Pôster do Festival de Cannes 2017 homenageia Claudia Cardinale e cria polêmica
A atriz italiana Claudia Cardinale é a homenageada deste ano no pôster oficial do Festival de Cannes. Ela aparece jovem, descalça, sorridente e dançante no pôster do evento, que comemora 70 anos em 2017. Mas o tratamento da imagem acabou criando uma polêmica. O jornalista francês David Honnorat acusou o festival de afinar as pernas e a cintura da estrela no Photoshop, alterando – blasfêmia! – sua beleza voluptuosa para um padrão mais próximo da magreza das modelos atuais. As diferenças entre a imagem original e a arte são bastante claras, como pode ser visto abaixo. Procurada pela imprensa, a agência Bronx, responsável pelo cartaz, e a organização do Festival de Cannes ainda não se manifestaram sobre o assunto. Em comunicado, a atriz se disse orgulhosa por ter sido escolhida para ilustrar o pôster da edição de 70 anos do festival. “Estou honrada e orgulhosa por estar segurando a bandeira para o 70º Festival de Cannes. E encantada com a escolha da foto. É a imagem que eu mesma tenho do festival, um evento que ilumina tudo ao seu redor. Essa dança nos telhados de Roma aconteceu em 1959. Ninguém lembra o nome do fotógrafo… Eu também esqueci”, disse Cardinale, em comunicado à imprensa. “Essa foto me faz lembrar das minhas origens, e de um tempo em que eu nunca tinha sonhado em subir os degraus da sala de cinema mais famosa do mundo. Feliz aniversário!”, ela desejou ao festival. Ícone do cinema italiano, Cardinale iniciou sua carreira em 1958 e emprestou seu talento e beleza para grandes clássicos do cinema, como “Oito e Meio” (1963), de Federico Fellini, “O Leopardo” (1963), de Luchino Visconti, “A Pantera Cor-de-Rosa” (1963), de Blake Edwards, “Era Uma Vez no Oeste” (1968), de Sergio Leone, e “Fitzcarraldo” (1982), de Werner Herzog. Atualmente com 78 anos, ela segue atuando e está prestes a participar de duas produções italianas em 2017: “Niente di Serio” e “Piccolina Bella”. A 70ª edição do Festival Cannes, que terá o espanhol Pedro Almodóvar como presidente do júri, vai acontecer entre os dias 17 e 28 de maio.
Trailer da continuação de Uma Verdade Inconveniente denuncia terrorismo ambiental de Donald Trump
No dia em que Donald Trump assinou resoluções voltadas a retroceder a política ambiental norte-americana, estimulando a emissão de gases estufas por usinas de carvão, a Paramount divulgou o primeiro trailer completo da continuação do premiado documentário “Uma Verdade Inconveniente”, vencedor do Oscar 2007 de sua categoria. A prévia vai na jugular daqueles que, como Trump, consideram um exagero a teoria do aquecimento global, mostrando como a situação se agravou nos dez anos que se passaram desde o primeiro filme e como o mundo vem se unindo para impedir uma catástrofe em escala global. Não por acaso, a primeira cena é um discurso do atual presidente dos EUA, em que ele faz troça do fenômeno. Mais adiante, Trump promete abandonar os esforços das Nações Unidas para impedir o aquecimento global, o que ganha tom de ameaça terrorista na edição do vídeo. Intitulado “An Inconvenient Sequel: Truth to Power”, a produção conta com direção de direção de Bonni Cohen (“The Rape of Europa”) e Jon Shenk (“The Island President”) e traz novamente o ex-vice presidente Al Gore como apresentador e produtor. Para quem não lembra, o longa original foi um marco na conscientização sobre o impacto da poluição na elevação da temperatura na Terra, ao registrar, junto de cientistas, as consequências do derretimento de blocos de gelo das calotas polares e do aumento progressivo do nível do mar. Entretanto, Trump não acredita em nada disso. Ele e Al Gore pertencem a partidos políticos rivais. Após abrir o Festival de Sundance 2017, o filme tem estreia marcada para 28 de julho nos EUA e ainda não possui previsão de lançamento no Brasil.
A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell ganha vídeo em 360 graus
A Paramount divulgou um pequeno video em 360 graus da cena de abertura de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. Com menos de um minuto, a prévia mostra a paisagem urbana, vista dos arranha-céus da cidade futurista da trama e termina ao chegar na Major, a personagem de Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), no momento em que ela se prepara para pular do prédio. O filme é uma adaptação do mangá criado em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e o cultuado anime (longa animado) feito em 1995 por Mamoru Oshii. Na trama, Scarlett surge com o mesmo visual do anime/mangá, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). Com direção de Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”), a estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Trailer final de A Vigilante do Amanhã revela mistura de tramas do mangá e da série animada
A Paramount divulgou mais dois pôsteres e o trailer final de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. Para quem conhece a franquia, a nova prévia deixa mais claro que o filme será uma mistura de cenas do mangá criado em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e também vistas no cultuado anime (longa animado) feito em 1995 por Mamoru Oshii, com a trama da série animada “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex” (2002–2005). No filme, Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) surge com o mesmo visual do anime/mangá, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como uma cientistas, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). A estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Veja 63 fotos em alta resolução de A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell
A Paramount divulgou 63 fotos em alta resolução de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. As imagens incluem todos os personagens e até bastidores das filmagens, com destaque para Scarlett Johansson (“Os Vingadores”), que dá vida à cenas extraídas do mangá criado em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e também vistas no cultuado anime (longa animado) feito em 1995 por Mamoru Oshii, além de uma sequência que referencia a série animada “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex” (2002–2005). Na trama, Scarlett surge com o mesmo visual do anime/mangá, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, a francesa Juliette Binoche (“Godzilla”) como uma cientistas, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). A estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Clique nas imagens abaixo para ampliá-las em tela inteira.
A bela prévia de cinco minutos de A Vigilante do Amanhã ganha versão legendada
A Paramount divulgou a versão legendada da cena de abertura de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. A prévia de quase cinco minutos traz Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) dando vida à cenas extraídas do mangá criado em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e também vistas no cultuado anime (longa animado) feito em 1995 por Mamoru Oshii. O mergulho da Major de um arranha-céu e sua luta contra os terroristas que invadem o prédio refletem a criação original, mas a adaptação chama atenção pelo uso impressionante dos efeitos visuais e a coreografia das cenas de ação da atriz. Um espetáculo visual, assinado pelo diretor Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). Na trama, Scarlett surge com o mesmo visual do anime/mangá, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. A estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Veja os primeiros cinco minutos impressionantes de A Vigilante do Amanhã
A Paramount divulgou um vídeo de quase cinco minutos da cena de abertura de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell”. A prévia traz Scarlett Johansson (“Os Vingadores”) dando vida a cenas extraídas do mangá criado em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e também vistas no cultuado anime (longa animado) feito em 1995 por Mamoru Oshii. O mergulho da Major de um arranha-céu e sua luta contra os terroristas que invadem o prédio refletem a criação original, mas a adaptação chama atenção pelo uso impressionante dos efeitos visuais e a coreografia das cenas de ação da atriz. Um espetáculo visual, assinado pelo diretor Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”). Na trama, Scarlett surge com o mesmo visual do anime/mangá, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. A estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. ICYMI: watch an extended clip from #GhostintheShell from the beginning of the movie. pic.twitter.com/pk2YVOkqlL — Paramount Pictures (@ParamountUK) March 22, 2017
Veja uma cena de luta molhada de Scarlett Johansson em A Vigilante do Amanhã
Uma das cenas mais exibidas nos trailers e comerciais de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” é apresentada quase em sua íntegra em novo vídeo divulgado pela Paramount. A prévia mostra a luta molhada de Scarlett Johansson, camuflada com tecnologia capaz de torná-la invisível, contra um terrorista num rio bastante raso, em meio a prédios futuristas de uma grande metrópole (na verdade, Hong Kong). O filme é uma adaptação do mangá criado em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e o cultuado anime (longa animado) feito em 1995 por Mamoru Oshii sobre a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa no ano de 2029. Na trama, Scarlett surge com o mesmo visual do anime/mangá, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). A estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Vilão vivido por Michael Pitt em A Vigilante do Amanhã ganha pôster e vídeo ameaçadores
A Paramount divulgou um pôster e um vídeo de “A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell” centrados no vilão ameaçador vivido por Michael Pitt (série “Boardwalk Empire”), que se identifica como Kuze. O personagem não faz parte do mangá original de Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e nem do cultuado anime (longa animado) feito em 1995 por Mamoru Oshii. Ele pertence à série animada “Ghost in the Shell: Stand Alone Complex”, mostrando que o filme dirigido por Rupert Sanders (“Branca de Neve e o Caçador”) irá misturar tramas de várias fontes da franquia. Estrelado por Scarlett Johansson (“Capitão América: Guerra Civil”) como a líder ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), o filme tem estreia marcada para 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Vídeos de A Vigilante do Amanhã focam personagem de Scarlett Johansson e a tropa de elite do futuro
A sci-fi “A Vigilante do Amanhã: Ghost in The Shell” ganhou dois vídeos com entrevistas do elenco. Um deles foca a personagem de Scarlett Johansson e o outro a Seção 9. O filme é uma adaptação do mangá criado em 1989 por Masamune Shirow (também autor de “Appleseed”) e o cultuado anime (longa animado) feito em 1995 por Mamoru Oshii sobre a major Mokoto Kusanagi, comandante ciborgue de uma unidade de combate ao terrorismo cibernético (Seção 9), que luta contra uma conspiração de hackers, cujo objetivo é levar anarquia às ruas de uma megacidade japonesa no ano de 2029. Na trama, Scarlett surge com o mesmo visual do anime/mangá, mas os produtores batizaram seu papel de Major, sua patente, visando evitar muitas críticas à etnia da atriz, trazidas à tona em meio às queixas de embranquecimento de personagens orientais por Hollywood. O elenco ainda inclui o dinamarquês Pilou Asbæk (série “Os Borgias”) como o policial Batou, o lendário cineasta japonês Takeshi “Beat” Kitano (“Zatoichi”) como Daisuke Aramaki, o chefe da Seção 9, além de diversos atores orientais no elenco de apoio, como Rila Fukushima (“Wolverine – Imortal”), Kaori Momoi (“Memórias de uma Gueixa”), Yutaka Izumihara (“Invencível”) e Chin Han (“Contágio”). A estreia acontece em 30 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Disney cancela estreia de A Bela e a Fera na Malásia, após censura a “momento gay” do filme
A Disney decidiu adiar a estreia de “A Bela e a Fera” na Malásia, após as autoridades do país de maioria muçulmana censurarem “um momento gay” do filme. O presidente do Conselho de Censura da Malásia, Abdul Halim Abdul Hamid, declarou ao jornal The Star que o filme havia sido “autorizado […] com uma pequena censura”. Segundo ele, a sequência cortada é um “momento gay” no filme, que mesmo com o corte não foi liberado com censura livre, e sim para maiores de 13 anos, devido a outras cenas que “podem ser inadequadas”. A censura acontece uma semana depois da Rússia declarar o filme impróprio para menores de 16 anos, por pressão de um deputado ultraconservador pelo mesmo “momento gay”. O alvo é o personagem Lefou, interpretado por Josh Gad como o primeiro personagem gay da Disney a sair do armário – tardiamente, por sinal, já que a franquia “Shrek” tinha até uma princesa transexual. Mas assim que a censura foi confirmada, a Disney deixou sua clara sua posição, cancelando a exibição do filme no país. Os pôsteres dos cinemas de Kuala Lumpur indicam que a exibição do filme foi “adiada até novo aviso”. “A Bela e a Fera” também foi criticada em Cingapura, país vizinho da Malásia, onde o clero cristão acusou o estúdio de se desviar dos “valores saudáveis e dominantes”. “Aconselhamos os pais a conversar com seus filhos sobre esta nova versão de ‘A Bela e a Fera'”, declarou o bispo Rennis Ponniah, presidente do Conselho Nacional das Igrejas de Singapura. A homossexualidade é ilegal na Malásia e Cingapura, e pode resultar em prisão em ambos os países.
2ª temporada de Preacher ganha primeiras fotos
O canal pago americano AMC divulgou as primeiras fotos da 2ª temporada de “Preacher”, que registram os protagonistas na estrada, cercados pela polícia, caçados por um cowboy do inferno (chamado de o Santo dos Assassinos nos quadrinhos) e dirigidos pela dupla Evan Goldberg e Seth Rogen (“A Entrevista”), que também são os criadores da atração. A série é baseada nos quadrinhos homônimos da Vertigo (subdivisão adulta da DC Comics) criados por Garth Ennis e Steve Dillon, e foi desenvolvida pelo roteirista Sam Catlin (série “Breaking Bad”) em parceria com Rogen e Goldberg. A trama gira em torno do pastor Jesse Cutler (Dominic Cooper), que, após ser atingido por uma entidade sobrenatural, adquire o poder da Palavra de Deus, a capacidade de ser obedecido por todos, o que também o torna alvo dos burocratas violentos do Céu. Em busca de respostas, Jesse se junta ao vampiro bêbado Cassidy (Joseph Gilgun) e a sua ex-namorada pistoleira Tulip (Ruth Negga). Mas enquanto a trama dos quadrinhos conduzia o trio numa jornada que cruza o interior dos EUA em busca de Deus, a série passou quase toda sua temporada inaugural na cidadezinha do pastor, para iniciar esta jornada apenas agora, na 2ª temporada. Com 13 episódios, a 2ª temporada vai estrear em 19 de junho nos EUA. Clique nas fotos abaixo para ampliá-las em tela inteira.
Polêmica: Brie Larson confirma que não aplaudiu Casey Affleck no Oscar 2017 de modo intencional
A atriz Brie Larson confirmou que foi intencional o ato de não ter aplaudido Casey Affleck durante o Oscar 2017, ao anunciar sua vitória como Melhor Ator. “Eu acredito que o que eu fiz no palco falou por si mesmo”, ela afirmou em entrevista para a revista Vanity Fair, enquanto divulgava “Kong: A Ilha da Caveira”, que estreou no Brasil nesta quinta-feira (9/3). Como é praxe na premiação, a Melhor Atriz do ano anterior entrega o troféu ao Melhor Ator. Vencedora do Oscar 2016 por sua atuação em “O Quarto de Jack”, cuja personagem é vítima de estupro, Larson não acompanhou o aplauso do público após anunciar o vencedor, ficando com as mãos inertes. A cena já havia sido vista no Globo de Ouro. O ato foi notado pelos internautas como um protesto contra as acusações de assédio que o ator de “Manchester à Beira-Mar” carrega desde 2010. O processo nunca chegou aos tribunais e foi encerrado com um acordo. Na época, Affleck negou as acusações. Conhecida pelo seu ativismo contra o abuso de mulher, a atriz também preferiu não falar mais sobre o protesto. “Eu disse tudo o que eu preciso dizer sobre esse assunto.”












