Dani Calabresa processa Marcius Melhem por divulgar mensagens privadas
Conforme já tinha anunciado, a defesa da comediante Dani Calabresa entrou com ação na Justiça contra o ex-diretor do núcleo de humor da Globo Marcius Melhem por “divulgação de segredo” e “perturbação da tranquilidade”, devido à exposição na mídia de mensagens trocadas pelos dois no WhatsApp. A ação, que foi protocolada em São Paulo, corre em segredo de justiça. Os dois comediantes vêm travando diversas batalhas judiciais desde que a advogada Mayra Cotta, que representa atrizes da Globo, denunciou Melhem por assédio moral e sexual, numa entrevista ao jornal Folha de S. Paulo em outubro passado. Dois meses depois, a revista Piauí publicou uma reportagem que descreveu fatos graves cometidos por Melhem, apresentando Calebresa como vítima de forte assédio. Após a publicação, a defesa de Melhem enviou uma notificação extrajudicial para Calabresa, assinada pelos advogados José Luis Oliveira Lima e Ana Carolina Pivoesana, como medida preparatória para fundamentar um futuro processo. O documento legal reproduziu mensagens de voz enviadas pela atriz, que, segundo Melhem, comprovariam a intimidade que ele tinha com a atriz. A Folha de S. Paulo publicou o conteúdo do documento, acompanhado por uma entrevista com Melhem. Só então foi dada entrada no Ministério Público Federal (MPF) de um pedido de investigação contra o ex-diretor da Globo, e foi tomada a decisão de deflagrar um processo criminal pelo fato dele ter divulgado áudios de Calabresa, com um pedido de indenização por danos morais à atriz. Melhem também entrou com uma ação de indenização por danos morais e materiais contra Calabresa por sugerir que ele a tinha assediado.
Príncipe Harry e Meghan Markle falam de racismo na família real e pensamentos suicidas em entrevista polêmica
A entrevista bomba do Príncipe Harry e Meghan Markle, duque e duquesa de Sussex, com a apresentadora-empresária Oprah Winfrey foi ao ar na noite do domingo (7/3) nos EUA, pela rede CBS. E, como o comercial já prenunciava, foi cheia de grandes revelações. Markle chegou a admitir que considerou o suicídio, como resultado da intrusão dos tabloides britânicos e da falta de apoio da Família Real, e que a “firma” (como ela chama a Família Real) tinha “preocupações e conversas” sobre a cor da pele de seu filho Archie “quando ele nascesse”. Winfrey abriu a entrevista revelando ao público que não havia acordo prévio para deixar nenhum assunto de fora e que os duques não estavam sendo pagos pela entrevista. Depois disso, Meghan Markle conversou sozinha por uma hora com a apresentadora. Entre outras coisas, ela revelou pela primeira vez que eles se casaram de verdade três dias antes da cerimônia midiática que parou Londres, que terão uma menina neste verão e que vão manter a família apenas com os dois filhos. Ao comentar seu “casamento de princesa”, Markle disse que se casou “ingenuamente” e que não sabia muito sobre a família real. “Não pesquisei meu marido online”, disse ela, acrescentando que também não “entendia perfeitamente qual era o trabalho”. Não houve uma grande “formalidade” quando ela conheceu a Rainha, mas seu futuro marido lhe perguntou se sabia fazer reverência e foi nesse momento que “a ficha caiu”. “Fiz uma reverência muito profunda”, disse ela. A atriz da série “Suits” acrescentou que, por ter crescido em Los Angeles, estava acostumada a ver celebridades o tempo todo. Mas “não era a mesma coisa”, comparou, em relação à família real. “Tudo mudou” após o casamento, quando a imprensa britânica começou a alimentar uma narrativa prejudicial à imagem da americana, dizendo que ela fez a cunhada, Kate Middleton, chorar – o que Markle garante que nunca aconteceu. A questão de atrito foram os vestidos das damas de honra, e Markle disse que foi ela quem realmente chorou. Por que a “instituição” real não esclareceu aquela narrativa? “É uma boa pergunta”, disse ela, acrescentando que Middleton é uma “boa pessoa”. Mas os tabloides decidiram alimentar comparações e atritos entre as duas, apontando que a preferência de Markle por abacates no café da manhã era prejudicial ao meio ambiente, enquanto a torrada de Middleton seria perfeita. Num momento mais sério, ela revelou que foi “silenciada” pela família real. “Todos em meu mundo receberam instruções muito claras de não fazer comentários”, disse ela. “Mesmo quando as coisas começaram a aparecer na mídia… Eu dizia ‘Não se preocupe, estou sendo protegida’. Eu acreditava nisso e foi muito difícil conciliar, porque foi só quando nos casamos e as coisas começaram a piorar que percebi que não estava sendo protegida. Eles estavam dispostos a mentir para proteger outros membros da família, mas não estavam preparados para dizer a verdade para me proteger”, apontou, numa referência velada ao escândalo sexual envolvendo o príncipe Andrew, terceiro filho da rainha Elizabeth II. Nesta altura, Markle fez questão de distinguir a família real da “firma” – uma referência comum no Reino Unido. “É um negócio familiar. Tem a família e depois as pessoas que dirigem a instituição. A Rainha sempre foi maravilhosa comigo”, destacou. Ela falou sobre as dificuldades em torno do título e da proteção de seu filho, Archie. Markle afirmou que foi muito difícil descobrir que ele não teria segurança alguma e disse que nunca obtive uma resposta sobre por que a família real mudou as regras do título de Archie, um movimento polêmico com o primeiro membro da família real de cor. “Havia muito medo em torno disso”. Inclusive, segundo ela, “preocupações e conversas sobre como seria a pele de Archie quando ele nascesse”. “Eu sei o quanto a representação é importante”, ela continuou. Mais tarde, Harry confirmou a história, mas disse que não comentaria. “Essa conversa, eu nunca vou compartilhar. Foi estranho e fiquei um pouco chocado. ” Winfrey também definiu algumas das revelações como “chocantes” e Markle brincou que ela não planejava dizer nada chocante. Mas disse. Em outro momento polêmico da entrevista, a atriz revelou que, quando percebeu que “não queria mais estar viva”, durante a intrusão desagradável da imprensa, buscou apoio de alguém do alto escalão na “instituição”, mas foi rejeitada. “Não dava para simplesmente ligar para um Uber no Palácio” e fazer o check-in em um hospital, revelando que ela nem mesmo tinha acesso ao seu próprio passaporte. Markle admitiu que seus pensamentos de suicídio eram “muito reais” e a deixaram assustada, por perceber “que não podia ficar sozinha”. “É preciso muita coragem para admitir que você precisa de ajuda…”, explicou. Foi neste ponto que ela disparou a frase destacada no comercial da entrevista. “Não vou viver minha vida com medo. Não sei como eles poderiam esperar que, depois de todo esse tempo, ainda ficaríamos em silêncio, enquanto a firma desempenha um papel ativo na perpetuação de falsidades sobre nós.” Markle ainda compartilhou que teve um aborto espontâneo durante a pior fase da relação com a imprensa e a firma, e que também “perdeu” o pai, que foi excomungado da família após uma série de entrevistas. O Príncipe Harry só se juntou à conversa depois de uma hora, quando abordou o “Megxit”, a decisão de sair da família real. Eles disseram que isso aconteceu porque pediram ajuda, mas não a conseguiram. Ao contrário, só tiveram mais problemas. E planejavam apenas se afastar de cargos de liderança e funções oficiais, como muitos parentes já faziam na família. “Não estávamos reinventando a roda”, disse Harry. Ele acrescentou que queria tomar fôlego diante a “barragem constante” e acabaram indo embora de vez por falta de apoio e compreensão. Questionado se surpreendeu a Rainha com sua decisão, Harry disse: “Eu nunca surpreendi minha avó”. E acrescentou que se tivesse que “arriscar um palpite” sobre de onde esses rumores vinham, diria que “poderiam vir de dentro da instituição”. Foram, ao todo, três conversas com a rainha Elizabeth II antes da declaração e duas com seu pai, o príncipe Charles, por isso “não foi uma surpresa para ninguém”. Entretanto, ele admitiu que, depois disso, Charles parou de atender suas ligações. Harry revela que houve muitas oportunidades para sua família mostrar apoio a Meghan, mas nunca fizeram. “Estou perfeitamente ciente de como eles tem medo de que os tabloides se voltem contra a família real”, apontou, chamando essa relação de “contrato invisível”. “É o caso de se você, como um membro da família, estiver disposto a beber vinho, jantar e dar acesso total aos repórteres, você obterá uma cobertura melhor”, disse ele. “Existe um nível de controle pelo medo há gerações.” Ele acrescentou que a instituição sobrevive de seu relacionamento com a imprensa, e Markle destacou como exemplo as festas de fim de ano para a mídia que acontecem no Palácio Real. Porém, no seu caso, ela acusou a cobertura da imprensa de ter implicações raciais, e isso mudou os níveis de ameaça, incluindo o aumento das ameaças de morte. A dupla falou brevemente sobre seus negócios com a Netflix e o Spotify por meio de sua empresa Archewell. Harry disse que “os Netflixes e Spotifys nunca fizeram parte do plano”, mas eles foram forçados a encontrar maneiras de ganhar dinheiro depois que foram cortados financeiramente da família no primeiro trimestre de 2020, embora tenha admitido que tinha dinheiro que sua mãe (a falecida Princesa Diana) lhe deixou. “Certamente não estamos reclamando, nossa vida está ótima agora, temos uma linda casa, tenho uma linda família. Os cães estão muito felizes. Mas logo no começo, durante o avanço da covid-19, um amigo questionou ‘e quanto aos streamings?’ e não tínhamos pensado nisso. Havia todos os tipos de opções diferentes e, da minha perspectiva, eu só precisava de dinheiro suficiente para pagar pela segurança e manter minha família segura.” “A vida é contar histórias”, acrescentou Markle. “Para nós, sermos capazes de contar histórias através de lentes verídicas e esperançosamente edificantes será ótimo, sabendo que poucas pessoas podem ser capazes de dar voz a muitas pessoas que estão sub-representadas e não são realmente ouvidas. ” Harry acrescentou que seu relacionamento com sua avó continuava bom. Eles fazem Zoom com a Rainha Elizabeth e Archie, porém admite que “há muito o que trabalhar” em seu relacionamento com seu pai. Também disse que ama seu irmão, o príncipe William, mas eles estão “em caminhos diferentes” e o relacionamento precisa de espaço. “O tempo cura todas as coisas.” Finalmente, declarou que “não se arrepende” de ter se afastado da família real. “Estou muito orgulhoso de minha esposa”, afirmou. “Sem dúvida, ela me salvou”. Já Markle disse que tinha um arrependimento. “Meu arrependimento foi acreditar neles quando disseram que eu estaria protegida. Agora, porque estamos realmente do outro lado [do oceano], não apenas sobrevivemos, mas estamos prosperando. Milagres. Imagino que todas as coisas que esperava tenham acontecido e, de certa forma, isso é apenas o começo. Pareceu uma vida inteira. Sim [tem um final feliz]. Maior do que qualquer conto de fadas que você já leu.” Não foi a primeira vez que ela fez citação a contos de fadas. Durante a conversa, Markle se viu com uma repetição de “A Pequena Sereia”, percebendo que ela era Ariel, que se apaixonava por um príncipe e perdia a voz, antes de finalmente encontrá-la no final. Winfrey encerrou a entrevista de duas horas revelando que havia “muito mais” para compartilhar e que aparecerá na CBS News na segunda-feira de manhã (8/3) para discutir isso e a reação à conversa com o casal.
Variety diz que Anya Taylor-Joy não é branca e cria polêmica racial
Um artigo da revista Variety desta semana, sobre a premiação de Anya Taylor-Joy no Globo de Ouro, despertou polêmica e chamou atenção para as classificações raciais dos EUA. O texto apresentava a atriz, que muitos acreditam ser loira, como “não branca”. A redatora Danielle Turchiano descreveu Anya Taylor-Joy como “a primeira mulher de cor” a vencer o Globo de Ouro de Melhor Atriz de Minissérie ou Telefilme desde Queen Latifah, por “Juntos Pela Vida”, em 2008. Queen Latifah, claro, é uma atriz negra. Já a atriz da minissérie “O Gâmbito da Rainha” e de filmes como “A Bruxa”, “Fragmentado” e “Os Novos Mutantes” não pode ter um tom de pele mais claro. Entretanto, para o padrão racial americano, ela não é branca. Por ter parentes latinos, a estrela de 24 anos é classificada como POC, abreviatura de “pessoas de cor”. Nos EUA, não basta a cor de pele, é preciso ser anglo-saxão ou europeu para ser considerado branco. Por conta disso, até astros europeus como Antonio Banderas e Penélope Cruz costumam ser declarados “não brancos” pela imprensa americana, devido à confusão causada por essa classificação, mais étnica que racial. Ou, como alguns preferem, mais preconceituosa que clara (sinônimo de branca). O conceito de “pessoa de cor” é exclusivo dos Estados Unidos e não tem as mesmas conotações que a expressão possui em outras partes do mundo. Ele tem origem racista mesmo. Passou a ser usado na época da Guerra Civil americana, no século 18, para designar todos os que não fossem brancos americanos “legítimos”. Ser de cor era uma ofensa. Mas a denominação acabou assumida no final do século 20 por afro-americanos e membros de outras minorias como forma de afirmação e união. Um dos momentos mais marcantes da apropriação se deu no famoso discurso de Martin Luther King Jr. “Eu Tenho um Sonho” (I Have a Dream) em Washington em 1963, quando ele se referiu aos “cidadãos de cor”. O POC deu origem, inclusive, a outra denominação mais ampla: BIPOC (negros, nativos e pessoas de cor, em inglês). A estrela de “O Gâmbito da Rainha” foi considerada “de cor” por ser filha de pai argentino. Só que é um argentino de raízes escocesas. A mãe, por sua vez, é africana, nascida na Zâmbia, mas de família colonizadores europeus: ingleses e espanhóis. Anya Taylor-Joy, portanto, é de uma família de descendentes europeus. Mas, por causa da certidão de nascimento do pai, foi considerada “não branca” pela Variety. A atriz, na verdade, tem orgulho de seu sangue latino. Apesar de ter nascido em Miami, nos Estados Unidos, desde muito jovem mudou-se com os pais para a Argentina, onde viveu até os seis anos. Ela fala espanhol fluentemente – com sotaque argentino. “Venho de muitos lugares, mas minha qualidade e minha atitude perante a vida vêm da Argentina. Eu realmente aprecio essa parte da minha história. Sinto-me muito orgulhosa de vir da Argentina”, disse Taylor-Joy em uma entrevista em outubro passado. Esse orgulho confunde os americanos, porque a ideia generalizada nos EUA é que todos os latinos são pardos. A controvérsia acabou levando a Variety a corrigir seu texto, definindo a estrela como “a primeira latina” a vencer aquele prêmio, ao mesmo tempo em que suprimiu a comparação com Queen Latifah. Para completar, ainda acrescentou uma errata desinformativa no rodapé, que afirma: “Uma versão anterior identificou Anya Taylor-Joy como uma pessoa de cor. Ela disse que se identifica como uma latina branca”. De onde se conclui que latinos brancos são uma anomalia, uma falha na Matrix, possivelmente.
Justiça multa Rafinha Bastos por vídeos contra Marcius Melhem: “Má-fé”
O TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) divulgou decisão favorável a Marcius Melhem na ação que o ex-diretor da Globo move contra Rafinha Bastos e ainda multou o humorista por agir “de má-fe”. De acordo com o entendimento da juíza Tonia Yuka Koroku, Bastos agiu “de má-fé” ao não retirar imediatamente vídeos sobre Melhem de seu canal no YouTube, após decisão da Justiça. A liminar determinando a retirada de vídeos publicados no canal do humorista foi expedida em 20 de janeiro, mas ele não cumpriu a ordem, alegando não ter sido “comunicado oficialmente”. “[É] gritante a má-fé do réu ao insistir em ‘comunicação oficial’ ou em desconhecimento da decisão, quando comentou sobre o fato na Jovem Pan dois dias após a publicação da decisão”, diz o texto da decisão. Na Jovem Pan, Rafinha Bastos lamentou a decisão da Justiça, publicada dois dias antes. “Tirei o vídeo do ar, obedeço a Justiça, não tem como desobedecer. Mas acho isso triste. É muito ruim que o direito à liberdade de expressão dependa da subjetividade de apenas uma pessoa, de um juiz”, disse. Entretanto, de acordo com a defesa de Melhem, vídeos “ofensivos” contra o ex-diretor do humor da Globo continuaram no ar. Diante disso, a magistrada aplicou a “pena de litigância de má-fé” de 1% sobre o valor da causa. Rafinha Bastos agora terá de pagar R$ 500 por cada dia em que descumpriu a liminar. O vídeo original da polêmica foi publicado logo após Melhem dar uma entrevista se defendendo da acusação de assédio sexual e moral por funcionárias da TV Globo. Em um dos trechos, o humorista colocava sua voz sobre a imagem do ex-diretor da Globo para debochar o momento em que Melhem dizia que “foi muito doloroso para mim”. “Doloroso pra ti? Oi?”, disse Bastos na gravação. “Eu matei 48 pessoas, matei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”; “Roubei oito bancos, roubei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”, “Dei crack pra criança, e dei crack várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”. Marcius Melhem também processou Danilo Gentili, Felipe Castanheri e Marcos Veras por comentários que considerou ofensivos nas redes sociais. Gentili teve ganho de causa por ter feito piadas de duplo sentido. Em entrevista nesta semana ao colunista Fefito, Melhem se justificou dizendo: “Eu não processo quem me critica ou quem faz piada. Eu processei quem me ofendeu com grande repercussão. São quatro processos apenas. E muito mais gente falou de mim. Milhões de pessoas foram induzidas a me achar um abusador, um assediador, sem saber que nem processo na Justiça há contra mim. Sem saber que ninguém me acusou publicamente de algum ato criminoso. Sem saber que só houve ida à Justiça porque eu fui primeiro. /a crítica é livre. A ofensa, não. Só processei quem me caluniou. A defesa do humorista ainda entrou com processos contra a revista Piauí e a comediante Dani Calabresa por sugerirem o assédio. Melhem diz que a reportagem da revista é tendenciosa e cheia de erros e que Calabresa mente por vingança por ter um projeto cancelado. Nesta semana, Dani Calabresa falou sobre o tema pela primeira vez, durante participação no programa “Saia Justa”. “Eu acho que os dois momentos mais difíceis da minha vida foram depois do divórcio e nesse episódio horrível de assédio. O que me ajudou a colar os pedaços foi o trabalho, de verdade o trabalho me salvou”, ela desabafou.
Dani Calabresa fala sobre assédio pela primeira vez
Dani Calabresa falou pela primeira vez sobre o assédio sofrido na época em que trabalhou com Marcius Melhem. Sem citar o nome do antigo chefe, que só foi nomeado por uma advogada que representa atrizes da Globo e numa reportagem da revista Piauí, a comediante desabafou na noite de quarta (3/3) no programa “Saia Justa”: “Eu acho que os dois momentos mais difíceis da minha vida foram depois do divórcio e nesse episódio horrível de assédio. O que me ajudou a colar os pedaços foi o trabalho, de verdade o trabalho me salvou”. Ela justificou a demora em denunciar o assédio. “Hoje, analisando, por causa do trabalho eu não reagi antes. Tinha tanto medo de sofrer algum boicote, ser prejudicada, que não reagi antes. O assédio é um assunto tão assustador que a gente tenta fingir que é normal. Você segue como você consegue. Fingindo normalidade, tentando ser legal, demonstrando uma gratidão excessiva. Mas chega uma hora que isso começa a fazer tão mal que você tem que arrebentar a tampa desse caldeirão”. Calabresa também reforçou que ninguém tem permissão automática para assediar o outro. “Nada autoriza assédio. Nenhuma brincadeira, nenhuma mensagem autoriza assédio. ‘Ah, mas naquele dia foi carinhosa, riu, bebeu’, não interessa. Ninguém tem o direito de forçar o contato físico com ninguém. É preciso permissão. É muito difícil lidar com tudo isso, organizar o pensamento. Estou com meus pedaços colados, estou leve. E na terapia”. A apresentadora do programa, Astrid Fontenelle. afirmou ao fim do desabafo que ela deveria se orgulhar disso tudo. “Você. Chore, mas chore de alegria e de orgulho da mulher que você reconstruiu”. A apresentadora afirmou ainda que, por causa da coragem de Dani, diversas mulheres que estavam assistindo ao programa também teriam coragem de “quebrar o vaso” e “se reconstruir”. Marcius Melhem nega o assédio e entrou com uma interpelação judicial para Dani Calabresa confirmar oficialmente a acusação, pois ela nunca menciona o nome do ex-chefe ao tocar no assunto. Outras acusadoras também não tratam o caso publicamente, tendo prestado depoimentos na Ouvidoria das Mulheres do Conselho Nacional do Ministério Público, visando abertura de inquérito. Dani Calabresa vai estrear um novo programa semanal, “Dani-se”, nesta sexta (5/3) no canal pago GNT. O “Saia Justa” vai ao ar todas às quartas no mesmo canal. Veja abaixo o debate com a participação da comediante.
Meghan Markle acusa monarquia britânica de “perpetuar falsidades” sobre ela e Harry
Meghan Markle, a esposa do príncipe britânico Harry, envolveu-se numa polêmica com o Palácio de Buckingham, residência oficial da Rainha da Grã Bretanha. A atriz e seu marido participaram de uma entrevista com a apresentadora-empresária Oprah Winfrey, que irá ao ar no domingo (7/3) nos EUA. Mas um trecho antecipado mostra Markle acusando o Palácio de Buckingham de “perpetuar falsidades” sobre ela e Harry, dizendo que o casal não deixará de contar seu lado da história. A entrevista foi gravada dias antes de o jornal britânico Times publicar uma reportagem, citando fontes não reveladas, de que bullying de Markle teria deixado assistentes em prantos e criado um ambiente tão tóxico que eles se demitiram. Ela negou prontamente a acusação. Por meio de um porta-voz, se disse “entristecida com este ataque mais recente ao seu caráter, particularmente por ser alguém que já foi alvo de bullying e está profundamente comprometida em apoiar aqueles que sofrem dores e traumas”. Mas o Palácio de Buckingham também decidiu se manifestar. Um porta-voz da Rainha se disse “muito preocupado” e afirmou que investigará as alegações feitas pelo Times, acrescentando que A Casa Real “não tolera e não tolerará bullying ou assédio no ambiente de trabalho”. No trecho antecipado da entrevista, Ophra pergunta à Meghan Markle: “O que você achar de o palácio ouvi-la dizer a sua verdade hoje?” Meghan responde: “Não sei como eles poderiam esperar que, depois de tudo isso, nós ainda ficaríamos em silêncio, se existe um papel ativo que A Firma está desempenhando é o de perpetuar falsidades sobre nós”. A Firma é o nome que a família real britânica usa às vezes para se descrever. “E se isto vem com o risco de perder coisas, bem, muita coisa já foi perdida”, acrescentou a atriz. Veja o trecho abaixo.
Ray Fisher volta a acusar produtores e presidente da Warner Bros. de racismo
Ray Fisher, intérprete de Ciborgue em “Liga da Justiça”, voltou a acusar produtores e o presidente da Warner Bros. Pictures de racismo. Ele repetiu denúncias que já tinha feito em outubro sobre mudanças racialmente motivadas nas refilmagens daquele filme, sob comando do diretor Joss Whedon. E acusa especificamente Geoff Johns, roteirista de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”, além de criador das séries “The Flash” e “Stargirl”, por ter ajudado a reescrever o filme com Joss Whedon para diminuir a importância dos personagens negros da trama. Alguns foram até eliminados na versão refeita por Whedon, que foi exibida nos cinemas em 2017. “Quando se trata de questões raciais, sempre tento dar o benefício da dúvida para quem pode não saber de seus privilégios. Mas quando executivos do estúdio (especialmente Geoff Johns) dizem ‘não podemos ter um homem negro raivoso no centro do filme’, e depois usam seu poder para tirar TODAS as pessoas negras do filme, eles não têm mais o benefício da dúvida”, escreveu Fisher. O ator ainda alertou para tentativas de colocar toda a culpa em Joss Whedon e no ex-presidente do estúdio, Kevin Tsujihara, teriam o objetivo de livrar os demais. Ray Fisher afirma que os executivos, incluindo o produtor Jon Berg e o presidente do estúdio, Toby Emmerich, sabiam que os diálogos dessa conversa, testemunhada por terceiros, eram “ofensivos, discriminatórios e inaceitáveis” — e supostamente por isso não havia pessoas negras presentes nas reuniões. “Eles escolhiam o caminho covarde do gaslighting — e com pedidos extremamente problemáticos, pedindo que eu ‘interpretasse o Ciborgue como o Corcunda de Notre Dame’ e exigindo que uma cena fosse regravada para destacar a existência do pênis do Ciborgue”, exemplificou. O ator finaliza recomendando o resgate da visão original do diretor Zack Snyder para o filme. “A ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder prova, e se opõe, a essa discriminação”. Fisher tem atacado continuamente a Warner Bros. desde o verão norte-americano passado, alegando ter sido maltratado por Joss Whedon no set das refilmagens de “Liga da Justiça”, com apoio dos produtores do filme. Ele diz que teria sido ameaçado ao se queixar do diretor e coagido a abandonar algumas das acusações após o caso se tornar público. Whedon entrou na produção após Snyder filmar a maior parte de “Liga da Justiça”. O diretor original precisou se afastar do longa devido a uma tragédia pessoal e a Warner aproveitou para substitui-lo na pós-produção pelo responsável pelo blockbuster “Os Vingadores”. O substituto refez mais de 70% do filme. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, resultou numa catástrofe – fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou, tardiamente, as acusações de Fisher sobre os bastidores das refilmagens, que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da Warner. A WarnerMedia, empresa de entretenimento que inclui a Warner Bros. Pictures entre suas marcas, encomendou uma investigação independente para chegar ao fundo da questão. Ao mesmo tempo, Whedon se afastou (ou foi afastado) da produção de “The Nevers”, uma série que desenvolvia para a HBO. Mas Fisher não se deu por contente e também pediu a cabeça dos produtores do filme, do presidente da Warner Bros. Pictures e do presidente da DC Films, Walter Hamada, que só assumiu seu cargo após a estreia de “Liga da Justiça”. Segundo Fisher, Hamada teria tentado convencê-lo a não incluir Geoff Johns nas acusações, devido aos muitos projetos do produtor-roteirista na companhia. Em comunicado, a Warner e a responsável pela investigação, a ex-juíza federal Katherine B. Forrest, pronunciaram-se em defesa de Hamada. “Estou desapontada com as constantes declarações públicas que sugerem que Walter Hamada interferiu de alguma forma na investigação de ‘Liga da Justiça’. Ele não interferiu. Eu o entrevistei extensivamente em mais de uma ocasião e especificamente o entrevistei sobre sua interação muito limitada com o Sr. Fisher. Achei o Sr. Hamada confiável e acessível. Concluí que ele não fez nada que impedisse ou interferisse na investigação. Pelo contrário, as informações que forneceu foram úteis e ajudaram a avançar a investigação”, disse Forrest. Apesar da reprimenda pública, Fisher não pediu desculpas para a Hamada. Ao contrário, no novo “comunicado” sobre o caso, ele exigiu suas desculpas “aos participantes da investigação”. Please Read. A>E pic.twitter.com/C6PjkBLlDE — Ray Fisher (@ray8fisher) March 2, 2021
Câmera dos Deputados quer prender Danilo Gentili
A Câmara dos Deputados entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a prisão do apresentador Danilo Gentili por postagens nas redes sociais. No fim de fevereiro, Gentili sugeriu no Twitter que a população “entrasse” no Congresso “e socasse todo deputado” por causa da PEC de im(p)unidade parlamentar. A ação foi coordenada pelo deputado Luis Tibé, responsável pela procuradoria da Câmara, a partir de um pedido do deputado federal Celso Sabino. A tentativa é de equiparar a postagem de Gentili com a do deputado federal Daniel Silveira, preso após ameaçar ministros do STF. Tibé cita nominalmente Silveira para defender a ação movida em relação a Danilo Gentili. Ele diz que o processo não é contra a pessoa dele, mas a favor dos “mesmíssimos princípios de defesa da Democracia e da Constituição Federal consagrados pela unanimidade do Plenário do Supremo Tribunal Federal, no caso do deputado Daniel Silveira”. “Não podemos ter uma sociedade e uma Democracia com pesos e duas medidas. Se o Supremo Tribunal Federal, sabiamente, estabeleceu um limite para a livre manifestação do pensamento que é o respeito à integridade das instituições democráticas – princípio que a Câmara dos Deputados acolheu com margem de 364 votos – a Justiça brasileira não pode permitir que ninguém faça a incitação de ‘socar’ deputados”, concluiu o deputado, por meio de sua assessoria de imprensa. Originalmente, Gentili escreveu: “Eu só acreditaria que esse País tem jeito se a população entrasse agora na câmara e socasse todo deputado que está nesse momento discutindo PEC de imunidade parlamentar”. Mas ele se arrependeu, apagou o post e fez outra afirmação em seguida: “Eu fiz um tuíte que foi alvo de justas críticas por alguns deputados. Quem me segue sabe que sempre defendi as instituições. Aliás, minha briga com bolsonaristas foi justamente pelo fato de eu ser contrário aos pedidos criminosos de fechamento do STF e do Congresso”.
Ator de Homem-Formiga é cortado do terceiro filme após denúncias de 11 mulheres
O ator e rapper T.I. foi cortado do elenco do terceiro filme do “Homem-Formiga”. Intérprete do personagem Dave, T.I. deixa a franquia após as denúncias de abuso sexual que vieram à tona nesta semana. T.I. e sua esposa, Tiny, foram acusados por um advogado, que representa 11 mulheres, por abuso sexual, ingestão forçada de narcóticos ilegais, sequestro, cárcere privado, intimidação, agressão e assédio. Os supostos eventos ocorreram entre 2005 e 2018. Em janeiro, Sabrina Peterson alegou que T.I. colocou uma arma em sua cabeça e, em seguida, compartilhou acusações de outras mulheres contra o casal. A iniciativa de Peterson teria “aberto a porta” para as vítimas e “deu-lhes coragem para se apresentar”, disse o advogado das mulheres que se apresentam como vítimas, Tyrone A. Blackburn, numa entrevista coletiva realizada na segunda-feira (1/3). O casal, cujos nomes reais são Clifford Joseph Harris Jr. e Tameka Dianne Harris, nega todas as acusações. Intitulado em inglês “Ant-Man and the Wasp: Quantumania”, o terceiro filme do “Homem-Formiga” está iniciando seu processo de filmagens sob direção de Peyton Reed, que comandou os dois primeiros longas.
Cidade Invisível é renovada para 2ª temporada
A Netflix anunciou a renovação da série brasileira “Cidade Invisível” para a 2ª temporada. O anúncio veio acompanhado por um vídeo com Marco Pigossi, protagonista da atração, revelando pedidos dos assinantes para a trama continuar. Criada pelo diretor Carlos Saldanha, que estreia no comando de uma obra em live-action após dirigir as animações das franquias “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando”, “Cidade Invisível” traz Pigossi no papel do detetive Eric, da Delegacia de Polícia Ambiental. Após encontrar um estranho animal morto em uma praia carioca, o policial descobre um mundo habitado por entidades míticas normalmente invisíveis aos seres humanos. A trama explora figuras do folclore nacional, como a Cuca, interpretada pela atriz Alessandra Negrini, e ficou na lista de conteúdos mais vistos em cerca de 40 países. Mas foi acusada por ativistas de “apropriação cultural”, por desconstruir figuras da religiosidade indígena, afastando-os de suas raízes para apresentá-las como “criaturas”, sem dar espaço para atores nativos interpretá-las. Ao mesmo tempo em que comemorou o sucesso internacional da atração, Carlos Saldanha disse, em comunicado, que está levando todas as críticas em consideração para a 2ª temporada. “É uma alegria enorme ver um produto nosso, do Brasil, chegar a tantas partes do mundo e agradar a tantas pessoas. Recebi muitos comentários, li bastante sobre o que as pessoas desejam para a continuação, e estou levando tudo em consideração para trazer ao público uma sequência bacana”, ele afirmou. A 2ª temporada vai explorar outra região do Brasil, possivelmente a Amazônia, e contará com novos personagens, após uma temporada no Rio de Janeiro. O elenco ainda não estaria confirmado para os novos episódios. Segundo Haná Vaisman, gerente de conteúdo de Séries Originais Brasileiras da Netflix, a representatividade será uma das preocupações para a próxima etapa da produção. A data de estreia dos novos episódios ainda não foi agendada. Talvez vocês fiquem hipnotizados pelos olhos de @marcopigossi e não consigam entender muito bem o que ele tá falando, então vou reforçar aqui: a segunda temporada de Cidade Invisível está CONFIRMADA ❤️ pic.twitter.com/BID0h2mYSR — netflixbrasil (@NetflixBrasil) March 2, 2021
Globo de Ouro tem pior audiência de todos os tempos
A exibição do Globo de Ouro 2021 nos EUA resultou na pior audiência da premiação em todos os tempos. De acordo com o levantamento preliminar da consultoria Nielsen, a transmissão da rede NBC atraiu uma média de apenas 5,42 milhões de telespectadores, obtendo uma classificação de 1,2 ponto no principal grupo demográfico, de adultos de 18 a 49 anos. O resultado é 60% mais abaixo que os números preliminares do ano passado (14,76 milhões e 3,8 ponto). Uma queda impressionante. Mas vale observar que os números da madrugada de domingo (28/2) não incluem a exibição do programa ao vivo no fuso horário do Pacífico. Esses números serão incluídos na contagem final do dia, divulgada na manhã de terça-feira, e irão aumentar um pouco o total (atualização: o total subiu para 6,9 milhões), embora permaneçam longe de aproximar-se dos últimos anos, garantindo o recorde negativo da premiação. O único parâmetro para a audiência atual do Globo de Ouro foi quando a greve dos roteiristas forçou o cancelamento da cerimônia em 2008. No lugar do evento, uma entrevista coletiva televisionada anunciou os vencedores e atraiu um pouco mais de 6 milhões de telespectadores. A audiência da cerimônia deste ano teria sido afetada pelo desinteresse do público em assistir a uma festa sem as tradicionais bebedeiras e encontros de celebridades, que sempre foram os atrativos do evento. Devido à pandemia, a transmissão aconteceu com participação remota, via videoconferência, das celebridades indicadas a prêmios. Além disso, a realização do Globo de Ouro foi antecedida por forte polêmica sobre os bastidores da premiação, relativa à falta de representatividade dos responsáveis pelo troféu. A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) foi denunciada numa reportagem do jornal Los Angeles Times, que trouxe à tona seu histórico de subornos e a completa ausência de integrantes negros em seus quadros. Os dois fatores resultaram num programa televisivo mais contido que o habitual, uma transmissão descrita pela maioria da crítica americana como “morna”, em que apresentadores e premiados mediram cada palavra ao se manifestarem ao vivo. Uma campanha de repúdio ao Globo de Ouro também foi encampada nas redes sociasi pela organização Time’s Up, que surgiu após as denúncias de abuso sexual de Hollywood com o objetivo de defender maior representatividade feminina e racial nos EUA.
Taylor Swift se irrita com série “Ginny & Georgia” por piada com sua vida amorosa
A nova série “Ginny & Georgia”, da Netflix, atraiu a ira de Taylor Swift e seus fãs durante o fim de semana. O motivo da repercussão foi uma frase do episódio final da 1ª temporada da série sobre a relação de uma mãe e filha, ao estilo de “Gilmore Girls”. A polêmica aconteceu num momento em que a mãe solteira Georgia (Brianne Howey) pergunta à sua filha Ginny (Antonia Gentry) sobre o status de um relacionamento recente, e a adolescente retruca: “O que te importa? Você passa por homens mais rápido do que a Taylor Swift”. Capturas de tela da cena passaram a alimentar protestos nas redes sociais e a frase “Respeitem Taylor Swift” chegou a aparecer entre os tópicos em alta no Twitter na noite de domingo (28/2). Finalmente, nesta segunda-feira (1/3), primeiro dia do Mês da História das Mulheres, comemoração anual americana que destaca realizações femininas ao longo de março, a própria Taylor Swift resolveu se manifestar, chamado a frase da série uma “piada preguiçosa e profundamente machista”. “Hey ‘Ginny e Georgia’, 2010 ligou e quer sua piada preguiçosa e profundamente machista de volta”, tuitou Swift. “Que tal pararmos de degradar mulheres trabalhadoras definindo esse tipo de besteira como engraçada. Além disso, Netflix depois do [documentário de Taylor Swift] “Miss Americana”, esse figurino não fica bonito em você. Feliz Mês da História das Mulheres, eu acho.” A referência ao documentário se deve à inclusão de críticas à vida amorosa da cantora na produção da Netflix. Entre outros momentos, “Miss Americana” inclui comentaristas falando sobre como ela estava “passando por caras como um trem”. Hey Ginny & Georgia, 2010 called and it wants its lazy, deeply sexist joke back. How about we stop degrading hard working women by defining this horse shit as FuNnY. Also, @netflix after Miss Americana this outfit doesn’t look cute on you 💔 Happy Women’s History Month I guess pic.twitter.com/2X0jEOXIWp — Taylor Swift (@taylorswift13) March 1, 2021
Ator de Homem-Formiga e sua esposa são acusados de abuso por 11 mulheres
Um advogado que registrou acusações criminais contra o rapper e ator T.I. (“Homem-Formiga”) e sua esposa Tiny por suposto abuso sexual e agressão contra várias mulheres, detalhou algumas das alegações em uma videoconferência realizada na manhã desta segunda-feira (1/3). O advogado Tyrone A. Blackburn disse a repórteres que pediu às autoridades da Califórnia e da Geórgia que abrissem investigações em nome de 11 supostas vítimas do casal, cujos nomes reais são Clifford Joseph Harris Jr. e Tameka Dianne Harris. Os alegados incidentes ocorreram de 2005 a 2018. As acusações incluem abuso sexual, ingestão forçada de narcóticos ilegais, sequestro, cárcere privado, intimidação, agressão e assédio. Chamando as ações do casal de “abuso sádico e metódico”, Blackburn compartilhou que a maioria das vítimas (não identificadas) foi drogada e, em seguida, abusada sexualmente. “Todas elas têm vários motivos para demorarem a fazer as acusações”, disse Blackburn sobre a ampla linha de tempo de suas clientes. “Um dos motivos é que elas achavam que ninguém acreditaria nelas.” Em janeiro, Sabrina Peterson alegou que T.I. colocou uma arma em sua cabeça e, em seguida, compartilhou acusações de outras mulheres contra o casal. A ação de Peterson “abriu a porta” para as vítimas e “deu-lhes coragem para se apresentar”, disse Blackburn na segunda-feira. Blackburn afirmou que seu objetivo é que as alegações sejam investigadas como possíveis acusações criminais, dizendo que a ação civil não é seu foco imediato. “Trata-se de justiça, não de dólares”, disse o advogado. O casal de celebridades nega veementemente todas as acusações. Em um comunicado fornecido à imprensa, seu advogado Steve Sadow disse: “Clifford (T.I.) e Tameka Harris negam nos termos mais fortes possíveis essas alegações sem substâncias nem base. Estamos confiantes de que, se essas alegações forem investigadas de forma completa e justa, nenhuma acusação será formulada.” “Essas alegações nada mais são do que a continuação de uma campanha sórdida de extorsão que começou nas redes sociais. Os Harris imploram a todos que não se deixem enganar por essas tentativas óbvias de manipular a imprensa e abusar do sistema legal”, completa a declaração da defesa.











