PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

  • Etc,  Filme

    Crítica de cinema rebate Mindy Kaling e ideia de que “filmes femininos” não possam ser criticados por homens

    16 de junho de 2018 /

    Uma importante crítica americana de cinema, Alison Willmore, usou o Twitter na sexta (15/6) para rebater o mau uso de um recente estudo da USC (Universidade do Sul da Califórnia), que observou que a maioria esmagadora dos críticos dos Estados Unidos são homens brancos. A falta de representatividade feminina e de outros grupos étnicos na pesquisa já inspirou os festivais de Sundance e Toronto a criar cotas em suas coberturas de imprensa para jornalistas mulheres e “de cor”. Mas enquanto a inclusão de maior diversidade na cobertura de cinema é bem vinda, o estudo também tem sido usado como escudo de certos filmes contra críticas negativas. Nesta semana, a atriz Mindy Kaling abordou a “injusta” predominância masculina e branca entre os críticos para reclamar da nota (positiva, por sinal) registrada no Rotten Tomatoes sobre “Oito Mulheres e um Segredo”, que ela estrela, apontando que a falta de diversidade da crítica era a razão da aprovação moderada do filme. “Homens brancos, críticos, podem gostar, apreciar o meu trabalho, mas muitas vezes eu penso que sempre tem um crítico que irá condená-lo, porque eles não entendem e são tão poderosos.” No Rotten Tomatoes, “Oito mulheres e Um Segredo” está com 68% de aprovação pela crítica. Já a porcentagem de aceitação da audiência não passa de 51%. Mas a jornalista do BuzzFeed News, Alison Willmore, resolveu peitar a suposta polêmica, dizendo, em outras palavras, que toda essa conversa é muito fiada. “Talvez ‘Oito Mulheres e um Segredo’ tivesse mais críticas positivas se mais mulheres tivessem escrito sobre ele. Talvez não. Se você precisa apagar a opinião de críticas femininas que não gostaram do filme para provar seu argumento, ele não é um bom argumento para começar. As mulheres não são monolíticas”, ela introduziu. Willmore sustenta que não há garantia de que uma crítica feminina vá gostar mais de um filme ruim, apenas porque é seu público alvo. Para ela, deve-se buscar mais diversidade entre os críticos, porque isso permite maior abrangência de avaliações, inclusive sobre filmes de homens brancos – ela cita “Dunkirk” – , mas não se pode usar a falta de inclusão na imprensa como desculpa para defender filmes ruins. Ela apontou que essa falsa controvérsia parece tititi de fã da DC, que não se conforma porque a crítica não considera os filmes baseados nos quadrinhos da editora como obras-primas. Nesta linha argumentativa, os críticos não teriam gostado de “Batman vs. Superman”, “Esquadrão Suicida” e “Liga da Justiça” porque não seriam o público-alvo das produções. Ou seja, não eram nerds de 13 anos que preenchem todos os requisitos para serem clichês-ambulantes. “‘Esse filme não é para você’ é o mesmo argumento que um adolescente irritado usa para me dizer que eu não deveria ponderar sobre ‘Esquadrão Suicida’. É também um argumento cuja conclusão final é o de que nunca deveriam existir críticas negativas, pois isso apenas significaria que o crítico simplesmente não era o público certo para o filme”, concluiu Willmore no Twitter. Veja abaixo. Maybe reviews of OCEAN'S 8 would have skewed more positive if it'd been majority women-identifying critics reviewing it. Maybe not! If you need to erase the opinions of female critics who didn't like it in order to make this argument, it's not a good one. Women aren't monolithic! — Alison Willmore (@alisonwillmore) June 15, 2018 "This movie isn't for you" is the same argument an angry teen boy uses when telling me why I shouldn't get to weigh in on SUICIDE SQUAD. It's also an argument whose end point is that there should never be bad reviews, because that just means the critic wasn't the right audience — Alison Willmore (@alisonwillmore) June 15, 2018

    Leia mais
  • Etc

    Jamie Foxx é acusado de agredir mulher com o pênis

    13 de junho de 2018 /

    O ator Jamie Foxx está sendo acusado de ter agredido uma mulher com seu pênis, em um caso que teria ocorrido 16 anos atrás. De acordo com o site TMZ, uma mulher não identificada alega que o astro de “Django Livre” bateu nela com o pênis, após tentar forçá-la a fazer sexo oral. Como recusou, ele teria batido no rosto dela com seu membro sexual ereto. A agressão teria acontecido em Las Vegas, em 2002, quando a suposta vítima e uma amiga foram numa festa do ator. Além da agressão, ela teria sido expulsa da casa por um amigo de Foxx e acabou sendo hospitalizada no dia seguinte, com uma severa crise de pânico. Doze anos depois, ela decidiu ir à polícia, registrando queixa contra o ator. A acusadora diz que o movimento #MeToo a inspirou a contar o caso e espera que revelá-lo publicamente possa encorajar outras vítimas a irem a público. A polícia de Las Vegas confirmou ao TMZ ter aberto um boletim de ocorrência sobre o caso. No entanto, o possível crime pode ter prescrito, devido à demora da acusação. Entretanto, a acusação pode ter consequências legais e financeiras para a mulher. A advogada do ator, Allison Hart, afirmou em comunicado que “Jamie nega enfaticamente que este incidente aconteceu, e vai processar esta mulher por falsa acusação contra ele”. “A primeira vez que ouvimos falar desta acusação absurda foi quando fomos contatados pelo ‘TMZ’ sobre a história. O caso nunca foi reportado em 2002 ou nos últimos 16 anos, porque não aconteceu”, completou a representante de Foxx.

    Leia mais
  • Etc

    Criador de House of Cards acusa Trump de traição e pede seu Impeachment

    11 de junho de 2018 /

    O criador da série “House of Cards”, Beau Willimon, que atualmente preside a divisão Leste do Sindicato dos Roteiristas dos Estados Unidos (WGA, na sigla em inglês), chamou o presidente Donald Trump de “traidor” no Twitter e conclamou o Congresso dos Estados Unidos a realizarem seu Impeachment. Os comentários foram feitos após Trump abandonar a reunião do G-7, que reuniu os países mais ricos do mundo em discussões sobre a economia no fim de semana no Canadá, após ser ameaçado de retaliação por criar tarifas sobre o aço e outros produtos da Europa e do próprio Canadá. Willimon twittou que “Trump estupidamente e perigosamente conseguiu alienar nossos maiores aliados. Eles agora encontram solidariedade em se opor a nós. Enquanto isso, ele menospreza o Canadá enquanto elogia a Coréia do Norte e a Rússia. As ditaduras são, por natureza, inimigas das pessoas. Trump está nos tornando um inimigo do mundo”. O roteirista, que é um crítico freqüente do presidente, foi além. “Até que o Congresso esteja disposto a usar seu poder constitucional para acabar com essa presidência devido à sua corrupção desenfreada e comportamento traiçoeiro, o dano continuará. Apenas ações, não declarações, podem pará-lo”. “Trump”, ele completou, “está provando ser o embaixador mais eficaz que a Rússia já enviou para Washington”. Trump has stupidly & dangerously succeeded in alienating our greatest allies. They now find solidarity in opposing us. Meanwhile he disparages Canada while praising North Korea & Russia. Dictatorships are, by nature, enemies of people. Trump is making us an enemy of the world. https://t.co/kO5KfTEPxP — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018 Trump is proving to be the most effective ambassador Russia has ever sent to Washington. — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018 Until the Congress is willing to use is constitutionally mandated power to end this presidency due to its rampant corruption and treasonous behavior, the damage will continue. Only actions, not statements, can stop it. https://t.co/ODNGhedjO5 — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018 We can no longer chalk Trump’s foreign policy up to ignorance and incompetence. He is willfully attempting a realignment that binds us to like-minded anti-democratic dictatorships to the exclusion of our longest held and most valuable allies. — Beau Willimon (@BeauWillimon) June 10, 2018

    Leia mais
  • Filme

    Kevin Spacey volta à tona como predador de “boys” em trailer de filme sobre escândalo real

    8 de junho de 2018 /

    A TGV Pictures, distribuidora da Malásia, jogou no YouTube o trailer de “Billionaire Boys Club”, que chama atenção por trazer à tona um papel de Kevin Spacey, após ele ser denunciado por assédio sexual. O escândalo foi tão grande que Spacey foi demitido da série “House of Cards”, na qual vivia o protagonista, e teve sua atuação apagada em “Todo o Dinheiro do Mundo”, sendo substituído em refilmagens por outro ator. A repercussão atingiu vários outros projetos que o envolviam. A Netflix, por exemplo, assumiu o prejuízo de ter produzido uma biografia de Gore Vidal com o ator, premiado com dois Oscars, optando por vetar seu lançamento. Mas “Gore” não era o único filme finalizado que foi tolhido pelo movimento #MeToo. “Billionaire Boys Club” também quase prometia ficar esquecido, apesar de juntar dois dos atores jovens mais quentes do momento, Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) e Taron Egerton (“Kingsman: O Círculo Dourado”). O filme foi produzido em meados de 2016, quando os dois estavam começando a chamar atenção, mas sua estratégia de aproveitar o sucesso da dupla para conseguir maior visibilidade saiu pela culatra com o excesso de visibilidade do caso de Spacey. Sem a mesma verba de Ridley Scott para refilmar “Todo o Dinheiro do Mundo”, os produtores se viram sem alternativas para recuperar o investimento. E viram-se numa armadilha não muito diferente da experimentada pelos personagens da trama. Escrito e dirigido por James Cox (“Tudo em Família”), o longa é, ainda por cima, inspirado por um escândalo real, ao narrar como um grupo de estudantes ricos de Los Angeles se deixam engabelar por um golpista nos anos 1980 e arquitetam um esquema para ganhar dinheiro de forma fácil, convencendo diversos amigos a investirem em seu negócio. Até que o pilantra sumiu com todo o dinheiro, deixando-os endividados e incriminados. A história virou um caso criminal famoso e não terminou nada bem para nenhum dos personagens. Foi tão midiático que chegou a ganhar um telefilme em 1987, estrelado por um jovem ator em ascensão na época, Judd Nelson, logo após estrelar “O Clube dos Cinco” – no papel agora vivido por Ansel Elgort. O próprio Judd Nelson integra o elenco da nova versão, numa homenagem, ao lado ainda de Emma Roberts (série “Scream Queens”), Suki Waterhouse (“Orgulho e Preconceito e Zumbis”), Cary Elwes (“Jogos Mortais”), Billie Lourd (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Jeremy Irvine (“Cavalo de Guerra”), Bokeem Woodbine (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) e Rosanna Arquette (série “Ray Donovan”). O surgimento do trailer veio acompanhado de data de estreia. Mas a decisão de ir adiante com um filme que mostra Kevin Spacey abusando de imberbes autodenominados “boys” é indigesta demais, diante das acusações de pedofilia que pesam contra o ator – que, para se defender, resolveu se assumir homossexual, ultrajando também a comunidade LGBT+. A estreia está marcada para o dia 3 de agosto.

    Leia mais
  • Filme

    Mark Hammill defende Kelly Marie Tran dos fãs de Star Wars com frase famosa que chocou fãs de Star Trek

    8 de junho de 2018 /

    O ator Mark Hammill, o eterno Luke Skywalker, parafraseou uma frase famosa de William Shatner, o eterno Capitão Kirk, sobre fãs obcecados por franquias espaciais. Mas enquanto Shatner chocou os trekkers com sua mensagem dura, o contexto era uma participação no humorístico “Saturday Night Live”. Já Hammill disparou os phasers nas redes sociais, após autointitulados fãs praticaram bullying impiedoso contra a atriz Kelly Marie Tran, levando-a a excluir todas as suas publicações no Instagram. “Como não amar?”, escreveu o ator na legenda de uma foto em que aparece ao lado da companheira de elenco de “Star Wars: Os Últimos Jedi”. E então acresceu a hashtag “arranjem uma vida, nerds”, evocando o Capitão da Enterprise, em defesa da colega. Tran vem sendo hostilizada de forma racista nas redes sociais desde o lançamento do oitavo episódio da franquia bilionária, devido à sua etnia asiática. Entretanto, ela entrou na produção achando que o papel de Rose Tico representava “uma honra e uma responsabilidade”. “Vários fãs de ‘Star Wars’ que são asiáticos nunca tiveram um personagem com o qual pudessem se identificar. Seria sempre a ‘Rey asiática’, por exemplo. Fico muito emocionada quando vejo as pessoas se identificando com o meu personagem”, ela disse para a revista Variety. Veja abaixo a mensagem de Hamill e relembre o contexto original da frase, num trecho da participação de Shatner no SNL. What's not to love? #GetALifeNerds Uma publicação compartilhada por Mark Hamill (@hamillhimself) em 6 de Jun, 2018 às 3:22 PDT

    Leia mais
  • Etc

    Associação do Globo de Ouro diz que assédio sexual sofrido por Brendan Fraser foi “piada”

    6 de junho de 2018 /

    A Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA), responsável pela premiação do Globo de Ouro, declarou ter investigado as alegações de assédio sexual feitas pelo ator Brendan Fraser (da trilogia “A Múmia”) contra Philip Berk, ex-presidente da organização, e chegado à conclusão de que nada de grave aconteceu. Teria sido uma “piada” mal-interpretada, segundo comunicado oficial. Um dos atores mais populares dos anos 1990, Brendan Fraser contou originalmente à revista americana GQ, em fevereiro, ter entrado em depressão e ficado sem vontade de continuar a carreira por conta de um assédio sexual que sofreu em 2003, durante um almoço realizado pela HFPA. Uma jornalista do The New York Times já havia revelado na época que Philip Berk, ex-presidente da organização, havia apertado as nádegas do ator durante o evento. Mas, segundo Fraser, Berk foi além: “Sua mão esquerda se aproximou, me agarrou na poupa da minha bunda e um de seus dedos tocou no períneo. E começou a movê-lo”, relembrou o ator. Fraser diz que o gesto o deixou paralisado. “Eu me sentia mal. Eu me senti como uma pequena criança. Senti como se houvesse uma bola na garganta. Eu pensei que ia chorar”. Ele conta que deixou o local imediatamente e cogitou contar o episódio a um policial do lado de fora do local, mas se sentiu humilhado. “[Isso] me fez recolher. Isso me fez sentir recluso.” À época da divulgação da história, a associação prometeu que iria realizar uma investigação interna sobre o caso, apesar de Berk negar a alegação, classificando-a como mentirosa. A investigação chegou à conclusão diferente. O fato teria realmente acontecido. Mas, diante do escândalo, a HFPA procurou o ator para propor um comunicado conjunto que classificaria a questão como uma piada. O ator não aceitou. Mesmo assim, a HFPA emitiu seu comunicado jogando panos quentes na polêmica, sem punir seu ex-presidente. “Apesar de ter sido concluído que o Sr. Berk tocou inapropriadamente o Sr. Fraser, a evidência aponta que o toque era para ser levado como uma piada, não como um avanço sexual”, diz o texto, que ainda acrescenta que “todas as partes consideram o caso concluído”. O ator, entretanto, não se deu por satisfeito. “Eu não entendi a piada”, afirmou ele em nova declaração à GQ, dizendo que se sentiu violado com o toque. “Eu sou o único que sabe onde fui tocado”. Fraser ainda revelou que a HFPA se negou a compartilhar com ele o relatório completo com os resultados da investigação. Citando o sigilo necessário para proteger testemunhas, a associação enviou a ele apenas um resumo das conclusões. Fraser disse se sentir como se estivesse sendo novamente forçado a se calar sobre o caso. “Há um sistema com regras não-escritas. Se você obedecer a ele, você será recompensando. Se não, você não será. Mas, além disso, eu quero encerrar esse episódio da minha vida e da minha carreira e seguir em frente, na esperança de que outros conseguirão o mesmo no futuro”. O ator se pronunciou novamente na esperança de que a HFPA tome atitudes e peça a renúncia de Berk. “Queria dar a eles todas as oportunidades para mudarem isso. Acho que sou o primeiro tijolo do caminho. Talvez alguém coloque outro e o caminho continue. Não sei. Ainda não é tarde demais. Eles ainda podem fazer a coisa certa”. Novamente procurado pela revista, Philip Berk, que dizia que Fraser tinha mentido, agora afirmou não ter recebido nenhuma reprimenda da Associação pela “piada” e que continua membro dela. A HFPA não se pronunciou mais. Vale lembrar que o último Globo de Ouro foi marcado por manifestações do movimento #MeToo, com destaque para o figurino totalmente preto das atrizes que participaram da premiação, em protesto justamente contra assédios como o sofrido por Fraser.

    Leia mais
  • Etc

    Harvey Weinstein se declara inocente em seu julgamento por crimes sexuais

    5 de junho de 2018 /

    O produtor Harvey Weinstein se declarou inocente da acusação de estupro diante de um júri em Nova York nesta terça-feira (5/6). Ele está sendo julgado por duas denúncias de crimes sexuais, que o acusam ter obrigado uma jovem a praticar nele sexo oral em 2004 e de também ter estuprado outra mulher em 2013, delitos que podem condená-lo a 25 anos de prisão. Weinstein responde ao processo em liberdade depois de ter pago uma fiança de US$ 1 milhão. Embora o caso penal envolva apenas duas mulheres, mais de cem já afirmaram terem sido assediadas sexualmente por Weinstein ao largo de várias décadas. As acusações foram iniciadas por reportagens do jornal New York Times e da revista The New Yorker em outubro do ano passado, que converteu o antes todo-poderoso produtor cinema no catalisador do movimento #MeToo e num dos maiores predadores sexuais da história recente dos Estados Unidos. Mas Weinstein se diz inocente e seu advogado, Ben Brafman, já definiu sua estratégia. Sobre o processo por estupro, ele afirma que a mulher – não identificada pela promotoria – manteve uma relação consentida com Weinstein durante uma década. Ele tentará provar isso durante o julgamento, já que esta informação não foi confirmada. Já a acusação de sexo oral forçado foi feita por Lucia Evans, uma consultora de marketing que, em 2004, queria ser atriz. O relato de sua história à revista The New Yorker é similar a muitos outros testemunhos de atrizes famosas como Ashley Judd ou Gwyneth Paltrow, e principalmente jovens desconhecidas que esperavam virar estrelas. Evans relatou que Weinstein prometeu a ela um papel em seu programa de aspirantes a modelo “Project Runway”, antes de ser obrigada a fazer sexo oral com ele. O advogado também vai procurar desacreditar esta acusação, alegando que qualquer relação teria sido consentida. Ben Brafman já conseguiu inocentar um homem famoso acusado de assédio sexual e condenado pela opinião pública com a mesma estratégia: o ex-diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que teria agredido sexualmente uma camareira em seu hotel de Nova York, em 2011. O abandono das acusações contra Strauss-Kahn aconteceu quando a credibilidade da acusadora foi comprometida. O promotor do caso de Weinstein é o mesmo que perdeu a ação contra o diretor do FMI, Cyrus Vance, que, dessa vez, tomou todas precauções para verificar provas e a reputação das autoras do processo, segundo advogados consultados pela AFP. Como aconteceu no julgamento que condenou o comediante Bill Cosby, a acusação pretende chamar para depor outras potenciais vítimas de Weinstein, apostando que o testemunho de atrizes conhecidas possa ser suficiente para convencer o júri de que o produtor tinha uma tendência sistemática de abusar de mulheres. Caso seja condenado ou faça um acordo para obter uma redução de pena, a sentença pode alimentar o ímpeto de outras mulheres, que planejam processar Weinstein na justiça civil, exigindo indenizações milionárias. Como demonstrou o caso de O.J. Simpson, um veredicto de culpa é mais fácil de ser obtido no âmbito civil do que no penal. Por isso, mesmo que escape de uma pena de prisão, Weinstein pode perder todo o seu dinheiro.

    Leia mais
  • Etc

    Woody Allen diz que devia ser o garoto-propaganda do movimento #MeToo

    4 de junho de 2018 /

    O cineasta Woody Allen deu uma longa entrevista para o programa “Periodismo Para Todos”, exibida na Argentina na noite de domingo (3/6), na qual não apenas se defendeu das acusações de pedofilia, como afirmou que deveria ser o “garoto propaganda” do movimento #MeToo, criado como reação às centenas de acusações de assédio e estupro dentro da indústria cinematográfica. “Sou um grande incentivador do movimento #MeToo”, disse Allen ao jornalista argentino Jorge Lanata. “Eu deveria ser o garoto-propaganda do movimento, porque faço filmes há 50 anos, trabalhei com centenas de atrizes e nenhuma – famosa ou aspirante – jamais sugeriu qualquer tipo de conduta imprópria de minha parte”. O diretor também afirmou ter ficado chateado ao se ver associado pelo #MeToo a Harvey Weinstein e outros acusados de assediar e estuprar dezenas de mulheres. Allen virou alvo do movimento após sua filha adotiva, Dylan Farrow, aproveitou o timing das denúncias de assédio para promover uma campanha de desmoralização, reafirmando ter sido molestada pelo pai quando tinha sete anos, em agosto de 1992. Em entrevista televisiva, ela afirmou que seu objetivo era destruir a carreira de Allen. “Acredito que qualquer situação em que alguém é acusado de forma injusta é muito triste. Me incomoda que eu seja ligado a quem foi acusado por 20, 50, 100 mulheres de abuso – e eu, que fui acusado por uma mulher em uma ação de custódia, na qual foi analisada e negada, apareço ao lado dessas pessoas”, reclamou. Questionado se tinha feito algumas das coisas alegadas pela filha adotiva, Allen foi incisivo. “Claro que não, quer dizer isso tudo é loucura. Isso é algo que vem sendo analisado há 25 anos por autoridades e todos chegaram à conclusão de que não é verdadeiro. E esse foi o final e pude seguir com a minha vida. Para que isso tenha voltado agora… é uma coisa terrível acusar uma pessoa disso. Sou um homem com uma família e meus próprios filhos. Então, claro que é triste”. A entrevista não foi disponibilizada na internet, mas a chamada para o programa pode ser vista abaixo.

    Leia mais
  • Filme

    Trailer revela nova temporada de The Ranch sem Danny Masterson

    4 de junho de 2018 /

    A Netflix divulgou o trailer da “Parte 5” da série de comédia “The Ranch”. A numeração é confusa porque, na verdade, trata-se da 3ª temporada. Mas como todas as temporadas foram dividas em duas partes, os novos episódios apresentarão o quinto arco de histórias. A prévia destaca um grande incêndio na região em que a trama se passa, e ele não poupará o cenário da série. As dificuldades para reerguer o rancho deverá ser um dos temas principais dos novos episódios. Entretanto, o que chama mais atenção é o que o vídeo não mostra. O personagem do ator Danny Masterson, irmão de Ashton Kutcher na trama, simplesmente sumiu. Ele foi demitido durante a gravação desta temporada após ser acusado de crimes sexuais (cometidos no início dos anos 2000). O ator Dax Shepard (“CHiPs”) entrou no seu lugar, mas só deve aparecer na segunda metade da temporada. Isto é, na “Parte 6”. A série retorna com novos episódios no próximo dia 15 de junho.

    Leia mais
  • Filme

    Brian De Palma prepara filme de terror baseado em Harvey Weinstein

    2 de junho de 2018 /

    O cineasta Brian De Palma, responsável por clássicos como “Carrie, a Estranha”, “Scarface” e “Os Intocáveis”, revelou à revista francesa Le Parisien estar desenvolvendo um filme de terror baseado no escândalo sexual de Harvey Weinstein. “Estou escrevendo um filme sobre este escândalo. É um projeto que eu tenho discutido com um produtor francês. Meu personagem não se chamará Harvey Weinstein, mas será um filme de terror com um agressor sexual e se passará na indústria cinematográfica”, ele revelou. De Palma recentemente terminou as filmagens de “Domino”, thriller estrelado pelo dinamarquês Nikolaj Coster-Waldau e a holandesa Carice Van Hotten (ambos da série “Game of Thrones”), que não tem previsão de estreia e, segundo o diretor, pode nem ser lançado. “Foi uma experiência horrível. O filme foi subfinanciado, estava muito atrasado, o produtor não parou de mentir para nós e não pagou alguns dos meus funcionários. Eu não sei se será lançado”, ele revelou.

    Leia mais
  • Série

    Após cancelamento, Roseanne pode ganhar spin-off centrado na filha da protagonista

    2 de junho de 2018 /

    A série americana “Roseanne”, que foi cancelada após comentários racistas da protagonista e criadora Roseanne Barr no Twitter, pode ganhar um spin-off sem a comediante. Fontes ouvidas pela revista The Hollywood Reporter afirmam que a rede ABC, que exibia a atração, estaria planejando um novo programa centrado em Darlene, filha de Roseanne na série. A intérprete da personagem, Sara Gilbert, já teria, inclusive, sondado os colegas do elenco para ver se gostariam de participar do projeto. O THR ouviu que John Goodman, intérprete do pai de Darlene e marido de Roseanne, estaria “muito interessado”. O spin-off teria o mesmo produtor, Tom Werner, e obviamente outro nome. O problema é que “Roseanne” é baseada numa personagem criada por Roseanne Barr, o que pode fazer com que a produção do spin-off enfrente problemas com a atriz, já que a ABC não aceita que ela se beneficie financeiramente do projeto. Vale observar que ela sumiu do Twitter, após condenar integrantes do elenco da série que a criticaram. A preocupação da ABC em reviver a série se deve, em parte, ao destino da equipe. Mais de 200 funcionários perderam seus empregos com o cancelamento súbito da comédia. Mas também há um fator comercial inegável, já que o revival da atração, criada em 1988, tinha surpreendido as expectativas ao se tornar a série mais vista de 2018 em seu retorno à TV, 21 anos após a exibição de seu último episódio original – em 1997. A expectativa é que o programa deveria gerar pelo menos US$ 60 milhões em receita publicitária em sua 11ª temporada, segundo a Kantar Media. Por isso, fontes do THR afirmam que a ABC terá prejuízo de “dezenas de milhões de dólares” por decidir cortar a série. Ao mesmo tempo, a rede emitiu um comunicado interno em que se desculpou com a equipe de “Roseanne” e expressou o desejo de encontrar uma maneira de continuar a trabalhar juntos com os agora desempregados. A presidente da ABC Channing Dungey assumiu a responsabilidade de cancelar “Roseanne”, após a protagonista atacar gratuitamente a assessora do ex-presidente Obama, Valerie Jarrett, mulher afro-americana nascida no Irã, em um tuíte que fazia alusões à Irmandade Muçulmana e aos filmes da franquia “Planeta dos Macacos”. “A irmandade muçulmana e o planeta dos macacos tiveram um bebê = vj”, escreveu Barr, usando as iniciais de Jarrett. O tuíte foi considerado duplamente preconceituoso, ao comparar quem nasce no Irã com um radical e uma mulher negra a um macaco. Chamada de racista, ela ainda disse que “muçulmanos não são uma raça”, antes de se defender dizendo que era uma piada. No final, ela apagou tudo e postou um pedido de desculpas pela “piada de mau gosto”. Dungey, que é a única mulher negra a comandar uma rede de TV nos Estados Unidos, considerou a publicação de Roseanne no Twitter “detestável, repugnante e inconsistente com os nossos valores”, ao justificar o cancelamento da série em declaração oficial. A decisão teve respaldo até do CEO da Disney, Bob Iger, que é o poderoso chefão do conglomerado, no qual se inclui a ABC. “Só havia uma coisa a se fazer aqui, e era fazer a coisa certa”, ele tuitou.

    Leia mais
  • Série

    Revista revela bastidores e gravações polêmicas da demissão do ator de Máquina Mortífera

    2 de junho de 2018 /

    A revista Variety publicou uma reportagem sobre os bastidores conturbados da série “Lethal Weapon”, baseada na franquia cinematográfica “Máquina Mortífera”, que culminou da demissão do ator Clayne Crawford. Acompanhando o artigo, também foi postado um vídeo em seu site que flagra o mau comportamento do ator. Em áudio, é possível ouvi-lo xingando de forma abusiva o coprotagonista Damon Wayans e tendo um piti durante a gravação de uma cena, diante de um ator convidado. Veja abaixo. A publicação ouviu 31 pessoas envolvidas na série, que atestaram que o comportamento de Crawford dividiu a equipe e ajudou a criar um ambiente tóxico ao longo da 2ª temporada. As discussões eram tão frequentes que seguranças precisaram ser contratados para que temporada pudesse ser finalizada sem que as brigas descambassem para violência física. Crawford foi demitido após ser acusado de “comportamento agressivo e inapropriado” dentro do set de gravações. Um dos casos citados aconteceu no último mês de outubro, durante a gravação de uma cena em uma piscina pública de Los Angeles, em que Crawford tinha de ameaçar um homem com uma arma. A gravação, que se estendeu por horas, foi interrompida várias vezes por causa de ruídos externos, o que provocou a ira do ator. Ele teve um ataque de estrelismo e fez um escândalo proferindo inúmeros palavrões. Segundo fontes ouvidas pela revista, o barulho vinha de crianças de 10 e 11 anos que estavam no local. Abismado, um assistente de direção abandonou o set após o incidente e denunciou Crawford, que virou persona non grata entre a equipe da série. Mas a gota d’água aconteceu em março, quando Crawford assumiu a direção de um episódio. Durante a filmagem de uma cena que envolvia uma explosão com efeitos especiais, Wayans foi atingido na parte de trás da cabeça por um estilhaço, sofrendo um corte. Após a demissão de Crawford, ele revelou fotos e detalhes do incidente nas redes sociais. No dia seguinte, ele retornou ao set e começou a discutir de forma ríspida com Crawford. Eles se preparavam para rodar uma cena em que investigariam um escritório vazio. Após filmar a primeira parte, Wayans então teria se aproximado de um dos produtores e afirmado que não filmaria a segunda, que envolvia um tiroteio, por não se sentir seguro com a situação. Um dublê contratado teve de rodar a cena, e Damon Wayans deixou o set e se dirigiu a seu trailer. Crawford foi tirar satisfação e, no meio do caminho, encontrou o assistente de Wayans, e os dois trocaram palavrões. Enquanto um membro da equipe tentava separar os dois, Wayans saiu do trailer e entrou na discussão, assim como Matthew Miller, produtor-executivo da série. A segurança do estúdio foi acionada e apartou a confusão, mas todas as gravações precisaram ser interrompidas, o que gerou um impasse. O episódio fez Warner Bros contratar seguranças particulares, que começaram a trabalhar em dois turnos no set para garantir que o episódio final da 2ª temporada pudesse ser rodado. Revoltado com o colega, Damon Wayans o criticou duramente redes sociais, acusando-o de “terrorista emocional”. A situação teria chegado ao ponto do “ou eu ou ele”, criando um clima insustentável, ao mesmo tempo em que alimentava o receio de que a perda de um dos dois protagonistas pudesse levar ao cancelamento da série. Entretanto, também havia queixas em relação ao comportamento de Wayans, que ajudou a acirrar o ambiente com suas exigências. Para participar da série, ele exigiu ter refeições a cada 2,5 horas, mesmo que tivesse que interromper uma gravação importante. Também exigiu horário de cochilo após a refeição principal. Ele ainda não participa das leituras coletivas de cada episódio, chegando sem preparação para as gravações. E, segundo testemunhas, dizia torcer pelo cancelamento da série, por odiar o trabalho. Ao final, a Warner, produtora da atração, optou por demitir Crawford, devido à irresponsabilidade profissional e comportamentos abusivos. Os produtores encontraram um substituto em tempo recorde, fechando com o ator Seann William Scott (da franquia “American Pie”). Graças a isso, conseguiram assegurar a renovação da série junto à Fox. A 3ª temporada deve estrear no outono norte-americano, entre setembro e novembro. No Brasil, a série é exibida pelo canal pago Warner.

    Leia mais
  • Etc

    Mais mulheres decidem processar Harvey Weinstein por agressão sexual

    1 de junho de 2018 /

    Mais mulheres deram entrada em processos contra o ex-produtor de Hollywood Harvey Weinstein, acusando-o de agressão sexual, apalpação, privação de liberdade e uma delas, de estupro. As novas denúncias, encabeçadas por três mulheres, motivam uma ação civil coletiva contra Weinstein, Miramax, Disney e integrantes da diretoria da Weinstein Company, que busca englobar centenas de vítimas. O processo apresentado num tribunal de Nova York nesta sexta (1/6) afirma que Weinstein agredia suas vítimas sob “muitas formas: exibicionismo, apalpação, carícias, abuso, violência, privação de liberdade, tentativa de estupro e/ou estupro completo”, diz o texto. Uma das autoras da ação, a atriz Melissa Thompson, diz ter sido estuprada em 2011 em um quarto de hotel por Weinstein quando foi discutir um projeto de marketing com ele. Thompson disse ter sido procurada por advogados que diziam representar as vítimas de Weinstein, e lhes entregou evidências visual e de áudio da suposta agressão. Mas depois descobriu que eles trabalhavam para Weinstein. Por isso, a ação inclui a firma Brafman & Associados na lista dos cúmplices da “empresa sexual Weinstein”. A segunda autora da ação, Caitlin Dulany, conheceu Weinstein na Miramax em 1996. O produtor se tornou seu mentor, mas ela assegura que depois ele a agrediu sexualmente, a ameaçou e trancou-a em seu apartamento. E fez o mesmo em sua suíte de hotel durante o festival de cinema de Cannes – onde a atriz italiana Asia Argento acusou Weinstein de estuprá-la em 1997. A terceira demandante, a canadense Larissa Gomes, diz que se reuniu com Weinstein em 2000 para discutir oportunidades de trabalho em filmes da Miramax, e na segunda vez que se encontrara ela a trancou em seu quarto de hotel, tentou beijá-la e tocou seus seios. “Weinstein pode ter sido algemado por sua agressão a duas mulheres, mas trabalhamos para que a justiça seja feita às centenas de mulheres que foram exploradas para sua gratificação sexual e silenciadas por sua rede de conspiradores”, disse a advogada Elizabeth Fegan, uma das responsáveis pela nova ação. Essa é a terceira ação civil coletiva contra Weinstein desde o final de 2017. Weinstein, de 66 anos, acusado de abuso, agressão sexual e estupro por mais de 100 mulheres, garante que todos as relações foram consensuais. Seu primeiro julgamento começa na próxima terça-feira (5/6), quando, segundo seu advogado, deverá se declarar inocente de estupro de uma jovem em 2013 e de forçar sexo oral em outra mulher em 2004.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie