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  • Música

    Demi Lovato revela bastidores do clipe de “Dancing with the Devil”

    9 de abril de 2021 /

    A cantora Demi Lovato divulgou um vídeo de bastidores das gravações do clipe de “Dancing with the Devil“, música que dá título à recente série documental em que ela aborda a overdose que quase lhe custou a vida. O clipe recria esse momento trágico, que aconteceu na madrugada de 24 de julho de 2018, e traz a cantora lutando para sobreviver. O vídeo de bastidores revela como foram gravados os takes que recriam as cenas tensas e a internação hospitalar. Descrito como “uma história real”, o clipe foi roteirizada pela cantora, que também dividiu a direção com Michael D. Ratner, o diretor da série “Demi Lovato: Dançando com o Diabo”, recém-finalizada na terça-feira passada (6/4) no YouTube. A música faz parte do novo álbum de Lovato, “Dancing With the Devil… the Art of Starting Over”, lançado em 1 de abril com participações de Ariana Grande, Noah Cyrus, Saweetie e Sam Fisher. Veja abaixo o vídeo de bastidores e o clipe integral, quem foi visto mais de 12 milhões de vezes em sua primeira semana no YouTube.

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  • Etc

    Atriz de “House” acusa James Franco de ser um “predador sexual”

    9 de abril de 2021 /

    A atriz Charlyne Yi, que interpretou a Dra. Chi Park em “House”, usou seu Instagram para acusar James Franco de ser um “predador sexual” com uma “longa história de predação de crianças”. A atriz também apontou Seth Rogen como um de seus facilitadores. Em sua acusação, ela não revela nenhuma situação polêmica, apontando apenas para sua própria decisão de abandonar o “Artista do Desastre” (2017) porque “James Franco é um predador sexual”. “Quando eu tentei quebrar o contrato legal e sair de ‘Artista do Desastre’ porque James Franco é um predador sexual, eles tentaram me subornar com um papel maior. Eu chorei e disse a eles que isso era exatamente o oposto do que eu queria, que não me sentia segura trabalhando com um predador sexual de merd*”, escreveu. “Eles minimizaram e disseram que Franco era um predador no passado e que ele mudou, quando eu literalmente ouvi falar dele abusando de novas mulheres naquela semana”, continuou. A atriz acrescentou que “Seth Rogen foi um dos produtores deste filme, então ele definitivamente sabe sobre o suborno e porque eu quis sair. Seth também fez um esquete no ‘Saturday Night Live’ com Franco, permitindo que Franco atacasse crianças. Logo depois que Franco foi pego”. “Franco tem uma longa história de predação de crianças”, apontou, sem maiores explicações, arrematando com uma frase militante contra “todas as leis corruptas que protegem predadores feitos por homens brancos violentos”. Além de “House” (entre 2011 e 2012) e “Artista do Desastre” (2017), Charlyne Yi também atuou em “Ligeiramente Grávidos” (2007), estrelado por Rogen, e será ouvida a seguir na dublagem original da animação “A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas”, que estreia em 30 de abril na Netflix. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Charlyne Yi (@charlyne_yi)

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  • Série

    MacGyver é cancelada e sai do ar neste mês nos EUA

    8 de abril de 2021 /

    A rede americana CBS anunciou o cancelamento de “MacGyver”. A série estrelada por Lucas Till (“X-Men: Apocalipse”) terminará ao final de sua 5ª temporada, atualmente no ar. O último capítulo será exibido em 30 de abril nos EUA. “Todos nós da CBS somos extremamente gratos pelo incrível trabalho e dedicação de Lucas e do restante do elenco, bem como da [showrunner] Monica [Macer], dos escritores e de toda a equipe”, disse Kelly Kahl, presidente da CBS Entertainment. “A equipe de ‘MacGyver’ viajou por todos os lugares para salvar repetidamente o mundo com pouco mais do que chiclete e um clipe de papel e tornou esta série distintamente sua. Estamos gratos por dar a esta base de fãs dedicada e leal a oportunidade de dizer adeus aos seus personagens favoritos da maneira atenciosa que esta série merece. ” “Desde que embarquei em ‘MacGyver’ no ano passado, fiquei impressionada com a devoção e entusiasmo desse elenco e equipe notáveis, bem como com os fãs leais”, disse Macer, que assumiu as funções de showrunner depois que o criador Peter Lenkov foi demitido por acusações de assédio moral e toxicidade no local de trabalho. “Minha gratidão vai para [as estrelas] Lucas, Tristin [Mays], Justin [Hires], Meredith [Eaton], Levy [Tran] e [Henry] Ian [Cusick], que colocaram tudo o que têm em nosso show, especificamente para os fãs. Mal podemos esperar que eles vejam nossos episódios finais espetaculares.” Produzido pela CBS Studios e a Lionsgate, a série era reboot de uma famosa atração dos anos 1980, exibida no Brasil como “Profissão Perigo”. Na série original, Angus MacGyver era um agente secreto que conseguia se virar com poucos recursos, usando apenas seus conhecimentos científicos e um canivete suíço que sempre carregava, para escapar das mais difíceis situações. A atração durou sete temporadas e teve 139 episódios produzidos entre 1985 e 1992. A nova versão era focada nas origens do personagem vivido nos anos 1980 por Richard Dean Anderson, mostrando-o como um jovem recruta de uma organização clandestina e aperfeiçoando suas habilidades para evitar desastres. “MacGyver” se torna a terceira série da CBS cancelada nesta temporada, acompanhando a comédia “Mom” e a procedimental “NCIS: New Orleans”. À exceção de “Mom”, que acabou após perder a coprotagonista, “MacGyver” e “NCIS: New Orleans” foram canceladas após trocas-relâmpago de showrunners devido à escândalos de bastidores. Assim como Peter Lenkov, Brad Kern também foi demitido de “NCIS: New Orleans” após várias denúncias – em seu caso, de assédio e perseguição às mulheres, além de declarações racistas nas gravações. A exibição de “MacGyver” no Brasil acontece no canal pago Universal.

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    Krypton: Regé-Jean Page comenta notícia de que perdeu papel por ser negro

    7 de abril de 2021 /

    O ator Regé-Jean Page, intérprete do Duque de Hastings de “Bridgerton”, postou nas redes sociais sua reação à reportagem da revista The Hollywood Reporter que revelou que ele não conseguiu o papel principal da série “Krypton” por ser negro. “Ouvir sobre essas conversas não dói menos agora do que doeu naquela época”, Page tuitou nesta quarta-feira (7/4). “Para ser honesto, os esclarecimentos quase doem ainda mais”, acrescentou Embora Page não mencione “Krypton” no tuíte, ele termina com as palavras “Nós ainda voamos” – que aparentemente se refere à capacidade do Superman de voar. Uma longa reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre as acusações de Ray Fisher contra a Warner Bros. revelou que Geoff Johns, quando foi presidente da DC Entertainment entre 2010 e 2018, impediu os produtores da série “Krypton” de escalar Regé-Jean Page como protagonista da série “Krypton”. De acordo com as fontes da produção ouvidas pela THR, Johns teria citado especificamente o fato de Page ser negro como impedimento para que ele interpretasse o papel. “Krypton”, que ficou no ar entre 2018 e 2019, contava as aventuras de Seg-El, avô de Kal-El (o futuro Superman), antes da destruição de seu planeta. O papel acabou interpretado por Cameron Cuffe, um ator branco. Representantes de Johns responderam à acusação dizendo que o produtor achou, na época, que os fãs esperariam um ator “que se parecesse com um jovem Henry Cavill” no papel de Seg-El. Em outras palavras, os fãs não aprovariam um negro como avô de Superman. Hearing about these conversations hurts no less now than it did back then. The clarifications almost hurt more tbh. Still just doing my thing. Still we do the work. We still fly. 👊🏽 — Regé-Jean Page (@regejean) April 7, 2021

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    Versão live-action de “A Pequena Sereia” será filmada na Ilha da Sardenha

    6 de abril de 2021 /

    A Disney definiu onde vai filmar as cenas externas da versão live-action de “A Pequena Sereia”. Um oficial da agência turismo da Sardenha, Fabrizio Scolafurru, fez a revelação ao jornal local La Nuova Sardegna, ao relatar que a produção movimentará a região italiana com a chegada de cerca de 300 profissionais para trabalhar na ilha por “aproximadamente três meses”. A equipe de produção do longa dirigido por Rob Marshall (“O Retorno de Mary Poppins”) começará a desembarcar na Ilha da Sardenha nas próximas semanas. As filmagens serão transferidas do Pinewood Studios, em Londres, para a pequena vila costeira de Santa Teresa di Gallura, na costa norte da ilha, conhecida por sua impressionante orla marítima de águas cristalinas, costões rochosos e construções medievais. As câmeras devem começar a rodar no início do verão europeu (nosso inverno). Até lá, olheiros da Disney estão vasculhando a região em busca dos melhores locais para as filmagens. “A Pequena Sereia” é uma das últimas animações do catálogo da Disney que ainda não foi refilmada com atores reais, uma estratégia que rende hits como “Aladdin”, que faturou mais de US$ 1 bilhão em todo o mundo. O filme começou a ganhar vida com roteiro de Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”), mas foi reescrito por David Magee a pedido do diretor Rob Marshall. Ambos trabalharam juntos em “O Retorno de Mary Poppins”, no ano passado. Além disso, o longa contará com mais três vencedores do Oscar acostumados a trabalhar com Marshall: o diretor de fotografia Dion Beebe, a figurinista Colleen Atwood e o diretor de arte John Myhre. O trio colaborou com o cineasta em “Memórias de Uma Gueixa” (2005) e “Chicago” (2002). Também faz parte da equipe compositor Alan Menken, vencedor do Oscar de Melhor Canção Original pelo desenho dos anos 1980, que está desenvolvendo com Lin-Manuel Miranda (outro de “O Retorno de Mary Poppins”) uma nova trilha. Já o elenco é encabeçado pela atriz e cantora Halle Bailey (da série “Grown-ish”), intérprete de Ariel, numa mudança racial em relação ao desenho, e Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC) como o Príncipe Eric. Outros atores da produção incluem Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Podres de Rico”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). Ainda não há previsão de estreia para o novo “A Pequena Sereia”. Mesmo sem uma data de estreia definida, algumas informações sobre o live-action de A Pequena Sereia já foram reveladas, como os atores principais que farão parte do elenco. Entre os nomes confirmados estão Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric), Javier Bardem (Rei Tritão), Jacob Tremblay (Linguado) e Daveed Diggs (Sebastião). Também foi anunciado que o filme contará com as músicas originais da animação de 1989, mas ainda trará canções originais de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. Nós mal podemos esperar para conferir!

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    Bolsonaro cumpre ameaça e Ancine começa mudança para Brasília

    6 de abril de 2021 /

    Enquanto a pandemia continua a ocupar o noticiário, o governo Bolsonaro segue passando a boiada. A coluna de Lauro Jardim, no jornal o Globo, revelou que a Ancine iniciou um processo para diminuir a sua presença física no Rio de Janeiro. No final da semana passada, a agência desocupou um andar inteiro de um prédio no Centro da cidade e a expectativa é que, ainda em abril, um andar no prédio da Anatel, em Brasília, seja disponibilizado para a agência. Em janeiro, o Ministério das Comunicações sugeriu que poderia realizar uma fusão entre a Ancine e a Anatel, entidades de pastas e funções completamente distintas. Neste sentido, a mudança da Ancine para o prédio da Anatel seria praticamente uma declaração de intenções. Bolsonaro tem se mostrado insatisfeito com a Ancine desde o começo de seu governo. Em agosto de 2019, ele ameaçou pela primeira vez a transferência do órgão colegiado para Brasília, como parte de um plano para a Ancine “deixar de ser uma agência e passar a ser uma secretaria subordinada a nós”. O objetivo, segundo Bolsonaro, era sujeitar a aprovação de projetos a seus “filtros” (ou gosto) pessoais. “Se não puder ter filtro, nós extinguiremos a Ancine. Privatizaremos ou extinguiremos. Não pode é dinheiro público ficar usado para filme pornográfico”, afirmou. Um mês depois desta declaração e inconformado com a demora para conseguir o que queria, Bolsonaro foi mais longe e ameaçou “degolar” os integrantes da Ancine: “Se a Ancine não tivesse, na sua cabeça toda, mandato, já tinha degolado todo mundo”. A ameaça foi completada por um gesto com as mãos sob o pescoço que representa o assassinato por meio de degola. Desde a posse de Bolsonaro, a Ancine enfrenta uma crise sem precedentes, atuando com um presidente interino nunca efetivado e com uma diretoria incompleta, que não tem seus diretores nomeados. Enquanto isso, a arrecadação das taxas Condecine e Fistel, pagas pela indústria de telefonia e audiovisual para o financiamento público de novas produções brasileiras de cinema e TV, acumula uma fortuna não contabilizada em cofres que têm sido blindados de investigação, sem que projetos novos – ou muito poucos – sejam beneficiados com a verba do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Apenas os valores arrecadados em 2018 (para serem investidos em 2019) foram divulgados (e somente em dezembro de 2019): um montante de R$ 703,7 milhões. Desde então, as taxas fecharam mais dois anos de arrecadação não revelada, podendo ter ultrapassado R$ 2 bilhões de dinheiro sem uso – ou com mau uso. O Ministério Público Federal (MPF) questionou, num ofício datado de 13 de outubro do ano passado, porque a Ancine tinha aprovado apenas um projeto para obter recursos do FSA num período de dez meses, pedindo que a agência tornasse públicos relatórios anuais de gestão do FSA. “Apuramos que houve uma ordem da procuradoria da Ancine de que não fosse dado andamento a processos, a não ser aqueles que obtivessem liminar na Justiça. Houve, portanto, negligência ao correto andamento desses procedimentos, como houve ação deliberada de paralisação”, denunciou o procurador. Mas um juiz da 11ª Vara Federal do Rio de Janeiro barrou a investigação, aceitando a explicação de que “a culpa é da burocracia”. Na ocasião, já havia ao menos 194 mandados de segurança impetrados contra a Ancine na Justiça Federal do Rio, em razão da demora na análise de projetos audiovisuais. Neste meio tempo, a Ancine mudou sua atividade principal, deixando de ser uma instituição de fomento para virar um escritório de cobranças, aproveitando uma orientação do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre problemas de prestações de contas para rever centenas de balanços anteriormente aprovados de produções com mais de 20 anos, como “Madame Satã”, de 2002, “Xuxa e o Tesouro da Cidade Perdida”, de 2004, e “Xuxa Gêmeas”, de 2006. Por coincidência, depois de a apresentadora Xuxa Meneghel criticar o governo Bolsonaro e após o presidente dizer que iria rever aprovação de filmes de temática LGBTQ pela Ancine. “Confesso que não entendi por que gastar dinheiro público com um filme desses”, disse Bolsonaro em agosto passado. Enquanto escondia os valores de arrecadação do FSA, a Ancine também fez parceria com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul para assumir ainda outra função, oferecendo empréstimos financeiros para produtores de cinema. Neste caso, a ideia original do FSA, de investimento à fundo perdido, foi substituída por um negócio batizado de “linha de crédito emergencial” que passaria a cobrar juros – para terceiros (banco) ou para a própria Ancine (em parceria com banco). O que a Ancine faria com o lucro obtido com as taxas de empréstimo? Na segunda-feira (5/4), deputados da Comissão de Cultura da Câmara classificaram de “perseguição política” a paralisação nas atividades da Ancine e a demora na liberação de recursos para produções já contempladas em editais da agência. Convidado para debater com os integrantes da comissão, o presidente interino da entidade, Alex Braga, alegou que a questão foi judicializada e, por isso, não iria comparecer. Quem pode desaparecer a seguir é a própria Ancine.

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    Polícia vai investigar Rodolffo por crime de racismo no BBB 21

    6 de abril de 2021 /

    Os comentários de cunho racista do cantor sertanejo Rodolffo, participante do “BBB 21”, contra o colega de confinamento João Luiz, serão investigados pela Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância) da Polícia Civil do Rio de Janeiro. A assessoria da instituição anunciou a investigação em comunicado: “De acordo com a Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (DECRADI), foi instaurado procedimento para apurar o crime de preconceito racial. Imagens estão sendo analisadas e as investigações seguem em andamento”. No último sábado (3/4), o sertanejo comparou o cabelo do geógrafo a uma peruca de homem das cavernas, fantasia usada para cumprir o Monstro da semana. Pouco depois, durante show no programa, a cantora Ludmilla exigiu respeito. “A próxima música que vou cantar agora fala sobre uma coisa que o mundo está precisando, que é respeito. Respeita o nosso funk, respeita a nossa cor, respeita o nosso cabelo. Respeita caral**.”, disse a artista, que também já teve o cabelo comparado a Bombril por uma suposta socialite. Para deixar claro, após a apresentação ela ainda elogiou o cabelo de João em suas redes sociais.

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  • Etc,  Filme

    Liga da Justiça: Joss Whedon quis deixar Mulher-Maravilha “estúpida” após briga com Gal Gadot

    6 de abril de 2021 /

    Ray Fisher não foi a única estrela da “Liga da Justiça” que ficou infeliz com a substituição de Zack Snyder por Joss Whedon nas refilmagens do longa. Uma reportagem sobre os bastidores tumultuados da produção, publicada pela revista The Hollywood Reporter, revelou que Whedon entrou em confronto com todas as estrelas do filme, incluindo Jeremy Irons. Não só isso. Gal Gadot foi à luta e levou suas reclamações não apenas ao chefe do estúdio de cinema, mas também ao presidente da Warner Bros. Uma fonte ouvida pela publicação afirma que Gadot teve várias preocupações com a versão de Whedon, incluindo “questões sobre sua personagem ser mais agressiva do que em ‘Mulher-Maravilha’. Ela queria fazer a personagem fluir de um filme para o outro.” O maior conflito, dizem as fontes, veio quando Whedon pressionou Gadot a gravar falas de que ela não gostava. Para que a atriz cedesse, ele teria ameaçado prejudicar sua carreira. Whedon também teria diminuído o trabalho da diretora Patty Jenkins em “Mulher-Maravilha”. Uma testemunha da produção, que teria conversado com os investigadores contratados pela Warner para apurar o que aconteceu nos bastidores do filme, disse que, após um confronto, “Joss ficou se gabando de ter colocado Gal no seu lugar. Ele disse que era o escritor e que ela calasse a boca e dissesse suas falas, pois podia fazê-la parecer incrivelmente estúpida neste filme.” Outra fonte informou que Gal Gadot e Patty Jenkins se juntaram e foram à luta, levando a situação até o então presidente da Warner, Kevin Tsujihara. Questionada sobre o fato, Gadot respondeu em um comunicado: “Eu tive meus problemas com [Whedon] e a Warner Bros. lidou com isso em tempo hábil.” A atriz já tinha mencionado a polêmica em dezembro, em entrevista ao jornal Los Angeles Times. “Eu não estava presente quando Joss Whedon filmou com outros meninos [do elenco]. Mas tive minha própria experiência com ele, que não foi a melhor, e tomei providências quando isso aconteceu. Eu levei minha denúncia aos chefes [da Warner], e eles deram um jeito”, disse a atriz na ocasião. Uma das cenas estúpidas, que Joss ameaçou filmar, acabou entrando no longa. Gadot se recusou a gravar uma sequência em que o Flash cai sobre a Mulher-Maravilha, gerando uma situação de desconforto. Whedon simplesmente colocou uma dublê em seu lugar e incluiu a piada sem graça na versão de cinema de “Liga da Justiça”. Ele já tinha feito a mesma cena com Bruce Banner/Hulk e Viúva Negra em “Vingadores: Era de Ultron”. Três meses após “Liga da Justiça” fracassar nas bilheterias, Whedon anunciou que tinha desistido de filmar “Batgirl” na Warner. “’Batgirl’ é um projeto tão empolgante e a Warner/DC parceiros tão colaborativos que demorei meses para perceber que eu realmente não tinha uma história”, disse ele para justificar o afastamento na época.

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    Produtor da Warner impediu Regé-Jean Page de estrelar série por ser negro

    6 de abril de 2021 /

    Uma longa reportagem da revista The Hollywood Reporter sobre as acusações de Ray Fisher contra a Warner Bros. revelou que Geoff Johns, quando foi presidente da DC Entertainment entre 2010 e 2018, impediu os produtores da série “Krypton” de escalar Regé-Jean Page (o futuro Duque de Hastings de “Bridgerton”) como protagonista da série “Krypton” por ser negro. De acordo com fontes da THR, Johns teria citado especificamente o fato de Page ser negro como impedimento para que ele interpretasse o papel. “Krypton”, que ficou no ar entre 2018 e 2019, contava as aventuras de Seg-El, avô de Kal-El (o futuro Superman), antes da destruição de seu planeta. O papel acabou interpretado por Cameron Cuffe, um ator branco. Representantes de Johns responderam à acusação dizendo que o produtor achou, na época, que os fãs esperariam um ator “que se parecesse com um jovem Henry Cavill” no papel de Seg-El. Em outras palavras, os fãs não aprovariam um negro como avô de Superman. Mas este não teria sido o único problema de escalação em “Krypton”. Johns também teria vetado a possibilidade do personagem Adam Strange, um herói interpretado por Shaun Sipos, ser retratado como gay ou bissexual. O personagem, que viaja do futuro para avisar Seg-El sobre o ataque do vilão Brainiac (Blake Ritson) e contar a ele sobre os feitos do seu neto, é heterossexual nos quadrinhos. Na série, supostamente por determinação de Johns, a sexualidade de Strange é apenas sugerida. O personagem é visto sorrindo para um soldado nu do sexo masculino em uma cena de “Krypton”, mas também tem uma breve conversa com Alanna, seu interesse romântico nos quadrinhos, que implica um passado entre eles. “Geoff celebra e apoia personagens LGBTQIAP+, incluindo a Batwoman, que voltou aos quadrinhos em 2006, como uma mulher lésbica, em uma série coescrita por ele”, comentaram os representantes do produtor, sem citar o caso específico relatado na matéria. O THR ainda cita a roteirista Nadria Tucker, que tuitou em 24 de fevereiro: “Não falo com Geoff Johns desde o dia em que ele tentou me dizer o que é e o que não é uma coisa negra”. Procurada para esclarecer o comentário, ela disse que Johns impediu que o penteado de uma personagem negra fosse mudado em cenas que aconteceram em dias diferentes. “Eu disse que nós, mulheres negras, tendemos a mudar nosso cabelo com frequência. Não é estranho, é uma coisa negra”, ela afirmou. “E ele disse: ‘Não, não é’. ” O porta-voz de Johns respondeu que a preocupação do produtor era sobre continuidade. “O que eram notas de continuidade padrão para uma cena estão sendo comentadas de uma forma que não é apenas pessoalmente ofensiva para Geoff, mas para as pessoas que sabem quem ele é, conhecem o trabalho que ele fez e conhecem a vida que ele vive, pois Geoff conhece pessoalmente, em primeira mão, os efeitos dolorosos dos estereótipos raciais em relação ao cabelo e outros estereótipos culturais, tendo sido casado por uma década com uma mulher negra e por sua segunda esposa ser asiática-americana, assim como seu filho, que é mestiço”. A reportagem ainda sugere que as fontes da reportagem não foram ouvidas na investigação iniciada pela Warner para apurar as acusações de Fisher sobre os bastidores de “Liga da Justiça”, que terminaram supostamente enquadrando apenas o diretor Joss Whedon, responsável pelos problemas iniciais com o elenco. Supostamente, porque o nome de Whedon não foi apontado na conclusão dos trabalhos. Em comunicado oficial, o estúdio disse apenas: “A investigação da WarnerMedia sobre o filme da ‘Liga da Justiça’ foi concluída e medidas corretivas foram tomadas”. Dias antes, Whedon tinha anunciado que estava se afastando de “The Nevers”, série que ele criou e que estreia no domingo (11/4) na HBO. Geoff Johns, por sua vez, continua à frente da série “Stargirl”, que ele criou, baseando-se em quadrinhos que ele também escreveu, além de ter trabalhado, após “Liga da Justiça”, nos roteiros de “Aquaman” e “Mulher-Maravilha 1984”.

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  • Série

    Jennifer Jason Leigh vai estrelar 2ª temporada de “Hunters”

    5 de abril de 2021 /

    A atriz Jennifer Jason Leigh, indicada ao Oscar por “Os Oito Odiados” (2015), vai estrelar a 2ª temporada de “Hunters” na Amazon. Ela desempenhará o papel de Chava, uma importante caçadora de nazistas, que se juntará aos personagens de Logan Lerman e Jerrika Hinton nos novos episódios da atração. Até o momento, não há informações sobre se ela chega para substituir Al Pacino ou se o veterano vencedor do Oscar estará de volta na 2ª temporada. Escrita por David Weil (do vindouro “Moonfall”) e produzida por Jordan Peele (diretor de “Corra!”), a 1ª temporada seguiu um grupo diversificado de caçadores de nazistas, que descobrem um complô para criar o Quarto Reich nos Estados Unidos em 1977. Já a premissa do segundo ano está sendo mantida em sigilo. Leigh atualmente estrela a comédia dramática “Atypical”, que está entrando em sua 4ª e última temporada na Netflix, além de atuar no suspense “A Mulher na Janela”, que estreia em maio na mesma plataforma. Ela também estará na vindoura minissérie de terror “Lisey’s Story”, adaptação de Stephen King ainda sem previsão de lançamento na Apple TV+.

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    Armie Hammer larga peça da Broadway e limpa agenda após acusação de estupro

    3 de abril de 2021 /

    Investigado por uma denúncia de estupro e agressão sexual, Armie Hammer perdeu mais um trabalho. O astro de “Me Chame Pelo Seu Nome” anunciou que não vai mais participar da estreia da peça “The Minutes” na Broadway. A peça de Tracy Letts devia ter realizado uma estreia formal em março de 2020, mas, após algumas pré-estreias, os planos foram frustrados devido à pandemia do coronavírus, que mantém os palcos da Broadway fechados desde então. Com o avanço da vacinação em Nova York, a reabertura dos teatros tornou-se iminente, fazendo com que o futuro de Hammer na produção precisasse ser definido. “Eu amei cada segundo em que trabalhei em ‘The Minutes'”, disse o ator em comunicado à imprensa. “Mas agora preciso me concentrar em mim e na minha saúde pelo bem da minha família. Consequentemente, não voltarei à Broadway com a produção”. A equipe da produção também emitiu uma nota, afirmando que a decisão de se afastar partiu de Hammer. “Armie continua um colega valioso para todos nós que trabalhamos com ele no palco e fora do palco em ‘The Minutes’. Desejamos apenas o melhor para ele e respeitamos sua decisão. ” Sem “The Minutes”, a agenda de Hammer agora está completamente livre de quaisquer projetos futuros. Ele também saiu ou foi saído dos filmes “Shotgun Wedding”, em que contracenaria com Jennifer Lopez, “Billion Dollar Spy”, uma parceria com o dinamarquês Mads Mikkelsen, “Gaslit”, com Sean Penn e Julia Roberts, e a série “The Offer”, sobre os bastidores do clássico “O Poderoso Chefão”. A carreira do ator implodiu no começo deste ano após o vazamento de mensagens em que ele supostamente se confessa canibal e com desejos típicos de um serial killer. Há duas semanas, ele também foi acusado de estupro e violência sexual, denúncia que está sendo investigada pelo Departamento de Polícia de Los Angeles.

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  • Música

    Demi Lovato recria overdose no clipe de “Dancing with the Devil”

    2 de abril de 2021 /

    A cantora Demi Lovato lançou o clipe de “Dancing with the Devil”, música que dá título à recente série documental em que aborda a overdose que quase lhe custou a vida. O clipe recria esse momento trágico, que aconteceu na madrugada de 24 de julho de 2018, e traz a cantora lutando para sobreviver. Ela aparece quase sempre deitada, na cama em que foi encontrada desmaiada, na maca que a levou à ambulância e no leito hospitalar. Ela também faz força para se erguer, enquanto toma banho de esponja na clínica, revelando, ao final, uma tatuagem com a palavra “Survivor” (sobrevivente). Entre as muitas cenas, Lovato pode ser vista festejando e bebendo em um bar – como fazia naquela noite de 2018 – e então entrando em contato com seu traficante. O clipe também mostra Lovato sendo deixada sozinha por seu traficante na cama – a cantora revelou que foi abusada sexualmente, deixada para morrer e encontrada nua e azul por seu ex-assistente. Esse momento também é reencenado pela produção, antes de mostrar sua família chorando ao lado de sua cama no hospital. Descrito como “uma história real”, o clipe foi roteirizada pela cantora, que também dividiu a direção com Michael D. Ratner, o diretor da série “Demi Lovato: Dançando com o Diabo”, que exibe sua última parte na próxima terça (6/4) no YouTube. A música faz parte do novo álbum de Lovato, “Dancing With the Devil… the Art of Starting Over”, lançado na quinta-feira (1/4) com participações de Ariana Grande, Noah Cyrus, Saweetie e Sam Fisher.

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  • Etc

    Mia Farrow rompe silêncio sobre mortes trágicas de três filhos

    1 de abril de 2021 /

    A atriz Mia Farrow rompeu o silêncio sobre a morte de três de seus filhos adotivos, após “rumores perversos” circularem na internet a respeito do falecimento deles. As especulações sobre as mortes de Tam, Lark e Thaddeus foram intensificadas depois de suas existências serem ignoradas no recente documentário da HBO, “Allen v. Farrow”. A série também deu pouco espaço para Moses Farrow, o filho que se colocou ao lado de Woody Allen na briga com a atriz, e que a denunciou por maltratar com violência os filhos adotados. Mia Farrow publicou um longo desabafo em seu Twitter. “Como mãe de 14 filhos, minha família significa tudo para mim. Embora eu tenha escolhido uma carreira que me colocou na arena pública, a maioria dos meus filhos optou por viver uma vida muito privada”, ela escreveu, explicando que é “seletiva” no que posta nas redes sociais para respeitar o desejo dos filhos em permanecerem privados. Mesmo assim, ela diz que decidiu falar para acabar com os rumores “baseados em inverdades”. “Minha amada filha Tam faleceu aos 17 de uma overdose acidental de receita relacionada às agonizantes enxaquecas que ela sofreu e à sua doença cardíaca”, contou. Já Lark, falecida em 2008, foi descrita por Farrow como uma “mulher extraordinária, uma filha, irmã, companheira e mãe maravilhosa de seus próprios filhos”. “Ela morreu aos 35 de complicações de HIV/AIDS, que contraiu de um parceiro anterior. Apesar de sua doença, ela viveu uma vida frutífera e amorosa com seus filhos e seu parceiro de longa data. Ela sucumbiu à doença e morreu repentinamente no hospital no Natal, nos braços de seu parceiro”. Por fim, Farrow abordou a morte mais controversa, de seu filho Thaddeus, que se matou aos 29 anos. “Estávamos todos antecipando um casamento, mas quando seu relacionamento acabou de forma abrupta, ele tirou sua própria vida”, ela afirmou. “Essas são tragédias indescritíveis. Qualquer outra especulação sobre suas mortes é desonrar suas vidas e as vidas de seus filhos e entes queridos”. Ela concluiu o texto dizendo que é grata por ser mãe de 14 filhos e avó de 16 netos. “Embora tenhamos conhecido a tristeza, nossa vida hoje é cheia de amor e alegria. Todo mundo tem sua própria batalha pela frente; suas próprias tristezas que o corroem. Envio-lhe minhas melhores esperanças e meu amor”. Veja o post integral abaixo. Regarding my children pic.twitter.com/ApiSeBFx9C — Mia Farrow (@MiaFarrow) April 1, 2021

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