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    Cristina Ricci ataca Academia por polêmica com Andrea Riseborough: “Elitista”

    28 de janeiro de 2023 /

    A polêmica em torno da investigação anunciada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas sobre a campanha de Andrea Riseborough para conseguir uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz resultou numa polêmica enorme neste sábado (28/1), com vários artistas famosos condenando a iniciativa e saindo em defesa da colega. A atriz britânica foi indicada por “To Leslie”, produção independente pouco vista, que, sem dinheiro, não investiu em campanha na mídia, optando por trabalhar com e-mails, redes sociais e contatinhos. Segundo a Academia, isso fere as regras da instituição. O ponto central da questão foi melhor defendido por Christina Ricci (vista recentemente em “Wandinha”), que foi ao Instagram reclamar do elitismo da entidade, já que, na prática, a Academia estaria sugerindo que só produções milionárias teriam chances de chegar ao Oscar, enquanto um filme independente pouco visto, como “To Leslie”, jamais poderia ter entrado no clubinho das indicações por não poder pagar seu lugar. “Parece hilário que a ‘indicação surpresa’ (o que significa que toneladas de dinheiro não foram gastas para posicionar essa atriz) de uma atuação legitimamente brilhante esteja sendo investigada”, escreveu Ricci. “Então são apenas os filmes e atores que podem pagar pelas campanhas que merecem reconhecimento? Parece elitista e exclusivista e, francamente, muito retrógrado para mim”. Ricci ainda acrescentou que tem certeza de que Riseborough “não teve nada a ver com a campanha” para a indicação, lembrando que isso nunca é orquestrado pelo ator, “mas agora sua indicação será manchada por isso”. E concluiu: “Se a indicação for tirada, a vergonha será deles [Academia].” A Academia trouxe o caso à tona ao divulgar um comunicado na sexta-feira dizendo que está “conduzindo uma revisão dos procedimentos de campanha em torno dos indicados deste ano”. A organização também disse que está ponderando “se mudanças nas diretrizes podem ser necessárias em uma nova era de mídia social e comunicação digital”. Embora a declaração não mencione um filme ou indivíduo específico, todas as matérias da imprensa dos EUA sobre o assunto citaram o caso de Riseborough, considerada a grande surpresa nas indicações deste ano, já que seu filme fez meros US$ 27 mil nas bilheterias em seu lançamento no mês de outubro nos EUA, o que significa que poucos viram e comentaram a obra. O problema é que o Oscar tem regras específicas contra lobby e algumas delas teriam sido infligidas pela campanha da atriz, que no filme de Michael Morris vive uma mãe solteira que ganha na loteria, mas começa a torrar dinheiro de forma irresponsável. Duas infrações podem anular a indicação dela. Casada com o diretor de “To Leslie”, Michael Morris, a atriz Mary McCormack mandou um e-mail para amigos da indústria pedindo ajuda na promoção do filme e de Riseborough na campanha pelo Oscar. Na mensagem, ela pedia que as pessoas fizessem posts no Instagram sobre o filme e sugeria até hashtags. Ela foi atendida por várias estrelas de peso, como Sally Field, Liam Neeson, Jane Fonda, Laura Dern, Catherine Keener, Geena Davis e Mira Sorvino, que fizeram publicações sobre o longa nas redes sociais. Além disso, Charlize Theron, Gwyneth Paltrow, Demi Moore, Courteney Cox e Edward Norton se envolveram em sessões especiais para votantes da Academia, convocando eleitores do Oscar. Este tipo de campanha, com apelo direto e nominal a votantes, é proibida pela Academia, que permite apenas comunicação genérica – que custa cara – com disparos de e-mail pelos próprios servidores da entidade e via anúncios na mídia paga. O filme também ficou em maus lençóis por causa de um post no Instagram. O perfil oficial do longa compartilhou uma publicação, já deletada, com destaque para uma frase de crítica publicada no jornal Chicago Sun Times. Além de elogiar Riseborough, o trecho citava uma concorrente, o que é vetado pela Academia. “Por mais que tenha admirado o trabalho de (Cate) Blanchett em ‘Tár’, minha performance favorita por uma mulher foi entregue por Andrea Riseborough”, dizia o texto destacado, escrito pelo respeitado crítico Richard Roeper. A Academia proíbe campanhas que promovam a competição entre nomes e títulos, como a menção a outros atores e filmes concorrentes em materiais de divulgação. Agora, a governança da instituição vai se reunir na próxima terça (31/1) para decidir se houve violação nas regras da cerimônia. Caso isso seja constatado, o nome de Riseborough será retirado da lista de indicados, que ficará com apenas quatro artistas (não haverá substituição). Além de disputar o Oscar pela primeira vez na carreira, a atriz britânica venceu o Festival Raindance pelo desempenho em “To Leslie” e também concorre ao Spirit Awards, o “Oscar” do cinema independente dos EUA.

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    Andrea Riseborough pode perder indicação ao Oscar por culpa de e-mail e Instagram

    28 de janeiro de 2023 /

    Após a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA informar que estava investigando irregularidades em campanhas de indicações ao Oscar 2023, o nome de Andrea Riseborough foi envolvido num forte burburinho em Hollywood. Ela foi considerada a maior surpresa do Oscar, ao obter indicação como Melhor Atriz por “To Leslie”, um drama indie pouco visto e comentado. A atriz e o longa passaram em branco na maioria das premiações da temporada, não tiveram muita repercussão na mídia nem investiram numa campanha massiva para buscar a indicação. Algo totalmente incomum no Oscar. Entretanto, a Academia teria percebido que os produtores do filme tomaram alguns atalhos irregulares para conseguir sua façanha. O Oscar tem regras específicas contra lobby e algumas delas teriam sido infligidas pela campanha da atriz, que no filme de Michael Morris vive uma mãe solteira que ganha na loteria, mas começa a torrar dinheiro de forma irresponsável. Duas infrações podem anular a indicação dela. Casada com o diretor de “To Leslie”, Michael Morris, a atriz Mary McCormack mandou um e-mail para amigos da indústria pedindo ajuda na promoção do filme e de Riseborough na campanha pelo Oscar. Na mensagem, ela pedia que as pessoas fizessem posts no Instagram sobre o filme e sugeria até hashtags. Ela foi atendida por várias estrelas de peso, como Sally Field, Liam Neeson, Jane Fonda, Laura Dern, Catherine Keener, Geena Davis e Mira Sorvino, que fizeram publicações sobre o longa nas redes sociais. Além disso, Charlize Theron, Gwyneth Paltrow, Demi Moore, Courteney Cox e Edward Norton se envolveram em sessões especiais para votantes da Academia, convocando eleitores do Oscar. Este tipo de campanha, com apelo direto e nominal a votantes, é proibida pela Academia, que permite apenas comunicação genérica – que custa cara – com disparos de e-mail pelos próprios servidores da entidade e via anúncios na mídia paga. O filme também ficou em maus lençóis por causa de um post no Instagram. O perfil oficial do longa compartilhou uma publicação, já deletada, com destaque para uma frase de crítica publicada no jornal Chicago Sun Times. Além de elogiar Riseborough, o trecho citava uma concorrente, o que é vetado pela Academia. “Por mais que tenha admirado o trabalho de (Cate) Blanchett em ‘Tár’, minha performance favorita por uma mulher foi entregue por Andrea Riseborough”, dizia o texto destacado, escrito pelo respeitado crítico Richard Roeper. A Academia proíbe campanhas que promovam a competição entre nomes e títulos, como a menção a outros atores e filmes concorrentes em materiais de divulgação. Agora, a governança da instituição vai se reunir na próxima terça (31/1) para decidir se houve violação nas regras da cerimônia. Caso isso seja constatado, o nome de Riseborough será retirado da lista de indicados, que ficará com apenas quatro artistas (não haverá substituição). A indicação foi a primeira da carreira da atriz britânica, que pelo desempenho em “To Leslie” também foi indicada ao Spirit Awards, o “Oscar” do cinema independente dos EUA. Diante da ameaça da Academia, vários artistas tem protestado contra as suspeitas e manifestado apoio à atriz, lembrando que produções independentes têm muito mais dificuldade em promover seus talentos, diante das campanhas milionárias dos grandes estúdios, e a única forma de haver um mínimo de equilíbrio são táticas de guerrilha.

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  • Filme

    Indicação inesperada de Andrea Riseborough ao Oscar gera investigação da Academia

    27 de janeiro de 2023 /

    A maior surpresa do Oscar 2023 foi, sem dúvidas, a inesperada indicação de Andrea Riseborough (de “Birdman”) para a categoria de Melhor Atriz pelo filme “To Leslie”. Andrea e o longa passaram em branco na maioria das premiações, não tiveram muita repercussão na mídia nem investiram numa campanha massiva para a temporada de premiações. Algo totalmente incomum no Oscar. Mesmo assim, a atriz acabou surgindo entre as indicadas a Melhor Atriz do ano. O filme de Michael Morris estreou no SXSW do ano passado e conta com Riseborough no papel de Leslie, uma mãe solteira que ganha na loteria, mas começa a torrar dinheiro de forma irresponsável. Após o anúncio dos indicados, os especialistas que acompanham as previsões do prêmio foram pegos de surpresa e questionaram como a artista alcançou a almejada indicação. E durante o questionamento, o site Puck News apontou que a campanha pela indicação pode ter tido irregularidades. Diante da denúncia, a Academia se prontificou a investigar se alguma norma da premiação não foi burlada. É expressamente proibido, por exemplo, que a produção de um filme entre em contato com membros da instituição para promover um artista ou um filme. Só que, no caso de “To Leslie”, a esposa do diretor Michael Morris, Mary McCormack, e outros integrantes da produção teriam entrado em contato com dezenas de estrelas influentes em Hollywood para pedir apoio. Edward Norton tuitou sobre “To Leslie”. Amy Adams e Charlize Theron realizaram exibições da obra para votantes da Academia. Gwenyth Paltrow e Jennifer Aninston colocaram o filme em suas redes sociais. Howard Stern mencionou no seu podcast. Casada com Morris desde 2003, Mary é bem conectada na indústria. E, ao invés de gastar milhões em campanha de publicidade ou eventos para chamar atenção dos eleitores da Academia para a obra, McCormack simplesmente acionou seus conhecidos através de e-mails e mensagens pedindo para as pessoas assistirem ao filme. Se elas gostassem, então poderiam divulgá-lo. Mas é justo dizer que Norton, Adams e companhia fizeram bem mais que isso. A Academia agora irá investigar a questão. Uma reunião está marcada para a próxima terça-feira (31/1), para decidir se a produção do filme infringiu as regras e contatou membros da Academia diretamente para promover a atuação de Risenborough. Para se ter noção, a Academia tem inúmeras regras que precisam ser seguidas para a campanha dos candidatos ao Oscar, inclusive sobre o que pode ser enviado por e-mail e qual tipo de e-mail é permitido. Até a quantidade de comida e bebida em eventos é controlada. Agora, com a repercussão do caso, a Academia deve focar toda a sua atenção para verificar em detalhes a campanha de “To Leslie”. Há muitas questões a serem avaliadas, mas, por enquanto, Andrea Riseborough ainda está na disputa pelo seu primeiro o Oscar. É importante lembrar que a derrocada do Globo de Ouro aconteceu justamente pela falta de transparência na avaliação dos filmes e pela cultura ferrenha de lobby entre os votantes da Associação de Críticos, o que fatalmente influenciava no resultado final da premiação. Com a indicação de Andrea, nomes de peso como Viola Davis e Danielle Deadwyler, ambas atrizes negras, ficaram de fora do Oscar, apesar de seus elogiados trabalhos no filmes “A Mulher Rei” e “Till”, respectivamente. O que aumentou – ainda mais – o burburinho em torno de Andrea e sua inesperada indicação.

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    Drew Barrymore defende atriz-mirim indicada ao Framboesa de Ouro

    27 de janeiro de 2023 /

    A atriz e apresentadora Drew Barrymore (“Santa Clarita Diet”) defendeu a atriz-mirim Ryan Kiera Armstrong, indicada ao “prêmio” de Pior Atriz do Framboesa de Ouro por seu trabalho no terror “Chamas da Vingança” (2022). “Eu não gostei disso”, disse Barrymore ao programa CBS Mornings. “Ela é muito nova e isso é bullying. Queremos ser cautelosos sobre como falamos com ou sobre as pessoas, porque isso encoraja outras pessoas a se juntarem a esse movimento. Fico feliz em ver que as pessoas não pularam na onda de ‘vamos tirar sarro dela’ e, em vez disso, disseram: ‘Isso não está certo'”. Ela acrescentou que “você tem que ter senso de humor”, mas também precisa ter cuidado quando está tratando com crianças. E Barrymore sabe muito bem disso, não apenas porque ela foi uma atriz-mirim, mas porque interpretou o mesmo papel de Armstrong na primeira versão de “Chamas da Vingança”, lançada em 1984. Ambos os filmes são adaptações de um livro de Stephen King sobre uma jovem que desenvolve habilidades pirocinéticas. Ryan Kiera Armstrong tinha 11 anos quando viveu a personagem, e Drew Barrymore tinha apenas 9. Drew também reclamou da polêmica indicação no seu programa de entrevistas. “Bem, isso faz meu sangue ferver. Eu entendo a ideia de zombarmos de nós mesmos, mas vamos lá, é preciso ser um jogo justo”, disse ela, que também apontou que depois das polêmicas o organizador da premiação, John Wilson, se desculpou e removeu a indicação de Armstrong. Ele também implementou uma nova regra que proíbe a indicação de menores de 18 anos ao Framboesa de Ouro. “Eu só diria a eles: ‘Por favor, não façam isso com pessoas mais jovens. Isso não é legal’”, continou Barrymore. “E eu realmente gosto de Ryan… não façam isso de novo.” A premiação do 43º Framboesa de Ouro vai acontecer em 11 de março, um dia antes do Oscar, e também indicou Sylvester Stallone, Tom Hanks e Jared Leto aos prêmios de piores do ano. Relembre abaixo a interpretação de Drew Barrymore em “Chamas da Vingança”.

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  • Série

    Ator de “John Wick” vai interpretar Zeus na série “Percy Jackson”

    27 de janeiro de 2023 /

    O ator Lance Reddick, que faz parte da franquia “John Wick” e recentemente estrelou a série derivada de “Resident Evil”, entrou no elenco de “Percy Jackson e os Olimpianos”, atração desenvolvida para a plataforma de streaming Disney+. Ele interpretará Zeus na série de fantasia. Segundo a descrição oficial do personagem, “o todo-poderoso deus do céu e líder do Monte Olimpo é tempestuoso e desconfiado”, e “prometeu travar uma guerra se seu raio roubado não for devolvido”. A escalação de Reddick reforça o posicionamento da série em relação às polêmicas recentes. Afinal, ele é o segundo ator negro a ser escalado para um papel descrito como uma pessoa branca nos livros de Rick Riordan, que dão origem à série. O caso anterior foi o da atriz Leah Jeffries (“Empire”) como Annabeth Chase. Quando Jeffries foi anunciada no papel, a atriz foi inundada com ataques racistas nas redes sociais. Porém, a menina de 12 anos recebeu apoio de Riordan e respondeu aos ataques com um posicionamento firme no seu Instagram. “Para todos que estão me odiando, parem com isso. Eu sei que vocês acham que isso vai me machucar. Não vai. Vocês estão apenas perdendo tempo. Ainda estou confiante. Todos os outros estão confiantes. Todos os outros estão felizes por mim. Então não tentem me derrubar. Não vai funcionar”, ela avisou. Além de Lance Reddick, outra escalação anunciada foi a de Toby Stephens (“Perdidos no Espaço”) no papel de Poseidon, pai de Percy Jackson. A série acompanha o adolescente Percy Jackson, vivido por Walker Scobbell (“O Projeto Adam”), que descobre ser filho do deus grego Poseidon e é enviado ao Acampamento Meio-Sangue, retiro exclusivo para semideuses, onde vai aprender sobre sua herança e poderes, e conhecer seus novos companheiros de aventura, Annabeth Chase (Jeffries) e Grover Underwood (Aryan Simhadri, de “Doze é Demais”). O elenco ainda conta com Virginia Kull (“The Looming Tower”), Glynn Turman (“Fargo”), Jason Mantzoukas (“Brooklyn Nine-Nine”), Megan Mullally (“Will e Grace”), Timm Sharp (“À Beira do Caos”), Dior Goodjohn (“Clube do Terror”), Lin-Manuel Miranda (“Hamilton”), Timothy Omundsen (“This Is Us”) e Jay Duplass (“Transparent”). A produção está a cargo de Jon Steinberg (“The Old Man”) e a direção é de James Bobin, que já trabalhou várias vezes com a Disney, nos filmes “Os Muppets” (2011), “Muppets 2: Procurados e Amados” (2014), “Alice Através do Espelho” (2016) e na série “A Misteriosa Sociedade Benedict”. “Percy Jackson e os Olimpianos” ainda não tem previsão de estreia.

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  • Filme

    Esnobada pelo Oscar, Mia Goth aponta preconceito da Academia contra filmes de terror

    26 de janeiro de 2023 /

    Após estrelar obras como o remake de “Suspiria” (2018), “X – A Marca da Morte” (2022) e “Pearl” (2022), Mia Goth tornou-se a queridinha dos fãs de filmes de terror. Sua atuação em “Pearl” foi uma das mais aclamadas do ano e a atriz foi considerada “digna de Oscar” por seu “retrato fascinante da raiva feminina”, segundo o site norte-americano Mashable. Mia Goth chegou mesmo a receber várias indicações (e prêmios) de Melhor Atriz em diversas associações de críticos dos Estados Unidos. Com a repercussão positiva de seu trabalho, o caminho natural seria conquistar a tão almejada indicação ao Oscar, mas a estrela enfrentou um grande problema no seu caminho: o preconceito da Academia com filmes de gênero. Em entrevista para o canal do jornalista Jake Hamilton no YouTube, Mia garantiu que a instituição precisa de “uma mudança necessária” e afirma que isso ajudaria a própria premiação a aumentar seus índices de audiência e se conectar mais com o público. “O horror precisa parar de ser subestimado”, opinou a atriz. “Talvez eu também não devesse dizer isso, mas acho que é verdade, acho que muitas pessoas sabem disso e não sei por quê [não muda]. Eu acho que uma mudança é necessária e realmente deveria ocorrer se eles quisessem se envolver mais com o público em geral. Eu acho que isso seria realmente benéfico”, continuou Mia. Ela ainda afirmou que, no Oscar, “tudo é muito político e não é totalmente baseado na qualidade do projeto em si”. “Muitas coisas acontecem nos bastidores. São muitos cozinheiros na cozinha quando se trata de indicações e categorias a serem reconhecidas”. Menos de um ano após “X: A Marca da Morte” estrear nos cinemas nacionais, “Pearl” também vai chegar ao Brasil. A sequência, que estreia em 9 de fevereiro, é o segundo filme da trilogia do diretor Ti West, e traz Mia Goth novamente como protagonista. A sequência da trilogia conquistou a crítica especializada, chegando a 91% de aprovação no Rotten Tomatoes. A atriz também vai estrear e escrever o terceiro filme, “MaXXXine”, atualmente em desenvolvimento. Empolgada, a atriz afirmou que o novo filme será “ainda melhor” que seus antecessores. Desde a criação do Oscar, em 1929, apenas 18 filmes de terror receberam indicações às categorias da maior cerimônia cinematográfica do mundo. Para a categoria de Melhor Filme, que é a mais importante da premiação, a lista capa para apenas 6 títulos de horror. Desse total, apenas um venceu: “O Silêncio dos Inocentes” (1991), que é mais thriller que horror. As outras obras que conseguiram indicações foram “O Exorcista” (1973), “Tubarão” (1975), “O Sexto Sentido” (1999), “Cisne Negro” (2010) e “Corra!” (2017).

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  • Reality,  TV

    Reality baseado em “Round 6” vira polêmica com relatos de feridos. Netflix nega

    25 de janeiro de 2023 /

    O reality show da Netflix inspirado em “Round 6” está rendendo polêmica. A revista americana Variety reportou nesta quarta (25/1) que ao menos cinco concorrentes precisaram de atendimento médico por conta de ferimentos gerados por um dos desafios do programa, chamado Red Light, Green Light, uma brincadeira de Estátua, em que deveriam permanecer o máximo de tempo possível parados para conseguirem avançar para a próxima etapa do programa de sobrevivência. O tabloide britânico The Sun trouxe primeiro as informações, acrescentando que os participantes se sentiram mal e sofreram queimaduras de frio. “Algumas pessoas não conseguiam mexer os pés porque estava muito frio”, disse a fonte do jornal. “Você podia ouvir alguém gritar ‘médico’ e a equipe continuar gravando. Acabamos ficando lá por 30 minutos entre as tomadas.” Diante das notícias, a Netflix se pronunciou sobre as alegações. Em comunicado oficial, a empresa afirmou que “quaisquer alegações de ferimentos graves são falsas”. “Nos preocupamos profundamente com a saúde e a segurança de nosso elenco e equipe e investimos em todos os procedimentos de segurança apropriados. Embora estivesse muito frio no set – e os participantes estavam preparados para isso – quaisquer alegações de ferimentos graves são falsas”, diz a nota completa. O reality de competição, batizado em inglês de “Squid Game: The Challenge”, está sendo filmado em dois estúdios no Reino Unido com 456 competidores de todo o mundo, que disputam jogos infantis por um prêmio em dinheiro de US$ 4,56 milhões. Só que a Netflix teve a infelicidade de iniciar a produção durante uma rara onda de frio extremo na região. Na segunda-feira (23/1), que foi o primeiro dia de produção do programa no Bedford’s Cardington Studios, ao norte de Londres, as temperaturas chegaram a zero grau centígrados. Embora o jogo tenha sido gravado no interior de um antigo hangar de aviões, que é fechado, o espaço gigantesco ainda se manteve extremamente frio devido às temperaturas externas. Até o momento, a Netflix ainda não divulgou quando será o lançamento do programa. Veja a propaganda do anúncio da produção abaixo.

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  • Filme

    Framboesa de Ouro se retrata e exclui indicação de menina de 12 anos ao troféu de Pior Atriz

    25 de janeiro de 2023 /

    A organização do Framboesa de Ouro resolveu excluir o nome da atriz Ryan Kiera Armstrong como indicada ao “prêmio” de Pior Atriz pelo seu desempenho no terror “Chamas da Vingança”. O anúncio foi feito por John Wilson, chefe do grupo que organiza a premiação, após a repercussão negativa da indicação de atriz de apenas 12 anos. “Às vezes, você faz coisas sem pensar”, disse Wilson. “Então é chamada a sua atenção por causa disso. Então você entende. É por isso que os Razzies foram criados em primeiro lugar”, ele disse em comunicado. Desde que foram divulgados os indicados ao Framboesa de Ouro, a nomeação de Ryan Kiera Armstrong vinha gerando muita polêmica pela pouca idade da “vítima” do prêmio sarcástico. Além disso, a indicação a Pior Atriz poderia desestimular uma jovem, ainda em início de carreira, a prosseguir na profissão. Wilson disse que as críticas eram “válidas”, observando que elas os fizeram perceber “o quão insensíveis temos sido neste caso. Como resultado, removemos o nome de Armstrong da votação final que nossos membros farão no próximo mês. Também acreditamos que um pedido de desculpas público é devido à Sra. Armstrong, e desejamos dizer que lamentamos qualquer dor que ela tenha sofrido como resultado de nossas escolhas”. Armstrong tinha 11 anos quando trabalhou em “Chamas da Vingança”, mas estava concorrendo com atrizes veteranas e/ou com carreiras já estabelecidas, como Bryce Dallas Howard (indicada por “Jurassic Park: Domínio”), Diane Keaton (“Mack & Rita”), Kaya Scodelario (“A Filha do Rei”) e Alicia Silverstone (“The Requin – À Deriva”). Wilson também anunciou que novas diretrizes de votação estão sendo adotadas com o intuito de impedir que qualquer artista ou cineasta menor de idade seja considerado para o prêmio Razzie. “Nunca pretendemos enterrar a carreira de ninguém”, disse Wilson. “É por isso que o nosso Prêmio Redentor foi criado. Todos cometemos erros, inclusive nós. Visto que nosso lema é ‘Own Your Bad’, percebemos que nós mesmos também devemos cumpri-lo.” Além da repercussão negativa da indicação entre internautas, a organização do evento recebeu diversas críticas de outros atores mirins. “Os razzies já são mesquinhos e sem classe, mas nomear uma criança é simplesmente repulsivo e errado”, tuitou Julian Hilliard, ator mirim que apareceu em “WandaVision” e “A Maldição da Residência Hill”. “Por que colocar uma criança e arriscar transformá-la em alvo de bullying ou pior? Sejam melhores”. No início da semana, Wilson disse ao Buzzfeed que toda essa “raiva é interessante – talvez um pouco justificada, mas acho exagerada”. Ele acrescentou que “a intenção era ser [algo] engraçado. Neste caso particular, parece que erramos muito. Eu admitiria isso”. Vale lembrar que o Framboesa de Ouro já nomeou outras crianças, como Jake Lloyd (por “Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma”) e Macaulay Culkin (indicado por “Acertando as Contas com Papai”, “Pagemaster – O Mestre da Fantasia” e “Riquinho”). Mas essa também não foi a primeira vez que eles corrigem um erro. No ano passado, a organização rescindiu a categoria especial de Pior Performance de Bruce Willis em um filme, após a notícia de que o ator sofria de afasia. A premiação do 43º Framboesa de Ouro vai acontecer em 11 de março, um dia antes do Oscar.

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    Lenda dos filmes adultos, Ron Jeremy escapa de 300 anos de prisão ao desenvolver demência

    18 de janeiro de 2023 /

    A Justiça de Los Angeles, nos EUA, decidiu que o ex-astro pornô Ron Jeremy é oficialmente incompetente para ser julgado por várias acusações de estupro. Em uma audiência realizada na terça (17/1) no Tribunal Superior de Los Angeles, o juiz Ronald S. Harris declarou que o ator de quase 70 anos está em um “declínio neurocognitivo incurável”. Referindo-se ao réu por seu nome real de Ronald Jeremy Hyatt, ele disse as avaliações dos peritos concluíram que o estado cognitivo de Jeremy “provavelmente não seria restaurável”. Se Jeremy tivesse ido a julgamento e fosse considerado culpado, ele tinha a expectativa de enfrentar uma sentença de mais de 300 anos de prisão. Atualmente detido numa Penitenciária Twin Towers, Jeremy terá seu futuro determinado em uma audiência em 7 de fevereiro. Nesta data, o juiz vai decidir a sentença, que agora será limitada a se ele deverá ser colocado numa unidade de saúde mental e por quanto tempo. Preso em junho de 2020, por não conseguir pagar a fiança de US$ 6,6 milhões, Jeremy chegou a se declarar inocente de 33 acusações de estupro e agressão sexual. “Ron, ao longo dos anos, por ser quem é, foi amante de mais de 4 mil mulheres. Alegar que ele é um estuprador é ir longe demais… Quero dizer, as mulheres se jogavam em cima dele”, afirmou seu advogado no começo do caso. Atualmente com 69 anos, Jeremy já apareceu em mais de 1.700 filmes adultos desde a década de 1970. Com seu bigode característico, ele foi uma das estrelas mais reconhecidas da indústria de filmes adultos, chegando a participar até de “filmes sérios”, graça ao status de celebridade pornô. A maioria das suas participações em Hollywood se resumiu a figurações. Chegou a superar Stan Lee nesse quesito, sendo visto por alguns segundos em filmes cultuados e até em grandes sucessos, como “Pânico na Escola” (2011), com Josh Hutcherson, “Adrenalina 2” (2009), com Jason Statham, “Todo Poderoso” (2003), com Jim Carrey, “Detroit, a Cidade do Rock” (1999), com a banda Kiss, “Studio 54” (1998), com Salma Hayek, “Tromeo & Juliet” (1996), escrito por James Gunn, “Rotação Máxima” (1994), com Charlie Sheen, “Parceiros do Crime” (1993), com Eric Stoltz, e, acredite se quiser, “O Poderoso Chefão III” (1990)!

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  • Série

    “Ginny & Georgia” domina o Top 10 mundial da Netflix

    17 de janeiro de 2023 /

    A 2ª temporada de “Ginny & Georgia”, que estreou em 5 de janeiro, foi a série mais vista da Netflix pela segunda semana consecutiva, acumulando 162,7 milhões de horas visualizadas. Com isso, a série chegou, ao todo, a impressionantes 343 milhões de horas em apenas 10 dias. E para comprovar o interesse do público, a segunda atração mais vista na plataforma entre 9 a 15 de janeiro foi… a 1ª temporada de “Ginny & Georgia”! Os primeiros episódios somaram 63,2 milhões de horas visualizadas. Diante desse desempenho, não há dúvidas de que a criação da estreante Sarah Lampert já conseguiu assegurar a produção de seu terceiro ano. “Ginny & Georgia” gira em torno de mãe e filha que se mudam para uma cidade interiorana. Ginny Miller (Antonia Gentry) é uma garota de 15 anos que está literalmente deslocada e, além de não conhecer os colegas, precisa lidar com a reação deles à beleza de sua jovem e atraente mãe de 30 anos, Georgia (Brianne Howey). Mas esta dinâmica similar a “Gilmore Girls” é acompanhada por uma reviravolta, pois Georgia esconde um segredo sombrio, o verdadeiro motivo para sua mudança para um lugar distante, pequeno e no qual ninguém a conhece. É que Georgia é uma assassina. Ela jura que matou o primeiro marido por acidente, mas logo se seguem outras mortes, como o padrasto de Ginny no final da 1ª temporada, que chamam atenção da polícia local. Inicialmente pouco comentada, “Ginny e Georgia” acabou tendo mais repercussão pela reação negativa de Taylor Swift a uma frase do episódio final da 1ª temporada. A polêmica aconteceu num momento em que Georgia pergunta à sua filha Ginny sobre o status de um relacionamento recente, e a adolescente retruca: “O que te importa? Você passa por homens mais rápido do que a Taylor Swift”. “Hey ‘Ginny e Georgia’, 2010 ligou e quer sua piada preguiçosa e profundamente machista de volta”, tuitou Swift. “Que tal pararmos de degradar mulheres trabalhadoras definindo esse tipo de besteira como engraçada”, completou a cantora irritada. Bastou para o público correr para a Netflix para ver do que se tratava, rendendo audiência e renovação para a produção. Além de Antonia Gentry (“Doce Argumento”) e Brianne Howey (“Batwoman”), o elenco da série ainda inclui Felix Mallard (“Neighbours”), Sara Waisglass (“October Faction”), Jennifer Robertson (“Schitt’s Creek”), Scott Porter (“Friday Night Lights”), Raymond Ablack (“Caçadores de Sombras”), Katie Douglas (“Mary Kills People”) e o menino Diesel La Torraca (“Pequenos Monstros”). O resto do ranking da Netflix mantém a recordista “Wandinha” em 3º lugar, com mais 57,8 milhões de horas visualizadas, a 2º temporada de “Vikings: Valhalla” grudada em 4ª, com 55,4 milhões, e o thriller “Caleidoscópio” fechando o Top 5 – embora os produtores prefiram que o público veja essa disposição em outra ordem. 1 | GINNY E GEORGIA 2 | NETFLIX   2 | GINNY E GEORGIA 1 | NETFLIX   3 | WANDINHA | NETFLIX   4 | VIKINGS: VALHALLA 2 | NETFLIX   5 | CALEIDOSCÓPIO | NETFLIX  

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    Acusado de crimes sexuais, Kevin Spacey recebe homenagem na Itália

    17 de janeiro de 2023 /

    O ator Kevin Spacey (“House of Cards”) foi homenageado com um prêmio pelo conjunto de sua obra, oferecido pelo Museu Nacional de Cinema da Itália. A cerimônia de premiação aconteceu nessa segunda (16/1), em Turim, e foi o primeiro evento público que Spacey participou desde o surgimento de inúmeras acusações de crimes sexuais contra ele. “Esta noite estamos testemunhando o retorno de Kevin Spacey”, disse Vitoria Sgarbi, subsecretária do Ministério da Cultura da Itália, ao entregar-lhe o prêmio “Stella Della Mole”. “Aquele que vive através do cinema é um homem imortal, e é precisamente a ele que estamos concedendo este prêmio esta noite”. Em seu discurso, Spacey agradeceu a Sgarbi e ao presidente do Museu Nacional, Enzo Ghigo, por terem “a coragem, os culhões, de me convidar”. O ator aproveitou a ocasião para elogiar o seu empresário, Evan Lowenstein, chamando-o de “o irmão que nunca tive”. “Quando você tem um amigo como Evan Lowenstein, a vida pode ser algo muito especial”, disse Spacey. “É graças a ele que percebi que tinha que pegar todos os contratempos e erros que cometi e me levantar, e seguir em frente.” Porém, em nenhum momento Spacey explicitou quais foram esses “erros” e “contratempos” que ele cometeu. Atualmente, o ator enfrenta várias acusações criminais no Reino Unido, incluindo agressão sexual, agressão indecente e estupro. Spacey se declarou inocente de todas as acusações e o caso será julgado em breve. Além de receber a homenagem, Spacey também participou de uma masterclass no Temple Hall of the Mole Antonelliana, em Turim, que incluiu uma exibição especial do filme “Beleza Americana” (2000). Antes do filme, o ator participou de uma conversa sobre sua carreira com o diretor do Museu Nacional, Domenico De Gaetano. “Esta noite me considero extremamente sortudo”, disse Spacey durante a conversa. “Eu faço esse trabalho há mais de 40 anos e só recebi gentileza e apoio de meus fãs e colegas de trabalho. E me sinto honrado em fazer parte desse processo.” Até o momento, o ator tem sido realmente muito “sortudo”, ao escapar da maioria das acusações que tem enfrentado. Em outubro do ano passado, um júri de Nova York inocentou Spacey de um processo civil de US$ 40 milhões, concluindo que ele não molestou o ator Anthony Rapp (“Star Trek: Discovery”) quando o denunciante era adolescente. Mas ele já foi acusado por mais de 20 homens de má conduta sexual, um volume tão expressivo que acabou com sua carreira. Desde a acusação inicial de Rapp em 2017, ele foi retirado da série “House of Cards” (uma vez que os integrantes da equipe fizeram suas próprias denúncias contra ele) e também perdeu o papel em “Todo o Dinheiro do Mundo” (2017), tendo sido substituído por Christopher Plummer depois que o filme já estava pronto – as refilmagens ocorreram de forma acelerada para o longa não perder sua data de estreia. Spacey também foi condenado a pagar US$ 31 milhões de indenização à produtora MCR pelo cancelamento da série “House of Cards”, após o juiz do caso considerar que seu comportamento foi responsável pela decisão da Netflix de encerrar a série premiada. Mas outras acusações feitas contra ele acabaram não indo adiante por diferentes motivos. Dois acusadores que o processaram morreram antes de seus casos chegarem nos tribunais. O escritor norueguês Ari Behn, ex-marido da princesa da Noruega, cometeu suicídio no Natal de 2019, três meses após um massagista que acusava o ator falecer subitamente. Para completar, Spacey teve outro processo, movido por um rapaz que tinha 18 anos na época do assédio, retirado abruptamente na véspera de ir a julgamento. Graças à falta de condenação, ele conseguiu voltar a atuar em um filme italiano, “L’Uomo che Disegnò Diò”, dirigido e estrelado pelo astro Franco Nero. Ele também interpretou um vilão no filme de baixo orçamento “Peter Five Eight” e dublou um personagem no filme britânico “Control”.

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    Bia Miranda tem vídeo íntimo vazado nas redes sociais

    17 de janeiro de 2023 /

    Bia Miranda, a vice-campeã de “A Fazenda 14”, teve um vídeo íntimo vazado nas redes sociais. As imagens foram registradas quando a neta postiça de Gretchen ainda era menor de idade, o que agrava a situação criminosa. Até o momento, o responsável pelo vazamento é desconhecido, mas a equipe de Bia está tomando todas medidas judiciais necessárias para iniciar a investigação. Segundo a advogada Juliana Martins, a influencer de apenas 18 anos se encontra abalada com a situação criminosa, mas está recebendo todo apoio da equipe. “A nossa preocupação, na verdade, é mais junto à Bia mesmo. Por mais que ela seja, hoje em dia, maior de idade, ela continua sendo uma menina muito jovem. Então, toda essa situação assusta e gera medo.”, afirmou Juliana. A advogada acrescentou que pretende proteger a integridade da ex-peoa, que confidenciou o caso somente aos contatos mais próximos. “É tudo muito traumático. Por mais ‘leve’ que se tente levar a situação e mesmo com todo apoio emocional da assessoria, da produção e jurídico”, explicou. “O nosso cuidado é com ela primeiramente, pra depois a gente iniciar uma investigação junto às autoridades policiais e aí tomar as medidas judicias cabíveis. Mas, sim, nós vamos tomar medidas com relação ao ocorrido.” A advogada de Bia Miranda fez questão de ressaltar a lei Carolina Dieckmann, que foi criada para penalizar casos similares de invasão de privacidade. “As pessoas acham que apenas quem invade um dispositivo e publica pela primeira vez esse vídeo é quem está cometendo um crime, mas a própria reprodução e o compartilhamento também é uma prática penal”, alertou.

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    Ator de “Corsage”, finalista do Oscar, é indiciado por posse de pornografia infantil

    14 de janeiro de 2023 /

    O ator austríaco Florian Teichtmeister, que estrela o drama “Corsage”, finalista ao Oscar de Melhor Filme Internacional, foi indiciado por posse de pornografia infantil. As autoridades austríacas encontraram cerca de 58 mil imagens digitais pornográficas de menores com Teichtmeister. As denúncias datam de 2021, que originaram uma investigação minuciosa contra o ator. Seu julgamento está marcado para começar em 8 de fevereiro e ele pode pegar até dois anos de prisão pelas leis do país. Teichtmeister pretende se declarar culpado e assumir total responsabilidade, informou seu advogado em comunicado à agência de notícias alemã DPA. “Ele confessou durante a investigação e sempre cooperou com as autoridades”, disse Michael Rami. O advogado também argumentou que seu cliente não cometeu nenhum ato criminoso diretamente contra as pessoas retratadas nas imagens pornográficas, chamando sua ofensa de “crime puramente digital”. Em “Corsage”, o ator interpreta o imperador Franz Joseph, marido da imperatriz Elisabeth (a Sissi), interpretada por Vicky Krieps. O filme é um retrato fictício e feminista da famosa imperatriz do século 19, que no ano passado ganhou duas séries, “Sissi”, disponibilizada na Globoplay, e “A Imperatriz”, na Netflix. Vicky Krieps ganhou o troféu de Melhor Atriz Europeia do ano pelo desempenho, conferido pela Academia Europeia de Cinema. Em comunicado, a IFC Films, que distribuiu o filme nos EUA, lamentou as acusações, mas valorizou o trabalho dos demais membros da equipe técnica. “Acabamos de tomar conhecimento das acusações contra Florian Teichtmeister e estamos profundamente chocados e chocados”, diz o texto, acrescentando: “Não deixaremos que as ações de um ator coadjuvante minimizem ou invalidar o incrível trabalho e conquistas de todo o elenco e equipe de ‘Corsage’.” O filme chegou aos cinemas brasileiros na quinta-feira passada (12/1).

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