Klara Castanho fala de estupro e gravidez no “Altas Horas”: “Denunciei todos os crimes”
A atriz Klara Castanho (“Bom Dia, Verônica”) falou finalmente em público sobre a violência sexual que ela sofreu, e que resultou em uma gravidez indesejada, durante sua participação no programa “Altas Horas”, que vai ao ar na noite deste sábado (4/3). A informação foi revelada com antecedência pelo jornal O Globo. “Denunciei todos os crimes aos quais fui submetida”, afirmou a atriz sobre o estupro, o vazamento de sua gravidez e as calúnias levantadas por colunistas de fofoca e Youtubers. “Depois que vim a público, de novo, de forma forçada, eu denunciei todos os crimes aos quais fui submetida. Todos, sem nenhuma exceção”. A gravação do programa aconteceu oito meses após a atriz ter a sua vida exposta publicamente. O caso veio à tona em 24 de maio do ano passado, quando Matheus Baldi escreveu em suas redes sociais que Klara tinha dado à luz uma criança. A pedido da própria atriz, esse post foi apagado. Mas aí o colunista Leo Dias revelou saber de uma informação “inacreditável” sobre uma atriz, ao participar do programa “The Noite” de 16 de junho. Ele afirmou que a “conta” dela iria chegar, pois o caso “envolve vidas” e “carma”, e teria sido maldade. Pegando carona no tema, Antonia Fontenelle resolver dar mais detalhes, revelando que “uma atriz global de 21 anos teria engravidado e doado a criança para adoção”. “Ela não quis olhar para o rosto da criança”, afirmou a YouTuber, que classificou a história como “monstruosa” e crime. “Parir uma criança e não querer ver e mandar desovar para o acaso é crime, sim, só acha bonitinho essa história de adoção quem nunca foi em um abrigo, ademais quando se trata de uma criança negra. O nome disso é abandono de incapaz”, declarou. Tudo isso levou Klara Castanho a fazer um post nas suas redes sociais explicando que havia sofrido uma violência sexual, mas não reportou o ocorrido à polícia por sentir “vergonha e culpa”. Acreditava que se fingisse que nada aconteceu, “talvez esquecesse”. A descoberta da gravidez veio ao passar mal. Porém, o médico que a atendeu não se solidarizou com sua dor, mesmo sabendo da história. Ela afirmou que seria incapaz de criar um filho fruto de estupro, então optou pela doação do bebê e fez todos os procedimentos legais. Entretanto, quando teve a criança, ela diz ter sido ameaçada por uma enfermeira, que quis levar o caso a público por meio da imprensa. Foi assim que o caso acabou vazando. Desde então, ela procurou se manter afastada da mídia. “Foi um período de recolhimento voluntário, depois de tudo o que aconteceu no ano passado”, disse ela. A atriz disse ainda que “o que me resta neste momento, e ainda bem, é confiar na Justiça. E eu confio muito. Não só na Justiça, mas numa Justiça maior”, completou.
Chris Rock vai abordar tapa de Will Smith em especial da Netflix
O tapa que Will Smith (“Aladdin”) deu em Chris Rock (“Gente Grande”) no Oscar 2022, que teve repercussão mundial e dividiu opiniões, será abordado num novo especial de comédia da Netflix. Segundo o site Deadline, Chris Rock guardou sua munição para este momento, quando finalmente falará sobre o infame incidente. “Chris Rock: Selective Outrage” será transmitido ao vivo no próximo Chris Rock às 00h, na Netflix. O projeto, como já havia sido anunciado, será o primeiro especial de comédia ao vivo da plataforma. E, por coincidência, será transmitido uma semana antes da cerimônia do Oscar 2023 (marcada para 12 de março). Enquanto a mídia discutia o ataque do Oscar, Will Smith tentou se explicar de várias maneiras, mas Rock se manteve em silêncio. Ele chegou a compartilhar algumas piadas durante suas apresentações de stand-up comedy, mas nunca se aprofundou sobre o assunto. Há boatos de que ele tenha recusado apresentar novamente a cerimônia do Oscar e também não quis aparecer em um comercial do Super Bowl ao lado de Will Smith. O comediante afirmou que estava guardando sua opinião sobre o assunto. Mas piadas sobre o momento começaram a pipocar recentemente nos shows de Chris Rock. Em uma apresentação em janeiro, ele teria abordado o assunto por bastante tempo e comentado sobre a comoção coletiva que aconteceu após a cerimônia do Oscar. “A coisa que as pessoas querem saber: doeu? Claro que sim. Ele interpretou o Muhammad Ali! Mesmo em filmes de animação, eu sou uma zebra e ele é um maldito de um tubarão”, teria dito Rock na apresentação. Em outra fala, o comediante falou sobre a diferença de tamanho entre os dois atores: “Will Smith é um cara grande. Eu não sou. Ele fica sem camisa em seus filmes. Se você me ver em algum filme fazendo uma cirurgia de coração aberto, eu vou usar um suéter.” Rock também relatou que odiou assistir ao último filme de Will Smith, o drama “Emancipation” (2022), do diretor Antoine Fuqua (“Invasão à Casa Branca”). Na trama, Will interpreta um ex-escravo que foi brutalmente afastado de sua família após ser capturado ilegalmente por capangas de seu antigo senhor. Tentando fazer piada com o trabalho de Smith, Chris comentou que só assistiu ao longa “para ver Will ser chicoteado”. De acordo com o Deadline, essas tiradas foram ensaios para o especial da Netflix. Smith tentou, de todas as formas, pedir desculpas para o humorista. E todas foram ignoradas. “Entrei em contato com Chris e a mensagem que recebi é que ele não está pronto para falar e, quando estiver, ele entrará em contato”, disse Smith em um vídeo amplamente divulgado nas redes sociais. Em um show na O2 Arena, Rock respondeu ao vídeo do ator de forma singela: “F*da-se você e o seu vídeo de refém”.
Rei Charles manda despejar Harry e Meghan de mansão da Inglaterra
Biógrafo do príncipe Harry e de Meghan Markle, Omid Scobie revelou que o rei Charles ordenou que o caçula e a nora devolvam a casa que tinham na Inglaterra, Frogmore Cottage, residência situada dentro do Castelo de Windsor. O monarca pediu a devolução da mansão após o filho publicar um livro de memórias, intitulado “O Que Resta”, no início de janeiro. Segundo a imprensa britânica, os duques de Sussex ficaram “chocados” com o veredito do soberano britânico de “expulsá-los” de Frogmore Cottage. Outros dois integrantes da dinastia Windsor também estariam “estarrecidos” com a decisão de Charles. Em um comunicado à imprensa britânica, Harry e Meghan confirmaram que realmente foram despejados da residência real. “Podemos confirmar que o duque e a duquesa de Sussex foram gentilmente solicitados a desocupar sua residência em Frogmore Cottage”, disse um porta-voz do casal aos jornalistas na quarta-feira (1/3). Agora, a residência deve ser entregue para o príncipe Andrew que, envolvido em escândalos, deixará sua casa em Windsor e será “rebaixado” a viver em Frogmore. O rei Charles 3º teria oferecido a casa pessoalmente ao irmão, mas Andrew está resistente à ideia de se mudar. Agora, a preocupação maior de Harry e Megan é com a sua própria segurança. Eles não têm mais a segurança da realeza e, apesar de terem guarda-costas particulares, estariam mais protegidos em Frogmore quando estivessem no Reino Unido. O biógrafo Omid Scobie também revelou que a relação entre o casal e os outros membros da realeza está “no nível mais baixo” de todos os tempos. E um amigo anônimo de Harry e Meghan disse ao jornal The Mirror que a situação está muito tensa na família na família real: “Tudo parece um castigo cruel. É como se Charles quisesse tirá-los de cena para sempre”. Os duques de Sussex têm até após a coroação do rei Charles, a ser realizada em maio, para retirarem os pertences. Anteriormente, o prazo dado ao casal era de duas semanas. Eles ganharam a mansão de presente de casamento da rainha Elizabeth.
Tinker Bell negra no novo “Peter Pan” sofre ataques racistas
A escalação da atriz Yara Shahidi (“Black-Ish”) no papel da fada Tinker Bell (Sininho, para os mais velhos) virou foco de ataques racistas desde que a Disney liberou o primeiro trailer de “Peter Pan & Wendy” na última terça-feira (28/2). A primeira versão de cinema da fadinha, que apareceu na animação de 1953, é uma personagem branca e loira. Mas no remake live-action ela é interpretada por Yara, uma mulher negra de cabelos pretos. Ela aparece apenas em pequenas cenas no trailer e isso já foi o suficiente para causar um verdadeiro rebuliço entre os internautas. Em meio aos mais de 10 mil comentários no trailer oficial no Youtube, muitos decidiram expressar opiniões críticas sobre a seleção de uma atriz negra para o papel, inclusive fazendo piadas racistas com ela. “Tinker Bell parece que vai dizer ‘Wakanda pra Sempre'”, escreveu um internauta, referindo-se ao filme ‘Pantera Negra’, conhecido por seus protagonistas negros. “Essa não é Tinker Bell de verdade, o filme vai ser um fracasso”, comentou outro. As reações se estenderam a outras locais. No Twitter, um internauta sugeriu que colocassem um homem negro para interpretar a personagem: “Não querem dar uma lacrada? Troquem logo a raça e o gênero do personagem”. “Em 2030, todos os personagens da Disney vão ser negros?”, questionou mais um. E teve quem quis fazer piada racista. Um internauta postou um vídeo de uma mulher negra e bastante obesa correndo e caindo no chão. Ele usou só duas palavras para descrever a cena: “Tinker Bell”. Mas o tom em geral é muito pior: “Não quero Tinker Bell negra, eu prefiro Tinker Bell branca e loira porque é assim que eu a conheci. Fod*-se Disney”. Em meio aos ataques, no entanto, diversas pessoas elogiaram a escalação da atriz para o papel. A polêmica também iniciou um debate pedindo para que a Disney criasse histórias inéditas sobre pessoas negras e não somente as incluíssem em remakes como versões de personagens brancos. Segundo o debate, trocar as raças de personagens estabelecidos apenas para incluir um [geralmente único] ator negro na trama também seria racismo. “A Disney não dá a mínima para fazer novas histórias com personagens de cor, eles apenas colocam atores de cor para interpretar personagens brancos, e isso mostra 1) como a Disney é preguiçosa 2) como isso é racista, é como se eles não achassem que pessoas de cor merecessem suas próprias histórias”, resumiu um tuite. Vale lembrar que a atriz e cantora Halle Bailey (“As Férias da Minha Vida”) passou pela mesma situação durante o lançamento do primeiro teaser da nova versão de “A Pequena Sereia”. Ela, inclusive, manifestou apoio à colega de profissão, postando vários corações em uma publicação de Yara no Instagram. A atriz, por sua vez, respondeu com os emojis de fada, coração e sereia. Veja abaixo o trailer nacional de “Peter Pan & Wendy”.
Cidade Invisível: Série adentra floresta amazônica no trailer da 2ª temporada
A Netflix divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Cidade Invisível”, série que mostra entidades do folclore brasileiro vivendo no mundo atual. A prévia reforça que a nova leva de episódios da produção será ambientada na floresta amazônica, e integra ainda mais o personagem de Marco Pigossi no universo místico da trama. “Cidade Invisível” foi concebida pelo diretor Carlos Saldanha, em seu primeiro trabalho live-action após dirigir as animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, e fez sucesso ao explorar figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini. Mas a produção também foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-as de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Por conta disso, a série sofreu mudanças em sua 2ª temporada e teve locações no Pará, incluindo não apenas a selva, mas também a capital Belém. Nos novos episódios, Eric (Marco Pigossi) está sendo procurado por garimpeiros, mas recebe proteção de indígenas num santuário natural perto de Belém do Pará. O policial também descobrirá que sua filha, Luna (Manu Dieguez), e Cuca (Alessandra Negrini) viajaram para aquele local com o objetivo de encontrá-lo. Assim, apesar de querer retornar ao Rio, ele percebe que a menina tem uma missão a cumprir na região e, ao tentar protegê-la, se torna uma ameaça para o equilíbrio entre as entidades e a natureza. Os novos episódios chegam em streaming no dia 22 de março.
Governador da Flórida assume controle de região que pertencia à Disney desde 1967
O governador da Flórida, Ron DeSantis, assinou na segunda-feira (27/2) o projeto de lei que pôs fim ao autogoverno dos parques da Disney em Orlando. “O reino corporativo chega finalmente ao fim”, disse DeSantis, na assinatura do projeto de lei no corpo de bombeiros de Lake Buena Vista. Em 10 de fevereiro, o Congresso da Flórida aprovou o projeto de lei de DeSantis para que o Estado assumisse o Reedy Creek Improvement District, que vinha funcionando de forma autônoma desde 1967. É lá que funciona a Disney World. A partir de agora, o distrito especial está nas mãos de um conselho de cinco supervisores escolhidos pelo próprio governador, todos republicanos e conservadores. DeSantis e a Disney se desentenderam no ano passado quando o estúdio criticou uma lei promovida por DeSantis, conhecida como “Don’t say gay”, que proíbe abordar questões relacionadas à orientação sexual e identidade de gênero nas escolas primárias da Flórida sem o consentimento dos pais. Como represália por essas críticas, o governador anunciou em abril do ano passado uma lei para eliminar o distrito especial da Disney, que dava autonomia administrativa para a empresa e isenção de impostos. A companhia, que emprega mais de 75 mil pessoas na Flórida, administrava esse distrito de 100 km² como uma prefeitura local desde a década de 1960, realizando seus próprios serviços públicos essenciais, como coleta de lixo e tratamento de água. Em virtude da nova lei, o distrito, pela primeira vez, terá de comunicar o seu orçamento e finanças ao Estado, terá que pagar alguns (mas não todos) impostos e enfrentará restrições em novas construções. Contudo, o distrito manterá o poder sobre o planejamento, zoneamento, códigos de construção e segurança, e o atual estatuto de isenção de impostos para diversas obrigações. O autodenominado “lugar mais feliz da Terra” tinha um estatuto especial que lhe permitiu espalhar suas construções para meia dúzia de parques temáticos, um centro esportivo, um enorme centro comercial, 25 hotéis, a sua própria polícia, bombeiros e milhares de funcionários, numa área de quase 11 mil hectares nos condados de Osceola e Orange, no centro do estado. Desantis falou nesta segunda-feira (27/8) sobre a sua “luta”, referindo-se à Disney como “uma empresa da Califórnia” que gozava de “privilégios” que mais ninguém tinha na Flórida. “Se enveredarmos por esse caminho como corporação, esses não são os valores que queremos promover no estado da Flórida”, comentou DeSantis, que foi reeleito em 2022 para mais quatro anos. Em seu perfil no Twitter, o governador diz que a Disney “viverá sob as mesmas leis que todos os outros e pagará suas dívidas e uma parte justa dos impostos”. I signed legislation to end Disney’s self-governing status, placed the area in state receivership, and appointed 5 members to a state control board. Disney no longer has its own government, will live under the same laws as everyone else and pay its debts and fair share of taxes. pic.twitter.com/5JnZmEjSdv — Ron DeSantis (@GovRonDeSantis) February 27, 2023
Autor de “Dilbert” tem quadrinhos cancelados após declarações racistas
A empresa Andrews McMeel, distribuidora das tirinhas de “Dilbert”, anunciou que vai encerrar a publicação do personagem na imprensa dos EUA. O anúncio do cancelamento aconteceu após o criador do personagem, Scott Adams, ter feito comentários racistas. “Como uma empresa de mídia e comunicação, a AMU valoriza a liberdade de expressão”, disseram Hugh Andrews e Andy Sareyan, presidente e CEO da empresa, em comunicado. “Temos orgulho de promover e compartilhar muitas vozes e perspectivas diferentes. Mas nunca apoiaremos qualquer comentário enraizado na discriminação ou no ódio. Os comentários recentes de Scott Adams sobre raça e relações raciais não estão alinhados com nossos valores fundamentais como empresa”. A decisão foi tomada após alguns jornais cancelarem, por iniciativa própria, a publicação das tirinhas. A polêmica aconteceu devido a uma live que Adams fez no seu canal no YouTube, em que se referiu à população afro-americana como “grupo de ódio”. “O melhor conselho que eu daria aos brancos é ficar longe dos negros”, disse Adams, enquanto falava sobre uma pesquisa a respeito do uso da frase: “Tudo bem ser branco”. De acordo com a pesquisa, 26% dos afro-americanos discordaram da afirmação e outros 21% disseram que não tinham certeza. Essa é uma frase que tem sido usada pela extrema direita dos EUA e condenada pela Liga Anti-Difamação. Mas não foram apenas as tirinhas de “Dilbert” que foram canceladas. O The Wall Street Journal apurou que a editora Portfolio também cancelou a publicação de um livro de Adams, que não tinha relação com o seu personagem mais famoso. Em seu Twitter, o autor postou uma entrevista em que explica seus comentários. “Aceito críticas de qualquer pessoa que tenha visto todo o contexto aqui. O resto de vocês está em uma bolha de notícias falsas, mas confio que suspeitaram disso”, escreveu ele.
Série “Os Goldbergs” vai acabar na atual temporada
A rede americana ABC anunciou que a atual 10ª temporada da série de comédia “Os Goldbergs” será a última. Para marcar o encerramento da atração, o canal divulgou um teaser dos episódios finais. “Os Goldbergs” é a atração de comédia live-action mais duradoura da atual programação da TV aberta dos EUA. A série recentemente atingiu a incrível marca de 200 episódios produzidos. Apesar das marcas históricas, “Os Goldbergs” passou por dificuldades com a perda de dois membros de seu elenco central: o veterano George Segal, que morreu em março de 2021 de complicações de uma cirurgia de ponte de safena, e Jeff Garlin, que foi afastado em dezembro após uma investigação interna por várias alegações de má conduta. A série foi criada por Adam F. Goldberg e inspirada na sua própria juventude na década de 1980. O elenco da atual temporada é encabeçado por Wendi McLendon-Covey como a mãe da família e o trio Sean Giambrone, Troy Gentile e Hayley Orrantia como seus filhos. “Foi uma honra fazer parte de ‘Os Goldbergs’ na última década”, disse McLendon-Covey, em comunicado. “Estou muito orgulhosa do que conquistamos com a série e tenho muita sorte de ter tido uma experiência tão gratificante. Vou sentir falta da minha família da TV e de cada membro da equipe”. “Obrigada aos nossos brilhantes escritores por nos darem arcos de histórias inteligentes ano após ano e por serem tão colaborativos”, continuou ela. “E obrigada a todos os nossos fãs (os Goldnerds) por serem tão gentis e solidários. Meu coração está cheio de emoção… Mas eu definitivamente espero nunca mais ver outro par de ombreiras pelo resto da minha vida.” O último episódio de “Os Goldbergs” vai ao ar em 3 de maio nos EUA. A série chegou ao Brasil pelo canal pago Comedy Central, mas ainda é inédita em streaming.
Harvey Weinstein é condenado a mais 16 anos de prisão
O produtor de cinema americano Harvey Weinstein voltou a ser condenado nos EUA por abuso sexual. Ele recebeu uma nova pena de 16 anos por estupro num tribunal de Los Angeles nesta quinta-feira (23/2). A sentença se soma aos 23 anos que Weinstein já está cumprindo em Nova York após uma condenação de 2020. Os jurados do Tribunal Superior de Los Angeles consideraram Weinstein culpado de três acusações: estupro forçado, cópula oral forçada e penetração sexual por objeto estranho. O veredito foi dado em dezembro passado, mas a sentença só foi revelada nesta quinta-feira. Todas as três acusações foram relacionadas a uma mulher, referida como “Jane Doe 1” no tribunal. Ela disse ter sido agredida em um hotel de Beverly Hills em fevereiro de 2013, enquanto estava na cidade para participar do Los Angeles Italia Film Festival. Weinstein, no entanto, escapou de outras quatro acusações. Ele foi absolvido de uma acusação de agressão sexual envolvendo uma massoterapeuta e os jurados não entraram em consenso sobre duas acusações feitas por Jennifer Siebel Newsom, documentarista e esposa do governador Gavin Newsom da Califórnia, e da modelo e roteirista Lauren Young. No julgamento, os promotores tentaram estabelecer um padrão de comportamento abusivo de Weinstein por meio dos depoimentos de quatro testemunhas, cujas alegações levaram às sete acusações criminais, bem como de outras quatro mulheres que tiveram permissão para testemunhar que haviam sido abusadas por ele. A defesa de Weinstein optou por uma tática sensacionalista ao argumentar que as mulheres tiveram um relacionamento consensual com o Sr. Weinstein e conscientemente fizeram sexo com ele em troca de favores profissionais. O advogado Mark Werksman chegou a chamar as vítimas de “vagabundas”, ao buscar justificar os atos do seu cliente como parte da cultura de Hollywood. Segundo Werksman, o que Weinstein cometeu não foi estupro, mas “sexo transacional”, algo que ele afirma ser comum na indústria do cinema dos EUA. “Olhe para o meu cliente”, disse Werksman, durante o julgamento. “Ele não é nenhum Brad Pitt ou George Clooney. Você acha que essas lindas mulheres transaram com ele porque ele é gostoso? Não, foi porque ele é poderoso”. Durante o interrogatório de Siebel Newsom, ele acusou-a de reenquadrar sua experiência com Weinstein como negativa somente após a explosão do movimento #MeToo em 2017. A certa altura, ele disse aos jurados que a Sra. Siebel Newsom era “apenas mais uma idiota que dormiu com Harvey Weinstein para progredir na vida”. Ao longo de dois dias de testemunho, Siebel Newsom disse que foi estuprada por Weinstein em 2005 em seu quarto de hotel em Beverly Hills depois que ela concordou em se encontrar com ele para discutir sua carreira. Ela disse que não se apresentou antes porque tentou ignorar o incidente como “uma forma de deixar de lado minha tristeza, meu medo, meu trauma, para que eu pudesse seguir em frente com minha vida”. “Durante o julgamento, os advogados de Weinstein usaram sexismo, misoginia e táticas de intimidação para atacar, rebaixar e ridicularizar nós, sobreviventes. Este julgamento foi um forte lembrete de que nós, como sociedade, temos trabalho a fazer. Para todos os sobreviventes – vejo vocês, ouço vocês e estou com vocês”, disse Siebel Newsom em um comunicado sobre o veredito. As primeiras denúncias contra Weinstein renderam recentemente um filme, “Ela Disse”, que foi lançado em dezembro nos cinemas brasileiros.
2ª temporada de “Cidade Invisível” ganha data de estreia
A Netflix divulgou a data de estreia e novas fotos da 2ª temporada de “Cidade Invisível”, série que mostra entidades do folclore brasileiro vivendo no mundo atual. Em postagem nas redes sociais, a plataforma informou que os novos episódios chegam em streaming no dia 22 de março. “Cidade Invisível” foi concebida pelo diretor Carlos Saldanha, em seu primeiro trabalho live-action após dirigir as animações “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, e fez sucesso ao explorar figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini. Mas a produção também foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-as de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Por conta disso, a série sofreu mudanças em sua 2ª temporada, que teve várias cenas gravadas na Floresta Amazônica. “Estamos levando a 2ª temporada para Belém, um centro urbano rico de histórias. Os novos episódios mostram um Brasil indígena, do Norte, plural e com novas entidades e elementos muito interessantes da cultura popular”, explicou Carlos Saldanha, criador e produtor executivo da série. Nos novos episódios, Eric (Marco Pigossi) está sendo procurado por garimpeiros, mas recebe proteção de indígenas num santuário natural perto de Belém do Pará. O policial também descobrirá que sua filha, Luna (Manu Dieguez), e Cuca (Alessandra Negrini) viajaram para aquele local com o objetivo de trazê-lo de volta à vida. Mas, apesar de querer retornar ao Rio, ele percebe que a menina tem uma missão a cumprir na região e, ao tentar protegê-la, se torna uma ameaça para o equilíbrio entre as entidades e a natureza. 🦋🔥👀 pic.twitter.com/RA6QFD2BrM — netflixbrasil (@NetflixBrasil) February 22, 2023
BAFTA: “Oscar britânico” é criticado por falta de diversidade
A premiação dos BAFTA Awards, considerado o “Oscar britânico”, passou a enfrentar críticas duras do público por conta da falta de diversidade entre os vencedores do evento, que aconteceu no domingo (19/2). Usuários nas redes sociais estão usando a hashtag #BaftaSoWhite (BAFTA muito branco) e postando fotos dos vencedores, para reforçar sua crítica. Uma das pessoas que se manifestou foi Del Walker, que trabalha no ramo de games e é membro da BAFTA, a Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas. Ele postou uma foto com todos os vencedores, todos brancos. “Aqui estão os vencedores dos BAFTA de 2023. A [única] mulher negra [da foto] é apresentadora. Nem mesmo as vencedoras do Oscar/Globo de Ouro Michelle Yeoh, Angela Basset, Viola Davis ou Ke Huy Quan conseguiram se destacar. Todos os sistemas de julgamento têm preconceitos, mas isso está quebrado. Não tenho orgulho de ser um membro do BAFTA hoje”, escreveu ele na legenda da foto. Ashanti Omkar, uma comentarista de TV e membro da BAFTA, disse que a foto do grupo provocou “dor profunda na boca do estômago”. “Decepcionada!”, disse ela. “Eu tenho sentido essa dor profunda na boca do estômago ultimamente, pois estou vendo os bastidores da indústria do cinema e a supremacia que ela ostenta na minha cara, dia após dia, então não é um resultado surpreendente, mas em 2023 é profundamente reacionário e desnecessário”. “Eu assisti a clipes do BAFTA e não vi nenhum negro ou pardo ganhar”, disse Saima Mohsin, da Sky News. “Não porque não sejam brancos, mas porque são bons, muito bons e os melhores. Em tantas categorias. Negligenciados e ignorados todas as vezes. É tão deprimente. Viés inconsciente e sistêmico”. Nos últimos anos, a BAFTA vinha se dedicando a aumentar a diversidade no processo de premiação de filmes. Uma revisão deu origem a 120 mudanças em seu processo de votação, além da adição de mil membros de comunidades sub-representadas. A organização disse que 40% dos indicados nas categorias de atuação deste ano eram de origens étnicas diversas, ao contrário de 2020, quando todos os 20 indicados nas mesmas categorias eram brancos. Naquela ocasião, o vencedor Joaquin Phoenix (“Coringa”) disse em seu discurso que a indústria deveria trabalhar duro para “verdadeiramente entender o racismo sistêmico”. Nessa edição mais recente, pessoas de outras etnias foram indicadas, mas nenhuma foi premiada. Viola Davis (“A Mulher Rei”), Danielle Deadwyler (“Till – A Busca por Justiça”) e Michelle Yeoh (“Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”), por exemplo, perderam o prêmio de Melhor Atriz para Cate Blanchett (“Tár”). Na categoria de Melhor Filme, o alemão “Nada de Novo no Front”, com elenco europeu, venceu o prêmio principal, desbancando o favorito “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, com elenco asiático. Here are the winners of the 2023 BAFTAs. The black woman is a presenter. Not even Oscar/GoldenGlobe winners Michelle Yeoh, Angela Basset, Viola Davis or Ke Huy Quan could break through. All judging systems have biases but this is broken. I'm not proud to be a BAFTA member today. pic.twitter.com/3A2IGewjHh — Del @ NaughtyDog (@TheCartelDel) February 19, 2023 Disappointed!! I've felt this deep pain in the pit of my stomach of late, as I'm seeing the #film industry behind the scenes and the supremacy that it flaunts in my face so much, day by day, so it's not a surprising result, but in 2023, it is deeply regressive and uncalled for ↓ https://t.co/j9aT8ZHcKW — A$hanti OMkar ௐ London, She | Her, Film, TV Critic (@AshantiOmkar) February 19, 2023 I watched clips of the #BAFTAS and didn’t see a single black or brown person winNot because they’e not white but because they’re good, really good and the best. In so many categories. Overlooked and ignored time & again So depressingUnconscious bias & systemic#BaftasSoWhite — Saima Mohsin (@SaimaMohsin) February 20, 2023
Lucas Guimarães expõe esquema “nojento” de namoro fake com ex de Jojo Todynho
O influenciador Lucas Guimarães esclareceu o esquema “nojento” que recebeu para forjar um relacionamento entre ele e Lucas Souza, o ex-marido de Jojo Todynho. A notícia surgiu na terça-feira (14/2), quando a colunista Fábia Oliveira soltou um áudio em que Lucas Souza disse: “[Ele] queria me oferecer dinheiro para eu ficar com o Lucas Guimarães. Porque o Lucas, enfim, eu não vou citar negócio porque eu não quero prejudicar ninguém. Eu não posso te contar essas histórias, mas enfim, isso aí é tudo mentira. Eu não posso contar porque eu vou estar expondo pessoas”, disse o ex de Jojo. Os detalhes foram revelados nesta quarta-feira (15/2) numa conversa entre Lucas Guimarães com a coluna de Leo Dias. Segundo o relato, a proposta financeira teria acontecido quando Guimarães estava separado de Carlinhos Maia. Na ocasião, o influenciador e o militar teriam sido procurados por um rapaz identificado como Igor, que é o dono da empresa Magic, para tentar alavancar os negócios. Guimarães diz que a proposta de um namoro fake teria surgido numa tentativa de engajamento de uma casa de apostas no Rio de Janeiro. “Ele [o Igor] procurou o Lucas Souza para ser um dos contratados dele, mas queria que ele se relacionasse com alguém com engajamento para poder render o link que o site disponibilizaria”, começou. “Aí ele [o Igor] sugeriu o meu nome e, em caso de que eu desse alguma abertura, eles jogariam os prints das conversas na internet e em seguida o Lucas [ex da Jojo] jogaria o link dessa casa de apostas nas redes sociais, se aproveitando do engajamento”, detalhou Guimarães. O influenciador acrescentou que o dono da casa de aposta estava disposto a pagar R$ 200 mil para Souza, podendo obter ainda mais lucros reinvestindo o montante. “Ele [Souza] obviamente não topou [a oferta], até porque fui um dos únicos a mandar mensagem após a separação para ele. Ele teve respeito por mim, mas talvez se fosse uma outra pessoa, poderia cair nessa armadilha”, disse o influenciador, que ressaltou também não ter interesse no esquema. Apesar de contar que conversaram durante a separação de Lucas Souza, Guimarães deixou claro que teve poucos diálogos com o militar. “Foram umas duas vezes na minha vida e eram sempre conversas de respeito. Ele nunca deu em cima de mim, isso é fato, e eu muito menos. Ele não é meu amigo, a Jojo também não é minha amiga, são apenas pessoas que conheci no meio, acabei seguindo ele porque nós nos conhecemos no Rock in Rio”, esclareceu. Por fim, Lucas Guimarães ressaltou que não gostou de ter sido envolvido na polêmica, que começou devido ao divórcio do casal. “Não gosto do meu nome envolvido em polêmica, porque imagem é uma coisa que batalhamos a vida inteira para construir e que, qualquer coisa, precisamos [ter que] reconstruir tudo de novo”, pontuou.
Novo teaser de “A Pequena Sereia” dá primeira prévia de Úrsula
A Disney divulgou um teaser de “A Pequena Sereia”, versão live-action da animação dos anos 1990. A prévia mostra a protagonista nadando no fundo do mar, entre muitos efeitos e ao som da nova versão de “Part of Your World”, com todo o talento vocal de Halle Bailey (da série “Grown-ish”), que interpreta o papel de Ariel. Ao final, ainda é revelado um vislumbre da vilã Úrsula, interpretada por Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”). O elenco também inclui Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A direção é de Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”) e a versão final do roteiro foi escrita por David Magee. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, de 2018. O compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho original da Disney dos anos 1980, também está no projeto, trabalhando com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) na nova trilha musical. A estreia vai acontecer em 25 de maio no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.











