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    Ginny e Georgia: Netflix renova série que irritou Taylor Swift

    19 de abril de 2021 /

    A Netflix renovou “Ginny e Georgia” para sua 2ª temporada. A notícia foi acompanhada por um vídeo com o elenco, que faz caras, bocas e dancinhas para contar, num jogral com gritinhos socialmente distantes, “a maior novidade de todas”. A série gira em torno de mãe e filha que se mudam para uma cidade interiorana. Ginny Miller (Antonia Gentry) é uma garota de 15 anos que está literalmente deslocada e, além de não conhecer os colegas, precisa lidar com a reação deles à beleza de sua jovem e atraente mãe de 30 anos, Georgia (Brianne Howey). Esta dinâmica similar a “Gilmore Girls” ainda é acompanhada por uma reviravolta, pois Georgia esconde um segredo sombrio: o verdadeiro motivo para sua mudança para um lugar distante, pequeno e no qual ninguém a conhece. Inicialmente pouco comentada, “Ginny e Georgia” acabou tendo mais repercussão pela reação negativa de Taylor Swift a uma frase do episódio final da 1ª temporada. A polêmica aconteceu num momento em que a mãe solteira Georgia pergunta à sua filha Ginny sobre o status de um relacionamento recente, e a adolescente retruca: “O que te importa? Você passa por homens mais rápido do que a Taylor Swift”. “Hey ‘Ginny e Georgia’, 2010 ligou e quer sua piada preguiçosa e profundamente machista de volta”, tuitou Swift. “Que tal pararmos de degradar mulheres trabalhadoras definindo esse tipo de besteira como engraçada”, completou a cantora irritada. Além de Antonia Gentry (“Doce Argumento”) e Brianne Howey (“Batwoman”), o elenco da série ainda inclui Felix Mallard (“Neighbours”), Sara Waisglass (“October Faction”), Jennifer Robertson (“Schitt’s Creek”), Scott Porter (“Friday Night Lights”), Raymond Ablack (“Caçadores de Sombras”), Katie Douglas (“Mary Kills People”) e o menino Diesel La Torraca (“Pequenos Monstros”).

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    Pastor que ora pela morte de Paulo Gustavo será processado

    18 de abril de 2021 /

    Dezenas de entidades LGBTQIA+ e de grupos defensores de direitos humanos anunciaram neste fim de semana que vão processar na Justiça o pastor José Olímpio, da Assembleia de Deus de Alagoas, após uma postagem nas redes sociais em que ele disse estar orando pela morte do ator Paulo Gustavo, internado há um mês com covid-19, em estado grave. “Esse é o ator Paulo Gustavo que alguns estão pedindo oração e reza. E você vai orar ou rezar? Eu oro para que o dono dele o leve para junto de si”, publicou o pastor em suas redes sociais durante a semana passada. Após a repercussão negativa do comentário, José Olímpio apagou a publicação. Internado na UTI desde o começo de março, Paulo Gustavo enfrenta complicações da covid-19, está intubado, utilizando pulmão artificial e seu estado de saúde é considerado crítico. A situação comoveu famosos e fãs, que têm organizado correntes de oração pelo restabelecimento da saúde do ator, conhecido pelos papéis humorísticos no teatro, na TV e no cinema. Foi neste contexto que o pastor José Olímpio se manifestou de forma anticristã. Para as entidades, o ataque de ódio gratuito se deve ao fato de o ator de 42 anos ser homossexual assumido e casado com o médico Thales Bretas, com quem tem dois filhos bebês. “É urgente que crimes como estes, motivados por homofobia, sejam enquadrados da tipificação da LGBTfobia, na lei de combate ao racismo de n. 7.716/2018, e que punições mais rigorosas e severas sejam tomadas contra condutas homofóbicas e atos discriminatórios como o em questão”, diz a nota assinada pelas principais entidades de defesa dos direitos de LGBTs do país, no anúncio de que medidas judiciais serão tomadas contra o pastor. A Aliança LGBT+, signatária do documento, afirma que a declaração do pastor não é um caso isolado, mas parte de uma campanha que atinge cotidianamente gays, lésbicas e trans. “Vivemos tempos sombrios. Esta afirmativa foi dita por nós inúmeras vezes nos últimos meses. “A pandemia que ainda segue em curso transformou o caráter de alguns e revelou o verdadeiro caráter de outros, fazendo com que pudéssemos separar o joio do trigo e sem nenhuma sombra de dúvidas fossemos capazes de compreender melhor o outro”, diz o texto assinado pelo ativista Toni Reis, líder da Aliança LGBT+. Além de entidades LGBTQIA+, o texto de repúdio ao pastor também conta com apoio de lideranças evangélicas.

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    Estrela de “Manhattan”, Mariel Hemingway defende Woody Allen

    15 de abril de 2021 /

    A atriz Mariel Hemingway, estrela do clássico “Manhattan”, de Woody Allen, defendeu o diretor durante uma conversa com Anne Heche e Heather Duffy no podcast “Better Together with Anne & Heather”. No filme de 1979, a neta do escritor Ernest Hemingway interpretou uma estudante de Ensino Médio de 17 anos que começa a namorar um escritor de comédias televisivas de 42 anos, com dois divórcios no passado, vivido pelo próprio Allen. Na época de seu lançamento, o filme de comédia romântica em preto e branco não despertou protestos por conta desse relacionamento, tornando-se na verdade, a segunda maior bilheteria (quando ajustada pela inflação) do diretor. Mas em 2021 foi usado como “prova” de que Allen seria um pedófilo. No podcast, Mariel concordou que o filme pode ser considerado polêmico hoje em dia, devido ao romance entre um adulto e uma menor. “Não quero justificar nenhum comportamento”, ela afirmou, “mas esse filme provavelmente não poderia ser lançado hoje”. Hemingway disse que não viu a série documental “Allen v. Farrow”, da HBO, que usa “Manhattan” em sua argumentação contra Allen, buscando comprovar que o diretor teria abusado de sua filha adotiva Dylan Farrow aos 7 anos. A menina acusa Allen de abusar sexualmente dela em 1992, situação que foi investigada duas vezes pela Justiça na época, descartando a denúncia. Para a atriz, é muito difícil discutir essa situação, porque sua experiência ao trabalhar com Allen em “Manhattan” foi maravilhosa. “É um pouco delicado para mim, porque ele nunca me desrespeitou ou foi desagradável”, disse Hemingway. “Não conheço Mia, não conheço Ronan e não conheço Dylan. Eu não conheço essa história. Não é minha história para contar. ” A atriz diz que prefere não se envolver no debate porque a denúncia de Dylan contradiz tudo o que ela viu e acredita ser o cineasta. “Não digo que vou fazer campanha defendendo-o, mas, para mim, a integridade de seu trabalho permanece intacta”, declarou Hemingway. “Talvez seja covardia da minha parte [não defendê-lo com mais veemência]”. Ela ainda reclamou da direção tomada pela chamada “cultura de cancelamento”, que a assusta por querer “encerrar todas as conversas e cancelar pessoas importantes para nossa geração”. “Temos que escolher um lado… quem disse?! Não é assim que se consegue crescer!”, ela apontou. Veja abaixo o trailer de “Manhattan”.

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    Reação de Gabriela Duarte a vídeo da mãe com Bolsonaro repercute na internet

    15 de abril de 2021 /

    As redes sociais viralizaram a reação da atriz Gabriela Duarte ao rever um vídeo de sua mãe, Regina Duarte, ao lado do presidente Jair Bolsonaro, exibido durante o programa “Conversa com Bial”. A expressão de desânimo, misturando desgosto e vergonha, foi replicada até virar meme após o programa, que foi ao ar na madrugada desta quinta (15/4) na rede Globo. O vídeo que gerou o mal-estar foi a última aparição de Regina com Bolsonaro, em maio de 2020, quando o presidente anunciou que ela não estaria mais à frente da Secretaria Especial da Cultura e iria assumir a presidência da Cinemateca Brasileira – o que nunca aconteceu. Após exibir a cena, o apresentador Pedro Bial questionou se Gabriela se sentiu aliviada com a saída da mãe do governo. “Foi um período muito turbulento, de muitas coisas. Um período que, de certa forma, nos afastou bastante. Não por uma questão ideológica, não é isso. Tem a ver com uma dinâmica muito complicada, de entrar ali, sair… Então, eu posso responder por mim, eu fiquei muito aliviada”, admitiu. Na entrevista, Bial quis saber como ficou a relação entre mãe e filha diante de possíveis divergências políticas. E embora tenha afirmado não falar sobre isso com a mãe, Gabriela Duarte disse: “Uma coisa posso afirmar, nós somos muito diferentes realmente”. Ela ainda revelou que votou em Ciro Gomes no primeiro turno e anulou o voto no segundo turno das últimas eleições presidenciais, para deixar claro que não é eleitora de Bolsonaro. Isso não a impediu de sofrer ameaças por conta das opções da mãe, especialmente durante o período em que Regina Duarte esteve à frente da Secretaria Especial da Cultura. “Fiquei muito assustada, recebi muitas ameaças, nunca me passou pela cabeça isso. Foi Bizarro”, contou. A atriz, que está completando 47 anos nesta quinta, terminou a entrevista agradecendo ao SUS (Sistema Único de Saúde) pelo empenho dos profissionais da saúde durante a pandemia de coronavírus. E recebeu muitas mensagens de apoio ao fim do “Conversa com Bial”. Veja abaixo algumas das reações. Quando eu vejo parente apoiando o Bolsonaro nas redes sociais, faço a mesma cara da Gabriela Duarte ☹️😓😕 #ConversaComBial pic.twitter.com/XTMxhsz6WW — Fernando Mancini (@fermancini) April 15, 2021 Rapaz, acabei de ver a entrevista de Gabriela Duarte no #ConversaComBial que foi ao ar na madrugada de hoje e, sabe, entendi todos os posicionamentos dela enquanto filha da R****a. É muito doloroso ter uma pessoa tão próxima pensar tão diferente de você. Mas força pra Gabi. — Robson Gomes ▽▲ (@robinhogomes) April 15, 2021 A cara da Gabriela Duarte vendo isso kkkk. Vou ter que ver essa entrevista. #ConversaComBial https://t.co/jtcraMhHJD — Olliver (@Evandro_Olliver) April 15, 2021 Eu tô só a Gabriela Duarte desde 2018. pic.twitter.com/ohKgugIR83 — Açúcar invertido 🇨🇦🇧🇷 (@BFFCanadaBrasil) April 15, 2021 a gabriela duarte deve odiar o bolsonaro e as loucuras da mãe#ConversaComBial pic.twitter.com/zmkgCGbS4h — DOMÊNICO #bbb21 (@eumaluma) April 15, 2021 Amei acompanhar essa entrevista super importante do Bial para com Gabriela Duarte e destaco as falas pontuais que foram imprescindíveis para explanar as diferenças entre ela e a mãe dela. Desta entrevista só engrandeceu o orgulho de ser fã desta maravilhosa atriz#ConversaComBial pic.twitter.com/flVY4l5HwT — Tiago Dias (@dia_tiago) April 15, 2021 Coitada da Gabidu, Regina tão grandiosa, não precisava desse peso na sua biografia pessoal e artística. Foi muita mancada. #ConversaComBial pic.twitter.com/tT4XaasYST — PAPO RETO 📢🎙📢 (@papporetoo) April 15, 2021 Ela acabou a entrevista agradecendo ao sus. Fadinha, Eu te amo!!! #ConversaComBial — ✨🌛jOsEpH🌛✨ (@DramadelReyyy) April 15, 2021

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  • Série

    Os Simpsons: Dublador quer pedir desculpas a todos os indianos por Apu

    13 de abril de 2021 /

    O ator Hank Azaria, antigo dublador do personagem Apu em “Os Simpsons”, disse que gostaria de se desculpar individualmente com todos os indianos nos Estados Unidos pela representação preconceituosa do personagem. Ele abandonou o papel há mais de um ano, após críticas da comunidade indiana. “Eu realmente sinto muito. É importante. Eu peço desculpas pelo meu papel em criar e contribuir com isso. Parte de mim sente que eu preciso ir até cada indiano neste país e me desculpar pessoalmente. E às vezes eu faço isso”, disse Azaria em entrevista ao podcast “Armchair Expert”. Apu sempre foi considerado um personagem polêmico por retratar de forma estereotipada o comportamento dos imigrantes da região da Índia. Mas a abordagem politicamente incorreta passou a ganhar ainda mais projeção após o documentário “O Problema com Apu”, dirigido por Hari Kondabolu em 2017, que criticou a forma como as produções americanas tratam as pessoas da região. Azaria acabou se tornando o principal alvo do filme e desde então vinha sofrendo pressões para abandonar o personagem – o que só fez três anos depois. Em sua participação no podcast, Azaria disse que, após as críticas, decidiu procurar entender por que a representação do personagem indiano era problemática. Segundo ele, foi uma conversa com crianças descendentes de indianos na escola de seu filho que o fizeram desistir do personagem. Azaria contou que um garoto pediu, “com lágrimas em seus olhos”, que ele falasse aos executivos de Hollywood que as obras que eles produzem afetam a vida das pessoas. “Um menino de 17 anos… Ele nunca viu ‘Os Simpsons’, mas sabe o que o Apu representa. Já é praticamente um xingamento. Tudo o que ele sabe é que é assim que seu povo é visto por tantas pessoas neste país”, contou o ator.

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  • Etc

    Bolsonaro se aproxima do que deputados consideraram crime com Danilo Gentili

    12 de abril de 2021 /

    Em gravação revelada nesta segunda (12/4), o presidente Jair Bolsonaro ameaçou agredir fisicamente um senador da República. Durante uma entrevista à Rádio Bandeirantes, o senador Jorge Kajuru revelou uma nova parte do diálogo polêmico que travou com Bolsonaro no fim de semana, em que o presidente lhe pediu para participar ou tentar travar a CPI da Pandemia. “Se você não participa, daí a canalhada lá do Randolfe Rodrigues vai participar. E vai começar a encher o saco. Daí, vou ter que sair na porrada com um bosta desse”. O “bosta desse” contra quem Bolsonaro disse que vai “ter que sair na porrada” é um Senador eleito, Randolfe Rodrigues, responsável pela criação da CPI da Pandemia. A ameaça física com nome e sobrenome é menos genérica que o tuite de fevereiro passado de Danilo Gentili, que levou a Câmara dos Deputados a protocolar uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo a prisão do apresentador. Na época, a sugestão de Gentili para que a população “entrasse” no Congresso “e socasse todo deputado” por causa da PEC de im(p)unidade parlamentar, foi considerado um ameaça à democracia. Originalmente, Gentili escreveu: “Eu só acreditaria que esse País tem jeito se a população entrasse agora na câmara e socasse todo deputado que está nesse momento discutindo PEC de imunidade parlamentar”. A ação contra Gentili foi coordenada pelo deputado Luis Tibé, responsável pela procuradoria da Câmara, a partir de um pedido do deputado federal Celso Sabino, buscando equiparar a postagem do apresentador do talk show “The Noite” com a do deputado federal Daniel Silveira, preso após ameaçar ministros do STF. “Não podemos ter uma sociedade e uma Democracia com pesos e duas medidas. Se o Supremo Tribunal Federal, sabiamente, estabeleceu um limite para a livre manifestação do pensamento que é o respeito à integridade das instituições democráticas – princípio que a Câmara dos Deputados acolheu com margem de 364 votos – a Justiça brasileira não pode permitir que ninguém faça a incitação de ‘socar’ deputados”, concluiu o deputado, por meio de sua assessoria de imprensa. A ação política contra Gentili não foi adiante porque ele não é um político eleito e, portanto, não tem fórum no STF. A PEC da im(p)unidade parlamentar também não foi votada, graças ao repúdio das redes sociais. Mesmo assim, Gentili se arrependeu, apagou o post e fez outra afirmação em seguida: “Eu fiz um tuíte que foi alvo de justas críticas por alguns deputados. Quem me segue sabe que sempre defendi as instituições. Aliás, minha briga com bolsonaristas foi justamente pelo fato de eu ser contrário aos pedidos criminosos de fechamento do STF e do Congresso”. Já Bolsonaro dobrou a aposta e afirmou para seus seguidores, a respeito da gravação polêmica: “Falei mais coisas naquela conversa lá. Pode divulgar tudo da minha parte, tá?”. Mas enquanto o presidente brada, sua tropa de choque no Congresso tenta minimizar as bravatas. A avaliação é de que o ataque contra Randolfe Rodrigues foi individualizado, a um parlamentar identificado com a esquerda, e não contra o Senado. Jair Bolsonaro tem fórum no STF.

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  • Música

    Demi Lovato revela bastidores do clipe de “Dancing with the Devil”

    9 de abril de 2021 /

    A cantora Demi Lovato divulgou um vídeo de bastidores das gravações do clipe de “Dancing with the Devil“, música que dá título à recente série documental em que ela aborda a overdose que quase lhe custou a vida. O clipe recria esse momento trágico, que aconteceu na madrugada de 24 de julho de 2018, e traz a cantora lutando para sobreviver. O vídeo de bastidores revela como foram gravados os takes que recriam as cenas tensas e a internação hospitalar. Descrito como “uma história real”, o clipe foi roteirizada pela cantora, que também dividiu a direção com Michael D. Ratner, o diretor da série “Demi Lovato: Dançando com o Diabo”, recém-finalizada na terça-feira passada (6/4) no YouTube. A música faz parte do novo álbum de Lovato, “Dancing With the Devil… the Art of Starting Over”, lançado em 1 de abril com participações de Ariana Grande, Noah Cyrus, Saweetie e Sam Fisher. Veja abaixo o vídeo de bastidores e o clipe integral, quem foi visto mais de 12 milhões de vezes em sua primeira semana no YouTube.

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  • Etc

    Atriz de “House” acusa James Franco de ser um “predador sexual”

    9 de abril de 2021 /

    A atriz Charlyne Yi, que interpretou a Dra. Chi Park em “House”, usou seu Instagram para acusar James Franco de ser um “predador sexual” com uma “longa história de predação de crianças”. A atriz também apontou Seth Rogen como um de seus facilitadores. Em sua acusação, ela não revela nenhuma situação polêmica, apontando apenas para sua própria decisão de abandonar o “Artista do Desastre” (2017) porque “James Franco é um predador sexual”. “Quando eu tentei quebrar o contrato legal e sair de ‘Artista do Desastre’ porque James Franco é um predador sexual, eles tentaram me subornar com um papel maior. Eu chorei e disse a eles que isso era exatamente o oposto do que eu queria, que não me sentia segura trabalhando com um predador sexual de merd*”, escreveu. “Eles minimizaram e disseram que Franco era um predador no passado e que ele mudou, quando eu literalmente ouvi falar dele abusando de novas mulheres naquela semana”, continuou. A atriz acrescentou que “Seth Rogen foi um dos produtores deste filme, então ele definitivamente sabe sobre o suborno e porque eu quis sair. Seth também fez um esquete no ‘Saturday Night Live’ com Franco, permitindo que Franco atacasse crianças. Logo depois que Franco foi pego”. “Franco tem uma longa história de predação de crianças”, apontou, sem maiores explicações, arrematando com uma frase militante contra “todas as leis corruptas que protegem predadores feitos por homens brancos violentos”. Além de “House” (entre 2011 e 2012) e “Artista do Desastre” (2017), Charlyne Yi também atuou em “Ligeiramente Grávidos” (2007), estrelado por Rogen, e será ouvida a seguir na dublagem original da animação “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas”, que estreia em 30 de abril na Netflix. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Charlyne Yi (@charlyne_yi)

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  • Série

    MacGyver é cancelada e sai do ar neste mês nos EUA

    8 de abril de 2021 /

    A rede americana CBS anunciou o cancelamento de “MacGyver”. A série estrelada por Lucas Till (“X-Men: Apocalipse”) terminará ao final de sua 5ª temporada, atualmente no ar. O último capítulo será exibido em 30 de abril nos EUA. “Todos nós da CBS somos extremamente gratos pelo incrível trabalho e dedicação de Lucas e do restante do elenco, bem como da [showrunner] Monica [Macer], dos escritores e de toda a equipe”, disse Kelly Kahl, presidente da CBS Entertainment. “A equipe de ‘MacGyver’ viajou por todos os lugares para salvar repetidamente o mundo com pouco mais do que chiclete e um clipe de papel e tornou esta série distintamente sua. Estamos gratos por dar a esta base de fãs dedicada e leal a oportunidade de dizer adeus aos seus personagens favoritos da maneira atenciosa que esta série merece. ” “Desde que embarquei em ‘MacGyver’ no ano passado, fiquei impressionada com a devoção e entusiasmo desse elenco e equipe notáveis, bem como com os fãs leais”, disse Macer, que assumiu as funções de showrunner depois que o criador Peter Lenkov foi demitido por acusações de assédio moral e toxicidade no local de trabalho. “Minha gratidão vai para [as estrelas] Lucas, Tristin [Mays], Justin [Hires], Meredith [Eaton], Levy [Tran] e [Henry] Ian [Cusick], que colocaram tudo o que têm em nosso show, especificamente para os fãs. Mal podemos esperar que eles vejam nossos episódios finais espetaculares.” Produzido pela CBS Studios e a Lionsgate, a série era reboot de uma famosa atração dos anos 1980, exibida no Brasil como “Profissão Perigo”. Na série original, Angus MacGyver era um agente secreto que conseguia se virar com poucos recursos, usando apenas seus conhecimentos científicos e um canivete suíço que sempre carregava, para escapar das mais difíceis situações. A atração durou sete temporadas e teve 139 episódios produzidos entre 1985 e 1992. A nova versão era focada nas origens do personagem vivido nos anos 1980 por Richard Dean Anderson, mostrando-o como um jovem recruta de uma organização clandestina e aperfeiçoando suas habilidades para evitar desastres. “MacGyver” se torna a terceira série da CBS cancelada nesta temporada, acompanhando a comédia “Mom” e a procedimental “NCIS: New Orleans”. À exceção de “Mom”, que acabou após perder a coprotagonista, “MacGyver” e “NCIS: New Orleans” foram canceladas após trocas-relâmpago de showrunners devido à escândalos de bastidores. Assim como Peter Lenkov, Brad Kern também foi demitido de “NCIS: New Orleans” após várias denúncias – em seu caso, de assédio e perseguição às mulheres, além de declarações racistas nas gravações. A exibição de “MacGyver” no Brasil acontece no canal pago Universal.

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    Krypton: Regé-Jean Page comenta notícia de que perdeu papel por ser negro

    7 de abril de 2021 /

    O ator Regé-Jean Page, intérprete do Duque de Hastings de “Bridgerton”, postou nas redes sociais sua reação à reportagem da revista The Hollywood Reporter que revelou que ele não conseguiu o papel principal da série “Krypton” por ser negro. “Ouvir sobre essas conversas não dói menos agora do que doeu naquela época”, Page tuitou nesta quarta-feira (7/4). “Para ser honesto, os esclarecimentos quase doem ainda mais”, acrescentou Embora Page não mencione “Krypton” no tuíte, ele termina com as palavras “Nós ainda voamos” – que aparentemente se refere à capacidade do Superman de voar. Uma longa reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre as acusações de Ray Fisher contra a Warner Bros. revelou que Geoff Johns, quando foi presidente da DC Entertainment entre 2010 e 2018, impediu os produtores da série “Krypton” de escalar Regé-Jean Page como protagonista da série “Krypton”. De acordo com as fontes da produção ouvidas pela THR, Johns teria citado especificamente o fato de Page ser negro como impedimento para que ele interpretasse o papel. “Krypton”, que ficou no ar entre 2018 e 2019, contava as aventuras de Seg-El, avô de Kal-El (o futuro Superman), antes da destruição de seu planeta. O papel acabou interpretado por Cameron Cuffe, um ator branco. Representantes de Johns responderam à acusação dizendo que o produtor achou, na época, que os fãs esperariam um ator “que se parecesse com um jovem Henry Cavill” no papel de Seg-El. Em outras palavras, os fãs não aprovariam um negro como avô de Superman. Hearing about these conversations hurts no less now than it did back then. The clarifications almost hurt more tbh. Still just doing my thing. Still we do the work. We still fly. 👊🏽 — Regé-Jean Page (@regejean) April 7, 2021

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    Versão live-action de “A Pequena Sereia” será filmada na Ilha da Sardenha

    6 de abril de 2021 /

    A Disney definiu onde vai filmar as cenas externas da versão live-action de “A Pequena Sereia”. Um oficial da agência turismo da Sardenha, Fabrizio Scolafurru, fez a revelação ao jornal local La Nuova Sardegna, ao relatar que a produção movimentará a região italiana com a chegada de cerca de 300 profissionais para trabalhar na ilha por “aproximadamente três meses”. A equipe de produção do longa dirigido por Rob Marshall (“O Retorno de Mary Poppins”) começará a desembarcar na Ilha da Sardenha nas próximas semanas. As filmagens serão transferidas do Pinewood Studios, em Londres, para a pequena vila costeira de Santa Teresa di Gallura, na costa norte da ilha, conhecida por sua impressionante orla marítima de águas cristalinas, costões rochosos e construções medievais. As câmeras devem começar a rodar no início do verão europeu (nosso inverno). Até lá, olheiros da Disney estão vasculhando a região em busca dos melhores locais para as filmagens. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações do catálogo da Disney que ainda não foi refilmada com atores reais, uma estratégia que rende hits como “Aladdin”, que faturou mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. O filme começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), mas foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Também faz parte da equipe compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, que está desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Já o elenco é encabeçado pela atriz e cantora Halle Bailey (da série “Grown-ish”), intérprete de Ariel, numa mudança racial em relação ao desenho, e Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC) como o Príncipe Eric. Outros atores da produção incluem Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”. Mesmo sem uma data de estreia definida, algumas informações sobre o live-action de A Pequena Sereia já foram reveladas, como os atores principais que farão parte do elenco. Entre os nomes confirmados estão Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric), Javier Bardem (Rei Tritão), Jacob Tremblay (Linguado) e Daveed Diggs (Sebastião). Também foi anunciado que o filme contará com as músicas originais da animação de 1989, mas ainda trará canções originais de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. Nós mal podemos esperar para conferir!

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    Bolsonaro cumpre ameaça e Ancine começa mudança para Brasília

    6 de abril de 2021 /

    Enquanto a pandemia continua a ocupar o noticiário, o governo Bolsonaro segue passando a boiada. A coluna de Lauro Jardim, no jornal o Globo, revelou que a Ancine iniciou um processo para diminuir a sua presença física no Rio de Janeiro. No final da semana passada, a agência desocupou um andar inteiro de um prédio no Centro da cidade e a expectativa é que, ainda em abril, um andar no prédio da Anatel, em Brasília, seja disponibilizado para a agência. Em janeiro, o Ministério das Comunicações sugeriu que poderia realizar uma fusão entre a Ancine e a Anatel, entidades de pastas e funções completamente distintas. Neste sentido, a mudança da Ancine para o prédio da Anatel seria praticamente uma declaração de intenções. Bolsonaro tem se mostrado insatisfeito com a Ancine desde o começo de seu governo. Em agosto de 2019, ele ameaçou pela primeira vez a transferência do órgão colegiado para Brasília, como parte de um plano para a Ancine “deixar de ser uma agência e passar a ser uma secretaria subordinada a nós”. O objetivo, segundo Bolsonaro, era sujeitar a aprovação de projetos a seus “filtros” (ou gosto) pessoais. “Se não puder ter filtro, nós extinguiremos a Ancine. Privatizaremos ou extinguiremos. Não pode é dinheiro público ficar usado para filme pornográfico”, afirmou. Um mês depois desta declaração e inconformado com a demora para conseguir o que queria, Bolsonaro foi mais longe e ameaçou “degolar” os integrantes da Ancine: “Se a Ancine não tivesse, na sua cabeça toda, mandato, já tinha degolado todo mundo”. A ameaça foi completada por um gesto com as mãos sob o pescoço que representa o assassinato por meio de degola. Desde a posse de Bolsonaro, a Ancine enfrenta uma crise sem precedentes, atuando com um presidente interino nunca efetivado e com uma diretoria incompleta, que não tem seus diretores nomeados. Enquanto isso, a arrecadação das taxas Condecine e Fistel, pagas pela indústria de telefonia e audiovisual para o financiamento público de novas produções brasileiras de cinema e TV, acumula uma fortuna não contabilizada em cofres que têm sido blindados de investigação, sem que projetos novos – ou muito poucos – sejam beneficiados com a verba do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Apenas os valores arrecadados em 2018 (para serem investidos em 2019) foram divulgados (e somente em dezembro de 2019): um montante de R$ 703,7 milhões. Desde então, as taxas fecharam mais dois anos de arrecadação não revelada, podendo ter ultrapassado R$ 2 bilhões de dinheiro sem uso – ou com mau uso. O Ministério Público Federal (MPF) questionou, num ofício datado de 13 de outubro do ano passado, porque a Ancine tinha aprovado apenas um projeto para obter recursos do FSA num período de dez meses, pedindo que a agência tornasse públicos relatórios anuais de gestão do FSA. “Apuramos que houve uma ordem da procuradoria da Ancine de que não fosse dado andamento a processos, a não ser aqueles que obtivessem liminar na Justiça. Houve, portanto, negligência ao correto andamento desses procedimentos, como houve ação deliberada de paralisação”, denunciou o procurador. Mas um juiz da 11ª Vara Federal do Rio de Janeiro barrou a investigação, aceitando a explicação de que “a culpa é da burocracia”. Na ocasião, já havia ao menos 194 mandados de segurança impetrados contra a Ancine na Justiça Federal do Rio, em razão da demora na análise de projetos audiovisuais. Neste meio tempo, a Ancine mudou sua atividade principal, deixando de ser uma instituição de fomento para virar um escritório de cobranças, aproveitando uma orientação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre problemas de prestações de contas para rever centenas de balanços anteriormente aprovados de produções com mais de 20 anos, como “Madame Satã”, de 2002, “Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida”, de 2004, e “Xuxa Gêmeas”, de 2006. Por coincidência, depois de a apresentadora Xuxa Meneghel criticar o governo Bolsonaro e após o presidente dizer que iria rever aprovação de filmes de temática LGBTQ pela Ancine. “Confesso que não entendi por que gastar dinheiro público com um filme desses”, disse Bolsonaro em agosto passado. Enquanto escondia os valores de arrecadação do FSA, a Ancine também fez parceria com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul para assumir ainda outra função, oferecendo empréstimos financeiros para produtores de cinema. Neste caso, a ideia original do FSA, de investimento à fundo perdido, foi substituída por um negócio batizado de “linha de crédito emergencial” que passaria a cobrar juros – para terceiros (banco) ou para a própria Ancine (em parceria com banco). O que a Ancine faria com o lucro obtido com as taxas de empréstimo? Na segunda-feira (5/4), deputados da Comissão de Cultura da Câmara classificaram de “perseguição política” a paralisação nas atividades da Ancine e a demora na liberação de recursos para produções já contempladas em editais da agência. Convidado para debater com os integrantes da comissão, o presidente interino da entidade, Alex Braga, alegou que a questão foi judicializada e, por isso, não iria comparecer. Quem pode desaparecer a seguir é a própria Ancine.

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    Polícia vai investigar Rodolffo por crime de racismo no BBB 21

    6 de abril de 2021 /

    Os comentários de cunho racista do cantor sertanejo Rodolffo, participante do “BBB 21”, contra o colega de confinamento João Luiz, serão investigados pela Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância) da Polícia Civil do Rio de Janeiro. A assessoria da instituição anunciou a investigação em comunicado: “De acordo com a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (DECRADI), foi instaurado procedimento para apurar o crime de preconceito racial. Imagens estão sendo analisadas e as investigações seguem em andamento”. No último sábado (3/4), o sertanejo comparou o cabelo do geógrafo a uma peruca de homem das cavernas, fantasia usada para cumprir o Monstro da semana. Pouco depois, durante show no programa, a cantora Ludmilla exigiu respeito. “A próxima música que vou cantar agora fala sobre uma coisa que o mundo está precisando, que é respeito. Respeita o nosso funk, respeita a nossa cor, respeita o nosso cabelo. Respeita caral**.”, disse a artista, que também já teve o cabelo comparado a Bombril por uma suposta socialite. Para deixar claro, após a apresentação ela ainda elogiou o cabelo de João em suas redes sociais.

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