Kanye West exibia fotos íntimas de Kim Kardashian para funcionários
Ex-funcionários do rapper Kanye West, também conhecido como Ye, revelaram que o artista tinha o costume de compartilhar fotos e vídeos íntimos da ex-esposa, a socialite Kim Kardashian. De acordo com a revista Rolling Stone, os funcionários da marca Yeezy (parceria de Kanye com a Adidas) publicaram uma carta aberta destinada à publicação revelando que eram obrigados a consumir a pornografia “hardcore” do casal durante o expediente. Um dos ex-empregados até alegou ter visto fotos explícitas de Kim durante uma entrevista de emprego, que aconteceu em 2018. “Ele me mostrou o vídeo de Francesca Le, uma estrela pornô com um vibrador transando com outra garota. Ele questionou o que achei disso, sem rir de jeito nenhum. Na época, achei estranho, mas pensei que era sua personalidade de artista ousado”, contou outro ex-funcionário sobre uma visita a residência do rapper. A equipe alega que Ye “não tinha medo de mostrar imagens explicitas ou de falar sobre situações que deveriam ser mantidas em sigilo”, bem como usar táticas de intimidação ao longo dos anos. “Nos últimos anos, ele explodiu com as mulheres na sala [de reuniões] com comentários ofensivos e recorria a referencias sexualmente perturbadoras ao fornecer feedback de design”, acusa um dos funcionários. Em outro episódio, uma mulher pediu para trocar de setor dentro da empresa, sendo motivo para estimulo de comportamento violento do rapper. Os membros de alto escalão da Adidas estavam cientes das atitudes do cantor. “Na ocasião, West começou a gritar que os Yeezys ainda não estavam de acordo com seus padrões, então se aproximou de uma funcionaria sênior, olhou para o pé, olhou para ela e disse: Quero que você me faça um sapato que eu possa fod*r”, relata a denúncia. “O comportamento mais preocupante que deveria ter sido sinalizado pela equipe executiva logo no início da parceria é sua abordagem manipuladora e baseada no medo, ao mesmo tempo em que tentava afirmar o domínio sobre os funcionários da Adidas em salas fechadas.” O rapper e a socialite se separaram oficialmente em 2021. Desde então, Ye faz chantagens e episódios dramáticos nas redes sociais sobre a custódia dos quatro filhos. Um dos vídeos que lançou, em meio a um surto e ao cancelamento de seu contrato com a Adidas em outubro passado, incluía uma cena em que mostrava um vídeo pornográfico para dois executivos da Adidas, diante de membros de seu círculo íntimo. Kanye West não se manifestou sobre as acusações até o momento. Em resposta ao questionamento da Rolling Stone, um porta-voz da Adidas forneceu uma breve declaração dizendo que a empresa “não discutirá conversas privadas, detalhes ou eventos que tenham levado à nossa decisão de encerrar o parceria entre a Adidas e a Yeezy, e se recusa a comentar qualquer especulação relacionada”.
Produtores de “1899” negam acusações de plágio de brasileira: “Nem conhecíamos”
Os produtores alemãos Baran bo Odar e Jantje Friese se pronunciaram nesta segunda (21/11) sobre a polêmica acusação de plágio sofrida pela série “1899”, que estreou na última quinta-feira (17/11) na Netflix. Após a ilustradora brasileira Mary Cagnin afirmar que o programa seria uma cópia descarada de seus quadrinhos “Black Silence”, Friese negou que a nova série da Netflix tenha se inspirado em qualquer material. “Oh, Internet! Não posto nada há anos porque, francamente, acho que as redes sociais se tornaram tóxicas. As últimas 24 horas provaram isso novamente”, escreveu Friese no Instagram. “Para deixar claro: nós não [copiamos]! Até ontem nem sabíamos da existência dessa história em quadrinhos. Ao longo de dois anos, colocamos dor, suor e exaustão na criação de ‘1899’. Esta é uma ideia original e não baseada em nenhum material de origem.” A produtora acrescentou que tem sido “bombardeada com mensagens ofensivas” desde a denúncia neste domingo (20/11) e que a manifestação de Mary Cagnin “deve ser um esquema para vender mais de suas histórias em quadrinhos”. Momentos depois, Friese deletou a postagem. Também pelo Instagram, seu parceiro Baran bo Odar ressaltou que não conheciam a artista, tampouco tinham ciência sobre o quadrinho brasileiro. “Isso tem me deixado extremamente bravo e chateado”, afirmou. “Nunca roubaríamos [obras] de outros artistas, já que nos sentimos como artistas. Também entramos em contato com ela [a ilustradora], então esperamos que ela retire as acusações. A Internet se tornou um lugar estranho. Por favor, mais amor em vez de ódio”, escreveu. Em seu relato, publicado no Twitter, Cagnin se disse “em choque” ao descobrir que “‘1899’ é simplesmente idêntico ao meu quadrinho ‘Black Silence’, publicado em 2016”. Ela listou uma série de “coincidências” entre as duas obras, mostrando lado a lado suas ilustrações e cenas da produção europeia. “Já chorei horrores. Meu sonho sempre foi ser reconhecida pela meu trabalho nacionalmente e internacionalmente. E ver uma coisa dessas acontecendo realmente parte meu coração. Sabemos que no Brasil temos poucas oportunidades para mostrar nosso trabalho e ser reconhecido por ele”, desabafou. Ela postou um link para o público conhecer sua obra gratuitamente em seu site pessoal (marycagnin.com) e tirar suas próprias conclusões. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por baranboodar 🜃 (@baranboodar) Gente os "criadores" da série 1899 tiveram coragem de falar com todas as letras que o plágio na verdade é um esquema da Mary pra vender mais quadrinhos. Toda minha solidariedade pra Mary nesse momento pic.twitter.com/uJNzHGN3lb — Tiny Soprano 🎄 (@porrafabizinha) November 21, 2022
Betty Faria se arrepende de defender Cássia Kis: “Merece punição”
As declarações antidemocráticas de Cássia Kis continuam dando no que falar. Desta vez, a atriz Betty Faria surgiu arrependida, no último sábado (19/11), após defender a colega de trabalho de uma suposta “censura ditatorial”. Apenas uma semana após a defesa, Betty reconheceu que as entrevistas “polêmicas” de Cassia são destrutivas à democracia brasileira. “Foi um equívoco imenso”, declarou a eterna Tieta, pelo Twitter. “Eu estava errada ao defender o direito da colega de profissão [em] dar opiniões destrutivas à nossa Democracia. Desculpem-me, por favor. Acho que tanto ela quanto os outros merecem punição.” No último dia 12, Betty Faria declarou não compactuar com a postura extremista adotada por Cássia, mas pediu para que os internautas não atacassem a interprete de Cidália (de “Travessia”). “Como democrata que sou, contra a censura, mesmo discordando de tudo, acho que ela tem o direito de dizer o que pensa e sente. Caso contrário, estamos repetindo a censura das Ditaduras”, afirmou. O público, por sua vez, não ficou nada contente com a defesa de Betty à Cassia. “Você não acha que liberdade de expressão é diferente de liberdade de ofensa?”, questionou uma fã pelo Twitter. Cassia Kiss virou a musa dos bolsonaristas após fazer declarações homofóbicas numa live com a jornalista Leda Nagle, razão pela qual está sendo processada no Rio de Janeiro até por colegas de trabalho, como é o caso do ator José de Abreu. Além disso, a atriz tem sido fortemente criticada por participar de manifestações antidemocráticas no Rio de Janeiro contra o resultado da eleição presidencial de 2022. Os frequentadores dos atos a veem como um grande exemplo para a “luta”. Eu estava errada ao defender o direito da colega de profissão dar opiniões destrutivas à nossa Democracia.Foi um equívoco imenso.Desculpem me por favor.Acho que tanto ela quanto os outros merecem punição. — Betty Faria (@BettyFaria) November 19, 2022 Como Democrata que sou, contra a censura,mesmo discordando de tudo que a atriz Cassia Kiss,acho que ela tem o direito de falar o que pensa e sente.Caso contrário,estamos repetindo a censura das Ditaduras. — Betty Faria (@BettyFaria) November 12, 2022 Betty, você não acha que liberdade de expressão é diferente de liberdade de ofensa? porque se o pensamento dela ofende um grupo de pessoas, e essa ofensa está tipificada juridicamente (ou seja, é crime), como o caso da homofobia, ela limita a liberdade do outro. — canzzian (@mariaagg__) November 12, 2022
A Fazenda: Deolane ameaça Kerline e Babi, que pede proteção para a produção
A dinâmica de domingo (20/11) de “A Fazenda” quase virou caso de polícia. Deolane Bezerra ameaçou fisicamente Kerline Cardoso e disse para Bárbara Borges, a Babi, que poderia continuar ameaçando e acabar com ela fora do programa que não aconteceria nada. Em crise nervosa, Babi foi pedir proteção à produção. Diante de Kerline, Deolane chegou a erguer o punho simulando um soco. Após a ex-BBB dizer que gostaria de esquecer a advogada e “apagar alguns momentos cruéis” que viveu no programa, Deolane foi para cima. “Fui cruel, sim. Fui cruel quando você mentiu que eu tava usando droga e desmentiu. O Lucas provou aqui na sua cara”, disse ela. Kerline tentou rebater, mas Deolane não aceitou. As duas começaram a bater boca, e após chamar Kerline de “cachorra”, Deolane explodiu: “A vontade é fazer assim na cara”, disse, insinuando dar um soco na peoa. No final da dinâmica, Deolane brigou com Babi, quando a atriz reclamou de suas ameaças. Deolane começou assim: “Eu não esqueci do ‘lá fora a gente conversa’, porque a vontade que eu tenho de dar na tua cara não é pouca”. Conforme a temperatura subiu, Deolane levantou para pressionar a adversária. Foi quando Babi lembrou: “Você me ameaçou diversas vezes”. E Deolane confirmou: “De quebrar a sua cara. Milhões de vezes, não dá nada”. Babi retrucou: “Não dá nada, você é da lei, né? Você sabe. Então você pode me quebrar e não vai dar em nada. Valeu, Brasil! Tô sendo ameaçada pra além da Fazenda”, disse ela. As duas começaram a se xingar e, mais tarde, no quarto, Babi desabou. “Me ameaçou pro Brasil inteiro de me dar uma surra, de me pegar lá fora. E a reverberação disso lá fora, com os haters. Que que é isso, gente? Como que isso pode ficar impune? Uma ameaça. Se isso não é crime, eu não sei mais o que é. Eu não sei. Vai esperar eu apanhar, eu levar uma surra, pra dizer que é crime? Não estou entendendo”, desabafou. “Como que ‘A Fazenda’, então, me protege?”, continuou. “Porque depois acabou, acabou. Aí sou eu que me ferro? Vai esperar eu levar uma surra. Até mesmo ela incita o público dela, de me baterem”. Iran e Kerline, que estavam ouvindo, concordaram. Então, Babi resolveu pedir proteção para os produtores. Ela entrou no closet para se comunicar com os responsáveis e chorou, dizendo que foi ameaçada. Pétala e Deolane tentaram escutar atrás da porta e foram flagradas por Kerline, que pediu privacidade para a amiga. “Isso aqui é um reality, todo mundo ouve tudo”, retrucou Deolane. Depois de voltar ao quarto, Babi continuou chorando no quarto. “Eu vou ter que realmente botar na balança, eu não sei. Não tá compensando, não tá compensando. E o programa não vai me dar o que pra mim é mais valioso do que R$1,5 milhão: proteção. Não vai me dar! Eu nem sei até onde eu vou”, disse Babi para Iran e Kerline. Iran concordou: “Sai com o psicológico abalado, vai gastar um milhão e meio pra se proteger”. Babi continuou desabafando: “Uma mulher que tem não sei quantos seguidores, que tem a influência que ela tem, que tem o poder que ela tem. E tá fazendo todo tipo de ameaça aqui dentro. A violência! E de dizer que não vai dar em nada! Eu não vou ter a paz, a tranquilidade, não vou ter proteção. Eu que me vire. Aí depois qualquer coisa que acontecer é isso, eu que me vire”, disse a peoa. Então, ela contou que passou a considerar desistir do programa. “Não vale um milhão e meio. Não vale continuar aqui passando o que a gente tá passando pra não dar em nada. Ainda tem isso. Vontade de sair e ser esquecida do programa. Não participo mais de nada. Melhor sair como a medrosa. Mas aí deixa ela em paz pra brilhar aqui dentro, pra fazer as ameaças dela. Prefiro pela minha vida não perder a sanidade”, apontou. Kerline tentou impedir uma decisão precipitada e Iran tentou acamá-la. “Tenta ignorar nesses últimos dias antes da roça”, disse. E Babi rebateu: “Como? Com essas dinâmicas?”. As ameaças aconteceram numa dinâmica patrocinada e a repercussão chegou nos tópicos do Twitter como “Aurora apoia ameaça”, citando o nome do anunciante. O que não deve ser muito bom para o programa. A versão editada (com muitos cortes) de tudo isso deve ir ao ar na segunda-feira (21/11) na Record TV. Ou ser totalmente ignorada como aconteceu com a humilhação sofrida por Pelé na semana passada. #AFazenda pic.twitter.com/IQxG1gcfq5 — Dantas (@Dantinhas) November 21, 2022 Deolane disse que se quebrar a cara da Babi e Kerline aqui fora, não vai dar em nada. #AFazenda pic.twitter.com/pmutVYEef1 — Dantas (@Dantinhas) November 21, 2022 Babi fica abismada com as ameaças da advogada Deolane #AFazenda pic.twitter.com/dMOiHaMhz7 — Dantas (@Dantinhas) November 21, 2022 Babi e Kerline estão preocupadas com o pós do programa, por conta das inúmeras ameaças que Deolane fez a elas #AFazenda pic.twitter.com/IkOlYPBhuq — Dantas (@Dantinhas) November 21, 2022 A Deolane e a Pétala ouvindo a Babi falar com a produção atrás da porta #AFazenda pic.twitter.com/SSlZUExpQL — Dantas (@Dantinhas) November 21, 2022 Babi está pensando em desistir do jogo porque não está valendo a pena. #AFazenda pic.twitter.com/n120CEamhj — Dantas (@Dantinhas) November 21, 2022
Tom Cruise atrapalha gravações de série com helicóptero
A atriz Jenny Agutter acusou o ator Tom Cruise de atrapalhar constantemente as gravações de sua série “Chamem a Parteira”, no ar na rede britânica BBC desde 2012, com voos de helicóptero. Segundo o jornal britânico The Sun, Cruise atualmente filmando “Missão: Impossível – Acerto de Contas – Parte 2” na vila inglesa de Longcross, mesmo local em que “Chamem a Parteira” grava sua 11ª temporada. “Tom Cruise continua arruinando nossas gravações ao pousar seu helicóptero do lado de onde estamos trabalhando”, disse a atriz de 69 anos à publicação. Ela também relatou que as cenas da série precisam ser constantemente regravadas em decorrência do barulho gerado pela aeronave. Tom Cruise possui licença para pilotar o helicóptero. Questionada se pretendia dar uma bronca no astro, ela brincou que planejava constrangê-lo no traje de freira que veste na série. “Eu deveria confrontá-lo com meu hábito. Imagine: ‘Licença, Tom, mas olha… estamos tentando gravar. Eu não sei o que você quer, mas apenas tire seu helicóptero daqui rapidamente!’”
Artista brasileira acusa “1899” de plagiar seus quadrinhos: “Estou em choque”
A artista brasileira Mary Cagnin usou as redes sociais neste domingo (20/11) para acusar a série “1899”, lançada na quinta-feira (17/11) pela Netflix, de plagiar uma obra de quadrinhos que ela lançou em 2016. “Estou em choque”, ela começou. “‘1899’ é simplesmente idêntico ao meu quadrinho ‘Black Silence’, publicado em 2016”, revelou no Twitter. E em seguida listou uma série de “coincidências” entre as duas obras, mostrando lado a lado suas ilustrações e cenas da produção europeia. A única diferença, segundo ela, é que a série desenvolvida pelos produtores e roteiristas alemães Baran Bo Odar e Jantje Friese, que causaram frenesi mundial com a trama de “Dark”, passa-se num navio do século 19, enquanto “Black Silence” é uma sci-fi espacial. “Está tudo lá: A pirâmide negra. As mortes dentro do navio/nave. A tripulação multinacional. As coisas aparentemente estranhas e sem explicação. Os símbolos nos olhos e quando eles aparecem”, escreveu a brasileira. Ela seguiu fazendo comparações: “As escritas em códigos. As vozes chamando por eles. Detalhes sutis da trama, como dramas pessoais dos personagens, incluindo as mortes misteriosas.” Segundo a autora, é possível que os produtores alemães da série tenham conhecido sua obra quando ela participou, em 2017, da Feira do Livro de Gotemburgo, na Suécia, um evento internacional que disponibilizou “Black Silence” em inglês para editores e profissionais do ramo. Mas vale apontar que uma das roteiristas da série é brasileira: Juliana Lima Dehne, que fez o curta nacional “Pare. Olhe. Escute.” (2009) “Já chorei horrores. Meu sonho sempre foi ser reconhecida pela meu trabalho nacionalmente e internacionalmente. E ver uma coisa dessas acontecendo realmente parte meu coração”, reclamou Cagnin. A artista, que já ilustrou livros e revistas para editoras Globo, Abril e Mol, lançou recentemente seu site pessoal (marycagnin.com), onde é possível ler a íntegra de “Black Silence”. Cagnin não disse se pretende processar os produtores ou a Netflix. Por enquanto, está avaliando “os procedimentos que devo tomar”. “Se é que é que há algo que possa ser feito”, lamentou. Mas fez questão de destacar sua indignação: “A gente não pode achar que só porque somos brasileiros devemos aceitar esse tipo de menosprezo e indiferença. Temos inúmeros casos de gringos copiando a gente, em filmes, séries e músicas. Como o caso do filme ‘As aventuras de Pi’ que foi copiado de um livro brasileiro”, afirmou. Veja abaixo as postagens da brasileira. ESTOU EM CHOQUE. O dia que descobri que a série 1899 é simplesmente IDÊNTICO ao meu quadrinho Black Silence, publicado em 2016. Segue o fio. pic.twitter.com/1deBicrBeQ — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 As escritas em códigos. As vozes chamando por eles. Detalhes sutis da trama, como dramas pessoais dos personagens, incluindo as mortes misteriosas. pic.twitter.com/zenqeq2zqF — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Participei de painéis e distribuí o quadrinho Black Silence para inúmeros editores e pessoas do ramo. Não é difícil de imaginar o meu trabalho chegando neles. Eu não só entreguei o quadrinho físico como disponibilizei a versão traduzida para o inglês. — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Tive a oportunidade que muitos quadrinistas nunca tiveram: de poder mostrar meu trabalho para o público internacional. Gente. Eu dei palestras. Falei sobre o plot. Apresentei para pessoas influentes da área. O negócio é sério. — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Quem quiser pode ler meu quadrinho que está disponível para leitura online para tirar suas próprias conclusões:https://t.co/owMn85MIal — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022 Já cansei de chorar. Agradeço a todos que leram até aqui e a todos meus leitores por todo o apoio que recebo. Inúmeras pessoas no inbox do Insta comentando sobre as similaridades. Vou ver os procedimentos que devo tomar. Se é que é que há algo que possa ser feito. — Just Mary (@marycagnin) November 20, 2022
Polêmica! “Desencantada” tinha música contra mulheres fortes
Desencantado com “Desencantada”? A crítica americana achou a continuação do divertido “Encantada” (2007) muito fraca, resultando em apenas 44% de aprovação no Rotten Tomatoes. Mas podia ser pior. A trilha sonora oficial do filme confirmou que um boato considerado improvável era verdadeiro. Um dos rumores que circularam no começo do ano é que o filme teria passado por exibições-teste negativas, e que a cena mais rejeitada trazia o personagem Robert (Patrick Dempsey) cantando sobre a dificuldade de ser herói hoje em dia, já que as mulheres não precisavam mais “ser salvas”. O problema é que o rumor era verdade. A música consta do disco, em formato de “demo”, e se chama “Hard Times For Heroes”. Com isso, fica claro que ela fez parte de uma versão inicial do filme. O refrão escancara: “Agora são tempos difíceis para os heróis/ Não há moça para salvar agora/ As moças são tão corajosas agora/ São eles que ganham o elogio/ E são tempos difíceis para os heróis”. Trata-se de um discurso similar ao dos militantes incels de extrema direita, que reclamam de produções de heróis da Marvel e de “Star Wars”, lançamentos da própria Disney, por destacarem heroínas fortes e emascularem os heróis “de verdade”. Para completar, a música tem até uma reclamação creditada a Mulan contra o feminismo. Veja o trecho: “Você acha isso ruim?/ Uma vez eu fui uma guerreira, uma mulher lutadora feroz/ Então, eu era única e muito orgulhosa/ Mas desde então eu provei que guerreiros não precisam ser homens/ Veja o que eu sou agora, apenas mais uma na multidão”. A conclusão da música ainda reforça: “Quando não há mais donzelas/Nós somos os únicos em perigo agora”. Ouça abaixo a música polêmica. Pra quem não lembra, o “Encantada” original foi uma sátira divertida e bem-sucedida aos desenhos animados musicais de princesas da Disney, mostrando o duro choque de realidade sofrido por uma dessas princesas, Giselle (Amy Adams), ao emergir na moderna cidade de Nova York nos dias atuais. Ela perde o rumo ao conhecer a vida desencantada das pessoas normais, mas descobre a felicidade com um viúvo nova-iorquino comum (Patrick Dempsey), mesmo com o Príncipe Encantado (James Marsden) vindo em seu resgate. A sequência encontra o casal do filme original após o final feliz, que não dura para sempre, pois Giselle sente falta de seu reino encantado e deseja que tudo em sua vida volte a se tornar mágico. Mas quando esse desejo se materializa, o resultado não é o esperado, já que, ao transformar sua vida num conto de fadas, ela se descobre a madrasta malvada da filha adolescente do personagem de Dempsey, assumindo a personalidade de uma Rainha Má das fábulas. O cineasta Adam Shankman (“Rock of Ages: O Filme”) é responsável pela direção do novo longa, que ainda destaca Maya Rudolph (“Fortuna”), Oscar Nuñez (“Professor Iglesias”), Jayma Mays (“Glee”), Idina Menzel (“Cinderela”), Yvette Nicole Brown (“Community”) e a jovem Gabriella Baldacchino (“Ask for Jane”) no elenco.
José de Abreu diz que radicalismo de Cassia Kis é “deficiência psíquica”
O ator José de Abreu voltou a comentar sobre sua relação estremecida com Cassia Kis, após a colega da Globo fazer declarações homofóbicas e passar a frequentar manifestações antidemocráticas. Em uma live promovida pelo canal MyNews nesta sexta (18/11) no YouTube, Abreu afirmou que a intérprete de Cidália em “Travessia” sofre de transtornos “psíquicos” e que se recusa a tomar a medicação. Isto explicaria sua radicalização e a postura que vem adotando na vida pessoal. Relacionadas “Ela tem uma petulância que me parece ser algo psíquico, como se a maneira que ela pensasse fosse a correta. Essa certeza dela revela uma certa deficiência psíquica – o ser humano é feito de dúvidas”, analisou o ator da novela “Mar do Sertão”. “Ela tem uma deficiência, e o terapeuta medicou, mas ela parou com os remédios”, acrescentou. “É complicada a situação da Cassia, ela nunca foi uma pessoa fácil. Nunca fomos amigos, mas eu estive na casa dela”. Vale lembrar que Cassia Kis realmente anunciou em 2009 que sofria de transtorno bipolar. No entanto, alguns anos mais tarde, em 2016, ela voltou atrás e contou que deixara de se medicar porque o diagnóstico médico havia sido equivocado. Abreu revelou ainda que bloqueou Cássia nas redes sociais. “Senti que ela começou a provocar, mandar mensagens agressivas, uma coisa que passou do bolsonarismo. Eu bloqueei, e soube por amigos que estava impossível de conversar com ela.” No início da semana, o ator entrou com processos contra a atriz por conta das falas homofóbicas proferidas no final de outubro numa live da jornalista Leda Nagle. Por meio da advogada Luanda Pires, especialista em Direito Antidiscriminatório, Abreu entrou com uma notícia-crime no Ministério Público Federal e ingressou na Secretária de Justiça de São Paulo, acusando a atriz de cometer o crime de LGBTfobia. Ele também protocolou uma ação cível coletiva, pleiteando uma indenização a ser revertida em favor da comunicade LGBTQIAP+. A ação é movida em conjunto com a psicóloga Paula Dalaio e instituições como Antra (Associação Nacional de Travestis e Transexuais), ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos) e o Grupo de Advogados Pela Diversidade Sexual e de Gênero. Os processos são motivados por falas que atacam as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) por destruírem as famílias e a “vida humana”. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, ela disse na live de Leda Nagle, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ela também criticou a adoção de crianças por casais homossexuais, porque elas são geradas apenas pelo “útero de uma mulher”. José de Abreu tem uma filha transexual, Bia.
Abaixo-assinado junta 25 mil contra Mario Frias na Cultura de São Paulo
A perspectiva de o bolsonarismo se instalar em São Paulo com a vitória de Tarcísio de Freitas no governo estadual mobilizou diversos artistas e trabalhadores do segmento cultural a protestar contra a possibilidade de Mario Frias assumir a Secretaria de Cultura. “Não queremos o Mario Frias na cultura de São Paulo”, diz o título do abaixo-assinado criado na tarde de quinta-feira (17/11), que em poucas horas juntou cerca de 25 mil assinaturas na plataforma change.org ( https://www.change.org/p/não-queremos-o-mario-frias-na-cultura-de-são-paulo). O ex-ator e ex-secretário especial da Cultura do governo Bolsonaro tem sido cotado para assumir uma das secretarias de Cultura mais importantes do país, nas mãos do governador eleito Tarcísio de Freitas. “Os trabalhadores da Cultura dizem não ao nome de Mario Frias para comandar a Secretaria de Cultura no Estado de São Paulo!”, explicita o texto do manifesto. “Isso seria uma desgraça para a Cultura Paulista. Mario Frias não é respeitado na área cultural e trará para o estado a política de destruição do setor implementada por Jair Bolsonaro. Mario Frias não pode assumir este importante cargo no Estado de São Paulo!”, completa o abaixo-assinado. Responsável pela destruição de políticas culturais, mutilação da Lei Rouanet e por fazer campanha declarada contra subsídios para artistas, como a Lei Paulo Gustavo e a Lei Aldir Blanc, a passagem de Frias pelo governo Bolsonaro também foi marcada por bate-bocas e viagens mal explicadas para os EUA com custos bancados pelos contribuintes. Além disso, ele fez uma live para insinuar que o ator Paulo Gustavo não morreu de Covid e disse no Twitter que o historiador pernambucano Jones Manoel, um homem negro com cabelo em estilo black power, tinha que tomar “um bom banho”.
Gkay teria tumultuado filmagem da Netflix com crise de estrelismo
A humorista Gkay está sendo acusada de ter crises de “estrelismo” nos bastidores de “Um Natal Cheio de Graça”. A influenciadora teria sido arrogante com os envolvidos no projeto e tumultuado a produção da GLAZ Entretenimento para a Netflix. A informação foi trazida pelo colunista Lucas Pasin, que contou que a dona da “Farofa” não gostava de ser contrariada durante as filmagens. Além disso, Gkay teria sido agressiva com os colegas de trabalho, chegava atrasada e num surto até rasgou o próprio figurino. Um profissional, que pediu para não ser identificado, relatou: “Quando me chamaram para fazer o filme fiquei muito feliz, e ainda pensei: ‘A Gkay deve ser muito legal’. No primeiro dia já me avisaram: ‘Ninguém queria fazer o filme por ser com ela, e achei que você fosse desistir também’”. Ele ainda acrescentou que era comum ouvir os gritos de Gkay pelos estúdios. “[Ela] nunca se desculpava, era como se todos estivessem na obrigação de esperá-la. Ninguém falava nada, já era comum que ela gritasse, e isso intimidava.” Segundo o relato, as gravações, que aconteceram no fim de 2021 em Petrópolis (RJ), tiveram que ser acompanhadas por um profissional do RH da produtora para conter os excessos de Gkay e evitar denúncias de assédio moral. A humorista sabia da informação. Como se não bastasse a arrogância e os “surtos repentinos” da atriz, outra fonte relatou que Gkay não cumpria as recomendações de segurança contra a covid-19. “Ela chegou ao camarim contando que tinha ido a uma festa da [cantora] Anitta na noite anterior, e disse: ‘Beijei não sei quantas bocas. Chupei não sei quantas rolas. E peguei sapinho. Vou passar para todo mundo’. Aquilo ali deixou todos assustados, estávamos no meio de uma pandemia.” O ator Sérgio Malheiros (de “Impuros”), que faz par romântico com Gkay no filme, teria sido um dos mais indignados, a ponto de reclamar do episódio com a produção. Em seguida, a humorista foi chamada para uma conversa. A bronca teria sido o motivo principal para Gkay decidir danificar o figurino, que tinha sido confeccionado para ela. “Saiu chorando e gritando. Entrou no carro e falou que ia embora. Toda a equipe ficou esperando.” “Ela gritava que nós [elenco e equipe] tínhamos vergonha dela, que a culpa era nossa. Tentou mudar a situação para sair de vítima”, lembrou o profissional. Ela retornou ao set, posteriormente. A influenciadora digital também é acusada de ter um comportamento diferente na frente das câmeras, em especial, nos stories do Instagram. Por meio da assessoria de imprensa, a Gkay informou que não se pronunciaria sobre as acusações. A Netflix também não pretende se posicionar. “Um Natal Cheio de Graça” estreia em 30 de novembro na Netflix.
Rodrigo Constantino pede para Jovem Pan demitir desafetos
O polêmico Rodrigo Constantino publicou um vídeo no YouTube para fazer um “esclarecimento” sobre seu surto na quarta (16/11), quando abandonou o programa “3 em 1” ao vivo, na Jovem Pan News, e revelar que pediu a demissão de seus desafetos. A situação de quarta aconteceu durante uma discussão acalorada. Após ser chamado por Leonardo Grandini de “puxa-saco” do presidente Jair Bolsonaro, Constantino se desconectou da Jovem Pan News, deixando a tela preta. Antes disso, disse para o âncora do programa avisar para Tutinha [o empresário Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho], dono da Jovem Pan, que tinha cansado. “Não sou obrigado a ouvir isso”, afirmou, em tom demissionário. No vídeo de “esclarecimento” sobre o que aconteceu, ele atacou dois colegas de trabalho: Leonardo Grandini, a quem chamou de “Leonardo Dirceuzinho”, “um moleque de 20 e poucos anos que anda com bandido e usa broche de ladrão”, e Cesar Calejon, apelidado de forma pejorativa como Canelone, “um surfista, um demagógico da pior qualidade”. As vítimas desse ataque verbal criticaram a postura extremista de Constantino nesta semana, lamentando o tom desrespeitoso do comentarista contra o STF e seu estimulo às manifestações antidemocráticas. Calejon, que disse ser muito confortável para Constantino defender o caos no conforto de Miami, nos EUA, foi demitido nessa quarta (16/11). Grandini será o próximo, segundo Constantino, contrariado por ser chamado de “puxa-saco de Bolsonaro” ao vivo. No vídeo assoberbado, Constantino, que é realmente bolsonarista, cita livros publicados e se gaba da sua popularidade entre o público da Jovem Pan, além de sua influência junto a Tutinha, numa demonstração de poder para ditar linha editorial e demitir funcionários. Ele disse que a demissão de Grandini lhe foi prometida ao detalhar o que aconteceu após sair do ar intempestivamente: “Saí do programa e imediatamente os diretores da Jovem Pan conversaram com o Tutinha, me ligaram, mandaram mensagem: ‘Calma, calma, vimos aqui o que aconteceu e realmente é inaceitável, ele não vai mais participar do programa e tudo mais'”. “Ou seja, espero que estejam entendendo quem dá audiência pro programa”, continuou. Em tom provocador, emendou com um “ou eles ou eu” clássico, afirmando que o público não sintonizava na Jovem Pan para ver “Leonardo Dirceuzinho e Canelone”. “Vamos lá, faz um programa deles e vamos ver se vai dar audiência”, desafiou. Em seguida, ditou suas regras: “Se querem contar com a minha bagarem, com as minhas análises…” E assumindo que pediu as demissões, ele concluiu: “O recado tá dado, acho que foi muito claro, né? Acho que eles entenderam. Tanto que amanhã eu estou no programa, o Canelone não está, o Dirceuzinho não está e por aí vai, né?”. A íntegra do vídeo, sem edição nenhuma, pode ser vista abaixo. Vale observar que Grandini foi escolhido para substituir Calejon após Constantino pedir a cabeça deste. Desde a eleição de Lula, a Jovem Pan News tem eliminado mais gente que “A Fazenda”, enquanto mantém praticamente o mesmo nível de discórdia ao vivo que o programa da Record TV.
Jornalista é dispensado da Jovem Pan após bater boca com Rodrigo Constantino
O jornalista Cesar Calejon revelou nesta quarta (16/11) que foi dispensado da Jovem Pan após bater boca com Rodrigo Constantino. Em texto publicado no Twitter, ele disse que a direção da emissora não deixou claro se a decisão foi consequência do embate com o comentarista político, que aconteceu ao vivo na Jovem Pan News durante a segunda-feira. “Atualização: não estarei hoje no quadro ‘Opinião’ ou em qualquer outro programa da emissora. Acabo de ser informado que a diretoria se reuniu e adotou essa resolução”, escreveu o escritor, em seu perfil oficial no Twitter. “Não tenho detalhes, mas creio guardar relação com o meu embate com Rodrigo Constantino”, acrescentou ele. A discussão aconteceu no programa “3 em 1″, quando Calejon acusou o bolsonarista de ser irresponsável e apoiar atos golpistas no Brasil porque está confortável em Miami, nos Estados Unidos. “Você pode fazer isso de um ponto muito mais confortável porque você fala de Miami. Então pegue um voo, venha para o Brasil, vai para a porta do quartel, dormir em barraca, tomar chuva e utilizar banheiro químico, e aí você pode falar com propriedade”, afirmou. Ele também acusou Constantino de estimular atos violentos com seu discurso de ódio, que poderiam resultar em assassinatos de figuras públicas, como ministros do STF. Calejon fez questão de defender a emissora, apesar do fim do trabalho. “Preciso dizer que a Jovem Pan jamais me censurou de nenhuma maneira nas minhas participações em programas como o ‘Morning Show’, ‘Linha de Frente’, ‘3 em 1’ e ‘Opinião'”, escreveu na rede social. “Sempre me articulei de forma 100% livre e, por isso, eu agradeço à emissora e desejo sucesso”, arrematou o jornalista. Nesta quarta, o jornalista que substituiu Calejon também se desentendeu com Constantino no mesmo “3 em 1”. Durante uma discussão, Constantino surtou ao ser chamado por Leonardo Grandini de “puxa-saco” do presidente Jair Bolsonaro e se desconectou da Jovem Pan News, deixando a tela preta. Antes disso, disse para o âncora do programa falar com Tutinha [o empresário Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho], dono da Jovem Pan, que tinha cansado. “Não sou obrigado a ouvir isso”, afirmou. Será que a emissora vai demitir mais um? Desde a eleição de Lula, a Jovem Pan News tem eliminado mais gente que “A Fazenda”, enquanto mantém praticamente o mesmo nível de discórdia ao vivo que o programa da Record TV. Vale lembrar que o canal já tinha “demitido” Constantino em 2020, após uma fala controvertida sobre defesa de estupradores em que citou sua própria filha. Mas a demissão da época “não pegou”. De qualquer forma, preciso dizer que a Jovem Pan jamais me censurou de nenhuma maneira nas minhas participações em programas como o Morning Show, Linha de Frente, 3 em 1 e Opinião. SEMPRE ME ARTICULEI DE FORMA 100% LIVRE e, por isso, eu agradeço à emissora e desejo sucesso. — @cesarcalejon (@cesarcalejon1) November 16, 2022 Cesar Calejon destroçando o Rodrigo Constantino. Sem dó 🤭 pic.twitter.com/c5BhgPKOaI — Lázaro Rosa 🇧🇷🚩 (@lazarorosa25) November 15, 2022 — Tutinha, cansei. Só volto se demitirem o Cesar Calezon e Leonardo Grandini. Não consigo debater com opositores de verdade. E pensem bem: Eu dou mais audiência que eles. Querem ficar com eles ou comigo?"Os Bastidores", com Rodrigo Constantino. pic.twitter.com/w9gVL2Wwqk — Levi de Paula Antunes (@LeviantunesLevi) November 16, 2022
Brendan Fraser se recusa a ir ao Globo de Ouro: “Não sou hipócrita”
O ator Brendan Fraser, que vem de uma performance elogiada em “The Whale” (A Baleia) e é considerado presença garantida nos diversos eventos de premiação da temporada, afirmou que não aceitará convite para participar do Globo de Ouro 2023. A cerimônia marcará 20 anos de um abuso que ele sofreu de um ex-presidente da associação responsável pelo prêmio. Ele deixou clara sua posição numa entrevista para a revista GQ publicada nesta quarta-feira (16/11), em que lembrou o assédio cometido por Philip Berk, ex-presidente da HFPA (Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood), que organiza o Globo de Ouro. “Tenho mais história com a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood do que respeito pela Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood”, afirmou o ator. “É pelo histórico que tenho com eles [que não vou participar]. E minha mãe não criou um hipócrita. Você pode me chamar de muitas coisas, mas não disso”, completou A denúncia do assédio aconteceu em 2018 na própria GQ. Em uma longa reportagem publicada pela revista americana, o astro da trilogia “A Múmia” revelou que, além da atenção necessária para cuidar do filho autista, o assédio o deixou depressivo e até o desistimulou a continuar a carreira. Em 2003, durante um almoço realizado pela HFPA, à época do Globo de Ouro, Philip Berk apertou as nádegas do ator e enfiou o dedo. “Sua mão esquerda se aproximou, me agarrou na poupa da minha bunda e um de seus dedos tocou no períneo. E começou a movê-lo”, descreveu o ator na publicação. Fraser diz que o gesto o deixou paralisado. “Eu me sentia mal. Eu me senti como uma pequena criança. Senti como se houvesse uma bola na garganta. Eu pensei que ia chorar”. Ele conta que deixou o local imediatamente e cogitou contar o episódio a um policial do lado de fora do local, mas se sentiu humilhado. “[Isso] me fez recolher. Isso me fez sentir recluso.” Em resposta à denúncia, a HFPA declarou ter investigado as alegações e chegado à conclusão de que nada de grave aconteceu. Teria sido uma “piada” mal-interpretada, segundo comunicado oficial. Berk continuou na associação até o ano passado, quando foi demitido devido à circulação de um email racista, em meio às críticas de racismo sofridas pela própria HFPA. Brendan Fraser aproveitou para admitir que apenas os movimentos #MeToo e “Time’s Up” fizeram ele se sentir pronto para falar sobre o que aconteceu. “Eu conheço Rose [McGowan], conheço Ashley [Judd], conheço Mira [Sorvino] – já trabalhei com elas. Eu as chamo de amigas em minha mente. Não falo com elas há anos, mas são minhas amigas. Eu assisti a esse movimento maravilhoso, essas pessoas com coragem de dizer o que eu não tive coragem de dizer. Só eu sei qual é a minha verdade. E é o que eu acabei de falar com você”, finalizou.












