiva do cineasta David Fincher (“Seven”, “Clube da Luta”, “Zodíaco”, “Garota Exemplar”), que ainda dirige quatro dos dez episódios de sua 1ª temporada. E conquista o espectador mais exigente logo em seus primeiros minutos, embora consiga ficar ainda mais envolvente à medida que se aproxima de seu final. Que não é bem um final (ainda bem), mas vale dizer que a season finale é de dar taquicardia. A série é baseado no livro “Mindhunter – O Primeiro Caçador de Serial Killers Americano”, de John E. Douglas e Mark Olshaker, disponível no Brasil, e a 1ª temporada dá conta de metade da obra. Desenvolvida por Joe Penhall, roteirista do drama pós-apocalíptico “A Estrada” (2009), a trama não tem cenas de violência, perseguição ou outros clichês de thriller americano, apensar da premissa. Traz basicamente investigação e psicologia. E um texto tão bem trabalhado que dá gosto. Os personagens são tão ou mais envolventes que a história, que aborda o início do estudo dos casos de assassinos em série pelo FBI. Baseada na vida real de John E. Douglas, “Mindhunter” relata encontros e entrevistas com assassinos famosos, como Ed Kemper (Cameron Britton, da série “Stitchers”), o sujeito que matou a própria mãe e fez sexo com sua cabeça decepada, e Jerry Brudos (Happy Anderson, de “Quarry”), o assassino do fetiche de sapatos. E a interpretação dos atores que dão vida a esses dois criminosos é admirável. A atmosfera de medo e tensão nas conversas com esses dois, em especial, é de deixar o espectador prendendo a respiração. Mas há outros casos resolvidos pelo protagonista e seu parceiro que também empolgam e instigam. O grupo de investigações é formado aos poucos e sem pressa dentro da narrativa. Antes da união de Holden Ford (Jonathan Groff, de “Glee”) e Bill Tench (Holt McCallany, de “Clube da Luta”), acompanhamos o certinho Ford conhecendo a ousada Debbie (Hannah Gross, de “Quando Eu Era Sombrio”), a mulher que o iniciará no sexo oral e outras delícias da vida. Além de tudo, ela ainda ouve as preocupações que ele faz questão de compartilhar sobre sua profissão. Mais à frente, Bill se une a Holden para dar aula sobre assassinos seriais em diversas cidades dos Estados Unidos. A presença da terceira integrante, Wendy Carr (Anna Torv, de “Fringe”), chega para enriquecer ainda mais o grupo. O fato de a série também apresentar a vida privada de seus personagens principais os aproxima bastante do público. Faz com que o espectador se importe com esses personagens, que sinta e tema verdadeiramente por seus destinos. Um dos melhores exemplos acontece no episódio de número oito, que trata de um diretor de escola infantil que tem o costume de dar cócegas nos alunos. O que parecia um episódio mais fraco diante dos demais acaba sendo um dos mais marcantes, pelo mal estar que provoca, diante das decisões que Holden resolve tomar, seguindo seus instintos, ainda que com muitas dúvidas. É tão marcante que é o único capítulo que termina sem música nos créditos finais. Além de bem escrita, dirigida e interpretada, “Mindhunter” ainda destaca uma direção de arte linda, que recria os anos 1970 e a elegância das roupas, dos carros, dos prédios e casas, e uma fotografia que transmite detalhes importantes, seja para passar uma sensação de bem estar em cenas diurnas com um belo dia de sol, seja para acentuar cenas tensas em interiores sombrios. Na verdade, há tantas qualidades em “Mindhunter” que fica difícil pensar que possa ter qualquer problema. De longe, a melhor produção da Netflix em 2017.

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    Gabrielle Union pode estrelar spin-off televisivo da franquia Bad Boys

    26 de outubro de 2017 /

    Após sucessivos adiamentos nos planos de um terceiro filme, a franquia “Bad Boys” pode render um spin-off televisivo. Segundo o site Deadline, um projeto nesse sentido está sendo desenvolvido em torno da personagem Syd Burnett, que foi interpretada por Gabrielle Union em “Bad Boys 2” (2003). Para quem não lembra, a personagem é irmã do detetive Marcus Burnett (Martin Lawrence) e trabalha para o Departamento de Combate ao Tráfico de Drogas. O elenco da franquia também inclui Will Smith, como o detetive Mike Lowrey. O primeiro “Bad Boys” saiu em 1995 e marcou a estreia de Michael Bay (“Transformers”) como diretor de cinema e Will Smith como astro de ação, arrecadando US$ 141 milhões mundialmente. A sequência de 2003 fez quase o dobro, com arrecadação mundial de US$ 272 milhões. O piloto está sendo desenvolvido pelos roteiristas Brandon Margolis e Brandon Sonnier (ambos da série “The Blacklist”) e tem produção de Jerry Bruckheimer (da franquia “CSI”), que produziu os filmes. De acordo com o site, várias emissoras já demonstraram interesse no projeto, que deverá contar com a própria Gabrielle Union no papel principal.

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