Foto íntima e mensagens de texto comprovam sexo entre Asia Argento e ator menor de idade
O site TMZ divulgou fotos e mensagens de texto que confirmam que a atriz Asia Argento teve uma relação sexual com o ator Jimmy Bennett, na época em que ele tinha 17 anos. As imagens dos dois felizes na cama demonstra que foi consensual. Já as mensagens de texto trazem a atriz afirmando que não sabia que ele era menor. Veja abaixo. As provas obtidas pelo site desmentem comunicado de Argento emitido na terça (21/8), em que ela rechaçou notícias de que tinha tido relação sexual com o jovem. “Eu nego e rechaço o conteúdo do artigo publicado no ‘New York Times’ que circula em vários veículos internacionais”, afirmou a atriz de 42 anos. “Jamais mantive relações sexuais com Bennett”, completou. O envolvimento dos dois veio à tona no domingo, por meio de uma reportagem do jornal The New York Times, que revelou pagamento da atriz para que Bennett não divulgasse fotos íntimas comprometedoras, nem a acusasse de abuso sexual de menor. Nas leis da Califórnia, onde se encontraram em 2013, é considerado crime um adulto ter uma relação sexual com uma pessoa menor de 18 anos. Segundo os documentados obtidos pelo jornal, os advogados de Bennett pediram indenização contra uma “agressão sexual” traumática para seu cliente. O ator tinha 17 anos no momento do suposto incidente e teria sido embebedado por Argento, que depois o levou para um quarto para fazer sexo oral. Nove anos antes, ele tinha vivido o filho da atriz no segundo longa que ela dirigiu, “Maldito Coração” (de 2004). Uma das primeiras a denunciar Harvey Weinstein por estupro, Asia Argento se tornou porta-voz importante do #MeToo, mas nos últimos dias se viu alvo do próprio movimento, assim que a reportagem começou a repercutir. “Violência sexual é sobre poder e privilégio. Isso não muda quando a criminosa em questão é sua atriz, ativista ou professora favorita”, disse Tarana Burke, que criou a hashtag #MeToo. Já o advogado de Weinstein a chamou de “hipócrita” por denunciar algo que ela mesmo teria feito. Em seu comunicado, Argento disse que permaneceu em contato com Bennet “por vários anos, somente por amizade”. Segundo a atriz, a amizade chegou ao fim quando o ator “inesperadamente exigiu uma quantia exorbitante de dinheiro”, após ela ganhar projeção como uma das principais acusadoras do megaprodutor Harvey Weinstein. Na época, afirma ela, Bennet enfrentava “severos problemas financeiros” e havia processado a própria família, pedindo uma indenização milionária. Argento ainda citou a reputação de Bourdain como um dos fatores que teria atraído Bennet: “Ele sabia que meu namorado, Anthony Bourdain, era tido como um homem muito rico e tinha uma reputação a proteger, como uma figura muito amada pelo público”. O chef e apresentador, então, teria insistido para que o assunto fosse tratado “em particular”. “Anthony tinha medo da possível repercussão negativa que tal pessoa, que ele considerava perigosa, poderia trazer sobre nós”, escreveu a atriz. Os dois teriam decidido então pagar o rapaz. “Anthony se encarregou pessoalmente de ajudar Bennet financeiramente, sob a condição de que não teríamos mais intrusões em nossas vidas”. Entretanto, as mensagens de texto de Asia, cujos prints foram revelados ao TMZ, indicam que houve sim relação sexual, ao mesmo tempo que parecem comprovar que ela estava sendo extorquida por Bennett. A atriz diz em uma das mensagens: “Não fui estuprada, mas fiquei congelada. Ele estava em cima de mim. Depois, me disse que eu era sua fantasia sexual desde que ele tinha 12 anos”. Ela ainda acrescentou: “Ele me escreveu depois e ficou me mandando nudes que eu não tinha pedido todos esses anos, antes da carta ao advogado.” Em outra mensagem, ela diz: “Eu tive sexo com ele e foi estranho. Eu não sabia que ele era menor até chegar a carta”. Sobre as fotos, não há grandes preocupações. “Dá para ver meus seios. Isso é tudo. Não significa nada.” Asia ainda relembrou à amiga de quando tinha 17 anos e se relacionava com um homem de 33. E disse que quer “sumir do mapa” se for demitida de seus trabalhos. “Se perder meu trabalho, eu vou mudar para a África ou para a floresta Amazônica. Quero ser como 90% do mundo, que não liga para essa merda. Etiópia ou Senegal. Talvez Brasil”, afirmou ela. Asia diz que foi extorquida por Bennett e explicou por que não o denunciou: “Eu não reportei porque sempre me senti mal por esse ator criança fracassado de Hollywood. Tenho 80 páginas sobre ele de um investigador que Anthony [Bourdain] contratou. E todos os e-mails do Anthony me pressionando a aceitar o pagamento.” Procurada pelo TMZ, representantes da atriz não se pronunciaram. Famoso chef e apresentador de TV, Anthony Bourdain se suicidou no último dia 8 de junho, aos 61 anos, e na época Asia Argento foi alvo de bullying nas redes sociais, por ser considerada culpada por esse desfecho trágico.
Harvey Weinstein é alvo de novo processo por estupro no Festival de Cannes
O produtor Harvey Weinstein vai enfrentar mais um processo por estupro. Uma alemã chamada Emma Loman, identificada como atriz e modelo, acusa o produtor de estuprá-la em um quarto de hotel durante o Festival de Cannes de 2006. O processo, porém, é civil, buscando uma indenização, embora tenha bases para se desdobrar num processo criminal, caso a queixa seja levada para a promotoria. Os advogados de Emma deram protocolaram a ação na segunda-feira (20/8), na Califórnia, acusando o produtor de estupro, violação de leis de tráfico humano, agressão e aprisionamento, e pedindo compensação financeira de pelo menos US$ 75 mil. O documento judicial obtido pelo site Deadline assinala que Weinstein “usou o seu status, que surgiu de suas muitas conexões com a indústria cinematográfica, que domina todo o mundo, para atrair a senhora Loman para o seu quarto de hotel no 59º Festival de Cannes, onde ele a estuprou”. Os advogados ainda descrevem como sua cliente conheceu Weinstein em 2004, no Festival de Veneza, onde os dois trocaram informações de contato para uma possível colaboração profissional. Depois de dois anos de silêncio da parte de Weinstein, Emma foi convidada por ele para comparecer a Cannes “como sua convidada”, sob a promessa de aparecer em um dos filmes do produtor. O documento escreve que a atrilz inicialmente resistiu ao convite, mas que Weinstein foi persistente. “A assistente do Sr. Weinstein ligava para a Sra. Loman até 30 vezes por dia, dizendo que seria importante para ele e para a The Weinstein Company que ela comparecesse ao festival, para que eles pudessem discutir sua carreira como atriz”, descrevem os advogados. Emma Loman cedeu e foi se encontrar com Weinstein em Cannes, onde ele a chamou para o seu “escritório”, um quarto de hotel. “Quando os dois entraram no quarto, o Sr. Weinstein imediatamente parou de agir de forma profissional, imobilizou a senhora Loman e a estuprou. O Sr. Weinstein ainda se gabou de ter feito um teste de HIV e ter recebido um resultado negativo, de forma que retirou a camisinha que estava usando e continuou com o ato.” O relato continua com uma segunda ocasião em que a atriz, acreditando que seria capaz de escapar de Weinstein caso ele tentasse algo semelhante, compareceu a outra reunião com o produtor e uma segunda mulher. “O Sr. Weinstein disse que queria fazer sexo com as duas ao mesmo tempo, de forma que a senhora Loman tentou deixar o quarto. O senhor Weinstein ameaçou a senhora Loman, bloqueando sua saída e dizendo que chamaria seus seguranças caso ela tentasse fugir”. Segundo os advogados, o produtor então “mudou de tática”, começando a chorar e implorar para que a atriz não contasse a ninguém o acontecido. A atriz deixou o quarto e não ouviu falar de Weinstein até anos mais tarde, quando tentava conseguir financiamento para um filme que iria estrelar. Segundo o relato, Weinstein comprou os direitos do filme e remove Emma do projeto como vingança pelo ocorrido em Cannes. O documento do processo ainda aponta que uma das assistentes de Weinstein “demonstrou saber sobre a sua conduta e não se importar, levando a senhora Loman para o quarto de hotel” onde ocorreu o estupro. Emma Loman e seus advogados também acusam a mesa de diretores da The Weinstein Company de proteger a conduta de seu fundador, colocando seis seguranças na porta do quarto para assegurar que a atriz não fugiria. Curiosamente, o IMDb, maior banco de dados de filmografias de cinema e séries, não lista nenhuma atriz chamada Emma Loman, nem o Google é capaz de encontrar foto de uma modelo com esse nome, numa pesquisa simples. Os advogados de Weinstein ainda não responderam à nova acusação. O produtor atualmente aguarda julgamento criminal em Nova York por outros casos de assédio sexual e estupro.
Asia Argento rechaça acusações de abuso sexual de menor
A atriz Asia Argento negou que tenha mantido relações sexuais com o ator Jimmy Bennett quando ele ainda era menor de idade. Num longo comunicado à imprensa, ela acusou o jovem de tentar extorqui-la e afirmou que a ideia de fazer um acordo financeiro foi de seu então namorado, o falecido apresentador e chef Anthony Bourdain. “Eu nego e rechaço o conteúdo do artigo publicado no ‘New York Times’ que circula em vários veículos internacionais”, afirmou a atriz de 42 anos. “Jamais mantive relações sexuais com Bennett”, completou. No último domingo, o jornal The New York Times publicou que Asia Argento fez um acordo de US$ 380 mil com o ator e músico Jimmy Bennet, após ele alegar ter sido abusado sexualmente pela atriz em 2013, em um hotel na Califórnia. Segundo os documentados obtidos pelo jornal, os advogados de Bennett pediram indenização contra uma “agressão sexual” traumática para seu cliente. O ator tinha 17 anos no momento do suposto incidente e teria sido embebedado por Argento, que depois o levou para um quarto para fazer sexo oral. Nove anos antes, ele tinha vivido o filho da atriz no segundo longa que ela dirigiu, “Maldito Coração” (de 2004). Uma das primeiras a denunciar Harvey Weinstein por estupro, Asia Argento se tornou porta-voz importante do #MeToo, mas nos últimos dias se viu alvo do próprio movimento, assim que a reportagem começou a repercutir. “Violência sexual é sobre poder e privilégio. Isso não muda quando a criminosa em questão é sua atriz, ativista ou professora favorita”, disse Tarana Burke, que criou a hashtag #MeToo. Em seu comunicado, Argento disse que permaneceu em contato com Bennet “por vários anos, somente por amizade”. Segundo a atriz, a amizade chegou ao fim quando o ator “inesperadamente exigiu uma quantia exorbitante de dinheiro”, após ela ganhar projeção como uma das principais acusadoras do megaprodutor Harvey Weinstein. Na época, afirma ela, Bennet enfrentava “severos problemas financeiros” e havia processado a própria família, pedindo uma indenização milionária. Argento ainda citou a reputação de Bourdain como um dos fatores que teria atraído Bennet: “Ele sabia que meu namorado, Anthony Bourdain, era tido como um homem muito rico e tinha uma reputação a proteger, como uma figura muito amada pelo público”. O chef e apresentador, então, teria insistido para que o assunto fosse tratado “em particular”. “Anthony tinha medo da possível repercussão negativa que tal pessoa, que ele considerava perigosa, poderia trazer sobre nós”, escreveu a atriz. Os dois teriam decidido então pagar o rapaz. “Anthony se encarregou pessoalmente de ajudar Bennet financeiramente, sob a condição de que não teríamos mais intrusões em nossas vidas”. Ela encerrou sua declaração chamado as alegações de abuso de “falsas” e disse que tomará medidas contra a reportagem. “Este é mais um desenvolvimento de eventos que me traz profunda tristeza e que constitui uma longa perseguição”, concluiu ela no texto. “Não tenho outra opção a não ser me opor a tais acusações falsas e tomar todas as medidas necessárias antes de recorrer a outras instâncias.”
Demitido pela Disney, James Gunn vai lançar terror “surpresa” ainda este ano
Demitido pela Disney de “Guardiões da Galáxia Vol. 3”, James Gunn já tem filme novo em andamento. Ele está dando os toques finais num longa de terror “surpresa”, que será lançado pela Sony Pictures ainda neste ano. A Screen Gems, divisão da Sony, agendou um filme ainda sem título oficial do cineasta para o dia 30 de novembro. Pelo cronograma, a obra foi filmada em segredo, antes mesmo da polêmica envolvendo o cineasta. James Gunn foi demitido em 20 de julho pelo presidente da Disney, Alan Horn, após campanha da extrema direita dos Estados Unidos, que denunciou antigos tuítes ofensivos do diretor com “piadas” de dez anos atrás sobre pedofilia e estupro. Horn classificou as mensagens como “indefensáveis” e não voltou atrás, mesmo diante de uma carta-aberta do elenco de “Guardiões da Galáxia” e petição de fãs na internet, que já reuniu mais de 380 mil assinaturas. Originalmente, o projeto seria anunciado durante o painel do estúdio na San Diego Comic-Con deste ano, mas foi retirado de última hora, quando a direita atacou o diretor, levando a Disney a implodir os planos da Marvel. Não há qualquer informação disponível sobre a trama ou o elenco do filme, mas não faltam boatos, desde uma adaptação do mangá “Berseck” até uma versão de cinema do game “Bloodborne”, do Playstation 4.
Harvey Weinstein chama Asia Argento de hipócrita e denúncia de abuso de menor coloca #MeToo contra a atriz
A denúncia de suposto abuso sexual cometido pela atriz Asia Argento no ator adolescente Jimmy Bennet, publicada no jornal The New York Times, precipitou diversas reações. A mais ruidosa veio do advogado de Harvey Weinstein, que chamou a estrela italiana de hipócrita. Uma das primeiras a denunciar Harvey Weinstein por estupro, Asia Argento se tornou porta-voz importante do movimento #MeToo, mas logo depois teria aceito pagar US$ 380 mil a Bennet para não ser processada pelo mesmo motivo, apurou o jornal nova-iorquino. Ele tinha 17 anos na data da suposta agressão sexual, em 2013, que teria acontecido em um hotel da Califórnia, segundo a publicação, que cita documentos de uma fonte não identificada. O ator ficou conhecido ao interpretar a versão adolescente do futuro Capitão James Kirk no filme “Star Trek” de 2009, mas antes disso, em 2004, aos 8 anos, viveu o filho da atriz no segundo longa que ela dirigiu, “Maldito Coração”, quando os dois desenvolveram uma relação de amizade. Segundo os documentados obtidos pelo jornal, os advogados de Bennett pediram indenização contra uma “agressão sexual” traumática para seu cliente. Jimmy teria encontrado Asia em um hotel em Marina Del Rey (Califórnia) em maio de 2013 e que ela lhe deu álcool, o beijou e o levou para a cama, para fazer sexo oral no rapaz. Há imagens de ambos no Instagram de Asia, que datam da época documentada. Em uma delas, ela diz que é o “dia mais feliz da minha vida, reunião com Jimmy Bennett”. Os advogados de Bennett informaram que existe outra foto, em que os dois aparecem seminus na cama do hotel. “Os novos fatos deste caso mostram um caso impressionante de hipocrisia de Asia Argento, uma das principais vozes que queriam acabar com Harvey Weinstein”, disse o advogado do produtor acusado por mais de 100 mulheres de abuso em um comunicado. Benjamin Brafman ainda reforçou a posição de defesa ao dizer que a relação entre Asia e Harvey foi consensual. “A duplicidade de sua conduta é algo extraordinário e deve mostrar a todos como suas alegações contra o sr. Weinstein são pobres e foram mal examinadas”, completou. Asia Argento, porém, não é uma das mulheres que processam Weinstein na justiça, e suas alegações não fazem parte do caso criminal que pode levá-lo para a prisão. Ele enfrenta seis acusações diferentes de abuso sexual e estupro. Além desse ataque, a atriz viu suas antigas aliadas lhe virarem as costas. Rose McGowan, outra voz estridente contra Weinstein, se pronunciou no Twitter de forma fria, buscando se distanciar da até então nova amiga. “Conheci Asia Argento dez meses atrás. Temos em comum a dor compartilhada de termos sido agredidas por Harvey Weinstein. Meu coração está partido. Continuarei a trabalhar a favor das vítimas em todos os lugares”, escreveu. Fundadora do #MeToo, a ativista Tarana Burke defendeu o movimento contra a atriz. Para ela, adversários do #MeToo “tentarão usar essa história para tirar o crédito do movimento”. Ela avisa, no entanto, que isso não vai acontecer: “Eu já disse repetidamente que o movimento #MeToo é para todos nós, incluindo esses jovens e corajosos homens que estão começando a falar sobre suas denúncias. Continuará sendo espantoso quando os nomes de algumas das nossas pessoas favoritas forem conectados à violência sexual, a não ser que tiremos o foco dos indivíduos e comecemos a falar sobre poder”. “Violência sexual é sobre poder e privilégio. Isso não muda quando a criminosa em questão é sua atriz, ativista ou professora favorita”, continuou. “Não importa o gênero. Nós não mudaremos a cultura [em torno de assédio sexual] a não ser que mudemos o foco dessa narrativa. Minha esperança é que, quanto mais pessoas falarem sobre suas experiências, especialmente homens, nós possamos nos preparar para conversas realmente difíceis sobre poder, humanidade, privilégio e dor”. Atualmente empregada como jurada do programa “X-Factor” na Itália, Asia Argento tem sua demissão estudada pelos produtores. Em comunicado, o canal Sky Italia afirma: “Se as alegações reportadas pelo New York Times se confirmarem, essa questão é completamente inconsistente com a ética e valores da Sky, sendo assim, em acordo com a Fremantle, nós nos vemos obrigados a colocar um fim em nossa colaboração com Asia Argento”.
Asia Argento, acusadora de Harvey Weinstein, teria abusado de ator adolescente de Star Trek
A atriz italiana Asia Argento se viu do outro lado de acusações de abuso sexual. Uma das primeiras a denunciar Harvey Weinstein por estupro, ela se tornou porta-voz importante do movimento #MeToo, mas logo depois aceitou pagar US$ 380 mil a um ator adolescente, para não ser processada pelo mesmo motivo, apurou o jornal The New York Times. O pagamento foi feito ao ator Jimmy Bennett, que tinha 17 anos quando foi agredido sexualmente por Argento em 2013 em um hotel da Califórnia, segundo o jornal, que cita documentos de uma fonte não identificada. Ele ficou conhecido ao interpretar a versão adolescente do futuro Capitão James Kirk no filme “Star Trek” de 2009, mas antes disso, em 2004, aos 8 anos, viveu o filho da atriz no segundo longa que ela dirigiu, “Maldito Coração”, quando os dois desenvolveram uma relação de amizade. Segundo os documentados obtidos pelo jornal, os advogados de Bennett descreveram o encontro no hotel como uma “agressão sexual” traumática para seu cliente e pediram uma indenização de US$ 3,8 milhões por considerarem que a atriz “infligiu de forma intencional um sofrimento emocional e perdas de salário após uma agressão sexual”. Jimmy teria encontrado Asia em um hotel em Marina Del Rey (Califórnia) em maio de 2013 e ela teria lhe dado álcool, beijado-o e o levado para a cama, para fazer sexo oral. Há imagens de ambos no hotel no Instagram de Asia, que datam da época documentada. Veja uma delas abaixo, em que ela se refere ao rapaz como “meu filho, meu amor”. Em outra, ela diz que é o “dia mais feliz da minha vida, reunião com Jimmy Bennett”. Os advogados de Bennett informaram que existe outra foto, em que os dois aparecem seminus na cama do hotel. As condições do acordo com Bennet, que incluíam um calendário de pagamentos, foram finalizadas em abril deste ano, de acordo com os documentos consultados pelo jornal. Na documentação, a advogada da atriz, Carrie Goldberg, chama o pagamento de “ajuda a Bennet”. Em um email da advogada, ela resume o caso para Argento: “Bennett pode falar com outras pessoas contra você. Mas, com nosso acordo, ele não pode te processar. Nem postar a foto de vocês dois. Ele não pode te incomodar com pedidos de dinheiro, ameaçar ou processar – contanto que você cumpra suas obrigações no acordo.” A ameaça de denúncia de Bennet foi feita um mês depois das acusações de Asia Argento contra Harvey Weinstein se tornarem públicas. O advogado do jovem indicou que seu cliente recordou o episódio quando viu a atriz apresentar-se como uma vítima de agressão sexual, afirma o jornal. Nos cinco anos em que atuou antes do encontro com Argento, Bennett faturava cerca de US$ 2,7 milhões. Mas desde o alegado abuso sexual, o seu rendimento baixou para aproximadamente US$ 60 mil por ano. O advogado de Bennett imputava esta queda ao trauma causado pelo abuso da atriz. Asia Argento se tornou uma das vozes mais poderosas do movimento #MeToo depois de acusar Weinstein de estupro em um hotel durante o Festival de Cannes de 1997, quando ela tinha 21 anos. Na cerimônia de encerramento do Festival de Cannes deste ano, a atriz afirmou ao público: “As coisas mudaram. Não vamos permitir que vocês se livrem disso”. Em sua reportagem, o New York Times afirma que tentou diversas vezes, sem sucesso, obter um comentário de Asia Argento ou de seus representantes sobre o assunto. Recentemente, a atriz enfrentou ataques pessoais nas redes sociais por conta de rumores de que teria sido a causa do suicídio do namorado, o famoso chef Anthony Bourdain. My son my love until I will live @jimmymbennett marina del rey 05.2013 Uma publicação compartilhada por asiaargento (@asiaargento) em 9 de Mai, 2013 às 2:29 PDT
Atriz polemiza com produtores sobre sua saída da série The Affair
A atriz Ruth Wilson não ficou nada satisfeita com a forma escolhida pelos produtores para tirá-la de “The Affair”. O tema é spoiler e para ser totalmente compreendido precisa lidar com revelações dos episódios mais recentes da série. Vencedora do Globo de Ouro de 2015 pelo papel de Alison na série, Wilson deu duas entrevistas sobre o tema. Na primeira, ao programa matinal da CBS This Morning, avisou que estava “proibida de comentar” as razões de sua saída. “Eu de fato queria ir embora, mas não estou autorizada a falar o porquê”, disse a atriz. Quando questionada pela entrevistadora se a decisão teria algo a ver com uma disputa por igualdade salarial, considerando que Wilson já havia dito publicamente que recebia menos que o colega Dominic West, ela negou. “Eu nunca reclamei para o Showtime sobre paridade de salários”, afirmou. Logo após o episódio que revelou a morte chocante de Alison, a showrunner de “The Affair”, Sarah Treem, chegou a adiantar que tinha sido a própria atriz quem pediu para que sua personagem fosse retirada da série. “Isso foi um pedido, então isso foi decidido basicamente antes de começarmos a escrever. Foi muito deliberado”. Mas o modo como a atriz se manifestou trouxe à tona questionamentos que tem estado cada vez mais presentes nesses dias de #MeToo. Por isso, o canal pago Showtime decidiu emitir um comunicado oficial, afirmando que o destino da personagem foi “decisão criativa”. “Nós não podemos falar por Ruth, mas indo para a 4ª temporada, todos concordaram que a história da personagem seguiu seu rumo”, diz o texto, encaminhado ao site Deadline. “Em última análise, parecia que a decisão criativa mais poderosa seria acabar com o arco de Alison no momento em que ela finalmente alcançou seu empoderamento. O impacto de sua perda será sentido quando a série terminar na próxima temporada. Agradecemos aos muitos fãs que abraçaram o personagem Alison e, especialmente, agradecemos a Ruth por seu trabalho indelével nas últimas quatro temporadas”. O comunicado, por sua vez, resultou em novo comentário da atriz. Em uma entrevista para o site Vulture nesta sexta-feira (17/8), Wilson disse que não teve “direito a opinar” sobre como sua personagem, Alison, seria cortada da trama, e a forma como a história se desenrolou não estava em sua lista de desejos. “Não, eu não tive direito a dizer nada sobre como o arco da personagem ia acabar, ou sobre ela morrer e sair”, disse Wilson. “Eu sempre esperei que ela… Eu sempre tive a imagem de que ela caminharia ao pôr do sol com seu filho sem nenhum homem. Isso é o que eu esperava para ela. Mas não…” A 4ª temporada vai se encerrar em 19 de agosto nos Estados Unidos, mas a série está renovada para o quinto ano, que deverá finalizar sua história sem a personagem que justifica seu título, a razão do affair original da trama.
Dave Bautista compara decisão da Disney de não recontratar James Gunn à política de Donald Trump
O ator Dave Bautista continua inconformado com a demissão do diretor James Gunn da franquia “Guardiões da Galáxia”. Após fontes não oficiais confirmarem que a decisão da Disney é irreversível, ele postou um tuíte em que compara a Disney ao governo Trump, usando um slogan da campanha do empresário milionário à presidência dos Estados Unidos. “Obrigado, Disney! Fazendo a América Grande Novamente”, escreveu o intérprete de Drax, em tom sarcástico, usando como referência o slogan “Make America Great Again”, ao linkar um artigo sobre o assunto. Veja abaixo. Gunn foi demitido após tuítes antigos, com piadas envolvendo estupro e pedofilia, serem desenterrados de sua conta pessoal por um grupo de extrema direita, formado por aliados do governo Trump. Apesar dos posts terem uma década, quando o diretor ainda não estava sob contrato da Marvel, a Disney encarou as declarações como algo muito sério e inaceitável para a imagem da empresa. O próprio presidente do estúdio, Alan Horn, emitiu publicamente a ordem de demissão. Entretanto, a Variety afirma que o roteiro escrito por Gunn será usado em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Bautista chegou a dizer que pediria para sair do filme caso outro roteiro fosse encomendado. Caso isto se confirme, a demissão se tornará uma grande hipocrisia. Afinal, foi justamente por escrever textos (no Twitter) e não por seu trabalho como diretor que ele foi demitido. Agora, a Marvel terá a missão de encontrar um novo diretor para a sequência de “Guardiões da Galáxia”, além de precisar lidar com um elenco insatisfeito. Desde a demissão, Gunn recebeu muito apoio de atores do filme, que se reuniram numa carta aberta em defesa do cineasta, pedindo para que a Disney voltasse atrás. Além disso, uma petição de fãs pelo retorno do diretor ao terceiro filme da saga já soma quase 400 mil assinaturas. Vale revelar que a extrema direita também fez sua petição online contra a recontratação de Gunn. Em um mês, usuários indignados e raivosos somaram pouco mais de 4 mil assinaturas. Uma diferença de 100 mil por cento a menos. Ao ficar do lado dessa minoria, a Disney corre o risco de implodir uma das franquias mais bem-sucedidas da Marvel. Thanks @Disney !! Making America great again! ?? https://t.co/t6A4030xkS — Dave Bautista (@DaveBautista) August 17, 2018
Disney não volta atrás e James Gunn fica fora de Guardiões da Galáxia Vol. 3
Apesar da carta aberta do elenco da franquia “Guardiões da Galáxia” e petições de fãs pedindo o retorno do diretor James Gunn ao terceiro filme da saga, a Walt Disney Company não vai recontratá-lo. De acordo com a revista Variety, o diretor se reuniu com o presidente dos estúdios Disney, Alan Horn, responsável por sua demissão. O encontro foi pedido insistentemente pela equipe de Gunn, mas Horn o aceitou apenas por cortesia e para “esclarecer as coisas”, na descrição da publicação, que ainda revelou que Kevin Feige, presidente do Marvel Studios, estava convenientemente indisponível para participar da reunião. Gunn foi demitido após tuítes antigos, com piadas envolvendo estupro e pedofilia, serem desenterrados de sua conta pessoal por um grupo de extrema direita. Apesar dos posts terem uma década, quando o diretor ainda não estava sob contrato da Marvel, a Disney encarou as declarações como algo muito sério e inaceitável para a imagem da empresa. Além disso, o próprio presidente Alan Horn emitiu publicamente a ordem de demissão. O cargo é muito grande, assim como o ego, para voltar atrás. Entretanto, a Variety afirma que o roteiro de Gunn será usado em “Guardiões da Galáxia Vol. 3”. Caso isto se confirme, a demissão se tornará uma grande hipocrisia. Afinal, foi justamente por escrever textos (no Twitter) e não por seu trabalho como diretor que ele foi demitido. Agora, a Marvel terá a missão de encontrar um novo diretor para a sequência de “Guardiões da Galáxia”, além de precisar lidar com um elenco insatisfeito. Já o cineasta deve começar a analisar em breve a proposta para dirigir um filme dos super-heróis da DC Comics, rival histórica da Marvel, ou aceitar propostas para voltar ao cinema indie. Mas esta decisão pode demorar, já que sua demissão precisa cumprir rituais jurídicos. Gunn tem direito a uma indenização por quebra de contrato da Disney sem justa causa. Ele não tuitou ou fez qualquer coisa ofensiva durante a vigência de seu acordo com a Marvel.
Kristen Stewart finge ser escritor homossexual em fotos do filme que vai encerrar o Festival de Toronto 2018
A produção indie “Jeremiah Terminator LeRoy”, em que Kristen Stewart (“Personal Shopper”) encarna a maior farsa literária do século, foi selecionada como filme de encerramento do Festival de Toronto 2018 e ganhou nove fotos, que enfatizam seus bastidores. O filme dramatiza a história verídica por trás do sucesso do personagem-título. Jeremiah “Terminator” LeRoy foi o pseudônimo usado pela autora norte-americana Laura Albert com o objetivo de alcançar o sucesso com falsos livros autobiográficos. Com um passado de prostituição, drogas e homossexualidade, LeRoy, o jovem autor fictício, causou sensação com a publicação de seu primeiro livro, “Sarah”, em 1999. Fez tanto sucesso que surgiram pedidos para entrevistas, negociações de adaptações cinematográficas, etc. A saída da escritora para não ser desmascarada foi convencer sua cunhada andrógina a fingir ser a autora transexual dos livros. Com uma peruca loira e visual fashionista/trash, Savannah Knoop virou LeRoy e encantou Hollywood, mesmo fingindo timidez para não dizer nada. Chegou até produzir filmes, como “Elefante” (2003), de Gus Van Sant, e “Maldito Coração” (2004), de Asia Argento, baseado num livro de JT LeRoy. A farsa durou seis anos e enganou inúmeras celebridades, roqueiros, mídia, o mundo da moda, o círculo literário e a indústria cinematográfica, até ser desmascarada numa reportagem do jornal The New York Times em 2005. A história do filme é baseada no livro de memórias de Savannah, “Girl Boy Girl: How I Became JT LeRoy”, sobre o período em que fingiu ser o escritor homossexual. Roteiro e direção são de Justin Kelly, que dirigiu “I Am Michael”, outra história controversa sobre celebridade real – no caso, um ex-ativista gay que se torna pastor homofóbico. Além de Kristen Stewart como Savannah/LeRoy, o elenco destaca Laura Dern (“Big Little Lies”) como Laura Albert, Jim Sturgess (“Hard Sun”) como Geoffrey Knoop (o marido de Laura), e participações de Diane Kruger (“Em Pedaços”), James Jagger (o filho de Mick, da série “Vinyl”) e da cantora Courtney Love (“Sons of Anarchy”). A première mundial vai acontecer em 16 de setembro na cidade canadense de Toronto, no último dia do festival, e ainda não há previsão para lançamento comercial.
Terror sexual dançante do diretor de Love, com a estrela de A Múmia, ganha trailer americano
A A24 divulgou o pôster e o primeiro trailer americano de “Climax”, novo filme de Gaspar Noé, que venceu a Quinzena dos Realizadores 2018, mostra paralela do Festival de Cannes. A prévia em ritmo pulsante é embalada pela trilha criada especialmente para a produção por Thomas Bangalter, integrante do Daft Punk, e vai do clima de festa ao terror escancarado, com escala numa orgia generalizada. No filme, uma companhia de dança faz uma festa pós-ensaio que ganha rumos inesperados quando os jovens dançarinos percebem que alguém batizou o ponche com LSD. O ápice da loucura é uma cena de orgia coletiva. Mas há momentos de horror puro. O elenco reflete a falta de limites do diretor, abrangendo da estrela de cinema Sofia Boutella (“A Múmia”) à estrela pornô Giselle Palmer (“She Likes It Rough”), além de uma seleção de atores amadores. Especialista em filmes sexualmente agressivos, Noé ficou conhecido por “Irreversível” (2002), que apresentou uma cena de 9 minutos de estupro da personagem de Monica Bellucci. Seu filme mais recente, “Love” (2015), tinha cenas reais e explícitas de sexo filmadas em 3D. O mais curioso é que o próprio Noé ficou surpreso com a recepção positiva a “Climax” durante a première em Cannes. Em entrevistas, ele disse que o seu agente o alertara para esperar reações piores do que as geradas por “Love” e “Viagem Alucinante” (2009), exibidos em edições anteriores do festival francês. Mas aconteceu o oposto. “Climax” terá sua première norte-americana no Festival de Toronto, antes de estrear em circuito comercial em 19 de setembro na França e dois dias depois no Reino Unido. Ainda não há previsão de lançamento em outros países.
Insatiable: Série acusada de gordofobia tem pior avaliação crítica da história da Netflix, mas o público gostou
A série “Insatiable”, que virou alvo de polêmicas após ser acusada de incentivar a gordofobia e humilhação corporal (body shaming) e já enfrenta um abaixo-assinado online com mais de 230 mil assinaturas pedindo o seu cancelamento, conseguiu se tornar a série pior avaliada da história da Netflix, superando a repercussão negativa da 1ª temporada de “Punho de Ferro”. Massacrada pela crítica internacional, conquistou apenas 13% de aprovação no Rotten Tomatoes, e nota 23 (de 100) no Metacritic – enquanto “Punho de Ferro” teve, respectivamente, 18% e nota 37. Agora vem o outro lado da questão. Alheio à polêmica politicamente correta, o público médio parece ter gostado da atração. Os mesmos sites citados registram notas bastante elevadas em votação de popularidade, com 78% de aprovação do público no Rotten Tomatoes e nota 7,2 (de 10) dos usuários do Metacritic – superior à avaliação popular de “Punho de Ferro”: 75% e nota 6. Criada por Lauren Gussis (roteirista de “Dexter”), “Insatiable” destaca a atriz Debby Ryan (estrela da série “Jessie”, do Disney Channel) no papel principal, como uma ex-gordinha que muda de dieta, fica glamourosa e resolve se vingar de quem a fez sofrer bullying no colegial. A Netflix se baseia em visualizações de episódios para decidir renovar suas séries, e provavelmente muita gente foi conferir a atração por conta da polêmica. Se viram até o final da temporada, a série deve ganhar novos episódios. Se abandonaram após o primeiro capítulo, ela deve ser cancelada, para felicidade de quem assinou a petição online.
Disney é criticada por escalar ator hetero para viver primeiro personagem gay assumido do estúdio
Após Scarlett Johansson ser “convencida” a desistir de interpretar um transexual no cinema, por pressão do movimento LGBTQIA+, é a vez da Disney ser criticada nas redes sociais por ter escolhido um ator heterossexual para interpretar o primeiro grande personagem abertamente gay de seus filmes. O ator inglês Jack Whitehall (da série “Fresh Meat”) confirmou em seu perfil no Instagram que estará em “Jungle Cruise”, aventura inspirada num passeio da Disneylândia, que será estrelada por Dwayne Johnson e Emily Blunt. Segundo o tabloide inglês The Sun, o personagem será “afetado, exagerado e engraçado”. Em vez de comemorar a “ousadia” da Disney ao finalmente incluir um personagem gay num de seus filmes infantis – após 97 anos de produções – , o público LGBTQIA+ apontou o contrário, a falta de ousadia da Disney ao escalar um ator heterossexual para o papel. “Amo Jack Whitehall, mas eles seriamente não podiam ter escolhido alguém que é gay de verdade?”, escreveu uma pessoa. “Não é que seja um problema escalar um fantástico aliado heterossexual para um papel gay, mas é que há tantos atores gays sub-representados em todos os papéis por aí… então eu acho que isso é fantástico, mas também um pouco triste”, apontou o comediante James Barr. “Se não deixaram a Scarlett Johansson interpretar um homem trans, então não deveriam deixar o Jack Whitehall viver um homem gay. Especialmente se você considerar que há centenas de gays assumidos em Hollywood que são melhores atores do que ele”, disse outra pessoa. Além disso, a descrição do personagem dada ao jornal The Sun por uma fonte só fez a indignação crescer nas redes. “Sério, Disney? Seu primeiro personagem gay de peso vai ser vivido por um homem branco e heterossexual e perpetuar estereótipos? Que erro, esse navio devia afundar”, protestou outro no Twitter. “Jungle Cruise” tem roteiro da dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”) em parceria com Michael Green (“Logan”), direção de Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”) e estreia prevista apenas para outubro de 2019.











